O Campeonato Nacional de Flat Track promete, em 2026, mais uma temporada repleta de animação e corridas intensas, com um calendário que volta a percorrer o norte, centro e sul do país. A época contará com seis jornadas pontuáveis, às quais se juntam a Taça de Portugal e uma ronda Open destinada a abrir oficialmente a ação.
A temporada arranca com uma jornada Open, agendada para 19 de abril, em Abrantes, que funcionará como um dia de testes de pré-temporada, incluindo a realização de uma corrida extracampeonato, permitindo pilotos e equipas afinarem máquinas e estratégias antes do arranque oficial.
O campeonato propriamente dito começa com uma quase “ronda dupla” a norte, à semelhança do que aconteceu no sul na época passada. Aproveitando o feriado de 1 de maio (sexta-feira), a prova inaugural terá lugar na Póvoa de Varzim, seguindo-se, no domingo, 3 de maio, a jornada de Barcelos.
A 13 de junho, o campeonato ruma ao sul para a tradicional ronda noturna de Lavajo, em São Bartolomeu de Messines. A segunda metade da temporada tem início a 12 de julho, em Águeda, seguindo-se Aldeia dos Chãos, no concelho de Santiago do Cacém, a 25 de julho. O encerramento do campeonato está marcado para 6 de setembro, em Chaves.
A época competitiva de Flat Track não termina, contudo, com a última jornada do campeonato. Tal como em 2025, a Taça de Portugal de Flat Track fechará a temporada, com uma prova agendada para 19 e 20 de setembro, em Fronteira.
Em termos regulamentares, as alterações para 2026 são pontuais mas relevantes. A classe Promo Bike passa a deter estatuto de Campeonato Nacional, reforçando a sua importância no panorama competitivo. Já o Troféu de Infantis, lançado com sucesso em 2025, será agora dividido em duas categorias, definidas em função da cilindrada, permitindo uma maior adequação competitiva aos jovens pilotos.
Com um calendário equilibrado, cobertura territorial alargada e ajustamentos estruturais pensados para a evolução da modalidade, o Campeonato Nacional de Flat Track prepara-se para mais uma época de crescimento e forte competitividade.
António Maio voltou a enfrentar um dia particularmente exigente na 17.ª edição do Africa Eco Race, numa etapa disputada com partida e chegada ao bivouac de Aidzidine. A jornada contou com 415 quilómetros cronometrados, marcados por uma combinação dura de travessias de wadis, setores acidentados, areia mole e dunas, colocando à prova a resistência física dos pilotos e a fiabilidade das máquinas.
O piloto português viveu vários contratempos logo nas fases iniciais da especial. “Foi mais uma etapa com alguns incidentes. Ao quilómetro 40 apanhámos uma secção de dunas de areia mole e a moto acabou por ficar presa. Fiquei lá bastante tempo, tive ajuda de um piloto, mas gastei muita energia a tentar tirar a moto”, explicou António Maio no final da etapa.
Poucos quilómetros depois, a situação repetiu-se. “A moto voltou a ficar presa na areia, mas desta vez consegui libertá-la mais rápido. Depois tentei ganhar ritmo e andar rápido, mas como um azar nunca vem só, fiquei sem embraiagem. Tive de fazer uma boa parte do percurso com a embraiagem gripada e nas zonas mais técnicas era complicado andar rápido”, acrescentou.
Apesar das dificuldades mecânicas e do desgaste físico acumulado, António Maio conseguiu evitar problemas de maior e manter a concentração até ao final da etapa. “Felizmente não tive incidentes mais graves e continuo focado em terminar esta corrida com o melhor resultado possível”, sublinhou.
Aos comandos da sua Yamaha Ténéré, o piloto português terminou a etapa na 11.ª posição da classificação geral, sendo 6.º classificado na classe +650 cc, resultados que lhe permitem manter as posições que ocupava após a oitava etapa desta maratona africana de todo-o-terreno.
A prova prosseguiu hoje com a nona etapa, que ligará Aidzidine a Ouad Naga, num total de 491 quilómetros, dos quais 426 serão cronometrados, através de um percurso maioritariamente composto por trilhos em areia e pequenas dunas, onde a navegação exigirá grande consistência e concentração.
Há carros que impressionam à primeira aceleração e outros que conquistam com o passar dos quilómetros. O Polestar 2 pertence claramente ao segundo grupo. É um elétrico que não precisa de truques para convencer. Aposta antes numa combinação muito sólida de conforto, qualidade construtiva e tecnologia acima da média.
