Foi mais uma corrida eximia de Filipe Albuquerque e dos seus companheiros de equipa na United Autosports, Phil Hanson e a Fabio Scherer hoje em Spa-Francorchamps. O trio largou da ‘pole position’ e arrecadou a primeira vitória da época na jornada de abertura do Campeonato do Mundo de Resistência LMP2. A melhor forma de começar a temporada quando o objectivo é revalidar o título de 2020.
O fim-de-semana já tinha começado bem, com os pilotos do Oreca #22 sempre a marcar o ritmo e a corrida confirmou tudo isso: um andamento notável do carro e dos três pilotos sempre muito focados na vitória.
Filipe Albuquerque não escondia a felicidade de uma fim-de-semana que considera dos melhores da sua carreira: “Foi uma semana incrível: sistematicamente os mais rápidos desde os treinos livres. Conseguimos a ‘pole’ com meio segundo de avanço e ganhámos a corrida com mais de um minuto de vantagem, liderámos do principio ao fim. Um domínio avassalador. Toda a equipa está de parabéns pelo excelente trabalho. Não poderíamos querer melhor”, começou por explicar o piloto de Coimbra.
Primeira vitória, primeiro lugar no Campeonato: “É muito importante começar com este nível sobretudo num ano em que o Campeonato está mais competitivo que nunca com pilotos muito rápidos e de renome internacional. Demos hoje o primeiro passo para a meta que pretendemos atingir: renovar o título mundial”, concluiu Filipe Albuquerque.
A próxima corrida acontece a 2 junho no Autódromo Internacional do Algarve.
Do Alentejo até Lousada para rugir entre os bravos! Eis a saga de Rui Nunes no arranque de mais uma endiabrada época do Kartcross nacional. O piloto deixou tudo em Lousada e assumiu-se como um dos candidatos ao título!
Simplesmente notável. Rui Nunes puxou pelos
galões e rubricou uma exibição de gala no arranque do Campeonato de Portugal de
Kartcross by Diatosta, que teve lugar no Eurocircuito da Costilha, em Lousada.
O alentejano queria “mostrar um andamento
forte desde o momento inicial e perceber bem se tínhamos capacidade para estar
na guerra pela supremacia”. Se bem o pensou, melhor o executou. Foi 5º
nos treinos e venceu e convenceu todas as séries em que participou. No escalonamento
geral das mangas, foi 6º e 3º nas duas de sábado, registando uma vitória e um
3º posto nas mangas de domingo.
E chegou então a hora das semifinais que,
pela quantidade e qualidade dos contendores, se transformaram em arenas para
verdadeiros gladiadores. Aliás, Rui Nunes não deixa de destacar que “é
incrível andar no meio deste pelotão, seja nas mangas, seja nas finais. É brutal!
Duro, aguerrido, aceso e exigindo tudo de nós. É como eu gosto!”.
Quanto à sua performance, simplesmente partiu que nem um foguete, assumiu a liderança e dominou de fio a pavio, reservando um lugar na fila da frente da corrida decisiva. No “momento da verdade”, voltou a arrancar de forma eficaz e ficou na luta pela vitória, conseguindo escapar dos habituais toques nos primeiros momentos da corrida. Optou por ir à “joker lap” cedo, para tentar limpar o terreno e rodar mais rápido, mas “um pequeno toque que dei num adversário à saída da joker lap acabou por me atrasar e tive de me contentar com o 3º lugar pois, na sequência do incidente, fiquei longe do duo da frente”.
No rescaldo, Rui Nunes considerou que “embora
fiquemos com um sentimento agridoce, pois saímos de Lousada com a convicção de
que poderíamos ter vencido, este 3º lugar é um resultado positivo, que nos dá
confiança para a dura época que temos pela frente”.
O Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta prossegue entre 14 e 16 de Maio em Montalegre.
O arranque da época em Lousada foi aziago para o piloto de Coimbra está pronto para enfrentar a cada vez mais feroz “matilha” do kartcross. Toques e problemas mecânicos ditaram um resultado menos bem conseguido.
Não foi nada
fácil para Pedro Rosário o começo de época. Isto porque o fim de semana do
piloto conimbricense se transformou num autêntico ‘calvário’. Normalmente
envolvido na discussão pelas posições cimeiras, desta vez, uma sucessão de
azares impediram-no de exprimir o seu real valor.
