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  • Kumho e ASR Tyres com Iago Gabeiras em 2021

    Continua a aposta da Kumho e da ASR Tyres nos jovens pilotos. Esta temporada o apoio será dado a uma das jovens promessas do automobilismo galego, Iago Gabeiras, vencedor da Copa Suzuki Swift Júnior em 2018.

    Gabeiras enfrentará em 2021 a categoria Júnior R2 da RFEdeA aos comandos de um Peugeot 208 Rallye 4. Contará com o apoio, entre outros, da Kumho e da ASR Tyres, bem como parte do Automóvil Club As Pontes, formação que defenderá durante toda a temporada. O programa de Iago Gabeiras arrancará já no próximo fim de semana em Portugal, no Rallye Terras d’Aboboreira, onde participará aos comandos de um Renault Clio Rallye 5, enquanto aguarda que a sua ‘montada’ definitiva esteja pronta.

    Iago Gabeiras contará com a estrutura da equipa TRS, uma formação com grande experiência em território nacional, que colocará à disposição do piloto galego todo  o seu conhecimento, juntamente com a ASR Tyres e a Kumho. O Peugeot 208 Rallye 4 com que Iago Gabeiras competirá na categoria Júnior R2 é um veículo de tração dianteira, com motor 1.2 PureTech, que disponibiliza uma  potência de 208 cv, a um regime de 290 Nm. Conta com uma caixa de velocidades sequencial de cinco velocidades e um diferencial mecânico autoblocante. Tudo unido aos pneumáticos Kumho.

    À partida para o Rallye Terras d’Aboboreira, Iago Gabeiras mostrou-se empolgado com o desafio que irá enfrentar em 2021: “Estou entusiasmado com o programa que temos para este ano. Decidimos disputar esta prova para recuperar o ritmo, depois da paragem da temporada passada devido à pandemia. Brevemente iremos dispor do Peugeot Rallye 4, um dos cartos mais competitivos da categoria, e o nosso objetivo será lutar pela categoria Júnior R2. Tenho de agradecer ao Automóvil Club As Pontes por confiar em mim, e também à ASR Tyres e à Kumho, já que sem eles não seria possível levar por diante este projeto”.

  • Rali Terras D’Aboboreira: vai arrancar o CPR!

    É já este fim-de-semana de 30 de abril e 1 de maio que tem início o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR). As classificativas de terra da Serra da Aboboreira serão o palco das hostilidades entre os mais de 70 inscritos na prova. O rali organizado pelo Clube Automóvel de Amarante será pontuável para o CPR, mas também para o Campeonato Norte de Ralis (CNR) que realiza assim a sua segunda prova e para a Peugeot Rally Cup Ibérica.

    O centro nevrálgico da prova será em Amarante mas a prova percorrerá, também, os concelhos de Baião e Marco de Canaveses. O Rali será composto por sete especiais de classificação num total de 100,87 quilómetros contra o cronómetro no que ao CPR diz respeito. Quanto ao CNR, que integra ainda o 4º Desafio Kumho Portugal, a prova totalizará 56,27 quilómetros e quatro troços. O programa do fim-de-semana prevê na sexta-feira, 30 abril a realização de duas classificativas cronometradas. Para sábado, 1 de maio terá lugar o restante programa.

    A vasta lista de inscritos, inclui como é habitual, os melhores pilotos de ralis pelo que se pode antecipar o elevado nível de competitividade. Armindo Araújo, atual campeão em título lidera a lista de nomes sonantes onde se juntam Bruno Magalhães, Ricardo Teodósio, José Pedro Fontes, Pedro Meireles e muitos outros que prometem animação, espetáculo e muitas lutas. Destaque ainda para vários pilotos internacionais, sobretudo Pepe Lopez, campeão espanhol em 2020.

    O historial da prova viu Armindo Araújo sair vencedor em 2020, no entanto em 2019 e 2018 foi José Pedro Fontes quem subiu ao lugar mais alto do pódio. Certo é que todos os pilotos estão entusiasmados e determinados para este primeiro confronto. Armindo Araújo reconhece que “temos expectativas elevadas. Admito que quero lutar pela vitória. Vencemos aqui o ano passado na última prova da época com um excelente andamento. Estamos muito motivados, mas cientes que a concorrência também se preparou bem. Vamos dar o nosso melhor e lutar pela vitória”.

