Fernando Teotónio
e Luís Morgadinho têm um alvo na sua mira: vencer na Marinha Grande. Aos
comandos do Mitsubishi Lancer EVO X do Macambi Racing Team, a dupla sabe que só
esse resultado serve para as suas aspirações e quer dar seguimento ao sucesso
obtido em Vouzela.
Longe vão as nuvens
que, a espaços, ensombraram a temporada 2020 de Fernando Teotónio e Luís
Morgadinho. A consagrada dupla do Macambi Racing Team tem as energias em alta,
completamente renovadas após a magnífica exibição que assinaram no Constálica
Rally Vouzela, prova que dominaram a seu belo prazer e onde regressaram às vitórias
absolutas.
Agora, é sem qualquer temos nem hesitação no foco, na ambição e nas palavras com que o piloto assume ter um único objetivo. Fernando Teotónio diz de forma bem clara que “vamos à Marinha Grande para atacar com tudo e desde o primeiro quilómetro!”. Assume saberem que “só a vitória nos interessa para podermos continuar a lutar pelo título. Vai ser um rali duro, com troços muito técnicos e desafiantes e onde enfrentaremos adversários de grande nível. Estamos preparados e sabemos o nosso valor. O Rali tem tudo para ser emocionante e esperamos chegar ao fim com um triunfo, continuando na senda que reiniciamos em Vouzela”.
Logo após esse
rali, Fernando Teotónio e Luís Morgadinho realizaram uma sessão de testes que,
segundo o navegador e team manager, decorreu “de forma fantástica. Em
conjunto com os técnicos da Domingos Sport testamos algumas alterações no carro
e vamos confiantes de que conseguimos melhorar a sua competitividade, de forma
a estarmos capazes de ser ainda mais rápidos. Queremos ganhar no Vidreiro e
sentimos que temos as condições técnicas para o fazer. Agora, há que atacar na
estrada!”.
Este Rali Vidreiro ostenta no programa com nove especiais. Três traçados, com tripla passagem por Campos de Liz (11.16 Km), Pinhal do Rei (8,5 Km) e São Pedro de Moel (13,3 Km), que serão cumpridos ao logo do dia de sábado, com cada ronda separada por reagrupamento e visita de 30 minutos ao Parque de Assistência, situado na Marinha Grande.
A dupla do RTS Rallye Team, apoiada pela Óptica Central e LPM Grupo NOV, sente-se muito motivada para dar seguimento ao resultado alcançado na última prova disputada, deitando definitivamente para trás os momentos menos positivos do arranque da época.
E já são muitas as ganas de ver o controle
de partida da primeira especial do Rali Vidreiro pois Pedro Santos e Beatriz
Pinto já não competem desde o Rali de Mesão Frio, disputado em agosto passado.
A dupla vai utilizar o já habitual Peugeot 206 RC que foi alvo de uma profunda
revisão e está pronto para a prova “caseira” de Pedro Santos.
O piloto leiriense e a navegadora nortenha
querem, nesta edição da prova organizada pelo Clube Automóvel da Marinha Grande,
assinar uma exibição forte e lutar pelos lugares cimeiros nas contas do
Campeonato Centro de Ralis e, sobretudo, do 3º Desafio Kumho Portugal, onde são
claramente das equipas favoritas a lutar pelo triunfo na Divisão 2.
Pero Santos afirma que “vamos para o
Vidreiro com o objetivo de evoluir e acrescentar preciosos quilómetros ao
carro. Com os resultados menos positivos do início do ano e a indecisão de todo
o campeonato devido à pandemia, sabemos que os resultados não são o principal
objetivo, mas sim perceber tudo aquilo que é possível melhorar e aprender a
retirar do Peugeot toda a competitividade que sabemos ter”.
Mas, mesmo com essas cautelas, o piloto não
enjeita “estar na luta pela primazia entre os Kumho e tentar um lugar
entre o Top 10 do CCR. Partimos para esta prova exigente, com o foco em fazer
mais e melhor, com algumas alterações e a cautela necessária para conseguir
tirar o melhor proveito”.
O programa deste Rali Vidreiro 2020 será totalmente concentrado no dia de sábado.
