Garantido que está um fabuloso pódio final nas contas do Campeonato de Portugal Legends, o piloto do Fundão quer terminar esta sua prova de estreia com mais um resultado de relevo. Objetivo: o pódio.
Que época de sonho está a ser o ano de estreia de Gonçalo Janeira na Montanha. O craque do Fundão tem assumido um alto grau de competitividade aos comandos do seu bem preparado Citroen AX GTi que já lhe granjeou três presenças no pódio do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group nas quatro provas que leva realizadas. Apesar de ter faltado às duas primeiras rampas da época, o conjunto de resultados garantiu já a Gonçalo Janeira o 3º lugar final no campeonato. Um pódio prestigiante que deixa o piloto “muito feliz. É o melhor prémio para o esforço que toda a equipa fez para montar este projeto e estamos muito felizes com os resultados. Dedico-os à minha família, aos meus patrocinadores e a todos quantos fazem parte deste projeto!”.
Quanto à rampa final desta época, o piloto está “ansioso para começar a competir em Boticas. É uma rampa completamente nova para mim e, por isso mesmo, vou ser cauteloso nas primeiras subidas, para reconhecer bem o traçado. Estou confiante e irei decerto fazer o melhor como sempre faço para dar o melhor retorno e visibilidade aos meus patrocinadores”. Gonçalo Janeira não esconde que o objetivo passa por “tentar o quarto pódio consecutivo nos Legends, para terminar a época da melhor forma. Vou enfrentar grandes pilotos e com carros muito competitivos, mas também sabemos o nosso valor e a capacidade que temos de ir à luta!”.
Quanto ao Citroen AX
GTi, o carro francês tem ostentado uma fiabilidade notável, que o piloto
considera ser fruto “do empenho e capacidade da nossa equipa em preparar
o caro com todo o cuidado. Foi o que voltamos a fazer para Boticas. Executamos
uma revisão cuidada e o carro vai em pleno”.
A Rampa de Boticas arrancará pelas 13.45 de sábado, 18 de setembro, com a sessão inaugural de “warm up”. O primeiro dia contemplará ainda duas subidas de treinos oficiais e a 1ª subida de prova. No domingo, 19 de setembro, nova sessão de “warm up” pelas dez da manhã. Depois, mais uma subida oficial de treinos, antes das duas decisivas subidas de prova que fecharão o programa competitivo da última prova da temporada do campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
O piloto da NJ Racing está apostado em renovar o título da Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group na Rampa de Boticas, depois de ter ficado mais próximo desse objetivo com o êxito no Caramulo.
António Rodrigues aborda a prova do próximo
fim-de-semana determinado em subir novamente ao pódio absoluto, para além de
impor o BRC CM05 Evo na sua divisão no evento do Demoporto. O piloto de Santa
Marta de Penaguião vem moralizado pelo resultado na ronda anterior, e sente que
o cetro está mais perto.
Não obstante ter uma ‘mão’ no título, a
‘Bala do Douro’ quer capitalizar o seu conhecimento do traçado de Boticas para
bater a concorrência mais direta: “O primeiro objetivo será manter o foco
para a conquista do bicampeonato, tentando não ficar muito longe dos melhores
tempos e superar os dos meus adversários diretos”, de forma a coroar
esta segunda época a tempo inteiro na Montanha com mais um título para o palmarés.
“Depois, para além de conquistar o título,
quero andar como gosto, rápido, de modo a conseguir nova vitória nos Protótipos
B e ‘chatear’ os A, chegando o mais longe possível na classificação geral
absoluta, mesmo sabendo que vou enfrentar quatro adversários dessa divisão,
cujos protótipos são muito mais competitivos do que o meu”, assume António Rodrigues que não deixa de
destacar que “tenho tido a fortuna de poder contar com imenso apoio por
parte da minha equipa, da minha família, dos patrocinadores e do preparador do
BRC e quero devolver todo esse carinho com mais um fim-de-semana em grande!”.
Esquecidos os problemas que teve a dada
altura da temporada, o piloto de Santa Marta de Penaguião sente que “terminar
a época forte e com mais um resultado de topo será importante em termos
pessoais e projetar ‘voos’ mais altos para 2022”, onde não esconde que “vamos
tentar ser ainda mais ambiciosos!”.