O primeiro contacto ao volante revela um automóvel pensado para ser usado todos os dias. A posição de condução é correta, os bancos oferecem excelente apoio e o isolamento acústico é particularmente bem conseguido. Mesmo em pisos mais degradados, o Polestar 2 mantém um nível de conforto elevado, transmitindo sempre uma sensação de controlo e estabilidade.
É um carro que convida a conduzir com tranquilidade, mas sem nunca parecer aborrecido. A resposta do motor elétrico é um dos pontos que mais agrada. A entrega de potência é imediata, mas sobretudo muito progressiva e fácil de dosear. Não há solavancos, nem reações bruscas, apenas uma aceleração linear e confiante, que transmite segurança em qualquer situação.
Mais do que números impressionantes, o Polestar 2 destaca-se pela forma como coloca a potência no asfalto. É rápido quando precisa, mas sempre civilizado, o que reforça a sensação de maturidade do conjunto.
Equipamento e tecnologia: acima da média
Para o preço praticado, o nível de equipamento é francamente competitivo. O Polestar 2 oferece uma dotação tecnológica muito completa, onde se destaca o sistema multimédia com Android Automotive, rápido, intuitivo e perfeitamente integrado com o funcionamento do veículo. Os sistemas de assistência à condução funcionam de forma discreta e eficaz, contribuindo para o conforto e segurança sem interferirem em excesso na experiência ao volante. Tudo está onde faz sentido estar, uma filosofia que se sente em cada detalhe.
Polestar 2 MY26
No interior respira-se aquela robustez espartana típica dos países nórdicos. Nada parece supérfluo, mas tudo transmite solidez. Os materiais são agradáveis ao toque, bem montados e claramente pensados para durar.
Não é um habitáculo exuberante, mas é um espaço onde se sente qualidade real, daquelas que se percebe no uso diário e não apenas no primeiro impacto visual.
Conclusão: um elétrico muito bem pensado
O Polestar 2 não tenta ser o mais chamativo nem o mais radical do segmento. O seu grande trunfo está na coerência: conforto elevado, motor suave e credível, tecnologia bem integrada e um nível de equipamento que faz sentido para o preço pedido. É um elétrico que transmite confiança, maturidade e identidade própria, uma proposta muito equilibrada para quem valoriza substância em vez de espetáculo.
Com um preço de venda ao público de 46.400 euros, a unidade ensaiada apresenta um nível de equipamento e tecnologia claramente acima da média para o segmento.
O calendário do Campeonato Nacional de Hard Enduro – 100% para a temporada desportiva de 2026 sofreu um ligeiro ajuste, relativamente à versão anteriormente divulgada.
A alteração incide sobre a quarta prova do campeonato, a realizar em Valpaços, cuja data foi adiada uma semana. Inicialmente agendada para 13 de setembro, a prova passa agora a disputar-se no dia 20 de setembro, mantendo-se inalterados todos os restantes elementos do calendário.
Foi também confirmado que a prova inaugural, a realizar em Lousa, nos dias 21 e 22 de março, será disputada em dois dias de competição, com pontuação independente em cada jornada. Desta forma, o Campeonato Nacional de Hard Enduro – 100% passa a contabilizar, em 2026, um total de oito dias pontuáveis, distribuídos por três rondas de dois dias e duas rondas de um dia.
O calendário definitivo da temporada fica assim estruturado da seguinte forma: 21 e 22 de março em Lousa, 25 e 26 de abril em São Brás de Alportel, 24 de maio em Marco de Canaveses, 20 de setembro em Valpaços e 7 e 8 de novembro em Lamego.
Com este ajuste, o campeonato mantém a sua estrutura competitiva e reforça a clareza do modelo pontual, assegurando equilíbrio desportivo e previsibilidade para pilotos, equipas e organizações envolvidas.
Conhecida é a irreverência de Nuno Madeira, um dos pilotos mais consagrados e icónicos do Todo-o-Terreno português, e essa atitude prepara-se agora para ganhar nova vida fora das pistas. O piloto vai lançar o 577, um podcast assumidamente fora do formato tradicional, que promete conversas diretas, intensas e sem qualquer tipo de filtro.
“Isto não é um podcast normal”, começa por sublinhar Nuno Madeira. “O 577 é um podcast ultra irreverente, alternativo e sem guiões, criado por quem vive o mundo das corridas, da velocidade e da cultura automóvel por dentro — e que diz o que muitos pensam, mas poucos têm coragem de dizer.”
