Autor: Joaquim Amândio Santos

  • Ernesto Cunha quer Top-5 para fechar a época no Rally de Lisboa

    Ernesto Cunha quer Top-5 para fechar a época no Rally de Lisboa

    Ernesto Cunha e Valter Cardoso irão marcar presença no Rally de Lisboa, uma prova adicional ao programa desportivo da equipa, que fechou a participação no Campeonato de Portugal de Ralis no Rallye Vidreiro Centro de Portugal. A dupla quer terminar a temporada com um Top-5 na prova da região de Lisboa e brindar o público com um bom espetáculo .

    Depois da participação no Rallye Vidreiro Centro de Portugal, onde Ernesto Cunha e Valter Cardoso foram obrigados a abandonar após uma saída de estrada, a dupla volta a estar aos comandos do Skoda Fabia RS Rally2 para mais um desafio desportivo. Desta vez, a equipa irá disputar o Rally de Lisboa, prova da Taça de Portugal de Ralis que se disputa na região da capital.

    “Este é o último rali da época, que se disputa na capital e onde não quisemos deixar de marcar presença, disputando a Taça de Portugal de Ralis. O nosso objetivo é terminar a prova no Top-5, fechar a época com um bom resultado é importante para nós, pois tivemos um ano com algumas dificuldades e queremos brindar o nosso público com um bom espetáculo e uma boa classificação”, refere Ernesto Cunha.

    O Rally de Lisboa arranca para a estrada na sexta-feira, 31 de outubro com a sessão de Shakedown na parte da manhã e partida oficial às 13:45h no Palácio de Mafra. O desenrolar da prova acontece até ao final da tarde de sábado, com passagens pela região de Alenquer, Vila Franca de Xira, Mafra e uma Super Especial na Marina de Cascais.

  • Luso – Bussaco: Raúl Aguiar no pódio com a Art of Speed

    Luso – Bussaco: Raúl Aguiar no pódio com a Art of Speed

    A Art of Speed encerrou com sucesso a sua participação no Rally Legends Luso – Bussaco, conquistando um lugar no pódio com Raúl Aguiar e José Aguiar aos comandos do Mitsubishi Lancer IX da formação conimbricense.

    O piloto natural do Luso, que competiu em casa, completou a exigente prova na terceira posição da categoria Open/Show, após um rali marcado por condições meteorológicas extremamente difíceis. A forte chuva que se fez sentir ao longo de grande parte do fim-de-semana tornou as classificativas particularmente escorregadias e traiçoeiras, criando desafios acrescidos tanto para os pilotos como para as equipas. Ainda assim, Raúl Aguiar, navegado por José Aguiar, evidenciaram uma progressão constante, adaptando-se gradualmente ao performante carro japonês e explorando o seu potencial ao longo da prova.

    “Foi um rali muito exigente, sobretudo pelas condições climatéricas. Choveu muito e as classificativas estavam sujas, com pouca aderência e zonas de travagem muito difíceis. Não foi uma prova fácil, até porque era a primeira vez que conduzia o carro, mas conseguimos evoluir troço após troço. A Art of Speed fez um trabalho extraordinário na afinação do Lancer, ajustando-o ao meu estilo de condução. Este terceiro lugar é, acima de tudo, o reflexo de um grande esforço colectivo e de uma enorme entreajuda dentro da equipa”, afirmou Raúl Aguiar no final da prova.

    Com o apoio técnico da estrutura sediada em Coimbra, Raúl Aguiar foi ganhando ritmo e confiança ao longo da prova, traduzindo essa progressão em tempos cada vez mais consistentes. No domingo, já com o piso seco, revelou um andamento fortíssimo e consolidou a sua posição entre os mais rápidos da categoria, confirmando a competitividade da dupla e garantindo o pódio numa edição particularmente exigente do Rally Legends Luso – Bussaco.

