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  • Dakar: Bruno Santos mantém-se no Top 10 entre os “Rookie” 

    Dakar: Bruno Santos mantém-se no Top 10 entre os “Rookie” 

    Cumprindo pela primeira vez o sonho de participar na prova rainha do todo-o-terreno a nível mundial, Bruno Santos aos comandos de uma Husqvarna e integrado na estrutura XRaids Experience, disputou hoje com sucesso a primeira etapa que ligou Alula a Al Henakiyah. Foram 405 km disputados ao cronómetro que o piloto de Torres Vedras cumpriu em 6h14m39s, tempo que lhe permitiu manter no Top 10 da classificação destinada aos pilotos “Rookie”, aqueles que disputam o Dakar pela primeira vez.

    ““Estou muito emocionado por ter completado este primeiro dia do Dakar. Apesar da corrida ter começado ontem com o prólogo, hoje é que senti verdadeiramente o que é estar aqui a competir. E logo para começar tivemos uma etapa bem longa, foram mais de 400 quilómetros e mais de seis horas consecutivas em cima da moto. Foi uma etapa muito dura com muita pedra em particular nos derradeiros duzentos quilómetros. Mas estou bem, tudo correu bem e estou muito motivado para os dias que se seguirão””, referiu Bruno Santos no bivouac instalado em Al Henakiyah, após uma etapa onde subiu seis posições na classificação geral, ocupando agora o 45º lugar absoluto, 25 entre os pilotos Rally 2 e 6º melhor Rookie.

    Amanhã, dia 7 de janeiro, disputa-se a segunda etapa do Rali Dakar que inicia os concorrentes na areia já que terão de ultrapassar 30 km de dunas neste dia. Serão disputados 470 km cronometrados nesta etapa que liga Al Henakiyah a Al Duwadimi.

  • Ricardo Porém comete excesso e atrasa-se na primeira etapa do Dakar

    Ricardo Porém comete excesso e atrasa-se na primeira etapa do Dakar

    O Dakar Rally 2024 é longo, mas duro desde o primeiro quilómetro. Ricardo Porém pode comprovar isso mesmo, depois de hoje, na primeira etapa da competição organizada pela A.S.O. e logo no quinto quilómetro de uma tirada com mais de 400km, ter cometido um excesso que prejudicou o seu resultado na etapa, e que o vais obrigar a uma recuperação ao longo dos próximos 13 dias competição.

    “Estes são os dias de corridas que sabemos que existem, mas que nunca queremos que cheguem. Cometi um excesso logo no início da etapa que fez o nosso MMP T3 Rally-Raid aterrar no chão em esforço na roda traseira esquerda, partindo o braço da suspensão. Esse tipo de material não segue connosco no carro e, por isso, fomos forçados a esperar pelo nosso carro de apoio. Olhando para o lado positivo, esta situação acabou por acontecer logo no início da especial e a espera não foi tão longa. Daí em diante fomos cautelosos e acabámos por terminar na 23.ª posição”, começou por explicar antes de afirmar que “tanto eu como o Augusto estamos com muita vontade de dar a volta a esta situação e iniciar a recuperação já na etapa de amanhã.”

    Para amanhã, na etapa que liga Al Henakiyah a Al Duwadimi, que conta com um total de 655km, dos quais 463km cronometrados, os pilotos vão ter pela frente uma especial XXL, com cerca de 30 km de dunas na primeira parte do curso. No entanto, a maior parte desta nova especial acontece em pistas rápidas, onde a ‘sorte’ favorecerá os mais corajosos.

  • Dupla da Franco Sport supera etapa duríssima no arranque do Dakar 2024

    Dupla da Franco Sport supera etapa duríssima no arranque do Dakar 2024

    A dupla Mário Franco/Daniel Jordão da Franco Sport, aos comandos do Yamaha YXZ 1000R Turbo T3 que compete na categoria Challenger superou com sucesso a etapa duríssima que deu as boas-vindas aos participantes no Rali Dakar 2024. Muita pedra e muito pó foram ingredientes a que se juntaram três furos e duas horas de condução noturna, que muito penalizaram a equipa.

