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  • Desafio Kumho: Pedro Silva e Miguel Carvalho vencem em Vouzela

    O jovem piloto de Vila Velha de Rodão esteve em grande no Constálica Rally Vouzela, dando aos pneus Kumho um pódio absoluto na prova do Campeonato Centro de Ralis, vencendo nas duas rodas motrizes e conquistando ainda ao triunfo na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal. Já Miguel Carvalho, conquistou “no braço” mais uma suada, mas merecida vitória na Divisão, almejando ainda terminar bem dentro do top dez do CCR.

    Pedro Silva está cada vez mais rápido e cada vez mais capaz de rodar de forma intensa de fio a pavio num rali. O jovem piloto, que tem a seu lado o experiente “mundialista” Nuno Rodrigues da Silva, deu um recital de bem guiar com o seu Peugeot 208 VTi R2 equipado com pneus Kumho, estando desde o primeiro momento na discussão dos lugares do pódio do rali.

    Em seis especiais, efetuou foi segundo por três vezes e terceiro noutras duas, apenas levantando um pouco o pé na última classificativa, mas, mesmo assim assinando o 4º tempo. Terminou num fantástico 2º lugar na geral do CCR, a que juntou ainda a dupla vitória nas duas rodas motrizes e na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal.

    Nesta luta particular do DKP, o 2º posto foi alcançado por Ilídio Gameiro e Fábio Bento. Tripulando um belo Lancia Delta HF Turbo, apostaram na regularidade para juntar ao seu palmarés um pódio Kumho.

    Nas contas desta Divisão 1, registo de uma desistência. Nuno Mateus e Roberto Santos estavam a realizar uma prova muito positiva, com um sólido 2º lugar quando, já no último troço cronometrado, optaram por desistir, quando o Mitsubishi Lancer EVO VI começou a perder potência, numa medida preventiva para evitar males maiores no motor.

    Miguel Carvalho leva a melhor na “batalha” da Divisão 2

    A discussão da vitória na Divisão 2 do 4º Desafio Kumho Portugal teve três protagonistas principais. Tentando deixar para trás um arranque de época verdadeiramente catastrófico, A dupla formada por Fábio Santos e Ricardo Sismeiro, aos comandos de um Citroen Saxo, entraram ao ataque, realizando o melhor tempo, vendo de imediato Viana Martins e Gonçalo Palmeira ripostar, colocando o Renault Clio R3 na frente da tabela de tempos da 2ª PEC e aproximando-se dos comandantes

    Os leirienses do Citroen responderam voltando a vencer na terceira especial, consolidando a sua liderança, mas o pior estava para vir. Um ligeiro despiste já no final do quarto troço, colocou a dupla fora do rali.

    Quem vinha até aí a “morder os calcanhares” das duas duplas que venceram especiais, era Miguel Carvalho. O piloto e o seu navegador António Reis até começaram algo conservadores, mas na 2ª e 3ª PEC registaram por duas vezes o segundo melhor tempo, vencendo depois a 4ª, o que os guindou ao comando do rali.

    Viana Martins ainda venceria a 5ª PEC, mas a dupla do Peugeot 206 GTi empataria com o duo do Clio R3 na derradeira especial, assinando uma vitória muito suada, mas inteiramente justa, enquanto Martins e Palmeira conquistavam um excelente segundo lugar, que recompensou todo o seu forte andamento. 10 segundos exatos separaram 1º e 2º no fecho dos sessenta quilómetros contra o cronómetro.

    Mesmo condicionados por problemas de diferencial no belo e potente BMW M3, Hélder Cordeiro e Bruno Pereira foram autores de uma prova muito positiva. Com um andamento forte e espetacular, levaram de vencida a luta pelo último lugar disponível no pódio da Divisão 2. Logo atrás, a apenas 3,5 segundos, ficaram José Denis e Jorge Ferreira. Optaram por realizar toda a prova já com pneus usados e os Kumho, mesmo nessa condição, foram eficazes e permitiram à equipa do BMW 320i arrecadar um positivo 4º lugar final.

    Autores do 2º tempo na primeira classificativa, Isaac Portela e Duarte Susano viram as suas justas ambições serem cortadas logo na 2ª PEC. Um furo levou-os a perder mais de um minuto para a frente da divisão e, a partir daí, foi tempo de fazer “gestão de danos”, andando rápido com o Citroen C2, mas de forma segura e lograram ainda garantir um agridoce 5º posto final.

