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  • ‘Dobradinha’ Kumho no Grupo 5 no Rallymix de Touro

    Disputou-se este fim-de-semana a 4 edição do Rallymix de Touro, terceira prova do campeonato da especialidade. Alinharam várias equipas que optaram por ‘calçar’ os pneus Kumho fornecidos pela ASR Tyres.

    Marcos Canedo e Miguel Vilas, aos comandos do seu Peugeot 208 N5, encabeçavam a lista de participantes Kumho, que se completavam com as duplas Álvaro Rodríguez/Sergio Cancela, no seu BMW 325i, e Daniel Rodríguez/Raquel Rodríguez, que neste evento alinhavam com um Mitsubishi Lancer EVO X.

    Marcos Canedo e Miguel Vilas foram os mais rápidos na primeira das cinco passagens pelo traçado escolhido pela Escudería Touro Motor. E assim colocavam-se na frente da classificação do Grupo 4, sendo também os mais rápidos entre os protótipos. Nas passagens seguintes seriam segundos, fechando a primeira etapa como líderes do Grupo 4 e entre os protótipos, graças a um grande ritmo, que conseguiram ser capazes de impor em cada passagem.

    Canedo e Vilas continuariam a ser protagonistas. Mais dois segundos lugares permitiram-lhes garantir a vitória no Grupo 4, sendo os únicos capazes de rodar abaixo dos seis minutos em todas as passagens. Também seriam os mais rápidos entre os protótipos.

    No Grupo 5, as equipas que utilizam pneus Kumho também seriam protagonistas. Álvaro Rodriguez e Sergio Cancela seriam os mais rápidos na primeira passagem pelo troço, seguidos por Daniel Rodríguez e Raquel Rodríguez. As diferenças eram mínimas. Ambos cederiam uma posição no troço seguinte, passando a ocupar as segunda e terceira posições no Grupo 5, respetivamente. Novamente na terceira e última passagem da primeira etapa Álvaro Rodriguez e Sergio Cancela seriam segundos, enquanto que Daniel Rodríguez e Raquel Rodríguez ocupariam a terceira posição, finalizando a primeira etapa também nessas posições do Grupo 5.

    Na segunda etapa, problemas mecânicos do líder do Grupo 5 deixavam Álvaro Rodriguez e Sergio Cancela no comando, depois deste assinar o melhor registo na quarta passagem pelo percurso. Daniel Rodríguez e Raquel Rodríguez subiam ao segundo posto, ao serem segundos também nesta passagem.

    A dupla da Mitsubishi causava surpresa ao assinar o melhor tempo do Grupo 5 na última passagem, mas os rivais do BMW tinham uma ampla vantagem que lhe permitiu garantir a vitória. Assim, a vitória no Grupo 5 foi para Álvaro Rodriguez e Sergio Cancela, com o seu BMW 325i, seguidos de Daniel Rodríguez e Raquel Rodríguez, no seu Mitsubishi Lancer EVO X, que assim confirmaram a ‘dobradinha’ Kumho nesta categoria.

  • Jorge Machado quer repetir a “dose” e voltar a vencer em Mação!

    O piloto de Lousada vai a Mação com o foco na luta pela primazia na Divisão Super 1600 do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta. A realizar uma época de grande nível, Jorge Machado quer triunfar no próximo fim-de-semana em Mação, uma pista onde foi feliz em 2020.

    No regresso das ´férias’ de verão da competição, Jorge Machado desloca-se à ‘catedral’ da competição em terras ribatejanas com o firme propósito de discutir, pelo menos, um lugar no pódio, dando assim seguimento aos excelentes resultados que tem vindo a obter e que o colocam nos lugares cimeiros da tabela pontual do campeonato, após as quatro primeiras provas.

    Aos comandos do seu Citroën C2 S1600, Jorge Machado já mostrou do que é capaz, estando sempre entre os melhores e é o que pretende fazer num traçado que lhe diz muito: “Estou confiante num resultado de topo em Mação. Esta é uma jornada pela qual temos um gosto particular, pois vencemos aqui o ano passado e é uma pista onde me sinto sempre muito competitivo”, começa por dizer o piloto lousadense, que quer ‘deitar para trás’ anteriores dissabores, nomeadamente em Sever do Vouga, lembrando que “apesar dos grandes resultados que temos vindo a rubricar, a época também já teve os seus momentos menos bons”.

