Autor: VMotores

  • Maria Luís Gameiro: “Estamos cientes de que podíamos ter feito muito mais”

    Maria Luís Gameiro: “Estamos cientes de que podíamos ter feito muito mais”

    Para a dupla Maria Luís Gameiro/José Marques esta segunda e derradeira etapa da jornada levada a cabo Clube Aventura do Minho foi, essencialmente, para “cumprir calendário” já que à formação apenas preocupava trazer o Mini JCW Plus até ao final da prova, nomeadamente depois dos azares do dia de ontem, que os deixaram irremediavelmente atrasados na classificação.

    O culminar de tudo isto acabou por ser um erro no sistema de navegação da organização (Stella) que obrigou a equipa a andar literalmente “às voltas” no último setor de hoje, situação que afetou muitas outras equipas.

    À chegada, a Valpaços, cumpridos os dois setores desta etapa de fecho de corrida, Maria Luís Gameiro esclarecia que, “depois de tudo o que passámos ontem, hoje só me preocupei em cumprir as especiais sem percalços e garantir o terceiro lugar entre os T1+. Pena que nem hoje tenhamos conseguido andar sem problemas… A situação do Stella desconcentrou-me por completo e serviu para nos atrasarmos ainda mais! Para nós é muito importante rodar o mais possível e terminar provas, mas, confesso, desta forma nem consigo divertir-me. Todavia, mesmo querendo sempre fazer mais e melhor, há também que jogar com os resultados e gerir com minúcia, cada etapa e nelas nada especial. Estamos cientes de que podíamos ter feito muito mais, mas dadas as condições, este foi o resultado possível.”

    Na luta pelo Campeonato de Espanha de Ralis TT, Maria Luís Gameiro/José Marques rumam à região de Saragoça, dentro de três semanas (5 e 6 de Julho) para disputar o Cierzo Rally Ejército de Tierra.

  • Hélder Oliveira: “o balanço final é extremamente positivo”

    Hélder Oliveira: “o balanço final é extremamente positivo”

    Três anos depois de ter disputado uma corrida aos comandos de uma viatura T1 Helder Oliveira continua a evidenciar um excelente andamento nestas muito competitivas máquinas e triunfou de forma categórica na respetiva categoria na Baja TT Norte de Portugal fazendo equipa com Carlos Jorge Mendes aos comandos de uma VW Amarok exemplarmente assistida pela PSV.

    No derradeiro dia de prova o piloto de Barcelos destacou-se ainda ao averbar o 4º tempo absoluto no derradeiro setor seletivo – que até poderias ter sido o segundo – tendo completado esta que foi a quarta etapa do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno num magnifico 5º lugar absoluto.

    ““Ao contrário da etapa de ontem hoje nem tudo nos correu bem, mas o balanço final até é extremamente positivo. Saímos desta Baja TT Norte de Portugal com a vitória entre os T1, que era o nosso grande objetivo e com uma classificação absoluta acima do que era expetável, tendo em conta o nível do Campeonato. Partimos para a etapa com uma vantagem confortável entre os T1 e o nosso desafio passou a ser manter a posição à geral. Infelizmente tivemos uma ligeira “perdidela” e depois disso os níveis de concentração foram um pouco abaixo””, referiu Helder Oliveira no final da corrida, acrescentando: “para defender o 6º lugar que então ocupávamos à geral e de novo confiantes, partimos ao ataque para o derradeiro setor seletivo. Estava tudo a correr maravilhosamente bem já que estávamos a lutar ao segundo pela 2º posição na PEC quando ficámos sem direção assistida a cerca de 20 km do final. Felizmente conseguimos terminar perdendo apenas alguns segundos””.

  • TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup: Bruno Bulacia vence Rally de Lisboa 

    TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup: Bruno Bulacia vence Rally de Lisboa 

    A dupla Bruno Bulacia/Gabriel Morales, da equipa CSM Automoción, foi a grande vencedora do Rally de Lisboa | Memorial Joaquim Santos, quarta prova da TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup (TGRIC), e conquistou na capital portuguesa o seu terceiro triunfo, e segundo consecutivo, da presente época, o que lhe permitiu reforçar a sua liderança da competição.

