O piloto, que compete sobretudo na Extremadura espanhola, vai fazer uma ‘perninha’ em Serpa, no arranque do Campeonato Sul de Ralis. Prova tem um significado muito especial na sua carreira. Jorge Rita será o navegador que o acompanhará na temporada.
José Batista e Jorge
Rita abordam o Rali Flor do Alentejo com uma perspetiva diferente de quem
alinha no Campeonato Sul de Ralis, já que a dupla do Subaru Impreza WRX compete
habitualmente na vizinha Extremadura e em Serpa estará a recordar o começo de
carreira. Por isso é uma perspetiva completamente dos seus adversários, mas nem
por isso com menos vontade de alcançar um bom resultado.
“O Rali de
Serpa é uma prova muito especial para nós, pois foi nela que nos estreamos nos
ralis regionais, e por isso é com muita satisfação que ali voltamos”, começa por dizer José Batista. Que em
termos de objetivos já traçou prioridades: “A expetativa é, como sempre,
chegar ao fim, andar no nosso ritmo, dar espetáculo e que as pessoas apreciem o
nosso carro. Os objetivos para a época são os de realizar todas as provas sem
desistências e tentar conseguir um bom lugar no campeonato de Espanha”.
O piloto do Subaru
explica que o Impreza WRX foi melhorado por forma a torná-lo mais competitivo e
fiável, de modo que possa permitir alcançar o tipo de classificações almejados.
“Durante o defeso aproveitamos para preparar melhor o carro, A equipa
continua igual, o carro foi evoluído a nível da suspensão. O Subaru continua a
ser um carro que o público adora e essa paixão demonstrada deixa-nos muito
felizes”, considera José Batista, que admite ser o WRX “um carro
que ainda conhecemos mal”.
“Para 2021
apostamos forte no Campeonato da Extremadura de Ralis de Terra. Já tendo
realizado o Rali de Mérida, contamos disputar as restantes três provas desta
competição até ao final do ano”,
adianta o piloto do Subaru, que estará em Serpa, em Vila do Bispo “e
talvez no Rali Alitém. Contamos também fazer a Baja de Portalegre e as 24 horas
de Fronteira com outro tipo de viaturas, logicamente”.
O primeiro embate do piloto algarvio acontece no Rali Flor do Alentejo Cidade de Serpa, que acontece já nos próximos dias 7 e 8 de maio em Serpa, numa organização conjunta da Secção de Motorismo da Sociedade Artística Reguenguense e do Município de Serpa. Tem verificações facultativas na noite de 6ª feira e no sábado, dia 8, realizam-se as verificações durante a manhã e a partir das 12:00 disputam-se 6 troços num total de 60 kms.
A piloto setubalense da MNE Sport vai enfrentar novos adversários na segunda prova da temporada e quer garantir um resultado que lhe permita chegar à liderança da Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 JC Group. Progredir na adaptação ao Peugeot 205 Rallye é outro dos objetivos.
O pódio no arranque de época, na prova
realizada na sua terra natal, deu a Eva Laranjeira um reforço enorme de
confiança e marcou de forma positiva o arranque de uma temporada em que piloto
e equipa decidiram apostar numa mudança para os Clássicos 1300, colocando ao dispor
da craque de Azeitão um belo Peugeot 205 Rallye.
Eva Laranjeira sente-se “muito capaz
de dar continuidade ao trabalho que ostentei em Setúbal. Num fim-de-semana
muito emotivo, pois estava a correr na minha terra natal, consegui evoluir
imenso ao longo de todas as subidas e os tempos foram a prova disso mesmo.
Tenho perfeita noção que esta é só a segunda época da minha carreira como
piloto e que tenho muito a aprender para chegar ao nível que ambiciono, mas
darei sempre tudo, prova a prova, para merecer a confiança da equipa e da família,
sobretudo do José Carlos Magalhães que é incrível no apoio que me dá!”.
A Rampa Internacional de Boticas representará“mais um passo no meu caminho. É também um momento especial pois vou estar a competir integrada numa prova internacional, que muito nos honra”. Eva Laranjeira tem bem presente “os nossos objetivos para Boticas. Focar na adaptação ao Peugeot, usar bem as sessões de treino para conhecer o traçado, ganhar mão ao comportamento do carro e, nas subidas de prova, dar tudo para discutir a vitória, tendo presente que os meus adversários são bons e muito mais experientes”. A piloto não esconde que “a regularidade vai ser compensadora e, como tal, encaro as provas uma a uma, com a cautela necessária para garantir resultados e os respetivos pontos. Quero estar na luta pelo triunfo na Taça até ao fim, não só por mim para, sobretudo, pelo Zé e pela equipa!”.
