É já no próximo sábado, 30 de agosto, a partir das 14h30, que a vila do Campo de Besteiros recebe a XXVII Grande Prova de Perícia Automovel, este ano inscrita no Campeonato de Portugal de Perícias. O sucesso do regresso da prova em 2024, depois de quase 30 anos de interregno, foi a chave para que em 2025 a organização quisesse ainda mais e melhor.
Com um percurso que conjuga rapidez e habilidade, a organização quer que a prova do Campo de Besteiros volte a ser uma referência na modalidade, e para isso estão a ser dados os passos nesse sentido.
“A vontade de fazer regressar esta mítica prova era o desejo de muitos. Conseguimos concretizar em 2024 e agora queremos melhor em 2025.” Refere Nuno Pinto, presidente do Caramulo Racing Team.
A prova continua a fazer parte do calendário do Troféu Raiano de Perícias, mas este ano com a novidade de estar, também, inscrita Campeonato de Portugal de Perícias.
“Desde o início deste processo que o objetivo de todas as partes envolvidas era colocar a Perícia do Campo de Besteiros de novo no mapa das principais provas nacionais da modalidade.” Disse-nos Carlos Amaral, Presidente da Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Vale de Besteiros.
A prova terá lugar no mesmo local do ano anterior, junto ao Centro de Saúde do Campo de Besteiros e a organização tem a expectativa de que o público vai voltar a marcar presença em massa, este ano com a garantia de poderem ver os principais pilotos e viaturas do campeonato nacional.
Tudo está a ser preparado para que o público possa assistir à prova com boa visibilidade sobre a pista e em segurança. Está também prevista uma zona de bar e alimentação com a garantia de animação após a final da prova. À semelhança do que aconteceu em 2024, toda a receita que possa ser angariada reverte a favor dos Bombeiros Voluntários de Vale de Besteiros, pelo que a presença e a colaboração de todos é indispensável.
Toda a informação e regulamento da prova está disponivel na página oficial do facebook (Perícia Automóvel Campo de Besteiros) e na página da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (www.fpak.pt).
A prova tem a organização do Caramulo Racing Team, em parceria com os Bombeiros Voluntários de Vale de Besteiros e o apoio institucional do Município de Tondela e da Junta de Freguesia de Campo de Besteiros.
A primeira Grande Prova de Perícia Automóvel de Campo de Besteiros aconteceu em 1960.
Considerada pela imprensa especializada uma “prova de ouro do mundo automobilístico” e uma “super” perícia pela quantidade de pilotos inscritos, pelos prémios atribuídos e pelo público entusiástico que acorria às Terras de Besteiros, a iniciativa teve o seu ponto alto na década de 80. Houve anos em que estiveram em disputa 81 taças, algumas delas em ouro.
A competição era falada e aguardada com expectativa por todos e assim foi durante 25 edições, com a última a acontecer em 1996. Foram vários os nomes famosos do desporto motorizado que passaram por Campo de Besteiros. Ao longo dos anos, os Bombeiros Voluntários do Vale de Besteiros tiveram na perícia uma fonte de receita, que servia para comprar ambulâncias, mangueiras, agulhetas, fardamentos, entre outro equipamento necessário à vida da associação humanitária.
Desde que Orlando Batina ingressou no universo Supercars Endurance que era notório que tinha o potencial para se bater pelas posições cimeiras da classificação consistentemente e essa ideia tem vindo a ser confirmada com a luta pelos títulos da divisão GT4 Pro-Bronze
O jovem de Aveiro está a viver uma das suas temporadas mais consistentes no automobilismo de GT, dividindo o cockpit do Toyota GR Supra GT4 EVO2 com Sérgio Azevedo, no seio da Batina Racing. Envolvido em três frentes – Campeonato de Portugal de Velocidade, Iberian Supercars e Supercars España -, Orlando Batina tem-se destacado pela regularidade e ambição, somando pódios em todas as corridas disputadas até agora, incluindo duas vitórias: uma em Jarama e outra nas ruas de Vila Real.
Actualmente no segundo lugar da divisão GT4 Pro-Bronze do Campeonato de Portugal de Velocidade, a oito pontos da liderança, Batina mantém-se totalmente integrado na luta pelo título, com ainda dois eventos por disputar – Jerez e Estoril. No Iberian Supercars, com apenas uma etapa concluída, a dupla está a sete pontos do topo da classificação, enquanto no Supercars España, Batina partilhou o carro com Miguel Lobo, num esforço pontual que lhe permitiu também subir ao pódio e vencer
Com os resultados a consolidarem o seu estatuto competitivo, o piloto traça um balanço positivo do que foi feito até aqui. “A temporada está a correr como nós ambicionávamos! Muito exigente, mas estamos na luta por lugares cimeiros, como aconteceu em Jarama e Vila Real. Penso que o campeonato vai ser decidido até ao último minuto”, sublinhou o recruta da Batina Racing.