    Frederico Monteiro e Paulo Santos terminaram no 6º lugar, depois de um rali onde a exibição foi melhor do que o resultado final. Uma posição abaixo, encontrámos a dupla Vítor Silva/Carlos Batista. Estiveram muito sólidos e revelam uma cada vez maior habituação ao “calçado” Kumho no seu Citroen Saxo Cup.

    Já para o estreante na “armada” Kumho Filipe Matos o 8º posto final acabou por se revelar uma espécie de “prémio de consolação” pois, estamos convictos de que para o piloto radicado na Suiça, a “taça” principal foi ter recebido um sim como resposta ao pedido de casamento que fez à sua noiva durante a prova. Em termos desportivos, assinou uma exibição positiva com o seu Peugeot 206, tendo a seu lado o navegador Paulo Lopes.

    Dando seguimento à excelente prestação que tinham assinado no Rali Alitém, João Castanheira e Carlota Teles levaram o Fiat Punto HGT ao 9º lugar, mesmo condicionados por problemas na caixa de velocidades. O top dez ficou fechado pela dupla Pedro Antunes/ Pedro Lopes (BMW E30). Pautaram a sua performance pela cautela, de forma a almejar um bom resultado, cumprindo o objetivo., foram numa toada conservadora, com objetivo de chegarem ao fim.

    Nem o menor músculo do Citroen C1 impediu Tiago Santos de assinar uma prova positiva. Tendo Ricardo Pereira a “cantar” as notas, o piloto fechou em 11º da Divisão 2 Kumho a terceira prova da sua curta carreira.

    Custou, mas aconteceu. Programada para Castelo Branco, onde só rodou 1 quilómetro (!), só em Vouzela se deu a verdadeira estreia como piloto de Pedro Tondela. Juntamente com o copiloto Martim Pereira, foram suplantando todas as dificuldades da prova e registaram o 12º posto final.

    As agruras da desistência assolaram quatro duplas desta divisão: uma transmissão partida no Citroen Saxo durante a 5ª PEC impediu Daniela Lopes e Soraia Silva de saírem de Vouzela com um resultado de relevo. Cada vez mais rápidas, estavam na discussão pelo 7º lugar na divisão quando se viram forçadas a abandonar. Já Vítor Gomes e Joel Oliveira tiveram problemas de motor e abandonaram durante a quarta especial, quando lutavam por um lugar no top dez.

    A fazerem um rali sempre no limite e com um andamento “à mundial” no vetusto Peugeot 205, Tiago Pereira e Fernando Pereira sofreram uma saída de estrada com alguma gravidade logo na segunda especial. Estão já em recuperação e esperamos tê-los de volta à família Kumho brevemente.

    O 4º Desafio Kumho Portugal continua já no próximo fim-de-semana, com a realização do rali de Santo Tirso, que contará para os Desafios Kumho Asfalto e Norte.

  • Peugeot: Alejandro Cachón assina triunfo em Oviedo

    Dividido pelo final da tarde de ontem (sexta-feira) e pelo dia de hoje, o Rally Princesa de Asturias voltou a demonstrar uma enorme competitividade e luta pelos lugares da frente da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, chegando-se a perfilar nada menos do que cinco duplas como potenciais vencedoras desta quarta prova da Temporada 4, segunda em Espanha e também segunda em pisos de asfalto.

    Apesar do rali ter tido um único líder, essa posição nunca esteve assegurada a 100 por cento, dadas as reduzidas diferenças com que os pretendentes à vitória acabavam os diferentes troços. Ainda assim, os asturianos Alejandro Cachón / ‘Jandrín’ conseguiram manter à distância os seus adversários, terminando a contenda com 11,9 segundos de vantagem sobre Alberto Monarri / Ángel Vela e 1 minuto e 4 décimos de segundo sobre Roberto Blach / Axel Coronado. Outros pretendentes à vitória foram Óscar Palomo / José Pintor e Álvaro Muñiz / Javier Martinez, mas ambos ficariam pelo caminho.

    Atrás deles rodou sempre um segundo grupo de concorrentes encabeçado pelos portugueses Ricardo Sousa / Luis Marques, valorosos lusos que não conseguiram ultrapassar essas duplas espanholas, mais conhecedoras do terreno de jogo.

    O leque de onze inscritos nesta jornada completou-se com os PEUGEOT 208 Rally4 de Miquel Socias / Alain Peña, Hugo Lopes / Tiago Neves, Delbin García / Hugo Varela, Kevin Guerra / Aitor Cambeiro e Santiago Garcia / Nestor Casal, os quais viriam a terminar por esta ordem.