    Mas Jorge Machado tem bem presente que, antes da pausa estival, esteve forte e capaz de ombrear com os demais favoritos, pelo que na prova ribatejana quer manter essa tendência: “Para esta jornada queremos continuar o ímpeto da jornada anterior e estar sempre nas decisões. Seja nas mangas, seja nas semifinais e, sobretudo, na corrida final, o nosso objetivo é lutar pelos lugares de topo, tendo o pódio como objetivo primário e aproveitando todas as oportunidades que surjam”, reconhecendo que “a possibilidade de nova vitória está bem presente no nosso pensamento. Sabemos que não será fácil, mas vamos à luta!”.

    O piloto lousadense tem a perfeita noção que a Divisão S1600 não só é a atual ‘categoria’ do rallycross nacional, como também é a mais competitiva da modalidade, com pilotos e máquinas de grande valia. E Mação não será uma exceção, confirmando uma vez mais essa realidade.

  • José Lameiro quer em Mação assinar a terceira vitória da época

    Embalado por dois brilhantes triunfos nas duas jornadas anteriores, o piloto de Aveiro regressa ao Skoda Fabia EVO para a próxima jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que se disputa em Mação, motivado e focado em chegar ao “tri” de vitórias em 2021, na Divisão Supercar.

    Definitivamente para trás ficou já o arranque atribulado desta época. O campeão nacional em título está “on fire”, completamente embalado para discutir as vitórias em todas as pistas e jornadas do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta.

    José Lameiro vem de assinar duas excelentes exibições nas duas provas anteriores, coroadas com duas vitórias sem contestação, que o trouxeram de volta à luta pela renovação do título. Por isso desloca-se ao traçado ribatejano com a moral em alta, pois quer que “consigamos dar razão ao ditado que diz que não há duas sem três. Sabemos que uma vitória em Mação será importante para ficarmos numa posição privilegiada na luta pelo título, recuperando pontos fundamentais que perdemos no arranque da época”.

    Tudo foi feito neste pequeno defeso de verão para que o Skoda Fabia do piloto aveirense continue a ser competitivo, sobretudo quando o carro checo deu excelentes indicações com o novo motor, continuando a desenvolver a “montada” com a ajuda da DM Motorsport e da IgvRacing.

    “Estou confiante num bom resultado em mais uma jornada do campeonato e estaremos em Mação para vencer!”, assume José Lameiro, lembrando o seu percurso recente na Divisão Supercar do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta.“Vencemos as duas últimas corridas e iremos trabalhar em pista e no paddock para continuarmos a evoluir e a melhorar prova a prova para manter esta senda de vitórias. Respeitamos os nossos adversários, mas queremos dar aos nossos patrocinadores, equipa, Mancha Negra e famílias mais uma alegria!”, diz o piloto de Aveiro a dias de rumar para Mação para mais uma “final” das que tem para disputar na busca do bicampeonato.

  • Pedro Silva e Miguel Carvalho dão domínio à Peugeot em Mesão Frio entre os Kumho

    Foi titânica a luta entre Pedro Silva e Nelson Silva pela vitória na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal. No final, 2,7 segundos separaram os dois pilotos. Já na Divisão 2, Miguel Carvalho dominou, triunfando em sete das oito especiais.

    https://youtu.be/lGMAQp3bXJA

    A batalha na Divisão 1 foi “imprópria para cardíacos”. Apenas 2,2 segundos foram parca diferença que separou os dois primeiros depois dos 62 quilómetros contra o cronometro, distribuídos pelas oito especiais da 10ª edição do Rali Município de Mesão Frio. E a árdua vitória da dupla formada por Pedro Silva e Nuno Mota Ribeiro deve muito ao facto da dupla do Peugeot 208 VTi R2 ter entrado ao ataque, superiorizando-se nas três primeiras classificativas do rali, levando a sua vantagem até aos 12,7 segundos.

    Depois, foi a vez de Nelson Silva e José Janela entrarem em modo ataque, aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO VI, sendo mais rápidos na 4º, 5º e 6º PEC’s, reduzindo a diferença, a dois troços cronometrados do fim, para apenas 4,5 segundos. Pedro Silva, venceu a 7ª especial, mas por apenas uma décima de segundo(!) e foi para os 5,33 kms finais com 4,6 segundos de vantagem. Aí, os dois pilotos foram “à morte” e rodaram nos limites, com Nelson Silva a vencer, mas tirando apenas 1,9 segundos ao tempo de Pedro Silva, que pode assim comemorar um doce, mas suado triunfo.

