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  • Joaquim Teixeira faz o pleno em Boticas

    Sete vitórias em sete possíveis foi o pecúlio que o piloto da JT59 Racing Team/Bompiso logrou na Divisão Turismos 2 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2021, ao somar mais um êxito na Rampa de Boticas. A “jogar em casa” também voltou a conquistar um lugar no pódio da categoria.

    Depois de ter garantido o título na prova anterior, Joaquim Teixeira ia para esta derradeira ronda da temporada com a missão exclusiva de brilhar ao mais alto nível, e se possível a ganhar a sua divisão e discutir a primeira posição da categoria de Turismos. O piloto do Cupra TCR do JT59 Racing Team/Bompiso Racing Team logrou o primeiro objetivo e ficou perto do segundo, muito mais difícil de atingir, dado o diferencial de argumentos para a ‘montada’ do adversário direto.

    O “Demolidor de Trás-os-Montes cumpriu aquilo que tinha como meta, que no evento da Demoporto era ‘fechar em beleza’ a época: “As sete vitórias era o que tínhamos projetado. Mas não foram fáceis. Tivemos bastante concorrência. Mas também é assim que gosto do campeonato”, começa por referir Joaquim Teixeira. Em Boticas, adicionou velocidade a segurança, rodando sempre sem erros ao longo de todas as subidas do fim-de-semana, extraindo do Cupra todo o seu potencial. Em termos de tempos realizados, a sua melhor subida oficial de prova aconteceu na segunda, estabelecendo a marca de 2:35.252.

    Para o piloto transmontano estes resultados “só foram possíveis com a colaboração da minha equipa, que sempre me proporcionaram um carro em excelentes condições. Ao Jorge e ao Filipe já não é preciso dizer nada. Eles já sabem como gosto do carro. E esta prova confirmou isso mesmo. Não foi só o piloto que esteve bem, pois o carro estava muito bom”.

    Falando da exibição na Rampa de Boticas, Joaquim Teixeira diz que o triunfo nos Turismos 2 e o segundo lugar na categoria também teve muito a ver como a forma como geriu o Cupra TCR. “Foi o resultado possível. A última subida abdiquei. Quis poupar o carro para a Falperra (FIA Hill Climb Masters). Não quis arriscar”, explicou. O piloto do JT59 Racing Team/Bompiso considera que “este campeonato correu bem. Deu um bom retorno para os patrocinadores. A equipa tudo fez para merecer este resultado”. Sendo que já se pensa na próxima temporada, pois para “2022 vamos pensar se estamos todos de acordo no que fazer”.

    A faceta de dirigente da Associação de Pilotos Portugueses da Montanha também não é esquecida por Joaquim Teixeira, que na qualidade de promotor do campeonato, considera ter sido o deste ano “excelente, com provas a registarem a presença de uma média sempre acima de 50 concorrentes. Acho que é extraordinário para os campeonatos que temos em Portugal. É um dos que conta com maior adesão. Mesmo pilotos que nos visitaram e que já tinham deixado a montanha há uns anos nos disseram que o campeonato está revigorado, está pujante”, conclui o piloto transmontano.

  • Fim-de-semana quase perfeito para Parcídio Summavielle

    O piloto de Fafe esteve em excelente nível na Rampa de Boticas, concluindo o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group com uma vitória na Divisão Turismos 3 e uma brilhante exibição nos Clássicos com o Datsun 240Z.

    Parcidio Summavielle tinha-se proposto terminar em grande a temporada ao alinhar em duas frentes. Não apenas no Renault Clio R3, na derradeira batalha pelo ‘seu’ campeonato, mas também numa participação esporádica com um automóvel icónico de outros tempos. E a festa foi total.

    “Foi uma participação muito feliz. O fim-de-semana correu sempre bem. Primeiro foi muito especial para mim trazer o 240Z, que fazia 50 anos, e é mais um pódio. E por outro a prova com o Clio não podia correr melhor”, começa por dizer o piloto de Fafe em jeito de balanço. Parcidio destaca o facto da “prova com o Clio não podia correr melhor. Fomos sempre os mais rápidos. Não demos cabo de material nenhum. Também não tinha grandes ambições, a não ser fazer o melhor com o que tinha, com pneus usados e deu para garantir a terceira vitória do ano. Até para fazer ‘a mão’ para a Rampa da Falperra que vem por aí. Que é uma prova diferente, em que vamos fazer equipa”.

