Fernando Barreiros venceu hoje o III Rally TT Villa de Zuera, terceira jornada do Campeonato de Espanha no qual o piloto português reforçou a liderança na Classe T2. A vitória em Zuera, que se situa na região de Saragoça, sucede a outra alcançada em Julho na famosa Baja España Aragón.
Navegado por Carlos Silva e aos comandos da muito competitiva Isuzu D-Max T2, preparada e assistida pela Prolama, Fernando Barreiros gastou 5h30m18s para percorrer uma tripla passagem por um setor seletivo com 125 km antecedidos por um prólogo de 10 km. A dupla portuguesa venceu todos os troços deste Rally TT Villa de Zuera tendo terminado com uma vantagem de 9m38s para o 2º classificado.
“Estou muito satisfeito por mais esta vitória que nos permite reforçar a liderança do campeonato. Foi fantástico isso ter acontecido aos comandos da minha máquina que assim regressa aos triunfos. Quero agradecer a toda a minha equipa e aos meus patrocinadores por todo o apoio sem o qual estes sucessos não seriam possíveis”, referiu no final da corrida o piloto português.
No início de outubro, Fernando Barreiros estará de regresso às provas em Portugal para disputar a Baja TT Capital dos Vinhos de Portugal, em Reguengos de Monsaraz, pontuável para a Taça Ibérica onde o piloto faz a defesa do título.
O espanhol Mikael Azcona (CUPRA Leon Competición) esteve intocável, na tarde deste sábado, na primeira corrida da quinta jornada do TCR Europe, no circuito alemão de Nurburgring, ao somar a sua quarta vitória da temporada e terceira consecutiva, batendo sem apelo nem agravo o seu rival na luta pelo título, Franco Girolami (Honda Civic Type R FK7).
Ao entrar com o pé direito na ronda germânica, o
piloto da Volcano Motortsport ampliou a vantagem na liderança do campeonato
para 32 pontos face ao piloto argentino, quanto restam ainda 5 corridas para o
termo da temporada.
Partindo do quinto lugar da grelha (terceira
linha), quando lá frente a primeira fila era ocupada pelos Honda de Isidro
Callejas, o jovem prodígio espanhol que surpreendeu tudo e todos para
consquistar a ‘pole’, e de Franco Girolami, nem por isso Azcona se deixou
atemorizar. Pela frente tinha ainda o Hyundai Elantra de Niels Langeveld e o Peugeot
308 de Teddy Clairet.
Desde a primeira volta que Callejas passou a ser
uma carta fora do baralho no que respeita à discussão da vitória, ao cair para
a quinta posição e mais tarde, já na última volta, para sétimo. Girolami assumiu
o comando, secundado por Azcona, os quais ganharam pequena vantagem a Langeveld
e a Clairet.
Naturalmente que as atenções centraram-se no duelo épico que teve como protagonistas Girolami e Azcona, especialmente nas últimas três voltas, quando o piloto espanhol do CUPRA iniciou as várias tentativas de ultrapassagem. Sucederam-se, em algumas ocasiões, pequenos toques entre ambos, mas na última das 11 voltas Azcona conseguiu, de forma tão limpa quanto determinada, despedir-se do seu rival argentino, para garantir um brilhante triunfo.
Uma semana depois de ter terminado no Top Ten o Rali Município de Mesão Frio e ter sido segundo na Divisão 1 do Divisão 1 do Desafio Kumho Norte, o piloto de Viana do Castelo vai para o Rali da Água-CIM Alto Tâmega determinado a amealhar mais pontuação tanto no Campeonato Norte da especialidade como na competição da ASR Tyres.
Nelson Silva e José Janela vêm de uma boa prestação no Douro Vinhateiro, e agora no Nordeste transmontano a intenção é repetir, senão mesmo melhorar o desempenho de Mesão Frio, sendo que o piloto do Mitsubishi Lancer Evo VI vai disputar pela primeira vez a prova do CAMI Motorsport. Nada que o demova dos seus objetivos e de continuar a evoluir aos comandos do carro da JPGS/ENI.
