Autor: Joaquim Amândio Santos

  • MG supera as 4.000 matrículas em Portugal em 2025 e consolida crescimento sustentado

    MG supera as 4.000 matrículas em Portugal em 2025 e consolida crescimento sustentado

    A MG ultrapassou, em 2025, a marca das 4.000 matrículas em Portugal, reforçando de forma consistente a sua presença no mercado nacional e confirmando a trajetória de crescimento sustentado da marca desde o seu relançamento no país.

    Este resultado reflete a aceitação progressiva da proposta da MG junto dos consumidores portugueses, assente numa combinação equilibrada entre tecnologia avançada, eletrificação acessível e uma política de preços ajustada à realidade do mercado nacional.

    Entre os modelos que mais contribuíram para este desempenho destacam-se o MG HS PHEV, uma das ofertas híbridas plug-in mais competitivas do mercado português, e o MGS5 EV, que reforçou a presença da marca no segmento dos SUV 100% elétricos. Em 2025, os modelos eletrificados representaram uma fatia significativa das vendas da MG em Portugal, refletindo a crescente procura por soluções eficientes, com custos de utilização controlados e adequadas à mobilidade do dia a dia.

    Ao longo dos últimos anos, a MG tem vindo a construir uma relação sólida com os consumidores portugueses, baseada numa oferta clara de veículos bem equipados, soluções eletrificadas acessíveis e uma proposta de valor transparente. Esta abordagem tem permitido à marca ganhar notoriedade, confiança e fidelização, num mercado cada vez mais atento à relação entre preço, tecnologia e eficiência.

    Hu Geng, Vice-Presidente da MG Ibéria, sublinha a importância deste marco: “Ultrapassar as 4.000 matrículas em Portugal em 2025 demonstra que a estratégia da MG está alinhada com as necessidades concretas dos consumidores portugueses. A procura por veículos eletrificados, bem equipados e ajustados à utilização diária tem vindo a crescer, e a MG tem sabido responder de forma consistente a essas expectativas.”

    Por sua vez, Ricardo Lotra, Diretor Comercial da MG Portugal, destaca o papel da rede nacional: “Este resultado é fruto de um trabalho contínuo e estruturado em Portugal, que não seria possível sem o empenho diário da nossa rede de concessionários. Modelos como o MG HS PHEV e o MGS5 EV mostram que uma oferta adaptada às necessidades reais dos clientes, aliada a um acompanhamento próximo e profissional, tem impacto direto na confiança e nas decisões de compra.”

    Para 2026, a MG prevê dar continuidade ao seu crescimento em Portugal, com especial enfoque no reforço da gama eletrificada, no alargamento da rede de concessionários e numa aproximação ainda maior aos clientes. A marca mantém o compromisso de contribuir ativamente para uma mobilidade mais sustentável e eficiente, sem abdicar da acessibilidade e da competitividade que têm marcado o seu percurso recente.

  • João Ferreira entra no Dakar 2026 com ambição reforçada

    João Ferreira entra no Dakar 2026 com ambição reforçada

    A poucas horas do arranque oficial do Dakar Rally 2026, João Ferreira prepara-se para enfrentar o deserto saudita com ambição elevada e plena confiança no trabalho desenvolvido. O piloto de Leiria entra naquela que é a mais exigente prova de todo-o-terreno do mundo determinado a discutir os lugares cimeiros desde as primeiras etapas.

    “Chegámos a este momento bem preparados”, começou por sublinhar o piloto apoiado pela Repsol Portugal. “Realizámos hoje o shakedown, que decorreu de forma muito positiva. Serviu para afinar a Toyota Hilux IMT Evo e confirmar que tudo está a funcionar como planeado. O carro esteve irrepreensível e isso dá-nos a confiança necessária para o arranque do Dakar.”

    Consciente das particularidades da prova, João Ferreira não esconde, ainda assim, a ambição: “Sabemos que o Dakar nunca é fácil e que tudo pode mudar de um dia para o outro, mas o objetivo é claro. Queremos ser competitivos, consistentes e lutar por um resultado de topo.”