As corridas são o ponto de partida do projeto, mas rapidamente dão lugar a conversas que extravasam o desporto. “As corridas são apenas o início. O resto pode ser conversa séria… ou nem por isso”, explica o piloto, deixando claro que o tom do podcast foge deliberadamente ao registo institucional.
O 577 vai reunir pilotos, preparadores, mecânicos, apaixonados por motores e convidados improváveis, num ambiente descontraído e frontal. “Aqui falamos dos bastidores do desporto motorizado, das histórias que nunca passam nas câmaras, de opiniões polémicas, de experiências reais e da vida fora da pista”, afirma Nuno Madeira. “Falamos também de cultura automóvel, lifestyle e de tudo o que anda à margem do ‘certinho’.”
O conceito assenta numa recusa clara de formalismos. “Não há guiões, não há personagens”, garante. “O que existe são conversas reais, intensas e muitas vezes incómodas. É isso que faz falta.”
Para o piloto, o 577 é mais do que um podcast: “É atitude. É velocidade. É conversa sem travões.” E deixa o convite claro ao público: “Se gostas de motores, polémica, histórias verdadeiras e não tens medo de opiniões fortes, este canal é para ti. Aperta o cinto, porque aqui ninguém levanta o pé.”
Com uma identidade provocadora e uma linguagem sem concessões, o 577 promete afirmar-se como um novo espaço de liberdade no universo do desporto motorizado e da cultura automóvel em Portugal.
A Porsche Sprint Challenge Ibérica realizou, no passado dia 31 de janeiro de 2026, a sua 3.ª Gala de Entrega de Prémios no cenário idílico da Quinta da Pacheca, em pleno Douro Vinhateiro.
O evento reuniu pilotos, equipas, parceiros, patrocinadores e convidados para celebrar uma temporada de 2025 marcada pelo crescimento sustentado da competição, pela diversidade do pelotão e por um impacto mediático sem precedentes na história da PSCI.
Mais do que um momento de consagração dos campeões, a gala afirmou-se como um verdadeiro encontro da comunidade Porsche Sprint Challenge Ibérica e como palco privilegiado para a apresentação das principais novidades desportivas e estratégicas para a época de 2026.
Uma temporada de 2025 em números
A época de 2025 desenvolveu-se ao longo de seis circuitos, distribuídos por dois países, reunindo um total de 44 pilotos de 11 nacionalidades numa grelha composta por 26 carros. O calendário competitivo incluiu corridas sprint e de endurance, sessões de testes privados e voltas VIP dedicadas a parceiros e convidados, num formato que combinou exigência desportiva, espetáculo em pista e envolvimento direto com o público.
No plano mediático, a temporada voltou a bater recordes, alcançando mais de 1,5 milhões de pessoas através de notícias em horário nobre de canais televisivos abertos, somando ainda centenas de milhar de espectadores nas transmissões em streaming multilingue e registando uma presença massiva de fãs nas pit walks ao longo do ano, a par de um crescimento muito significativo do alcance digital nas redes sociais da competição.
A temporada 2025 da Porsche Sprint Challenge Ibérica gerou um media value estimado superior a 1 milhão de euros, combinando exposição televisiva em horário nobre e em magazines de canais especializados, alcance digital internacional e uma forte presença física junto do público e dos parceiros.
Women Academy: aposta firme no talento feminino
Um dos projetos mais emblemáticos da temporada voltou a ser a PSCI Women Academy, iniciativa pioneira da Porsche Sprint Challenge Ibérica que tem como objetivo promover o talento feminino no desporto automóvel e criar oportunidades reais de progressão competitiva.
Em 2025, o programa contou com a participação de oito pilotos femininas, representando cinco nacionalidades, integradas num troféu próprio e num programa estruturado de formação, acompanhamento e visibilidade mediática.
A aposta manteve-se clara e consistente: permitir que mais mulheres possam competir, evoluir e vencer ao volante de um Porsche de 500 cavalos, num ambiente profissional e altamente competitivo.
As pit walks e o PSCI Village voltaram a assumir um papel central na experiência proporcionada pela Porsche Sprint Challenge Ibérica, reforçando a proximidade entre pilotos, equipas, patrocinadores, clientes e público. Ao longo da temporada, o paddock transformou-se num espaço vivo de interação, com ativações de marca, experiências exclusivas e áreas dedicadas como o Drivers Lounge, contribuindo para uma vivência diferenciadora e para a consolidação da PSCI como um evento que vai muito além da competição em pista.