    Sem sorte na prova realizada nas Portas do Douro, esteve a dupla de Lamego formada por Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues. Naquela que foi a sua primeira prova em asfalto da época. Rodaram sempre com cautelas e no sentido de assegurarem o pódio da Divisão 1 Kumho. O objetivo parecia assegurado quando, já na penúltima especial de classificação, o diferencial traseiro do Mitsubishi Lancer EVO VII cedeu, não lhes restando outra opção do a desistência.

    Nas lides da Divisão 2 do 4º Desafio Kumho Portugal, um nome se destacou de forma clara: Miguel Carvalho. Uma vez mais, o talentoso piloto foi capaz de realizar um “concerto a solo” na construção da vitória. Ouvindo notas de António Reis, Carvalho foi o mais rápido nas primeiras 5 especiais do rali, levando a diferença para os perseguidores acima dos 20 segundos, o que o deixava tranquilo na gestão dos acontecimentos.

    Foi batido na 6ª PEC, mas por pouca margem, para logo de seguida regressar ao registo vitorioso, coroando a prova com o triunfo nas duas últimas classificativas do rali, chegando ao pódio a Mesão Frio, com 25 segundos de vantagem sobre a dupla André Ribeiro/João Alves (Peugeot 206 GTi), foram também justos segundos classificados, pois foram quem regularmente mais perto andou dos vencedores e os únicos a almejar vencer um troço cronometrado.

    O 3º lugar e correspondente presença no último degrau do pódio foi discutido taco-a-taco por duas duplas. Pedro Lopes e Duarte Gouveia impuseram o seu Peugeot 207 GTi na 1ª PEC, sendo batidos logo de seguida no segundo troço por Filipe Teixeira e Bruno Coelho, num Citroen Saxo Cup.

    Teixeira forçou o andamento nas duas especiais seguintes e parecia encaminhado para reclamar o 3º lugar. Mas Pedro Lopes retaliou na 5ª PEC e na 6ª PEC, suplantando na geral o adversário e a machadada final na luta pelo 3º posto foi dada na sétima especial, com Lopes a registar um tempo “normal”, enquanto Teixeira chegava ao fecho do troço com um tempo muita acima do que tinha feito em anteriores passagens, devido a problemas de caixa que apareceram logo no início da última seção e se foram agravando até ao fecho do rali. Pedro Lopes garantiu assim o 3º lugar, com Filipe Teixeira a subir o palanque de na 4ª posição final.

    Viana Martins e Gonçalo Palmeira assinaram uma boa exibição na estreia do Renault Clio Rally 5 e asseguraram o 5º lugar final, batendo por 1,9 segundos a equipa constituída por Pedro Holzer e Miguel Silva, uma vez mais muito rápidos na lide do Citroen Saxo Cup que tripulam.

    Já Vítor Pinheiro e Beatriz Pinto realizaram mais uma excelente operação pontual, ao concluírem a prova no 7º posto, na frente da dupla Vítor Rodrigues/José Vieira, em Citroen Saxo. O 9º lugar foi conquistado pelo Toyota Starlet de Pedro Duarte e Luís Natal, cabendo à dupla feminina constituída por Daniela Lopes e Soraia Silva fechar o top dez da Divisão 2 Kumho. Estão cada vez mais firmes e fortes na condução do seu Citroen Saxo. Vítor Gomes e Marco Vilas Boas colocaram o Peugeot 306 no 11º lugar, enquanto o Fiat Punto 85 Sport de Dário Rebelo e João Moreira concluía a jornada mesãofriense no décimo segundo posto.

    No lado sombrio das desistências, avarias fizeram “tombar” três equipas Kumho desta divisão. A saber, Luciano Gomes e Alexandre Gomes, num Citroen AX Sport, Francisco Azevedo e Nuno Ferreira, aos comandos do habitual Peugeot 205 GTi e ainda o Hyundai Getz da equipa formada por Sérgio Freitas e Miguel Rodrigues.

    Sem qualquer delonga, o 4º Desafio Kumho Portugal prossegue já no próximo fim-de-semana, com o Rali da Água, em plena região do Alto Tâmega. A prova contará para os Desafios Kumho Asfalto e Norte.