De todas as jornadas realizadas, há uma que se destaca pelas emoções que despertou fora e dentro do carro. Para o piloto de Aveiro, o triunfo na etapa da ‘Bila’ foi o momento mais marcante da temporada: “a vitória em Vila Real foi especial, uma vez que tinha muitos amigos e família ao meu lado. Mostrámos um andamento muito superior à concorrência, o que nos enche de orgulho!”
A competitividade demonstrada em pista reflecte também o salto técnico dado esta época, com a Batina Racing a beneficiar do apoio da Autoworks Motorsport na preparação do Toyota Supra GT4 EVO2. Orlando Batina não tem dúvidas quanto ao impacto da estrutura espanhola que foi determinante para um passo significativo no sentido certo. “Relativamente à época passada, não tenho como não evidenciar que a maior evolução foi na parte técnica. Neste momento, com o apoio da Autoworks Motorsport – a quem aproveito para agradecer – temos tido um carro sempre incrível e com um acompanhamento irrepreensível”, afirmou o piloto da Batina Racing.
Com o campeonato ainda em aberto, o objectivo está bem definido, ainda que reconheça o nível de dificuldade da tarefa. A ambição não esconde a lucidez de quem conhece o equilíbrio do pelotão. “Sei que posso estar a ser ambicioso, mas gostaríamos muito de acabar o campeonato com uma vitória! Sabemos que não é fácil, mas estamos aqui para lutar e mostrar o nosso andamento”, garantiu Orlando Batina.
Num campeonato em que cada ponto pode ser decisivo, Batina aponta como principal desafio a fiabilidade e a necessidade de capitalizar todas as oportunidades. Uma prova sem pontuar pode ter consequências irrecuperáveis: “penso que será determinante acabar todas as corridas, uma vez que, se não pontuarmos numa, com a diferença tão mínima que existe, facilmente somos colocados fora da luta pelos títulos”.
Com a aproximação da fase decisiva da temporada, Orlando Batina mostra-se confiante, determinado e plenamente consciente dos riscos e exigências que o aguardam. Com regularidade, um carro competitivo e uma equipa sólida por trás, o aveirense está disposto a lutar até ao último metro pelos ceptros da GT4 Pro-Bronze de 2025 e seguramente que será um protagonista juntamente com o seu colega de equipa, Sérgio Azevedo, concretizando as expectativas que o paddock depoistava em si.
Não há tempo certo para nada. O tempo certo é o agora. E como a paciência é parte do crescimento, o agora designado Rally Constálica Viseu Dão Lafões apresenta a candidatura ao Campeonato de Portugal de Ralis. Um desafio legítimo para atingir a ambicionada fasquia de promover a competição e o progresso de uma região ambiciosa.
«Este evento traduz aquilo que é a opinião do Governo, ou seja, precisamos muito de ter visão, ter estratégia, mas ter também a capacidade de otimizar os parcos meios e recursos que temos. O que os quatro autarcas de Vouzela, Viseu, Oliveira de Frades e Castro Daire, que assenta o Rally Constálica Viseu Dão Lafões, está absolutamente em linha com os desígnios do Governo. Sabendo da responsabilidade que têm na promoção e desenvolvimento do Desporto e a construir uma marca, que vai já para a 12.ª edição, vejo um futuro brilhante para esta competição», começou por afirmar Pedro Dias, secretário de Estado do Desporto.
«Sem querer colocar exclusivamente o tónico, mas colocar o tónico na vontade e objetivo de quererem, através de um processo que está a ser construído, chegar a um objetivo maior, que é poderem estar no Campeonato de Portugal de Ralis. Este é um caminho feiro pelo mérito, pela sua capacidade, pela visão e pela excelência que estão a colocar na organização do rali e conseguirem esse justo reconhecimento, que passa por integrarem o Campeonato de Portugal de Ralis», sublinhou ainda o governante na cerimónia de apresentação do Rally Constálica Viseu Dão Lafões.
Pedro Dias não tem dúvidas que «deve ser esta a fórmula que «os grandes eventos desportivos nacionais acontecem, ou seja, pelo mérito de excelência, otimização de meios e recursos, proporcionando todas as capacidades».
Para o secretário de Estado do Desporto, sua presença na cerimónia de lançamento do rali e da candidatura ao patamar superior dos ralis em Portugal, «é de dever e obrigação por todas estas razões enumeradas», deixando o desejo de que, no dia 5 de setembro na Feira de S. Mateus, em Viseu, no lançamento da prova, seja feita de forma extraordinária, e que nos dias 6 e 7 nos proporcionem, ao longo das seis etapas que constituem o rali, seja de celebração da parte competitiva e da própria região».
Sérgio Matos: “Chegou o momento do desafio seguinte”
O Rallye Constálica Viseu Dão Lafões é hoje uma prova eu reúne todos os atributos para chegar ao topo da hierarquia dos ralis em Portugal, fruto do empenho e determinação de pessoas que vivem a região de Viseu Dão Lafões. Sérgio Matos, CEO da Constálica, empresa pioneira na construção da competição, não escondeu o orgulho pelo sucesso das provas anteriores.
