Autor: Joaquim Amândio Santos

  • WRX 2025: Kristoffersson voltou a reinar no Mundial de Rallycross após época disputada até ao fim

    WRX 2025: Kristoffersson voltou a reinar no Mundial de Rallycross após época disputada até ao fim

    Johan Kristoffersson voltou a confirmar o seu domínio no FIA World Rallycross Championship ao conquistar, em 2025, o oitavo título mundial em nove temporadas. Apesar do resultado final voltar a colocar o sueco no topo da modalidade, a época esteve longe de ser tranquila, com a luta pelo campeonato a manter-se em aberto até ao derradeiro fim de semana da temporada.

    O arranque do campeonato deixou logo sinais de que a campanha seria mais exigente do que o habitual. Na ronda inaugural, disputada em Lousada, em Portugal, Kristoffersson terminou apenas na quinta posição depois de uma prova complicada com o Volkswagen Polo KMS 601 RX movido a combustível sustentável. Perante as dificuldades, a equipa Kristoffersson Motorsport optou rapidamente por regressar aos bem-sucedidos Volkswagen Polo RX1e elétricos, decisão que se revelaria determinante para o resto do ano.

    Foi Niclas Grönholm quem saiu de Portugal na liderança do campeonato, depois de conquistar a vitória diante de um público numeroso e entusiástico, mantendo o comando da classificação até à prova húngara de Nyirád. Aí, um incidente na final acabou por relegar o finlandês para sexto, permitindo a Kristoffersson assumir a liderança e iniciar uma fase de grande consistência. A partir desse momento, o múltiplo campeão do mundo não terminou qualquer ronda abaixo do segundo lugar, consolidando gradualmente a vantagem na luta pelo título.

    Ainda assim, o campeonato manteve-se equilibrado até ao final. Grönholm chegou a colocar pressão na derradeira jornada em Istambul, dominando as sessões de qualificação e mantendo viva a esperança de recuperação. Contudo, uma nova vitória de Kristoffersson acabou por fechar matematicamente o campeonato antes mesmo das corridas decisivas, garantindo o título ao piloto sueco. Grönholm terminou a temporada com o melhor resultado da sua carreira, assegurando o vice-campeonato por apenas um ponto de diferença para Ole Christian Veiby, que protagonizou uma forte segunda metade do ano com vitórias na Finlândia e na Turquia.

    A temporada ficou igualmente marcada por boas prestações de outros protagonistas do paddock. Klara Andersson, companheira de equipa de Grönholm, concluiu o ano na quarta posição, somando mais um pódio ao seu percurso no mundial. Já os irmãos Timmy e Kevin Hansen viram a sua época terminar prematuramente devido a problemas de patrocínio, embora Timmy tenha sido um dos pilotos mais consistentes nas rondas iniciais, alcançando o pódio nas três primeiras provas do calendário.

    Num campeonato dominado maioritariamente por máquinas elétricas, também houve espaço para o destaque dos carros com motor de combustão. Juha Rytkönen e Patrick O’Donovan protagonizaram desempenhos sólidos, conseguindo discutir posições de relevo e demonstrando que ainda existe competitividade fora do universo elétrico, mesmo perante a evolução tecnológica da modalidade.

    No final, a combinação entre consistência, capacidade de adaptação e experiência voltou a fazer a diferença a favor de Johan Kristoffersson, que reforça o seu estatuto como a grande referência do rallycross moderno e encerra mais uma temporada histórica no topo do desporto.

  • Miguel Oliveira volta a impressionar com recuperação épica em Phillip Island

    Miguel Oliveira volta a impressionar com recuperação épica em Phillip Island

    Miguel Oliveira protagonizou mais uma exibição de grande nível no Mundial de Superbike, ao assinar uma recuperação notável na Race 2 da ronda australiana, disputada sob chuva intensa no circuito de Phillip Island. O piloto português voltou a demonstrar garra, velocidade e capacidade de adaptação, subindo da 21.ª posição da grelha até ao sétimo lugar final, num domingo que confirmou o excelente início de percurso na categoria.

