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  • Tiago Ferreira esteve forte e lutou contra a adversidade em Mação

    O piloto do Peugeot 208 S1600 esteve muito perto de ter um excelente regresso de férias do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, já que no Ribatejo apenas lhe faltou a ‘pitada’ de sorte que o separou de um grande resultado.

    Tiago Ferreira foi para Mação determinado em fazer esquecer o desaire da segunda visita do ano a Montalegre. O que acabou por conseguir. Pois se a exibição esteve ao nível que se esperava, e a determinação acompanhou essa competitividade, também o resultado foi um pouco diferente daquele que tinha conhecido na prova anterior.

    Bom andamento e consistência foram ‘receitas’ para a sua evolução ao longo do fim-de-semana. “Nunca baixei os braços, mesmo quando o carro estava a perder potência, devido a um pequeno problema”, disse o piloto lousadense, ciente de que mesmo se falhasse, isso nunca se ficaria a dever a falta de ‘garra’.

    Nas quatro mangas de qualificação Tiago Ferreira fez tudo para merecer a 10ª posição final e até muito mais, garantindo o tão almejado ‘passaporte’ para as semifinais. Na sua conseguiu um excelente terceiro posto, mesmo com uma penalização ‘em cima’, garantindo assim a presença na final, objetivo que vinha a perseguir desde o início da temporada. Tudo se conjugava para um resultado ‘enorme’.

    Só que o pior estava para vir. “Durante a semifinal a embraiagem do carro cedeu”, conta o piloto de Lousada. Depois “a equipa de assistência tentou resolver o mais rápido possível, e ainda nos deslocamos a pré-grelha, mas não havia condições para arrancar. Foi pena pois iria ser a nossa primeira final está época. Fica o 8º lugar final como prémio mínimo para a nossa equipa, sendo também positivo termos saído de Mação com um bom naipe de pontos”, lamenta Tiago Ferreira, que podia muito bem ter sido o piloto sensação do fim-de-semana em Mação.

    “Apesar do resultado não ter sido aquilo que estaria ao nosso alcance em condições normais, ficamos com a certeza de que temos andamento para, mais cedo ou mais tarde subirmos ao pódio da S1600”, remata o piloto do Peugeot. O Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta volta às lides nos próximos dias 9 e 10 de outubro.

  • PTRX: A sorte nada quer com Sérgio Dias!

    Apesar de um começo prometedor, ainda não foi em Mação que o piloto do Renault Twingo S1600 ‘fez as pazes’ com a fortuna em mais uma jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta. Problemas na caixa de velocidades do Twingo forçaram uma desistência precoce.

    Na prova ribatejana Sérgio Dias até teve um começo de fim-de-semana ao nível de todo o seu talento e do grande potencial competitivo do Renault Twingo S1600, conseguindo longo na primeira manga um excelente quarto posto, o que deixava o lousadense “muito otimista. Desde os treinos que percebemos que estávamos com um andamento forte e que nos permitiria lutar pelos lugares cimeiros. A primeira manga confirmou as boas sensações dos treinos e a equipa ficou bastante otimista para o que tínhamos pela frente em Mação”.

    Mas a “malapata” não quer abandonar o craque de Lousada. Logo na segunda manga começaram os problemas na caixa de velocidades do Twingo S1600, prejudicando “o andamento e o resultado. Ficamos em 10º, depois de um tremendo esforço para levar o carro até ao fecho da corrida”.

    Era o começo de um ‘calvário’ para o piloto, que no segundo dia, na sessão matinal de ‘warm-up’, viu os problemas no carro francês agravarem-se. E por isso optou por dar por terminada a sua participação na quinta prova da temporada para não estragar mais o material: “foi pena, estávamos motivados e fortes, mas o problema na caixa de velocidades agravou-se e a única decisão possível era dar a prova por concluída, para não estragar ainda mais”, lamentou.