    “Foi uma etapa extremamente dura, com muita pedra, se calhar das mais difíceis que eu já fiz, isso garantidamente, mas estão aqui muitos pilotos experientes que dizem que foi das etapas mais complicadas. Muita pedra, muita pedra, muita pedra… Três furos com duas rodas suplentes impediram-nos de fazer um resultado melhor, mas foi uma boa experiência. Tivemos a oportunidade de perceber melhor como funcionava o carro e por isso o meu balanço, apesar de tudo, é positivo. Ultrapassamos este primeiro desafio” explicou Mário Franco depois de ter chegado ao bivouac em Al Henakiyah no final desta primeira etapa na Arábia Saudita.

    Daniel Jordão na sua estreia na prova rainha acrescenta que “para mim foi um belo batismo no Dakar, foi uma grande aventura, com muitas peripécias pelo meio, mas conseguimos o nosso primeiro objetivo que era trazer o carro até ao fim. Fizemos duas horas de noite com uma navegação muito difícil e com muito pó, mas ficámos com a noção de que temos andamento para lutar por um lugar nos 10 primeiros e por isso estamos animados e muito motivados para a etapa de amanhã”.

    Amanhã, dia 7 de janeiro, disputa-se a segunda etapa do Rali Dakar que inicia os concorrentes na areia já que terão de ultrapassar 30 km de dunas neste dia. Serão disputados 470 km cronometrados nesta etapa que liga Al Henakiyah a Al Duwadimi.

  • João Ferreira sofreu três furos na primeira etapa do Dakar

    João Ferreira sofreu três furos na primeira etapa do Dakar

    Não começou como era expectável, mas o objetivo não se altera. João Ferreira não teve uma primeira etapa nada fácil no Dakar Rally, com três furos a atrasarem o piloto de Leiria, que assim terminou a etapa na 9.ª entre os SSV.

    “Não era assim que esperávamos iniciar este Dakar. Três furos deram-nos algum trabalho hoje e acabaram por nos atrasar um pouco na geral. Amanhã espera-nos mais uma etapa difícil e acreditamos que as aprendizagens somadas hoje serão muito importantes para o nosso futuro neste Dakar. A luta só agora começou e nós não vamos baixar os braços!”, assumiu o Campeão Nacional de Todo-o-Terreno 2022.

    Amanhã espera-se uma emocionante etapa, que une Al Henakiyah para Al Duwadimi, onde os participantes enfrentarão um desafio XXL ao longo de 463 km. O percurso promete uma mistura desafiadora de dunas e secções rápidas, colocando à prova as habilidades e resiliência dos concorrentes. A experiência será crucial para o sucesso, mas a imprudência será severamente penalizada.

  • Porsche Sprint Challenge Ibérica: 1ª Gala

    Porsche Sprint Challenge Ibérica: 1ª Gala

    A Quinta da Pacheca foi o cenário idílico da gala de Encerramento da 1ª época da novel Porsche Sprint Challenge Ibérica, competição com a chancela oficial da marca alemã e promovida pela P21 Motorsport.

  • Mário Patrão vence etapa do Dakar entre os Veteranos

    Mário Patrão vence etapa do Dakar entre os Veteranos

    Mário Patrão piloto apoiado pelo Crédito Agrícola aos comandos de uma Honda CRF450 RS2 Rally iniciou de forma muito positiva a sua participação nas etapas do Rally Dakar 2024, tendo sido o mais rápido da classificação Rally 2 Veteran Trophy no setor seletivo de 414 km cronometrados que ligou Alula a Al Henakiyah. 

    À chegada ao bivouac o piloto apoiado pelo Câmara Municipal de Seia referiu que “cada dia “é uma nova aprendizagem. Estou a adaptar-me à moto com cautela e perseverança.  Foram os primeiros km “a sério” e para já tem sido uma experiência incrível. O traçado de prova é absolutamente novo, então há que conduzir com cautela e fazer valer a experiência que tenho””.

    Amanhã, dia 7 de janeiro, o piloto apoiado pelo Hotel Abrigo da Montanha disputará a segunda etapa do Rali Dakar que inicia os concorrentes na areia já que terão de ultrapassar 30 km de dunas. Serão disputados 470 km cronometrados nesta etapa que liga Al Henakiyah a Al Duwadimi.