  • Mesão Frio foi “uma experiência incrível” para Cláudio Batista

    O piloto de Fafe concluiu a prova do Clube Automóvel da Régua, que era o seu grande objetivo para esta quarta ronda do Campeonato Norte de Ralis, onde a motivação era ‘matar saudades’ da modalidade, numa época que consagrou ao Campeonato de Portugal de Montanha.

    Na 10ª edição do Rali Município de Mesão Frio Cláudio Batista alinhava com o habitual Citroën DS3 R1 usado nas rampas, tendo pela primeira vez Diogo Costa como navegador. A abordagem era o mais descontraída possível, pois como este ano está dedicado a outra modalidade a ideia era usufruir o mais possível pois já não fazia ralis há algum tempo.

    “Já tinha saudades. Foi uma experiência incrível”, confessou o piloto minhoto à cerca do evento que percorreu algumas estradas da região do Douro Vinhateiro, ao mesmo tempo que elogiou a prova: “Gosto do rali, das paisagens. Uma prova bem organizada. Gostei muito de a fazer”.

    O aspeto competitivo não era prioritário para Cláudio Batista, mas também tinha em mente não querer fazer nada de muito louco apenas pois participava sobretudo para se divertir. “Fiz um rali com cabeça, pois como se sabe estou a fazer um Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e vim para me divertir e não para disputar lugares. Foi rodar rápido, mas sempre bem dentro dos limites, desfrutar nas estradas desafiantes onde rodamos e passar um excelente fim-de-semana de competição, dando ainda visibilidade aos nossos patrocinadores”, faz questão de salientar.

    Ainda assim o piloto minhoto levaria o seu DS3 R1 à 26ª posição final absoluta e sexta do Grupo P1, revelando um andamento consistente e revelador da crescente confiança que tem no Citroen DS3 R1 que estreou esta época.

    Mas o que mais destaca é ter concluído sem percalços a prova do Clube Automóvel da Régua: “Estou contente, cheguei ao fim sem nenhum problema nem qualquer susto. Foi uma prova muito positiva. Quero agradecer ao Diogo Costa que aceitou ser o meu navegador e esteve muito bem”. Quanto ao futuro, o jovem talento de Fafe revela que “vamos tentar fazer mais alguma coisa nos ralis e, se calhar, ainda este ano, mas sem certezas”, adianta Cláudio Batista quando instado a falar sobre outros possíveis regressos aos ralis. Para já a prioridade é outra, pois “o principal objetivo é acabar o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group em grande. Estamos na luta por um possível top quatro na Divisão Turismos 3 e até com remotas possibilidades do pódio. Isto depois de uma época a lutar contra carros bem mais evoluídos na preparação. Queremos terminar o campeonato com um resultado forte em Boticas”, com a prova transmontana a estar marcada para os dias 18 e 19 de setembro.

  • Problemas mecânicos forçam abandono de Henrique Rodrigues em Mesão Frio

    A sorte não quis nada com o piloto do Mitsubishi Lancer Evo VII no 10º Rali Município de Mesão Frio, a sua terceira prova da época e a primeira em pisos de asfalto, apesar de ter adotado, como prometeu, uma toada cautelosa, a pensar no CNR e no Desafio Kumho Norte.

    Tendo a seu lado Daniel Rodrigues como navegador, Henrique Rodrigues sabia que por ser a sua estreia em pisos de asfalto a estratégia mais acertada a adotar seria ir com cautelas, pois sabia que exigia “muita habituação ao carro” nesse tipo de superfície. A dupla de Lamego queria fazer ruma rali em crescendo, ganhando confiança e apostando sobretudo em concluir o rali e recolher preciosos pontos que lhe permitissem manter intacto o duplo objetivo de terminar nos lugares cimeiros do CNR e do Desafio Kumho Norte, no fecho desta época de regresso às lides dos ralis.

    “Para nós, infelizmente, o rali não começou bem logo na sexta-feira, com algumas dificuldades na habituação ao carro no asfalto, até porque o tipo de piso de Mesão Frio é muito particular, escorregadio e difícil de suplantar”, salienta o piloto que no segundo dia procurou ir um pouco mais depressa: “Fomos progredindo devagar, a ganhar conhecimento e a tentar subir na tabela”, tendo começado a assinar alguns tempos muito positivos e que deixavam a equipa com a convicção de que era possível obter um resultado positivo no fecho da prova do Clube Automóvel da Régua.