“As expetativas são de obter um bom resultado, conseguindo bons pontos para o campeonato e também para o desafio, dentro daquilo que temos vindo a fazer, e se possível melhor”, começa por dizer o piloto vianense, que parte líder do Desafio Kumho Norte e no 3º posto da geral do CNR, para esta quinta prova da temporada destas duas competições. Nelson Silva admite que este Rali da Água-CIM Alto Tâmega se disputa numa superfície que lhe agrada, mas alerta que nunca antes a disputou: “Trata-se de uma prova de asfalto, que é normalmente o terreno onde me sinto mais à vontade, muito embora já tinha feito boas provas em terra. No entanto trata-se de uma prova totalmente nova para mim”.
“Conto, é claro, com o José Janela e com o seu grande conhecimento e para me ajudar neste evento”, refere o piloto minhoto, mostrando bastante confiança no experiente navegador famalicense. Em termos de andamento e em relação às posições que poderá esperar, Nelson Silva garante que não vai para estar prova a “pensar em medir-me com o Adruzilo Lopes ou o Fernando Peres. Vamos para fazer a nossa prova e conseguir o melhor resultado possível, sendo que uma presença no pódio absoluto do CNR seria um resultado fabuloso!”.
O Mitsubishi Lancer Evo VI com as cores da JPGS/ENI não mereceu qualquer alteração relativamente à anterior prova do Campeonato Norte de Ralis. “Face à proximidade das duas provas não houve grande tempo para fazer grande coisa no carro, que será o mesmo que utilizei em Mesão Frio”, explica ainda o piloto de Viana do Castelo. O Rali da Água-CIM Alto Tâmega, na sua versão para o Campeonato Norte de Ralis e para o Desafio Kumho, será composto por 5 especiais cronometradas, totalizando 65,25 quilómetros contra o cronómetro.
O piloto alentejano quer fazer esquecer o desaire da prova anterior na visita do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta ao traçado de Mação, tendo como prioridade terminar nos lugares cimeiros para pontuar forte e regressar aos lugares de pódio na geral do campeonato.
Depois
de uma passagem por Montalegre que não lhe deixou saudades, pois a mecânica e
as circunstâncias da prova o impediram de ir mais longe do que a semifinal, Rui
Nunes pretende mudar o rumo da sua campanha, voltando ao rumo inicial, pois nas
três primeiras jornadas da temporada esteve sempre nas lutas pela vitória.
Agora em terras ribatejanas e quando ocupa
a quarta posição na tabela pontual do campeonato, o piloto alentejano está
apostado em voltar à ‘rota’ certa, voltando a discutir os lugares da frente,
tentar retomar a senda das boas classificações e pódios, pois sente que tem
capacidade de discutir as vitórias.
“Depois do azar de Montalegre espero uma
prova positiva em Mação. Agora só penso em recuperar pontos no campeonato e chegar
aos lugares cimeiros. A nossa competitividade não está em causa. Nunca esteve.
Somos rápidos, capazes de vencer e vamos dar tudo para regressar à luta!”, assume Rui Nunes. O piloto está, no
entanto, ciente de que a sua tarefa é bastante árdua e que a concorrência se
apresenta muito forte, como é habitual nesta modalidade “onde são vários
os pilotos que podem vencer e onde me incluo. Vai ser, com toda a certeza, mais
uma prova muito aberta e dura!”.
Rui Nunes também sabe que o traçado ribatejano “é uma pista muito complicada, pois a primeira curva nunca é fácil”. Mas as dificuldades nunca o fizeram ‘baixar os braços’, e não será agora que o vai fazer. Por isso, para o próximo fim-de-semana promete dar o seu máximo: “Vamos motivados e com o intuito de deixar os azares e nos divertir o mais possível. Tenho a certeza de que os resultados irão aparecer!”, remata.
O piloto de Coimbra vê a prova ribatejana como uma oportunidade para acabar com a ‘série negra’ que o afetou nas provas anteriores, impedindo-o de obter resultados que traduzam o seu andamento em pista. Por isso a prioridade é lutar pela vitória naquela que é a quinta prova do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta.
Vários incidentes – leia-se toques – impediram Pedro
Rosário de em Montalegre ter uma exibição semelhante à demonstrada em Sever do
Vouga. E mesmo na jornada transmontana a rapidez demonstrada nas várias mangas
de qualificação e na semifinal, onde foi terceiro, confirmaram que tinha
andamento para se bater pela vitória final, como é apanágio do piloto de
Coimbra, sempre competitivo ao longo da sua bem-sucedida carreira.