A organização aproveitou ainda o momento para agradecer publicamente a todos os parceiros e patrocinadores, cujo apoio foi determinante para o sucesso desportivo, mediático e organizativo da época de 2025.
Olhos postos na época de 2026
A gala serviu igualmente para apresentar as linhas orientadoras da época de 2026, que manterá a estrutura competitiva responsável pelo equilíbrio e qualidade das corridas, com treinos livres, duas sessões de qualificação, duas corridas Sprint (20 minutos + 1 volta) e uma corrida de Endurance (50 minutos) em cada ronda da competição.
Foi também revelado o calendário provisório para a próxima temporada, com passagens por Monteblanco, Estoril, Valência, Jerez e Navarra, incluindo ainda uma jornada de warm-up no Autódromo do Estoril que, tal como em 2025, dará início ao campeonato.
Entre as principais novidades destacou-se a possibilidade de realização de testes e co-drives com o novo Porsche 992 Cup, modelo que apenas será comercializado em 2027, mas que poderá ser experimentado ao longo da época de 2026 em eventos da PSCI.
Foi igualmente anunciada a Ignition Series, um programa de acesso e formação para novos talentos, disputado com o Porsche 718 Cayman GT4 RS Clubsport, que incluirá mentoria dedicada e uma classificação própria integrada no troféu.
Campeões de 2025 homenageados
A noite ficou marcada pela entrega dos prémios aos Campeões de 2025 da Porsche Sprint Challenge Ibérica, distinguindo os vencedores das classificações gerais das das categorias 1 e 2 das classes GD, AM e Pro-Am e da Ladies Cup, bem como a equipa campeã. O ambiente foi de celebração e reconhecimento do mérito desportivo, reforçando o espírito competitivo e o forte sentimento de comunidade que caracteriza a PSCI desde a sua criação.
No balanço final da noite, José Monroy, Series Manager da Porsche Sprint Challenge Ibérica, sublinhou o significado da temporada e da gala de encerramento: “A época de 2025 confirmou tudo aquilo que ambicionávamos para a Porsche Sprint Challenge Ibérica. Tivemos um crescimento claro em termos desportivos, uma diversidade notável de pilotos e nacionalidades e um impacto mediático que reforça a PSCI como uma referência no panorama do desporto motorizado. Esta gala simboliza o trabalho excecional das equipas, dos pilotos, dos parceiros e da organização, e dá-nos enorme confiança para uma temporada de 2026 ainda mais ambiciosa.”
A 3.ª Gala da Porsche Sprint Challenge Ibérica encerrou, assim, uma temporada de grande sucesso, celebrando conquistas passadas e lançando as bases para um futuro que se antevê ainda mais competitivo, inovador e envolvente.
A Motor Sponsor, empresa especializada na organização de eventos automóveis com atuação nacional e internacional, vai lançar o Test Driver, o primeiro salão automóvel em circuito realizado em Portugal, que terá lugar de 22 a 24 de maio, no Circuito do Estoril.
O evento contará com a presença de 30 marcas automóveis e mais de 60 modelos disponíveis para test drive em cada dia, proporcionando ao público uma experiência inédita no mercado nacional. Os test drives realizam-se na própria pista, transformada em estrada fechada, garantindo um ambiente seguro, controlado e sem trânsito, onde é possível explorar as viaturas em condições únicas.
A pista do Estoril estará organizada em cinco zonas distintas de atividades, todas coordenadas por instrutores profissionais, sendo que cada participante será sempre acompanhado por um responsável da marca durante o test drive. Este formato permite uma experiência orientada e segura, tanto para os condutores como para os construtores.
As atividades em pista foram concebidas para possibilitar um test drive integral das viaturas, abrangendo componentes de segurança, tecnologia e performance. Entre as diferentes atividades, a circulação na pista está limitada a uma velocidade máxima de 35 km/h, assegurando fluidez e segurança para todos os participantes.
Um dos elementos diferenciadores do Test Driver passa pelo facto de todos os modelos realizarem exatamente as mesmas atividades, em iguais condições de utilização, permitindo que cada viatura evidencie as suas características e que o público possa realizar comparações diretas entre diferentes modelos, algo praticamente impossível em test drives convencionais em estrada aberta.