Líder da Categoria após Murça, o piloto do Bompiso Racing Team está ansioso por este recomeço do campeonato. Quer estar forte na da Serra da Estrela e reclamar um lugar ao sol entre os melhores.
Após uma paragem de largos, o Campeonato
Portugal Montanha, regressa, já no próximo fim de semana, na Rampa Serra da Estrela
e Joaquim Teixeira estará presente nesta segunda jornada com os olhos postos no
pódio nesta categoria.
O piloto transmontano disse-nos que “já estou
com saudades de participar numa prova de montanha, pois a última prova
realizou-se em Março. Vou para a Serra da Estrela com a motivação que sempre me
tem norteado e focado em estar na luta pelo pódio na categoria onde participo.
Este ano o campeonato será mais curto e temos de aproveitar todas as
oportunidades para podermos ficar no pódio dos Turismos e da Divisão TCR, continuando
assim a perseguir os objetivos traçados para a época”.
Na opinião de Joaquim Teixeira, esta rampa
que é muito bonita e segura, em condições normais permitia-lhe lutar mesmo pela
vitória na categoria, mas realizada nesta altura do ano onde a probabilidade de
chuva é enorme, “não é benéfica para mim pois, o meu Cupra TCR só tem duas rodas
motrizes e, que embora seja competitivo, está em desvantagem no duelo contra
viaturas de quatro rodas motrizes. Mas não deito a toalha ao chão. Não é essa a
minha essência, pois o meu lema sempre foi só desistir após a última subida de
prova!”.
Joaquim Teixeira apresenta-se na Covilhã depois de ter
realizado uma exibição fenomenal em Murça, nos idos de março, que o levou a
vencer a geral da Categoria Turismos e a pulverizar a sua melhor marca no
traçado transmontano. Aliás, o piloto quer utilizar o seu novo Cupra TCR para “se o
tempo o permitir, realizar uma melhor marca do que em 2019”.
Quanto à realização da prova nestes tempos
conturbados pela pandemia, o piloto considera que “esta é a oportunidade de
mostrarmos a quem manda neste país que o desporto automóvel pode realizar-se em
condições de segurança e que não é aceitável a desvantagem que a nossa
modalidade tem em relação a outras atividades que podem ter publico, como é o
caso dos eventos políticos, touradas, espetáculos e afins”, rematando que “ o
desporto automóvel não tem de andar a reboque do futebol, mas sei que só quando
o futebol puder ter publico os outros também irão ter”.
Joaquim Teixeira, não é aceitável que “várias modalidades e eventos que se têm realizado com publico, enquanto o nosso Campeonato continua a não poder ter. É uma tremenda injustiça!“. O piloto e líder da APPAM – Associação dos Pilotos de Automóveis de Montanha apela para que “todos cumpram as regras de segurança que nos foram impostas, porque só assim estamos todos em segurança, e podemos aspirar a que as restantes provas se venham a realizar”.
Nuno Mateus e Miguel Carvalho foram, respetivamente, os mais fortes na Divisão 1 e na 2, na jornada do primeiro dia. Já Miguel Teixeira impôs a sua lei na Divisão 2, na jornada de domingo da competição reservada às equipas com os pneus coreanos.
Aproveitando a alteração da extensão do Rali Fafe Montelongo, mercê da sua inclusão no Europeu de Ralis, a ASR Tyres, entidade organizadora do 3º Desafio Kumho Portugal decidiu organizar uma jornada dupla, com pontuações diferenciadas, a contar para os Desafios Kumho Norte e Asfalto. No sábado e utilizando os mesmos troços do CNR, correu-se a jornada 1, com a 2 a integrar o percurso da Prova Extra de domingo.
Nesse primeiro dia de prova, as contas da
Divisão 1 saldaram-se através do apuro da resistência mecânica. Nuno Mateus e
Roberto Santos (Mitsubishi Lancer EVI VI) reclamaram o triunfo, pautando a sua
prova com um ritmo forte, mas sempre controlado, escapando a todas as muitas
armadilhas de um percurso difícil. Para além da vitória nas contas Kumho da
Divisão 1, a dupla ofereceu aos pneus coreanos um pódio na competição que
contava para o Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, ao concluir num
excelente 3º lugar final.