A Rampa de Boticas arrancará pelas 13.45 de sábado, 18 de setembro, com a sessão inaugural de “warm up”. O primeiro dia contemplará ainda duas subidas de treinos oficiais e a 1ª subida de prova. No domingo, 19 de setembro, nova sessão de “warm up” pelas dez da manhã. Depois, mais uma subida oficial de treinos, antes das duas decisivas subidas de prova que fecharão o programa competitivo da última prova da temporada do campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
O ‘Furacão da Madeira’ quer terminar em grande a sua época de estreia na elite da Montanha lusitana. Vencer mais uma vez nas contas da Taça de Portugal e ombrear com os melhores do campeonato na “guerra” dos tempos são os objetivos para a prova do Demoporto.
Um lugar no top dez
absoluto ao longo da temporada tem sido a norma para Nelson Andrade, que sempre
que tem alinhado nas provas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group tem
rivalizado com os melhores das categorias superiores, tirando o máximo partido
do seu enorme talento e da capacidade do AG 1000 preparado pela FR Power.
Mas o piloto de
Porto Moniz tem outro aliciante em Boticas, que é o facto de na sua anterior
presença no evento transmontano não lhe ter corrido de feição, pelo que as suas
expetativas passam por “tentar concluir a prova nos dois dias sem
problemas, visto que a última participação em Boticas foi difícil, devido aos problemas
mecânicos que enfrentamos, sobretudo na jornada de sábado”.
Mas isso já lá vai e Nelson Andrade quer “fazer uma grande rampa. Quero terminar a época com uma excelente prestação. Vou focado e com muita vontade de voltar a guiar em competição, pois já lá vão dois meses sem estar na luta!”, com o craque madeirense a destacar ainda “a minha grande vontade de dar um grande abraço a toda a família da montanha, que é em si muito especial”, sublinha. Por último o ‘Furacão da Madeira’ agradece “ao público, que tem sido incansável, e a todos os envolvidos, pelo destaque que me têm dado e que me motivam para tentar sempre fazer mais e melhor e nunca esquecer o espetáculo em cada subida que faço”.
Sendo que Nelson Andrade
espera ainda que a prova do próximo fim-de-semana “corra bem, que esteja
tudo ok com o AG1000, e que consiga concluir a prova para terminar bem a época”,
onde já garantiu o cetro da Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, na primeira
vez em que a mesma é disputada.
A Rampa de Boticas arrancará pelas 13.45 de sábado, 18 de setembro, com a sessão inaugural de “warm up”. O primeiro dia contemplará ainda duas subidas de treinos oficiais e a 1ª subida de prova. No domingo, 19 de setembro, nova sessão de “warm up” pelas dez da manhã. Depois, mais uma subida oficial de treinos, antes das duas decisivas subidas de prova que fecharão o programa competitivo da última prova da temporada do campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
São mais de quatro dezenas de inscritos que deixam antever uma prova acesa. Título nacional absoluto continua ainda em aberto e Boticas será ainda palco de outras decisões.
Boticas recebe pela segunda vez na época o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, depois de, nos idos de Maio, o campeonato lusitano ter acompanhado o seu homólogo europeu na tirada internacional realizada no traçado transmontano. Agora, a jornada que, uma vez mais, é erguida sob a batuta do Demoporto, tem honras de caráter decisivo para a atribuição de alguns títulos nacionais ainda em aberto, incluindo o absoluto e o da Categoria GT.
Hélder Silva ou José Correia. Novo campeão ou título renovado. Eis a questão que se põe à entrada do ataque aos 5,11 quilómetros de extensão da sétima e última prova do ano.
Os dois consagrados pilotos chegam a Boticas separados por 10 pontos, com vantagem para Hélder Silva. O poveiro do BRC BR53 está a realizar uma época fantástica, tendo assinado já três vitórias e, por quatro vezes, conseguiu recolher a pontuação máxima. É o grande favorito. Já José Correia tem enfrentado algumas fragilidades técnicas na Osella PA2000 EVO-2, mas ainda não deitou a toalha ao chão. Vai ser um duelo intenso!