Para André Marques, CEO e fundador da Motor Sponsor, “o Test Driver é o primeiro salão automóvel em circuito em Portugal, onde as marcas podem apresentar as suas viaturas e promover test drives com o público, parceiros e clientes num ambiente seguro, controlado e em total segurança, beneficiando das condições proporcionadas por uma pista como a do Estoril”.
O responsável sublinha ainda que “as atividades criadas permitem explorar as características de cada viatura de forma segura, algo que em estrada não é possível”, acrescentando que, “limitado a 30 marcas, o evento disponibiliza mais de 60 viaturas por dia para test drive e um total de 5.760 test drives ao longo dos três dias abertos ao público”.
Segundo André Marques, o conceito foi “muito bem recebido desde a primeira hora pelas marcas”, estando a lista completa de participantes prevista para ser anunciada em breve.
A EBRO vai entrar no mercado português através do Grupo MCoutinho, que assume a responsabilidade pela distribuição e desenvolvimento da marca em Portugal. O projeto será conduzido por uma estrutura autónoma dentro do Grupo MCoutinho, dedicada exclusivamente à EBRO e com total independência operacional face ao negócio de retalho já existente.
O acordo foi formalizado ontem na EBRO Factory, em Barcelona, numa cerimónia que contou com a presença de Rafael Ruiz, presidente da EBRO EV MOTORS, e de António Coutinho, CEO do Grupo MCoutinho, acompanhados por Pedro Calef, Shaodong Zhu, vice-presidente executivo da Chery International, e Johnson Xu, vice-presidente e membro do Conselho Executivo da EBRO SUV.
A chegada da EBRO a Portugal ocorre num contexto de profunda transformação do setor automóvel, impulsionada pela crescente procura por soluções de mobilidade mais eficientes, tecnologicamente avançadas e adaptadas a diferentes perfis de utilização. Neste cenário, a EBRO posiciona-se como uma marca orientada para a funcionalidade, inovação e sustentabilidade, apostando em SUV robustos, bem equipados e acessíveis, pensados para responder às exigências reais do quotidiano.
Para o Grupo MCoutinho, que celebra 70 anos de atividade, este projeto representa um passo estratégico na evolução do seu portefólio, colocando ao serviço da EBRO a sua experiência consolidada no setor, equipas especializadas e elevada capacidade operacional. A abordagem passa pelo desenvolvimento estruturado da rede de concessionários, pela excelência no pós-venda e por um foco claro na qualidade da experiência do cliente.
A EBRO é uma marca espanhola com ambição europeia, que entra agora numa nova fase de crescimento sustentada por uma parceria estratégica com a Chery, um dos grupos líderes em tecnologia automóvel a nível global. O projeto assenta numa base industrial e logística localizada em Barcelona, fator que representa uma vantagem competitiva relevante para a sua implementação em Portugal, nomeadamente em termos de eficiência logística e capacidade de resposta no pós-venda.
Gama SUV multi-energia para os principais segmentos do mercado
A estreia da EBRO em Portugal será feita com uma gama de quatro modelos SUV, pensada para responder aos principais segmentos do mercado nacional, atualmente dominado por este tipo de veículos. A oferta será multi-energia, integrando motorizações híbridas (HEV), híbridas plug-in (PHEV) e a gasolina, de forma a abranger diferentes necessidades de utilização.
A gama será composta pelo EBRO s400, um SUV compacto híbrido vocacionado para o uso diário, com foco na eficiência, tecnologia e versatilidade; pelo EBRO s700, um SUV familiar disponível em versões a gasolina e PHEV, orientado para conforto, espaço e conectividade; pelo EBRO s800, um SUV de maiores dimensões, com sete lugares, pensado para viagens de média e longa distância; e pelo EBRO s900, topo de gama da marca, igualmente com sete lugares, disponível com tecnologia híbrida plug-in e tração integral, assumindo-se como a referência da proposta EBRO em Portugal.
A implementação da marca no mercado nacional será feita de forma progressiva, através do desenvolvimento faseado de uma rede de concessionários, acompanhando a consolidação da EBRO em Portugal.
António Coutinho, CEO do Grupo MCoutinho, sublinha que “a EBRO representa uma oportunidade para acelerar a transformação do nosso portefólio e construir uma proposta de valor sólida para os clientes em Portugal”, acrescentando que o projeto será desenvolvido “com ambição, disciplina e um forte foco na experiência de compra e no pós-venda”, assumindo-se como uma das grandes concretizações do grupo no ano em que assinala o seu 70.º aniversário.