    Os lugares da frente foram, assim, sempre discutidos pelas mesmas cinco duplas, sendo que três delas dividiram os melhores tempos nos 10 troços e 136,53 km cronometrados deste Rally Princesa de Astúrias (inicialmente eram 11 Especiais, mas a ES5 foi neutralizada): Cachón / ‘Jandrin’ foram os mais rápidos nas ES1, ES2, ES6, ES7 e ES9, acrescendo, com isso 2,25 pontos adicionais ao pecúlio de 25 pontos que lhes foi atribuído pela vitória; Muniz / Martinez venceram as ES3 e ES4 e Monarri / Vela as ES8, ES10 e ES 11. Cachón alcançou, também, nova vitória na Junior Cup da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, troféu reservado a pilotos com menos de 25 anos (nascidos em ou após 1 de janeiro de 1995), aqui impondo-se a Roberto Blach e a Míquel Socias.

  • Clássicos: Rui Costa conquista ““pole position” em Braga

    Domínio nos treinos livres e na qualificação, o Ford Escort de Rui Costa esteve imparável, apesar da muita luta movida por João Macedo Silva e o seu Porsche 911 RSR.

    O Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos cumpre mais uma jornada no Circuito Vasco Sameiro integrado no Braga Racing Weekend 2 que se realiza este fim de semana. Desta feita com público nas bancadas. Situação possível devido ao rigoroso cumprimento das normas de segurança sanitária da Direção Geral de Saúde por parte da ANPAC e dos organizadores, o Cami Motorsport.

    O dia de sábado foi reservado para as sessões de treinos livres e de qualificação e em ambos os exercícios, Rui Costa e o seu Ford Escort RS 1600 foram os melhores, arrancando o piloto nortenho a “pole position” para a primeira corrida, sendo o mais rápido entre os H75.

    No segundo lugar da grelha de partida ficou o Porsche 911 RSR de João Macedo Silva, uma melhoria imensa face ao treino livre onde não passou do 6º lugar. A segunda fila da grelha foi ocupada por Rui Alves (Ford Escort RS 1600) e por António Soares (Ford Escort RS 2000). O primeiro foi o terceiro melhor dos H75, o segundo foi o mais rápido do Grupo 5.

    O segundo mais rápido do Grupo 5 e colocado na terceira fila da grelha, João Cruz (Ford Escort RS 1600) ficou na frente do BMW 323i de Jorge Cruz, o melhor dos H81. O terceiro mais rápido dos Grupo 5 foi o BMW 2002 Ti de Marco e Simplício Pinto, enquanto nos H81, o segundo melhor foi o Ford Escort RS 2000 de Filipe Nogueira posicionado no 12º lugar da grelha.

    Destaque, ainda, para a liderança do Alfa Romeo 1750 GTAm de João Paulo Lima nos H71 e de Luís Liberal cujo Ford Escort RS 2000 de Grupo 1 foi o 7º na grelha de partida. Amanhã, os Clássicos vão cumprir as duas corridas deste jornada dupla do Braga Racing Weekend 2, com transmissão em direto no Facebook da ANPAC às 10.50 e às 15.20.

  • Kia GT Cup arranca com qualificação emotiva no regresso a Braga

    Diabólicas! Assim se podem descrever as duas sessões de qualificação do Kia GT Cup no Braga Racing Weekend promovido pela Associação Nacional de Pilotos de Automóveis Clássicos (ANPAC). Marcadas pela indefinição constante dos resultados, os pilotos mais rápidos tiveram de fazer uso de todos os seus recursos ao volante e do conhecimento técnico das suas equipas de modo a garantirem a pole-position para as corridas que terão lugar no Domingo.

    Se dúvidas houvesse, o facto de os treinos cronometrados terem contado com cinco protagonistas distintos é a maior prova da competitividade que neste momento paira no Troféu monomarca promovido pela Kia Portugal e a CRM Motorsport. Na primeira sessão de 15 minutos, Manuel Gião foi o mais rápido na categoria Pro, Gonçalo Inácio na categoria Club e Manuel Alves na categoria Júnior. Na segunda, o destaque recaiu sobre Alex Areia, novamente em Gonçalo Inácio (único a repetir a pole-position) e em Pedro Pinto.

    Q1 com diferenças mínimas

    Ao garantir o 2o melhor registo entre os Pro, o vila-realense Pedro Alves prepara-se para dividir a primeira linha da grelha com Manuel Gião e esperar que uma boa posição de partida se traduza numa candidatura ao que seria o seu primeiro triunfo ao volante do Ceed GT. Atrás deste duo irão partir Alex Areia, Francisco Carvalho e João Aguiar- Branco, na dianteira de Hugo Araújo, convidado da Kia Portugal que deixou elogios e demonstrou uma excelente adaptação ao carro #7.

