Autor: VMotores

  • José Rodrigues: “entro nesta época com um único objetivo: ser campeão nos GT”

    José Rodrigues: “entro nesta época com um único objetivo: ser campeão nos GT”

    O piloto bracarense começa na Rampa Porca de Murça, que se disputa já no próximo fim-de-semana, o seu ataque ao título da Categoria GT do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2025, depois de em 2024 ter protagonizado uma excelente temporada, coroada com a 2ª posição no campeonato.

    Para além disso, em 2024, José Rodrigues venceu entre os GT três das sete provas em que participou (Penha, Boticas e Serra da Estrela), naquela que foi a temporada “de regresso a uma modalidade de que estava afastado, participando apenas de forma muito pontual. Vim encontrar um campeonato muito competitivo, praticamente em todas as categorias e, no caso particular da Categoria GT, é incrível o nível entre os melhores. A modalidade respira saúde, tem milhares de espetadores em cada prova e um imenso impacto mediático”.

    O rápido piloto da cidade dos arcebispos volta a confiar no Porsche 997.2 GT3 Cup preparado pela Monteiros Competições, realçando “a confiança que me dá a estrutura experiente e dedicada da equipa, que me garante as melhores condições para enfrentar cada desafio. Em 2024 fizemos grande parte da época com um carro sem as especificações ideias para Montanha. Só nas últimas duas provas é que já alinhamos com um carro completamente preparado para a exigência da modalidade e, para 2025, fizemos uma profunda revisão e tenho a certeza de que seremos muito competitivos, disputando taco-a-taco as vitórias nas rampas e o título nacional da Categoria GT”.

    José Rodrigues está ciente de que “este ano a concorrência estará ainda mais forte, com adversários bem preparados e máquinas ainda mais competitivas. No entanto, apesar da desvantagem do nosso carro face a alguns dos rivais, estamos determinados a dar o nosso máximo em cada subida, tirando partido da nossa experiência, dedicação e vontade de vencer!”.

    O piloto conta também “com o apoio e a motivação da família, dos amigos, e de todos os nossos patrocinadores, a quem agradecemos pelo apoio e confiança em mais uma época desportiva. Com o vosso apoio, estaremos prontos para dar tudo na Montanha!”.

    A Rampa Porca de Murça, organizada pelo CAMI Motorsport, é um dos traçados mais desafiantes do campeonato. Com uma extensão de 4200 metros, tem uma inclinação média de 5,5% e um acumulado de desnível e 230 metros. A prova inaugural do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group será disputada ao longo de sábado e domingo, 22 e 23 de março. No primeiro dia, incluirá um Warm Up, duas subidas de Treinos Oficiais e a 1ª Subida de Prova, que acontecerão às 10, 12, 14 e 16 horas, respetivamente. No domingo e cumprindo o mesmo horário, será tempo de um Warm Up, uma subida de Treinos Oficiais e a habitual “dobradinha” final constituída pela 2ª e pela 3 Subida Oficial de Prova. A entrega de prémios decorrerá ao fim da tarde.

  • A turma de 2025 do FPAK Junior Team 

    A turma de 2025 do FPAK Junior Team 

    A turma de 2025 da FPAK Junior Team de Velocidade já está definida, tendo sido escolhidos seis pilotos que prometem mostrar durante a temporada do Campeonato de Portugal de Velocidade e Iberian Supercars potencial para um futuro auspicioso.

    O sucesso do programa federativo tem sido evidente, com diversos jovens da edição de 2023 a darem o salto para categorias mais exigentes em 2024, esperando-se que suceda o mesmo este ano com alguns dos pilotos que participaram na época passada. Os seis jovens pilotos escolhidos para 2025 são Diogo Figueiredo Castro, João Faria, Martim Romão, Rodrigo Vilaça, Tomás Gomes e Tomás Martins, todos eles oriundos do karting e sem experiência no desporto automóvel, e com idades compreendidas entre os 15 anos e os 19.