    Depois de já ter recuperado posições de forma impressionante na primeira corrida do fim de semana, Oliveira voltou a enfrentar adversidade antes mesmo do arranque da Race 2, ao ser relegado para o fundo da grelha devido a um problema técnico ocorrido no Superpole Race. Longe de baixar os braços, o português respondeu em pista com uma corrida sólida e inteligente, ultrapassando vários adversários em condições extremamente difíceis, marcadas pela chuva e por múltiplas quedas.

    Ao longo da prova, o piloto da BMW foi ganhando posições de forma consistente, mantendo sempre um ritmo forte e seguro num traçado conhecido pelas exigências em piso molhado. A recuperação culminou com o sétimo lugar final, após intensos duelos em pista, confirmando a evolução na adaptação à M1000RR e ao ambiente competitivo do WorldSBK.

    No final do dia, Miguel Oliveira resumiu nas suas redes sociais o espírito com que encarou o desafio: “Que domingo! Podia contar muitas coisas sobre a corrida, ultrapassagens ou até as condições difíceis na corrida 2… mas prefiro dizer que dois fracos não reza a história e desânimo, desistir, conformismo, são palavras que não encontro no meu dicionário.”

    A frase espelha bem a postura demonstrada pelo português ao longo de todo o fim de semana, marcado por contratempos mas também por prestações consistentes que chamaram a atenção do paddock. Num arranque de campeonato onde vários pilotos sentiram dificuldades perante as condições variáveis de Phillip Island, Oliveira destacou-se precisamente pela capacidade de resposta e pelo ritmo competitivo mostrado em corrida.

    Com duas grandes recuperações consecutivas na ronda australiana, o piloto português deixa a primeira etapa do ano com sinais muito positivos para o restante campeonato. A próxima paragem do Mundial de Superbike será em Portimão, circuito que Miguel Oliveira conhece bem e onde procurará transformar o bom momento em resultados ainda mais expressivos.

  • SBK: Bulega completa hat-trick na Austrália sob chuva

    SBK: Bulega completa hat-trick na Austrália sob chuva

    Nicolo Bulega confirmou um arranque de temporada absolutamente dominante ao vencer a Race 2 da ronda australiana do Mundial de Superbike, disputada em piso molhado no Phillip Island Grand Prix Circuit. O piloto da Aruba.it Racing – Ducati completou um hat-trick no fim de semana, repetindo o sucesso de 2025 e começando o campeonato de 2026 com três vitórias em três corridas. Axel Bassani e Álvaro Bautista completaram o pódio.

    A corrida ficou marcada por condições difíceis e várias quedas desde as primeiras voltas. Bulega arrancou bem da pole position e rapidamente criou margem sobre os adversários, enquanto Yari Montella subia aos lugares da frente e Bassani tentava aproximar-se do pódio. Alex Lowes também esteve na luta, mas acabou por cair já na fase final da prova.

    Com a chuva a tornar a pista traiçoeira, a corrida foi ganhando contornos dramáticos. Sam Lowes chegou a ocupar posições de pódio, mas caiu na volta seis, acabando por ser transportado ao centro médico, onde lhe foi diagnosticada uma fratura no pulso esquerdo. Mais tarde, Montella também caiu quando seguia em segundo lugar, abrindo caminho para Bassani assumir o segundo posto e Bautista garantir o terceiro.

    Bulega controlou a corrida até à bandeira de xadrez, somando a 23.ª vitória da carreira no WorldSBK e igualando nomes históricos no número de triunfos em Phillip Island. O italiano reforça assim a liderança do campeonato, somando 62 pontos após a ronda inaugural.