    Na categoria Club, o rápido e experiente Gonçalo Inácio superou por 4 décimos de segundo o 2o classificado, Manuel Rodrigues de Sousa, que continua a realizar uma época de estreia muito positiva ao volante do Picanto GT #34 assistido pela Gianfranco Motorsport.

    Tiago Madeira assinalou o seu regresso ao Troféu com o 3o tempo, em mais um sinal do bom trabalho efetuado pela MG Competição, ao passo que as marcas registadas por Pompeu Simões, Vítor Gouveia, André Regueiro, Samuel Teixeira e Luís Lourenço deixam antever uma batalha muito interessante entre estes pilotos.

    Entre os aguerridos pilotos da categoria Júnior, emoção até ao fim, com Manuel Alves, vencedor no Estoril, a superar pela margem mínima (132 milésimos) Gustavo Moura Júnior. Mas também Orlando Batina, que ficou a incríveis 29 milésimos de sair da 1a linha da grelha, e igualmente Pedro Pinto, que concluiu a sessão a apenas 11 milésimos deste. Um quarteto de luxo que promete protagonizar uma grande corrida, mas que terá pela frente a ameaça dos jovens Tomás Guedes, Rafael Antunes e Miguel Lourenço.

    Q2 também foi discutida de forma acesa

    Na segunda sessão de treinos cronometrados, assistiu-se a um maravilhoso confronto entre Alex Areia, Manuel Gião e Francisco Carvalho, que concluíram os 15 minutos do tempo regulamentar separados por meros 80 milésimos de segundo. Um resultado que deixa o piloto da Speedy Motorsport (Areia) extremamente motivado após a ausência forçada no Estoril.

    No palco onde realizou em 2018 a sua estreia como piloto, João Aguiar-Branco vai arrancar do 4o posto entre os pilotos que se encontram ao volante do Ceed GT, superando o Pro Pedro Alves e o Guest Hugo Araújo.

    Repetindo o feito obtido na primeira qualificação, Gonçalo Inácio vai partir novamente do 1o lugar da grelha para a segunda e derradeira corrida do fim-de-semana. Ao seu lado estará, uma vez mais, o carro #34, desta feita conduzido por Francisco Matos Gil.

    Pompeu Simões registou o 3o tempo, resultado que, como o próprio admitiu, enaltece a evolução que tem assinalado ao volante do Picanto GT #2. Fazendo a estreia pela G2B Motorsport, o 4o tempo de André Regueiro indica que a relação entre as partes começou com o pé direito, terminando a sessão à frente de Miguel Martins, Vítor Gouveia, Luís Lourenço e Samuel Teixeira.

    Entre os juniores, destaque para o atual líder da categoria, Pedro Pinto, que contará com a companhia de Manuel Alves e Gustavo Moura Jr. Depois de ter garantido o 2o lugar da grelha para a Corrida 1, Orlando Batina irá agora partir da 4a posição. Seguem-se Tomás Guedes, Rafael Antunes e Miguel Lourenço.

    Marcadas para as 10h00 e 14h30, as duas corridas serão transmitidas em direto através da página de Facebook do Kia GT Cup (@kiagtcup). Os tempos online podem ser seguidos em simultâneo através do link cami.cronobandeira.com .

  • Rui Nunes com jornada atribulada em Mação

    A jornada de Mação não foi favorável às ambições do piloto alentejano. Vários incidentes condicionaram de forma significativa o seu andamento e o resultado acabou por ser modesto.

    Chegado a esta quinta tirada da temporada nos lugares da frente da tabela pontual, Rui Nunes assumia legítimas aspirações a uma vez mais estar na discussão dos lugares no cimo da tabela.

    Nos treinos, o craque de Montemor-o-Novo, foi quinto classificado, sentindo que “o kart estava com uma boa afinação para esta pista e que tínhamos tudo para ser competitivos”. Mas, Rui Nunes e a sua equipa nem imaginavam o que estava para acontecer. Logo na manga de qualificação inicial, um acidente na primeira volta colocou o piloto fora de prova e, no seguimento, as dificuldades aumentaram.

    Partindo sempre de último nas mangas seguintes, foi tentando encetar recuperações, mas vários incidentes condicionaram sempre o seu andamento e, como tal, o melhor que conseguiu foi um 12º lugar na quarta manga, ficando arredado da presença na semifinal e forçado a sair de Mação com um 22º lugar que nada se coaduna com o talento do piloto.