Fora da “Guerra do Trono”, mas
com justas pretensões à vitória final na prova estão dois pilotos vindos de
terras espanholas. Vencedor da jornada de Maio, Jacobo Senin e o seu Norma
M20FC terão claramente uma forte palavra a dizer na refrega, o mesmo acontecendo
com Cesar Rodriguez Alonso que, pela terceira vez esta época, traz o seu novo
Osella PA 21/RB até Portugal e, em Santa Marta, na última vez que cá esteve,
ameaçou vencer, sendo por isso candidato em Boticas a estar entre os que podem
almejar o triunfo.
No que concerne à discussão nos
Protótipos B, a “batalha” é “fratricida”. António Rodrigues (BRC CM05 EVO9 e
Nuno Guimarães (SilverCar S2) defendem as cores da NJ Racing e são os
candidatos ao título, cabendo a Rodrigues o maior favoritismo. Ambos têm ainda
justas pretensões ao pódio absoluto final no campeonato.
Outro dos títulos em aberto é o que vai coroar o “rei” dos GT. Nesta categoria, a época tem sido o palco do duelo sem tréguas entre os dois Porsche 991 GT3 CUP de Pedro Marques e Vítor Pascoal. Em seis provas três vitórias para cada um, com a balança a pender para o lado de Marques e das cores da Mobycar, pois Pascoal tem uma ausência e este fator tem tudo para ser determinante na entrega do título ao bracarense. Boticas vai ser palco de uma estreia nesta Categoria, com a inscrição de Bernardo Garcia de Castro, também num 991 GT3 CUP.
São 18 os pilotos inscritos na
Categoria Turismo, distribuídos pelas três divisões regulamentadas, atestando,
uma vez mais, a robustez competitiva que tem sido apanágio desta categoria ao longo
de toda a época.
Na 1, paraíso dos carros com
quatro rodas motrizes, o já reeleito campeão nacional Luís Nunes, volta a ostentar
total favoritismo, tal o domínio que tem exercido com o seu Ford Fiesta ST R5.
Terá pela frente a oposição de dois Subaru Impreza, ambos vindos da cidade de
Braga e tripulados por Daniela Marques e Pedro Marques, residindo muito do
interesse nesta que tem tudo para ser uma batalha árdua pelo 2º lugar.
Na Divisão 2, também Joaquim Teixeira já arrumou as contas do título. O piloto transmontano do Cupra TCR da JT59/Bompiso joga “em casa” e vai querer terminar a época com o pleno de vitórias. Para o contrariar estarão em Boticas o ”vice” já eleito Manuel Rocha e Sousa, também em Cupra TCR, o Audi RS3 LMS de Paulo Silva, Leonel Brás, regressado com o Peugeot 207 RC e os BMW M3 de José Carlos Pouca Sorte e Luís Silva, para além do E36 Coupé da marca bávara tripulado por Miguel Gonçalves.
Finalmente na Divisão 3, temos à partida da rampa final da época mais um duelo intenso em perspetiva, pois o título ainda está aberto. Sérgio Nogueira (Renaut Clio RS) e Parcídio Summavielle (Renault Clio R3) têm proporcionado aos aficionados da Montanha uma época inesquecível, tal a intensidade dos duelos que protagonizaram até ao momento. 4 vitórias para Nogueira e duas para Summavielle, colocam o piloto de Braga da NSF na “pole” para o título, mas o edil de Fafe ainda tem uma palavra a dizer.
Como “outsiders” ambiciosos na
luta pelo triunfo, estarão em Boticas Alberto Pereira (Honda Civic Type R) e
Carlos Silva (Renault Clio R3), com a divisão a contar ainda com a vontade de brilhar
de mais quatro pilotos: Cláudio Baptista, num Citroen DS3 R1 e os Citroen Saxo
de Arlindo Beça e José Cardoso, sendo ainda de salientar a presença de Rute Brás,
que faz em Boticas a terceira prova da sua carreira, utilizando o Peugeot 206
RC da NJ Racing.
A rampa será palco de mais uma
tirada das duas competições que foram novidade na corrente época: a Taça de
Portugal de Kartcross de Montanha e a sua congénere dedicada aos Monolugares.
Quer Nelson Andrade, no AG1000,
quer Miguel Matos, no GRIIIP G1-17, já asseguraram os respetivos títulos e, a exemplo
do que têm feito nas provas anteriores, o seu foco está na batalha que travam
para se situarem nas posições cimeiras da tabela de tempos global das provas.
Em Boticas, tudo indica que continuará a assim ser.
O Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha apresenta um naipe de inscritos que faz antever uma “batalha rija”. Se a questão do título nacional é algo praticamente resolvido, com o cetro a já não escapar a Fernando Salgueiro (Ford Escort MKII), o piloto do Caramulo Racing Team vai medir forças com três pilotos muito experientes, mas que fazem a sua primeira prova nos clássicos esta época.
O transmontano Luís Delgado escolheu um Ford Escort RS 1600 para a sua habitual comparência em Boticas. Já José Pedro Gomes vai deixar o Opel Astra na garagem e competir com um “musculado” Ford Escort MKII RS 1800, enquanto de Fafe vem Parcídio Summavielle que, nesta derradeira rampa, assume uma dupla ambição. Ao já anteriormente referido duelo nos Turismos 3, junta a sua vontade de vencer nos clássicos com o icónico Datsun 240Z, no ano em que o seu carro nipónico comemora 50 anos. O plantel fica completo com o habitual VW 1303 de Carlos Fava, com este a já ter assegurado o pódio final neste campeonato.
Quanto aos Legends, também aqui
Boticas assume ares de “festa de consagração” para José Carlos Magalhães, já virtual
campeão nacional. O piloto e “team manager” da MNE Sport utilizará a quarta “montada”
diferente da temporada, indo ao traçado transmontano com um Peugeot 106 S16,
num registo mais de prazer do que de competição pura e dura.
Ausente estará o também já vice-campeão Manuel Pereira, cabendo ao também já terceiro classificado final do campeonato Gonçalo Janeira assumir o papel de um dos candidatos ao triunfo, mercê da competitividade que o piloto do Fundão extrai do seu Citroen AX GTi. Mas terá de medir forças com o regressado Carlos Oliveira, no potente Ford Sierra RS Cosworth, sendo ainda de contar com grandes prestações por parte de Renato Piairo (Toyota Carina E) e de João Macedo (BMW 328is).
Nas duas taças reservadas aos
carros com cilindrada até 1300cc é caso para dizer que será “dia santo nas
lojas” porque os “patrões” estarão de fora. Já com os títulos respetivos
assegurados, Francisco Milheiro e Eva Laranjeira optaram pela ausência e, como
tal, as lutas pelos triunfos estão ainda mais abertas.
Na TPM1300, Tiago Santos tudo
fará para registar novo triunfo, dando seguimento à boa época que tem feito com
o Citroen AX, tendo pela frente a oposição de Marco Figueiredo, aos comandos de
um Toyota Starlet e de Rui Gama, de volta ao volante do Peugeot 106. Já nos Clássicos,
o duelo será entre os experientes José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) e
Domingos Fernandes (Autobianchi A112 Abarth).
A Rampa de Boticas arrancará pelas 13.45 de sábado, 18 de setembro, com a sessão inaugural de “warm up”. O primeiro dia contemplará ainda duas subidas de treinos oficiais e a 1ª subida de prova. No domingo, 19 de setembro, nova sessão de “warm up” pelas dez da manhã. Depois, mais uma subida oficial de treinos, antes das duas decisivas subidas de prova que fecharão o programa competitivo da última prova da temporada do campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
O piloto de Fafe que defende as cores da Sucesso Automóvel vai para a prova transmontana organizada pelo Demoporto firmemente empenhado em conseguir um bom resultado, segurando um lugar no top quatro entre os Turismos 3.
Tal
como sucedeu nas provas anteriores que disputou no Campeonato de Portugal de
Montanha JC Group, a intenção de Cláudio Batista na Rampa de Boticas é
continuar como até aqui, ganhando experiência e procurando destacar-se entre os
concorrentes em viaturas de menor cilindrada, como o DS3 R1 da Sucesso
Automóvel.
Após uma incursão pelas provas de estrada,
com a participação no Rali Município de Mesão Frio, o piloto minhoto regressa à
montanha, frente em que se empenhou de forma muito positiva e capaz, neste que é
o seu regresso às lides da modalidade, após três épocas de ausência e que tem
vindo a coroar com sucessivos resultados de bom nível, assinando exibições sólidas,
rampa após rampa e que já lhe granjearam a garantida vitória no seu Grupo.