    João Ferreira compete na exigente categoria Ultimate (T1+), aos comandos da Toyota Hilux IMT Evo, integrada num projeto com forte apoio técnico da Toyota Gazoo Racing South Africa. Ao seu lado estará novamente Filipe Palmeiro, navegador experiente e peça-chave na gestão estratégica e na navegação ao longo das duríssimas etapas do rali, naquela que será a quarta participação da dupla no Dakar.

    O Dakar 2026 arranca este sábado com um prólogo de 23 quilómetros cronometrados, disputado entre pequenas colinas e percursos de gravilha. Apesar de não apresentar dificuldades técnicas extremas, esta primeira especial exige uma condução precisa, já que diferenças mínimas podem revelar-se determinantes para definir a ordem de partida para a etapa seguinte. A prova tem início em Yanbu, cidade costeira no Mar Vermelho, local onde também terminará no dia 17 de janeiro, após um percurso total de 7.994 quilómetros, dos quais 4.880 km disputados ao cronómetro.

  • Nelson Andrade poderá regressar à Montanha em 2026 com salto para os Protótipos

    Nelson Andrade poderá regressar à Montanha em 2026 com salto para os Protótipos

    O último dia de 2025 poderá ter trazido uma verdadeira prenda antecipada para a família da Montanha. Através das suas redes sociais, Nelson Andrade anunciou a possibilidade de regressar à competição em 2026, com um projeto que promete agitar o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    O piloto madeirense, vencedor da Taça de Portugal de Kartcross Montanha em 2021, revelou a intenção de alinhar não só no campeonato nacional principal, como também no Campeonato Regional de Rampas AMAK 2026.

    A publicação deixou ainda antever um dado particularmente relevante: a imagem que acompanha o anúncio sugere que Nelson Andrade poderá competir com um Protótipo da Categoria A no CPM JC Group, o que confirmaria o aguardado salto do piloto para a categoria rainha da Montanha, um objetivo que nunca escondeu ao longo da sua carreira.

    Reconhecido como um dos pilotos mais rápidos da sua geração, Nelson Andrade construiu a sua reputação tanto no Troféu Regional Madeirense, como na temporada de 2021, quando competiu a tempo inteiro na Taça de Portugal de Kartcross Montanha, onde se afirmou como uma referência absoluta em termos de velocidade.

    A sua rapidez valeu-lhe, inclusivamente, o cognome de “Furacão da Madeira”, uma alcunha que reflete bem o impacto que deixou sempre que esteve em pista. Caso se confirme o regresso em 2026, agora aos comandos de um protótipo, esta “tempestade positiva” poderá voltar a marcar presença na Montanha, acrescentando valor competitivo e mediático a um campeonato que continua a crescer ano após ano.

    O possível regresso de Nelson Andrade representa mais um sinal da vitalidade do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, que se afirma cada vez mais como uma das competições mais fortes e relevantes do desporto motorizado nacional.

  • Do Oceano à Serra pela EN230 é a nova proposta da Nissan Portugal e do Escape Livre

    Do Oceano à Serra pela EN230 é a nova proposta da Nissan Portugal e do Escape Livre

    As “e-Roadtrips powered by Ariya” continuam a explorar algumas das estradas mais emblemáticas de Portugal e, depois da viagem pela EN109, a Nissan Portugal e o Clube Escape Livre lançam agora um novo desafio: ligar o Oceano à Serra pela Estrada Nacional 230, entre Aveiro e a Covilhã.

    Esta iniciativa volta a demonstrar que é possível desfrutar plenamente das paisagens, da história, da cultura e da gastronomia portuguesas ao volante de um automóvel 100% elétrico, sem compromissos e sem receios associados à mobilidade elétrica.

    Mais do que revelar territórios e histórias, as “e-Roadtrips powered by Ariya” têm como objetivo desmistificar dois dos principais receios associados aos veículos elétricos: a autonomia e o carregamento. Fora dos grandes centros urbanos, estes fatores continuam a ser apontados como entraves, mas a evolução tecnológica e a aposta consistente da Nissan na mobilidade elétrica transformaram-nos em autênticos mitos.