    Já José Pedro Fontes que “estar na luta pela vitória em todas as provas e, desta forma, lutar também pelo título absoluto. Quanto a este primeiro rali, apesar de ser relativamente curto, pode ser muito revelador, já que é composto por algumas especiais longas e muito exigentes para os pilotos, mas também para os carros”, enquanto Bruno Magalhães está muito confiante “no nosso regresso aos ralis em terra. Fizemos recentemente um teste para readaptação a este piso. As sensações com o nosso Hyundai i20 R5 foram bastante positivas e toda a equipa está muito motivada com o arranque do campeonato”.

    Ricardo Teodósio assume que vai “ estar no Rali Terras d’Aboboreira para vencer! O campeonato começa agora e sabemos que todos os pontos contam. Por isso, temos de começar, desde já, a amealhar, fazendo o mesmo ao longo da temporada, para que, no fim, todos juntos e somados, nos faça cumprir com os objetivos que nos propusemos com os nossos parceiros. É este o nosso objetivo para este rali e para todas as restantes provas do campeonato.”

    Adruzilo Lopes é o líder do CNR depois da vitória em Vieira do Minho e da luta acesa com Fernando Peres, espetáculo que se espera voltar a ver este fim-de-semana, tendo ainda de se contar com a presença de Gaspar Pinto, 3º na prova inaugural do campeonato. Os 3 pilotos vão utilizar Mitsubishi Lancer EVO IX, com a Kumho a fazer o pleno nos pneumáticos.

    O trio vai ter de enfrentar Vítor Pascoal, com o campeão nacional de GT a marcar uma presença pontual na “sua” prova, também aos comandos de um EVo IX: “Esta é a minha prova ‘caseira’ e decidi estar presente como forma de homenagear e agradecer o apoio dos meus patrocinadores, em particular o Município do Baião, mas também um grande número de parceiros locais que me acompanham na minha carreia e que sem o seu apoio nada disto seria possível.  Esta presença é dedicada a todos eles”, confessou o piloto, que terá a seu lado o navegador Ricardo Faria.

  • Pedro Lança entra com tudo e sai vitorioso entre os Legends na Arrábida!

    No começo de uma época onde comemora 20 anos de carreira Pedro Lança deslocou-se à foz do Rio Sado para um evento que marcou o arranque do Campeonato de Portugal Legends de Montanha, onde a sua condução fez a diferença numa competição onde pontificavam máquinas mais poderosas.

    Logo no primeiro dia da prova do Clube de Motorismo de Setúbal o piloto alentejano mostrou ao que ia e dominou as duas primeiras subidas. Mas infelizmente um problema mecânico no Citroën Saxo impediu a sua presença na derradeira subida da jornada, precisamente a única de prova do calendário do primeiro dia. O que foi aproveitado pelos seus adversário mas, apesar desse revés, Pedro Lança não voltou a cara à luta, e tudo fez para regressar melhor e mais forte para a segunda jornada.

    Apesar de condicionado por não ter concluído a jornada de sábado, o piloto de Sines lançou-se ao ataque nas duas oficiais de domingo e pura e simplesmente “cravou” um novo recorde entre os Legends, terminando a prova com 7,7 segundos de vantagem sobre o seu adversário mais direto. O que naturalmente deixou Pedro Lança satisfeito com o resultado, ainda por cima valorizado pelos problemas da véspera.

    “A prova correu bem apesar dos problemas de sábado. Dei sempre o máximo e a prova disso é a diferença de 2 segundos entre a melhor e a pior subida de todo o fim de semana”, começou por referiu o piloto alentejano em jeito de balanço. Pedro Lança não se dá por contente relativamente aquilo que ainda pode conquistar na presente temporada: “Tenho consciência que ainda se consegue melhorar uma vez que o carro vai com “setup” e pneus de rali, que representa um handicap face aos pneus específicos para montanha. Talvez faça mais uma ou duas provas pois gosto muito desta modalidade”.