Pelo que no evento do Demoporto o intuito só pode ser o de repetir o que de melhor conseguiu este ano em termos de resultados. Cláudio Batista quer “ir a continuar a demonstrar o meu andamento e dar seguimento à minha aprendizagem, que tem sido o propósito maior ao longo do campeonato. Obviamente, tudo farei para garantir o quatro posto final da Divisão Turismos 3, resultado que muito nos orgulhará pois estamos a competir com grandes pilotos e que possuem carros muito mais competitivos!”.
O piloto de Fafe sabe que não terá tarefa
fácil pela frente, já, que à imagem de provas anteriores, Boticas será uma
descoberta. “Boticas é um enorme desafio pois nunca lá corri, algo que
não sucede com grande maioria dos outros concorrentes. É uma rampa muito longa,
com mais de cinco quilómetros, muito técnica, sem deixar de ter momentos de
grande velocidade. Quero conhecer o traçado e aos poucos ir melhorando os meus
tempos.”.
“Tenho uma grande curiosidade para
descobrir o que me espera, mas espero poder repetir o que tenho feito até aqui
e, como já disse, ganhar mais experiência, como sucedeu nas provas que fiz
anteriormente!”,
remata Cláudio Batista.
A Rampa de Boticas arrancará pelas 13.45 de sábado, 18 de setembro, com a sessão inaugural de “warm up”. O primeiro dia contemplará ainda duas subidas de treinos oficiais e a 1ª subida de prova. No domingo, 19 de setembro, nova sessão de “warm up” pelas dez da manhã. Depois, mais uma subida oficial de treinos, antes das duas decisivas subidas de prova que fecharão o programa competitivo da última prova da temporada do campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
Depois do infortúnio que assolou Nelson Silva e José Janela no Rali da Água, a dupla do JPGS/ENI Rallye Team quer regressar aos bons resultados na prova do CAST. A equipa alinha ainda com a dupla João Sousa/Bruno Abreu no Peugeot 206 S1600.
O Rali de Santo Tirso e uma prova muito importante para as aspirações da dupla do Mitsubishi Lancer EVO VI. Nelson Silva e José Janela chegam à sexta ronda do Campeonato Norte de Ralis no quinto posto da tabela pontual da geral, tendo caído duas posições na sequência da desistência no rali anterior. No entanto, esse desaire não retirou a liderança na Divisão 1 do Desafio Kumho Norte, outro dos objetivos primordiais da época.
Para Santo Tirso, o piloto vianense assume que “temos de arrecadar o maior número de pontos possíveis nas duas frentes onde estamos envolvidos. Chaves foi um momento mau, mas já deixamos para trás. Sabemos o andamento de que temos sido capazes e queremos voltar aos bons resultados que têm sido a regra esta época”. Assim, Nelson Silva quer “andar forte, mas sempre com a consciência de que é muito importante terminar o rali. Um top cinco absoluto e a vitória entre os Kumho são os nossos objetivos para a prova”.
O pequeno período de tempo que mediou a
prova flaviense desta jornada tirsense fez com que “a nossa equipa técnica
tivesse de trabalhar de forma muito intensa. O Mitsubishi foi alvo de uma
revisão profunda para tentar evitar problemas como os que nos prejudicaram em
Chaves. Estamos convictos de que o carro vai estar competitivo”.
Já João Sousa estará focado não só na discussão do Desafio Kumho Portugal, onde também alinha na Divisão 1, mas sobretudo na luta pelo triunfo na Copa Legends Cardouro, onde o piloto que é navegado por Bruno Abreu, tem aspirações em levar o Peugeot 206 S1600 ao triunfo na Categoria Gold dessa competição.
O Rali de Santo Tirso, sexta prova do CNR, conta com sete especiais de classificação, todas realizadas no dia de sábado, 18 de setembro. Serão 61 quilómetros contra o cronómetro.
O piloto de Leiria e o seu navegador Ricardo Sismeiro lideraram a Divisão 2 do 4º Desafio Kumho Asfalto e Desafio Kumho Centro na prova pontuável para o Campeonato Centro de Ralis, mas acabariam por sofrer uma saída de estrada que lhes comprometeu aquela que poderia ter sido a sua primeira vitória.
A
dupla do Prototype FS Rallye Team mostrou no Constálica Rally Vouzela que para
trás tinham ficado todos os “fantasmas” decorrentes do acidente na Bairrada e
assinaram uma exibição de gala.