As lides competitivas começam bem cedo, no sábado, 8 de maio. Às 9 da manhã, acontecerá a 1ª subida oficial de treinos, com a 2ª sessão a estar prevista para o meio-dia. Duas da tarde é o horário reservado para a primeira subida oficial de prova do CPM JC Group. O dia de domingo, 9 de maio, também terá arranque às 9.00 horas, com a 3º e última sessão oficial de treinos. As duas subidas finais a contar para a classificação estão aprazadas, respetivamente, para as 11.30 e as 13.30 horas.
Piloto algarvio ‘ataca’ campeonato a pensar no triunfo na classe e nos lugares cimeiros do Desafio Kumho. Esta é a 23ª temporada da sua longa e farta carreira.
Paulo Anselmo e Pedro Dias da Silva vão estar à partida do Rali Flor do Alentejo, que no próximo fim de semana marca o arranque o Campeonato Sul de Ralis, com o firme propósito de discutir o triunfo na classe que disputam, aos comandos de um BMW 328 Compact, visando não apenas uma classificação ao nível das duas rodas motrizes, mas também na Divisão 2 do Desafio Kumho 2021.
Motivação não falta ao piloto de Olhão, até porque vitórias à classe e nos grupos não lhe têm escapado de há cinco anos para cá: “Continuo a ter a minha própria estrutura – a Paulo Anselmo Competições – sendo que este ano decidi trocar de navegador e levar no banco do lado direito o Pedro Dias da Silva, o filho do copiloto do Fernando Peres. Vamos fazer todo o Campeonato Sul de Rali no BMW 328i Compact de 2 rodas motrizes”, assinala o piloto algarvio, que assume claramente os seus objetivos para 2021: “Este ano vamos novamente lutar pela primeira posição na nossa classe e grupo, e tentar chegar o mais à frente possível em termos de classificação geral e no Desafio Kumho”.
Paulo Anselmo lembra os pergaminhos que tem a defender, pelo que a ‘fasquia’ se mantém alta. “Nos últimos anos temos sido sempre campeões – acontece desde 2016 – onde fomos primeiros em vários classes e grupos que disputamos. E queremos participar nos Ralis de Alitém e de Castelo Branco, provas em que já participamos em 2019 e 2020”.
O primeiro embate do piloto algarvio acontece no Rali Flor do Alentejo Cidade de Serpa, que acontece nos próximos dias 7 e 8 de maio em Serpa, numa organização conjunta da Secção de Motorismo da Sociedade Artística Reguenguense e do Município de Serpa. Tem verificações facultativas na noite de 6ª feira e no sábado, dia 8, realizam-se as verificações durante a manhã e a partir das 12:00 disputam-se 6 troços num total de 60 kms.
Depois de um arranque de sonho no Campeonato de Portugal de
Montanha JC Group, o preparador da Covilhã chega a Boticas seguro do trabalho
de preparação efetuado e assume a ambição de voltar a levar os 3 pilotos que
apoia aos lugares cimeiros da segunda prova da temporada.
Repetir e, se possível, ousar melhorar. Eis o mote com
que a FR Power encara a Rampa Internacional de Boticas, segunda prova da temporada
2021 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, sendo que a estrutura
segue viagem para Trás-os-Montes com a segurança de quem viu António Rodrigues,
Nelson Andrade e Joaquim Rino, os três pilotos que confiam na FR Power para
assegurar toda a preparação e assistência técnica dos seus bólides, a conquistarem
duas vitórias, um pódio absoluto e 3 Top 5 na prova de abertura da temporada.
Rui Ferreira, líder da FR Power, não esconde que “os resultados, em conjunto com a performance e fiabilidade demonstrados na Arrábida pelos dois protótipos e pelo kartcross que estão sob a nossa responsabilidade técnica, não só validaram todo o trabalho realizado na pré-epoca, mas também as afinações que, em conjunto com os pilotos, implementamos para a prova de abertura”. Como tal, a FR Power “deu o litro neste intervalo entre as duas provas para preparar tudo ao pormenor, justificando a confiança que pilotos e equipas em nós depositam”.
O BRC CM 05 EVO de António Rodrigues, vice-campeão nacional
em título e que pertence ao plantel da equipa NJ Racing e o BRC BR49 Evo de
Joaquim Rino, que defende as cores da Articimentos, saíram da Arrábida “impecáveis.
Fizemos a revisão necessária e introduzimos as afinações de chassi específicas
para o traçado de Boticas, muito diferente do da Arrábida. Estamos muito
confiantes de que os resultados vão ser muito bons!”.