    Com modelos como o Nissan Ariya, a marca japonesa, pioneira na eletrificação automóvel, demonstra que viajar em modo 100% elétrico é hoje simples, confortável e plenamente viável.

    Uma parceria assente na descoberta

    A Nissan Portugal e o Clube Escape Livre, unidos por um espírito de inovação e descoberta, deram vida a este projeto que teve o seu primeiro capítulo na ligação entre Vila Nova de Gaia e Leiria, pela EN109.

    Agora, chega o segundo andamento: a travessia da EN230, entre Aveiro e Covilhã, novamente aos comandos de um Nissan Ariya e-4ORCE, um crossover 100% elétrico equipado com bateria de 87 kWh, que se revelou o parceiro ideal para estas e-roadtrips. Ao volante esteve Pedro Fernandes, que acrescentou à viagem a sua habitual boa disposição, curiosidade e capacidade de contar histórias.

    EN230: mais de 200 km de paisagem e identidade

    A Estrada Nacional 230 cruza Portugal de oeste para leste, ligando o Atlântico às encostas da Serra da Estrela. Com pouco mais de 200 quilómetros, esta rota oferece uma combinação exemplar entre prazer de condução e riqueza paisagística.

    Ao longo do percurso entre Aveiro e Covilhã, a EN230 atravessa os concelhos de Aveiro, Águeda, Carregal do Sal, Oliveira do Hospital e Covilhã, passando por praias fluviais de eleição, miradouros naturais, museus, olarias tradicionais e algumas das mais reputadas regiões vitivinícolas do país: Bairrada, Dão e Beira Interior.

    Conteúdos disponíveis e próximos capítulos

    A viagem pode ser acompanhada através das redes sociais da Nissan Portugal e de Pedro Fernandes.

    Já no site www.escapelivre.com, está disponível um guia completo, com sugestões práticas e conselhos para quem pretende organizar a sua própria roadtrip pela EN230. Está também disponível um vídeo oficial, que serve de convite à descoberta desta estrada icónica:
    e-Roadtrips | Estrada Nacional 230 | Powered by Nissan Ariya.

    A Nissan Portugal e o Clube Escape Livre prometem continuar a revelar novos roteiros pelas mais emblemáticas estradas portuguesas, sempre com a mobilidade elétrica como fio condutor.

  • Hyundai desmonta 6 mitos sobre os veículos elétricos e aponta o caminho da mobilidade em 2026

    Hyundai desmonta 6 mitos sobre os veículos elétricos e aponta o caminho da mobilidade em 2026

    A mobilidade elétrica deixou de ser uma promessa distante para se afirmar como uma solução plenamente integrada no quotidiano. A Hyundai Portugal reforça essa realidade ao desmontar seis dos mitos mais persistentes sobre os veículos elétricos (EV), convidando consumidores e decisores a deixarem para trás preconceitos que já não refletem a evolução tecnológica do setor.

    Sob o lema “Progresso para a Humanidade”, a marca coreana sublinha que autonomia, carregamento, segurança e sustentabilidade deixaram de ser entraves, passando a ser argumentos sólidos a favor da eletrificação total da mobilidade individual.

    Autonomia real para a vida real

    A chamada “ansiedade de autonomia” pertence ao passado. Em 2024, a autonomia média dos novos veículos elétricos ronda os 450 quilómetros, valor mais do que suficiente para a utilização diária e para a maioria das viagens regionais. Sistemas de navegação inteligentes, capazes de considerar desnível, tráfego, temperatura e disponibilidade de carregadores, transformam a gestão da autonomia num processo previsível e simples.

    O carregamento deixou de ser encarado como uma espera prolongada. A maioria dos utilizadores inicia o dia com a bateria carregada graças ao carregamento doméstico ou no local de trabalho. Em viagens mais longas, a rede de carregamento rápido DC permite recuperar autonomia durante uma pausa normal para café ou descanso, com veículos e carregadores a funcionarem hoje em perfeita sintonia.