A entrada na prova organizada pelo GAS foi “de leão” e o crono colocado levou Fábio Santos e Ricardo Sismeiro à liderança da Divisão 2 do 4º Desafio Kumho Portugal e a assumirem a candidatura firme a um lugar bem dentro do top dez da prova reservada ao Campeonato Centro de Ralis. Os leirienses estavam inspirados, e confirmando aquilo que prometeram, andaram mesmo a fundo, alcançando o 2º tempo na 2ª PEC, sem perder o comando entre os Kumho.
A intenção de Fábio Santos e Ricardo
Sismeiro era clara; chegar ao seu melhor resultado da temporada. E no terceiro
troço voltaram a impor-se ampliando a sua vantagem, ainda que por poucos
segundos, sobre o seu grande rival, mostrando que estavam em Vouzela para
conquistar o seu primeiro triunfo da época. E tudo estava bem encaminhado para
que a história se repetisse na quarta especial. Só que a um quilómetro do fim
um pequeno exagero fez com que o Saxo saísse de traseira e fosse à vala, de
onde já não saiu.
Estava consumado um abandono inglório, que
deixou o piloto de Leiria, triste, mas também com a noção de que tem andamento
para se bater com os melhores da sua categoria. “Em relação ao acidente
está tudo bem, não tivemos qualquer problema, e com o carro os danos também não
são grandes”, começa por dizer.
Fábio Santos refere que fez aquilo que
prometera antes deste Constálica Rally Vouzela: “Como disse anteriormente
iríamos atacar forte. E estávamos ali em primeiro da Divisão 2 Kumho e do Grupo
X1.9. Estava em luta com o Miguel Carvalho e o Viana Martins e tinha de atacar
ao máximo”.
E foi o que fizeram, mas de forma inglória: “atacamos. Acho que nos faltou ali a estrelinha da sorte, numa parte em que a traseira do carro foi um bocado à parte suja da estrada, na terra, já fora do asfalto. Como se costuma dizer; a velocidade era boa, mas acabou-se a estrada…”, sublinha o piloto leiriense, que diz sair desta prova “de cabeça levantada e a olhar para a frente e para as próximas provas”.
“Sabemos que estamos cá e que temos capacidades para vencer”, acrescenta Fábio Santos, que apenas espera materializar em resultado o andamento exibido na próxima participação nas provas do Campeonato Centro de Ralis, programada para o Rali Vidreiro.
Foi muito animada a dupla jornada dos Clássicos no Circuito Vasco Sameiro. João Macedo e Silva e Rui Costa reclamaram as vitórias.
Em mais uma jornada Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos cumprida este fim de semana no Circuito Vasco Sameiro, integrada no Braga Racing Weekend 2 e finalmente já com público nas bancadas, possível graças ao rigoroso cumprimento das normas de segurança sanitária da Direção Geral de Saúde por parte da ANPAC e dos organizadores, o Cami Motorsport, decorreu na manhã de domingo a primeira corrida com o triunfo a ser garantido por João Macedo e Silva ao volante do seu Porsche 911 RSR.
Numa corrida com poucos pontos
de lutas em pista, fizeram-se valer as mecânicas sem grandes percalços ao longo
das diversas voltas ao traçado do circuito bracarense. Depois de Macedo e Silva
ter conseguido superar Rui Costa (Ford Escort S1600), pôde o homem do Posche
911 RSR avançar para um triunfo tranquilo, prosseguindo afinal a subida de
produção ao longo do fim de semana depois de um sexto lugar nos treinos livres
e de um segundo lugar nas qualificações, vindo a terminar com mais de 4,4
segundos de vantagem para Rui Costa, os dois homens mais rápidos entre os H75.
Nas demais categorias, nota para
o quarto lugar de António Soares em Ford Escort RS2000, ele que superou entre
os Grupo 5 Marco Pinto, em BMW 2020 TI, classificado no oitavo posto. Jorge
Cruz (BMW 323i) terminou no sexto lugar da geral e na frente da categoria H81.
João Paulo Lima (Alfa Romeo 1750 GTAm), com o 10º posto da geral, conseguiu a
melhor prestação na categoria H71.
Rui Costa dominou segunda corrida após problema no Porsche de João Macedo Silva
A segunda corrida começou com
João Macedo Silva a aproveitar a “pole position” garantida pela vitória na
primeira corrida. Porém, problemas no Porsche 911 RSR levaram-no até às boxes,
arredando o piloto da luta pela vitória. O piloto nortenho regressaria à pista
impondo um ritmo impressionante, recuperando até ao 8º lugar final.