Já o AG1000 de Nelson Andrade foi alvo de “uma
profunda intervenção. Para além de uma revisão pormenorizada, mudamos todo o
sistema de travagem pois, ao analisar os dados da Arrábida, sentimos que o
kartcross ficaria ainda mais competitivo com essa alteração, permitindo ao
Nelson ser ainda mais rápido”.
As lides competitivas começam bem cedo, no sábado, 8 de maio. Às 9 da manhã, acontecerá a 1ª subida oficial de treinos, com a 2ª sessão a estar prevista para o meio-dia. Duas da tarde é o horário reservado para a primeira subida oficial de prova do CPM JC Group. O dia de domingo, 9 de maio, também terá arranque às 9.00 horas, com a 3º e última sessão oficial de treinos. As duas subidas finais a contar para a classificação estão aprazadas, respetivamente, para as 11.30 e as 13.30 horas.
O piloto do JT59 Racing Team/Bompiso chega à “sua” rampa com a
motivação no máximo depois da magnifica exibição na Arrábida. O transmontano
quer impor-se na luta nacional dos Turismos e vencer o Grupo 3 da prova do
Europeu.
Competir na Rampa de Boticas é sempre muito
especial para Joaquim Teixeira. O piloto de Trás-os-Montes tem no desafiante
traçado de 5,03 kms desenhado naquele belo município, a jornada “pessoalmente
mais emotiva do ano. Corro literalmente em casa e sou apoiado na minha carreira
pelo Município de Boticas, sendo uma honra divulgar este belo concelho e representá-lo
desportivamente. Sinto sempre uma responsabilidade acrescida e também uma
motivação extra quando aqui corro!”.
E desta feita, a tarefa é ainda “mais
especial pois Boticas recebe pela primeira vez o Europeu de Montanha. Um prémio
merecido para o Município, a quem felicito na pessoa do Sr. Presidente, Engº
Fernando Queiroga, para as nobres gentes desta magnífica terra e para o Demoporto.
Vai ser um fim-de-semana inesquecível e tudo farei para contribuir para o
engrandecimento da prova e da terra”.
Desportivamente, Joaquim Teixeira estabelece 3 objetivos, assumindo que quer “vencer a Categoria Turismos e a Divisão 2 no CPM JC Group e vencer o Grupo 3 da Categoria 1 no Europeu”, tendo a noção de que “são objetivos altos, mas de acordo com o que tem sido o nosso nível competitivo. Estamos no campeonato para lutar pelas vitórias e darei tudo em pista para as conseguir!”. O piloto sente-se “seguro de que tenho as condições técnicas para estar na luta. Conto com a equipa técnica da JT59 Racing Team/Bompiso para me entregar o Cupra TCR naquele nível excelente de preparação a que já me habituou. Depois, é dar tudo contra o cronómetro!”.
As lides competitivas começam bem cedo, no sábado, 8 de maio. Às 9 da manhã, acontecerá a 1ª subida oficial de treinos, com a 2ª sessão a estar prevista para o meio-dia. Duas da tarde é o horário reservado para a primeira subida oficial de prova do CPM JC Group. O dia de domingo, 9 de maio, também terá arranque às 9.00 horas, com a 3º e última sessão oficial de treinos. As duas subidas finais a contar para a classificação estão aprazadas, respetivamente, para as 11.30 e as 13.30 horas.
Quanto ao Europeu, o sábado é reservado por completo às 3 sessões oficiais de treinos do programa da prova, marcadas para as 9.00, 11.30 e 13.30 horas, respetivamente. As subidas a “doer” serão todas no domingo, às 8.00, 10.00 e 12.00 horas.
É pelas mãos do Demoporto que o Campeonato da Europa de Montanha pisa pela primeira vez solo transmontano, com o musculado plantel internacional a juntar-se à forte “armada” do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Mais de seis dezenas de inscritos para um fim-de-semana que promete ser intenso e espetacular.
A
Rampa Internacional de Boticas concentra todas as atenções dos aficionados da
Montanha no próximo fim-de-semana. O desafiante traçado transmontano tem uma
extensão de 5030 metros, apresentando um desnível de 727 metros e uma
inclinação média de 10%, com curvas para todos os gostos e exigindo um foco
tremendo na afinação dos carros, para que a competitividade esteja assegurada.
O evento tem tudo para atingir o ponto mais alto da escala em termos competitivos. O campeão nacional em título e líder do campeonato, após a vitória na Arrábida, vai a Boticas com o propósito de colocar toda a “carne no assador”. José Correia, que já sabe o que é vencer um duelo europeu, mas aos comandos do seu Nissan Nismo GT-R GT3, que o guindou então à glória no traçado da Falperra. Integrado nas lides da Categoria 1, enfrenta agora o “pelotão dos duros” da categoria rainha do Europeu. E mesmo limitado pela cilindrada menor do seu Osella PA3000 EVO 2, o patrão do JC Group Racing Team vai querer lutar pelos lugares cimeiros, “piscando mesmo o olho” a um possível pódio. Difícil, mas não impossível.