«A cada edição, a fasquia foi colocada maios alto e a resposta esteve sempre à altura. Mas chegou o momento do desafio seguinte, de garantir um novo patamar para o rali, pois tal como no mundo empresarial, estagnar não é o caminho. A candidatura ao Campeonato de Portugal de Ralis é a evolução natural deste percurso, e termos a certeza que o Rally Constálica Viseu Dão Lafões reúne todas as condições para integrar a principal competição da modalidade. A prova está pronta, a organização está preparada e os adeptos e equipas reconhecem o seu valor»», exaltou Sérgio Matos.
José Correia: “Elevar a qualidade da prova”
Também José Correia, diretor da Promolafões, entidade que colocou em prática a competição vai para o 12.º ano, está otimista face ao rumo que a prova poderá tomar: «A edição deste ano será ainda mais especial, uma vez eu marca a nossa candidatura ao Campeonato de Portugal de Ralis».
«Uma candidatura que nasce da certeza de que é sempre possível fazer mais e melhor, e um passo lógico e ambicioso que reflete o nosso compromisso em elevar a qualidade da prova e proporcionar um espetáculo ainda mais emocionante para equipas, pilotos e adeptos», acrescentou o responsável.
Paulo Almeida: “Desenvolvimento económico em aceleração”
Na qualidade de anfitrião na cerimónia de apresentação do Rally Constálica Viseu Dão Lafões, Paulo Almeida, presidente da Câmara Municipal de Castro Daire, destacou a importância da prova no território, relembrando «o regresso da especial do Moledo a um local mítico, que faz recuar algumas décadas quando foi palco do Rally de Portugal e do Rally Dão Lafões, um troço com mais tradição e nostálgico».
O autarca diferenciou, também, as Termas do Carvalhal. Paulo Almeida resumiu que «o rali não é só um evento motorizado e desportivo». «Isto é também uma ferramenta de desenvolvimento do nosso território e, logicamente, se estamos a apostar nas Termas do Carvalhal, em que temos o concurso aberto para a sua requalificação para ser um balneário de referência da Península Ibérica, naturalmente que trazemos o rali para junto deste espaço para o reagrupamento».
Para o autarca de Castro Daire, «todos ficam a ganhar se as várias valências turísticas estiveram envolvidas. Evidentemente que esta não é só desporto, é também turismo e desenvolvimento económico»
Refira-se que a Câmara de Castro Daire lançou um segundo concurso para requalificar as Termas do Carvalhal, no valor de 7,1 milhões de euros (ME), depois do primeiro ter ficado sem concorrente elegível. O primeiro concurso internacional, lançado em abril deste ano, «não ficou deserto, mas não houve concorrentes para o valor base de 6,5 ME», disse o presidente da Câmara, Paulo Almeida.
Assim, foi lançado um segundo concurso no valor de 7,1 ME, «um pouco como tem acontecido por toda a parte, com os custos a aumentarem e com a quantidade de obras que estão a acontecer» no país.
A obra nas Termas do Carvalhal inclui, entre outras, a requalificação do edifício em si, desde paredes, canalizações e condutas até ao saneamento básico; eletricidade, ventilação e ar condicionado, assim como impermeabilizações e isolamentos. No exterior, a obra também contempla vias de circulação rodoviária, calcetamentos e ajardinamento, infraestruturas de desporto e lazer e sinalização e dispositivos de proteção e segurança.
O concurso para a requalificação e ampliação do balneário termal termina em 21 de agosto e a obra tem um prazo de execução de 30 meses, ou seja, dois anos e meio, de acordo com o anúncio publicado na segunda-feira no Diário da República.
João Valério: “Desporto, turismo e a gastronomia”
João Valério, presidente do Município de Oliveira de Frades, abordou com nostalgia o troço do Ladário, «sem dúvida um regresso feliz de uma especial mítica do Rally de Portugal e que volta à ribalta através do Rally Constálica Viseu Dão Lafões e que muito nos orgulha».
Para o autarca, a prova, que aproxima o desporto automóvel junto dos aficionados, «tem ainda a vertente promocional no que concerne ao melhor que a região usufrui, que é o turismo e a gastronomia». «São provas como esta que permitem cimentar a posição de sermos um destino cada vez mais de referência, ficando feliz por o fazer de mãos dadas com os restantes autarcas que se aliaram ao rali», acrescentou João Valério.
Carlos Oliveira: “Alavancar os nossos territórios”
Carlos Oliveira, presidente da Câmara de Vouzela, berço do Rally Constálica Viseu Dão Lafões e que volta a destacar as especiais de Penoita, Senhora do Castelo (ambas no domingo), a mítica super-especial noturna (sábado) e cerimónia de entrega de prémios, começou por referir que, para os vouzelenses, «esta prova é muito especial, mais ainda mais importante com a chegada de novos municípios».