Com tudo isto, Rui Costa ficou
sozinho na frente e a vitória acabou por ser um assunto fácil para o piloto do
Ford Escort RS 1600. Rui Alves não tinha andamento para Rui Costa e limitou-se
a assegurar a segunda posição.
Atrás dos dois primeiros
desenvolveu-se uma interessante luta entre Mário Meireles, Jorge Cruz e o Ford
Escort RS 2000 de Luís Liberal. O Porsche 911 RSR da categoria H75 levou a
melhor sobre o BMW 323i da categoria H81 e o carro do Grupo 1 de Luís Liberal.
Outra luta interessante
desenvolveu-se entre o Alfa Romeo 1750 GTAm de João Paulo Lima e o BMW 2002 Ti
de Simplício Pinto, que acabou com um toque entre os dois. O BMW fez um pião e
o piloto do Alfa Romeo partiu em busca do Porsche 911 RSR de Cláudio Vieira.
Não conseguiu, mas ficou num excelente 7º lugar à geral.
Contas feitas às classes, Rui
Costa (Ford Escort RS 1600) venceu entre os H75, seguido de Rui Alves (Ford
Escort RS 1600) e de Mario Meireles (Porsche 911 RSR). Foram, também, os três
primeiros classificados.
Nos H81, vitória e um 4º lugar à
geral para Jorge Cruz (BMW 323i), enquanto que no 5º lugar à geral ficou o
vencedor do Grupo 1, Luís Liberal (Ford Escort RS 2000). Os H71 foram ganhos
por João Paulo Lima (Alfa Romeo 1750 GTAm) enquanto o Grupo 5 foi ganho pelo
BMW 2002 Ti de Marco e Simplício Pinto.
Referencia final aos abandonos de Filipe Nogueira (Ford Escort RS 2000), Carlos Fernandes (BMW 2002 Ti), Pedro Poças (Porsche 924) e João Cruz (Ford Escort RS 1600). O Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos está de regresso nos dias 25 e 26 de setembro com o ACDME Race Weekend a disputar-se no Autódromo do Estoril.
Luís Barros, em Ford Sierra RS 500, foi o grande vencedor da jornada do Campeonato de Portugal de Velocidade Legends ao ganhar as duas corridas do programa do Braga Racing Weekend 2 realizado este fim de semana no Circuito Vasco Sameiro.
A primeira corrida do Campeonato de Portugal de Velocidade Legends integrada no Braga Racing Weekend 2 realizou-se hoje no Circuito Vasco Sameiro, com vitória sem contestação de Luís Barros ao volante do Ford Sierra RS500. O piloto nortenho dominou da luz à bandeira, fechando as 17 voltas cumpridas no final dos 25 minutos de prova com mais de 40 segundos de vantagem para o segundo classificado.
Estiveram 27 carros em pista,
tendo terminado a corrida 22 pilotos. Atrás dos primeiros classificados várias
lutas foram-se desenrolando pela vitória nas respetivas categorias. Foi uma
corrida sem incidentes, com alguns abandonos como os de João Luís (Renault
Spider) e Paulo Teixeira (BMW 325i). Pedro Oliviera (BMW 635 CSI), Eleutério
Duarte (Renault Clio RS), Tiago Ribeiro (Honda Integra Type R), também
abandonaram, mas ficaram classificados por cumprirem mais de metade das voltas
realizadas.
Contas feitas às diversas
categorias, Luís Barros levou a melhor nos L90, enquanto nos L99 foi Paulo
Vieira (BMW M3) o melhor seguido por António Barros (BMW M3) e Joaquim Soares
(BMW M3). Nos L85, vitória para o belíssimo BMW 635 CSI de Rui e Miguel Garcia,
seguido de carro idêntico pilotado por Pedro Duarte, enquanto que nos L1600 a
vitória sorriu ao Citroen Saxo de Artur Monteiro, seguido do Honda Civic de
Sérgio Pinto e do Citroen Saxo Cup de André Monteiro.
Finalmente, nos L2000, vitória para o Honda Integra Tupe R de José Almeida, seguido do Peugeot 306 de Joel Coelho e Armindo Garcia e do Renault Clio RS de Paulo Ferraz.