Embora nos
treinos Pedro Rosário tenha tido um começo de jornada prometedor, tudo se
complicou depois na primeira manga, onde não evitou um capotanço que lhe afetou
o resto do fim de semana. A equipa trabalhou afincadamente para recuperar o
carro para a segunda manga. Um esforço inglório depois de voltar a sofrer novo
acidente e ter tido problemas de motor. Caíram assim por terra as esperanças de
sair no Eurocircuito da Costilha com um bom resultado, condizente com os
pergaminhos do piloto de Coimbra.
Pedro Rosário
ainda alinhou no ‘warm-up’ de domingo, mas acabaria por optar por abandonar a
prova, devido a todos os problemas e percalços da véspera.“Foi pena.
Pois penso que tínhamos andamento para irmos mais longe. Numa competição destas
o nível é muito alto e temos de andar sempre a cem por cento e não termos
quaisquer percalços. O que não foi o caso. Mas a equipa foi incansável ao
tentar colocar o carro em condições para poder continuar. Infelizmente tive
problemas mecânicos que, se percebeu mais tarde, não permitiria manter em
prova. Assim tenho de pensar na próxima prova e voltar ainda com mais garra e
com motivação para vencer”, reiterou o piloto de Coimbra.
Pedro Rosário marca assim novo encontro com o Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta entre 14 e 16 de Maio em Montalegre, esperando fazer esquecer os azares sentidos no começo da temporada.
Só um acidente na partida para semifinal impediu que o piloto pudesse atingir a final no seu ‘batismo’ na categoria rainha do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta em Lousada.
Como qualquer
estreia, a de Tiago Ferreira revestia-se de especial importância, pois
tratando-se da S1600 – a mais competitiva e espetacular Divisão da disciplina –
a sua prestação estava sob maior escrutínio. Tudo começou bem, pois desde o
início se mostrou rápido e constante, lutando de igual para igual com os
melhores.
Ainda assim
‘sentiu na pele’ o equilíbrio existente, com toques que condicionaram a sua
prestação. Tiago foi envolvido num acidente coletivo sem hipótese de ‘fuga’, e
o impediu de atingir a ambicionada final. Algo que faz parte da aprendizagem
neste ‘musculado’ escalão.
“Cumprimos os
objetivos, que eram os de rodar o mais possível sem problemas e voluir o máximo
nesta divisão”, começou por dizer Tiago Ferreira, que lamenta o
percalço num fim de semana que tinha tudo para correr bem: “Foi pena o
acidente no arranque da semifinal, em que fui envolvido. Uma carambola, da qual
não tive hipótese de fugir, e que me atrasou bastante. Com isso não tive a
possibilidade de tentar lutar para chegar à final. Com isso terminamos na 13ª
posição”.
Mas o piloto não ‘desarma’ e já pensa na segunda prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que prossegue entre os dias 14 e 16 de Maio. “Agora vamos preparar Montalegre da melhor forma para nos aproximarmos dos adversários”, acrescenta.
É já longa a “série negra” que tem afetado o rápido piloto lousadense. Ainda não foi desta que conseguiu ter uma prova sem que os azares lhe retirassem a hipótese de estar na luta pelo triunfo.
O começo de prova de António Sousa indiciava um primeiro fim de semana competitivo prometedor. O piloto da SRT Motorsport tinha prometido andar ao ataque em todas as mangas de modo a lutar pelos lugares cimeiros da corrida e fê-lo. Nos dois primeiros confrontos realizados no sábado esteve em bom nível, conseguindo chegar ao terceiro posto. Já no domingo, e face às condições climatéricas difíceis, optou por um ‘set-up’ de chuva. O que se revelou prejudicial já que com a situação a mudar depois de uma grande espera a pista secou. O que se refletiu nos resultados, pois não foi além de um quinto e um sexto lugares.
Mas depois
voltou a aparecer a malapata. Sentindo o carro “em muito boas condições, consegui
partir de forma perfeita e assumi a liderança, mas foi mostrada a bandeira
vermelha. No recomeço, fiz novamente um excelente arranque e ficamos na luta
pelos lugares cimeiros, mas quando da ida à Joker Lap um problema técnico calou
o carro e perdemos todas as hipóteses de continuar”, conta o piloto do
Peugeot 208 S1600.
Foi um final inglório
para António Sousa, que prometia tanto e acabou por ‘morrer na praia’. Mesmo
assim vê aspetos positivos desta participação: “Mostramos andamento e
valores para lutar pela primazia no campeonato. Tivemos pena pelo problema na
semifinal, que nos impossibilitou de ir à final e tentar discutir um outro
resultado. Vamos para a próxima prova motivados e com ganas de lutar pela
vitória como fizemos na época transata”.
O Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta prossegue entre 14 e 16 de Maio em Montalegre.
Na jornada que marcou a abertura da época no Campeonato de Portugal de Ralycross by Diatosta, o piloto do Citroen C2 S1600 mostrou a razão de ser um dos nomes a reter na Divisão, à imagem do que tinha sucedido no ano transato.
Com a garra que lhe é habitual Jorge Machado andou
ao ataque na jornada de sábado, mas nem tudo correu de feição e acabaria o dia
apenas no décimo posto. Por isso apontou para domingo lutar em todas as mangas
para conseguir ‘trepar’ na classificação. Alguns acertos ao Citroën permitiram
ao piloto lousadense garantir dois quartos lugares. O que o catapultou para os
lugares cimeiros e desse forma lhe garantiu um lugar na semi-final.
Uma excelente exibição veio a permitir a
Jorge Machado um segundo lugar que o colocou na final, apesar de uma semi-final
que teve duas partidas devido a um toque que interrompeu a prova. Uma
recuperação que mostrava a motivação que o piloto do C2 S1600 tinha para sair
deste primeiro evento do ano com um bom resultado. E na final não desiludiu,
fez um sensacional arranque e colocou-se no segundo posto, que não conseguiu
‘segurar’ depois com a ida à Joker Lap. Ainda assim o terceiro posto deixou-o
radiante.
“Entrei em pista e dei tudo de mim e do
carro não foi fácil, mas consegui um pódio. Este é mais um pódio para o piloto
que desde a época passa sempre que acaba uma corrida tem sido sempre nos
lugares do pódio”,
confessou Jorge Machado pouco depois de concluída a prova que marcou o início
da sua segunda temporada na Divisão S1600. Uma categoria que é a mais
competitiva do PTRX, e onde está naturalmente apostado a capitalizar a
experiência adquirida em 2020.
A evolução na condução do piloto Lousadense é evidente e progressiva, permitindo-lhe exprimir todo o seu talento, para já com pódios, mas certamente com o objetivo de conseguir mais e melhor. Por isso 2021 será ”uma época para dar continuidade ao trabalho realizado em 2020. Tudo indica que o nível geral de competitividade ainda vai aumentar e perante um cenário de duas dezenas de participantes, temos a perfeita noção de que a tarefa de nos mantermos nos lugares de topo ficou ainda mais difícil”. Mas Jorge Machado não se intimida com os desafios que tem pela frente, já que confia “na equipa e no Citroën C2 para estar à altura do desafio”. E reitera: ”vamos atacar o campeonato prova, evitando sobressaltos e tentando estar sempre no sítio certo para pontuar forte e nos colocarmos na luta pelos lugares do topo da tabela em cada corrida e no final do campeonato”.
O Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta prossegue entre 14 e 16 de Maio em Montalegre.
João e Gonçalo Novo estiveram mais uma vez em destaque nas divisões SuperCar e Iniciação, sendo que o ‘benjamim’ da equipa coroou a sua participação com um meritório segundo posto e o piloto do Peugeot 206 Supercar foi traído pela mecânica após uma exbição que merecia ser ‘coroada’ com o pódio.
Os dois
pilotos da Motofil evidenciaram neste começo de temporada no Campeonato de
Portugal de Rallycross by Diatosta um andamento que lhe proporcionava almejarem
as primeiras posições, tanto na categoria SuperCar como na Iniciação.
Aos comandos do Peugeot 206 SuperCar, uma máquina impressionante, mas mesmo assim tecnicamente inferior a outras ‘montadas’ na classe, João Novo mostrou-se irreverente e inconformado com esse facto, e com o seu talento de condução fez a diferença. Um facto que o ajudou a lutar com os mais rápidos e a vencer uma das mangas. Daí que o acesso à final tenha surgido com alguma naturalidade. “Sabia que só arriscando um pouco teria hipótese de começar a época com um bom resultado. Por isso a minha atitude foi sempre andar ao ataque. Foi o que fiz até à corrida final”, contou o piloto da Motofil.