    O resultado assume particular significado por marcar o regresso de Raúl Aguiar à Art of Speed, reencontrando uma equipa com a qual já havia vencido este mesmo rali. “O balanço é muito positivo. Foi um excelente regresso à Art of Speed e um desfecho que nos deixa a todos muito satisfeitos. Voltámos a subir ao pódio e demonstrámos que continuamos competitivos. Houve uma enorme sintonia com o Frederico (Formiga) e com toda a equipa, e isso fez a diferença. Para além do pódio, saímos daqui com muita informação e confiança para o futuro”, sublinhou o piloto do Luso.

  • OLI traz o piloto Álex Márquez a Aveiro

    OLI traz o piloto Álex Márquez a Aveiro

    Durante o evento, o piloto espanhol irá conversar com os jornalistas sobre o Grande Prémio de Portugal, que se realiza de 7 a 9 de novembro, no Autódromo Internacional do Algarve.

    Os fãs de motociclismo poderão participar numa sessão de autógrafos (10h-12h) e tirar fotografias com a moto Ducati Desmosedici GP24 (10h-15h), tendo a oportunidade de conhecer pessoalmente o piloto e apreciar de perto um exemplar de excelência da engenharia e do desempenho no MotoGP.

    À medida que a temporada se aproxima do final, Álex Márquez consolida o 2.º lugar na classificação geral, logo atrás do seu irmão Marc Márquez, da Ducati Lenovo Team, afirmando-se como uma das principais referências da atual temporada do Campeonato Mundial de Motociclismo. A reta final da temporada 2025 reserva ainda duas provas: o Grande Prémio de Portugal, em Portimão, de 7 a 9 de novembro, e o Grande Prémio da Comunidade Valenciana, no Circuito Ricardo Tormo, de 14 a 16 de novembro, que encerrará oficialmente o Campeonato do Mundo de Velocidade de Motociclismo.

    Esta iniciativa promovida pela OLI decorre no âmbito do patrocínio à Gresini Racing, que se mantém pelo sétimo ano consecutivo, reforçando a projeção internacional da marca e o seu posicionamento junto de uma das competições mais exigentes e mediáticas do desporto motorizado. Ao mesmo tempo, reflete o compromisso da empresa em aproximar-se da comunidade local, associando-se ao Fórum Aveiro para promover um evento aberto ao público, que contará ainda com o sorteio de um bilhete duplo para assistir à prova no Autódromo Internacional do Algarve.

  • “Discover”: o princípio orientador da nova mudança de marca da Lexus

    “Discover”: o princípio orientador da nova mudança de marca da Lexus

    A Lexus desvenda hoje um novo rumo enquanto marca de luxo. Anunciada na abertura do Japan Mobility Show (JMS) de 2025, esta transformação promete transportar a Lexus para além do mundo automóvel, e assim abraçar novos produtos, serviços, experiências e estilos de vida com foco em “Discover”.

    Assumindo o compromisso de “não imitar ninguém”, a Lexus desafia-se a ser pioneira e a convidar clientes de todo o mundo a descobrir novos valores. Esta liberdade para mudar surge com um realinhamento das marcas do Grupo Toyota, o qual introduz a Century como uma nova marca posicionada para oferecer o expoente máximo do luxo.

    Durante a sua apresentação no JMS, Simon Humphries, Chief Branding Officer da Toyota Motor Corporation, afirmou: “Com a Century no universo da exclusividade e do ultra-luxo, a Lexus tem agora a liberdade para reforçar o seu compromisso com o luxo mainstream. E esse compromisso é o de descobrir: pensar de forma independente e confiante; ser aventureiro e inovador, e questionar a própria definição de luxo no mercado.”

    Os clientes da Lexus procuram definir os seus próprios termos, ter espaço e liberdade para gerir o seu tempo com a máxima eficiência. Além disso, estão dispostos a desafiar o status quo na procura desse ideal.