    Diogo Figueiredo tem 17 anos e dez temporadas de karting, realizando a sua estreia no automobilismo de Velocidade em 2025. João Faria teve um início no karting tardio, mas o piloto de 18 anos evidenciou potencial ao longo das quatro temporadas que disputou, mostrando-se preparado para o seu debute na competição automóvel. Martim Romão, com 19 anos, começou no karting apenas em 2021, mas tem vindo a revelar margem de progressão durante as suas quatro épocas de competição. Rodrigo Vilaça tem alguma experiência no karting, apesar dos seus apenas 17 anos, contando já com oito temporadas na disciplina onde despontam os grandes talentos do futuro. Tomás Gomes é o benjamim da turma, com apenas 15 anos de idade, mas conta já com a experiência de seis época a elevado nível. Tomás Martins, com 18 anos completados, é outra das promessas para a temporada deste ano, tendo no seu currículo nove épocas no karting.

    Estes seis jovens dividirão ao longo da temporada deste ano os três Ginetta G40 da FPAK Junior Team, que serão operados em pista pela Monteiros Competições.

    Para Diogo Ferrão, o CEO da Race Ready, “recebemos a turma de 2025 com satisfação, esperando que esta temporada na FPAK Junior Team seja importante para fazer a transição do karting para o automobilismo. Um passo fundamental para os pilotos que, de um mundo onde passam muitos dias fora a treinar e competir, para um mundo onde existem menos possibilidade de testar e competir e logo cada volta ao volante é fundamental, tendo de aprender a aproveitar cada minuto dentro do carro”.

    Ni Amorim, Presidente da FPAK, “Continua a ser uma aposta da FPAK dar oportunidade a jovens pilotos de passar do karting para outras modalidades, nomeadamente a velocidade. Este é um programa que tem dado os seus frutos época após época e que queremos manter. Os pilotos são todos muito jovens, mas é esse o propósito e acreditamos que com a ajuda do César Campaniço, o ‘Coach’ do projeto, vão todos aprender e evoluir nas quatro jornadas que compõem a temporada”.”.

    A temporada deste ano do Campeonato de Portugal de Velocidade, Iberian Supercars e Supercars España tem o seu início nos dias 5 e 6 de Abril no Autódromo Internacional do Algarve, realizando-se no próximo sábado o teste oficial, que terá o Autódromo do Estoril como palco.

  • Armando Carvalho: “sabemos o que temos que fazer para sermos mais competitivos”

    Armando Carvalho: “sabemos o que temos que fazer para sermos mais competitivos”

    A estância termal de São Pedro do Sul recebeu no passado fim de semana a segunda prova do Campeonato Centro de Ralis, prova que marcava a estreia da Armando Carvalho e Ana Santos neste campeonato em 2025.

    A estrearem-se na prova organizada pelo Clube Automóvel de Viseu e a estrearam uma nova montada, a dupla de Vila Nova de Poiares terminaram a prova no lugar mais baixo entre os concorrentes do Campeonato Centro de Ralis, apesar de algumas adversidades. “O balanço final foi bastante positivo depois de algumas peripécias que fomos tendo ao longo da prova”, adiantou o piloto Armando Carvalho.

    “No defeso adquirimos uma nova viatura, mas não tivemos hipótese de o testar antes deste rali. No sábado sentimos algumas dificuldades na adaptação à nova eletrónica do carro e uma escolha de pneus menos acertada fez-nos perder algum tempo na classificação, principalmente na segunda passagem pela especial Aqvua Termal devido a alguma chuva que caiu. No domingo foi um dia diferente, pois conseguimos perceber o que teríamos que mudar no carro. Fizemos um bom tempo na primeira especial do dia, mas na especial seguinte perdemos alguns segundos devido ao corte corrente ter-se desligado. Foram segundos perdidos que poderiam ter animado mais a luta pelo quarto lugar, apesar do Paulo Carvalheiro estar com um excelente desempenho, mas um terceiro lugar entre os participantes do Centro deixa-nos bastantes satisfeitos e motivados. Sabemos que vai ser difícil fazer frente aos carros da última geração e que estão neste tipo de campeonatos, mas mesmo assim sabemos o que temos que fazer para sermos mais competitivos e para encurtarmos a distância para os R5. Vamos agora trabalhar no carro para prepararmos o próximo desafio que será o Rali Terras De Auren. Um agradecimento muito especial aos nossos patrocinadores e parceiros, que nos continuam a apoiar e que estão do nosso lado para montarmos um projeto desta envergadura e também um agradecimento ao excelente trabalho da nossa equipa de assistência, a Domingos Sport”, finalizou o piloto Armando Carvalho.