    Summavielle concede também que na ‘guerra’ dos Renault Clio da Divisão Turismos 3 “o Sérgio (Nogueira) foi melhor. Ele também procurava há muito tempo o título. Alcançou-o. Está de parabéns. É um amigo, e por isso mando um abraço para ele. E agora vamos procurar fechar bem a época. E também tentar mudar de ‘montada’. Porque queremos fazer mais e melhor e o Clio está esgotado”.

    O piloto fafense da UZO diz que o ‘treino’ que teve em Boticas foi importante para apurar a sua forma para o Hill Climb Masters. “A regularidade vai ser mais importante do que a velocidade. Mas foi importante ganhar a ‘mão’ (com o 240Z). Pois estava parado há muito tempo”, explica.

    Parcício Summavielle diz que ficou “muito feliz, muito orgulhoso e muito honrado” quando lhe disseram que iria fazer parte da Seleção Nacional que vai estar presente na Falperra, a disputar a Taça das Nações, pois foi algo que o “apanhou completamente de surpresa. Não estava à espera. Mas acho também que tem que ver que nestas seis épocas termos feito muito bem o nosso trabalho. Penso que temos sido muito regulares, seguramente muito competitivos. Vamos para Braga com o propósito de dar tudo em prol da Seleção!”.

  • Pneu trai boa prova de Nelson Silva em Santo Tirso

    O piloto de Viana do Castelo voltou a não ter sorte, somando um abandono inglório mesmo no final de mais uma prova do Campeonato Norte de Ralis, também pontuável para o Desafio Kumho Portugal, depois de ter estado quase todo o rali na luta pelo top ten absoluto.

    Decididamente a sorte não tem acompanhado Nelson Silva e José Janela, que depois da desistência mesmo no final do Rali da Água CIN-Alto Tâmega, sofreram novo revés mesmo no ‘cair do pano’ do Rali de Santo Tirso, onde o piloto do Mitsubishi Lancer Evo VI da JPGS/ENI tinha justificadas aspirações aos melhores lugares, tanto ‘à geral’ como ao nível da Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Norte.

    Depois de ter feito uma ascensão notável que o levou ao sétimo posto, Nelson Silva sofreu um primeiro susto na primeira especial da tarde, antes de novo ‘assalto’ ao top ten e de um percalço que colocaria um ponto final nas suas aspirações na derradeira PEC do rali… e a somente um quilómetro do fim.  “É um bocado triste, para dizer a verdade!”, desabafa o piloto de Viana do Castelo.

    “Foi de facto muito mau para nós!”, confessa Nelson Silva, que até começara o rali de uma forma muito positiva, como recorda: “Começamos com algumas cautelas, mas conseguimos ir imprimindo um ritmo crescente, que nos valeu subir de 18º para 7º e estarmos na luta pelo triunfo entre os Kumho”. No começo da tarde as coisas já não correram tão bem, como conta o piloto vianense: “Após o almoço fizemos um pião que nos fez descer para a 12ª posição. Mas sabíamos que tínhamos todas as condições para chegar ao 10º lugar. E de facto tudo apontava para que isso fosse possível com o andamento que estávamos a ter até à última especial”.

    Foi na derradeira classifica que tudo precipitou. “Na última especial, a cerca de 1 km do fim, um pneu rebentou e saímos de estrada. Foi o fim do rali, pois o carro foi a um talude. Felizmente só ficamos um pouco doridos, mas a desilusão foi total”, explica Nelson Silva.

    O piloto do Mitsubishi Lancer Evo VI com as cores do JPGS/ENI Rallye Team admite que o que aconteceu afeta os seus níveis de confiança, não tanto no que diz respeito à sua condução em termos de pneus: “Vou para o próximo rali com algum receio, admito, pois não sei o que me espera. No entanto, o facto de continuarmos na liderança do Desafio Kumho Norte e serem ainda boas as hipóteses de terminarmos o CNR no top três dá-nos algum alento e servirá de motivação”.