Gaspar Pinto e Bernardo Gusmão (Mitsubishi
Lancer EVO IX) voltaram ao “calvário” dos problemas técnicos. Um braço partido
na primeira seção do rali e um furo na segunda, relegou-os para o segundo posto
da Divisão, depois de terem feito tudo para assegurar um triunfo que parecia
natural, pelo andamento demonstrado ao longo de toda a jornada.
No domingo, dia da jornada 2, as coisas
pioraram ainda mais. Já integrados na chamada Prova Extra do Rali, que
correspondia a uma segunda jornada pontual Kumho, a dupla voltou a ostentar um
forte andamento, mas viram-se forçados a abandonar com nova avaria no
Mitsubishi.
Divisão 2: duas jornadas,
dois vencedores diferentes
Na Divisão 2, uma palavra especial para
Filipe Teixeira e Bruno Coelho. Até ao toque que os forçou a desistir,
assinaram um andamento infernal aos comandos do Citroen C2, liderando não só na
Divisão 2 Kumho, mas na classificação geral das duas rodas motrizes. Atuação
brilhante!
Como tal, a vitória ficou à mercê de outros
protagonistas. Miguel Carvalho e António Reis (Peugeot 206 Gti) estiveram
sempre entre os melhores e, com a desistência de Filipe Teixeira, não mais
largaram o comando levando o Peugeot a uma vitória saborosa, com 13,7 segundos
de vantagem sobre os mais diretos perseguidores.
E quem então mais perto rodou da dupla
vencedora, tendo mesmo estado à frente, foram Nuno Alves e Bruno Machado
(Citroen AX Gti), que assumiram uma prova muito forte e sempre entre os da
frente, com o pódio a ficar completo com a presença de Vítor Rodrigues e José
Vieira (Citroen Saxo), que beneficiou de um incidente caricato com a dupla
Manuel Capela Morais e António Vieira (Skoda Fabia Tdi) que, já após terem
concluído a ultima especial e quando se preparavam para festejar um pódio,
tiveram um despiste na ligação para o fecho do rali, sendo forçados a
abandonar. Inglório.
Vindos de Valência em estreia absoluta nas
estradas de Fafe e nas lides Kumho, Luís Patuel e Noemi Lopez (Abarth Punto
Evo) garantiram o 4º lugar.
Miguel Teixeira e Vítor Pereira (BMW E30) estavam entre os candidatos aos lugares cimeiros, mas um toque na segunda especial do programa forçou a desistência. Ainda no rol de desistentes, Pedro Costa e Amadeu Pereira (Renault Clio) abandonaram logo no 1º troço e José Carvalho e Nuno Monteiro (Honda Civic) retiraram-se com problemas na caixa de velocidades.Uma palavra especial para Filipe Teixeira e Bruno Coelho. Até ao toque que os forçou a desistir, assinaram um andamento infernal aos comandos do Citroen C2, liderando não só na Divisão 2 Kumho, mas na classificação geral das duas rodas motrizes. Atuação brilhante!
Para a jornada 2, no domingo, partiram 4 equipas e o filme da vitória voltou a ter como protagonistas Miguel Teixeira e Miguel Carvalho. Ambos passaram pelo comando, mas Teixeira acabaria por impor o BMW E30, apostando numa toada que mesmo sendo rápida, incluiu alguma cautela perante as condições meteorológicas que, a espaços, foram muito duras.
Já Carvalho juntou à vitória do dia anterior, um excelente segundo posto, assinando um fim-de-semana magnífico que lhe rendeu muitos pontos nas batalhas Kumho que está a travar. Luís Patuel e Noemi Lopez colocaram o Abarth Punto Evo no último degrau do pódio, terminando a sua vinda a Portugal com um saboroso 3º lugar.
Quanto a Pedro Costa e Amadeu Pereira,
voltaram a desistir e novamente com problemas no Renault Clio.
João Silva vence na estreia da Divisão 3
Pela primeira vez, inscreveram-se mais do
que o número mínimo de participantes que o regulamento do Desafio Kumho
obrigava para que existisse uma pontuação autónoma da Divisão 3, destinada a
carros com cilindrada inferior a 1400cc.