    A jornada ribatejana foi inglória para as aspirações de Rui Nunes que, mesmo assim, no final, sentia-se “satisfeito. O resultado não foi nada de especial, mas para além de termos rodado sempre forte, diverti-me imenso nesta pista e, sendo a mais perto de casa, tive família e amigos presentes, o que me deixou muito feliz. Quanto ao resultado, são corridas. Nem sempre corre como queremos e, quando assim é, só nos resta perceber o que aconteceu, o que mudar e esquecer rapidamente, concentrando-nos na corrida seguinte!”. O piloto destaca ainda que “podendo deitar fora o pior resultado, o que aconteceu em mação poderá nem beliscar as nossas pretensões e, nas duas provas que faltam, vamos fazer tudo para voltar a estar na discussão pelos lugares do topo!”.

    O Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta prossegue nos próximos dias 9 e 10 de outubro.

  • Velocidade com pelotão de luxo em Braga

    Campeonatos de Portugal de Velocidade 1300, Clássicos e Legends estão de regresso após pausa estival com mais de 80 carros. Lista de inscritos recheada com automóveis e pilotos que vão assegurar o espetáculo na pista bracarense.

    Os Campeonatos de Portugal de Velocidade 1300, Clássicos e Legends voltam ao Circuito Vasco Sameiro com um programa compacto que colocará em pista mais de 80 carros. A jornada dupla das três competições decorrerá nos próximos dias 11 e 12 de setembro, depois da paragem estival.

    O programa do Braga Racing Weekend II fará os pilotos disputar os treinos livres e as sessões cronometradas no sábado, sendo o domingo gordo de emoção com seis corridas. Emoção que será sentida pelo público, finalmente, autorizado a demandar o Circuito Vasco Sameiro, apesar das rigorosas regras de segurança sanitária que estarão em vigor, sublinhadas pela Associação Nacional de Pilotos de Clássicos (ANPAC) e pelo clube organizador, o Cami Motorsport.

    A temporada 2021 chega a meio do seu caminho com a jornada dupla a realizar-se em Braga, tendo como destaque a lista de inscritos no Campeonato de Portugal de Velocidade 1300, uma fortíssima aposta da ANPAC que se está a revelar certeira.

    Contas feitas, estão inscritos 32 automóveis nas classes Desafio ANPAC, Legends e Clássicos. O Desafio ANPAC reúne os carros dos antigos trofeus FEUP e Starlet e nesta altura da competição, é David Vieira (Fiat Punto 85) quem lidera o campeonato com 73 pontos, seguido de António Areal (Fiat Punto 85) com 68 pontos e Manuel Alves (Fiat Punto 85) com 53 pontos.

    Entre os Legends, para lá da aguardada estreia de um carro único em Portugal, o MG Metro da dupla de pai e filho Paulo Miguel e Miguel Miguel e da chegada de Vasco Barros à competição com um Toyota Starlet, albergará, ainda, o Autobianchi A112 Abarth de Abel Marques e Sergio Monteiro, que terá como oposição o Datsun 1000 dos velozes veteranos e líderes da classificação da Taça 1000, Miguel Barata e Veloso Amaral.

    A classificação do campeonato reservada aos Legends tem Paulo Mendes (Toyota Starlet 1300) na liderança com 104 pontos, seguido de José Mota Freitas (Citroen AX Sport) e Jorge Marques (Toyota Starlet).

    Finalmente, entre os clássicos, a categoria H71 preenchida pelo Datsun 1200 de Miguel Barata e Veloso Amaral, enquanto a categoria H75 conta com uma horda de Datsun 1200 liderados por João Braga. O líder da categoria poderá aumentar a sua vantagem sobre Carlos Barbosa da Cruz e José Fafiães, pois estes estarão ausentes do Braga Racing Weekend.

    E se uns, infelizmente, não podem estar presentes, há que destacar o regresso do Datsun 1200 de Victor “Bito” Araújo que trará ainda mais animação à luta pela vitória, contando-se, também, o regresso de Arnaldo Marques.

    As cinco classes do Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos vão marcar presença no Circuito Vasco Sameiro, com a eterna luta entre os Porsche 911 e os Ford Escort. Recordamos as excelentes corridas que os pilotos desta competição ofereceram na última passagem pela pista bracarense.

    Contas feitas ao campeonato, Rui Azevedo (Ford Escort RS 2000) lidera a classificação do Grupo 1 e 3, seguido de Paulo Vieira (Ford Escort RS 2000). No Grupo 5, é o belo Ford Escort RS MK1 de João Cruz quem está na frente com 80 pontos, seguido de Marco e Simplício Pinto (BMW 2002 Ti) com 73 pontos e António Soares (Ford Escort RS 2000), 41 pontos.