    Não obstante o infortúnio parecer não o largar, Sérgio Dias não está disposto a abdicar de lutar pelo pódio na Divisão S1600 em provas futuras: “Acho que tinha tudo para discutir os lugares cimeiros, mas a verdade é que a mecânica não deixou. O azar não vai durar sempre, e confio que terei a oportunidade de passar a resultado o andamento que já demonstrei, como foi agora o caso de Mação”. O Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta volta às lides nos próximos dias 9 e 10 de outubro, em Lousada.

  • José Lameiro vitorioso em Mação

    O piloto de Aveiro confirmou o seu favoritismo na Divisão Super Cars na jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que se disputou em Mação, somando nova vitória e a renovação do título parece cada vez mais clara!

    Muito embora estivesse ciente do seu valor e da responsabilidade que advém de ser o campeão em título, chegando ao Ribatejo confiante de que poderia celebrar mais um êxito, José Lameiro fez tudo como era suposto, ainda que nem todos os adversários lhe pudesse dar luta. O piloto do Skoda Fabia gostaria de ter mais concorrência, mas isso não fez baixar o seu empenho para alcançar o tão ambicionado triunfo. “o plantel é minguo de mais para o que almejávamos nesta divisão tão espetacular e, por azar, no dia de sábado, o meu adversário direto teve problemas no carro, que se revelaram impossíveis de resolver. Restou-nos rodar forte, quase como se um teste se tratasse e chegar a mais um triunfo, pensando no campeonato”, explica.

    Claro que José Lameiro aponta motivos para que ‘fosse a jogo’, ganhando motivação para cumprir um rol de objetivos: “Tínhamos apenas com três objetivos em mente acabar a prova e amealhar pontos, divertir-nos nós e o público e ser o mais rápido do Campeonato de Portugal de Rallycross em pista”.

    “Conseguimos cumprir com todos os objetivos e saímos de Mação com a satisfação de ter sido um fim-de-semana muito divertido”, enfatiza ainda o piloto do Skoda Fabia.

    O Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta volta às lides nos próximos dias 9 e 10 de outubro, em Lousada, com José Lameiro a desejar que a sexta tirada da época possa “ter um naipe de participantes mais alargado, pois gosto de correr com concorrência forte e quero o melhor para este fantástico campeonato!”.

  • Clube Automóvel da Régua homenageado pelo Município de Mesão Frio

    A agremiação duriense recebeu um voto de louvor, aprovado por unanimidade em reunião do executivo mesãofriense. Distinção foi proposta pelo edil Alberto Pereira e visa realçar o trabalho efetuado pelo CAR ao longo das dez edições do Rali Município de Mesão Frio.

    A distinção foi levada a reunião do executivo no passado dia 2 de setembro e o enunciado do Voto de Louvor destaca o papel preponderante do Clube Automóvel da Régua na organização do Rali Município de Mesão frio, prova que integra o Campeonato Norte de Ralis e que, ao longo dos dez anos da sua existência, tem vindo a assumir paulatinamente um lugar de destaque entre as provas da modalidade, sendo disso prova não só as crescentes listas de participantes mas também o cada vez maior impacto comunicacional do rali na comunicação social e nos aficionados.

    O documento refere claramente a importância crescente que o evento tem alcançado como cartaz turístico das Portas do Douro e fator de desenvolvimento económico e desportivo do concelho e da região, realçando ainda que o sucesso da prova nasce da colaboração estreita que tem acontecido entre o clube organizador e a autarquia, permitindo fazer o rali crescer de forma sustentada.

    Esta semana, decorreu a cerimónia de entrega do Voto de Louvor, sendo recebida uma delegação oficial do Clube Automóvel da Régua pelo Presidente da Câmara Municipal, Alberto Pereira, nos Paços do Concelho de Mesão Frio. Na circunstância, o edil afirmou que “esta é uma homenagem totalmente justa e sentida. O Clube Automóvel da Régua tem sido um parceiro inestimável da autarquia e dos mesãofrienses e é fundamental premiar a qualidade do trabalho que o clube tem efetuado em prol do Rali Município de Mesão Frio, ao longo dos dez anos que já levamos de trabalho em conjunto”. O líder autárquico formulou ainda votos de que “a prova continue a ter o apoio desta autarquia no futuro e que faça o seu caminho, crescendo sempre de forma sustentada, para se tornar cada vez mais, um evento prestigiado no mundo dos ralis nacionais!”.