    O jovem piloto boliviano esteve irrepreensível nas classificativas de asfalto da região de Lisboa e obteve a sua primeira vitória naquele tipo de pisos com o Toyota GR Yaris RZ. E ficou muito claro, definitivamente, que a partir de agora, e salvo eventuais contratempos, é candidato à discussão da vitória em qualquer tipo de rali. Perante condições difíceis, como as verificadas na primeira etapa, em que os pisos se encontravam bastante escorregadios, devido à chuva que caíra de forma intermitente, Bulacia não cometeu erros. E a elevada “performance” do Toyota GR Yaris RZ permitiu que o vencedor da TGRIC subisse ao pódio absoluto do rali (3º lugar final), havendo ainda mais 3 Toyota no “top 10” da classificação geral.

    Como já era previsível, esta quarta prova de 2024 teve momentos de grande animação, em termos competitivos, com destaque para a primeira etapa, na qual o duelo entre Bulacia e Javier Villa (Asturhíbrido) chegou a ser empolgante. Na abertura das “hostilidades” foi este último quem assumiu o comando, secundado por Josep Bassas (IPPON Motor Vallés) com o boliviano em terceiro, surgindo, nos quarto e quinto lugares, respetivamente, os portugueses Miguel Campos (Macedo & Macedo GTW Racing) e Pedro Lago (Team Caetano Auto). A ordem restante dos pilotos era: José Lamela (Grupo Breogán), Manuel Martins, José Mulero (Labasa) e Ivan Raña, antigo triatleta olímpico espanhol e campeão mundial, completavam o pelotão da TGRIC.

    A liderança de Villa durou apenas até à segunda classificativa, já que na terceira Bulacia assumiu as “despesas”, com o asturiano a 7 segundos de diferença, momento em que Miguel Campos também ascendeu ao terceiro lugar, afirmando-se como candidato ao pódio e deixando, definitivamente, Bassas para trás. Contudo, o contratempo surgido a Villa na quarta “especial”, obrigando-o à desistência, deixou caminho livre a Bruno Bulacia para reforçar a primeira posição.

    A partir de então, e embora ainda restassem mais oito classificativas – a quinta “especial” foi anulada por razões de segurança, devido ao nevoeiro – nada se alterou em relação aos primeiros lugares. Ou seja, Bruno Bulacia teve sempre o segundo classificado, Miguel Campos, a uma distância segura, enquanto o piloto português passou a controlar, também, os “movimentos” de Josep Bassas que, por seu turno, também dispunha de uma vantagem confortável face a Pedro Lago (Team Caetano Auto).

    Villa decidiu regressar à prova na etapa de sábado em Super-Rally, com o objetivo de somar pontos-extra com eventuais vitórias nas classificativas e a verdade é que o piloto da Asturhíbrido conseguiu ser o mais rápido em 3 das 8 (empatou uma com Bulacia e outra com Campos), acabando por ser bem-sucedido. Aliás, somar 12 pontos nesta jornada lisboeta permitiu-lhe minimizar as perdas em relação ao líder Bulacia, de quem soma agora uma desvantagem de 20 pontos (91 para 71).

    A única alteração classificativa na etapa de sábado, já sem os pisos de asfalto tão traiçoeiros como na véspera, sucedeu quando José Mulero (Labasa), até então sexto classificado, teve problemas na sétima “especial” e perdeu 4 minutos, caindo para o oitavo lugar, à frente de Javier Villa. José Lamela (Grupo Breogán) e Manuel Martins ganhavam, desse modo, uma posição. 

    Muito embora tivesse feito antes um rali regional com o Toyota GR Yaris RZ, a estreia do antigo triatleta olímpico e campeão mundial Ivan Raña na TGRIC não foi de todo fácil, sobretudo no primeiro dia em que a chuva deixou os pisos bastante escorregadios.

    A próxima etapa da TGRIC, e quinta jornada da época, será o Rali Rias Baixas, na região de Vigo, com classificativas em piso de asfalto, no primeiro fim de semana (6/7) de julho, evento integrado no calendário do S-CER (Super-Campeonato de Espanha de Ralis).