    Nos Históricos, até H71 o líder é João Lima com o belíssimo Alfa Romeo 1750 GTAm, enquanto que nos H75 é Rui Alves (Ford Escort RS 1600) que comanda com 71 pontos, seguido de José Macedo Silva (Porsche 911 RSR) com 63 pontos e Mário Meireles (Porsche 911 RSR) com 53 pontos. Finalmente, nos H81, o campeonato é liderado pelo BMW 323i de Jorge Cruz com 106 pontos, seguido de Pedro Poças (Porsche 924) com 54 pontos e Filipe Nogueira (Ford Escort RS 2000) com 40 pontos.

    O Campeonato de Portugal de Velocidade Legends exibe a mais extensa lista de inscritos do Braga Racing Weekend II com 33 carros inscritos. O Ford Sierra RS500 de Luís Barros destaca-se numa lista de automóveis onde pontificam os BMW M3 de Joaquim Soares, António Barros e Paulo Vieira ou ainda os belíssimos BMW 635 CSI de Rui e Miguel Garcia e Pedro Oliveira. Isto sem esquecer a “Dama Sueca”, a Volvo 850 Estate de Nuno Figueiredo.

    No campeonato, nos L1600 a liderança pertence a Artur Monteiro (Citroen Saxo Cup) com 100 pontos, seguido de Marco e Nuno Basílio (Honda Civic) com 68 e Sérgio Pinto (Honda Civic) com 64 pontos.

    Já entre os concorrentes à categoria L2000, primeiro lugar para o Honda Integra Type R de Tiago Ribeiro (106 pontos). Seguem-se João Almeida (Honda Integra Type R) com 60 pontos e no terceiro lugar, o Renault Clio 1.8 16V de Paulo Ferraz com 48 pontos.

    Sérgio Pinto e o seu Honda Civic lideram os L90 com 84 pontos, mais quatro que a dupla Marco e Nuno Basílio (Honda Civic) e mais 19 que Nuno e Daniel Pereira também ao volante de um Honda Civic. Nos L99, está no primeiro lugar do campeonato o BMW M3 de Paulo Vieira com 88 pontos, mais 16 pontos que Joaquim Soares (BMW M3) e mais 25 pontos que Tiago Ribeiro (Honda Integra Type R).

    Entre os concorrentes ao SuperTrophy, Trophy e Super Turismo, destaque para um segundo BMW 320iS pilotado por Jorge Serôdio que vem fazer companhia ao exemplar com história de Luís Império. Regressa o impressionante Volvo S60 de Hélder Moura e Filipe Monteiro e o Honda S2000 de André Tavares e Miguel Mota.

    Mas nas contas do campeonato, é João Luís ao volante do exótico Renault Spider quem lidera a classe Trophy com 99 pontos, seguido de Luís Império (BMW 320iS) com 82 pontos e do Renault Clio RS de Eleutério Duarte com 39. 

    Manuel Fernandes e Hugo Mestre, ao volante do BMW 320d, têm dominado entre os SuperTrophy, tendo 105 pontos registados, seguidos de Filipe Matias ao volante do Volvo 850R, com 78 pontos e Sérgio Moutinho com 41 pontos.

  • Fábio Santos e Ricardo Sismeiro querem estar fortes em Vouzela

    Depois da sua prometedora prestação no Rali de Famalicão, o piloto de Leiria e o seu navegador Ricardo Sismeiro voltam à carga para disputar o Constálica Rally Vouzela, prova que, para além de contar para o Campeonato Centro, pontua para o 4º Desafio Kumho Asfalto e Desafio Kumho Centro.

    Se na prova minhota Fábio Santos pôde fazer quilómetros com o seu Citroën Saxo e ganhar mais experiência, agora no Constálica Rallye a ideia é mais uma vez lutar pelo top cinco no Grupo X1.9. E se tudo correr como esperado, conta que pelo menos o resultado possa ser idêntico.

    “Em termos de objetivo para este rali a ideia é a andar o mais rápido que conseguirmos. Vamos tentar levar as coisas um pouco mais ao limite, forçar o andamento, de forma a obter o melhor resultado possível”, começa por dizer o piloto leiriense. Fábio Santos diz ainda que não já não vai para Vouzela disposto exatamente a fazer o mesmo que em Famalicão: “Penso que já não vamos com a intenção de dosear o andamento ou qualquer coisa do género. Queremos efetivar o nosso andamento. Queremos manter um ritmo forte, mas sem arriscar”.

