Autor: Joaquim Amândio Santos

  • António Félix da Costa triunfa em Jeddah e coloca a Jaguar na rota das vitórias

    António Félix da Costa triunfa em Jeddah e coloca a Jaguar na rota das vitórias

    António Félix da Costa regressou às vitórias no Mundial de Fórmula E ao conquistar um triunfo sólido e estrategicamente perfeito na ronda disputada em Jeddah, garantindo o primeiro sucesso ao volante da Jaguar TCS Racing e o seu primeiro desde Portland 2024.

    Numa corrida marcada pela gestão rigorosa de energia e constantes trocas de liderança, o piloto português foi o primeiro entre os homens da frente a ativar os dois obrigatórios ATTACK MODE de 50kW com tração integral, aproveitando o impulso extra para abrir uma margem decisiva na segunda ronda de ativações. À bandeira de xadrez, Da Costa cruzou a meta com 2,5 segundos de vantagem, selando uma vitória construída com frieza e leitura perfeita do momento certo para atacar.

    A corrida foi intensa desde a largada, com Edoardo Mortara a partir da pole e a ceder cedo a pressão, enquanto Sébastien Buemi, Oliver Rowland e o próprio Da Costa iam alternando na liderança numa prova onde cada decisão estratégica fazia a diferença. Buemi acabaria por terminar em segundo, aproveitando uma sobreposição de ATTACK MODE para superar Rowland, terceiro classificado.

    Dan Ticktum e Pepe Martí protagonizaram uma batalha animada pelo quinto lugar, com Mitch Evans a fechar em sétimo. Pascal Wehrlein, vencedor da ronda anterior, não foi além do oitavo posto. No campeonato, Wehrlein mantém a liderança com 68 pontos, seis à frente de Mortara, enquanto a Porsche lidera a classificação por equipas.

    Para Da Costa, esta vitória representa mais do que um simples triunfo: é “a confirmação de que a Jaguar encontrou o ritmo certo” e que o português volta a estar plenamente integrado na luta pelo título, num campeonato que promete continuar imprevisível e eletrizante até ao final.

  • Evans entra líder no derradeiro dia do Rali da Suécia

    Evans entra líder no derradeiro dia do Rali da Suécia

    Elfyn Evans vai partir para o último dia do Rali da Suécia com uma vantagem de 13,3 segundos, depois de um sábado autoritário que colocou a Toyota Gazoo Racing no controlo total das posições do pódio.

    O galês transformou uma desvantagem de 2,8 segundos ao início do dia numa margem confortável sobre o colega de equipa Takamoto Katsuta, enquanto Sami Pajari confirmou o domínio da marca japonesa ao assegurar o terceiro lugar provisório, completando um impressionante 1-2-3 para o Toyota GR Yaris Rally1.

    A reviravolta começou logo na primeira especial do dia, Vännäs 1, onde Evans foi 7,2 segundos mais rápido do que Katsuta, assumindo a liderança da prova. A vantagem chegou a atingir os 18,0 segundos antes de o piloto japonês recuperar algum terreno nas duas últimas classificativas da tarde. “Esta manhã foi muito boa, mas à tarde foi mais mista. Cuidar dos pneus não é propriamente a minha especialidade, mas conseguimos manter tudo limpo”, explicou Evans.

    Pajari voltou a mostrar maturidade ao nível Rally1, assinando os melhores tempos nas especiais 12 e 14 e consolidando o terceiro posto, a 25,4 segundos da liderança. Já Oliver Solberg, que lidera o campeonato, recuperou até quarto depois dos problemas de sexta-feira, embora a quase um minuto da frente.

    Do lado da Hyundai Motorsport, o dia voltou a ser difícil. Esapekka Lappi é quinto, seguido de Adrien Fourmaux, enquanto o campeão do mundo Thierry Neuville terminou o dia em sétimo, apesar de ter sido o mais rápido na última especial. Nota ainda para Mārtiņš Sesks, da M-Sport Ford, que brilhou em Sarsjöliden 1 ao bater Evans por 0,9 segundos e conquistar a sua oitava vitória em especiais no WRC.