Por sua vez, Rafael Ruiz, presidente da EBRO EV MOTORS, destaca que “a entrada da EBRO em Portugal é um passo natural na nossa ambição europeia”, sublinhando a importância de um parceiro de referência como o Grupo MCoutinho e de uma proposta SUV multi-energia “desenhada para responder a necessidades reais”, sustentada pela base industrial e logística da EBRO em Barcelona e por uma estratégia de crescimento assente no rigor, numa rede sólida e num pós-venda à altura das exigências do cliente.
O Africa Eco Race voltou a mostrar toda a sua exigência na sétima etapa da edição de 2026, disputada entre Chimi e Aidzidine, com 462,08 quilómetros integralmente cronometrados. António Maio esteve perto de lutar por um resultado de topo, mas um problema mecânico nos depósitos de combustível da sua Yamaha Ténéré acabou por comprometer a prestação do piloto português.
O heptacampeão nacional de todo-o-terreno rodava a bom ritmo e mantinha-se competitivo até cerca do quilómetro 200, momento em que a etapa mudou completamente de rumo. Uma falha na transferência de combustível entre depósitos obrigou António Maio a parar em plena especial, resultando numa perda de tempo muito significativa.
“Foi uma etapa azarada. Até ao km 200 correu tudo bem, mas a meio da especial fiquei sem gasolina. Detetei que a gasolina não estava a passar de um depósito para o outro e tive de parar para tentar resolver o problema. Com isto perdi muito tempo”, explicou o piloto português.
Apesar de conseguir chegar ao reabastecimento e retomar a prova, Maio viu-se forçado a baixar o ritmo para garantir que chegava ao final da especial. Ainda assim, os problemas voltaram a surgir já nos quilómetros finais.
“A 30 km do fim fiquei outra vez sem gasolina. Tentei gerir o andamento para conseguir terminar, mas foi de facto difícil e a sorte não esteve do nosso lado”, acrescentou.
As dificuldades mecânicas traduziram-se numa queda na classificação, com António Maio a perder uma posição tanto na geral como na sua classe. À entrada para a oitava etapa, ocupa agora o 7.º lugar absoluto e a 5.ª posição entre as motos com mais de 650cc.
O bivouac mantém-se em Aidzidine, onde os pilotos preparam já uma das jornadas mais decisivas da prova. A etapa seguinte contará com 415 quilómetros cronometrados, num percurso particularmente variado e exigente, com travessias de wadis, zonas muito acidentadas e, numa fase posterior, o regresso à areia e às dunas. Um dia de grandes contrastes que promete colocar à prova a resistência, a navegação e a estratégia de todos os concorrentes.
A passagem da tempestade Kristin por Portugal provocou danos significativos em várias regiões do país, com especial incidência na região de Leiria, onde inúmeros telhados foram destruídos pela força do vento. Perante este cenário de grande impacto social, o Grupo Miritta e o Grupo S. Pintos avançaram com uma ação solidária imediata para apoiar a reconstrução das habitações afetadas.
Rui Miritta, bicampeão nacional de Velocidade e CEO do Grupo Miritta, decidiu assumir um papel ativo nesta resposta humanitária, colocando-se simbolicamente na “pole position” da ajuda às populações afetadas. Em parceria com o Grupo S. Pintos, foram enviados para a região de Leiria vários camiões carregados com material de construção.
No total, cerca de 10 mil telhas foram disponibilizadas pelos dois grupos empresariais, com origem em Valongo e Paredes, destinadas à reconstrução dos telhados que ficaram severamente danificados pela intempérie. A iniciativa visa dar resposta rápida às necessidades mais urgentes de famílias que viram as suas casas perderem condições mínimas de habitabilidade.
“Despi o fato de piloto e de empresário para estar solidário com quem mais precisa. Estas pessoas ficaram sem condições nas suas próprias casas e todos nós temos o dever de ajudar”, afirmou Rui Miritta, sublinhando ainda que esta não será uma ação isolada. “Já enviámos um par de camiões e, nos próximos dias, seguirão mais transportes de telhas para Leiria.”
Esta iniciativa conjunta do Grupo Miritta e do Grupo S. Pintos junta-se a muitos outros gestos de solidariedade que têm mobilizado empresas, instituições e cidadãos em todo o país, num esforço coletivo para apoiar as regiões mais afetadas pela tempestade Kristin e acelerar o regresso à normalidade.