    O piloto de Leiria tem boas recordações do Constálica Rally Vouzela, pois em anteriores participações “tem-nos corrido sempre bem. Temos sido rápidos. Os troços são do nosso tipo favorito”, sendo que também espera “que o carro esteja à altura. Se tivermos sorte, há de correr tudo bem. Por estarmos mais para trás no campeonato, devido às várias situações que aconteceram, o foco não vai estar num resultado concreto. Não nos interessa ficar em primeiro, mas sim andarmos ao ritmo pretendido e voltar a ter competitividade máxima. Rali a rali é para dar o melhor”, assume Fábio Santos

    No banco da esquerda no Citroën Saxo, Ricardo Sismeiro, navegador e Team Manager da equipa. Também está otimista para a prova do próximo fim-de-semana: “Acreditamos que já deixamos em Famalicão os receios. O que nos irá permitir abordar este rali com o ritmo e a determinação que nos é característica. Não vamos aqui facilitar e vamos em busca das sensações de competitividade e de nos encontrarmos enquanto dupla e o nosso ritmo. E se assim conseguirmos o andamento já vai ser bastante forte”.

    “Em termos de classificativas este rali tem troços de que nós gostamos. São rápidos, onde acreditamos que nos detalhes se irá encontrar a diferença. A organização também nos agrada e agora vamos ver como corre”, acrescenta Ricardo Sismeiro.

    Com 115,89 km de extensão, sendo 58,65km ao cronómetro, o 8º Constálica Rallye de Vouzela, terá organização a cargo do Gondomar Automóvel Sport e vai para a estrada dias 11 e 12 de setembro.

  • Pedro Rosário está de volta ao topo e garante pódio em Mação!

    A prova ribatejana foi palco de mais uma magnífica exibição do multicampeão de Coimbra. De fio a pavio, esteve sempre na luta pelo triunfo e saiu de Mação com mais um brilhante 2º lugar que o recoloca na luta pelo Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta.

    Desde os treinos cronometrados que Pedro Rosário lançou um “aviso à navegação”: estava em Mação para lutar pelos lugares cimeiros e a pista seria o cenário ideal para colocar o plano em ação. Esteve sempre aí, no espaço onde tudo se decide.

    Nas mangas de qualificação, confiante no ritmo que ostentou, Pedro Rosário foi um dos protagonistas da refrega pelos triunfos e saiu desta fase da jornada com um excelente segundo lugar, que o colocava na “pole position” para a semifinal.

    Aí, arrancou muito forte e não deu veleidades aos adversários, dominando a corrida e garantindo assim um lugar na primeira fila para a Final, encarando o momento derradeiro com a certeza de que tinha argumentos para estar claramente entre os melhores.

    E nem o stress extra que duas bandeiras vermelhas sempre causam, abalaram Pedro Rosário que voltou a ser protagonista de um excelente arranque, segurando o 2º lugar, que jamais perdeu até à bandeirada de xadrez, garantindo assim mais um pódio para o seu palmarés invejável e assinando também uma excelente operação pontual para o campeonato.

    No fecho da jornada de Mação, o piloto estava obviamente feliz: “esta foi uma excelente jornada para nós divertirmos bastante e disfrutamos da condução nesta pista bastante técnica. Traçamos como objetivo para esta prova estar no pódio e cá estamos!”, mostrando-se também muito confiante “para as provas que faltam, onde tudo faremos para continuar a ostentar este nível de competitividade”.

    O Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta prossegue nos próximos dias 9 e 10 de outubro.

  • Jorge Machado soma pontos e segue forte no campeonato!

    A visita a Mação transformou-se numa boa operação pontual para Jorge Machado, com o lousadense a voltar aos bons resultados nesta quinta prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta.

    O piloto de Lousada chegou a terras ribatejanas com a motivação em alta, deixando definitivamente para trás o revés sofrido em Sever do Vouga. A época tem corrido de forma muito positiva e Jorge Machado tem estando sempre firme na discussão pelos lugares cimeiros das provas, assumindo-se como um dos principais candidatos a reservar lugar no pódio final no campeonato da supercompetitiva Divisão S1600.

    E esse estatuto arduamente conquistado voltou a ser provado em pista. Em Mação, o lousadense esteve sempre muito rápido aos comandos do Citroen C2 S1600, como provou o sendo lugar obtido no somatório das mangas de qualificação, depois de ter estado sempre na “guerra” pelo domínio das quatro corridas realizadas nesta fase inicial da prova.

    Na sua semifinal, esteve sempre sólido e capaz de suplantar todos os riscos, assegurando um lugar na segunda fila da grelha de partida para a corrida de todas as decisões, colocando-se assim numa excelente posição para sair de Mação com mais um resultado relevante.