    Pedro Lança adianta, no entanto, que os seus planos para este ano não ficam restritos ao Campeonato de Portugal de Montanha, uma vez que essa disciplina tem para si uma limitação geográfica. “Só faria sentido o investimento se fosse para continuar o campeonato o que infelizmente não está em equação dada a concentração a Norte da generalidade das provas e também da falta de “sponsors”, explica.

    O piloto tem no seu calendário a participação nos ralis das Camélias e de Lisboa, pontos altos da comemoração que quer fazer para assinalar as duas décadas de competição.

  • Eva Laranjeira conquista um pódio entre os Clássicos 1300

    Assinando uma exibição sólida e em progressão, Eva Laranjeira foi 3ª na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 e demonstrou ter muita margem de progressão com o novo carro.

    Foi um arranque de época em cheio para Eva Laranjeira. A piloto de Azeitão viveu um “fim-de-semana cheio de emoções que na rampa da minha terra, sendo para mim sempre motivo de felicidade correr em Setúbal!”. Eva Laranjeira encarou este regresso à Arrábida “com a motivação extra de correr em casa e de estrear o meu novo carro, nesta minha inclusão entre os Clássicos 1300. O principal objetivo passava por iniciar a adaptação e desfrutar do novo Peugeot 205 Rallye da MNE Sport, tentando ainda conseguir um resultado de relevo que justificasse todo o esforço da minha equipa”, agradecendo ainda “ao Artur Bastos, pela dedicação que tem tido e pelo carinho que tem comigo”.

    Esta primeira jornada do ano demonstrou, desde já, duas coisas: a excelente preparação que a MNE Sport assinou na construção do Peugeot 205 Rallye e a capacidade da piloto em se adaptar e conseguir evoluir subida após a subida, sendo certo que chegou à Arrábida com um simples teste com o Peugeot. Foi evoluindo os tempos de forma muito significativa, e o pódio alcançado entre os Clássicos 1300 nesta estreia é “um prémio para a equipa e realça a minha gratidão. Sem eles nada disto era possível, sobretudo pelo José Carlos Magalhães que acreditou em mim, mais que eu em alguns momentos, e me proporcionou, depois de muito esforço, muita dedicação e muito amor, este fim de semana espetacular neste carro de sonho!”.

    Eva Laranjeira quis deixar ainda “uma palavra para o CMS – Clube de Motorismo de Setúbal, que, como sempre, conseguiu realizar esta Rampa num momento difícil. Enquanto setubalense, fiquei muito orgulhosa. Os meus parabéns!”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada do CPM JC Group.

  • Nelson Silva quer rodar mais forte no Terras D’Aboboreira

    Depois de um arranque de época muito positivo, o piloto vianense mostra-se ambicioso para a segunda prova da temporada do Campeonato Norte de Ralis. Acompanhado como sempre por José Janela, Nelson Silva quer rodar mais perto dos lugares da frente.

    Para trás ficam já a sólida exibição no Rali de Vieira do Minho e os pontos importantes que a dupla conquistou, terminar em 5º entre os que disputaram a Divisão 1 do Desafio Kumho e dentro dos dez primeiros na tabela pontual do CNR.

    Pele frente estão agora as desafiantes especiais em terra das serras da Aboboreira e do Marão, naquela que será apenas a segunda prova que Nelson Silva disputa na sua carreira nestes pisos, considerando o piloto de Viana que “será um desafio ainda maior. Vamos passar pelas classificativas já depois da enorme caravana do Campeonato de Portugal de Ralis e temo que, sobretudo na segunda passagem, os pisos estejam já degradados, tornando-os muito penalizadores para as mecânicas e apresentando dificuldades acrescidas e que podem condicionar a possibilidade de impormos um ritmo forte e constante. Mas, será igual para todos e vai ser também mais uma excelente oportunidade para eu fazer mais quilómetros, ganhar ainda mais confiança e evoluir a minha condução em terra”.