    A ideia de que a rede de carregamento é insuficiente não resiste aos números. Em 2024, a Europa ultrapassou um milhão de pontos de carregamento públicos, com um crescimento superior a 35%, tendência que se mantém em 2025. A infraestrutura não só cresce em número, como se torna progressivamente mais rápida e eficiente, sobretudo nas zonas de maior procura.

    Contrariando alarmismos frequentes, os dados reais indicam uma degradação média das baterias de apenas 1,8% por ano, traduzindo-se numa perda gradual de autonomia e não numa quebra súbita. Além disso, no final da sua vida útil automóvel, as baterias ganham uma segunda vida como sistemas de armazenamento estacionário, antes de entrarem nos processos de reciclagem.

    Uma escolha claramente mais ecológica

    Quando analisados ao longo de todo o seu ciclo de vida, os veículos 100% elétricos vendidos hoje na Europa emitem cerca de 73% menos gases com efeito de estufa do que os veículos a combustão, mesmo considerando a produção das baterias. À medida que a eletricidade se torna mais limpa e os processos industriais incorporam mais materiais reciclados, esta vantagem ambiental tende a aumentar.

    Apesar da mediatização de casos isolados, os estudos demonstram que os veículos elétricos não apresentam maior risco de incêndio do que os automóveis tradicionais, havendo mesmo dados que apontam para um risco inferior. A evolução na química das células, no design dos packs de baterias e nos sistemas de proteção tem reforçado significativamente os padrões de segurança.

    Para a Hyundai, o futuro da mobilidade elétrica assenta em bases sólidas: tecnologia avançada, software inteligente, uma rede de carregamento em expansão contínua e uma abordagem cada vez mais circular e sustentável. O caminho é ambicioso, mas já é uma realidade acessível — sempre que alguém liga o cabo, carrega e segue em frente.

  • Adamastor revela primeiras imagens do interior do Furia

    Adamastor revela primeiras imagens do interior do Furia

    A Adamastor divulgou hoje as primeiras imagens oficiais do interior do Furia, o primeiro supercarro português de sempre, antecipando um habitáculo onde tudo gira em torno do condutor. Assumidamente focado no “piloto”, o interior adota uma abordagem minimalista, tecnológica e funcional, na qual a prioridade absoluta é garantir uma posição de condução perfeita e uma experiência imersiva ao volante.

    O design interior assume um conceito de “casulo”, envolvendo condutor e passageiro com linhas limpas e depuradas, deliberadamente livres de elementos supérfluos. Cada detalhe foi pensado para reduzir distrações e permitir que o condutor se concentre plenamente na condução e na ligação à máquina.

    Um dos elementos de maior destaque é o botão de ignição do motor, posicionado no tejadilho. O simples gesto de o acionar transforma-se numa experiência sensorial única, despertando o motor V6 da Ford Performance. Junto a este comando encontra-se também o retrovisor digital, alimentado por uma câmara traseira de alta definição, reforçando a abordagem tecnológica e orientada para a performance.

    A consola central assume-se como a verdadeira espinha dorsal do Furia, combinando design funcional e estética técnica. As baquets desportivas oferecem o suporte longitudinal e lateral esperado num supercarro de elevadíssima performance, sem comprometer o conforto exigido num automóvel homologado para estrada. Desenvolvidas com uma estrutura particularmente estreita, privilegiam o aproveitamento do espaço e recorrem extensivamente à fibra de carbono, solução que reduz o peso, aumenta a rigidez estrutural e eleva o nível de segurança em caso de impacto.

    No topo e ao centro do tablier desportivo encontra-se o ecrã tátil do sistema de infotainment. O painel inclui uma saída de ar contínua e não direcionável ao longo de toda a largura, complementada por saídas laterais e superiores para o desembaciamento do para-brisas. O sistema de infotainment foi integralmente desenvolvido em Portugal, com software criado especificamente para a Adamastor, permitindo funções avançadas como o registo de tempos por volta, monitorização de forças G, temperaturas e pressões de funcionamento do motor. O sistema é compatível com Android Auto e Apple CarPlay.