    Tarran Mackenzie foi um dos destaques da prova ao terminar em quarto, alcançando o seu melhor resultado na categoria, enquanto Andrea Locatelli assegurou o melhor resultado da Yamaha no fim de semana com o quinto lugar.

    Miguel Oliveira voltou a protagonizar uma forte recuperação. O piloto português partiu apenas da 21.ª posição após um problema técnico no Superpole Race, mas conseguiu subir consistentemente ao longo da corrida para terminar em sétimo, vencendo vários duelos diretos e mostrando novamente ritmo sólido em condições difíceis. Danilo Petrucci terminou imediatamente à frente, em sexto, enquanto Iker Lecuona fechou o top oito.

    Lorenzo Baldassarri, que tinha brilhado na Race 1, viu a vida complicar-se com uma penalização dupla por falsa partida, mas ainda assim recuperou até ao nono lugar. Garrett Gerloff fechou o top dez, numa corrida onde todos os pilotos que terminaram acabaram por pontuar.

    Entre os abandonos, além dos irmãos Lowes, ficaram ainda Mattia Rato, Ryan Vickers e Xavi Vierge, todos vítimas das difíceis condições de aderência.

    Classificação do campeonato após Phillip Island

    1. Nicolo Bulega – 62 pontos
    2. Axel Bassani – 42
    3. Yari Montella – 26
    4. Lorenzo Baldassarri – 25
    5. Álvaro Bautista – 19
    6. Iker Lecuona – 19

    Depois de um início de época marcado pelo domínio de Bulega e por várias surpresas em pista, o Mundial de Superbike segue agora para Portimão, onde o campeonato continuará dentro de poucas semanas.

  • Castrol Portugal Rally Series abre inscrições anuais para a época 2026

    Castrol Portugal Rally Series abre inscrições anuais para a época 2026

    As inscrições anuais para a temporada 2026 do Castrol Portugal Rally Series já estão oficialmente abertas, acompanhando a abertura das inscrições para a primeira ronda do campeonato, disponíveis através do portal da FPAK.

    Além da inscrição prova a prova, a organização disponibiliza para esta temporada duas opções de packs anuais, com condições especiais e descontos destinados às equipas que optem por garantir a participação ao longo de toda a época. A inscrição anual poderá ser efetuada até sete dias antes da realização da primeira ronda.

    Como novidade adicional, está também disponível um Media Package exclusivo, dirigido às equipas que pretendam reforçar a sua visibilidade e presença mediática durante o campeonato, apostando numa maior projeção ao longo da temporada.

    Todas as informações sobre os packs anuais, condições e processo de inscrição podem ser obtidas através do contacto oficial da organização, via email.

    A temporada 2026 arranca com a Ronda #1 — Vila Portuguesa Rally Series Terras de Oiro, marcada para os dias 21 e 22 de março, numa prova disputada em piso de asfalto.

    Com este modelo de inscrições e vantagens associadas, o Castrol Portugal Rally Series procura reforçar a estabilidade das equipas ao longo do ano e consolidar o crescimento da competição no panorama dos ralis nacionais.

  • Novo Troféu Nacional de Maxi Trail em 2026

    Novo Troféu Nacional de Maxi Trail em 2026

    A temporada nacional de Enduro em 2026 contará com uma novidade importante, acompanhando a crescente tendência do mercado de motos de aventura: o lançamento do novo Troféu Nacional de Maxi Trail. A competição será integrada nas jornadas do Campeonato Nacional de Mini Enduro – Jetmar e dos Troféus de Clássicas, reforçando o programa competitivo das provas nacionais.

    A nova classe será disputada em formato único e destina-se a motos com dois ou mais cilindros, cilindrada superior a 400 cc e peso mínimo de 165 kg, aproximando o universo das grandes motos trail do ambiente competitivo do enduro.