«Com este passo pretendemos alavancar os nossos territórios e potenciar a hotelaria, a restauração, comércio local que ganha com milhares de pessoas, ou seja, uma questão de marketing territorial, mas também de desenvolvimento económico e social, além de, para o ano, darmos mais um passo e estamos no Campeonato de Portugal de Ralis, sendo para isso que estamos todos juntos a trabalhar», afiançou motivado o autarca vouzelense.
Fernando Ruas: “Alargar o rali a outros municípios”
O presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas, afirmou que a competição organizada pelo Gondomar Automóvel Sport e promovida pela Promolafões, «é uma importante alavanca para o desenvolvimento da região, fazendo esse desiderato com os pés bem assentes no chão, unindo esforços nesse sentido».
«É importante que uma região que se juntou espacialmente, tenha a abertura para colaborar nestes eventos, os quais têm, no âmbito espacial, mais alargado, com a região Dão Lafões com dois municípios representados, podendo, futuramente, outras autarquias seguir estes passos e alargar ainda mais o evento», acrescentou o também presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Viseu Dão Lafões.
Joaquim José Neves: Rali é o motor promocional da região
Joaquim José Neves, presidente do Gondomar Automóvel Sport, entidade organizadora do Rally Constálica Viseu Dão Lafões, esgrimiu argumentos sobre a edição deste ano. São inúmeras as novidades da prova pontuável para o Campeonato Promo de Ralis, Campeonato Centro de Ralis, Campeonato Centro de Ralis 2RM, Taça de Portugal GT de Ralis, Clio Trophy Portugal e Promolafões Rali Cup by Castrol.
De acordo com o dirigente, «o rali é já uma marca do território do Interior Centro-Norte do país que agora se estende territorialmente com a entrada das Câmaras Municipais de Oliveira de Frades e de Castro Daire, os quais se juntam aos Municípios de Viseu e de Vouzela, com partida na Feira de São Mateus e o pódio na Alameda D. Duarte de Almeida, em Vouzela».
«Este evento não é apenas uma prova de velocidade e perícia, é uma celebração desta região. Este ano, o percurso desafia os limites, testando a coragem e a destreza de todos os participantes. É um traçado que honra a tradição do nosso rali que, sendo candidato ao Campeonato de Portugal de Ralis, vamos reativar lendárias especiais de classificação, tais como Moledo (11,25 km), em Castro Daire; Farminhão/Torredeita (8,15 km), em Viseu; Ladário (6,65 km), em Oliveira de Frades»», afiançou Joaquim José Neves
«Estas especiais juntam-se, naturalmente, aos míticos troços da Penoita (8,65 km), Senhora do Castelo (7,05 km) e super-especial 2,85 km), todas em Vouzela, mas este ano percorridas de foRma inversa, tornando este rali numa prova desenhada com formato totalmente novo», acrescentou o dirigente desportivo.
Com carros de performance impecável internacionalmente comprovada, extremamente confiáveis, minuciosamente equalizados e todos preparados pela mesma equipe técnica, a Porsche Cup C6 Bank se notabilizou ao longo de suas duas décadas de história por ser uma competição protagonizada por pilotos. Desde 2005, os campeões sempre foram os competidores com melhor desempenho ao longo do ano e não aqueles com carros ou equipes diferenciados.
E, historicamente, “melhor desempenho ao longo do ano” é um atributo associado a consistência. Com carros idênticos de resistência globalmente comprovada no mais alto nível de competição, tão importante quanto vencer corridas é completar todas as provas e, de preferência, receber a bandeirada no top5. E é justamente isso que fizeram nas quatro etapas de 2025 do campeonato de sprint os líderes da Carrera e Challenge.
Mesmo sem conquistar nenhuma pole-position nos treinos classificatórios no ano, o eneacampeão Miguel Paludo é o único competidor do grid dos Porsche da geração 992 com 100% de pódios no ano. Não por acaso ele desponta na tabela de classificação com 173 pontos conquistados em oito corridas. Seu perseguidor mais próximo é Christian Hahn, com 149.
A sequência do maior vencedor de títulos na história de 20 anos do campeonato brasileiro dos carros de corrida mais produzidos no planeta tem números significativos. Considerando corridas de sprint e endurance, Paludo tem 200 largadas na Porsche Cup C6 Bank. Ele terminou 156 vezes no pódio e há dez temporadas consecutivas terminou corridas dos dois campeonatos entre os cinco melhores.
O legado do gaúcho titular do Porsche #7 na Carrera aparentemente foi bem aprendido por Caio Chaves, um dos destaques da nova geração do campeonato. Em 2024, então com 16 anos de idade, ele assombrou a classe Challenge assegurando o título na divisão Rookie com uma etapa de antecipação. Neste ano, agora na Challenge geral, Chaves mimetiza a receita de sucesso de Paludo na categoria principal: O dono do Porsche #54 é o único competidor dos carros da geração 991.2 com 100% de pódios e lidera a tabela de classificação com vantagem razoável sobre seu perseguidor mais próximo. Caio Chaves amealhou 190 pontos em oito corridas, enquanto o vice-líder, Gerson Campos, somou 148.