    O ambiente interior do Furia é totalmente personalizável, permitindo ao cliente adaptar o espaço aos seus gostos e preferências. Estão disponíveis várias cores de Alcantara® para portas e baquets, possibilitando diferentes níveis de contraste com as extensas superfícies em fibra de carbono exposta. O resultado pode variar entre um ambiente marcadamente emocional e desportivo ou uma atmosfera mais refinada e confortável, sem abdicar da identidade do supercarro.

    Com o desenvolvimento do Furia a avançar a ritmo acelerado, a Adamastor abre agora, literalmente, as portas de um automóvel destinado a marcar a história do setor automóvel nacional. O Furia afirma-se não só como o primeiro supercarro português de sempre, mas também como um dos projetos de engenharia mais ambiciosos e inspiradores alguma vez concebidos em Portugal.

  • Alexandre Pinto inicia no Dakar 2026 a defesa do título mundial de Rally Raid SSV

    Alexandre Pinto inicia no Dakar 2026 a defesa do título mundial de Rally Raid SSV

    O Campeão do Mundo de Rally Raid SSV, Alexandre Pinto, já se encontra na Arábia Saudita para disputar, entre 3 e 17 de janeiro, o Dakar Rally 2026, prova inaugural do W2RC – World Rally-Raid Championship. Inscrito pelo Old Friends Rally Team e navegado por Bernardo Oliveira, também ele Campeão do Mundo, o piloto português lidera a lista de inscritos da categoria SSV, aos comandos de um Polaris RZR com o número 400.

    A dupla lusa integra um elenco de participantes de elevado nível competitivo, que reúne alguns dos melhores pilotos mundiais da especialidade, contando igualmente com uma forte representação portuguesa. Antes do arranque desportivo da prova rainha do todo-o-terreno mundial, os dias 1 e 2 de janeiro serão dedicados às habituais verificações técnicas e administrativas, bem como à afinação final do equipamento.

    O Dakar Rally 2026 arranca oficialmente a 3 de janeiro, com a disputa de um prólogo de 23 quilómetros, em Yanbu, junto ao Mar Vermelho, definindo a ordem de partida para a primeira etapa.

    Alexandre Pinto parte para esta edição do Dakar com um estatuto especial, depois de uma época absolutamente memorável em 2025, na qual conquistou o título de Campeão do Mundo de Rally Raid SSV logo no seu ano de estreia no W2RC, um feito de enorme relevo no panorama internacional da modalidade.

    “O ano passado, quando disputei pela primeira vez o Dakar, nunca pensei que o resultado da temporada fosse este. Entrámos sem expectativas, com o objetivo de terminar, mas fomos imprimindo um bom ritmo e os resultados começaram a aparecer. Etapa após etapa, começámos a acreditar cada vez mais, até conquistarmos o título de Campeão do Mundo. Foi um sonho tornado realidade”, recorda o piloto.

    Para 2026, a abordagem mantém-se focada e ambiciosa, mas sem excessos de pressão: “2025 está feito. Vamos para 2026 com o mesmo objetivo ou tentar fazer ainda melhor. A conquista do título traz responsabilidade, mas não queremos carregar esse peso. Os últimos meses foram de muito trabalho para preparar este segundo Dakar. A concorrência será forte e as etapas prometem ser duras, mas sentimos que fizemos tudo para estar à altura deste enorme desafio.”

    Alexandre Pinto deixou ainda uma palavra de agradecimento a todos os que tornam possível esta participação: “Obrigado à Old Friends Rally Team, aos patrocinadores, à família e aos amigos. Sem o trabalho de excelência e a dedicação de todos não seria possível estar aqui, à partida para mais um Dakar.”