    Em termos de formato, os participantes na classe Maxi Trail irão cumprir o mesmo número de voltas que os pilotos de Mini Enduro — duas ou três voltas, conforme definição da organização em cada evento. Para alinhar nas provas, será exigida Licença Regional de Enduro e o valor da inscrição por prova está fixado em 40 euros.

    O calendário da temporada 2026 será composto por cinco provas, coincidindo com as jornadas do Mini Enduro. As duas primeiras rondas terão lugar na véspera de provas do Campeonato Nacional de Enduro, começando em Armamar a 18 de abril e seguindo para Figueira da Foz a 16 de maio. As três restantes provas integram fins de semana do Campeonato Nacional de Enduro Sprint – Moto Espinha, com passagens pela Lousã a 24 de outubro, Moçarria a 21 de novembro e Castelo Branco a 5 de dezembro.

    A ronda final terá um formato especial, disputada em regime “Closed Course”, com duas classificações independentes: uma para o Enduro realizado durante a manhã e outra para a prova de Resistência na parte da tarde.

    Com a criação do Troféu Nacional de Maxi Trail, o enduro português abre portas a um novo perfil de participantes, aproximando o segmento das motos de aventura da competição organizada e reforçando a diversidade da modalidade em território nacional.

  • Escola de Enduro da Escuderia Castelo Branco arrancou 2026 com forte adesão

    Escola de Enduro da Escuderia Castelo Branco arrancou 2026 com forte adesão

    A Escola de Enduro da Escuderia Castelo Branco deu início à temporada de 2026 com a realização da primeira ação do ano, marcada por uma expressiva participação e pelo entusiasmo dos praticantes que marcaram presença no Parque de Desportos Motorizados.

    Criada com o objetivo de promover a formação e a iniciação ao enduro em ambiente seguro e estruturado, a escola tem-se afirmado como um espaço de aprendizagem técnica e evolução desportiva, reunindo jovens pilotos, iniciados e praticantes amadores que procuram melhorar a condução em todo-o-terreno. Sob acompanhamento técnico especializado, os participantes trabalham aspetos fundamentais como o controlo da moto, a postura, a leitura do terreno e a segurança em pista.

    Ao longo dos últimos anos, o projeto tem contribuído para a formação de novos talentos e para a dinamização da modalidade na região, mantendo também um forte compromisso com a vertente pedagógica e com boas práticas ambientais — valores que se tornaram imagem de marca da Escuderia Castelo Branco.

    O arranque de 2026 confirmou a crescente procura por este tipo de formação, refletindo o ambiente positivo vivido ao longo da sessão, onde não faltou espírito de entreajuda e partilha entre pilotos de diferentes níveis.

    A organização agradeceu a todos os participantes pela presença e já deixou o convite para a próxima edição, cuja data será anunciada em breve.

  • SBK: Nicolo Bulega domina Race 1 em Phillip Island e Miguel Oliveira protagoniza recuperação histórica

    SBK: Nicolo Bulega domina Race 1 em Phillip Island e Miguel Oliveira protagoniza recuperação histórica

    Nicolo Bulega confirmou o favoritismo e venceu a primeira corrida da nova temporada do Campeonato do Mundo de Superbike, liderando de início ao fim no Phillip Island Grand Prix Circuit. O piloto da Aruba.it Racing – Ducati conquistou os primeiros 25 pontos do ano numa prova marcada por várias histórias de destaque, entre elas os primeiros pódios de Yari Montella e Lorenzo Baldassarri na categoria.

    Bulega arrancou bem da pole position e manteve o comando logo nas primeiras curvas, começando desde cedo a abrir vantagem sobre os perseguidores. Yari Montella segurou o segundo lugar, enquanto Baldassarri foi um dos protagonistas da fase inicial ao subir rapidamente de sétimo para terceiro, ultrapassando Alex Lowes na quinta volta.