    O Rali da Suécia decide-se este domingo com três especiais: duas passagens por Västervik e a decisiva Wolf Power Stage em Umeå, onde tudo pode ainda acontecer na luta pela vitória.

  • Nuno Matos regressa ao CPTT com ambição renovada numa época histórica

    Nuno Matos regressa ao CPTT com ambição renovada numa época histórica

    Nuno Matos está de volta ao Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno para a temporada de 2026, iniciando um novo capítulo com objetivos claros: mais consistência, maior regularidade e presença assídua na luta pelos lugares cimeiros. Depois de um ano anterior marcado por contratempos, o piloto encara esta época com uma abordagem mais estratégica, apostando na fiabilidade como base para resultados sólidos.

    “O principal objetivo passa por fazer uma época mais consistente. Sabemos que o ritmo está lá, mas no todo-o-terreno é fundamental conseguir juntar fiabilidade. Queremos estar regularmente na luta pelo top 10 e terminar as provas”, afirma Nuno Matos, que volta a formar dupla com o experiente navegador Ricardo Claro. A meta é simples e objetiva: transformar velocidade em resultados e construir uma campanha sustentável ao longo do calendário.

    O campeonato volta a percorrer várias regiões do país, com destaque para a mítica Baja Portalegre 500, prova emblemática e sempre especial para o piloto. A temporada arranca no final de fevereiro, com a Baja Montes Alentejanos, primeiro teste de um ano encarado com foco total desde o arranque.

    2026 assume ainda um simbolismo muito particular: Nuno Matos celebra 30 épocas ininterruptas no todo-o-terreno, 20 anos desde o primeiro título nacional (T8) e 10 anos após se ter sagrado Campeão Nacional Absoluto. No currículo somam-se cinco títulos nacionais — três em T8, um em T2 e um em T1 e Absoluto — além da conquista internacional da Taça FIA de Bajas (T2). “Continuar competitivo ao fim de tantos anos dá-me ainda mais motivação”, sublinha o piloto, que inicia esta nova época determinado a escrever mais um capítulo numa carreira de excelência.

  • FPAK Júnior Team Velocidade 2026 abre candidaturas e estreia BMW M2 Racing

    FPAK Júnior Team Velocidade 2026 abre candidaturas e estreia BMW M2 Racing

    A Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting já abriu as candidaturas ao FPAK Júnior Team Velocidade 2026, um dos mais relevantes programas de promoção de jovens talentos integrados no Campeonato de Portugal de Velocidade. Depois de três épocas a lançar novos nomes nas pistas nacionais e internacionais, a iniciativa entra agora numa nova fase, com uma evolução técnica significativa.

    A grande novidade para 2026 é a introdução do BMW M2 Racing, que substitui o anterior Ginetta G40 e passa a integrar a categoria de Turismos no âmbito da BMW M2 Cup Iberia. Desenvolvido pela BMW M Motorsport para troféus monomarca, o modelo alemão debita 313 cv e atinge 270 km/h, contando com suspensão derivada da tecnologia GT3 e sistema de travagem desenvolvido pela M Sport — um salto qualitativo claro na formação dos jovens pilotos.

    O programa contará com quatro pilotos selecionados, distribuídos por dois carros, que disputarão quatro jornadas (oito corridas) no Algarve, Jarama, Jerez e Estoril. Podem candidatar-se jovens entre os 16 e os 25 anos (completados em 2026), oriundos do karting ou de outras modalidades do automobilismo, desde que não possuam histórico em competições FIA internacionais (com exceção do karting). As candidaturas decorrem até 28 de fevereiro de 2026.

    Subsidiado pela FPAK e pela Race Ready, o programa exige aos pilotos apenas o pagamento dos pneus e do seguro. Além disso, por integrarem a BMW M2 Cup Iberia, os participantes habilitam-se a prémios monetários por prova e o vencedor poderá realizar um teste no BMW M4 GT4 EVO da equipa oficial da BMW Motorsport Espanha.