    Desde que foi fundada em 1989, a marca Lexus tem procurado fundir os seus produtos com experiências de estilo de vida, mostrando que se pode aplicar a tudo, mantendo-se unicamente “Lexus”. Reconhece que as regras do mercado de luxo mudaram drasticamente, com muitas pessoas a ambicionarem diferentes tipos de veículos que ofereçam novas experiências e que reflitam e aperfeiçoem de forma mais próxima o seu estilo de vida pessoal.

    Santuário Discover: novo Lexus LS Concept

    Esta mudança radical reflete-se na revelação de hoje do novo protótipo Lexus LS Concept.

    Quebrando com a tradição de o Lexus LS ser um sedan topo de gama, o protótipo é uma visão revolucionária de um veículo de seis rodas com motorista, que proporciona um santuário pessoal exclusivo. O S no novo LS não significa “Sedan”, mas sim “Space” (Espaço) – oferece o espaço ideal para satisfazer os desejos inestimáveis de liberdade e privacidade.

  • Filipe Albuquerque de novo no Campeonato Norte Americano de Resistência em 2026

    Filipe Albuquerque de novo no Campeonato Norte Americano de Resistência em 2026

    Filipe Albuquerque vai dar continuidade ao seu programa desportivo no Campeonato Norte Americano de Resistência. O piloto português volta a juntar-se à Wayne Taylor Racing e a Ricky Taylor para disputar um dos campeonatos mais exigentes do endurance mundial. 2026 marcará a sexta temporada conjunta e sempre com o mesmo objetivo: lutar pelo título americano.

    Para além de Filipe Albuquerque e Ricky Taylor também Will Stevens partilhará a condução do Cadillac #10 nas corridas mais longas da temporada: Daytona, Sebring e Road Atlanta. A parceria de sucesso nos últimos anos traduz-se em 8 vitórias em provas, uma delas nas 24h de Daytona e um vasto número de subidas ao pódio.

    “Enquanto equipa conhecemo-nos muito bem. Estamos muito enturmados naquilo que são as nossas responsabilidades enquanto pilotos. E isso é uma mais-valia para o trabalho de evolução do carro e de adaptação”, começou por referir Filipe Albuquerque.

    Fechar o ciclo de 2025 e arrancar com o de 2026 é a melhor forma de esquecer um ano complicado e preparar o próximo da melhor forma possível: “Pode parecer ‘cliché’, mas estou desejoso que 2026 comece. 2025 foi um ano muito desafiante para nós. A estrear o Cadillac e a ter de o entender em cada uma das corridas. Não foi fácil, mas mesmo assim conseguimos três pódios e estivemos próximos de conseguir a primeira vitória. Como piloto posso achar que não foi um ano brilhante, mas temos de ser realistas e perceber que conseguimos mais do que aquilo que seria expectável para ano de estreia do carro”, começou por referir.

    Agora dá-se início a um novo ano e a um novo período de testes: “que espero se traduza num Cadillac mais rápido. Em 2025 evoluímos bastante, mas temos de continuar a procurar mais melhorias. Tanto eu como a equipa queremos mais, queremos discutir vitórias e o título. Não tenho dúvidas que podemos fazer isso…”, concluiu Filipe Albuquerque.

    O primeiro grande teste acontece já a 14 e 15 de novembro com a primeira sessão de treinos em Daytona. A primeira corrida da temporada acontece neste mesmo circuito de 23 a 25 de janeiro.

  • Pedro Silva ruma ao Rally de Lisboa

    Pedro Silva ruma ao Rally de Lisboa

    Pedro Silva ruma ao Rally de Lisboa para fechar uma época brilhante e coroada com o título do Portugal Rally Series 2RM.

    Após mais um pódio no Rali Vidreiro – Centro de Portugal, Pedro Silva chega ao Rally de Lisboa com o objetivo de encerrar em grande uma temporada de enorme destaque, marcada por resultados sólidos, andamento competitivo e pela conquista do título de Campeão das 2 Rodas Motrizes no Portugal Rally Series.