Enfrentando uma feroz oposição de uma
autêntica “armada” Peugeot 106 da Copa, com seis equipas, João Silva e José
Azevedo (Nissan Micra) assinaram um triunfo que premiou o seu andamento e a
capacidade de gerir as dificuldades.
Mas, o grande protagonista foi Rafael
Cunha. Acompanhado por Gonçalo Cunha, o jovem piloto foi impressionante,
destacando-se dos demais Kumho e imiscuindo-se na luta pelos lugares cimeiros
da geral do rali. Uma saída de estrada pôs um fim amargo à sua exibição.
Pedro Pereira e Sandro Trindade (Peugeot 106) terminaram num excelente 2º posto da Divisão, acompanhados no pódio pelos terceiros colocados, Rui Ferreira e Tiago Neves em mais um dos 106. João Fontes Pereira e Rita Martins foram quartos, almejando terminar a dura jornada de Sábado. Já no rol de desistências, encontrámos os 106 de Pedro Costa e Diogo Costa e de Paulo Pinto Francisco Gonçalves.
O Desafio Kumho Portugal volta a viajar para o centro do país e, já no próximo fim-de-semana, terá mais uma jornada, no Rali Vidreiro, a contar para os Desafios Kumho Asfalto e Centro.
O Rali do Vidreiro, 5ª prova do Campeonato de Portugal de Ralis, vai contar com uma participação de peso: Miguel Campos está de volta à luta e, desta feita, apontado à batalha dos RGT
Aos comandos de um Porsche 997 GT3 e tendo no banco do lado direito Rui Raimundo, Miguel Campos é uma das grandes novidades da edição 2020 do rali Vidreiro, próxima prova do Campeonato de Portugal de Ralis, que se disputa já no próximo fim-de-semana.
O piloto procura com esta participação, “rodar o mais possível, por forma a ganhar ritmo de competição, pois nos horizontes está num futuro próximo, o regresso a tempo inteiro ao Campeonato. Está participação é bastante importante para voltar aparecer é para não perder ritmo”. O ex-campeão nacional tem tentado “voltar ao ativo a 100% mas não tem sido possível por falta de apoios. Já tenho alguns contacto feitos para o próximo ano mas com o covid penso que não vai ajudar, mas continuo a tentar, acho que ainda tenho muito potencial para lutar pelas vitórias no Campeonato!”. Esta participação vem no seguimento da colaboração de Miguel Campos com a Paulcar Competição. Surgindo o convite de forma espontânea pelo responsável da equipa Paulo Carvalheiro.
De recordar as várias secções de testes em que o piloto tem participado com a equipa, e que têm permitido a evolução e fiabilidade dos dois Porsches que a Paulcar possui. e que vão estar no Vidreiro já que Paulo Carvalheiro, líder do projeto, continua no Vidreiro a sua positiva a participação no campeonato.
Miguel Campos deixa um agradecimento especial a todos os que de alguma forma estão a permitir este regresso, referindo que” é um prazer poder voltar a correr no campeonato nacional desta vez ao volante de um carro que nunca conduzi em prova, por ser de tração traseira. Correr de Porsche para mim significa muito, porque sempre foi dos meus carros favoritos desde criança. Sei que a nível competitivo não vou entrar com ambições de lutar pela vitória à geral nas vou fazer o meu melhor dentro da minha adaptação ao Porsche 997 GT3. Quero agradecer ao Paulo Carvalheiro e à Paulcar Competição pelo convite e aos meus amigos em especial a Famaconcret e a Época que contribuíram para que fosse possível o meu regresso à competição “.
Após um longo interregno, o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group reata atividade e logo no desafiante “teto” de Portugal Continental. Será sob a batuta do CAMI que a Serra da Estrela recebe um pelotão de cerca de 30 unidades, a prometer um fim-de-semana de acesa competição.
Os 5200 metros do
traçado da Rampa Serra da Estrela são o forte desafio que acolhe já no próximo
fim-de-semana o regresso das lides da Montanha, após a paragem forçada
provocada pelo surto pandémico e as dificuldades encontradas para reorganizar o
calendário desta época.