    Para Ni Amorim, presidente da FPAK, “é uma nova era que agora começa”, sublinhando o reforço do investimento e a modernização da experiência competitiva. Já Diogo Ferrão, CEO da Race Ready, destaca que o novo BMW M2 Racing permitirá uma progressão ainda mais eficaz rumo a categorias como GT4 ou GTC. Com este novo enquadramento, o FPAK Júnior Team Velocidade reforça o seu papel como plataforma estruturante na renovação do automobilismo nacional.

  • Evans vira o Rali da Suécia do avesso e dispara para a liderança

    Evans vira o Rali da Suécia do avesso e dispara para a liderança

    O Rally Sweden ganhou novo dono na manhã de sábado. Elfyn Evans transformou um défice de 2,8 segundos numa vantagem confortável de 16,1s, assumindo o controlo absoluto da prova após uma sequência demolidora nas especiais geladas em torno de Umeå.

    O galês da Toyota Gazoo Racing entrou ao ataque logo na primeira passagem por Vännäs. Foi 7,2s mais rápido do que o então líder Takamoto Katsuta e virou imediatamente as contas da geral. O que era desvantagem passou a vantagem de 4,4s em pouco mais de 15 quilómetros. Apesar de admitir um troço “misto” e “não perfeito”, Evans continuou a ampliar a diferença nas duas especiais seguintes, consolidando a liderança até à assistência do meio-dia.

    Do outro lado da box Toyota, Katsuta ficou sem explicação para a quebra de ritmo. “Sinto que não tenho tração nem aderência. Não sei porquê, é estranho”, confessou, enquanto via a margem crescer para além dos 16 segundos.

    Sesks reage, Solberg persegue

    A manhã trouxe também um momento de afirmação para a M-Sport Ford. Mārtiņš Sesks, após um arranque de rali complicado, venceu a especial de Sarsjöliden 1 por 0,9s sobre Evans, somando a oitava vitória em especiais no WRC. “Estamos a recuperar o ritmo”, sorriu o letão, que optou por levar duas rodas suplentes como medida de segurança.

    Oliver Solberg manteve a recuperação após o erro de sexta-feira. Com o melhor tempo em Kolksele 1, o sueco subiu a quarto da geral e reduziu para 24,0s a diferença para o terceiro classificado, o companheiro Sami Pajari. “Ele é agora o alvo”, assumiu Solberg, determinado a pressionar até ao fim. Pajari, por seu lado, manteve a serenidade. Terceiro e a 29,0s da liderança, o jovem finlandês reconheceu que deixou alguns décimos na estrada, mas optou por uma abordagem controlada na luta pelo pódio.

    A manhã voltou a ser complicada para a Hyundai Motorsport. Esapekka Lappi era o melhor dos i20 N Rally1, mas já a 1m03,0s da frente. Adrien Fourmaux seguia logo atrás, enquanto Thierry Neuville, mais de dois minutos atrasado, aproveitou o loop para testar novas afinações. No WRC2, Roope Korhonen manteve o controlo da categoria e fechou o top 10 absoluto.

    Com as estradas a degradarem-se e as diferenças a crescerem, o Rali da Suécia promete nova batalha intensa na tarde de sábado — mas, para já, o nome no topo é Elfyn Evans.

  • Joaquim Machado apresenta Renault Clio Supercar

    Joaquim Machado apresenta Renault Clio Supercar

    A Divisão Super Cars do Campeonato de Portugal de Ralicross continua a ganhar força para 2026 e um dos grandes protagonistas desta nova fase é um nome bem conhecido do público: Joaquim Machado.

    O consagrado piloto de Lousada revelou oficialmente as cores do seu novo Renault Clio Supercar, naquela que marca o regresso à divisão rainha nove anos depois. Apoiado pela Kispo e com assistência técnica assegurada pela Kaxa & Motor, Machado assume sem rodeios o salto competitivo que muitos aguardavam. Depois de duas Taças de Portugal conquistadas na divisão S1600 e de ter sido por duas vezes vice-campeão nacional (2019 e 2020), o piloto lousadense sente que chegou o momento certo para subir ao patamar máximo do ralicross nacional.