    Na final, Jorge Machado arrancou forte e conseguiu evitar todas as habituais confusões da primeira curva. Não teve qualquer erro ao longo de toda a corrida e almejou terminar num excelente 4º lugar, que marca o regresso do piloto aos bons resultados.

    Como tal, Jorge Machado estava naturalmente satisfeito no final: “esta foi uma corrida muito dura, própria desta divisão. São muitos e bons os candidatos aos lugares da frente e, uma vez mais, estivemos no grupo, na luta, taco-a-taco, cientes do nosso valor. O carro esteve muito bem e o 4º lugar final é bom, embora esperássemos um pouco mais”. O piloto lousadense destaca ainda a boa recolha pontual:“amealhamos bons pontos para campeonato, ganhamos vantagem sobre os nossos adversários e mantemos as aspirações na luta pelo pódio do campeonato”.

    O Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta prossegue nos próximos dias 9 e 10 de outubro.

  • Exibição positiva de Nuno Araújo em Mação

    O piloto do ENI/EQS Racing Team esteve forte na 5ª prova da temporada do Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta. Um toque sofrido logo no arranque para a final, impediu-o de lutar até ao fim e o 7º lugar final foi magro pecúlio.

    Nuno Araújo e o Audi A1 S1600 encararam o Ralicross de Mação com a firme disposição de lutar pelas posições de topo da Divisão S1600, mesmo estando a equipa ciente de que esta é uma época onde o foco principal está na adaptação do piloto de Penafiel à sua nova “montada”.

    Durante os treinos, o piloto penafidelense foi “trabalhando a afinação do Audi para esta pista tão particular. A equipa esteve incansável para e tentar proporcionar o melhor “setup” e encaramos a qualificação com ambição”.

    As duas mangas realizadas durante a jornada de sábado revelaram-se um desafio duro, próprio da divisão mais competitiva do campeonato e onde uma dezena de pilotos se apresenta com reais possibilidades de lutar sempre pelo domínio. Nuno Araújo terminou a jornada na 9ª posição, mas ciente de que tinha sido “um bom dia de trabalho. Estivemos sempre na luta, mas, aqui e ali, não tivemos a sorte do nosso lado. Mas no fecho do primeiro dia, ficamos com a certeza de que estávamos competitivos e que poderíamos melhor muito no domingo”.

    E assim aconteceu. O muito público presente na decisiva jornada dominical assistiria a uma exibição forte do piloto do Audi A1 S600 que rodou sempre rápido e coroou esse andamento com uma vitória e um 3º lugar nas duas mangas finais de qualificação, terminando esta fase da prova num excelente 3º lugar, garantindo uma posição na 1ª fila da grelha para a semifinal.

    Aqui, Nuno Araújo voltou a estar bem, lutando até ao fecho pela vitória, terminando no 2º posto, rubricando a melhor volta da corrida e atingindo a final, com a reserva de um lugar na primeira fila da grelha para a corrida de todas as decisões. Nessa altura, Nuno Araújo sentia-se “muito feliz e orgulhoso pelo andamento e pela capacidade que estávamos a demonstrar de conseguirmos ser competitivos e estarmos na discussão dos lugares cimeiros. Esta está a ser uma época de aprendizagem do carro atribulada, mas, corrida após corrida, começamos a evoluir e a aumentar a ambição”.

    Estava tudo em aberto para a final. Só que o infortúnio ia bater rapidamente à porta. Autor de um arranque muito eficaz, Nuno Araújo abordou a primeira curva do circuito com possibilidades de disputar a liderança da corrida, mas, logo na entrada dessa direita, sofreu um toque violento que atirou o Audi A1 S1600 para a barreira de terra de onde já não saiu.

    Foi um desfecho tão ingrato, quanto injusto, que deixou o piloto “muito desiludido, não apenas por mim, mas sobretudo pela equipa e por todos quantos apoiam o nosso projeto. Realizamos uma boa partida e senti que tínhamos andamento para lutar por um bom lugar, possivelmente um pódio. Infelizmente, sofri um toque e nada pude fazer”, quedando-se por um inglório 7º lugar final. Fica, segundo Nuno Araújo, a certeza de que “somos cada vez mais competitivos e tenho a certeza de que os bons resultados vão aparecer e anda este ano, mesmo sendo uma época de adaptação. Quero agradecer a minha família, à minha equipa de assistência, à IntegraSupport e aos patrocinadores todo o apoio que me têm dado. Agora é pensar já na próxima corrida!”, que se realizará nos próximos dias 9 e 10 de outubro.