    Nelson Silva e José Janela poderão estar de volta à competição no Rali de Gondomar, mas tudo depende da rapidez com que o carro for reparado. “Se tudo correr bem poderemos ir a Gondomar, senão o regresso fica para o Rali Serras do Porto”, adianta o piloto de Viana do Castelo.

  • Trabalho de FR Power recompensado com mais dois triunfos em Boticas

    A última prova da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group voltou a dar dividendos ao esforço técnico da FR Power, que viu António Rodrigues e Nelson Andrade assinarem mais dois triunfos.

    A Rampa de Boticas, 7ª e última prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2021 voltou a colocar em relevo o excelente trabalho técnico da FR Power. A estrutura sediada na Covilhã e liderada por Rui Ferreira, preparou e assistiu as participações de António Rodrigues, no BRC CM05 EVO da NJ Racing e do AG1000 de Nelson Andrade, destacando Rui Ferreira, o líder da FR Power, que “mercê do profundo trabalho de preparação, pouco trabalho tivemos de fazer ao longo do fim-de-semana, pois quer o protótipo, quer o kartcross estiveram muito fiáveis”.

    A “Bala do Douro” assinou novo triunfo na divisão Protótipos B e um top cinco absoluto, culminando da melhor forma uma época em que António Rodrigues e o BRC CM05 Evo preparado pela FR Power registaram 5 vitórias em seis possíveis, colocando-se sempre entre os três a cinco primeiros da geral nas provas realizadas, com o piloto dentista de Santa Marta de Penaguião a rubricar mais um título na divisão e mais uma presença no pódio absoluto final do campeonato.

    Para António Rodrigues, a presença técnica da FR Power foi “fundamental para mais este título. Levamos dois anos de trabalho conjunto e quer eu, quer a minha equipa NJ Racing, estamos muito satisfeitos com a qualidade técnica da preparação e assistência que a FR Power nos proporciona. A forma como prepararam o BRC é simplesmente incrível. Este título também é deles!”.

    Já no caso de Nelson Andrade, Boticas representou a quinta vitória na Taça de Portugal de Montanha de Kartcross, em outras tantas presenças do “Furacão da Madeira” no campeonato aos comandos do seu AG1000. O piloto madeirense logrou ainda assinar tempos de grande relevo que o colocaram sempre na parte cimeira da tabela global, reconhecendo que “o sucesso que alcancei nesta época de estreia deve-se muito ao trabalho técnico do Rui Ferreira e da FR Power. Entregaram-se sempre o kartcross bem afinado e estiveram sempre eficazes a debelar qualquer problema que surgisse”.

    Este reconhecimento deixa Rui Ferreira “muito orgulhoso e honrado com a confiança que os nossos clientes depositam no trabalho da FR Power. Esta foi mais uma época bem-sucedida. Todos os nossos clientes estiveram na luta pelas vitórias e pelos títulos e chegamos ao fim com o António Rodrigues e o Nelson Andrade a vencer os títulos que disputavam e com o Joaquim Rino a obter um pódio final. Isto deixa-nos muito felizes e com ambição de tentar trabalhar ainda mais e melhor na próxima época!”.

    Mas ainda não é tempo de descanso. A FR Power vai estar em Braga com a importante missão de preparar e assistir os protótipos de António Rodrigues e Joaquim Rino no FIA Hill Climb Masters, a prova de Montanha mais importante do calendário internacional. António Rodrigues e o BRC CM05 EVO farão mesmo parte da seleção nacional portuguesa e vão à luta na Taça das Nações, enquanto Joaquim Rino e o BRC BR53 estarão envolvidos na competição individual.

  • Joaquim Teixeira faz o pleno em Boticas

    Sete vitórias em sete possíveis foi o pecúlio que o piloto da JT59 Racing Team/Bompiso logrou na Divisão Turismos 2 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2021, ao somar mais um êxito na Rampa de Boticas. A “jogar em casa” também voltou a conquistar um lugar no pódio da categoria.