    O piloto tem protagonizado uma época de altíssimo nível, somando vários pódios e confirmando-se como uma das grandes referências das 2RM em Portugal. “Tem sido uma época fantástica em todos os sentidos. Fomos rápidos, consistentes e conseguimos alcançar resultados que nos deixam muito orgulhosos. Agora quero terminar o ano com mais uma boa exibição em Lisboa, para coroar uma temporada muito positiva”, destacou Pedro Silva.

    Rali Terras D’Aboboreira, 1 a 3 de Maio de 2025, Foto: Ricardo Oliveira / GO Agency

    Embaixador da Beira Baixa, Pedro Silva segue para a capital determinado em manter o elevado nível de desempenho que demonstrou ao longo de toda a época, num ano em que somou vitórias em especiais, regularidade e um espírito competitivo notável.

    Nas contas do Campeonato de Portugal de Ralis 2RM, o piloto ocupa atualmente o Top 5, ainda com hipóteses matemáticas de alcançar o quarto lugar. As desistências em Fafe e na Madeira, motivadas por avarias mecânicas, afastaram a possibilidade de lutar pelo pódio final, mas não apagaram o brilho de uma temporada que ficará para a história como a mais consistente e premiada da sua carreira.

    O Rally de Lisboa encerra assim um ano inesquecível, onde Pedro Silva voltou a demonstrar talento, garra e maturidade competitiva, consolidando o seu nome entre os pilotos mais fortes das 2 Rodas Motrizes em Portugal.

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  • Telmo Costa: o homem da TéMotorSport que transformou uma estreia num vice-campeonato

    Telmo Costa: o homem da TéMotorSport que transformou uma estreia num vice-campeonato

    Foi um dos nomes em destaque na época de 2025 do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group. Aos comandos de um Citroën Saxo Cup bem preparado, Telmo Costa foi presença constante entre os mais fortes e terminou o campeonato como vice-campeão nacional, selando a temporada com a sua primeira vitória absoluta entre os Legends, alcançada na mítica Rampa da Arrábida.

    A participação de Telmo Costa na Montanha está diretamente ligada ao nascimento da sua equipa, a TéMotorSport — um projeto há muito sonhado: “Confesso que não era a modalidade que mais me aliciava”, admite. “Mas o impacto mediático da Montanha, aliado à possibilidade de ser simultaneamente piloto e team manager, tornava este o caminho mais lógico e, diga-se de passagem, em boa hora o escolhi. Inicialmente, a ideia era fazer apenas uma participação esporádica. “Era mais para estar próximo dos meus ‘campeões, só que não!”, brinca. A paixão falou mais alto.

    Da perícia às rampas

    A ligação de Telmo Costa ao desporto motorizado começou há mais de uma década. “Em 2011, eu era um apaixonado por motos e achava que para ser piloto de automóveis era preciso passar uns testes na NASA”, conta com humor. O destino, porém, encarregou-se de mostrar-lhe o contrário. “Trabalhava com um desses sortudos e percebi que afinal não era bem assim. Pouco tempo depois, já participava e vencia provas de perícia amadora em pisos de terra e acabei por organizar algumas delas.”

    O gosto cresceu. “Comprei o meu primeiro ‘carro de corridas’ com os olhos postos no Troféu de Autocross do Team Baia. As minhas noites passaram a ser na Mecanik Competições, onde se começou a fabricar o sonho.”

    A partir daí, a carreira diversificou-se: Ralis, Ralicross, algumas passagens como navegador e vários trabalhos de bastidores em equipas de referência como a A. Miranda, A. Pereira ou MNE Sport. “De todos esses sítios trouxe aprendizagens que levo para a vida e que hoje aplico na TéMotorSport.”

    2025: o Ano Zero da TéMotorSport

    A estreia oficial na Montanha não podia ser mais simbólica: “Murça é um dos meus traçados preferidos, mas é também dos que mais exige reconhecimento — e no meu caso, esse trabalho começou… na subida de Warm-Up”, ri-se. Mesmo assim, conseguiu um 4.º lugar entre um plantel de luxo.