A rampa, que já teve foros de chancela europeia, vai integrar as comemorações dos 150 anos de elevação da Covilhã a cidade e apresenta-se com todos os condimentos para entregar um fim-de-semana de grande nível. Uma das novidades na edição deste ano, será a inclusão no programa de uma prova de Regularidade Sport, que será disputada no domingo e apresenta uma lista de inscritos com quase 20 concorrentes. Esta competição será dividida entre as categorias de Clássicos (para viaturas construídas entre 1961 e 1990) e Contemporâneos (a partir de 1991).
Mas um dos
destaques maiores vai para o regresso do campeão absoluto em título às lides do
CPM JC Group. João Fonseca, que esta época se decidiu por um ano sabático,
interrompeu felizmente essa paragem para competir na prova “de casa”.
Novamente aos
comandos do Silver Car EF10 que o guindou a uma época de sonho em 2019, onde
conquistou praticamente tudo quanto havia para conquistar, João Fonseca será um
osso duro de roer para os outros principais candidatos ao triunfo absoluto e
entre os Protótipos.
Entre eles, vai
estar certamente José Correia. O piloto e patrão do JC Group Racing team é o líder
do campeonato, após o triunfo na Rampa Porca de Murça, prova onde alcançou a sua
primeira vitória absoluta na modalidade. Cada vez mais confiante e, logo, cada
vez mais rápido, com a barchetta Osella PA2000 Evo2, José Correia tudo fará
para continuar na senda dos triunfos e defender da melhor forma a liderança
pontual.
Já Joaquim Rino
(BRC Evo 05) e António Rodrigues (BRC CM 05 Evo) vão querer dar continuidade às
excelentes exibições e resultados a condizer de Murça, enquanto Hélder Silva,
este ano melhor apetrechado com a aquisição de um BRC – BR53, quererá esquecer
o abandono na primeira prova e se imiscuir na luta pelo triunfo na Serra da
Estrela.
A categoria GT continua a ser um feudo Porsche. São 3 as máquinas da marca de Stuttgart e ao comando de uma delas, um 991 GT3 CUP, estará Vítor Pascoal que em Murça não só dominou os acontecimentos nesta categoria, mas ousou ser terceiro à geral.
É claramente favorito, tendo de medir forças com o seu colega de equipa Pedro Silva (997 GT3) e com Pedro Marques (991 GT3 CUP), que têm uma forte palavra a dizer na discussão da categoria.
Entre os Turismo, Joaquim
Teixeira, vencedor em Murça com o Cupra TCR e Luís Nunes (Ford Fiesta ST R5)
assumem claro favoritismo, numa categoria que conta ainda com Gabriela Correia
(Seat Leon Supercopa MK3), Manuel Rocha e Sousa (Cupra TCR), Parcídio
Summavielle (Renault Clio) e José Carlos Pouca Sorte (BMW M39 na luta por um
lugar no pódio final.
Ricardo Gomes
continua a sua saga carregada de pioneirismo, ao inscrever o Tesla P100 D EGT. Evoluir
este GT elétrico único no mundo e continuar a sua adaptação a um estilo de
condução totalmente diferente são os objetivos principais do rápido piloto
bracarense que está, nesta época, a desbravar caminhos tecnológicos na
Montanha.
Na nova categoria
Legends, são cinco os pilotos que corresponderam “à chamada” do CAMI.
Alberto Pereira
(Honda Integra Type R) e Carlos Oliveira (Ford Sierra RS Cosworth) quererão dar
continuidade às presenças no pódio que conquistaram em Murça, tendo de
enfrentar a esperada forte oposição de José Carlos Magalhães (BMW M3) e dos Alfa
Romeo 156 Twin Spark tripulados por Raúl e Luís Delgado. A luta entre os
Legends vai ser acesa!
Nos Clássicos,
favoritismo total para Flávio Saínhas (Ford Escort MKI) que terá de o
justificar em pista, frente ao VW 1303 de Carlos Fava.
Quanto às taças
1300, José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) e Domingos Fernandes (Autoiachi A112)
discutirão a primazia entre os Clássicos, enquanto Francisco Milheiro (Peugeot
106) aparece como favorito na competição para os carros atuais. Enfrentará na
luta pela vitória Rui Gama (Peugeot 106) e Eva Laranjeira (Fiat Uno).