    Com o decorrer da corrida, o líder controlou o ritmo e geriu a diferença para Montella, terminando com margem confortável. Baldassarri assegurou o último lugar do pódio, resistindo à pressão de Axel Bassani nas voltas finais para celebrar o primeiro pódio da carreira em WorldSBK. Para Bulega, o triunfo representou a quarta vitória consecutiva em Phillip Island, a 21.ª na categoria, igualando o registo histórico de Max Biaggi e prolongando para 14 corridas a sua sequência consecutiva no pódio.

    A luta pelo top cinco teve como protagonistas os irmãos Lowes, com Sam a levar a melhor sobre Alex a meio da corrida antes de iniciar duelo intenso com Bassani pelo quarto lugar. Apesar da pressão, o piloto da Bimota conseguiu manter a posição, enquanto Iker Lecuona recuperou terreno de forma consistente para terminar em sexto.

    Um dos grandes destaques da corrida foi Miguel Oliveira. O piloto português, que se estreou na categoria, foi obrigado a partir do último lugar da grelha após não conseguir registar tempo na Superpole devido a uma queda. Ainda assim, protagonizou uma notável recuperação, ganhando 13 posições para terminar em oitavo, naquela que foi a melhor subida em Phillip Island desde 2008. O resultado deixa sinais muito positivos no arranque da sua aventura no Mundial de Superbike.

    Alberto Surra conseguiu um top dez no seu primeiro fim de semana na categoria, enquanto Danilo Petrucci fechou o grupo dos dez primeiros depois de uma corrida marcada por várias posições perdidas e recuperadas. Garrett Gerloff esteve perto do top dez, mas um erro nas voltas finais deixou-o em 11.º.

    Entre os abandonos, destaque para as quedas de Álvaro Bautista e Xavi Vierge, este último a sofrer um forte acidente mas sendo posteriormente declarado apto após avaliação médica. Também Stefano Manzi e Remy Gardner não chegaram ao final da corrida.

    Com esta vitória, Bulega inicia a temporada como o homem a bater, enquanto a recuperação de Miguel Oliveira surge como um dos grandes pontos positivos do fim de semana, demonstrando ritmo e capacidade de progressão logo na estreia em corrida no WorldSBK.

  • Leclerc fecha testes de pré-temporada no Bahrein no topo da tabela

    Leclerc fecha testes de pré-temporada no Bahrein no topo da tabela

    Charles Leclerc terminou o último dia dos testes de pré-temporada de 2026 em primeiro lugar, encerrando a sessão final no Bahrain International Circuit como o piloto mais rápido. O monegasco da Ferrari superou Lando Norris, da McLaren, e Max Verstappen, da Red Bull, na conclusão do segundo e último teste antes do arranque oficial da temporada.

    Depois de já ter liderado a sessão da manhã, Leclerc voltou à pista na parte da tarde, quando equipas e pilotos regressaram à ação às 15h00 locais para a derradeira oportunidade de acumular quilometragem antes do Grande Prémio da Austrália, marcado para 6 a 8 de março.

    A sessão começou de forma calma, com algumas equipas a prepararem trocas de pilotos e programas distintos de trabalho, mas rapidamente os monolugares começaram a sair para a pista, incluindo o Aston Martin de Lance Stroll.

    A equipa britânica, porém, já tinha confirmado anteriormente que teria um plano de trabalho bastante reduzido devido a um problema relacionado com a bateria, que havia condicionado o programa de Fernando Alonso no dia anterior. Assim, enquanto as restantes equipas prosseguiam com os seus programas de simulação e recolha de dados, a Aston Martin encerrou a atividade ainda com mais de duas horas por disputar, com Stroll a completar apenas seis voltas sem tempo registado.

    Outro nome que demorou a aparecer em pista foi Lando Norris. A McLaren optou por realizar trabalhos no monolugar após a sessão matinal, durante a qual Oscar Piastri esteve ao volante, atrasando a entrada do britânico. Norris acabaria por sair para a pista quando restavam cerca de duas horas para o final, conseguindo ainda fechar o dia na segunda posição da tabela.