    Na Penha, veio o primeiro pódio absoluto: “É um tipo de traçado técnico, com grip variável e a experiência no Rallycross ajudou. Fizemos o reconhecimento de carrinha e reboque atrelado, por isso não esperava milagres”, conta. “Mas conseguimos o pódio.”

    Chegava então a prova de casa — a Falperra. “As responsabilidades eram acrescidas, mas na TéMotorSport as prioridades são sempre os clientes. Nem aqui houve um bom trabalho de casa nos reconhecimentos”, confessa. “Uma transmissão cedeu na subida oficial, mas estávamos no ritmo dos da frente. Ainda assim, repetimos o pódio absoluto.”

    Entre altos, baixos e superação

    A Serra da Estrela prometia ser um ponto alto, com tempo para dois reconhecimentos na sexta-feira e um carro em forma. Mas o destino trocou-lhe as voltas: “A mecânica cedeu logo no primeiro dia. Se fosse o carro de um cliente, a minha equipa teria o carro de volta à estrada. Mas, por decisão minha, concentramo-nos nos meus dois ‘vices’, que estiveram fantásticos.”

    Em Santa Marta de Penaguião, a história voltou a sorrir. “Que bela organização! E que traçado técnico. Trabalhámos no comportamento do carro e adaptámo-nos. Fui mais ‘ralizeiro’, escolhendo sempre o caminho mais curto… que o digam os rails”, brinca. O resultado? Mais um pódio nos Legends.

    No Caramulo, veio a prova mais amarga. “Sabíamos que não era um traçado favorável, e a falta de tempo complicou tudo. Foi a minha ‘nódoa negra’ do campeonato. Prometo vingar-me, Caramulo!”, atira com humor. Terminou em 5.º lugar, o pior resultado da época.

    Mas Boticas trouxe o renascer. “Desta vez fizemos reconhecimentos! E até experimentámos o luxo de dois pneus novos… incrível”, conta entre risos. “Sabíamos que tínhamos de lutar até ao fim pelo vice, e voltámos ao pódio.”

    Arrábida: o sonho da vitória

    O desfecho perfeito chegou na Rampa da Arrábida. “Entrámos na prova em 4.º lugar absoluto dos Legends. Trocámos finalmente a velha caixa sincronizada por uma de crabots devidamente escalonada. Parecia que o Saxo tinha ganho mais 100 cv!”

    Mas o azar não desistiu. “A caixa cedeu ainda no sábado. A equipa, incansável, voltou a montar a antiga durante a noite. No domingo, fiz uma subida limpa e, contra todas as adversidades, conseguimos a primeira vitória absoluta entre os Legends. Foi o resultado que a minha equipa merecia.”

    Um vice-campeonato com sabor a vitória

    “Só assim podia ser vice-campeão. Este título é da minha família TéMotorSport”, diz com emoção. “No ano zero da equipa conseguimos superar todas as metas e fazer três vice-campeões. Sei que o politicamente correto diz que só eu o sou, mas para mim o Bruno e o Horácio são os meus campeões.”

    Telmo Costa não esquece ninguém: “Isto é fruto de uma equipa fantástica, que se tornou família. O meu muito obrigado a todos e aos nossos parceiros: TéPneus, Origem Mobiliária & Decoração, Paulo dos Amortecedores, Kimso, Xpower, Miguel Pereira Elect. Auto, RaceWash, Drogaria N14 e Sequeirauto. Um obrigado especial à minha família de casa e aos meus colegas de trabalho, que tanto sofrem com esta minha loucura.” Também não falta o fair play: “Parabéns ao bicampeão António Barros e ao Filipe Macedo que também seria um excelente vice. Concorrente não é sinónimo de inimigo. É um prazer partilhar a pista convosco.”

    Sobre o futuro, mantém os pés no chão. “Ainda não sei o que me espera em 2026. Sou péssimo a pedir apoios, e sem eles será difícil voltar a tempo inteiro. Mas vamos tentar.”