Pela Challenge Rookie, o pernambucano Daniel Neumann é outro que faz da consistência seu trunfo na classificação. Ele esteve o ano todo entre os ponteiros de sua divisão, vencendo sete vezes e terminando a outra em segundo lugar, desempenho que alçou o pernambucano ao primeiro lugar destacado na divisão de acesso, inclusive com chances de replicar o feito de Chaves em 2024 e assegurar o título já na penúltima etapa do calendário, na última semana deste mês no Estoril.
Já nos demais três subcampeonatos o cenário aparece mais embaralhado, com a maioria dos competidores tendo zerado ao menos uma corrida no ano. A Cup Sport tem liderança de Alceu Feldmann, com 68 pontos. Mas Miguel Mariotti, com um fim de semana quase perfeito no Algarve, e Marcos Regadas, com pódio duplo, se aproveitaram da ausência do titular do Porsche #1 na primeira perna portuguesa do calendário e aparecem na sequência na tabela de pontos, respectivamente com 63 e 55 tentos.
Na Carrera Rookie, Silvio Morestoni acelerou muito no Algarve, inclusive avançando para o Q2 no treino classificatório. Ele assumiu a liderança na divisão e foi a 89 pontos, em parte favorecido pela ausência de Leonardo Sanchez na etapa de sprint. O piloto do Porsche #15, que atravessa sua melhor fase na Porsche Cup C6 Bank, acumula 80 em seis corridas disputadas.
Já na Challenge Sport a liderança é de Lucas Locatelli. O piloto do Porsche #177 vem flertando com a vitória no geral em 2025 e acumulou 94 pontos em oito corridas na divisão intermediária, catapultado por sete pódios (e apenas uma corrida sem pontos). Seus concorrentes mais próximos são José Moura Neto, com 80, e a maior pontuadora do subcampeonato no Algarve, Cecilia Rabelo, que acumula 67.
A etapa de sprint do Estoril está marcada para os dias 28 e 29 de agosto. Conforme previsto em regulamento, tanto nesta jornada quanto na decisão do título, no evento suporte do GP Brasil de F1 em novembro, não há inversão de grid para as corridas 2. Em Portugal acontecerão dois treinos classificatórios separados, com Q1 apenas, para estabelecer os grids. Em São Paulo, a sessão classificatória definirá um dos grids pelo ranking da segunda melhor volta de cada competidor.
O modelo chegará em janeiro de 2026, para ser usado em testes e demonstrações, abrindo caminho para mais de uma dezena de unidades na grelha de 2027.
A P21 Motorsport, parceiro oficial da Porsche Motorsport e promotora da Porsche Sprint Challenge Ibérica (PSCI), anunciou a aquisição do primeiro exemplar do novíssimo Porsche 992 Cup, apresentado esta semana na Alemanha. O carro chegará a Portugal em janeiro de 2026 e será utilizado exclusivamente para demonstração junto de equipas e pilotos interessados em competir na temporada de 2027 da PSCI, ano em que a grelha contará já com mais de uma dezena de unidades deste modelo.
José Monroy, CEO da P21 Motorsport e Series Manager da PSCI, esteve presente na apresentação oficial na Alemanha e destacou: “Foi muito importante estar junto dos colegas da Porsche Motorsport neste momento de estreia. Está confirmado: teremos um exemplar do novo Porsche 992 Cup já em janeiro de 2026, dedicado a demonstrações para todos os pilotos e equipas da Porsche Sprint Challenge Ibérica. Será a oportunidade perfeita para conhecerem o carro de perto e formalizarem as suas encomendas para 2027, temporada para a qual já temos garantidas mais de dez unidades. Na ronda de Navarra e, aquando da apresentação do calendário 2026 da Porsche Sprint Challenge Ibérica, iremos também falar em detalhe sobre este modelo e abrir oficialmente o período de pré-encomendas.”
Novo Porsche 992 Cup: mais potente, rápido e acessível
O 992 Cup sucede ao atual 992 GT3 Cup e estreia-se nas competições monomarca da Porsche em 2026. Baseado no 911 geração 992.2, foi concebido para oferecer mais performance, melhor tempo por volta e maior facilidade de operação, mantendo custos controlados.
O motor boxer atmosférico de seis cilindros e 4,0 litros debita 520 cv (+10 cv face ao anterior) e mantém intervalos de manutenção de 100 horas de pista. A nova embraiagem de competição e a caixa sequencial de seis velocidades foram otimizadas, integrando funcionalidades inéditas como arranque automático após apagão e luzes de travão com efeito estroboscópico.