    A nova arma é um Renault Clio Supercar ex-Olymeca, construído de raiz em França e com historial no competitivo Campeonato de França de Rallycross. A viatura passou depois por Portugal, onde foi utilizada por Rui Sirgado no ralicross e por Daniel Pacheco nas provas de montanha. Trata-se de um Supercar com ADN competitivo comprovado, preparado para enfrentar as exigências técnicas da tração integral e das potências elevadas que caracterizam a categoria.

    Ambição de estar na luta pelos lugares cimeiros

    Com a experiência acumulada nos S1600 e uma carreira pautada por consistência e resultados, Joaquim Machado parte naturalmente como um dos favoritos à luta pelos lugares de pódio em cada corrida6. O regresso à divisão maior coincide com o crescimento da própria categoria, que volta a assumir o estatuto de “categoria rainha” graças à migração de vários protagonistas da S1600. O cenário está montado para uma temporada intensa e altamente competitiva.

    Para além do ataque ao campeonato nacional, o programa inclui ainda a participação na ronda portuguesa do Euro RX1, que será disputada “em casa”, no Circuito Internacional da Costilha.

    Correr perante o público de Lousada, numa prova europeia, acrescenta uma dimensão especial ao projeto. Para Joaquim Machado, 2026 não é apenas um regresso aos Super Cars, é a afirmação definitiva numa divisão onde quer escrever um novo capítulo da sua carreira.

  • Katsuta assume liderança na Suécia e Toyota domina sexta-feira

    Katsuta assume liderança na Suécia e Toyota domina sexta-feira

    Takamoto Katsuta terminou a sexta-feira no topo do Rally Sweden, assumindo a liderança por apenas 2,8 segundos sobre o colega de equipa na Toyota Gazoo Racing, Elfyn Evans. Após oito classificativas disputadas nas rápidas e geladas estradas de Umeå, a Toyota controla a geral com um impressionante 1-2-3, completado por Sami Pajari.

    O dia começou com drama para Oliver Solberg. O líder do campeonato, que abria a estrada, saiu largo na especial de Andersvattnet e danificou um pneu ao embater num banco de neve, perdendo mais de 30 segundos. Evans aproveitou a oportunidade e construiu uma vantagem de 14,5 segundos até à assistência do meio-dia, beneficiando de condições de piso mais limpas.

    Durante a tarde, no entanto, o cenário mudou. Com a segunda passagem a degradar o piso e a criar sulcos profundos, Katsuta atacou com inteligência, gerindo pneus e reduzindo gradualmente a diferença. Assumiu a liderança por escassos 0,1s na penúltima especial e consolidou a vantagem no sprint urbano final em Umeå.

    Pajari manteve-se sólido em terceiro, a 22,2s da frente, enquanto a Hyundai Motorsport enfrentou dificuldades. Esapekka Lappi foi o melhor dos i20 N Rally1, em quarto, com Adrien Fourmaux quinto e Thierry Neuville apenas sétimo após um erro matinal. Na M-Sport Ford, os problemas de pneus marcaram o dia, com Mārtiņš Sesks a abandonar.

    O rali prossegue sábado com mais sete especiais e cerca de 100 quilómetros cronometrados, prometendo nova batalha intensa na neve sueca.

  • Mercedes fecha teste do Bahrein com dobradinha: Antonelli na frente de Russell

    Mercedes fecha teste do Bahrein com dobradinha: Antonelli na frente de Russell

    A Mercedes terminou o primeiro teste de pré-temporada de 2026 no Bahrain International Circuit com uma demonstração de força, ao colocar Kimi Antonelli e George Russell nas duas primeiras posições da tabela de tempos.

    Depois de Russell ter liderado a sessão da manhã de sexta-feira com 1m33,918s, foi Antonelli quem baixou a fasquia durante a tarde, registando 1m33,669s ao volante do W17. O jovem italiano alcançou a melhor marca do dia apesar de ter perdido algum tempo em pista enquanto a equipa procedia a ajustes no monolugar.

    Lewis Hamilton, que cumpriu um dia completo ao volante do novo Ferrari, terminou em terceiro, a pouco mais de meio segundo do tempo de referência. O britânico concentrou-se em séries longas, mas acabou por parar em pista nos minutos finais da sessão.