  • Dakar: De Mevius (Toyota) venceu 1ª etapa

    Dakar: De Mevius (Toyota) venceu 1ª etapa

    Guillaume de Mevius/Simon Vitse (Toyota Overdrive Racing) venceram a etapa 1 do Dakar e são os primeiros líderes da prova, num dia em que vários dos favoritos se atrasaram. Só foram precisos dois dias para Guillaume de Mevius conquistar a sua primeira vitória numa etapa do Dakar na classe principal, a Ultimate, ele que ‘transitou’ dos SSV este ano.

    Carlos Sainz/Lucas Cruz (Audi Sport), que fizeram uma bela etapa, recuperando de um mau prólogo e consequentemente duma má ordem na pista, foram segundos a 1m44s na frente de Giniel de Villiers/Dennis Murphy (Toyota Gazoo Racing), com um português a fazer um grande resultado: Vaidotas Zala/Paulo Fiúza (Mini X-Raid Arijus Team) terminaram a tirada no quarto lugar a 10m42s. da frente num dia com algumas surpresas.

    Por exemplo, Sebastien Loeb/Fabian Lurquin (BRX Prodrive) que foram apenas 14º a 22m47s da frente, Nasser Al-Attiyah/Mathieu Baumel (BRX Prodrive Nasser Racing), que terminaram em 16º a 24m47s do líder e Stéphane Peterhansel/Edouard Boulanger (Audi Sport), 17º a 32m15. Para um primeiro dia de prova é significativo. Bem que David Castera, o diretor do Dakar, já tinha alertado para as dificuldades dos primeiros dias.

  • Paulo Anselmo: “encaramos esta temporada como sendo do tudo ou nada e fizemos o pleno!”

    Paulo Anselmo: “encaramos esta temporada como sendo do tudo ou nada e fizemos o pleno!”

    Seis ralis disputados, quatro vitórias, três títulos. Eis a saga de Paulo Anselmo e André Silva que se sagraram campeões do Start Sul de Ralis 2023 e juntaram ao cetro sulista, uma dobradinha no 6º Desafio Kumho Portugal, triunfando nos desafios Kumho Sul e Kumho Terra. Foi possivelmente a melhor temporada até ao momento do piloto de Olhão.

    O que esperava de 2023?

    “Em 2023 esperava lutar pelo título no Campeonato Start Sul de Ralis. Era esse o grande objetivo e encaramos a época com um espírito de total entrega. 2022 não nos tinha corrido assim tão bem e ficamos aquém do que desejávamos. Então, encaramos esta temporada como sendo do tudo ou nada e fizemos o pleno!”.

    Qual foi o maior desafio da época?

    “O maior desafio  da temporada foi o Rally de Vila do Bispo devido às condições climatéricas. Foi épico!… Tiveram inclusive de cancelar os últimos dois troços devido a tempestade, contudo foi também um desafio fabuloso que colocou à prova os nossos limites”.

    Qual foi o melhor momento e o momento mais despontante?

    O melhor momento foi o Rally de Serpa porque vencemos e é um dos meus preferidos, mas não poderia deixar de referir também o Rally Casinos do Algarve que tinha especiais fabulosas onde acabamos por nos divertir muito e vencer também essa prova”.

    O Rali de Albufeira foi novamente o nosso pior rali da época porque na ligação para primeira especial de domingo a caixa de velocidades encravou em 3ª velocidade e partiu em plena reta a 20 quilómetros hora!”

    Que balanço faz dos títulos alcançados e da temporada?

    “Foi uma época com altos e baixos e muito competitiva, onde andamos a discutir o título até à última especial, no último rali e conseguimos ser campeões!… Este é um título que dedico à minha família que tanto me apoia, à equipa, que fez um trabalho notável no BMW, aos patrocinadores, pois sem eles seria impossível correr e a todos quantos nos deram força ao longo do campeonato. Quero destacar ainda a nossa vitória na Divisão 2 dos Desafios Kumho Sul e Kumho Terra, não só por ser mais dois títulos prestigiantes, mas sobretudo pelo apoio que a Kumho e a ASR Tyres têm dado aos ralis regionais nos últimos seis anos. Para nós tem sido um prazer correr com os Kumho, que se revelam pneus cada vez mais competitivos. Uma palavra muito especial  para o André Silva. O trabalho que fez como navegador foi preponderante para o nosso sucesso.”