    Telmo Costa fecha a temporada com a serenidade de quem construiu muito mais do que resultados: formou uma equipa, fez campeões e encontrou o seu lugar na montanha. No ano zero da TéMotorSport, o vice-campeão nacional dos Legends provou que, quando a paixão é genuína, liderar é também acelerar com o coração.

  • Teo Viñaras vence Troféu Polaris RZR na Baja Portalegre 500

    Teo Viñaras vence Troféu Polaris RZR na Baja Portalegre 500

    Teo Viñaras, navegado pelo seu irmão Roberto Viñaras, foi o grande vencedor da quinta e derradeira etapa do Troféu Polaris RZR 2025 disputado na mítica e emblemática Baja Portalegre 500, organizada pelo ACP. Uma jornada que contou com 13 equipas participantes neste troféu monomarca que se realiza a par do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno.

    “Foi uma prova muito dura. Na sexta-feira nos primeiros quilómetros foram mais complicados. Estivemos medo de ficar sem travões. Pensávamos que não conseguiríamos terminar a corrida, mas a pouco e pouco fomos conseguindo continuar, correu tudo bem e acabámos por terminar e na primeira posição. Sempre que vimos aqui a Portalegre divertimo-nos imenso. O percurso da corrida estava bem. Podíamos andar bem e rápido e foi divertido. Em alguns anos em que viemos a Portalegre choveu do início ao fim, mas desta vez não foi o caso”, salientou Teo Viñaras.

    Ao pódio desta jornada da Baja Portalegre 500 subiram ainda Nelson Saramago/João Charrua que terminaram em 2º lugar e ainda Luís Marchante, que disputou esta animada competição a solo.

    Posições seguintes para o par Sérgio Vaz/Fábio Pires, para a dupla João Dias/Mário Ourives e para Rui Abreu que se fez acompanhar por Gonçalo Guedes. Alexandre Silva, acompanhado por Rui Cascalho que partiram para esta Baja Portalegre 500 na liderança do Troféu Polaris RZR não conseguiram melhor que o 7º lugar. Completou a classificação o par Celso Cardoso/André Tita.

    Não lograram terminar a prova, João Conde, Pedro Antunes navegado por Nuno Batalha, o primeiro líder da corrida, bem como Claúdio Cardoso/Bernardo Martins, o par Adelino Oliveira/Ezequiel Fragoso, que fez a sua estreia, e o consagrado Sérgio Silva que regressou a esta competição.

  • Pedro Lago Vieira alinha no Rally de Lisboa com o Toyota Yaris Rally2

    Pedro Lago Vieira alinha no Rally de Lisboa com o Toyota Yaris Rally2

    O piloto Pedro Lago Vieira vai disputar o Rally de Lisboa, a Taça de Portugal de Ralis, ao volante de um Toyota Yaris Rally2 da Llarena Racing. O objetivo é claro: testar o andamento face a alguns dos melhores pilotos nacionais e continuar a evoluir na sua adaptação às viaturas de última geração.

    “O Rally de Lisboa será uma excelente oportunidade para avaliar o nosso ritmo e ganhar experiência com o Yaris Rally2. Quero desfrutar da prova, aprender e dar o meu melhor em cada especial. Se sentirmos que temos hipótese de brilhar, vamos tentar fazer por isso, mas sabemos que a experiência acumulada por outros participantes em viaturas Rally2 poderá ser determinante”, destacou Pedro Lago Vieira, que nesta prova será navegado pelo brasileiro Gabriel Morales que, este ano, participou no Campeonato do Mundo de Ralis.