    Depois de ter garantido o título na prova anterior, Joaquim Teixeira ia para esta derradeira ronda da temporada com a missão exclusiva de brilhar ao mais alto nível, e se possível a ganhar a sua divisão e discutir a primeira posição da categoria de Turismos. O piloto do Cupra TCR do JT59 Racing Team/Bompiso Racing Team logrou o primeiro objetivo e ficou perto do segundo, muito mais difícil de atingir, dado o diferencial de argumentos para a ‘montada’ do adversário direto.

    O “Demolidor de Trás-os-Montes cumpriu aquilo que tinha como meta, que no evento da Demoporto era ‘fechar em beleza’ a época: “As sete vitórias era o que tínhamos projetado. Mas não foram fáceis. Tivemos bastante concorrência. Mas também é assim que gosto do campeonato”, começa por referir Joaquim Teixeira.

    Em Boticas, adicionou velocidade a segurança, rodando sempre sem erros ao longo de todas as subidas do fim-de-semana, extraindo do Cupra todo o seu potencial. Em termos de tempos realizados, a sua melhor subida oficial de prova aconteceu na segunda, estabelecendo a marca de 2:35.252. Para o piloto transmontano estes resultados “só foram possíveis com a colaboração da minha equipa, que sempre me proporcionaram um carro em excelentes condições. Ao Jorge e ao Filipe já não é preciso dizer nada. Eles já sabem como gosto do carro. E esta prova confirmou isso mesmo. Não foi só o piloto que esteve bem, pois o carro estava muito bom”.

    Falando da exibição na Rampa de Boticas, Joaquim Teixeira diz que o triunfo nos Turismos 2 e o segundo lugar na categoria também teve muito a ver como a forma como geriu o Cupra TCR. “Foi o resultado possível. A última subida abdiquei. Quis poupar o carro para a Falperra (FIA Hill Climb Masters). Não quis arriscar”, explicou. O piloto JT59 Racing Team/Bompiso considera que “este campeonato correu bem. Deu um bom retorno para os patrocinadores. A equipa tudo fez para merecer este resultado”. Sendo que já se pensa na próxima temporada, pois para “2022 vamos pensar se estamos todos de acordo no que fazer”.

    A faceta de dirigente da Associação de Pilotos Portugueses da Montanha também não é esquecida por Joaquim Teixeira, que na qualidade de promotor do campeonato, considera ter sido o deste ano “excelente, com provas a registarem a presença de uma média sempre acima de 50 concorrentes. Acho que é extraordinário para os campeonatos que temos em Portugal. É um dos que conta com maior adesão. Mesmo pilotos que nos visitaram e que já tinham deixado a montanha há uns anos nos disseram que o campeonato está revigorado, está pujante”, conclui o piloto transmontano.

  • Nuno Guimarães andou forte em Boticas e fechou época com novo pódio

    Embora o 2º lugar na sua divisão e o top seis absoluto tivessem sido prémio justo para mais uma boa exibição do piloto e team manager da NJ Racing, Nuno Guimarães viveu a Rampa de Boticas com um espírito de festa, feliz com mais uma época de grande êxito para ele e para a sua equipa.

    O cair do pano para o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ficará na memória de todos pela “festa rija” em que se transformou. E esse espírito festivo esteve sempre presente na forma como Nuno Guimarães encarou a sua presença na prova final do campeonato.

    Mas que não se pense que o “Capitão da Montanha” não rodou forte como é seu apanágio sempre que coloca o capacete. Andou muito rápido e de forma a conseguir melhorar substancialmente a performance que tinha alcançado em maio, na primeira passagem do campeonato por Boticas. Na segunda subida oficial de prova, o SilverCar chegou ao alto em 2:29.531, realçando a crescente capacidade que Nuno Guimarães evidencia para extrair todo o potencial do protótipo.