Enfrentará
nomes sonantes do Europeu, tais como Simone Faggiolli (Norma 20FC), Christian
Merli (Osella FA30), Sebastien Petit (Nova NP01-2) ou Diego Degasperi (Osella
FA30), entre muitos outros, bem apetrechados, num pelotão que nesta categoria tem
13 contendores.
Por outro lado, José Correia tem na defesa da liderança da tabela absoluta do CPM JC Group o seu grande objetivo, estando ciente de que a tarefa será tudo menos fácil, a atestar pela “guerra” que teve de vencer em Setúbal. Na primeira linha da oposição está Hélder Silva (BRC BR53) que demonstrou na prova inaugural que está na luta pelo título nacional e vai tentar tudo para vencer em Boticas. À luta junta-se novo “recruta” entre os protótipos: Jacobo Senin Pereira. O piloto galego está inscrito com um competitivo Norma M20 FC e poderá baralhar a contas finais de Boticas.
A
Divisão Protótipos B conta com o habitual trio de luxo formado por António
Rodrigues (BRC CM 05 EVO), Nuno Guimarães (SilverCar S2) e Joaquim Rino (BRC
BR49 EVO). A proverbial rapidez dos três faz milagres com estes três protótipos
e estarão sempre atentos à possibilidade de reclamar o pódio absoluto.
O binómio de pilotos que vai disputar a vitória na Categoria GT integra os dois “craques” que lutaram sem quartel na Arrábida ao volante dos seus Porsche 991 GT3 CUP. Pedro Marques aparece em Boticas muito motivado por ter, finalmente, levado a melhor sobre Vítor Pascoal, com o campeão em título da categoria a querer devolver a façanha neste segundo “round”. Marques junta a esta luta a sua presença entre os “bravos” da Categoria 1 do Europeu, sendo claro que reúne talento e condições técnicas para assinar um brilharete.
Quanto à Categoria Turismos, realce para o facto da mesma colocar três representantes lusitanos na luta da referida Categoria 1 da corrida internacional. Joaquim Teixeira e Manuel Sousa ambos em Cupra TCR e Luís Delgado, ao volante de um KIA CEED TCR, compõem o trio e vão fazer tudo para alcançar um resultado de relevo face a um plantel internacional com argumentos para tornar árdua a tarefa dos portugueses, mas estes têm também capacidade para sair de Boticas com um bom resultado internacional no seu bornal.
Joaquim
Teixeira tem nesta prova a “sua” rampa. O piloto de Trás-os-Montes volta a ser
apontado como um dos favoritos ao triunfo na Categoria Turismos do CPM JC Group
e na Divisão 2, depois da sua exibição categórica na Arrábida. Onde cedeu por
milésimas a vitória a Luís Nunes que levou o Ford Fiesta ST R5 a mais um
triunfo, querendo em Boticas dar continuidade a esse sucesso e assim continuar
na senda da revalidação do título da categoria. Sendo ainda, como é óbvio, o
grande favorito ao domínio na Divisão 1.
Nesta divisão, destaque para o regresso de Manuel Pereira (Mitsubishi Lancer EVO VI), que se junta a um naipe de pilotos que inclui José Pedro Gomes (Opel Astra OPC) e a “guerreira” Daniela Marques, num Subaru Impreza WRX. Já na Divisão 2, a oposição de Joaquim Teixeira estará a cargo de Luís Delgado e Manuel Rocha e Sousa, bem como de Paulo Silva (Audi RS3 LMS) e José Carlos Pouca Sorte (BMW M3).
A
Divisão Turismo 3 está “on fire”. 9 inscritos e a perspetiva de lutas épicas
entre os turismos de duas rodas motrizes e cilindrada até 2000cc. Sérgio
Nogueira (Renault Clio RS), Parcídio Summavielle (Renault Clio R3) e Alberto
Pereira (Honda Civic Type R) são os candidatos. Mas terão de provar em pista
esse estatuto face a Francisco Vieira Leite (Toyota Corolla), Sabino Pires e
Carlos Silva, ambos em Renault Clio R3, Pedro Pinheiro (Citroen C2 GT), Cláudio
Batista (Citroen DS3 R1) e José Cardoso (Citroen Saxo Cup).
O
endiabrado madeirense Nelson Andrade (AG1000) é o único representante dos
kartcross na prova do Demoporto e terá na luta pelas posições cimeiras da
tabela global de tempos a sua grande motivação.