A aerodinâmica foi revista com asa traseira redesenhada, guarda-lamas ventilados e fundo plano otimizado. Vários painéis, como portas e tampa do motor, recorrem a fibra de carbono reciclada com resina de base biológica. O sistema de travagem recebe discos maiores (380 mm) e ABS Bosch M5 de série, enquanto a direção assistida eletronicamente aumenta o ângulo de viragem para melhor manobrabilidade.
No interior, volante multifunções, botões retro iluminados e nova disposição de comandos elevam a ergonomia. A eletrónica inclui medição de temperatura de pneus via TPMS, GPS de alta precisão e sistema “pre-kill” do motor para paragens de box mais seguras.
Com esta aquisição pioneira, a P21 Motorsport reforça a sua ligação estratégica à Porsche Motorsport e consolida o papel da PSCI como plataforma de referência para pilotos e equipas na Península Ibérica.
O piloto de Baião Filipe Nogueira, acompanhado pelo navegador madeirense Pedro Figueira, concluiu a sua participação no 66.º Rali Vinho da Madeira, prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis 2 Rodas Motrizes e para a Peugeot Rallye Cup Portugal, ao volante do Peugeot 208 Rally4.
A dupla iniciou a competição na Super Especial de quinta-feira, que correu de forma positiva. Na sexta-feira, o rali “a sério” começou com três classificativas disputadas com cautela, devido à humidade no asfalto e à necessária adaptação ao 208 Rally4 em ritmo competitivo, dado que se tratava dos primeiros quilómetros em asfalto nesta viatura.
Na assistência de meio-dia, uma alteração de set-up na traseira do Peugeot revelou-se acertada e os tempos melhoraram de forma expressiva nas segundas passagens pelos troços da manhã: “Na PEC 1 ganhámos 10 segundos, na PEC 2 cerca de 3 segundos e na terceira mais 14 segundos. Estes registos deixaram-nos confiantes e com a plena consciência de que estávamos a evoluir”, sublinhou Filipe Nogueira.
No entanto, o início de sábado trouxe um revés.“Logo após o arranque e na primeira curva, senti um barulho e percebi que algo se tinha soltado. Foi o suporte de ferro da cava da roda de plástico que cedeu e se foi enrolando no pneu. Quando o suporte começou a desfazer-se, rasgou completamente o pneu dianteiro esquerdo e tivemos de parar em plena especial, perdendo cerca de 10 minutos. Ficou assim hipotecado qualquer resultado positivo”, explicou o piloto.
Com a motivação afetada e três especiais canceladas devido a acidentes, o sábado resumiu-se apenas às duas passagens pelo troço do Rosário. “Para nós, em termos de desempenho, o rali foi praticamente o que aconteceu até ao final de sexta-feira – e até aí ficámos muito satisfeitos”, destacou.
Apesar do percalço, Filipe Nogueira considera a participação no Rali da Madeira como um dos momentos altos da época: “Os milhares de espectadores, a paixão que demonstram, a forma como interagem com os pilotos e máquinas… tudo isso faz desta prova algo ímpar no campeonato. É também a que mais retorno dá aos pilotos. Parabéns à RTP Madeira pela total cobertura televisiva e por levarem as imagens para todo o país e para o estrangeiro. Assim faz sentido estar deste lado.”
O piloto deixou ainda palavras de agradecimento à sua equipa, à Motorlobos, aos patrocinadores que tornam o projeto possível e ao navegador Pedro Figueira “pelo grande rali que fez”. A próxima prova do calendário de Filipe Nogueira será o Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves Verin, que se disputa nos dias 19 e 20 de setembro.
A Porsche Cup C6 Bank aquece os motores para a segunda jornada portuguesa da temporada especial do vigésimo aniversário da categoria. O desafio no fim deste mês será no icônico Autódromo do Estoril, localizado a cerca de 27 quilômetros de Lisboa, pista que entrou para a história do automobilismo brasileiro como palco da primeira vitória do tricampeão Ayrton Senna na Fórmula 1, em 1985, com a Lotus.
Não por acaso, Estoril foi, em 2011, o cenário da primeira corrida da Porsche Cup C6 Bank em solo europeu. Desde então, 20 provas já foram disputadas no circuito situado em Cascais e os maiores vencedores são nomes que não integram mais os grids do maior evento monomarca do automobilismo brasileiro.
Pista da primeira vitória de Ayrton Senna na F1 recebeu 20 corridas do maior evento de GT da América Latina
O recordista de vitórias no traçado é Constantino Júnior, bicampeão da Porsche Cup C6 Bank, com três triunfos. Na sequência, Clemente Lunardi e Gil Farah dividem a vice-liderança, com duas vitórias cada. Outros 15 pilotos aparecem com uma vitória: Ricardo Rosset, Vitor Baptista, Alan Hellmeister, Luca Seripieri, Sylvio de Barros, Edu Azevedo, Kreis Jr., Tom Filho, Enzo Elias, Leonardo Sanchez, Átila Abreu, Christian Hahn, Miguel Paludo, Antonella Bassani e Célio Brasil.