    Oscar Piastri, também em jornada completa pela McLaren, fechou o dia na quarta posição, enquanto a Red Bull colocou Max Verstappen e Isack Hadjar no quinto e sexto lugares, respetivamente. Hadjar deixou indicações encorajadoras sobre a nova unidade motriz da equipa.

    Com três dias intensos concluídos no deserto de Sakhir, as equipas deixam o Bahrein com dados valiosos e primeiras indicações de competitividade, num arranque de 2026 que promete equilíbrio na frente do pelotão.

  • MR Cap alerta: Viatura inundada? Saiba o que fazer nas primeiras horas

    MR Cap alerta: Viatura inundada? Saiba o que fazer nas primeiras horas

    A MR Cap deixa um alerta importante para todos os condutores afetados por cheias ou inundações: agir rapidamente – e da forma correta – pode fazer a diferença entre uma recuperação possível e danos irreversíveis na viatura.

    O primeiro e mais importante passo é simples: não ligar o carro. Se o motor aspirou água, pode ocorrer bloqueio hidráulico, provocando danos internos graves. Mesmo que a viatura aparente funcionar, o risco de agravar o problema é elevado.

    De seguida, deve desligar a bateria, começando sempre pelo terminal negativo, para evitar curtos-circuitos e proteger os módulos eletrónicos. Depois, é fundamental avaliar o nível da água: ficou apenas no chão? Atingiu bancos e tablier? Chegou ao motor? Quanto maior o nível, maior o risco mecânico e elétrico.

    A secagem deve ser imediata e minuciosa: remover água visível com aspirador de líquidos, retirar tapetes, alcatifas e espumas, e utilizar ventiladores ou desumidificadores durante vários dias, se necessário. Antes de qualquer tentativa de colocar o motor a trabalhar, é essencial verificar o filtro de ar e o estado do óleo. Se apresentar aspeto “café com leite”, significa presença de água, sendo obrigatória a substituição de óleo e filtros.

    Por fim, a MR Cap sublinha que os problemas elétricos e a corrosão podem surgir semanas depois, mesmo que o carro aparentemente funcione. A recomendação é clara: a viatura deve sempre ser avaliada por um profissional especializado antes de regressar à estrada.

  • BMW España Motorsport reforça juventude e ambição no Iberian Supercars 2026

    BMW España Motorsport reforça juventude e ambição no Iberian Supercars 2026

    A BMW España Motorsport vai voltar a alinhar, em 2026, no Iberian Supercars – Supercars España, mantendo a aposta oficial do BMW Group España numa das mais competitivas plataformas GT4 da Península Ibérica. A estrutura colocará em pista o competitivo BMW M4 GT4 Evo, agora entregue a uma dupla renovada e assumidamente jovem: Jan Durán e Eric Gené.

    Depois de temporadas marcadas por protagonismo e títulos, a equipa mantém intacta a ambição de lutar pelas posições cimeiras. O BMW M4 GT4 Evo, desenvolvido pela BMW M Motorsport, continuará a ser a base técnica do projecto, combinando eficácia em qualificação com consistência em ritmo de corrida — dois factores determinantes num campeonato onde o equilíbrio e a regularidade fazem a diferença.

    A grande novidade está na formação de pilotos. Jan Durán, campeão do Iberian Supercars em 2024 e vice-campeão do GT4 European Series em 2025 (onde foi distinguido como rookie do ano), junta-se a Eric Gené, jovem talento oriundo de uma das famílias mais emblemáticas do automobilismo espanhol. Vice-campeão de Espanha de TCR e terceiro no Europeu na última época, Gené representa a nova geração chamada a assumir o protagonismo nos GT ibéricos.

    O calendário de 2026 arranca no Autódromo Internacional do Algarve (15 a 17 de Maio), seguindo-se Jarama, Valência, Jerez e o fecho de temporada no Autódromo do Estoril, entre 4 e 6 de Dezembro. Com transmissão assegurada em várias plataformas internacionais, a BMW España Motorsport prepara-se para atacar 2026 com uma dupla jovem, rápida e determinada a manter a marca na linha da frente do GT4 ibérico.