Infelizmente a
mecânica do carro francês não quis colaborar. Pois a transmissão cedeu e isso
acabou com quaisquer possibilidades de João sair de Lousada com um bom
resultado e uma mais do que possível subida ao pódio. O quarto posto foi o
desfecho possível. No final o piloto admitia a sua tristeza: “Foi
frustrante. Sei que tinha andamento suficiente para discutir os primeiros
lugares, senão mesmo a vitória. Teremos agora de analisar e perceber o que
aconteceu e porque sucedeu”.
Felizmente
para o ‘benjamim’ da equipa a sorte foi bem diferente. Gonçalo Novo esteve em
plano de evidência na Divisão Iniciação, andando sempre pelos lugares da
frente, no pequeno, mas ‘endiabrado’ Toyota Starlet. Rematou a sua exibição com
um segundo lugar que espelhou o talento e o empenho, que o deixam a apontar
para objetivos ambiciosos. “Foi um bom começo de temporada. Tudo correu
de feição, ou quase, porque queria vencer. Mas ficou a ideia que vou poder
lutar pelas vitórias em todas as provas e certamente que o título é uma
possibilidade real”.
O Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta prossegue entre 14 e 16 de Maio em Montalegre.
O lousadense deu um recital de condução com o Renault Twingo S1600 construído pela Set Promotion e merecia que a sorte lhe permitisse lutar pela vitória até ao fim. Ficaram as boas indicações para o resto do campeonato.
Foi com uma exibição de luxo que Sérgio Dias brindou os presentes no Eurocircuito da Costilha, que só foi travada por um acidente. Já se contava que, a correr em casa, o piloto lousadense fosse motivado para andar nos lugares cimeiros, e provou-o. Logo na jornada inaugural, durante o dia de sábado, tirou bom partido do Twingo e, com um andamento rápido, ‘arrancou’ um sexto e um terceiro lugares, anunciando uma grande performance para domingo, que conseguiria até à semifinal, com um lugar na frente da grelha e um segundo lugar na terceira manga.
Só que estava
traçado um desfecho menos feliz, pois logo na largada para a semifinal um toque
deitou tudo a perder. “Estávamos com um ritmo bastante bom, mas um
arranque menos conseguido, por causa da muita terra na nossa posição,
dificultou a tarefa e tive um toque que me enviou ao rail, e nada houve a
fazer”, começou por contar, prosseguindo: “Estou motivado e
satisfeito com o nosso trabalho. Mostramos que estamos na luta e que vão ter de
contar comigo nas próximas corridas. Estou convicto de que poderemos estar na
discussão do pódio final do campeonato”.
O Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta prossegue entre 14 e 16 de Maio em Montalegre.
O piloto de Fafe voltou a estar na luta pela vitória, agora integrado na nova e competitiva divisão reservada aos carros de duas rodas motrizes e com motores até dois litros. O duelo foi aceso e as diferenças escassas. O 3º lugar final é motivador para o resto da temporada.
1,3 segundos foi a diferença que, no final da 30ª Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida, separou os três primeiros colocados da Divisão Turismos 3. A “dança das cadeiras” foi intensa e, como refere Parcídio Summavielle, a vitória “poderia ter pendido para qualquer um de nós. Foi uma luta muito intensa com vários adversários de enorme valor. Um abraço muito especial para o Sérgio Nogueira que se aplicou a fundo e fez uma prova fantástica!”.
O piloto do Renault Clio R3 com as cores da USO voltou a aplicar a receita que já lhe granjeou muitos títulos na Montanha: andamento forte e sem erros, extraindo tudo do Renault, mas sem deixar de “gerir a minha prova o melhor possível, sempre com a ideia de que tenho o Clio à venda e que seria uma estupidez estragar tudo”. Essa gestão condicionou um pouco o “forcing final, mas, curiosamente, quando terminei a última subida estava convencido que tinha conseguido baixar o meu tempo, mas tal não aconteceu e tive de me contentar com o 3º lugar, que não deixa de ser um bom resultado neste início de época. Não é possível ganhar sempre mas é possível batermo-nos sempre pelos melhores resultados com as armas que tivermos à mão!”.
Parcídio Summavielle sai da Arrábida motivado e sabendo que “o campeonato está a começar. Vamos à luta, embora tendo noção de que a qualquer momento podemos ter de trocar de montada”. Senhor de um palmarés impressionante, onde se incluem já três vitórias consecutivas na sua divisão, o fafense encara esta época como sendo “de transição e, portanto, a estratégia vai ser montada prova a prova”. No futuro, Parcídio Summavielle quer “dar o salto para uma das categorias rainhas. Estamos a trabalhar no projeto e tenho esperanças de que seja em 2022”.