    Quanto a objetivos para a prova, Nelson Silva assume claramente que “vamos tentar estar uns degraus mais acima na tabela de tempos. Queremos chegar perto do Top 5 da geral e tudo fazer para alcançar o pódio entre os Kumho”, confiando o piloto “na enorme motivação que eu e o José Janela sentimos. Acreditamos muito neste projeto e vamos à luta para melhorar rali após rali”. Nos quinze dias que separaram as duas primeiras provas da temporada do CNR e do 4º Desafio Kumho Portugal, o Mitsubishi Lancer EVO VI foi alvo de “uma revisão das suspensões e das transmissões e procedemos ainda à substituição do diferencial traseiro”.

    O Rali Terras D’Aboboreira decorrerá já de 30 de abril a 1 de março, sob a égide do Clube Automóvel de Amarante.

  • Cláudio Batista com arranque positivo na Arrábida

    Mesmo prejudicado pela cedência da caixa de velocidades do Citroen DS3 R1 logo na segunda subida de sábado, o piloto de Fafe almejou chegar ao triunfo na sua classe e garantir os primeiros pontos na sua divisão e na categoria.

    A prova que assinalou o regresso de Cláudio Batista às lides da Montanha transformou-se num autêntico carrossel de emoções para o piloto e a equipa que representa as cores da Sucesso Automóvel. Depois de ter feito uma sessão inaugural de “warm-up” onde o mote foi “rodar com tranquilidade para conhecer a pista e fazer um teste ao Citroen”, o piloto partiu para a 1ª sessão oficial de treinos cronometrados focado em “ir progressivamente intensificando o andamento, ganhando confiança e percebendo onde me situava na tabela de tempos das diferentes frentes onde estou a competir”.

    Mas, quando negociava a segunda curva do percurso da prova, aconteceu o pior. Na travagem para uma forte esquerda, a “caixa de velocidades cedeu e fui forçado a parar. No regresso à zona de assistência, logo percebemos que não dava para recuperar e iniciamos imediatamente uma corrida contrarrelógio para trazer outra caixa de velocidades. A equipa foi simplesmente fenomenal. Durante anoite, conseguiu mudar o componente e, felizmente, consegui estar à partida da jornada de domingo, embora limitado por estar a usar uma caixa de série”. Perante tal cenário, o piloto focou-se em “garantir que a minha condução não forçasse em demasia, para conseguir marcar tempos nas duas subidas de prova do dia e garantir os primeiros pontos da época”.

    Felizmente, nada mais aconteceu ao Citroen DS3 R1 e Cláudio Batista logrou cumprir o objetivo, alcançando mesmo a vitória na sua classe, garantindo anda uma pontuação muito satisfatória no que concerne às contas da Divisão Turismo 3. No fecho, o balanço que fez era “muito positivo. Adorei estar de volta, após 3 anos e ficamos muito motivados por termos conseguido dar à volta ao problema técnico, sendo ainda muito bom ter vencido a classe e ter marcado pontos. Agora, já só anseio pela prova seguinte!”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada.

  • José Carlos Magalhães arranca época com pódio nos Legends

    A exibição sólida e aguerrida que o piloto da MNE Sport assinou na prova de arranque da temporada, foi recompensada com o 2º lugar entre os Legends, garantindo importantes pontos na luta pelo almejado título.

    O arranque do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group correu de forma muito positiva a José Carlos Magalhães, piloto e team manager da MNE Sport. Aos comandos do seu habitual BMW M3, o piloto nortenho esteve sempre muito sólido e eficaz, assumindo uma posição de protagonismo na luta pela vitória no Campeonato de Portugal Legends de Montanha, dando corpo ao objetivo principal da sua época: conquistar o título.

    A prova setubalense não foi isenta de “alguns pequenos problemas técnicos. Não tivemos tempo para testes intensos na pré-época, embora tenhamos tido todo o cuidado na revisão e preparação do carro e acabou por ser nas subidas iniciais desta primeira prova que fomos procedendo a alguns ajustes e debelando alguns pequenos problemas”. Em pista, José Carlos Magalhães focou-se “em rodar sempre forte, testando limites e ganhando confiança com o conhecimento do traçado. O BMW M3 está competitivo e se não fossem alguns pequenos erros, aqui e ali, julgo que poderíamos ter dado ainda mais luta ao Pedro Lança na discussão da vitória. Poderia ter arriscado ainda um pouco mais, mas havia que pensar nos pontos e no campeonato, pois este vai ser longo e serão vários os pilotos com pretensões ao título”.