    Só que apesar da toada controlada Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues não seriam bafejados pela fortuna e a sua participação no rali mesãofriense não conheceria o melhor desfecho: “infelizmente na penúltima classificativa um diferencial traseiro cedeu e fomos obrigados a desistir, numa altura em que estávamos a andar melhor. Mas os ralis têm destas coisas”, explica.

    Apesar do revés, o piloto promete não ‘virar a cara à luta: “Voltaremos com toda a força na próxima prova, o Rali da Água, que se disputa já no próximo fim-de- semana. Vai ser uma corrida contrarrelógio para colocar o Mitsubishi Lancer EVO VII pronto e esperemos que não haja nenhum problema com chegada de material para o carro. Se tudo correr bem, pois as datas são muito próximas, lá estaremos para voltar aos bons resultados”.“Quero também dar os parabéns à organização, pelo excelente rali que conseguiu montar, bem estruturado e cheio de paisagens fantásticas”, elogia ainda Henrique Rodrigues, que deixa ainda agradecimentos “aos nossos parceiros, à Matos Competições e a todos os amigos que nos vieram apoiar”.

  • CNR: Nelson Silva conseguiu pontos preciosos em Mesão Frio

    Duas semanas após competir nos Açores, o piloto de Viana do Castelo regressou à estrada para realizar uma exibição muito positiva no 10º Rali Município de Mesão Frio, coroada com um lugar no top oito do rali e o segundo posto da Divisão 1 do Desafio Kumho Norte, que lidera agora mais isolado.

    https://youtu.be/zSwNlKWYiv8

    Bastante motivados para conseguirem um bom resultado na prova do Clube Automóvel da Régua, segunda do Campeonato Norte de Ralis em pisos de asfalto, Nelson Silva e José Janela queriam também realizar mais quilómetros com o Mitsubishi Lancer Evo VI da JPGS/ENI, sem os problemas que os afetou em Famalicão.  O carro não deu quaisquer problemas e a dupla nortenha acabou por concluir com distinção o evento duriense.

    “Foi um rali bom, em que nos divertimos e andamos bem. Tivemos um pormenor ou outro que nos complicou um bocadinho a tarefa, mas chegamos ao fim e como um resultado positivo, que era o nosso principal objetivo”, começa por avaliar o piloto vianense, que salientou ainda o facto de “paulatinamente termos aumentado o andamento e realizado tempos cada vez mais rápidos, conseguindo ir subindo várias posições na geral, isto sempre sem exageros no ritmo que adotamos”. Nelson Silva destaca que as metas principais para esta prova foram alcançadas: “Conseguimos pontos para o Campeonato Norte de Ralis e para o Desafio Kumho Norte. E agora é começar a pensar já em partir para Chaves e disputar o Rali da Água Alto Tâmega”.

    Claro que realizar duas provas em dois fins-de-semana consecutivos não foi fácil, e também condicionou muito aquilo que Nelson Silva e José Janela podiam conseguir nos troços do Douro Vinhateiro. “Tínhamos sempre que pensar que passado uma semana tínhamos outra prova para disputar. Por isso não nos podíamos a arriscar a ‘ir com tudo’ para este rali e no próximo fim-de-semana a ficar em casa, estando a disputar um possível título no Desafio Kumho Norte e um lugar no pódio final absoluto do CNR”.

    O piloto de Viana do Castelo considera que “o rali acabou por ser mais um momento satisfatória, dentro de “uma época que está a ser muito positiva. Degrau a degrau, estamos a atingir o nosso objetivo, que é conseguir o ritmo competitivo desejado e tirar o máximo partido do Mitsubishi Lancer EVO VI”, salientando ainda que “para um primeiro ano mais a sério neste campeonato, estamos a alcançar resultados acima das expectativas iniciais e estamos no bom caminho para construir uma época inesquecível!”.

    Agora, são poucos os dias para mudar o “chip”. A dupla da JPGS/ENI vai estar já “em funções” no próximo fim-de-semana, no Rali da Água, quinta prova do Campeonato Norte de Ralis e que conta também para os Desafios Kumho Asfalto e Norte.

  • ERC: Jan Kopecky garante 10ª vitória no Rali Barum Zlín

    Jan Kopecky garantiu a sua décima vitória no Rali Barum Zlín, prova do Campeonato da Europa da especialidade que no fim de semana se disputou na República Checa.