    Mesmo sendo sempre muito competitivo, o “Capitão da Montanha” destacava no final que “a componente competitiva desta rampa foi para mim secundária. De tal forma que, mesmo dando o meu melhor, nem me abalou ter tido um problema de transmissão na última subida. Fui na mesma e só quis chegar lá cima, juntar-me aos meus colegas e fazer a descida de segurança final para ser recebido pela festa incrível que nos proporcionaram.”

    No entanto, reconhece que “também fiquei satisfeito por ter tirado dois segundos ao meu recorde pessoal nesta rampa com este carro. Considero que evolui muito ao longo de toda a época e que estou cada vez mais confiante com este SilverCar S2”.

    Quanto a esse balanço geral do campeonato, Nuno Guimarães sente-se “muito feliz e com um espírito de missão totalmente cumprida. Para a nossa equipa NJ Racing foi uma época de sonho com a dobradinha que eu e o Toni (António Rodrigues) conseguimos na Divisão Protótipos B. Ele está cada vez mais rápido e mereceu totalmente o título. Campeonato feito e agora é olhar o futuro para sermos ainda mais fortes em 2022”.

    Mas se as luvas de piloto vão para a gaveta, Nuno Guimarães tem agora uma missão tão honrosa quanto importante. Daqui a três semanas, vai voltar a ser o Capitão da Seleção nacional na Taça das Nações integrada no FIA Hill Climb Masters, em Braga. Para o consagrado duriense, é tempo de “total foco na minha missão. Vou trabalhar afincadamente para dar tudo em prol da seleção, a exemplo do que fiz em Gubbio, em 2018. Estou muito feliz e não vejo hora de estarmos na Falperra!”.

  • Nelson Andrade vence em Boticas e faz da época uma “tempestade perfeita”!

    Mais do que garantir o pleno de vitórias na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, o “Furacão da Madeira” foi até Boticas presentear o muito público presente com mais uma demonstração de talento e velocidade, fazendo jus à sua crescente popularidade no campeonato.

    O muito público presente em Boticas elevava o seu nível de entusiasmo em cada momento que se começava a ouvir “rugir” do motor do AG1000 de Nelson Andrade na linha de partida. Isso, porque, sabiam que era sinónimo de espetáculo total ao longo dos cinco quilómetros do traçado, sendo essa condução uma das razões para que Nelson Andrade seja hoje já um dos nomes populares da Montanha.

    Em Boticas, o piloto de Porto Moniz voltou a carimbar um triunfo na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, terminando o ano invicto. Paralelamente, foi melhorando as suas marcas e batendo-se por um lugar entre os melhores da tabela de tempos global da prova, isto apear do traçado não ser o mais propício às características do seu kartcross.

    Foi assim um fecho de temporada com mais uma exibição a tocar as raias da perfeição. Visivelmente emocionado, o piloto madeirense não quis deixar de realçar “a felicidade que levo desta festa final. Foi algo muito diferente, a que não estou habituado, ver este publico maravilhoso, todos os pilotos, toda a Família da Montanha a comemorar. Faz valer completamente a pena esta aposta de ter vindo competir para cá!”, expressando ainda o seu agradecimento a todos “principalmente, à FR Power, que me deu um kartcross sempre bem afinado, aos pilotos que tanto me acarinharam, aos patrocinadores e à minha equipa de comunicação. Foi um ano fantástico!”.

    Quanto ao facto de se ter sagrado o primeiro vencedor de uma Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, para além de ter sempre realizado tempos que o colocaram quase em permanência dentro dos dez primeiros nas provas que enfrentou, Nelson Andrade considera que “a época foi muito positiva. Conseguimos sempre ser muito rápidos e sinto-me orgulhoso pelos resultados e por ter conseguido representar de forma muito honrosa a Madeira e, em especial, Porto Moniz”.

    Quanto a 2022, o “Furacão da Madeira” promete ir trabalhar para trazer ao campeonato uma ”tempestade” ainda mais “perigosa”: “agora é tempo de descanso mas sem deixar d e começar a trabalhar para preparar a próxima época. Não escondo que gostaria de dar o salto para os protótipos e lutar pelo título nacional absoluto. Vamos ver. Falaremos com os patrocinadores e, se a oportunidade surgir, gostaria muito de tentar ser o primeiro madeirense a ser campeão à geral!”.