  • Jornada fantástica do Troféu Yamaha em Rio Maior

    Jornada fantástica do Troféu Yamaha em Rio Maior

    Rio Maior voltou a receber em festa, num cenário natural de rara beleza e com uma impressionante moldura humana, a segunda jornada do 19º Troféu Yamaha, o mais antigo troféu de Todo-o-Terreno a ser realizado em Portugal. A competição decorreu num traçado com três pistas distintas preparadas para as 21 diferentes classes, num dia repleto de muita adrenalina e emoções fortes.

    Com a participação de quase três centenas de pilotos das mais diversas idades, num ambiente familiar e multigeracional que carateriza o Troféu Yamaha e lhe confere uma imagem de marca, a competição em Rio Maior começou bem cedo com as verificações técnicas e administrativas e os treinos a terem início pelas 9 horas da manhã. Uma jornada que, como vem sendo habitual, contou com o fantástico apoio do Moto Clube local que dinamizou entre outros um muito concorrido espaço de comes e bebes. 

    Após a realização das diversas sessões de treinos e de uma curta pausa para retemperar forças, seguiram-se as onze corridas que apuraram os vencedores das 21 classes em que estão divididos os participantes no 19º Troféu Yamaha.

    Esta segunda etapa do Troféu ““foi uma jornada espetacular que reuniu 292 participantes antecedida de dois dias de chuva que nos ajudaram a ter uma pista sem pó. Esta pista é um verdadeiro anfiteatro destinado ao desporto motorizado de duas e quatro rodas. Rio Maior é de facto a prova que tem a moldura humana mais bem enquadrada e, portanto, a Yamaha não podia estar mais satisfeita com o sucesso desta segunda prova da edição de 2024 do Troféu Yamaha””, referiu Luís Figueiredo da Yamaha Portugal após concluídas as onze mangas de competição.

    A 3º jornada do 19º Troféu Yamaha disputa-se a 7 de julho em Carvoeira, Torres Vedras.

    Vencedores da 2ª jornada do 19º Troféu Yamaha disputada em Rio Maior:

    InfantisMoto_27 Rodrigo Matos 

    InfantisMoto4_591 Afonso Susano 

    Iniciados Moto_84 João Marcão 

    IniciadosMoto4_554 Tiago Cruz 

    FunMoto4_187 Tiago Pires 

    YZ65_913 Francisco Fernandes 

    YZ85_501 Francisco Fernandes 

    FunBikeTTR125_758 Vasco Salgado 

    ClássicasCross_891 Luís Carreira 

    Super Clássicas_855 Sérgio Simões 

    YZ125LC_958 Vasco Salgado 

    YZ250F_255 Salvador Sampaio 

    YZ450F_310 Joaquim Caeiro 

    WR250F_684 João Rato 

    WR450F_371 Miguel Silva 

    OficiaisMoto_147 Luís Outeiro 

    VeteranosMoto_410 Nelson Cunha 

    VeteranosMoto4_471 Leandro Ferreira 

    450Moto4_616 José Sousa 

    700Moto4_722 Diogo Jeremias 

    OficiaisMoto4_155 Rodrigo Alves

  • Intensidade máxima e emoção ao rubro no asfalto “tórrido” da Beira Baixa!

    Intensidade máxima e emoção ao rubro no asfalto “tórrido” da Beira Baixa!

    A caravana dos Ralis regressa a Castelo Branco e Vila Velha de Ródão nos próximos dias 21 e 22 de Junho, para disputar a etapa inaugural dos ralis em asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis. O evento contará para 8 competições diferentes, incluindo ainda o Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes, o Campeonato de Portugal Masters de Ralis, o Campeonato de Portugal GT de Ralis, o Campeonato de Portugal Clássicos de Ralis, o Campeonato Promo de Ralis, o Troféu FPAK Júnior Team e ainda para o Challenge R5/S2000.

    Com o apoio das autarquias de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão, a Escuderia Castelo Branco é novamente anfitriã desta magnífica competição, projetando e implementando um Rali que esperam possa ser correspondido com um elevado nível competitivo, com os melhores pilotos e os melhores automóveis.