    Com o encerramento dos testes no Bahrein, as equipas deixam agora a fase de preparação e voltam atenções para a ronda inaugural da temporada, em Melbourne, onde se começarão a perceber as verdadeiras forças em pista após semanas de trabalho intenso e programas distintos entre equipas.

  • MG arranca 2026 com novo MGS6 EV e renovação do MG4 em Portugal

    MG arranca 2026 com novo MGS6 EV e renovação do MG4 em Portugal

    A MG inicia 2026 com um reforço significativo da sua gama 100% elétrica em Portugal, através da chegada do novo MGS6 EV e da atualização do MG4. Dois modelos estratégicos que consolidam a presença da marca nos segmentos mais relevantes do mercado elétrico e reforçam a aposta numa mobilidade elétrica acessível, tecnológica e orientada para o público europeu.

    Este lançamento coincide com um marco importante para a marca: a entrega da unidade número um milhão na Europa desde o regresso da MG ao continente, resultado de um crescimento sustentado e de uma rede de concessionários em expansão. Atualmente, a marca está presente em 34 mercados europeus, apoiada por mais de 1 300 pontos de venda.

    O grande destaque é o novo MGS6 EV, um SUV familiar totalmente elétrico do segmento D, que aposta numa combinação de design moderno, tecnologia e conforto. Assente na plataforma MSP — a mesma arquitetura elétrica utilizada noutros modelos da marca — o SUV integra uma bateria de 77 kWh, permitindo uma autonomia anunciada até 530 km em ciclo WLTP. O modelo suporta carregamento rápido até 150 kW, possibilitando recuperar a bateria dos 10% aos 80% em cerca de 38 minutos, e acelera dos 0 aos 100 km/h em 5,1 segundos.

    No interior, o ambiente assume um perfil mais tecnológico, com um ecrã central tátil de 12,8 polegadas, painel de instrumentos digital de 10,25”, head-up display e câmara HD de 360 graus. A versão Luxury inclui bancos aquecidos e ventilados, revestimento em pele sintética e teto panorâmico, procurando posicionar o modelo numa faixa mais premium da gama. O MGS6 EV já está disponível na rede oficial MG Portugal a partir de 42 640 euros na versão Luxury.

    A acompanhar esta novidade surge a renovação do MG4, modelo que se afirmou como um dos elétricos mais relevantes da marca na Europa. O facelift mantém a identidade visual reconhecida, mas introduz melhorias aerodinâmicas, novas jantes e um interior significativamente revisto. Entre as alterações destacam-se o novo ecrã central de 12,8”, conectividade sem fios para Apple CarPlay e Android Auto, interface simplificada e maior presença de comandos físicos para facilitar a utilização diária.

    A gama do MG4 passa a contar com várias opções de bateria e motorização, oferecendo autonomias entre 405 km e 545 km (WLTP), consoante a versão. A velocidade de carregamento em corrente contínua também foi melhorada, permitindo recarregar dos 10% aos 80% em cerca de 25 minutos nas versões mais rápidas. O modelo está disponível na rede oficial MG em Portugal com preço de campanha a partir de 32 367,01 euros na versão Luxury.

    Com estes lançamentos, a MG reforça a estratégia de crescimento no mercado europeu, onde ultrapassou as 300 mil unidades vendidas em 2025, apostando numa oferta que combina eletrificação, tecnologia e preços competitivos. O objetivo passa por consolidar o posicionamento como uma das marcas em maior expansão no panorama automóvel elétrico europeu, agora com uma gama que abrange desde compactos urbanos até SUV familiares.

    Fundada em 1924 no Reino Unido, a MG mantém o foco na democratização da mobilidade elétrica, combinando o legado histórico da marca com soluções adaptadas às exigências atuais dos condutores europeus, incluindo uma garantia de sete anos ou 150 mil quilómetros.