“Têm sido provas bastante
complicadas. Temos estado numa maré de azar, a qual pretendemos nesta jornada
deitar para trás das costas e tentar sair de Mação com um excelente resultado,
que nos permitia pontuar forte e recuperar posições na tabela do campeonato”, diz o piloto conimbricense a dias da deslocação ao
Ribatejo e quando ocupa a 7ª posição na classificação geral do campeonato, após
as quatro primeiras provas
A determinação de Pedro Rosário permanece intacta, porque está confiante nas suas capacidades, sendo que na fase decisiva da temporada nada pode falhar, como admite: “Estamos a entrar na reta final do campeonato e pretendemos dar o nosso melhor para ombrear pelos lugares cimeiros nas jornadas que faltam. É claro como a agua que temos andamento para estar sempre na luta pelo triunfo e iremos a Mação cientes de que só uma vitória ou, pelo menos, um lugar no pódio, nos serve para recuperar pontos e poder ainda almejar terminar a época num lugar de destaque”. Desta forma em Mação o piloto de Coimbra irá concentrar-se sobretudo em ser rápido nas mangas de qualificação e arriscar mesmo quando for mesmo necessário, já que depois de Montalegre é importante não desperdiçar oportunidades para recolher muitos pontos e poder subir posições na geral do campeonato, agora que estamos a entrar na fase decisiva da época.
Numa época que tem sido em crescendo, mas marcada por alguns percalços, o piloto da ENI/EQS Racing Team quer conseguir na quinta prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta aquilo que em virtude de várias vicissitudes não conseguiu materializar na segunda visita da competição a Montalegre: chegar à final e estar na discussão do pódio.
É
com renovada expetativa que Nuno Araújo aborda a prova deste fim-de-semana no
Ribatejo, depois de em Trás-os-Montes o mau tempo e alguns toques o terem
impedido de levar o Audi A1 S1600 às posições que merece na mais competitiva
das divisões do rallycross nacional.
Desde que tomou o comando da “bomba” germânica
que o penafidelense tem demonstrado talento e capacidade para ser competitivo,
mesmo assumindo logicamente que “esta é uma época de transição, onde me
estou a adaptar a um carro novo, exigente e que me está a fazer evoluir muito
como piloto”, lembra Nuno Araújo, que aos comandos do Audi tem mostrado
uma rápida adaptação e já vence mangas e corridas, para além de voltas mais
rápidas. “Isso mostra que estamos no bom caminho e que é possível lutar
pelos primeiros lugares na S1600 e, paulatinamente, nos aproximarmos da discussão
dos triunfos e dos campeonatos”, projetando que “se utilizarmos
bem esta época de 2021, poderemos estar muito fortes em 2022 e aí, sem qualquer
dúvida, assumir que estaremos sempre na luta pelas vitórias.
Nuno Araújo tem a noção de que Mação é uma
pista muito diferente da anterior: “É estreita e sinuosa. Um traçado
muito técnico onde é extremamente difícil de ultrapassar. Por isso será
essencial fazer boas partidas, para dessa forma ganhar vantagem sobre uma
concorrência, que, como se sabe, está cada vez mais forte, com bons carros e
bons pilotos”.
Como tal, a estratégia para o fim-de-semana passará por “começar nos treinos a trabalhar para conseguir o melhor ‘set-up’, e depois fazer tudo para chegar à final, e aí sim, dar tudo para terminar nas posições do pódio e talvez lutar pela vitória”, diz o piloto penafidelense. Nuno Araújo também não deixa de destacar o facto da sua evolução com o Audi A1 S1600 da ENI/EQS Racing Team também se dever ao «staff» que o apoia: “Agradeço ao trabalho que a minha equipa técnica tem feito, pois tem sido essencial para tornar o carro cada vez mais competitivo. A pausa de verão foi aproveitada para melhorá-lo. E espero ver os reflexos disso já este fim-de-semana”.
O piloto do Mitsubishi Lancer Evo VII quer fazer esquecer o desaire na prova anterior do Campeonato Norte de Ralis e obter um resultado mais condizente com os seus pergaminhos no Rali da Água – CM Alto Tâmega.
No Douro
Vinhateiro a sorte não quis nada com Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues, que
tinha feito um bom começo da época do CNR em pisos de terra, pelo que na prova
do CAMI Motorsport que se disputa no próximo fim-de-semana no nordeste do país
o objetivo da dupla é conseguir recuperar pontos perdidos.