    A prova albicastrense apresenta algumas melhorias relevantes, começando logo por se destacar a redução de cerca de 100 quilómetros de ligações, tornando o rali muito mais compacto. Tal foi possível com a colocação das especiais de classificação numa área geográfica distribuída pelas áreas mais a sul do concelho de Castelo Branco, a que se junta as classificativas que decorrerão dentro das fronteiras de Vila Velha de Rodão. A isto, é adicionado ainda o facto do “Shakedown” e do “Qualifying” decorrerem num traçado às portas da cidade de Castelo Branco, encurtando ainda mais a quilometragem feita em ligações.

    Nesta edição de 2024, serão disputadas onze provas especiais de classificação, quatro das quais na etapa inaugural do Rali, sexta-feira, dia 21 de Junho. Com passagem nas freguesias de Caféde, Juncal do Campo, Sarzedas, esta etapa terminará novamente com a Super Especial “Reconquista”, aguardando-se uma noite “quente” na cidade albicastrense.

    Sábado, dia 22 de Junho, as equipas regressam à estrada para disputar mais sete Provas Especiais de Classificação.

    Nesta segunda etapa, a primeira PEC, uma novidade, será disputada parcialmente na malha urbana de Vila Velha de Ródão. O rali prossegue com passagem por Foz do Cobrão, após o que regressa novamente a Vila Velha de Ródão, para um reagrupamento, onde o publico poderá apreciar as máquinas em Parque Fechado. Depois de uma segunda passagem por Vila Velha de Ródão, o Rali regressa à cidade albicastrense.

    A parte da tarde acontece com três PEC´s, com passagem repetida por Santo André das Tojeiras e novamente passagem por Sarzedas. A sétima  e última PEC do dia e Power Stage, a ser disputada já ao início da noite, bem no coração da cidade de Castelo Branco, a escassas centenas de metros  do parque fechado e da “Fun Zone”, decisão natural depois do enorme sucesso alcançado no ano passado.

    Para Nuno Almeida Santos, diretor de prova, estão reunidos “todos os ingredientes para ser um Rali ao nível da excelência do Campeonato de Portugal de Ralis e assim promover a modalidade, contribuindo também para a promoção turística da região de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão. Aguardamos a adesão do público, dos aficionados do automobilismo, para acompanhar o rali e incentivar as equipas, fazendo-o em segurança. Longe do perigo, perto da emoção!”.

    “A edição 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão tem tudo para ser, uma vez mais, uma grande festa dos ralis, cimentando a sua importância como evento de referência da região, quer pelo seu impacto mediático, quer pela mais-valias para a economia da Beira Baixa”, afirmou João Lucas, presidente da Escuderia de Castelo Branco, que realçou “o esforço profundo que foi feito pelo clube, em conjunto com aas autarquias envolvidas e os nossos parceiros e patrocinadores, para melhorar a prova, seja na parte desportiva, indo de encontro às sugestões dos pilotos e das equipas, seja na animação do evento, tornando-o mais apelativo e capaz de atrair mais público”.

    A Escuderia de Castelo Branco quer ainda transformar as duas noites do rali numa dupla “festa rija” que seja atraente para todo o tipo de público, sem se prender só com os aficionados dos ralis, sendo vasto o programa de animação que poderá ser saboreado pelos milhares que acorram ao centro da cidade de Castelo Branco.

  • Miki Biasion vai apoiar a Lancia no desenvolvimento do Lancia Ypsilon HF e do Lancia Ypsilon Rally 4 HF

    Miki Biasion vai apoiar a Lancia no desenvolvimento do Lancia Ypsilon HF e do Lancia Ypsilon Rally 4 HF

    A marca Lancia anunciou que Miki Biasion irá participar no desenvolvimento do Lancia Ypsilon HF e do Lancia Ypsilon Rally 4 HF. Em 2025, a Lancia lançará o Novo Lancia Ypsilon HF, a versão de elevada performance do primeiro automóvel da nova era da marca, equipado com um motor 100% elétrico de 240 cv.