A passagem da Porsche Cup C6 Bank pelo Estoril no fim deste mês não apenas credencia os postulantes aos títulos, como também marca um momento decisivo na temporada. Após essa jornada portuguesa, restará apenas uma etapa de sprint e outra de endurance para a definição dos campeões de 2025. Por isso, os competidores do grid atual terão uma oportunidade valiosa de somar pontos fundamentais na luta pelos títulos em jogo.
A última visita da Porsche Cup C6 Bank ao autódromo português aconteceu em 2024, com duas etapas de sprint e uma de endurance marcadas por disputas intensas e reviravoltas no campeonato. Na abertura da rodada sprint, Christian Hahn brilhou ao converter a pole em vitória com domínio total na Carrera, enquanto Antonella Bassani venceu na Challenge. A segunda corrida teve Miguel Paludo ampliando seu recorde de vitórias na Carrera com mais uma performance sólida. Na Challenge, o destaque foi a escalada de Célio Brasil, que venceu após largar 14 posições atrás.
Na prova de endurance, a vitória ficou com Werner Neugebauer e Rubens Barrichello, que largaram da pole e cruzaram a linha de chegada com vantagem mínima de 0s299 sobre Enzo Elias e Marçal Muller, no que foi o primeiro triunfo de Barrichello na categoria dos carros de competição mais produzidos no mundo. A corrida teve uma performance destacada do português Antonio Felix da Costa, que competiu em dupla com Eduardo Menossi e foi responsável por uma formidável escalada. Na Challenge, Sadak Leite e Fabio Carbone dominaram a disputa. A corrida contou com 80 pilotos distribuídos em 40 carros.
A última semana de agosto promete ser intensa, com duas corridas separadas por apenas um dia. A etapa sprint acontece entre os dias 27 e 29 de agosto e, após um dia de intervalo, será realizada a corrida de endurance, nos dias 30 e 31, com mais uma disputa de 300 km.
Após cinco provas já disputadas no Campeonato de Portugal de Ralis, a dupla Ricardo Teodósio e José Teixeira prepara-se para enfrentar mais um desafio importante na temporada: o Rali da Madeira.
Mesmo ciente das dificuldades que normalmente surgem com a chegada ao arquipélago, Teodósio mostra-se confiante na boa adaptação ao Toyota GR Yaris Rally2, acreditando que as estradas madeirenses podem ser o palco ideal para voltar aos bons resultados.
“Temos boas expectativas para a Madeira. O asfalto é uma superfície onde nos sentimos confortáveis, e as características técnicas dos troços da ilha são desafiantes, mas bastante entusiasmantes. Temos evoluído bem com o carro, e acredito que, apesar da forte concorrência, temos condições para lutar por um bom resultado. Trabalhámos muito na afinação do carro para este rali e queremos aproveitar ao máximo cada oportunidade”, afirmou o piloto.
José Teixeira sublinha a evolução positiva da equipa ao longo da temporada e reforça o foco neste importante momento da época: “Estamos cada vez mais próximos do nível a que queremos estar. O ambiente na equipa é muito positivo, sentimos o apoio dos nossos patrocinadores e estamos muito motivados. A Madeira é sempre uma prova especial e vamos dar tudo para estarmos entre os da frente.”
O Rali da Madeira 2025 contará com 13 Provas Especiais de Classificação, com passagens por zonas emblemáticas da ilha como Chão da Lagoa, Paul da Serra e Encumeada. A competição arranca na quinta-feira, 31 de julho, às 20h00, com a tradicional Super Especial na Avenida do Mar, no centro do Funchal, num ambiente urbano e altamente competitivo. Na sexta-feira e sábado, as equipas enfrentam dias intensos com várias especiais ao longo da manhã e da tarde. O rali termina com a tradicional Power Stage no Rosário, pelas 17h25, seguida da cerimónia de pódio e entrega de prémios na Avenida do Mar.
A Rampa Capital do Móvel fica para a história de Vítor Pascoal, que celebrou este fim de semana, em Paços de Ferreira, a sua primeira vitória da temporada entre os GT, e logo com a saborosa conquista da 1.ª edição da Taça de Portugal de Montanha na categoria, numa prova renascida após mais de uma década de ausência.
O piloto de Baião, ao volante do seu Porsche 991.2 GT3 Cup, voltou a mostrar o talento que lhe valeu quatro títulos nacionais na categoria GT. Numa prova com um traçado técnico e rápido, Pascoal foi brilhante nas subidas decisivas de domingo, após ter ficado a apenas 1,2 segundos da liderança na única Subida Oficial de sábado, disputada pelo ‘Sniper de Baião’ com pneus já muito usados.