“Depois de um fim de semana menos
conseguido em Mesão Frio, em termos de andamento na estrada e de classificação quer
no CNR quer entre os Kumho, vamos encarar este próximo rali como uma
reviravolta nestes dois aspetos”, começa por dizer o piloto de
Lamego.
Henrique Rodrigues vai por isso até ao Alto Tâmega
com o propósito firme de “andar num ritmo mais forte, melhorando na velocidade
e na adaptação ao carro”, tendo sempre presente que o desafio é enorme
e a concorrência está fortíssima.Ainda
assim o piloto lamecense reitera: “Queremos estar de novo entre os
principais lugares do Campeonato Norte de Ralis e do Desafio Khumo, pelo que
vamos forçar um pouco para podermos manter a posição no pódio Kumho e subir na
geral do campeonato”.
O Mitsubishi Lancer EVI VII, cujas mazelas no
diferencial traseiro causaram a desistência na prova mesãofriense, ficou pronto
a tempo do Rali
da Água – CM Alto Tâmega, mercê
de um “excelente trabalho
da Matos Competições. Mas apesar disso foi impossível “testar,
tendo em conta a proximidade de datas, pelo que vamos à luta sem muitas referências,
com vontade e determinação de melhorar no que achamos que era necessário.
Claro que não estou ainda adaptado ao carro, mas Mesão Frio,
tendo em conta a desistência, foi um bom teste enquanto andamos, pelo que agora
o conhecimento já é outro”, admite o piloto duriense.
Apesar de apostado em recuperar terreno no campeonato, Henrique Rodrigues não vai arriscar na prova do CAMI Motorsport. “Para este rali, embora tenhamos decidido forçar o andamento, por causa da desistência e de não termos ido a Famalicão, vamos encarar o rali determinados em alcançar um bom resultado, quer na geral, quer sobretudo nas contas do Desafio Kumho Norte. Mas é um rali novo, aliás como tudo este ano para nós, pelo que mesmo querendo andar rápido, tentaremos sempre evitar os exageros, pois nunca esquecemos as nossas dificuldades”. O Rali da Água-CIM Alto Tâmega, na sua versão para o Campeonato Norte de Ralis e para o Desafio Kumho, será composto por 5 especiais cronometradas, totalizando 65,25 quilómetros contra o cronómetro.
Fernando Teotónio e Luís Morgadinho estão de regresso à estrada para disputarem no Rali da Água – CM Alto Tâmega a sua primeira prova desde as férias de verão no Campeonato de Portugal de Ralis RC2N, que lideram após dois triunfos.
Tem
sido uma época a rondar a perfeição. Duas provas disputadas, dois triunfos sem
contestação para Fernando Teotónio e Luís Morgadinho, aos comandos do
Mitsubishi Lancer EVO X do Macambi Racing Team, nas contas dos RC2N, coroando
exibições musculadas nos ralis Terras D’Aboboreira e de Castelo Branco.
E é em terras transmontanas que este
fim-de-semana a dupla pretende prosseguir os êxitos conseguidos após pausa
estival, e não apenas na sua categoria, pois o piloto do Fundão assume que as
suas ambições vão um pouco mais além.
“No Rali da Água – CM Alto Tâmega vamos
para lutar continuar a vencer no grupo RC2N, dando assim mais um passo
importante para o título. Mas temos uma expetativa mais forte que é entrar nos
dez primeiros da geral”,
diz Fernando Teotónio, que depois de olhar para a lista de inscritos percebeu
que os seus objetivos são mais altos: “Quero tentar conseguir ficar nos
dez primeiros do campeonato nacional absoluto. O que para nós era bom, dada a
lista de inscritos. Vamos fazer por isso!”.
A Macambi Racing também trabalhou para que
a nível mecânico nada falhasse nesta deslocação a Trás-os-Montes. “O
carro, neste defeso, a nível de desenvolvimento não sofreu muito, porque já
está no máximo que o regulamento de um Grupo N permite. Mas sofreu uma profunda
revisão, para acabarmos o resto da época sem sobressaltos e problemas, como a
nossa equipa já nos habituou”, aproveitando Luís Morgadinho, navegador
e Team Manager para destacar“o excelente trabalho técnico da Domingos Sport
na preparação do carro. Dão-nos toda a confiança para podermos atacar e extrair
tudo Mitsubishi!”.