Extracampeonato,
estão ainda inscritos João Macedo (BMW 328 is) e Bruno Gonçalves (Vauxhall
Corsa Turbo).
O Parque de Assistência
da Rampa Serra da Estrela abrirá às 8 da manhã de sábado, 10 de outubro. As
verificações documentais decorrerão de forma exclusivamente eletrónica, em mais
uma medida de cumprimento do plano de contingência da prova, enquanto as
verificações técnicas decorrerão entre as 9.00 e as 11.00 horas, com escalonamento
horário diferenciado consoante as categorias, conforme aditamento publicado.
Os motores começarão
a “rugir” às 14.00 horas. A sessão inaugural de “warm-up”, será sucedida das
habituais duas sessões de treinos cronometrados, fechando o primeiro dia de
competição com a 1ª subida oficial de prova, aprazada para as 17.30.
No domingo, o
programa é reatado às 10.30 horas, com nova sessão de “warm-up”. A terceira e última
subida de treinos cronometrados do fim-de-semana decorrerá logo a seguir e
antecedendo as duas subidas finais “a doer”, que nos levarão ao fecho da história
competitiva da edição 2020 da Rampa Serra da Estrela.
O evento terminará com a entrega de prémios, que também decorrerá conforme o plano de contingência da FPAK, sendo por isso muito limitado em comparação ao protocolo habitual.
Foi imprópria para cardíacos! A prova portuguesa, terceira ronda do Europeu de Ralis, ofereceu emoção a rodos mesmo até ao cair do pano. No arranque para a derradeira especial, Alexey Lukyanuk (Citroën C3 R5) partiu com apenas 3,8s de vantagem sobre Yoann Bonato (Citroën C3 R5) e 4,7s sobre Iván Ares (Hyundai i20 R5), depois de ter chegado a ter mais de 34s de avanço, já na tarde de domingo.
O piloto russo, campeão da Europa em 2018 e atual
líder do campeonato, conseguiu manter o comando no derradeiro troço, em
condições de aderência precárias, fazendo exatamente o mesmo tempo de Ares e
menos 0,8s do que Bonato. Assim, Lukyanuk garantiu em Fafe a segunda vitória da
época, depois do triunfo em Itália, terminando com 4,6s de vantagem sobre Bonato
e 4,7s sobre Ares.
“Fiz um pião no troço anterior, não era bem o momento ideal para cometer um erro daqueles, mas isso deixou-nos ainda mais motivados”,admitiu Lukyanuk no final do rali. “Fizemos um bom trabalho na última especial, apesar da chuva. Posso estar orgulhoso. Um grande obrigado à equipa, à Pirelli e aos patrocinadores. Estamos curtos de orçamento e espero conseguir mais apoios para estar presente na próxima prova, mas agora é tempo de festa. vamos divertir-nos!”
Bonato e Ares realizaram um rali estupendo. os dois pilotos não deram tréguas ao líder e não “limparam armas” no seu duelo particular pelo 2º posto. 1 décimo de segundo separou-os no final e elevou-os à categoria de protagonistas principais da prova, a a par com o vencedor.
A última e emocionante passagem pela especial de
Guilhofrei foi ganha pelo jovem Oliver Solberg (Volkswagen Polo GTi R5), que
entre o acidente no Shakedown de sexta-feira, e problemas de turbo no sábado,
não pôde discutir a vitória com Lukyanuk, seu principal rival no campeonato.
Registo ainda para a prestação das equipas portuguesas, onde João Barros e Jorge Henriques (Citroën C3 R5) foram os melhores, no 13.º lugar global, depois de um rali muito consistente e onde, a espaços, pareceu poder ser coroado com uma presença no Top 10. A falta de regularidade competitiva não impede João Barros de continuar a demonstrar toda a sua rapidez.
Pedro Almeida e Hugo Magalhães (Peugeot 208
Rally4) levaram as cores da equipa The Racing Factory a um pódio no ERC,
concluindo a sua excelente exibição com o terceiro posto no FIA ERC3, sendo
ainda 17.º da classificação geral. O piloto famalicense aproveitou a prova para
rodar com o Peugeot e preparar a participação no Rali Vidreiro, próxima prova
da Peugeot Rally Cup Ibérica.