    No próximo ano, a Lancia também fará o seu regresso oficial aos Ralis com o Lancia Ypsilon Rally 4 HF, com o objetivo de dar espaço aos jovens pilotos que estão a iniciar as suas carreiras poderem tornar-se os profissionais do futuro.

    Ambos os modelos foram apresentados no final de maio, sublinhando a ligação da Lancia ao desporto motorizado e ao intrépido espírito que a tornou a marca de maior sucesso de todos os tempos no mundo dos ralis.

    “Hoje, a Lancia dá mais um passo em frente no seu percurso de Renascimento. No final de maio apresentámos em antevisão dois grandes novos modelos, que serão lançados oficialmente em 2025: o Novo Lancia Ypsilon HF, a versão de elevada performance do primeiro automóvel da nova era da marca; e o Lancia Ypsilon Rally 4 HF, o modelo que marcará o regresso oficial da Lancia ao mundo dos ralis, em linha com a sua lendária história desportiva. O ‘porta-voz’ natural deste duplo regresso só poderia ser Miki Biasion, o piloto italiano de ralis mais bem sucedido de todos os tempos, que contribuiu para fazer da Lancia a marca mais vitoriosa de sempre na história da modalidade. Os seus muitos anos de experiência com a equipa Lancia Corse serão fundamentais para o desenvolvimento de ambos os carros. É o início de um novo capítulo na história do Renascimento da marca, caracterizado pela ambição, pragmatismo e humildade, totalmente em linha com o ADN da marca”, declarou Luca Napolitano, CEO da marca Lancia.

    “Sinto-me extremamente honrado por poder apoiar a Equipa de Produto da Lancia nas configurações e comportamento dinâmico do Ypsilon HF, oferecendo um verdadeiro prazer de condução desportiva aos seus condutores. Estou também muito satisfeito por trabalhar com a equipa Stellantis Motorsport no aperfeiçoamento do desempenho do Ypsilon Rally 4 HF: ‘setup’, travagem e calibração do motor. Espero poder encorajar todos os jovens pilotos que estão a fazer o seu percurso com o nosso Lancia Ypsilon Rally 4 HF, para se tornarem os profissionais e campeões do futuro.

    A Lancia das vitórias e das competições está de volta e estou absolutamente encantado por fazer parte disso”, afirmou Miki Biasion.

    Miki Biasion é um ícone na história do desporto automóvel, tendo contribuído para fazer da Lancia a marca mais bem-sucedida de todos os tempos, com 15 Campeonatos do Mundo de Ralis, três Campeonatos do Mundo de Construtores e de Resistência, uma vitória nas 1000 Miglia, duas vitórias na Targa Florio e uma vitória na Carrera Panamericana.

    Biasion fez a sua estreia nas cores da Lancia ao volante do Rally 037 Gr. B. Em 1983, ano em que correu e venceu os campeonatos italiano e europeu. A partir de 1986, participa apenas em ralis incluídos no Campeonato do Mundo: no seu primeiro ano, leva o Delta S4 à vitória na Argentina. Os resultados melhoraram ainda mais na época seguinte; as suas cinco vitórias em 1988 incluíram o seu primeiro título mundial com o Delta Integrale Gr. A. Em 1989, Biasion juntou-se às fileiras dos bicampeões mundiais e, em ambos os anos, venceu também o Rali Safari, em África, sendo o único italiano a consegui-lo.

  • Porsche Cup C6 Bank visita Portugal em fim-de-semana duplo

    Porsche Cup C6 Bank visita Portugal em fim-de-semana duplo

    A Porsche Cup C6 Bank regressa a Portugal este mês com dois fins-de-semana no Autódromo do Estoril, prometendo muita animação em pista e glamour no paddock.