“É uma alegria imensa e também um alívio enorme. Esta época tem sido duríssima, com muito trabalho e dedicação, mas sem conseguir saborear uma vitória. Batemos várias vezes na trave e sempre por décimos de segundo… Desta feita, correu tudo na perfeição. Apostámos tudo nas subidas de domingo e valeu a pena.”
O líder do Baião Rallye Team cravou nessas duas subidas tempos de 2:05.729 e 2:05.348, que lhe garantiram um avanço final de 2,7 segundos sobre Gabriela Correia, a principal adversária nesta luta pela Taça.
“A Gabriela foi uma adversária fortíssima, muito rápida em toda a prova. Quero deixar-lhe uma palavra de enorme respeito e admiração. Esta vitória também é mais saborosa por ter sido tão bem disputada.”
Apesar de esta vitória não alterar substancialmente a classificação geral do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, onde a renovação do título depende de terceiros, Vítor Pascoal mantém-se determinado: “Não vou baixar os braços. A motivação está intacta e vou dar tudo nas duas provas que faltam: Boticas e Arrábida. Enquanto for possível, vou lutar.”As duas rampas serão decisivas para as contas finais e prometem mais momentos de espetáculo e emoção.
As duas rampas serão decisivas para as contas finais e prometem mais momentos de espetáculo e emoção.
Afigura-se mais desafiante do que nunca a sexta prova do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), tendo como palco, este próximo fim de semana (31 julho/2 agosto), as belas e “exigentes” classificativas da ilha da Madeira.
Kris Meeke (Toyota GR Yaris Rally2), detentor do título e líder destacado do campeonato, procura redimir-se dos seus maus resultados nas duas últimas edições insulares, enquanto Dani Sordo (Hyundai i20 N Rally2) vai correr pela primeira vez na Pérola do Atlântico, o que significará uma desvantagem face aos seus adversários do CPR. Nesse contexto, têm a “palavra” Armindo Araújo (Skoda Fabia RS Rally2), José Pedro Fontes (Citroen C3 Rally2) e Ricardo Teodósio (Toyota GR Yaris Rally2), grupo a que se juntará o jovem Hugo Lopes (Hyundai i20 N Rally2). Pedro Almeida (Skoda Fabia RS Rally2), o vencedor do CPR no Vodafone Rally de Portugal, decidiu fazer uma pausa na sua carreira para reflexão, sendo, por isso, ausência de vulto no rali insular.
O grande desafio de Meeke, depois de vencer as três primeiras provas da época e dominar as duas seguintes, nas quais registou uma desistência (problemas mecânicos) e um segundo lugar, será repetir na Madeira a superioridade que tem evidenciado: foi o mais rápido em 69,2 por cento das classificativas disputadas (52). E, em paralelo, resta a incógnita do que será capaz Sordo na estreia, face a uma concorrência fortíssima na discussão da vitória.
Simone Campedelli (Skoda Fabia RS Rally2) e Diego Ruiloba (Citroen C3 Rally2), este último vencedor da edição anterior do rali madeirense, são os pilotos convidados para a “festa”, mas candidatos ao pódio são também os mais rápidos e bem equipados pilotos do Campeonato de Ralis CORAL da Madeira: Miguel Nunes (Skoda Fabia RS Rally2), João Silva (Toyota GR Yaris Rally2) e Miguel Caires (Skoda Fabia RS Rally2), os quais, à semelhança de 2025, voltam a receber a “companhia” de Alexandre Camacho. Este último, o recordista de vitórias no Rali da Madeira (seis triunfos), ainda que em 2025 não dispute o campeonato local, estará aos comandos de um Hyundai i20 N Rally2 na prova mais importante da época para os madeirenses.
Muito embora tanto os convidados como os locais não “roubem” pontos aos seus adversários do CPR, a verdade é que ninguém, dos nomes já referidos, quer ficar em segundo plano no “sprint” mais longo da época: 177,56 quilómetros ao cronómetro em 13 classificativas.
Não menos aliciante, em termos de competitividade, será o CPR 2RM (duas rodas motrizes), que junta na Madeira os principais candidatos à sucessão de Gonçalo Henriques. A primazia é dos pilotos dos Peugeot 208 Rally4, com Ricardo Sousa na liderança, depois de vencer as três últimas provas, secundado por Henrique Moniz e Guilherme Meireles. Numa prova tão exigente e extensa, tudo pode acontecer na luta pelo primeiro lugar… para a qual se perfila um número alargado de candidatos.
PROGRAMA HORÁRIO
QUINTA-FEIRA (31 agosto)
Funchal (Praça CR7) 15h57
Cerimónia de Partida/Pódio (Praça do Povo) 16h00
Reagrupamento (Av. Dr. Sá Carneiro) 16h16/19H22
PEC 1 – Cidade do Funchal (2,18 km) 19h30
Parque Fechado (Parque do Savoy) 19h40
SEXTA-FEIRA (1 agosto)
Saída do Parque Fechado (Parque do Savoy) 09h07
Parque de Assistência (Av. Dr. Sá Carneiro) 09h10/09h25