Quanto
ao Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group, Ricardo Loureiro e
Fernando Salgueiro, a dupla de pilotos do Caramulo Racing Team, emergem como
favoritos, com os Ford Escort MKII. Enfrentam um trio de pilotos liderado pelo
regressado Augusto Vasconcelos (Ford Escort Twin Cam) e que incluiu ainda os Escort
MKI de José Dinis e Fernando Francisco. Destaque ainda para o regresso de
Daniel Vilaça, com o bracarense a trazer o espetacular BMW 1602 que o poderá
guindar a uma posição de pódio.
Entre
os Legends, José Carlos Magalhães confia no BMW M3 da MNE Sport para defender a
liderança do campeonato. Carlos Oliveira (Ford Sierra Cosworth RS) assume-se
como o principal rival, enquanto Arlindo Beça (Citroen Saxo) se prepara para se
estrear entre “entre os grandes” depois de algumas participações em provas regionais.
Nas
lides da TPM 1300 são quatro os inscritos. Francisco Milheiro (Peugeot 106)
começou da melhor forma na Arrábida a defesa do seu título de 2020 e quererá
chegar à segunda vitória da temporada. Para tal, terá de suplantar Rui Gama
(Peugeot) e dois novos contendores: Tiago Santos (Citroen AX) e Hugo Oliveira
(Toyota Yaris).
No
que diz respeito aos Clássicos 1300, Eva Laranjeira (Peugeot 205 Rallye) não
enfrentará em Boticas a força de Aníbal e Daniel Rolo, ausentes nesta segunda
prova, mas tem dois novos adversários na luta pela vitória: os regressados José
Pedro Figeueiredo (Datsun 1200) e Domingos Fernandes (Autobianchi A122), que
dão em Boticas arranque à sua época. O duelo promete ser aceso.
As lides competitivas começam bem cedo, no sábado, 8 de maio. Às 9 da manhã, acontecerá a 1ª subida oficial de treinos, com a 2ª sessão a estar prevista para o meio-dia. Duas da tarde é o horário reservado para a primeira subida oficial de prova do CPM JC Group. O dia de domingo, 9 de maio, também terá arranque às 9.00 horas, com a 3º e última sessão oficial de treinos. As duas subidas finais a contar para a classificação estão aprazadas, respetivamente, para as 11.30 e as 13.30 horas.
Quanto ao Europeu, o dia de sábado é reservado por completo às três sessões oficiais de treinos do programa da prova, marcadas para as 9.00, 11.30 e 13.30 horas, respetivamente. As subidas a “doer” serão todas no domingo, às 8.00, 10.00 e 12.00 horas, com a cerimónia protocolar a estar aprazada para 60 minutos após a conclusão da terceira e última subida de prova.
No seu regresso às lides do Campeonato de Portugal de Ralis, o piloto madeirense ombreou taco-a-taco com os melhores. Aos comandos de um Skoda Fabia R5 equipado com pneus Kumho e navegado por Victor Calado, fez um rali sempre em crescendo.
O
Rali Terras D’Aboboreira, prova inaugural do Campeonato de Portugal de Ralis
2021, trouxe de volta à competição Bernardo Sousa. O madeirense, que este ano
utilizará pneus Kumho no seu Skoda Fabia R5, assinou uma exibição sem mácula,
mostrando que o talento que lhe é reconhecido está intacto e que será claramente
um dos protagonistas a ter em conta nesta nova época.
Rodou de início a fim do rali sempre entre os melhores nacionais, tendo concluído a prova num 8º lugar da geral, correspondente ao 5º posto entre os concorrentes inscritos no campeonato. A rapidez de Bernardo Sousa ficou registada no cronómetro. Foi autor de um 3º tempo entre os nacionais, na segunda passagem pela especial de Amarante e garantiu ainda dois Top 5 e um Top 4 nas tabelas de tempos, num rali disputado ao segundo e onde ninguém levantou pé de fio a pavio.
No final, o piloto madeirense mostrava-se “muito satisfeito com a nossa exibição e com o resultado. Esta foi a primeira prova após uma longa paragem e sabíamos que ia ser duplamente difícil, pois à concorrência forte juntava-se a nossa falta de ritmo competitivo. O resultado é muito positivo e motivador, sendo ainda de realçar que conseguimos fazer bons tempos nas especiais, dando-nos força para continuar a trabalhar e a lutar por chegar ainda mais à frente”. O 5º lugar final nas contas do campeonato recompensa positivamente todo o “esforço que estamos a fazer para montar este projeto. Aliás, ainda não temos orçamento para toda a época e, por isso mesmo, o nosso foco vai ser rali a rali, lutando por resultados positivos e tentando estimular os patrocinadores a nos apoiarem com o que falta para competir durante todo o campeonato”.