    A 48.ª edição do Dakar Rally terá um percurso total de cerca de 8.000 quilómetros, dos quais aproximadamente 4.900 serão disputados ao cronómetro. A prova contará com um prólogo e 13 etapas, com o dia de descanso marcado para 10 de janeiro, em Riade, após a sexta etapa. A segunda metade da competição decorrerá depois até ao dia 17 de janeiro, num percurso reconhecido pela sua exigência física, técnica e mental.

  • Sérgio Azevedo encerra ciclo competitivo na Batina Racing após três épocas de consistência e luta pelos títulos

    Sérgio Azevedo encerra ciclo competitivo na Batina Racing após três épocas de consistência e luta pelos títulos

    Depois de três temporadas ao serviço da Batina Racing, Sérgio Azevedo encerrou no Autódromo do Estoril um ciclo competitivo que o viu afirmar-se como uma das figuras mais consistentes e respeitadas da divisão GT4 Pro-Bronze, tanto no Iberian Supercars como no Campeonato de Portugal de Velocidade. Ao lado de Orlando Batina, o piloto de Cascais protagonizou uma temporada em que a dupla esteve regularmente na luta por vitórias e manteve viva a discussão pelos títulos até à derradeira prova do calendário.

    Aos comandos do Toyota GR Supra GT4 EVO2, a estrutura de Aveiro distinguiu-se pela capacidade de se manter competitiva em todos os fins de semana, adotando uma mentalidade determinada e focada, mesmo perante um pelotão que, em 2025, atingiu o nível mais elevado desde a criação do campeonato. Num contexto de enorme exigência técnica e desportiva, a Batina Racing conseguiu afirmar-se como uma referência de consistência e profissionalismo.

    Com a época terminada há apenas algumas semanas, o balanço do percurso é, para Sérgio Azevedo, claramente positivo. Num registo sereno e refletido, o piloto sublinha que estes anos representaram um período de crescimento competitivo, consolidação técnica e fortalecimento da própria estrutura da equipa.

    “O balanço é claramente muito positivo. Foram anos de enorme crescimento, aprendizagem e resultados consistentes, sempre com a ambição de lutar por vitórias e títulos. Há muitos momentos marcantes, mas destaco, acima de tudo, as primeiras vitórias com a Batina Racing, que confirmaram o potencial do projeto e reforçaram a confiança de todos.”

    Mais do que os resultados pontuais, Sérgio valoriza o percurso coletivo e a evolução contínua da equipa: “A forma como a equipa evoluiu de época para época, tornando-se cada vez mais sólida e competitiva, é algo que me deixa muito orgulhoso. Mais do que os resultados, levo comigo a união do grupo, a confiança mútua construída ao longo do tempo e a satisfação de ter feito parte de um ciclo verdadeiramente competitivo.”

    2025: a época mais exigente de sempre

    A temporada de 2025 colocou novos desafios à dupla da Batina Racing. A divisão GT4 Pro-Bronze apresentou uma grelha numerosa, extremamente competitiva e com elevados índices prestacionais, obrigando Sérgio Azevedo a elevar ainda mais o nível da sua preparação: “Sem dúvida que o nível de competitividade em 2025 elevou a exigência a outro patamar, especialmente na GT4 Pro-Bronze. Isso obrigou-me a ser ainda mais rigoroso na preparação, tanto a nível físico como mental.”

    A abordagem passou a ser ainda mais meticulosa, com atenção redobrada à estratégia, à análise de dados e à gestão emocional das corridas: “Trabalhámos de forma muito mais detalhada na análise de dados, na definição de estratégias e na procura de consistência em corrida. Cada pequeno detalhe passou a fazer a diferença, o que tornou o campeonato mais desafiante, mas também mais estimulante e motivador.

    Estoril: um encerramento carregado de simbolismo

    O Estoril, palco da última prova da época, assumiu um peso emocional especial para o piloto de Cascais. Para além de ser um circuito com forte ligação pessoal, foi ali que se fechou este capítulo competitivo.

    “Foi um fim de semana emocionalmente muito intenso. O Estoril é um circuito com um significado enorme para mim e para a minha carreira, e saber que seria ali a minha última corrida neste campeonato deu-lhe um peso ainda maior.”