    Já Manuel António, presidente do Clube Automóvel da Régua, não escondia “a grande emoção que sentimos por nos ter sido concedido este Voto de Louvor, que encaro como um prémio para os órgãos sociais e os associados do nosso clube, bem como para todos quantos tem colaborado com o rali, ao longo das suas dez edições”.

    O dirigente da agremiação não quis deixar de destacar “o apoio fundamental da autarquia e do seu presidente, bem como o apoio fantástico que os colaboradores da Câmara Municipal de Mesão frio têm prestado, ano após ano, para que possamos levar a prova a bom porto”, deixando a promessa de que “o Clube Automóvel da Régua tudo fará para que a confiança que a autarquia em nós deposita continue a ser merecida no futuro. Queremos mais e melhor para o Rali Município de Mesão frio e estamos já a trabalhar na próxima edição!”.

  • Kartódromo de Castelo Branco recebe 48 pilotos para Troféu de sucesso

    A segunda etapa do Troféu de Portugal Karting Inter-Empresas, organizado pela MG Competição, do consagrado piloto Manuel Gião, rumou ao Kartódromo de Castelo Branco, para uma emocionante e disputadíssima corrida.

    Nesta etapa, participaram 16 equipas, entre 15 empresas nacionais e uma equipa que representou a cidade de Castelo Branco. Num formato de sucesso, que agradou a pilotos e ao vasto público que aderiu em massa, foi composto por treinos livres, treinos cronometrados e no final uma corrida de 50 minutos onde teria que ocorrer troca de pilotos entre as equipas. Equipas estas, que eram compostas obrigatoriamente por equipas mistas, 2 mulheres e 1 homem ou 2 homens e 1 mulher, que permitiam que todas ficassem competitivas e balanceadas.

    Ao nível da segurança e orientação, este troféu contou com o profissionalismo e experiência dos pilotos Pedro Couceiro e Manuel Gião, e teve a chancela da FPAK. A comunicação durante o evento, esteve a cargo do ator António Machado, que abrilhantou de forma magnífica todo o decorrer da prova, bem como a entrega de prémios final. Para esta etapa, o Kartódromo de Castelo Branco estreou o novo complemento ao sistema de cronometragem, o mylaps speedhive, com os tempos a ficarem disponíveis online e em aplicação para telemóveis.

    No final dos 50 minutos de corrida, o primeiro lugar ficou em casa, com a vitória a sorrir ao Team Castelo Branco, dos pilotos Maria Marques, Diogo Sequeira e João Lopes. Na segunda posição, ficou a Würth Portugal, e em terceiro lugar a Hitachi Astemo de Abrantes.

    O Troféu de Portugal Karting Inter-Empresas, ruma agora a Vila Nova de Poiares, onde nos dias 2 e 3 de outubro será disputada a terceira ronda. Poderá obter mais informações sobre o troféu na página da MG Competição, em https://www.mgcompeticao.pt/detalhes-prova/5/mais.

  • Desafio Kumho: Rafael Cunha e Henrique Rodrigues vencem pela 1ª vez

    Henrique Rodrigues levou o Mitsubishi Lancer EVO VII à vitória na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal, enquanto Rafael Cunha e o Peugeot 206 GTi dominavam na Divisão 2. 4 equipas Kumho terminaram dentro do top 10 do CNR no Rali da Água – CIM Alto Tâmega.

    O 4º Desafio Kumho Portugal voltou a ter um duplo desafio no rali organizado pelo CAMI Motorsport. A prova pontuava para os Desafios Kumho Asfalto e Norte. A decisão do triunfo na Divisão 1 ficou resolvida muito cedo. Nelson Silva e José Janela não chegaram sequer à primeira especial de classificação, com problemas de transmissão no Mitsubishi Lancer EVO VI, o mesmo acontecendo à dupla formada por João Sousa e Bruno Abreu que não arrancaram para o primeiro troço, também devido a um problema mecânico no Peugeot 206 S1600.