    Já tem os seus planos definidos para 2024?

    “Em termos de planos para 2024 iremos começar a divulgar o nosso projeto para 2024 tentando reunir os patrocínios suficientes para saber o que poderemos fazer. O que queremos é continuar e lutar por mais um título de campeão no Start Sul e novamente com o André e o BMW 361i Compact. Não sei se será possível e tudo irá depender dos patrocínios que consiga. Está cada vez mais caro competir. Existe também a hipótese de fazer algumas provas de todo-o-terreno, com um SSV. Uma coisa é certa, se e onde competirmos, será sempre para tentar vencer!”.

  • Dakar Classic: dupla tcheca aos comandos de um “pato” muito especial…

    Dakar Classic: dupla tcheca aos comandos de um “pato” muito especial…

    Barbora Holicka e Lucie Engova estarão aos comandos de um dos carros mais reconhecíveis nos Bivouacs deste Dakar 2024. A dupla tcheca decidiu fazer sua estreia no Dakar Classic e estará dirigindo um Citroën 2CV que elas decoraram com um caleidoscópio de cores fluorescentes com a ajuda do artista pop tcheco Josef Rataj.

    Barbora corre no campeonato tcheco de rali há mais de uma década, mas é nova no rally-raid e admite que nunca esperou participar no Dakar. Enquanto ela não tem tradição familiar em automobilismo, a sua copiloto Lucie Engova vem de uma família ligada ao meio. Seu pai Bretislav Enge teve uma longa carreira em carros de turismo, correndo para a equipe de fábrica da BMW ao longo da década de 1980, e mais tarde chamou a filha Lucie para com ela competir no campeonato de rali tcheco por carros históricos. Enquanto isso, seu irmão Tomas Enge – que completou o Dakar 2021 em um SSV – é um dos maiores nomes do automobilismo tcheco e o único piloto de seu país a ter corrido na Fórmula 1.

    Infelizmente, a chefe da equipe checa Samurais, Olga Rouckova, foi forçada a se retirar do Dakar Classic há algumas semanas porque seu piloto, Ondrej Martinec, teve que se submeter a uma cirurgia cardíaca. Barbora e Lucie, portanto, representarão a equipe em seu ‘Duck’ – o ‘petit nom’ tcheco para o icônico 2CV. Barbora sempre correu em um Citroën, e depois de flertar com a possibilidade de entrar em um ZX Rallye-Raid, ela decidiu prestar homenagem a 75 anos de produção 2CV preparando um – e em grande estilo – para o Dakar Classic. A dupla tcheca definitivamente trará um toque de cor a esta 46a edição, o que poderá peparar o caminho para uma aparição no Dakar principal.

    “Eu faço automobilismo há mais de 10 anos, competindo no campeonato de rali tcheco. A minha família não gosta de automobilismo, mas eu sempre quis ir a corridas e ver os carros. Quando tive a oportunidade, apostei tudo nisso – sem férias, sem compras! Eu tenho experiência em ralis tradicionais e também faço competições de subida de montanha, mas o cross-country é novo para mim, e o Dakar foi algo em que eu nunca imaginei participar. Eu conhecia pessoas que trabalhavam lá como mecânicos, e eu costumava brincar com elas ‘Leva-me contigo!’ Então conheci Olga, porque organizo uma versão menor do Dakar Classic em casa. Perguntei-lhe: ‘Como é possível ir ao Dakar?’ Ela explicou-me como tudo funciona porque eu não sabia de nada… ‘Há chuveiros, ou você fica 20 dias no deserto sem se lavar?!’ Eu vim ao Dakar 2023 por dois dias para vê-la e à equipe, e aí eu já estava a colocar a hipótese de vir enquanto concorrente. Olga sugeriu começar com o Dakar Classic, porque é a maneira mais fácil de descobrir o rali. Fiquei tentada pelo ZX Rallye-Raid, mas os valores são impossíveis! Então um amigo disse: ‘Você tem que ir com o 2CV, essa será a melhor diversão’. Então eu encontrei um 2CV e um mecânico especializado, Tomas. Poderia ser mais fácil e barato ir com outro carro, mas acho que foi a jogada certa, porque toda a gente adora o projeto. Há uma comunidade incrível ao redor deste carro. A alcunha deste 2CV é ‘pato’ porque ele se move como um pato! Então este é o nosso projeto Duckar! E o carro é de 1979, que foi o ano do primeiro Dakar”, afirmou Barbora Holicka.