Na segunda corrida, e tal como já havia acontecido anteriormente, Barros assumiu a liderança desde a largada voltando a dominar da luz à bandeira uma corrida que acabou por germinar mais cedo que o previsto. O despiste com capotamento do Renault Clio RS de Eleutério Duarte, uma situação sem consequências físicas para o piloto, levou a organização a encurtar a prova assegurando que a integridade física do piloto fosse acautelada.
Quanto ao vencedor, Luís Barros teve que ganhar distância por duas vezes do restante pelotão, primeiro logo após a largada, e depois após um “reagrupamento” permitido pela entrada em pista do Safety Car à terceira volta. Tudo por força do despiste do Citroen Saxo Cup de André Monteiro à saída de uma curva rápida, o que obrigou à presença em pista do Safety Car durante algumas voltas até ser concluída a retirada do carro acidentado da posição em que se encontrava.
Retomada
a corrida, Luís Barros voltou a arrancar bem e a deixar que toda a concorrência
lhe preenchesse os espelhos retrovisores até ao final da contenda, dada por
concluída no final da 11ª volta. Logo atrás de Luís Barros terminou Rui Garcia
(BMW 635 CSI), sobrando para Joaquim Soares (BMW M3) o terceiro degrau do
pódio.
Por categorias, Luís Barros levou a melhor nos L90 no Ford Sierra RS 500, Rui Garcia, em BMW 635 CSI, foi o melhor nos L85, acabando atrás de si o vencedor entre os L99, o BMW M3 de Joaquim Soares. Artur Monteiro (Citroen Saxo Cup), com um 7º lugar à geral foi o vencedor entre os L99-1600, na frente de Sérgio Pinto (Honda Civic), em 9º da geral e vencedor entre os concorrentes à categoria L90-1600. Finalmente, nos L2000, vitória para o Honda Integra Type R de José Almeida, 11º piloto a cortar a linha de meta.
A primeira corrida dos SuperTrophy, englobados na prova do Campeonato de Portugal de Velocidade Legends, realizou-se no Circuito Vasco Sameiro e saldou-se com a vitória de Manuel Fernandes ao volante do BMW 320d. Hugo Mestre repetiu a vitória na segunda corrida, no carroque partilha com Manuel Fernandes.
Saindo da primeira fila da grelha de partida, o piloto do BMW perdeu a posição para Filipe Matias. O piloto do Volvo manteve na frente de Manuel Fernandes até que o carro começou a dar problemas. O BMW foi-se acercando do Volvo 850 e acabou por passar e reclamar a vitória, ficando Filipe Matias em segundo e José Paulo Sousa (BMW M3) no terceiro lugar. Destaque, ainda, para o abandono do Volvo S60 de Hélder Moura e Filipe Monteiro.
O abandono do Renault Spider de
João Luís acabou por retirar competição à categoria Trophy, ficando Luís
Império e o seu BMW 320iS sozinhos para reclamar a vitória entre os
concorrentes a classe Trophy.
Entre os SuperTurismos, vitória tranquila de Arlindo Beça, que não teve dificuldades em impor-se a Eleutério Duarte cujo Renault Clio acabou por não abandonando a cinco voltas do final, mas ficando classificado.
Tal como já havia acontecido na primeira corrida dos SuperTrophy, o vencedor desta competição voltou a ser o BMW 320d, desta feita pilotado por Hugo Mestre, numa prova marcada por alguns percalços. Logo atrás do BMW concluíram a prova José Paulo Sousa (BMW E30 3.2), e ainda Filipe Monteiro (Volvo S60) que procurou sempre melhorar a sua posição permitindo uma boa prestação para agrado do público que foi possível estar em Braga este fim de semana.
Entre os Trophy, Luís Império
(BMW 320 IS) terminou na frente de João Luís (Renault Spider), enquanto que
entre os SuperTurismo a vitória sorriu a Arlindo Beça (Citroen Saxo Cup), ele
que seguia na frente de Eleutério Duarte, o outro piloto desta categoria,
quando este capotou levando a que a corrida fosse dada por concluída.
O Campeonato de Portugal de Velocidade Legends e por conseguinte também esta competição de SuperTrophy vai voltar nos dias 25 e 26 de setembro com o ACDME Race Weekend a disputar-se no Autódromo do Estoril.