    Com a concorrência anulada, Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues que, à partida, já estavam entre os candidatos à discussão do triunfo, ficaram com o caminho aberto e levaram o Mitsubishi Lancer EVO VII à que foi a sua primeira vitória da época no Desafio Kumho Portugal. Juntaram a esse feito um positivo 6º lugar da geral no CNR.

    Na Divisão 2, uma dupla “limpou” as vitórias nas cinco especiais realizadas e assinou uma vitória avassaladora. Falamos de Rafael Cunha e Gonçalo Cunha que revelaram um andamento imparável aos comandos do seu Peugeot 206 GTi, terminando com um avanço de 42,5 segundos sobre André Ribeiro e Alberto Silva, em carro idêntico. Destaque para o fato das duas duplas terem garantido o 4º e o 5º lugar absolutos da prova reservada ao Campeonato Norte de Ralis.

    Num pódio exclusivamente Peugeot, coube ao 205 GTi de Francisco Azevedo e Nuno ferreira assegurarem mais um pódio Kumho para a sua carreira, terminando no 3º lugar da Divisão, mercê de mais uma prova muito regular que os guindou ao top dez da geral. Uma avaria arreliadora colocou “fora de combate” na 4ª especial o Peugeot 106 XSi de Telmo Pedro e José Oliveira.

    Agora e novamente sem direito a qualquer descanso, o 4º Desafio Kumho Portugal aponta rumo para o Centro de Portugal. Já no próximo fim-de-semana, nos dias 11 e 12, decorre o Constálica Rali Vouzela, prova do Campeonato Centro de Ralis e que contará para os Desafios Kumho Asfalto e Centro.

  • Teotónio e Morgadinho desistem quando lideravam RC2N no Rali da Água

    A dupla do Macambi Racing Team entrou ao ataque na prova do CAMI Motorsport e liderou entre os RC2N desde a primeira especial. Mas cedo, o Mitsubishi Lancer EVO X começou a perder eficácia e foi impossível arrancar para o segundo dia de competição.

    Chegados a Trás-os-Montes na liderança do campeonato reservado aos RC2N, Fernando Teotónio e Luís Morgadinho encaravam a ronda com o mesmo espírito de sempre: atacar desde o primeiro quilómetro e dominar. Se bem o assumiram, melhor o executaram e foram claramente mais rápidos na primeira especial, feito que repetiriam nas duas seguintes, terminando o dia de sábado com uma liderança cimentada em 32,4 segundos de vantagem sobre os mais diretos perseguidores.

    Mas, a liderança não foi construída sem problemas, pois o carro nipónico do começou a dar sinais de que não estava nas melhores condições: “arrancamos fortes e fomos a fundo na primeira especial, garantindo logo o melhor tempo entre os RC2N e um bom tempo à geral”, lembra Fernando Teotónio.

    No entanto, logo de seguida, o Mitsubishi Lancer EVO X “começou a falhar e fizemos as duas outras especiais do primeiro dia sempre condicionados. Mesmo assim deu para vencer e aumentar o avanço, ficando a esperança que não fosse nada de mais e que poderíamos resolver o problema na assistência”. O pior estava para vir, como explica Luís Morgadinho, navegador e Team Manager: “a Domingos Sport tudo fez para reparar o problema, mas o diagnóstico foi claro. Era impossível colocar o carro em condições no tempo disponível para a assistência e optamos por não alinhar à partida da etapa de domingo”.

    Foi assim um fim inglório para um rali onde Teotónio e Morgadinho estavam, uma vez mais, a demonstrar a sua superioridade entre os RC2N. Mas “a sorte nada quis connosco. Os ralis são assim. Agora, é esquecer rapidamente e focar no próximo rali. O título continua a depender só de nós e tudo faremos para o voltar a conquistar!”, remata Luís Morgadinho.