  • FPAK Junior Team – um sucesso que terá repetição em 2024

    FPAK Junior Team – um sucesso que terá repetição em 2024

    A FPAK Junior Team de velocidade foi um sucesso retumbante em 2023, tendo dado a oportunidade a jovens pilotos de se estrearem na mais importante competição de Portugal, uma aposta que é renovada este ano.

    Em 2023, seis jovens – Duarte Camelo, Duarte Pinto Coelho, Gabriel Caçoilo, Henrique Cruz, Lourenço Monteiro e Mariana Machado – tomaram parte em três das quatro provas do Campeonato de Portugal de Velocidade aos comandos de três Ginetta G40 GT5, partilhando a pista com alguns dos melhores pilotos da Península Ibérica, e não só.

    Para além da experiência em pista, as esperanças do automobilismo nacional aprenderam ainda todo o processo de afinação de um carro de corridas, passando pela análise de telemetria, oferecendo-lhes uma visão global das exigências da competição de pista.

    Duarte Camelo regozijou-se com a sua participação na equipa dinamizada pela entidade federativa. “A iniciativa da FPAK foi uma das mais incríveis do automobilismo nacional. É fantástica, superorganizada e consegue proporcionar aos jovens pilotos uma experiência na categoria de velocidade onde estão pilotos e carros incríveis. Além disso, melhora-nos enquanto pilotos seja qual for a modalidade de onde vimos”, afirmou o jovem que em 2023 se sagrou Campeão de Portugal de Ralicross na Divisão 1 do Nacional 2RM e ficou em segundo lugar na divisão TC do Campeonato de Portugal de Velocidade, acrescentando: “sem dúvida que, tanto pelo formato como pela rotatividade de pistas e equipas, é a melhor forma de jovens pilotos ganharem gosto pela modalidade, como foi o meu caso, que adorava ter a oportunidade de repetir a experiência quem sabe num campeonato com mais provas ainda”.

    Henrique Cruz, o Campeão de Portugal de Karting X30 de 2022, reforça a oportunidade que foi oferecida. “Este programa, a meu ver, foi bastante interessante, pelo facto de ajudar os jovens e talentosos pilotos que temos em Portugal, abrindo portas para o mundo do automobilismo que devido aos seus custos nem sempre é acessível”, afirmou o piloto que se estreou na competição automóvel, ficando em sexto lugar na divisão TC do Campeonato de Portugal de Velocidade.

    O carro escolhido para a FPAK Junior Team, o Ginetta G40 GT5, é também um motivo para a evolução dos pilotos que dão os primeiros passos na Velocidade, uma vez que é um pequeno GT com uma relação peso/potência muito performante. “Já conhecia o carro, mas não tinha ideia de como era a sua condução. É engraçado, rápido e que requer que estejamos com os reflexos apurados para as reações que tem em pista, tornando sempre uma aventura cheia de adrenalina conduzi-lo”, sublinhou Duarte Camelo.

    Por seu lado, Henrique Cruz aponta a facilidade com que se adaptou ao irreverente e performante carro inglês, graças ao seu comportamento consistente. “O Ginetta é um carro fácil de guiar ao qual me adaptei bastante rapidamente, chegando ao fim da temporada com o sentimento de estar ao mesmo nível de todos os concorrentes”, afirmou o jovem piloto, que falhou a sua estreia no Campeonato de Portugal de Velocidade devido a uma indisposição física.

    Estes dois jovens pilotos evidenciam a validade do FPAK Junior Team, assim como Duarte Pinto Coelho que, depois de ter impressionado aos comandos dos Ginetta G40 GT5, já testou um Mercedes AMG GT4 da Racar Motorsport, estando a trabalhar para dar o salto para os GT4.

    Os interessados em participar na iniciativa da FPAK, tomando parte no Campeonato de Portugal de Velocidade de 2024, poderão apresentar as suas candidaturas até ao dia 12 de Janeiro de 2024.