    A maior competição de GTs da América Latina disputa-se desde 2005, tendo por seis vezes visitado o nosso país, quatro ocasiões no circuito situado nas proximidades de Lisboa e em duas no Autódromo Internacional do Algarve, regressando este ano

    A Porsche Cup C6 Bank terá dois eventos no Autódromo Fernanda Pires da Silva, um nos dias 21 e 22 de Junho, que abrirá a temporada do Endurance Challenge, e outro a 29 e 30 do mesmo mês, a quarta etapa da competição Sprint. Serão cerca de quarenta carros que no primeiro evento realizarão uma prova com a distância de trezentos quilómetros, ou limite de duas horas e meia, obrigando a paragens para reabastecimento e troca de pilotos, recordando o espírito das 24 Horas de Le Mans, onde a Porsche é uma marca de referência.

    O programa do segundo fim-de-semana português da Porsche Cup C6 Bank, dedicado à Sprint, terá duas corridas para a Carrera Cup, dedicada aos Porsche 992 GT3 Cup, e outra duas para o Sprint Challenge, com as grelhas compostas pelos Porsche 991.2 GT3 Cup (4.0), esperando-se as emoções fortes das provas de curta duração em que todos os momentos contam para o resultado final.

    O paddock, como é habitual na Porsche Cup C6 Bank, estará bastante animado, com a exposição de modelos icónicos da marca germânica e uma praça de alimentação que permitirá aos adeptos e toda a família passar bons momentos durante a sua estadia no Autódromo do Estoril. Outros motivos de interesse serão revelados a seu tempo.

    Para seduzir ainda mais todos aqueles que gostam de corridas, o acesso à Bancada A do circuito português será livre, ao passo que para entrar no ‘mundo Porsche Cup Brasil’, o paddock, terá um custo de apenas dez euros, podendo os ingressos ser adquiridos no site oficial da competição e, no próprio dia, nas bilheteiras do Autódromo do Estoril

    São mais que motivos para que os adeptos de automobilismo e/ou da Porsche visitem o Autódromo do Estoril nas datas mencionadas, experimentando as emoções da pista e a animação do paddock, estando ainda por revelar alguns nomes de pilotos verdadeiramente globais.

  • PSCI: e vão 4 vitórias para Manuel Alves!

    PSCI: e vão 4 vitórias para Manuel Alves!

    Manuel Alves está imparável nesta temporada 2024 da Porsche Sprint Challenge Ibérica. O jovem piloto era um dos favoritos no arranque da competição ibérica com a chancela da Porsche e, até agora, não tem defraudado as expectativas.

    O piloto da Trofa tem estado em grande forma, sendo constantemente o mais rápido em pista. Se no primeiro fim de semana do ano saiu do Estoril com um “score” perfeito, em Portimão não fez por menos e voltou a ser a grande estrela do pelotão. Tal como na jornada inaugural, Manuel Alves fez a pole e venceu as duas corridas à geral do fim de semana, em mais uma prova do seu talento e determinação. 

    A base de afinação encontrada no Warm Up de março, que também foi feito na pista algarvia, permitiu começar da melhor forma e o aperfeiçoamento do set up por parte do piloto e da sua equipa permitiu que fosse constantemente o mais rápido. O trabalho acabou por compensar, conquistando a segunda pole do ano, em duas possíveis.

    Na corrida 1, largado do melhor lugar da grelha, não facilitou e agarrou-se ao primeiro lugar, até ver a bandeira de xadrez. A segunda corrida teve um arranque mais apimentado. Largando da oitava posição, com os primeiros 8 classificados colocados na ordem inversa da classificação final provisória da corrida 1, Alves teve um arranque fulgurante, subiu até terceiro, até que na curva três, os dois adversários que seguiam à sua frente se envolveram no incidente. Mesmo caindo para quinto, Alves conseguiu recuperar e na terceira volta já era estava na liderança da corrida, que manteve até ao final.