    O experiente piloto checo, acompanhado por Jan Hlousek, tirou partido do acidente do surpreendente Erik Cais na última especial, pois comandava o rali. Cais desperdiçou assim a oportunidade de pela primeira vez ganhar um evento no ERC.

    Erik cais e a sua navegadora Jindnska Zakova poderiam ter aberto o champanhe da vitória e em vez disso saíram de estrada na 15ª e derradeira especial, muito embora tenham saído incólumes do acidente, que deixou o seu Ford Fiesta Rally2 bastante danificado e obrigou à anulação do troço.

    Andreas Mikkelsen, que chegou à República Checa um ponto atrás de Alexey Lukyanuk no campeonato, tirou partido da ausência do russo, que teve um acidente quando preparava a prova quarta-feira anterior. O norueguês foi segundo no Rali Barum, tripulado, tal como o vencedor, um Skoda Fabia Rally2.

    Filip Mares foi outro dos pilotos a beneficiar do despiste de Erik Cais. O campeão do ERC1 Junior de 2019 subiu ao último lugar do pódio, também ele aos comandos de um Skoda. Carro também utilizado pelo quarto classificado, Norberg Herczig. O top cinco foi completado pelo polaco Mirko Marczyk. O sexto foi o espanhol Efrén Llarena.

  • Dupla Vitória de Ramos e Chaves na Pro-AM em Brands Hatch

    Melhor era impossível. Com duas pole-position conquistadas nas duas sessões de qualificação e duas vitórias nas duas corridas do fim de semana, Ramos e Chaves passaram para a liderança da Pro-AM da Sprint Cup a uma prova do final.

    Miguel Ramos e Henrique Chaves colocaram o Lamborghini #77 da Barwell Motorsport numa classe aparte durante todo o fim de semana em Brands Hatch, conseguindo a vitória da Pro-AM em ambas as corridas. Ramos e Chaves conseguiram as duas pole-position na qualificação de sábado e mantiveram-se a altíssimo nível nas duas corridas deste domingo. Ambos os pilotos demonstraram uma impressionante rapidez e consistência para levar o Lamborghini #77 à vitória. Na primeira corrida levaram a melhor sobre o Ferrari #52 da AF Corse pilotado por Louis Machiels e Andrea Bertolini, enquanto esta tarde bateram o Aston Martin #188 de Alex West e Jonny Adam.

    Partindo para o fim de semana no segundo lugar da tabela classificativa a 3 pontos dos primeiros, os pilotos da Barwell Motorsport saem de Brands Hatch com 14.5 pontos de avanço, encontrando-se assim numa posição invejável para selar a conquista do titulo na ultima corrida da Sprint Cup em Valencia. De qualquer modo e ainda que Miguel Ramos e Henrique Chaves estejam estado inalcançáveis em Brands Hatch, o titulo está em aberto pois matematicamente existem quatro possível vencedores.

    “Foi um dos melhores fim de semana de corridas. Estivemos bem na sexta-feira e por isso antevíamos uma boa prestação, mas ao conseguirmos as duas Pole no sábado ficamos muito entusiasmados em conseguir algo de extraordinário em Brands Hatch. Foi a terceira vez que aqui corri e desta vez consegui vencer e por duas vezes o que é fantástico. Também foi muito gratificante para a nossa equipa, pois sendo a Barwell uma equipa Inglesa, o correr em casa e vencer, é para eles muito importante. De qualquer modo e ainda que tenhamos tido um fim de semana perfeito e conseguido passar para a frente da classificação, tanto eu como o Henrique temos perfeita noção que ainda não ganhamos nada e vamos ter que encarar Valência como mais uma corrida para ganhar, pois tem de ser esse o nosso espírito se pretendemos vencer esta Sprint Cup“, destacou Miguel Ramos, enquanto Henrique Chaves sublinhou que “Foi um fim-de-semana fantástico – duas pole-positions e duas vitórias! Estivemos fortes e a equipa deu-nos um carro muito competitivo. Na segunda corrida, estava com um bom ritmo, mas tive uma saída de pista já perto do final do meu turno para evitar um Ferrari que saía das boxes. Perdi algum tempo, mas consegui ainda manter o comando e com uma boa vantagem. O Miguel esteve também muito rápido e fez ainda a ultrapassagem que nos permitiu vencer e garantir que a nossa passagem por Brands Hatch tenha sido quase perfeita”.