O Rali Terras DAboboreira foi a estreia de
Bernardo Sousa com os pneus Kumho e a mesma correu “muito bem. Os pneus foram
sempre eficazes. No início, optamos por um composto e mesmo satisfeitos com a
sua prestação, mudamos para um diferente na fase final do rali, que nos
aumentou a performance e nos deu a sensação de que poderíamos ter sido ainda
mais rápidos ao longo de toda a prova. Os Kumho estiveram sempre eficazes e vão
ser uma mais valia na nossa campanha!”.
A prova do Clube Automóvel de Amarante reservada ao CPR contou ainda com mais três duplas Kumho. Vítor Ribeiro e Miguel Ramalho, num Citroen DS3 R5, lograram suplantar todas as dificuldades da prova e terminar dentro do Top 20 absoluto.
Já no que concerne aos participantes dentro da categoria de duas rodas motrizes, duas duplas confiaram na fiabilidade dos Renault Clio e nos pneus Kumho para enfrentar esta abertura da temporada. Filipe Nogueira e João Vieira triunfaram nas contas do grupo RC3N, tripulando um Clio R3T, assinando uma prova onde a regularidade de tempos foi o mote, enquanto a dupla espanhola Iago Gabeiras/Brais Miron conduziu um Clio Rally 5 ao triunfo entre os RC5, numa prova que lhes serviu de preparação, já que Gabeiras enfrentará em 2021 a categoria Júnior R2 da RFEdeA aos comandos de um Peugeot 208 Rallye 4. Contará com o apoio, entre outros, da Kumho e da ASR Tyres, bem como do Automível Club As Pontes, formação que defenderá durante toda a temporada.
Prometeu e cumpriu. Nelson Silva demonstrou no Rali Terras D’Aboboreira que está cada vez mais seguro em pisos de terra e, juntamente com José Janela, levou o Mitsubishi Lancer EVO VI ao “nível” seguinte de andamento, coroando a exibição com a 6ª posição d ageral e o 3º lugar no Desafio Kumho.
Foi uma demonstração de capacidade e garra a que Nelson Silva assinou na segunda prova da temporada 2021 do Campeonato Norte de Ralis e do 4º Desafio Kumho Tyre Portugal. O piloto de Viana do Castelo nunca tinha competido em pisos de terra até esta temporada e, esse facto, ainda realça mais o andamento e os resultados que alcançou nestas duas primeiras tiradas do campeonato, provando na estrada que a promessa feita no lançamento da época era para ser cumprida: andar forte e entre os melhores.
No Rali Terras D’Aboboreira, Nelson Silva e
José Janela estiveram, desde o primeiro quilómetro, sempre dentro do Top 10
absoluto e na “guerra” pelo pódio da Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Tyre
Portugal, realçando o piloto que “sentimos desde o início de que o carro
estava bom e que tínhamos feito um bom trabalho de preparação, seja por parte
da JC Motorsport que nos entregou um carro perfeito, seja pela seriedade com
que treinamos o rali”.
Os tempos começaram a sair e a posição alcançada
na tabela classificativa foi melhorando, premiando a eficácia ostentada pelo
piloto e a sua crescente “segurança para extrair mais do Mitsubishi. Este
rali foi muito importante para me sentir confiante. Andamos rápido, muito mais
rápido do que em Vieira do Minho, mas sem hipotecar em momento algum a
segurança. Não exageramos, mas fomos convictos na maneira como abordamos estas
desafiantes especiais”, com Nelson Silva a querer destacar também “o
excelente trabalho feito pelo José Janela que, uma vez mais, com o seu talento
e experiência, me fez progredir e melhorar na forma como abordo as classificativas.
É muito mais do que um navegador!”.
No fecho da contenda, o 6º lugar na geral, que representou um “salto” de cinco posições em relação a Vieira do Minho e o primeiro pódio Kumho, foram as justas recompensas para a exibição da equipa que defende as cores da JPGS/ENI Racing Team. Agora é tempo de “mudar a ficha” para os pisos de asfalto, terreno onde Nelson Silva se sente “muito mais à vontade. Adoro competir em asfalto e tenho muito mais experiência nesse tipo de pisos. Isso deixa-nos entusiasmados com o que poderemos fazer e muito motivados para rodar ainda mais acima, mais perto do pódio absoluto, objetivo que queremos alcançar ainda esta época. Juntamente com a JC Motorsport, vamos trabalhar arduamente para colocar o EVO VI ao melhor nível, testar e estar na próxima prova com todas as condições para darmos o máximo”.
O Campeonato de Portugal de Velocidade by Sport TV com o apoio da Porsche Ibérica e da Pirelli, encerrou a sua primeira jornada disputada no palco majestoso do Autódromo Internacional do Algarve tendo como pano de fundo o Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1.