  • Problemas de transmissão forçam abandono de Nelson Silva no Rali da Água

    Um autêntico balde de água fria. Quando se dirigiam para a partida da primeira especial da quinta prova da temporada do Campeonato Norte da Ralis, Nelson Silva e José Janela viram a falange da transmissão do Mitsubishi Lancer EVO VI ceder, nada mais restando do que abandonar a prova.

    A dupla da JPGS/ENI chegou ao rali transmontano com altas expectativas, alicerçadas pelos excelentes resultados obtidos até aqui. A prova foi preparada com todo o afinco, mas, desta feita, Nelson Silva e José Janela tinham à sua espera um daqueles momentos negros muito habituais nos desportos motorizados.

    Após a partida e quando a dupla se dirigia para o parque de assistência inicial, o Mitsubishi Lancer EVO VI começou a dar sinais de que algo estaria errado: “desde que arrancámos que eu e o José Janela começamos a sentir uma vibração estranha no carro. Já na assistência, detetámos um problema grave na transmissão que não era possível reparar no tempo que dispúnhamos e nada mais nos restou do que desistir logo aí”, diz-nos Nelson Silva.

    Foi, refere o piloto e líder da equipa JPGS/ENI, um autêntico “balde de água fria. É muito frustrante preparar com todo o afinco uma prova onde tínhamos tudo para dar continuidade aos excelentes resultados da época e ver todo esse esforço arruinado, ainda sem qualquer quilómetro de especiais percorrido”.

    Para o piloto de Viana do Castelo, este abandono não põe em casa “os nossos objetivos para a época. Continuamos na luta pela vitória final na Divisão 1 do Desafio Kumho Norte, sendo ainda claramente possível defender a presença no pódio absoluto do CNR. Temos de fazer esquecer este infortúnio já no próximo rali onde queremos estar de regresso aos lugares da frente!”.

    O foco da equipa está já no Rali de Santo Tirso, sexta prova do Campeonato Norte de Ralis, que decorrerá nos dias 18 e 19 de setembro, sob a égide do CAST e que também contará para os desafios Kumho Norte e Asfalto.

  • Rali da Água: Henrique Rodrigues assina primeira vitória no Desafio Kumho!

    Mercê de uma exibição a tocar as raias da perfeição, Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues levaram o Mitsubishi Lancer EVI VII ao triunfo na Divisão 1 do Desafio Kumho Portugal, almejando ainda juntar ao seu palmarés um fantástico top seis absoluto na prova reservada ao Campeonato Norte de Ralis.

    https://youtu.be/lsuoBrlltu0

    A dupla de Lamego logrou ultrapassar a dureza do Rali da Água – CIM Alto Tâmega, quinta prova da temporada do Campeonato Norte de Ralis e que contava ainda para os Desafios Kumho Norte e Kumho Asfalto, ao invés do que sucedeu com a concorrência direta na luta pela vitória na Divisão 1 Kumho, com os adversários a claudicarem no rali organizado pelo CAMI Motorsport.

    Henrique Rodrigues sabia que “após a desistência em Mesão Frio e sabendo nós que a nossa época será curta em número de provas, era imperativo que pontuássemos forte no Alto Tâmega”. Como tal, a estratégia passou por “assumir um compromisso entre um andamento rápido, mas sem exageros. Fizemos um rali limpo, sem percalços e o carro esteve exemplar sem nenhum problema”, salientou o piloto que também gostou muito da prova, considerando ser “um rali giro, com troços rápidos e outros mais lentos”.

    Se a vitória na Divisão 1 Kumho ficou selada desde muito cedo, Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues não descuraram a classificação geral, começando por rodar em sétimos para lograr subir um lugar até ao fecho da prova e ficando a escassos 5,6 segundos do top cinco. Com este resultado, consolidaram o seu quarto posto na geral pontual do CN e aproximaram-se significativamente da liderança na Divisão 1 do Desafio Kumho Norte.