  • Porsche Sprint Challenge Ibérica apresenta temporada 2026 no Dubai e reforça posicionamento internacional

    Porsche Sprint Challenge Ibérica apresenta temporada 2026 no Dubai e reforça posicionamento internacional

    A iniciativa marcou igualmente a formalização da EvoqueMag Internacional como Official Media Partner da temporada 2026, consolidando uma parceria orientada para o reforço da visibilidade internacional da Porsche Sprint Challenge Ibérica e para a criação de uma narrativa integrada que combina desporto automóvel, inovação, liderança e posicionamento premium.

    Mais do que uma apresentação de calendário, o evento traduziu a visão estratégica da competição enquanto plataforma que vai além da dimensão puramente desportiva, assumindo-se como um espaço de ligação entre o universo Porsche Motorsport, o tecido empresarial internacional e uma comunidade global de parceiros, investidores e decisores.

    A integração da EvoqueMag Internacional enquanto Official Media Partner é relevante na estratégia de expansão da Porsche Sprint Challenge Ibérica alargando o alcance da competição a novos mercados e públicos estratégicos.

    Reconhecida pela sua abordagem editorial orientada para liderança, inovação e negócios internacionais, a EvoqueMag passa a desempenhar um papel ativo na comunicação institucional da PSCI, contribuindo para reforçar o posicionamento da PSCI num contexto global alinhado com os valores de excelência, performance e visão estratégica que caracterizam o ecossistema Porsche Motorsport.

    Esta parceria pretende potenciar o impacto mediático da competição, criando sinergias entre o mundo do desporto automóvel e os universos corporativo, empresarial e lifestyle de alto nível.

    Um cenário alinhado com a visão internacional da competição

    O evento decorreu no terminal VIP da ExecuJet Middle East, amplamente reconhecido como uma referência internacional na aviação executiva. A apresentação contou com a presença de José Monroy, Series Manager da Porsche Sprint Challenge Ibérica, e de Weverton Araujo, responsável pela área VIP Village.

    A escolha deste espaço simbolizou a ligação entre performance automóvel, mobilidade global e ambiente empresarial internacional, refletindo a ambição crescente da PSCI enquanto plataforma com projeção além do universo competitivo tradicional.

    Como parte integrante do conceito do evento, a artista Marjorie Raymond apresentou uma exposição em diálogo direto com os carros de competição da Porsche Sprint Challenge Ibérica, criando uma experiência onde arte e engenharia se cruzaram como expressões complementares de precisão, inovação e excelência.

    Esta dimensão reforçou a identidade da competição enquanto projeto multidisciplinar, capaz de integrar diferentes linguagens e públicos sem perder o foco no ADN competitivo que caracteriza as competições Porsche.

    José Monroy, Series Manager da Porsche Sprint Challenge Ibérica, sublinhou o significado estratégico da apresentação nos Emirados Árabes Unidos: “Este evento representou um passo muito importante na evolução da Porsche Sprint Challenge Ibérica. A nossa ambição sempre foi construir uma competição sólida em pista, mas também uma plataforma com relevância internacional e valor acrescentado para pilotos, equipas e parceiros. A apresentação da temporada 2026 neste contexto reforça essa visão e demonstra que a PSCI está preparada para entrar numa nova fase de crescimento, com uma comunicação mais forte, maior projeção global e uma ligação direta aos mercados internacionais.”

    A quarta temporada da PSCI seguirá um calendário equilibrado entre Portugal e Espanha, com passagens por Monteblanco, Estoril, Valência, Jerez e Navarra, mantendo a estrutura competitiva que tem permitido à Porsche Sprint Challenge Ibérica crescer de forma consistente. A ambição para 2026 é clara: continuar a construir sobre o êxito já alcançado, dando um novo passo na afirmação da PSCI como uma das plataformas GT mais relevantes da Península Ibérica e da Europa.