  • Mário Castro: “iniciamos o rali com o pé esquerdo, mas fomos evoluindo de forma satisfatória”

    Mário Castro: “iniciamos o rali com o pé esquerdo, mas fomos evoluindo de forma satisfatória”

    O 13º lugar à geral obtido por Mário Castro e Ricardo Cunha no Rali Cidade Termal 2025 não espelha o ritmo ostentado ao longo da prova.

    A dupla nortenha viveu um arranque de época atribulado e uma estreia da nova ‘montada’ carregada de peripécias, que limitou de forma clara o resultado obtido em São Pedro do Sul.

    “De facto a nosso estreia com o Clio não foi da forma que desejávamos porque logo à entrada para a primeira especial soltou-se um tubo do intercooller e logo aí perdemos mais de 1 minuto. Na segunda especial os problemas já foram de quem ia atrás do volante. No arranque, esqueci-me de engrenar a 1ª velocidade e naturalmente, fiquei estancado na hora de partir. Depois, com a chuva que começou a cair, e na escuridão dentro do carro, não me entendi com os botões do volante e só muito depois consegui ligar os limpa para-brisas. Enfim, uma primeira etapa para esquecer, em que perdemos 2 minutos e caímos para a 35ª posição da geral“, começa por realçar o piloto da Liber Jeans.

    Mas Mário Castro não deitou a toalha ao chão e assumiu que “tinha de a cabeça para o segundo dia e começar o rali do zero. E foi precisamente isso que fizemos. Entramos bem mas sempre a descobrir o carro e com a agravante de, perante os nossos principais adversários, não conhecermos o rali. Fomos sempre melhorando o carro e essencialmente a minha forma de o conduzir e na parte final já andamos num ritmo muito bom. Apesar de todas estas peripécias, saí deste rali muito satisfeito com a minha prestação e com a qualidade do Clio, que é um grande carro de corrida. Conseguimos vir a terminar a prova no 13° posto da geral”.

    No rescaldo, assumiu ainda que “não vou dizer que foi o rali desejado, mas a verdade é que sempre assumimos que este rali seria um teste e no final, perante a nossa evolução ao longo da prova, temos de estar felizes e muito motivados para o futuro e essencialmente para o arranque do Campeonato Norte de Ralis, que esse sim, é o nosso foco”.

  • Carlos Matos vence pela terceira vez o Rali Cidade Termal

    Carlos Matos vence pela terceira vez o Rali Cidade Termal

    O piloto de S. Pedro do Sul escreveu o seu nome pela terceira vez, em quatro possíveis, no livro dourado do Rali Cidade Termal, ao ser o mais rápido na edição deste ano, pontuável para o Campeonato Centro de Ralis e Campeonato Centro 2RM de Ralis, primeira do Promolafões Rali Cup by Castrol, integrada no Termas Motorfest. André Cabeças amealhou o maior número de pontos para o referido campeonato.

    Apesar da recuperação efetuada por André Cabeças (Ford Fiesta R5), que venceu tantas especiais como Carlos Matos (Skoda Fabia R5), o piloto da marca checa garantiu a vitória no Rali Cidade Termal, impedindo o seu adversário de repetir o feito na Bairrada e somar a segunda vitória do ano.

    A acelerar no seu “quintal” mas “parado” há vários meses, Carlos Matos, navegado por Ricardo Faria, mostrou que tem argumentos mais que suficientes para aumentar a lista de participantes em qualquer campeonato, mas “travado” pelos seus azares profissionais. “Empurrado” pela legião de entusiastas da “casa” e da região, o piloto de S. Pedro do Sul teve de suar as estopinhas para superar o seu mais direto adversário, gastando 33m03,7s para cumprir as especiais em agenda da quarta edição do Rali Cidade Termal, na frente de André Cabeças e Miguel Castro, com 7,9 segundos de vantagem.