    Por isso, a dupla sai do Alto Tâmega “feliz com o resultado e com a nossa evolução. Saímos ainda mais habituados ao carro, mas sabemos que ainda falta alguma coisa no conhecimento e habituação ao Mitsubishi. Vamos, rali a rali, fazer progressos e melhorar!” Quanto ao calendário para o que resta da temporada, Henrique Rodrigues confessa que “ainda não temos certeza se vamos alinhar em Santo Tirso e em Gondomar. Certa será a nossa presença nos ralis Serras do Porto e Viana do Castelo, mas a ver vamos se será possível estar em pelo menos numa das duas provas que não estavam no programa”.

  • José Pedro Fontes vence Rali da Água

    José Pedro Fontes e Inês Ponte impuseram-se no asfalto do Rali da Água – CIM Alto Tâmega, quinta jornada do Campeonato de Portugal de Ralis, naquela que foi a primeira vitória do ano da dupla do Citroën Vodafone Team e do próprio C3 Rally 2.

    A dupla José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroen C3 R5) sagrou-se vencedora, este domingo, do Rali da Água-CIM Alto Tâmega, quinta prova do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), organizada pelo CAMI Motorsport, depois de bater Bruno Magalhães por uma margem de 3.5 segundos.

    “Estamos naturalmente muito satisfeitos com esta vitória fantástica e que premeia todo o Citroën Vodafone Team”, referiu José Pedro Fontes. “Entrámos no rali com algumas cautelas para não correr riscos mas logo percebemos que podíamos tirar muito mais do nosso C3 Rally2, um carro que a nossa equipa técnica preparou na perfeição e que se mostrou impecável ao longo do rali, sem que se registassem quaisquer mínimos problemas que nos limitassem. Assim sendo, começámos o segundo dia ao ataque, aproveitando ao máximo um ‘set-up’ que se mostrou ideal e, entre outros bons resultados, fomos os mais rápidos em 4 Especiais, algo que se torna ainda mais especial num rali muito curto, tipo sprint e muito disputado por nós e por todos os nossos adversários, candidatos ao título”.

    Já Bruno Magalhães, aos comandos do i20 R5 do Team Hyundai Portugal andou sempre entre os mais fortes na prova transmontana, discutindo o primeiro lugar em todas as especiais, tendo conseguido ainda pontos extras na Power Stage: “Saímos satisfeitos do Rali da Água. Estivemos sempre na luta e fomos muito competitivos. Depois deste resultado, seguimos extremamente confiantes para as próximas provas do Campeonato de Portugal de Ralis”, afirmou o piloto Bruno Magalhães.

    O rali transmontano foi verdadeiramente empolgante em termos competitivos, já que apenas ficou decidido nos 12,8 quilómetros da segunda passagem pelo troço de Boticas/Vidago, o nono e último da competição. A luta pela vitória teve, ainda, como protagonista Armindo Araújo, que liderou durante a etapa de sábado, embora ao final do dia dispusesse de apenas um segundo de vantagem face a Bruno Magalhães.

    E quando este começou, hoje, a ganhar tempo à concorrência, ascendendo ao primeiro lugar, pensou-se que talvez pudesse repetir o triunfo de 2020. Contudo, durante a tarde Fontes atacou forte, passou a ser primeiro e não mais largou tal posição, para regressar às vitórias depois de um jejum que durava desde o Rali Vidreiro de 2019.

    Armindo Araújo completou o pódio e manteve a liderança do CPR, numa prova onde foram os grandes dominadores da primeira etapa, a dupla do Skoda Fabia R5 Evo não conseguiu imprimir o mesmo ritmo, nas seis especiais de hoje, numa segunda metade muito disputada e que teve três líderes diferentes. “Nas especiais desta manhã não fomos rápidos o suficiente para mantermos a primeira posição. Perdemos alguns segundos e alguma confiança que fez com que não conseguíssemos atacar como precisávamos”, disse Armindo Araújo no final.

    O triunfo nas duas rodas motrizes pertenceu a Carlos Fernandes (Peugeot 208 Rallye4), enquanto nos Clássicos a vitória foi de Nuno Carreira (Subaru Impreza).