    De qualquer modo antes de Valência, a Fanatec GT World Challenge Europe Powered by AWS, estará nas pistas no próximo fim de semana 4 e 5 de setembro em mais um evento da Endurance Cup, neste caso as 3 horas de Nurburgring.

  • Adruzilo Lopes vence em Mesão Frio

    O consagrado piloto de Regilde alcançou a sua terceira vitória em quatro provas do Campeonato Norte de Ralis ao impor-se na 10ª edição da prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua. Um evento que no segundo dia viu também brilhar Tiago Almeida, que com uma grande recuperação acabou na segunda posição da geral.

    A prova realizada nas Portas do Douro saldou-se por um grande espetáculo, coroado com um grande nível organizativo, proporcionando ao muito público presente uma jornada animada, mercê de um pelotão rico em quantidade e em qualidade.

    No que concerne à história competitiva, Adruzilo Lopes e Paulo Silva chegaram ao triunfo no rali mesãofriense sobretudo devido em parte pelo que fizeram na primeira parte do rali, em que construíram uma liderança sólida, muito embora a dupla do Mitsubishi Lancer Evo IX só fosse a mais rápida em três das oito especiais de classificação que compunham a prova. Os mais de 22 segundos de vantagem com que terminaram mostraram a forma como controlaram a margem para os seus mais diretos perseguidores, de modo a alcançarem um resultado que lhes permite ampliar a sua vantagem no campeonato.

    Referência para o facto de Adruzilo Lopes ter deixado de contar com o seu grande rival no campeonato, Fernando Peres, que depois da penalização sofrida na especial noturna de sábado, já nem alinhou na tirada deste domingo.

    Mas no segundo dia a equipa sensação foi mesmo Tiago Almeida e Bruno Azevedo, que no Mitsubishi Mirage estiveram imparáveis, impondo-se nas quatro últimas especiais do rali. O que explica a sua ascensão ao segundo lugar final, suplantando, apenas após a última especial, Augusto Costa e Susana Silva, que durante grande parte do rali ocuparam a segunda posição e ganharam mesmo um troço cronometrado.

    A dupla do Peugeot 208 VTi não só acabou no último lugar do pódio, como venceu as duas rodas motrizes, a 3,5s do segundo classificado. Destaque também para Alberto Pereira, o edil de Mesão Frio, que navegado por Gonçalo Carvalho, acabou num excelente quarto posto no seu Honda Civic Type R, depois de ter estado na luta pelo pódio até praticamente a última secção da ‘sua’ prova.

    Num ‘forcing’ final digno de registo, João Andrade e o seu Citroën Saxo Cup, logrou chegar ao top cinco final, bem auxiliado pelo experiente Sérgio Paiva, ultrapassando na última especial os dois adversários que o precediam, Luís Mota (Mitsubishi Lancer EVO VII) e Pedro Silva, respetivamente sextos e sétimos classificados da geral. O top dez ficou fechado com as presenças de Nelson Silva (Mitsubishi Lancer EVO VI) no 8º lugar, na frente de mais dois Peugeot 208 R2, tripulados por Luís Morais e Manuel Pereira, que asseguraram a 9ª e a 10ª posição final.

    O 10º Rali de Mesão Frio contou para o 4º Desafio Kumho Portugal, nas suas vertentes Asfalto e Norte. O já referido Pedro Silva, num Peugeot 208 R.2 impôs a sua lei na Divisão 1, cabendo a Miguel Carvalho, num 206 GTi da marca francesa de Sochaux igual mérito nas contas da Divisão 2.

    No programa oficial do rali, houve lugar ainda a uma prova extra que seria decida por uma penalização de dez segundos!

    Empatados à décima no somatório do tempo realizado ao longo das sete especiais de classificação que disputaram, as duplas formadas por Carlos Fernandes/Válter Cardoso Peugeot 208 Rally 4) e Carlos Martins/Jorge Carvalho (Citroen C2 Rally 2) viram o desempate ser fruto de uma penalização de dez segundos sofrida pela equipa do Citroen que se quedou assim pela segunda posição, atrás da dupla do Peugeot que asseguraria o triunfo. José Loureiro e Paulo Marques, tripulando um Renault Clio R.S. R3T asseguram o terceiro lugar final.