A terceira corrida do fim de semana de provas foi disputada no formato Endurance, ou seja, com a duração de 45
minutos e troca de pilotos com paragem obrigatória de 89 segundos. “Pole position” para a dupla Francisco Mora e
Francisco Abreu, segundo lugar para Mariano Pires e Rodrigo Almeida. A segunda fila da grelha tinha Thomas Biaggi no
3o lugar e José Monroy e Nuno Baptista no 4o posto. Nos Turismos, Rafael Lobato e Miguel Lobo eram os primeiros e nos
GT Light, “pole position” para Bernardo Pinheiro e José Maria Marreiros.
Até à entrada em pista do “Safety Car” devido ao despiste de Bernardo Pinheiro (Porsche Cayman GT4) devido a um problema de travões, o controlo da corrida esteve na mão de Francisco Mora e Francisco Abreu, seguido por Mariano Pires no segundo lugar. O jovem piloto teve de suster os intentos de Thomas Biaggi que na largada pretendeu passar por Mariano Pires. Com classe, o piloto do Porsche conteve os ataques do piloto do Ferrari, instalando-se no segundo lugar. A paragem nas boxes injetou animação na corrida, com Rodrigo Almeida a sair para a pista atrás de Thomas Biaggi. O piloto moçambicano foi pressionando o italiano e acabaram os dois por se desentender na curva 4. Rodrigo Almeida acertou na traseira do Ferrari 458 Challenge e atirou-o para escapatória em pião. Biaggi caiu para o quinto lugar de onde já não saiu.
Porém, o colégio de comissários desportivos analisou o incidente entre Rodrigo Almeida e Thomas Biaggi. O piloto moçambicano foi dado como culpado e por isso recebeu um “drive through” que foi convertido em 30 segundos. Com estas penalização, Thomas Biaggi subiu ao quarto lugar e a dupla Mariano Pires e Rodrigo Almeida caíram para o sétimo lugar. Já a dupla Paulo Pinheiro e Pedro Marreiros, subiu ao segundo lugar, fechando o pódio o Porsche de José Monroy e Nuno Batista.
FORMULA 1 HEINEKEN GRANDE PRÉMIO DE PORTUGAL, de 30 de abril a 02 de Maio, 2021, AIA Portimão – Paulo Maria / INTERSLIDE
Pelo meio destaque para o pião protagonizado por Ka-Uwe Lauer que viu Fábio Mota perder o controlo do seu Porsche na travagem para a curva 4 e acertar em cheio na traseira do Ferrari. Com isto, o alemão caiu para a penúltima posição e o português fechou a corrida no sétimo lugar. Com o abandono de Bernardo Pinheiro, Álvaro Ramos e Fred Blok (Mercedes AMG GT4) ganharam a categoria GT Light.
No Campeonato de Portugal de Velocidade Turismo by Sport TV, Rafael Lobato e Miguel Lobo (CUPRA TCR) dominaram
todo o fim de semana e terminaram a corrida Endurance num excelente sexto lugar à geral. Foi mais um “barba, cabelo
e unhas” com três “pole position”, três voltas mais rápidas e três saborosas vitórias.
Apresentação SEAT TARRACO FR Hybrid, de 27 a 30 de Abril, 2021, Óbidos Portugal – Pedro Lopes / SEAT Portugal
A categoria Touring Car ainda ofereceu um momento de emoção na última volta e na última curva, com Ondraj Krupka (Skoda Octavia) a surpreender Pedro Silva (Audi RS3 LMS TCR) roubando-lhe o segundo lugar da categoria. Jorge e Pedro Silva ficaram com o terceiro lugar e Manuel Leão, cada vez mais adaptado ao Skoda Octavia, foi o quarto classificado. Manuel Castro e Gonçalo Manahu foram os azarados do fim de semana, tendo abandonado as três corridas com problemas mecânicos no seu Porsche 997 GT3 Cup, originados no incidente da primeira corrida, quando Rafael Lobato se desentendeu com Manuel Castro e acertou em cheio no Porsche.
O Campeonato de Portugal de Velocidade GT e Campeonato de Portugal de Velocidade Turismos by Sport TV com o apoio da Porsche Ibérica e da Pirelli volta à ação nos dias 25 a 27 de junho no Circuito de Vila Real de mãos dadas com a Taça do Mundo de Turismos WTCR.
A Kumho dominou na segunda prova da temporada 2021 do Campeonato Norte de Ralis. Fernando Peres e Adruzilo Lopes construíram uma saborosa “dobradinha” para os pneus coreanos.