O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada da Montanha.
Tudo a postos para o arranque da Temporada 4 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, iniciativa que as filiais PEUGEOT de Portugal e de Espanha e a Sports & You levam a cabo desde 2018, e que este ano voltará a apostar no formato de seis ralis, corridos nos dois países da Península Ibérica. Nesta edição concentram-se em Portugal as jornadas de terra e em Espanha os ralis em pisos de asfalto.
A primeira prova vai para a estrada já neste fim-de-semana, no Rali Terras d’Aboboreira, contando-se 17 ‘Leões’ inscritos neste primeiro confronto da época, aos comandos dos PEUGEOT 208 Rally4, criação da Divisão de competição cliente da PEUGEOT Sport. Ao plantel que, nas anteriores três temporadas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, animou as batalhas nos troços portugueses e espanhóis, juntam-se duas equipas estreantes na copa. Contam-se 10 duplas espanholas, entre elas a do ‘Campeão’ de 2018, seis portuguesas, incluindo o Campeão de Portugal de Ralis de 2002, e ainda uma formação britânica.
Jornada inaugural do Campeonato de Portugal de Ralis 2021, num formato de dois dias (2 Etapas) e 7 Especiais (100,87 quilómetros ao cronómetro), para um percurso total de 316,22 quilómetros, o Rali Terras d’Aboboreira abrirá, assim, a batalha pelo título da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, o primeiro ‘round’ para se começarem a definir os sucessores de Pedro Antunes / Pedro Alves no Ranking dos Campeões. Esta dupla usufruirá em 2021 do Grande Prémio que conquistou há um ano e que lhe deu acesso a um programa mais completo, dividido entre os campeonatos de ralis de Portugal e dos Açores, integrado na estrutura da Sports & You e sob bandeira da STELLANTIS Motorsport.
Aos comandos dos PEUGEOT 208 Rally4, máquina com assinatura PEUGEOT Sport estreada em 2020 e que registou elevados índices de competitividade e de fiabilidade, irão estar dez duplas espanholas, seis portuguesas e uma britânica, incluindo muitos nomes que, nas anteriores três temporadas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, animaram as batalhas pelos melhores tempos nos múltiplos troços de ralis. A estas juntam-se duas equipas estreantes absolutas na copa.
Respetivamente 2º e 3º classificados da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2020, Alejandro Cachón Rodrigues e Álvaro Muñiz Mora pretendem alcançar um título que lhes escapou por pouco na pretérita edição, algo que Óscar Palomo Ortiz (5º na copa de há um ano) também procurará para si. Do lado luso, com o ‘Campeão’ em título Pedro Antunes a abraçar um novo projeto de ralis, decorrente do Prémio Final que a conquista do título de 2020 lhe garantiu, os melhores classificados na edição de há um ano e que agora arriscam nova tentativa são Pedro Almeida (7º em 2020) e Ernesto Cunha (13º), ambos pretendem fazer bem melhor numa edição que volta a compor-se de seis provas, três em Portugal, todas em terra, outras tantas em Espanha, todas em asfalto.
Outro nome forte é o de Roberto Blach Nuñez, que se sagrou ‘Campeão’ em 2018, em 2020 tentou novo assalto ao título, terminando a época na 9º posição, e que fará, assim, a sua terceira época, algo que também acontece com três dos seus conterrâneos: Josep Bassas Mas (foi 3º em 2019 e 10º em 2020), Delbín García Alonso (12º e 18º) e José María Reyes (9º em 2019, tendo feito apenas um rali no ano passado).
Do lote dos regressados e após um ano de ausência, contam-se o britânico Ruiari Bell, 4º classificado na edição de 2019 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, os portugueses Carlos Fernandes (‘Vice-Campeão’ em 2019; só fez um rali da copa 2020), Ricardo Sousa (15º) e Hugo Lopes (18º), e ainda os espanhóis Alberto Monarri (14º)e Santiago García Paz (17º).
O grupo de 17 ‘Leões’ completa-se com duas estreias absolutas, a do português Miguel Campos, piloto de renome e com um palmarés recheado, que contempla, entre outros, o título absoluto de Campeão de Portugal em 2002 e o de Vice-Campeão Europeu no ano seguinte, ambos alcançados com a PEUGEOT, marca que representou oficialmente entre 2001 e 2005, e ainda o espanhol Kevin Guerra, Vice-Campeão em título do Campeonato das Canárias de Ralis (Terra).