    Sem esconder a sua felicidade, Alves fez questão de relembrar todos os que o acompanham nesta caminhada, cada vez mais repleta de sucesso: “Foi mais um excelente fim de semana. Estou muito contente com o nível que apresentamos e os resultados refletem a qualidade do nosso trabalho e o esforço que fizemos. Fomos sempre rápidos, mas conseguimos melhorar a afinação do carro, o que nos permitiu conquistar a pole. A volta foi ótima e na volta seguinte estava a ser ainda mais rápido, mas apanhei trânsito e acabei por não capitalizar essa volta. Na corrida 1 consegui uma boa largada, mantive o primeiro lugar e conseguir gerir bem a corrida. Na Corrida 2, ainda apanhei um susto na primeira volta. Consegui um excelente arranque e saltei para o terceiro lugar. No entanto, um incidente à minha frente, obrigou-me a ir à gravilha. Regressei à pista em quinto, mas consegui rapidamente ganhar posições e subir ao primeiro posto. A partir daí foi consolidar o andamento e trazer a quarta vitória para casa, em quatro corridas. Não podia estar mais satisfeito. A LOB Motorsport fez, mais uma vez, um trabalho espantoso, o carro estava perfeito. Só assim conseguimos superar a forte concorrência que enfrentamos. Para já, esta época tem sido perfeita, mas não vamos perder o foco e a humildade. Sabemos que nas corridas, tudo muda depressa. Mas temos agora uma boa margem de pontos, que pode ser muito importante para o que resta da época. Vamos em busca de mais vitórias, lado a lado com os meus patrocinadores, amigos e família, que são fundamentais neste percurso.”

    A próxima jornada da Porsche Sprint Challenge Ibérica está agendada para 27 e 28 de julho, em Aragão, Espanha.

  • José Maria Marreiros e Pedro Marreiros conquistam pódio em Navarra

    José Maria Marreiros e Pedro Marreiros conquistam pódio em Navarra

    Pedro Marreiros e José Maria Marreiros estiveram em destaque na segunda etapa do Campeonato de España de GT, que decorreu em Navarra, tendo conquistado um pódio após uma prestação notável.

    Depois das boas indicações do Autódromo Internacional do Algarve, onde se realizou o primeiro evento da época, o duo da Veloso Motorsport esperava poder concretizar este fim-de-semana o potencial que demonstrara na pista situada nos arredores de Portimão e não deixou os seus créditos por mãos alheias.

    Numa pista húmida, o arranque foi um desafio, tendo Pedro Marreiros perdido uma posição, passando imediatamente a pressionar o seu adversário para recuperar o lugar que cedera, o que conseguiu, ascendendo ao quinto posto que tinha assegurado na qualificação. Foi neste lugar que o piloto do Porsche 992 GT3 Cup operado pela Veloso Motorsport entregou o carro ao seu colega de equipa, José Maria Marreiros, que saiu no meio do intenso tráfego que se fazia sentir em Navarra.

    Quando se viu livre dos carros mais lentos, o jovem piloto começou a imprimir um ritmo muito competitivo, recuperando a desvantagem para o piloto que se encontrava à sua frente. No final, José Maria Marreiros terminava em quinto a pressionar o quarto classificado.

    Na segunda corrida, o jovem piloto, que se estreava em Navarra, arrancou da quinta posição da grelha de partida, mantendo o seu lugar no arranque e passando a evidenciar um ritmo fortíssimo, que lhe permitiu manter-se no grupo dos pilotos que lutavam pela vitória e pressionar o quarto classificado, numa prestação de grande nível. A excelente ritmo de José Maria Marreiros permitiu que Pedro Marreiros saísse das boxes na luta pelos lugares do pódio e, com um ritmo rápido e consistente, cruzou a linha de meta num excelente terceiro posto.

    “Foram duas corridas muito exigentes! Na primeira, com a pista húmida no início, tomámos uma postura de maior segurança, sobretudo nas primeiras voltas, e conseguimos um bom quinto lugar perante uma forte oposição. Na segunda, ao longo do meu ‘stint’, consegui imprimir um ritmo forte, mantendo-me no grupo que lutava pela vitória. O andamento estava muito elevado, mas mantivemo-nos na luta pelos lugares do pódio e no final, conseguimos o terceiro lugar, o que foi um excelente resultado”, afirmou José Maria Marreiros.