    Apesar de contrariedades que não refletiram a competitividade demonstrada ao longo da temporada, o momento serviu como síntese de todo o percurso: “Apesar das dificuldades e de o resultado não ter sido o que pretendíamos, senti sobretudo gratidão: pela equipa, pelo percurso que construímos juntos e por tudo o que vivi ao longo destes anos. Não foi o desfecho ideal do ponto de vista desportivo, mas foi um encerramento carregado de simbolismo e significado.”

    A progressão do Toyota GR Supra GT4 EVO2, aliada ao trabalho próximo e consistente com a Autoworks Motorsport, foi um dos pilares fundamentais desta trajetória. Sérgio Azevedo reconhece que a evolução técnica do carro esteve intimamente ligada à capacidade de lutar regularmente pelos lugares de topo: “O carro foi, sem dúvida, uma peça-chave do nosso projeto em 2025. A evolução técnica ao longo da época foi evidente e resultou de um trabalho muito próximo, consistente e competente com a Autoworks Motorsport.”

    Essa evolução traduziu-se em maior consistência e competitividade, mesmo nos fins de semana mais exigentes.

    “Conseguimos melhorar significativamente a afinação do Toyota, a gestão de corrida e a consistência geral, o que se refletiu em resultados sólidos, mesmo em provas particularmente difíceis. Essa evolução foi determinante para estarmos regularmente na luta pelos lugares cimeiros.”


    Um novo papel, a mesma ligação

    Com o encerramento deste ciclo enquanto piloto, abre-se agora uma nova etapa. Sérgio Azevedo continuará ligado à Batina Racing, assumindo um papel diferente, mais estratégico, num momento em que a equipa entra numa fase de renovação e crescimento: “Continuar ligado à Batina Racing é algo que me deixa extremamente orgulhoso. Gostaria de assumir um papel mais estratégico e de apoio ao projeto, contribuindo para o seu desenvolvimento e para a integração de novos pilotos.”

    A experiência acumulada ao longo destes anos será agora colocada ao serviço da equipa: “Acredito que posso acrescentar valor não só a nível técnico e desportivo, mas também na transmissão de valores como a exigência, o profissionalismo e a ambição que sempre caracterizaram esta estrutura.”

    Um legado construído em alta

    Num campeonato que tem vindo a subir de nível ano após ano, Sérgio Azevedo termina o seu percurso no Supercars Endurance em alta: com vitórias no palmarés, presença constante na luta pelos títulos e um papel determinante no crescimento da Batina Racing.

    Agora, sem capacete, mas com a mesma paixão e compromisso, prepara-se para continuar a contribuir para o futuro da equipa — noutras funções, mas com a mesma dedicação que marcou todo o seu percurso em pista.

  • Sandro Pinto triunfa na categoria Turística do Rally de Fim d’Ano da Figueira da Foz

    Sandro Pinto triunfa na categoria Turística do Rally de Fim d’Ano da Figueira da Foz

    Ao volante de um BMW E36 318 IS, Sandro Pinto, navegado por Sílvia Ferreira, conquistou a vitória na categoria Turística do Rally de Fim d’Ano da Figueira da Foz, beneficiando de um desfecho inesperado na derradeira classificativa, que afastou da liderança a dupla Pedro Mariano / Daniel Jordão.

    A terceira e última secção da prova revelou-se particularmente ingrata para a formação figueirense que até então liderava a categoria. Pedro Mariano e Daniel Jordão, aos comandos de um Porsche 912, viram a sua prestação ser abruptamente comprometida na última prova especial, quando foram obrigados a parar devido à presença de uma viatura alheia à competição na Serra da Boa Viagem, situação que lhes custou tempo decisivo e a vitória praticamente assegurada.

    O episódio acabou por espelhar o que sucedera também na categoria Desportiva, com uma interferência externa a alterar de forma decisiva o rumo da classificação. Desta feita, a penalização acabou por “oferecer” o triunfo a Sandro Pinto e Sílvia Ferreira, que concluíram a prova com um total de 1.435 pontos, garantindo assim o lugar mais alto do pódio na categoria Turística.