A terceira posição entre as equipas nacionais foi
assegurada pelos seus colegas de equipa Aloísio Monteiro e Sancho Eiró(Skoda
Fabia R5), 21.º à geral, depois de uma prova onde foi visível a falta de ritmo
competitivo, mercê de uma paragem do piloto e patrão da estrutura superior a 11
meses. Mesmo assim, foram capazes de realizar alguns rempos de relevo e
assinalar o regresso às ldies competitivas com mais uma prova europeia concluída.
José Paula e Valter Cardoso(Peugeot 208 T16) em
25.º, Manuel Pereira e Pedro Magalhães(Peugeot 208 R2) em 28.º, e Mário Castro/Ricardo
Cunha (Ford Fiesta R2T) no 30.º lugar final, completaram o rol de equipas
lusitanas que lograram arribar ao parque fechado, concluindo a dura prova
montada pelo Demoporto.
‘Terra de emoções’. O slogan das campanhas de promoção turística do município de Fafe bem se pode aplicar a esta edição de 2020 do Rally Fafe Montelongo, que marcou a estreia bem conseguida do Demoporto no calendário do FIA ERC (European Rally Championship).
Acompanhado por Alexandre Ramos, o piloto do Lancer EVO VI chegou ao triunfo entre os Clássicos no rali Fafe Montelongo, após um duelo muito interessante com o Subaru de Nuno Carreira
Luís Mota e Alexandre Ramos (Mitsubishi Lancer Evo VI) venceram a prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Clássicos Ralis que integrou, este sábado, o programa do Rally Fafe Montelongo.
A dupla Nuno Carreira e Danny Carreira (Subaru Impreza WRX STi) começaram na frente, vencendo as duas primeiras especiais,, mas na terceira classificativa, foi a vez de Luís Mota e Alexandre Ramos passarem para a liderança da prova, começando a dominar o duelo com a dupla do Subaru, embora sempre com alguma alternância no domínio quanto à supremacia nas especiais.
Mota venceria as PEC’s 3, 4, 6 e 7, enquanto Carreira juntava aos triunfos nas especiais nº 1 e 2, igual feito na PEC 5. No fecho da prova, as duplas ficaram separadas por apenas 23,3 segundos. Ambas rubricaram exibições de grande nível.
Nuno Mateus e Roberto Santos (Mitsubishi Lancer Evo VI) subiram até terceiros, a mais de um minuto dos vencedores, depois de rubricarem uma prova isenta de falhas e com um ritmo sempre forte.
Foram mesmo os mais rápidos na última especial e venceram a Divisão 1 do Desafio Kumho Portugal, que tinha uma jornada a ser disputada neste primeiro dia de prova, em Fafe.
Rui Salgado e Luís Godinho (Peugeot 306 GTi) mantiveram um duelo animado pela liderança das duas motrizes, vencendo nesta categoria e reclamando o 5º lugar da geral.
Uma palavra para a presença de 16 equipas à partida da jornada de Clássicos, número que representa o melhor plantel das provas deste ano.
Está cumprido o primeiro dia de competição no Rally Fafe Montelongo, terceira prova do FIA ERC (European Rally Championship), que marca a estreia do Demoporto no Campeonato da Europa de Ralis. Numa etapa marcada por condições atmosféricas instáveis, Alexey Lukyanuk e Dmitry Eremeev (Citroën C3 R5) foram claramente os mais fortes nas nove classificativas do dia, disputadas num misto de piso seco e molhado. “Parece que conseguimos construir uma boa vantagem. Não tivemos problemas e terminámos o dia de forma positiva. Obrigado à minha equipa e à Pirelli. As mudanças de tempo tornam esta experiência mais louca, mas positiva”, afirmou o piloto russo, campeão europeu em 2018 e atual líder do ERC.