    O 2º lugar final entre os Legends deixa o piloto “feliz pois é um resultado positivo, que recompensa os esforços de todos os membros da equipa e, sobretudo, deixa-nos confiantes para as lutas que se avizinham. Não é o ideal nem me deixa completamente satisfeito, pois só entendo a minha presença na competição se for para lutar e alcançar vitórias. Não foi desta, mas vamos ao ataque já na próxima prova!”. Como tal, José Carlos Magalhães foca já “na prova de Boticas onde tudo farei para chegar à primeira vitória da época, deixando aqui um convite a muitos pilotos que estão parados, para que se juntem aos Legends neste fantástico campeonato. Quantos mais competirem, quanto mais luta haja, mais interessante será e a Montanha merece!”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada do CPM JC Group.

  • Nuno Guimarães assina exibição de grande nível na Arrábida

    Nuno Guimarães retomou na 30ª Rampa PÊQUÊPE Arrábida, primeira prova da temporada 2021 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, a sua longa e profícua carreira na modalidade. O piloto da NJ Racing retomava assim a sua adaptação ao SilverCar S2 que adquiriu para a época de 2020, mas que só utilizou na única prova que então disputou, a Rampa Porca de Murça. O regresso do piloto da NJ Racing às lides da Montanha terminou com um resultado muito positivo, que antevê enorme progressão ao longo da época.

    Cumprindo o plano de ação, Nuno Guimarães foi paulatinamente ganhando mão ao SilverCar e ao traçado da Arrábida, baixando progressivamente os treinos e apostando fortemente nas subidas de prova. E culminou a sua exibição com um “forcing” nas duas subidas de prova de domingo, onde rodou que nem um “relógio suíço”, registando a sua melhor marca na derradeira tentativa, ao cravar no cronómetro 1:53.245, com toda esta eficácia a guindar o “Capitão” da NJ Racing, ao 7º posto absoluto, 5º dos protótipos e 30 da Divisão B.

    O resultado e a exibição deixaram Nuno Guimarães “muito feliz. Sentia falta deste ambiente e desta adrenalina. Sabia que a primeira prova seria difícil pois estava parado há mais de um ano e, logicamente, faltava-me ritmo de competição. E essa premissa ainda é mais relevante quando eu estou num combate com grandes pilotos, que muito admiro e de que sou amigo. São ossos duros de roer e de derrotar!”. Como tal, o carismático “Capitão da Montanha” considera que “o resultado e, sobretudo, o andamento que consegui imprimir deixaram-me muito satisfeito. Fiquei anda mais feliz com o resultado do António Rodrigues, meu colega de equipa. O Toni voltou a dar um pódio absoluto à NJ Racing e isso deixa-nos muito orgulhosos!”.

    Quanto ao futuro, Nuno Guimarães quer mesmo “dar muita luta quer ao Toni, quer ao Joaquim Rino e continuarei a ter o pódio absoluto como objetivo. Confio nas minhas capacidades e sei que ainda tenho muita para extrair da capacidade do Silvercar S2. Vou à luta e têm que contar comigo na batalha”, lembrando que “a próxima prova é em Boticas. Adoro o traçado e sei que vou conseguir ser mais rápido. Estou motivado e entusiasmado e também muito feliz por ver este campeonato de que tanto gosto ter tudo para ser um dos mais renhidos dos últimos anos!”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada.

  • Joaquim Teixeira vence Divisão Turismo 2 e alcança pódio na categoria com exibição de luxo

    O piloto e team manager da JT59 Racing Team/Bompiso rubricou uma exibição notável na prova de abertura do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2021. Dominou a seu belo prazer a Divisão Turismo 2 e esteve fantástico na “guerra” da sua Categoria!

    A 30ª edição da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida transformou-se em mais uma jornada de grande nível para Joaquim Teixeira. Senhor de uma carreira longa e laureada com muitos títulos, o piloto transmontano voltou a colocar em pista toda sua reconhecida rapidez e capacidade estratégica, dando um recital de condução aos comandos do Cupra TCR.