    Pedro Mariano, dirigente da Federação Portuguesa de Motociclismo (FMP) e da Federação Internacional de Motociclismo (FIM), e o navegador Daniel Jordão terminaram no segundo posto, com 1.473 pontos. Refira-se que Daniel Jordão prepara-se para alinhar já entre 3 e 17 de janeiro no Dakar Rally 2026, fazendo equipa com João Dias, em Polaris, numa das edições mais exigentes da prova rainha do todo-o-terreno mundial.

    No degrau mais baixo do pódio terminou a dupla conimbricense Luís Castro Caseiro e Luís Caseiro. Aos 73 anos, o advogado de Coimbra celebrou com especial satisfação a sua primeira presença num pódio, partilhada com o filho, também advogado, de 43 anos. Aos comandos de um Mazda MX-5, a dupla somou 4.001 pontos, numa prestação marcada pela regularidade e consistência.

    Às portas do pódio ficou a formação composta por Carlos Oliveira e João Neto, em BMW 320i, com 4.650 pontos, enquanto Tiago Carvalho e João Pereira, em Porsche Boxster, fecharam o “top five” da categoria Turística, com 5.370 pontos.

    No total, mais oito equipas concluíram a competição na categoria Turística, contribuindo para o sucesso de mais uma edição do Rally de Fim d’Ano da Figueira da Foz, prova organizada pelo Clube de Automóveis Antigos da Figueira da Foz e promovida pelo Clube Automóvel do Centro.

  • VOYAH e CATL reforçam parceria estratégica de 10 anos para liderar inovação em baterias elétricas

    VOYAH e CATL reforçam parceria estratégica de 10 anos para liderar inovação em baterias elétricas

    A VOYAH, marca premium de veículos elétricos do Grupo Dongfeng, anunciou o reforço da sua parceria estratégica com a CATL (Contemporary Amperex Technology Co., Ltd.), líder mundial em tecnologias de baterias para veículos elétricos, através da assinatura de um acordo de cooperação com a duração de dez anos. Este entendimento, formalizado em dezembro de 2025, visa acelerar o desenvolvimento de tecnologias de baterias avançadas e garantir um fornecimento estável, fiável e de elevado desempenho para a gama global da marca ao longo da próxima década.

    No âmbito deste acordo de longo prazo, a CATL irá assegurar o fornecimento prioritário das suas soluções de bateria mais avançadas, incluindo tecnologias como Qilin Battery, Freevoy Battery e Shenxing Battery, que passarão a ser integradas nos futuros modelos da VOYAH. O objetivo passa por reforçar simultaneamente a autonomia, a segurança, o desempenho e a eficiência energética dos veículos elétricos da marca.

    A parceria contempla ainda o estabelecimento de capacidade de produção de baterias nas proximidades das unidades fabris da VOYAH, permitindo otimizar a cadeia de fornecimento e responder de forma mais eficaz ao crescimento da produção e à expansão internacional da marca. Paralelamente, o acordo alarga a cooperação a áreas estratégicas como sistemas de troca de baterias, plataformas de chassis inteligente integradas, soluções de ligação veículo-rede (V2G) e sinergias para a expansão em mercados globais altamente competitivos.

    A colaboração entre a VOYAH e a CATL teve início em 2021, sendo atualmente a CATL o fornecedor central de baterias para todos os modelos da marca. Esta nova fase de cooperação representa um passo decisivo na consolidação da VOYAH como referência no segmento premium dos veículos elétricos, combinando inovação tecnológica, desempenho e sustentabilidade.

    Em Portugal, a VOYAH comercializa uma gama 100% elétrica composta pelo MPV DREAM, o SUV FREE e o novo SUV COURAGE, reforçando a sua aposta numa mobilidade elétrica sofisticada, segura e orientada para o futuro, alinhada com as mais exigentes expectativas do mercado europeu.