    Natural de Ponte de Lima, Pedro Lago Vieira chega a Lisboa depois de uma temporada completa na Toyota Iberian Cup em 2024, que marcou a sua consolidação no regresso aos ralis. Em 2025, tem participado em várias provas de menor dimensão com o objetivo de ganhar experiência e ritmo competitivo com o Rally2. Os bons resultados alcançados no Rally Series Ponte de Lima e Sever do Vouga chamaram a atenção dos organizadores do Rallye Vidreiro Centro de Portugal, última ronda do Campeonato de Portugal de Ralis 2025 e levaram ao convite para participar como piloto “show” na Arena CIMRL, um reconhecimento do seu talento e evolução.

    A edição de 2025 do Rally de Lisboa, organizada pelo Clube de Promoção de Karting e Automobilismo (CPKA), apresenta uma estrutura desportiva de grande dimensão, percorrendo nove concelhos da Grande Lisboa. O epicentro operacional da prova estará instalado em Mafra, junto ao Palácio Nacional, onde se situarão as zonas de assistência e o parque fechado, enquanto a partida simbólica regressa à zona do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa. As especiais em asfalto atravessarão locais emblemáticos com o término da prova previsto para a Marina de Cascais. O Rally de Lisboa será, assim, um momento importante na época de Pedro Lago Vieira, proporcionando-lhe uma experiência de topo num cenário histórico e competitivo, reafirmando o seu compromisso com a evolução e a ambição desportiva.

  • Rui Madeira conclui teste positivo com o Hyundai i20 Rally2 antes do Rally de Lisboa

    Rui Madeira conclui teste positivo com o Hyundai i20 Rally2 antes do Rally de Lisboa

    O piloto português Rui Madeira realizou esta quarta-feira um teste de preparação com o Hyundai i20 Rally2 da CNR Competition, a poucos dias do Rally de Lisboa 2025, prova decisiva da Taça de Portugal de Ralis e pontuável para o International Iberian Rally Trophy, que se disputa nos dias 31 de outubro e 1 de novembro.

    A sessão, que totalizou cerca de 48 quilómetros cronometrados, teve como principal objetivo a adaptação de Rui Madeira e do navegador Nuno Rodrigues da Silva à nova máquina, recentemente vitoriosa no Constálica Rally Viseu Dão Lafões.

    “Fizemos um teste com cerca de 48 km. Começámos por rodar com as afinações base deste Hyundai i20, utilizadas no Viseu Dão Lafões, e gostámos muito do comportamento do carro após várias alterações de set-up, barras estabilizadoras e mistura de pneus. Andámos sempre em piso seco”, explicou Rui Madeira.

    O piloto, campeão do mundo de Produção em 1995, destacou a qualidade do conjunto técnico e a necessidade de adaptação à condução de um Rally2, sublinhando ainda a colaboração de Hugo Lopes, engenheiro e piloto que acompanha a equipa nesta fase.

    “O carro tem uma travagem excelente e foi necessário mudar o chip para pilotar um Rally2. Tivemos a presença e o apoio do Hugo Lopes, um enorme piloto que me ensinou a tirar o ‘sumo’ deste carro. A nossa grande dúvida são as afinações para piso molhado, que parece ser a previsão para o fim de semana. Vamos tentar ainda realizar um pequeno teste em chuva, embora isso ainda não esteja decidido.”

    Com o foco já na competição, Rui Madeira mantém ambição e realismo quanto às metas para o Rally de Lisboa: “É óbvio que não temos muito ritmo e que nas primeiras PEC’s vamos pagar um pouco isso. No entanto, queremos andar desde o início entre os cinco primeiros e, se possível, terminar no pódio. Tudo dependerá das condições climatéricas e dos nossos adversários, que certamente estarão fortes. Agradeço aos nossos parceiros esta presença, sem esquecer a equipa CNR Competition, que muito nos irá ajudar.”

    O teste foi importante na preparação da dupla Rui Madeira/Nuno Rodrigues da Silva para o regresso competitivo ao Rally de Lisboa, num projeto que conta com o apoio dos parceiros Esc Online, Emel, Oz Energia e Delta Cafés, e que representa a continuidade de uma ligação de paixão e profissionalismo ao desporto automóvel português.