    Pedro Marreiros sublinha as boas classificações do fim-de-semana de Navarra, que permitiram somar bons pontos para as contas do campeonato. “O nível competitivo da competição está muito elevado e isso foi notório em ambas as corridas, com um ritmo rapidíssimo. Na primeira prova assumimos uma postura mais defensiva, dadas as condições da pista, mas ainda assim conquistámos um quinto posto. Na segunda, o José Maria revelou um andamento fortíssimo num circuito aonde nunca correu e isso foi determinante para que eu conseguisse terminar em terceiro. Somámos muitos pontos, conseguimos um pódio e foi um fim-de-semana muito positivo, apesar de todos os desafios”.

    A próxima etapa do Campeonato de España de GT realiza-se em Motorland nos dias 13 e 14 de Julho.

  • Rally de Lisboa: Ruiloba leva para Espanha a Taça de Portugal

    Rally de Lisboa: Ruiloba leva para Espanha a Taça de Portugal

    O jovem espanhol Diego Ruiloba, navegado por Angel Vela, no Citroen C3 Rally2, venceu este sábado o Rally de Lisboa | Memorial Joaquim Santos, conquistando a Taça de Portugal de Ralis, depois de dominar por completo a prova organizada pelo CPKA, ao ser o mais rápido em 10 das 12 classificativas disputadas.

    A significativa vantagem final para José Pedro Fontes (Citroen C3 Rally2) diz tudo sobre a superioridade do piloto asturiano, que veio à prova lisboeta ensaiar a sua participação no S-CER (Super-Campeonato de Espanha de Ralis), no Rali de Orense, já no próximo fim de semana. Fontes também aproveitou esta jornada para testar novas soluções no Citroen C3 Rally2 tendo em vista, dentro de duas semanas, o início da fase de asfalto do CPR (Campeonato de Portugal de Ralis), no Rali de Castelo Branco.

    Neste segundo e último dia de rali, que já não contou com a dupla André Cabeças/Ilberino Santos (Ford Fiesta R5), então quarta classificada, que embora tiver concluído a última classificativa de sexta-feira viu-se forçada a desistir, com problemas de transmissão, permitiu ao boliviano Bruno Bulacia (Toyota Yaris GR) confirmar não só a conquista do último lugar do pódio, a nível absoluto, mas também o triunfo – terceiro desta época – na Toyota Gazoo Racing Iberian Cup, frente a Miguel Campos, o piloto português que está na luta pelos primeiros lugares do troféu dos Toyota Yaris GR. Gonçalo Henriques (Renault Clio Rally4), o campeão nacional de 2RM (duas rodas motrizes) em título, esteve em grande destaque, ao garantir, de forma autoritária, o primeiro lugar na sua classe e o quarto lugar absoluto.

    O início do Clio Trohpy Portugal, que marca esta época o regresso da Renault Portuguesa às competições, foi empolgante, com a discussão da vitória entre os Clio Rally4 a estender-se até ao final e Gil Antunes a garantir o primeiro lugar face a Pedro Pereira, cabendo a Danny Carreira o terceiro lugar.

    Juan Carlos Férnandez venceu o Clio Trophy Spain e Juan Carlos Maroño a Sandero Eco Cup Spain, dois troféus monomarca de ralis do país vizinho muito competitivos e que vieram abrilhantar esta edição da Taça de Portugal de Ralis.

    Classificação geral final (oficiosa)

    1º, Diego Ruiloba/Angel Vela (Citroen C3 Rally2), 52m09.9s

    2º, José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroen C3 Rally2), a 2m28.1s

    3º, Bruno Bulacia/Gabriel Morales (Toyota Yaris GR), a 4.26.6

    4º, Gonçalo Henriques/Inês Veiga (Renault Clio Rally4), a 4.57.4

    5º, Miguel Campos/Joana Silva (Toyota Yaris GR), a 5.02.3

    6º, Josep Bassas/Manel Muñoz (Toyota Yaris GR), a 5.16.9

    7º, Daniel Nunes/José Janela (Peugeot 208 Rally4), a 5.58.8

    8º, Pedro Lago Vieira/Marco Macedo (Toyota Yaris GR), a 6.02.6

    9º, Paulo Caldeira/António Costa (Skoda Fabia Rally2 evo), a 6.02.6

    10º, João Rodrigues/Manuel Santos (Peugeot 208 Rally4), a 6.48.0