    Contudo, o piloto de Cascais, navegado por Miguel Castro e que venceu o Rali Cidade Termal o ano passado, até foi o primeiro a liderar a pauta classificativa aquando da abordagem da primeira passagem por Aqva Termas, mas Carlos Matos, a acelerar no seu “habitat natural”, conseguiu, no segundo compromisso e efetuado já de noite, impor-se e ascender ao primeiro lugar para nunca mais o largar.

    A prova viveu um duelo desmedido entre os dois protagonistas, com André Cabeças a aproximar-se e Carlos Matos a voltar a ganhar vantagem, com o primeiro a recuperar tempo precioso ao vencedor nas quatro classificativas do segundo dia, mas insuficiente para travar o triunfo do piloto de S. Pedro do Sul. Porém, o piloto da viatura da marca oval foi quem colheu a totalidade do número de pontos para o Campeonato Centro de Ralis, uma vez Carlos Matos não está inscrito no campeonato, acabando por regressar a Cascais com o comando reforçado.

    Na terceira posição terminaram os irmãos leirienses António Cruz Monteiro e Ana Cruz Monteiro, em Peugeot 208 T16, a 1m18,3s, depois de, logo na primeira prova de classificação do dia, ter desalojado Paulo Carvalheiro e Dércio Carvalheiro, ao volante de um Porsche 991 GT3 Cup, do terceiro lugar, posição que o piloto da viatura da marca alemã ocupava no final do primeiro dia de prova.

    João Marcelino triunfou nas 2 Rodas Motrizes

    A dupla do Louriçal ocupou a quarta posição, a 1m48,3s dos vencedores, à frente dos regressados aos ralis do Centro, Armando Carvalho e Ana Santos, em Mitsubishi Lancer Evo IX, a 2m23,8s de Carlos Matos e Ricardo Faria, e dos espanhóis Miguel Alonso e Letícia Alvarez Moreira, em viatura idêntica da formação de Vila Nova de Poiares., a 2m26,2s.

    João Marcelino, de S. Pedro do Sul e filho de Carlos Matos, que faz equipa com o amarantino Valter Cardoso, conduziu o Renault Clio R3 Maxi ao sétimo lugar, derramando o néctar da vitória alusiva às Duas Rodas Motrizes (2RM), depois de ter comandado a categoria ao longo de toda a prova, secundado por Bruno Almeida e José Costa, em Peugeot 206 RC.

    Referência para várias senhoras em prova, na qualidade de navegadoras, pese embora a única formação totalmente feminina que iniciou e terminou a prova seja Daniela Lopes e Sónia Pires. Aos comandos de um Peugeot 206, a piloto de Castelo Branco e a navegadora tiveram a “coragem” de assentar arraiais em S. Pedro do Sul para terminar o Rali Cidade Termal na 28.ª posição, ficando â frente de cinco duplas.

    Promolafões Rali Cup by Castrol já mexe e remexe

    Quando à primeira competição da Promolafões Rali Cup by Castrol, a vitória, à geral, ficou na posse de Carlos Matos e Ricardo Faria (175 euros), André Cabeças e Miguel Castro (125 euros) e António Cruz Monteiro e Ana Cruz Monteiro (75 euros). Nas viaturas 4×4, o triunfo sorriu a André Cabeças e Miguel Castro (175 euros), seguidos por António Cruz Monteiro e Ana Cruz Monteiro (125 euros) e Armando Carvalho e Ana Santos (75 euros).

    Nas 2RM, os primeiros foram João Marcelino e Valter Cardoso (175 euros), com Bruno Almeida e José Costa (125 euros) e José Gomes e Milene Guerreiro (75 euros), em segundo e terceiro lugar, respetivamente. Finalmente, nas 2RM 1300cc, a dupla Miguel Paião e Maria Félix arrecadaram 175 euros pela vitória, secundados por Renato Correia e Márcio Carvalho, com 125 euros.

    Refira-se que uma das principais características desta competição paralela que compreende quatro provas integradas no Campeonato Centro de Ralis e Campeonato Centro d2RM de Ralis (Rali Cidade Termal, Rali Espumante do Dão, Constálica Rallye Vouzela e Viseu e Águeda Rali Travocar) é o uso dos pneus Kumho.