Lukyanuk
tem neste momento 38,3s de vantagem sobre Iván Ares e David Vázquez (Hyundai
i20 R5), que foram recuperando posições ao longo do dia. O piloto galego,
campeão espanhol de ralis em 2017, aproveitou a desistência do ‘mundialista’
Craig Breen que abandonou na última especial do dia, após um toque no troço
anterior que arrancou a roda traseira esquerda do Hyundai i20 R5. Também Oliver
Solberg, atual segundo classificado do Europeu, está fora da luta pela vitória
em Fafe, depois de problemas no escape do Volkswagen Polo GTi R5 terem feito o
jovem sueco perder mais de seis minutos. Solberg, recorde-se, apenas conseguiu
alinhar este sábado depois de um notável trabalho da sua equipa de mecânicos,
que recuperou o Volkswagen acidentado no Shakedown.
Com tudo isto, os franceses Yoann Bonato e Benjamin Boulloud (Citroën C3 R5) estão no terceiro lugar, a apenas 0,4s de Ares e Vázquez, um duelo que promete continuar nas nove especiais de domingo.
Referência para as equipas portuguesas, onde João Barros e Jorge Henriques (Citroën C3 R5) são nesta altura os melhores classificados na geral, no 13.º lugar, enquanto Pedro Almeida e Hugo Magalhães (Peugeot 208 Rally 4) ocupam o terceiro posto no ERC3. Aloísio Monteiro e Sancho Eiró (Skoda Fabia R5) estão perto do Top 20 absoluto e Mário castro/Ricardo Cunha (Ford Fiesta) rodam num excelente 5º posto no ERC 3.
O jovem piloto assinou uma magnífica exibição na prova do Campeonato Norte de Ralis integrada no Rali Fafe Montelongo e, com mais um triunfo, reforçou a liderança no campeonato.
O programa reservado ao CNR integrava seis especiais de classificação, todas disputadas durante o dia de sábado. A segunda passagem pela especial de Anjos, correspondente à quinta a percorrer, viria a ser neutralizada, ficando o percurso contra o cronómetro reduzido a cerca de 50 quilómetros. As condições meteorológicas, que foram variando ao longo do dia, tornaram-se um fator importante nas lutas pelas posições cimeiras.
Ainda com piso seco, a primeira
classificativa viu a dupla espanhola formada por Óscar Palomo e José Bouzas levar
o seu Peugeot 208 Rallye 4 à liderança, num troço em que foram secundados pelas
equipas que assumiam o maior favoritismo: Lucas Simões e Simplício Gonçalves Mitsubishi
Lancer Evo IX) foram segundos e Fernando Peres/José Pedro Silva (Mitsubishi
Lancer Evo IX) terceiros, respetivamente, a 2,2 e 3,6 segundos.
A liderança da equipa espanhola
seria de pouca dura pois, logo na segunda especial, um toque retirou-lhes todas
as aspirações, caindo para o fundo da tabela.
A chuva fez a sua aparição logo
de seguida e, paralelamente, começou o “recital” de Lucas Simões que viria a
vencer todas as restantes especiais, arribando a Fafe, no fecho da prova, com quase
minuto e meio de vantagem sobre Peres, que também assinou uma boa exibição e
garantiu preciosos pontos na luta pelo campeonato, onde é o piloto da Peres
Competições é segundo.
Augusto Costa vence nas duas rodas e alcança pódio absoluto
O pódio absoluto do Campeonato Norte de Ralis em Fafe ficou completo com a presença de Augusto Costa e Susana Silva. A dupla do Peugeot 208 VTI voltou a rubricar uma exibição muito positiva, chegando a liderança das duas rodas motrizes na penúltima especial e provando que a prova do Demoporto tinha de ser encarada com um misto perfeito de rapidez e cautela, para ultrapassar todas as armadilhas do terreno e das condições meteorológicas.
João Andrade e Sérgio Paiva (Citroen Saxo) terminaram no quarto posto da geral, sendo segundos nas duas rodas motrizes, categoria que veria Miguel Carvalho e António Reis (Peugeot 306) assegurarem o terceiro posto. O Top 5 absoluto ficou fechado pela dupla Nelson Silva/José Janela, muito consistentes na condução do Mitsubishi Lancer Evo VI com que alinharam no rali.
O Campeonato Norte de Ralis vai regressar agora aos pisos de terra. A quinta prova do ano será o Rali Terras D’aboboreira, que será disputado nos dias 30 e 31 de outubro.