  • Cláudio Batista consolida Top 4 nos Turismos 3 com boa exibição em Boticas

    https://youtu.be/rAj-wwBa6xk

    O piloto de Fafe concluiu a prova do Clube Automóvel da Régua, que era o seu grande objetivo para esta quarta ronda do Campeonato Norte de Ralis, onde a motivação era ‘matar saudades’ da modalidade, numa época que consagrou ao Campeonato de Portugal de Montanha.

    Cláudio Baptista saiu da última prova do ano no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group com mais um top cinco na Divisão Turismos 3. Aos comandos do Citroen DS3 R1, foi paulatinamente entrando na luta e, já nas subidas decisivas de domingo, o piloto intensificou o seu ritmo, conseguindo retirar quase 9 segundos ao seu tempo de referência da primeira subida oficial de prova, que fez no fim da tarde de sábado, quando rodou em 3:12.712, na última subida “a doer” do programa da rampa.

    O piloto da Sucesso Automóvel confessou que encarou a prova do Demoporto “quase que só por diversão, pois estamos em fim de época e o quarto lugar final na classificação da Divisão 3 já estava assegurado. No primeiro dia foi só por diversão. Mas no domingo, o bichinho da competição atacou e fomos rodando cada vez mais rápido. Saio de Boticas satisfeito com a exibição e com o resultado. O meu carro é muito menos potente dos que os que eu enfrento”.

    Já em jeito de balanço, o piloto de Fafe assume que este “foi um ano que jamais esqueceremos. Aprendemos muito, demos o máximo com o Citroen DS3 R1 e, apesar de estarmos a enfrentar grandes pilotos e com carros bem mais evoluídos nos níveis de preparação, concluímos o campeonato com um Top 4 na Divisão Turismos 3, a que juntamos as vitórias no grupo e na classe, bem como resultados muito interessantes em todas as provas, sendo de destacar que não tivemos acidentes e raramente enfrentámos problemas mecânicos”.

    Foi, portanto, “uma época em cheio e que premeia o esforço e dedicação de todos quantos estiveram nesse projeto. Quero agradecer profundamente à minha família, Nadine Baptista e João Sousa, à minha equipa de assistência, Armando Freitas e Paulo Pereira e ainda aos meus patrocinadores Sucesso Automóvel, Tasca da Viúva, Auto Soeiro, Diana Alves e CRcarparts”. Quanto à próxima época, Cláudio Baptista assume que “em 2022 lá estaremos na Montanha. Com mais ambição e preparados para se tudo correr bem, poder dar o salto mara um carro mais competitivo”.

  • Gonçalo Janeira remata época em Boticas com mais um pódio!

    Rubricando mais uma excelente exibição aos comandos do seu Citroen AX GTi, Gonçalo Janeira foi 3º na Rampa de Boticas, 7ª prova da temporada do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group.

    A época de estreia do piloto do Fundão nas lides da Montanha encerrou com a sua estreia absoluto no traçado de mais de cinco quilómetros da Rampa de Boticas. Uma vez mais, a exemplo de rampas anteriores, Gonçalo Janeira partia à descoberta: “eu não conhecia a rampa. Só no dia anterior à prova é que passei nela e no meu carro de estrada uma vez. Acabei por ir realmente conhecendo a pista subida a subida e aí, as sessões de treinos foram essenciais”.

    Mas cedo deu para perceber que esse “handicap” não limitou nada as ambições legítimas do piloto que chegou a Boticas com o pódio final no campeonato já garantido, mercê de um naipe de resultados ao mais alto nível. Mostrou que estaria na “batalha” pelo pódio e, ao longo do fim-de-semana fez parte de um duelo muito intenso pelo 3º lugar, sempre preso por diferenças mínimas. Foi sempre rodando cada vez mais rápido: “foi um pódio suado. Foi difícil de lá chegar. A concorrência tem carros de maior cilindrada mais potentes. Tive de dar tudo e, aumentando sempre o ritmo, sempre a conseguir melhorar os tempos. Então, na última subida de prova, foi mesmo a rodar no limite!”, registando aqui a excelente marca de 3:09.669.