Fernando Peres e Adruzilo Lopes deram espetáculo no Rali Terras D’Aboboreira e dominaram por completo as lides do Campeonato Norte de Ralis, oferecendo aos pneus KUMHO a primeira “dobradinha” da temporada. Desta feita, o piloto da Peres Competições, acompanhado por José Pedro Silva, levou a melhor sobre toda a concorrência, vencendo 3 das 4 especiais disputadas e conquistando a primeira vitória absoluta da temporada aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO IX, provando, uma vez mais, que continua a ter “fome” de vitórias e a ostentar uma velocidade simplesmente notável.
Adruzilo Lopes, navegado por Paulo Silva, vendeu cara
a derrota e rubricou, como lhe é apanágio, mais uma exibição de fino recorte.
Ainda reagiu, vencendo a 2ª PEC, mas depois não conseguiu rodar ao nível de Peres,
alcançando um excelente 2º lugar da geral e contribuindo para o pleno KUMHO
quanto às vitórias nas classificativas do rali.
Saliência ainda para a performance coletiva de todas
as equipas da “armada” KUMHO. À “dobradinha” somou-se ainda a presença de mais
3 equipas equipadas com os pneus coreanos no Top 10 da prova, cimentando um domínio
que dá conta da eficácia e competitividade dos pneus.
A dupla da Peres Competições somou à vitória no rali o
lógico triunfo na Divisão 1 do 4º DESAFIO KUMHO TYRE PORTUGAL.
Esta divisão foi palco de mais um duelo aceso, desta feita pelo 2º lugar. Vindos de Lamego e de volta à competição após um longo interregno, Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues, aos comandos de um Mitsubishi Lancer EVO IX acabaram por prevalecer, sendo ainda 5ºs da geral, na frente de um cada vez mais rápido Nelson Silva. O piloto de Viana, navegado pelo experiente José Janela, mostra grandes melhorias e, apenas no seu segundo rali em pisos de terra com o Mitsubishi Lancer EVO VI, almejou reclamar o seu primeiro pódio KUMHO, sendo ainda 6º da geral.
Gaspar Pinto e Bernardo Gusmão foram vítimas de uma saída de estrada logo na 2ª PEC. A desistência foi inevitável, pondo assim um fim precoce à sua prova, isto depois de terem rubricado um excelente tempo na 1ªclassificativa que, não só os colocava no pódio provisório do rali, mas também antevia que estariam na luta pelo triunfo. A má fortuna bateu também à porta de Tiago Almeida e Bruno Azevedo. A dupla estreou o seu novo Mitsubishi Mirage e estava a rodar forte quando uma avaria num sensor levou ao abandono do rali.
Vítor Pinheiro com estreia de sonho
O Rali Terras D’Aboboreira 2021 será inesquecível para o jovem Vítor Pinheiro. A prova do Clube Automóvel de Amarante assinalou a sua estreia absoluta como piloto. Tripulando um Nissan Micra e tendo a seu lado a conhecida copiloto Beatriz Pinto, encarou a prova com cautelas, mas foi aumentando progressivamente o ritmo e venceu mesmo as duas últimas especiais, estando no lugar certo, na altura certa, para vencer a Divisão 2 do DKP, na frente de João Pestana e André Pestana.
Estes entraram para a última especial no comando, mesmo
tendo sofrido um furo lento na penúltima classificativa, devido a uma jante
empenada. A “malapata” voltaria a acontecer na derradeira especial, com mais um
problema com uma jante forçar a equipa a rodar lento, conseguindo, mesmo assim,
assegurar um bom 2º lugar final.
O pódio da Divisão 2 ficou completo com a 3ª posição
de José Leite e Francisco Gonçalves, num Peugeot 106, que apostaram na
regularidade para vencer todas as dificuldades da prova.
Líder da Divisão 2 à chegada ao rali,
Filipe Teixeira entrou ao ataque e fez o melhor tempo entre os duas rodas
motrizes Kumho na especial de abertura. Mas na ligação para a 2ª PEC, o piloto
navegado por Bruno Coelho foi forçado a desistir, com problemas na suspensão
traseira do Citroen C2 R2.
Foi também a cedência de um braço de suspensão no VINNT S1000 4WD a parar a boa prova de Jorge Pinto e João Magalhães, quando lutavam por um lugar no Top 10 absoluto. Manuel Teixeira e João Costa tiveram um fim inglória para uma prova que os colocava no pódio KUMHO, quando foram forçados a parar já no último troço, com uma avaria no Ford KA.
O 4º DESAFIO KUMHO TYRE PORTUGAL prossegue já nos próximos dias 8 e 9 de maio. Será no Rally Flor Do Alentejo Cidade De Serpa, que abrirá as hostilidades competitivas no Desafio KUMHO SUL, sendo a terceira jornada do Desafio KUMHO TERRA.