    Nada receoso por enfrentar adversários com viatura mais potentes e com quatro rodas motrizes, esteve sempre na batalha pela primazia na Categoria Turismos e apenas 54 milésimos de segundo o separaram de levar para casa a vitória, ficando assim num agridoce segundo lugar que, no entanto, avisa a concorrência de que terão de contar, uma vez mais com ele, na luta por este título nacional.

    Nas contas da Divisão Turismos 2, o domínio de Joaquim Teixeira foi simplesmente avassalador, registando um triunfo musculado e sem oposição. A performance, deixou o piloto “orgulhoso do que fizemos. A prova correu dentro das minhas expectativas. O objetivo primário passava por vencer a divisão e lutar até à última subida pela vitoria na categoria. Cumprimos e ficamos a escassas milésimas de levar as duas vitórias para casa!”. Deixou uma palavra “de grande reconhecimento à minha equipa de mecânicos. Conseguiram resolver todos os problemas que surgiram durante o fim de semana, incluindo um problema elétrico de grande porte. Foram indescritíveis na entrega que colocaram durante o fim de semana”.

    Joaquim Teixeira realçou ainda que “com a crescente adaptação que estou a ter com o Cupra TCR, este ano vou discutir a vitoria na geral dos Turismos em todas as provas do campeonato, mesmo com uma viatura com argumentos inferiores à concorrência. Este resultado e o apoio da família e dos amigos, dão-me mais força para lutar sempre pelo primeiro lugar nas próximas provas!”.

    O piloto e team manager não quis deixar de “agradecer o apoio do Municipio de Boticas, Bompiso, Intermarche (Alijo e Valpacos), ENI Sintética, Potauco, Jacinto Marques Oliveira, Proef, CCT Construção Civil e Obras Publicas e Pizzaria Pasta Fina. São eles que nos permitem estar a este nível”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada da Montanha.

  • António Rodrigues vence Protótipos B na Arrábida e reclama mais um pódio absoluto

    Excelente arranque de época para o vice-campeão nacional. Assinando uma exibição a roçar a perfeição, António Rodrigues reclamou na Arrábida a vitória entre os Protótipos B e um lugar no pódio absoluto da prova.

    O tiro de partida para o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group deu-se a sul, com a 30ª edição da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida a ser um palco de eleição para terminar o “jejum” de quase seis meses sem competição. Mas, este longo defeso em nada afetou as capacidades de António Rodrigues. O piloto do BRC CM 05 EVO da equipa NJ Racing e patrocinado pela Lusimed, deu continuidade ao nível exibicional que ostentou ao longo de 2020 e voltou a estar em destaque.

    Muito rápido, ficou visível praticamente desde a primeira subida que não daria veleidades aos concorrentes diretos na luta pelo domínio da Divisão Protótipos B, construindo uma vitória incontestável. Foi o único desta divisão a rodar sistematicamente abaixo de 1:50, extraindo todo o sumo do protótipo preparado pela FR Power. Quanto à luta pela geral, cedo se percebeu que não lhe escaparia o 3º posto, conquistando assim mais um pódio prestigiante na sua curta, mas rica carreira e assumindo-se como um dos pilotos mais competitivos da modalidade.

    No rescaldo, o piloto da NJ Racing apoiado pela Lusimed considerou ter alcançado “um excelente resultado. Com o carro que temos não há hipótese de lutarmos com os dois protótipos da Divisão A e fizemos o que era possível”.

    Quanto ao resumo do fim-de-semana, António Rodrigues salientou que “comecei bem. Depois, senti alguma dificuldade na adaptação às novas patilhas no volante para as trocas de caixa de velocidades. O sistema não estava a funcionar bem e apanhei dois sustos. Nas subidas oficiais de prova, decidi recorrer à alavanca tradicional, usando de quando em vez as patilhas e acabamos por ultrapassar o problema. Fiz muito bons tempos e consegui este 3º lugar absoluto e a vitória na minha Divisão”, resultado que o piloto de Santa Marta de Penaguião considera “muito positivo e dentro das expectativas, colocando-nos em boa posição para discutirmos os títulos. Estou na luta e ganhei ainda mais alento para dar o máximo já na próxima corrida!”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada da Montanha.