    O piloto do Fundão ficou obviamente “muito feliz com o resultado. É o quarto pódio em cinco corridas, isto numa época de estreia e num campeonato nacional com bons pilotos e carros melhores dos que o meu, mesmo estando este Citroen AX GTi muito bem cuidado pela minha equipa”. Agora e já em tempo de rescaldo da época, Gonçalo Janeira leva para casa quatro pódio em cinco corridas e o pódio final no campeonato, coroando assim de êxito a sua temporada: “estou muito contente e até admirado por, neste primeiro ano, chegar onde cheguei. Não sonhava com o pódio. Tenho noção do meu valor e apontava a um top cinco final, que seria já muito bom. Concluir o campeonato em 3º, no pódio, deixa-me muito feliz, não só por mim, mas sobretudo pela minha família, os meus patrocinadores e a minha equipa!”.

  • António Rodrigues renova título em Boticas com mais um triunfo nos Protótipos B

    Foi um fecho de sonho para o piloto do BRC CM05 EVO da NJ Racing. Assinando uma exibição sem mácula, António Rodrigues conquistou a sexta vitória da época entre os Protótipos B, selando a renovação do título, juntando ainda ao seu bornal mais um top cinco absoluto.

    À chegada à 7ª e última prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, António Rodrigues era já claramente favorito a conquistar o cetro nos Protótipos B. 5 vitórias em 6 possíveis colocavam-no a um curto espaço pontual do objetivo e, como era lógico, o piloto de Santa Marta de Penaguião assumiu os galões e rematou a questão de forma segura e imperial. Foi sempre o mais veloz da sua divisão nas três subidas oficiais de prova do fim-de-semana, sendo que na derradeira colocou no cronómetro 2:27.828, que passa a ser o seu recorde pessoal no traçado de Boticas.

    À vitória, juntou ainda o 5º posto absoluto, só atrás dos mais competitivos Protótipos A, voltando a justificar porque vai estar no pódio de consagração final do campeonato absoluto. No rescaldo da Rampa de Boticas, António Rodrigues considerou que “foi uma rampa boa. Conseguimos baixar o melhor tempo que tínhamos feito aqui em maio, tirando um segundo a essa marca. Durante o fim-de-semana fomos sempre melhorando e, a certa altura, mudamos a estratégia, começando a treinar para o master, tentando ser muito regulares, subida após subida. Conseguimos mais uma vitória e um lugar entre os cinco melhores da geral, o que nos deixa muito satisfeitos”. O piloto dentista não quis deixar de felicitar “o Nuno (Guimarães) meu companheiro de equipa e nosso grande Capitão. Fez uma época excecional, foi um adversário difícil e fico muito feliz por ter sido segundo na nossa divisão. Conquistamos assim uma saborosa dobradinha!”.

    Quanto à renovação do título nos Protótipos B e a nova presença no pódio absoluto final do campeonato, António Rodrigues destaca “o orgulho e felicidade que sentimos por, em apenas dois anos, já termos sido capazes de tantas conquistas. Quero agradecer à NJ Racing, a minha fantástica equipa, à FR Power, pelo trabalho incrível que fizeram a colocar o BRC sempre nas melhores condições, a todos os patrocinadores e, principalmente, à minha família que têm sido incansáveis no apoio que sempre me dão!”.

    Dois anos a dominar os Protótipos B pode significar que estará na hora para sonhar mais alto. Quanto a isso, António Rodrigues diz que “sonhar podemos sempre sonhar e não escondo que gostaria de dar o salto. Mas vamos ver. Lá mais para a frente, depois de falar com os patrocinadores, veremos o que vai ser possível”. António Rodrigues foca agora na preparação da sua presença na Seleção Nacional que vai representar Portugal na Taça das Nações incluída no FIA Hill Climb Masters 2021, que se disputará de 8 a 10 de outubro, na Falperra, em Braga.