A dupla vai a Trás-os-Montes preparada para tudo mas com a esperança de que “o tempo esteja bom, pois permitir-nos-á extrair todo o potencial do carro. As classificativas, como já observei em vídeos, têm algumas alterações em relação ao passado. Nós conhecemos a maior parte do percurso, embora estivéssemos muito tempo parados”, refere também Fernando Teotónio, que por isso quer ver “que ritmo vamos começar a impor. Mas o objetivo é sempre o mesmo: a vitória!”.
O piloto do Peugeot 208 S1600 deseja que o regresso de férias do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta seja um ponto de viragem à ‘maré de azares’ que o afetou nas provas anteriores.
Tiago
Ferreira quer que Montalegre esteja no ‘retrovisor’, e seja apenas uma triste
memória, já que o resultado conseguido na segunda visita do ano ao traçado
transmontano esteve longe de corresponder ao forte andamento exibido aos
comandos do Peugeot 208 S1600. Tem o seu pensamento e motivação centrado em
desempenhos positivos, sem toques e penalizações que o impeçam de alcançar o
resultado que já mostrou ser merecedor.
Registo, no entanto, para a excelente
perfomance global que o piloto tem ostentado nesta que é a sua época inaugural
entre os “bravos” dos S1600. Tiago Ferreira mostra desde o arranque de 2021 uma
forte capacidade para transformar o seu talento em velocidade, provando que a
sua aposta na “subida de divisão” estava correta.
Agora, olhos em frente e o piloto assume que“vamos animados para esta jornada e estamos confiantes de que podemos imprimir um forte andamento e tentar chegar às finais. Pelo menos esse é o objetivo”, começa por dizer o piloto do Peugeot. Envolvido na divisão mais competitiva e difícil do rallycross nacional, Tiago quer mesmo que “o azar se despeça de nós, pois já chegam os que tive em Montalegre”.
A pista de Mação também é diferente, muito embora não menos desafiante que a transmontana. Por isso vai focado “em tentar fazer o melhor possível, e aproveitar todas as oportunidades, evitando confusões, que na prova anterior produziram alguns ‘amargos de boca. A pista tem características muito particulares. É estreita e com poucos pontos para ultrapassar. Os arranques vão ser decisivos’”. Aquilo que se espera em Mação é que seja mesmo muito diferente das jornadas de Montalegre, em termos de toques e penalizações, e de Sever do Vouga, onde a mecânica pregou uma partida ao piloto do Peugeot 208 S1600.
Após a frustração sentida na segunda visita a Montalegre, o piloto do Renault Twingo S1600 quer fazer esquecer o desfecho da prova anterior já na quinta jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta que se disputa no próximo fim-de-semana em terras ribatejanas.
Se
em Trás-os-Montes a sorte não acompanhou Sérgio Dias, depois de um toque que
‘travou’ a sua grande exibição na Divisão S1600, em Mação, no 56º Ralicross de Mação
Verde Horizonte, o lousadense pretende que tudo mude e que a sorte acompanhe a
rapidez que evidenciou na prova anterior e que tem sido seu apanágio desde o
arranque desta época altamente competitiva.
Desta vez o piloto do Renault Twingo S1600 quer passar da semifinal e ir até ao confronto decisivo discutir um lugar no pódio, numa categoria que é a ‘rainha’ do rallycross nacional, sendo claramente a mais disputada de todas: “O nosso objetivo em Mação é estar na luta pelo pódio final. Montalegre foi uma prova onde lutei muito e acabei sem chegar ao resultado que estava perfeitamente ao meu alcance, de forma inglória. Em Mação, quero um resultado mais condizente com o meu andamento e sem ‘fatores externos’ a arruinar a nossa performance”, diz Sérgio Dias, claramente seguro do que “tenho feito e pista e do excelente trabalho que a equipa tem feito no Twingo, colocando-me sempre o carro nas melhores condições”.
O piloto do Renault mostra-se confiante de que em Mação tudo pode ser diferente da jornada transmontana: “Nesta jornada, numa pista muito particular e desafiante, espero chegar ao pódio, porque já demonstrei que tenho andamento para isso. Sair de Mação com um resultado de topo vai relançar a nossa luta pelos lugares cimeiros do campeonato. Sabemos a dificuldade que vamos enfrentar em cada prova, mas ainda não desistimos de terminar o ano no pódio final”.