    Embora o uso da referida marca de pneumáticos na Promolafões Rali Cup continue a ser livre, garantindo total liberdade aos pilotos na escolha da sua marca. No entanto, aqueles que optarem por adquirir pneus Kumho terão acesso a um desconto direto de 100 euros na inscrição.

    Na competição de abertura, foram oito as duplas que optaram por esta proposta, nomeadamente João Araújo/Luís Araújo, João Gago/Carlos Morgado, Fábio Cruz/Gonçalo Cruz, José Gomes/Milene Guerreiro, Daniela Lopes/Sónia Pires, André Pereira/Tiago Rodrigues, Bernardo Maia/Hélder Pinto e Daniel Ferreira/Tiago Silva. Próxima prova do Campeonato Centro de Ralis e Campeonato Centro 2RM de Ralis terá lugar nos dias 4 e 5 de abril, com o Rali Terras de Auren organizado pelo Clube Automóvel da Marinha Grande.

  • ‘Show’ de Rui Madeira coroado com um Top 2 no Rally Costa Brava!

    ‘Show’ de Rui Madeira coroado com um Top 2 no Rally Costa Brava!

    Foi mais uma exibição colossal aquela que foi protagonizada por Rui Madeira e Nuno Rodrigues da Silva no 73º Rally KH-7 Costa Brava, prova inaugural do FIA Historical Rally European Championship. Perante adversários de peso e com carros mais competitivos, a dupla portuguesa conquistou um brilhante 2º lugar na Categoria P2.

    Ao longo dos 3 dias de prova e dos 170 quilómetros percorridos contra o cronómetro, distribuídos por 13 especiais de classificação, a dupla ‘mundialista’ fez milagres com o seu Mitsubishi Lancer EVO III de grupo N face a uma armada musculada de carros ‘puro-sangue’ Grupo A e WRC que alinharam com o intuito de dominar por completo os lugares cimeiros da Categoria P2. Mas Rui Madeira e Nuno Rodrigues da Silva não estiveram pelos ajustes e, qual David no meio de tantos Golias, bateram-se taco-a-taco pelos lugares do pódio da Categoria P2, ousando mesmo vencer a especial inaugural e liderar a prova após o 1º dia!

    “Entrámos bem com a vitória na especial noturna Els Angles com uma vitória, talvez devido às dificuldades do nevoeiro. No entanto a partir do segundo dia foi impossível acompanhar o Subaru Impreza de Grupo A do Kris Rosenberger, que foi um justo vencedor. Competir contra um Subaru Impreza com o topo da preparação de fábrica e com vários melhoramentos recentes era uma tarefa impossível”, destaca Rui Madeira.

    As dificuldades do rali não terminaram na noite inaugural. Madeira destaca que  “a prova decorreu sempre debaixo de chuva e foi necessário ter bastantes cautelas nas classificativas novas para nós, pois cerca de 90% das eram desconhecidas para nós. A nossa estratégia passou por fazer a nossa prova e melhorar o comportamento dos alinhamento para os troços bastante encadeados do último dia de prova e, aí, defendermos a 2ª posição dos ataques do Galli, que pilotou um Ford Escort Cosworth WRC”.

    Já depois da cerimónia de pódio, Rui Madeira dava conta “do imenso orgulho que eu, o Nuno e a equipa sentimos pela nossa exibição. Num rali com um ambiente fantástico e que respira qualidade e quantidade da lista de participantes, conseguimos um bom resultado e fomos capazes de andar rápido e dar espetáculo. Honramos Portugal, os nossos patrocinadores e saímos da Catalunha com um sentimento de missão totalmente cumprida”.

    O piloto internacional português agradece “todo apoio que recebemos ao longo da prova quer dos portugueses que nos vieram acompanhar quer dos catalães sem esquecer a equipa de assistência que nos permitiu ter o Lancer sempre em boas condições”, começando já “a pensar na próxima prova. Será tempo de voltarmos às estradas nacionais no Rali Spirit”.

    Quanto ao Europeu de Históricos, Rui Madeira confirma que “em princípio, apenas faremos mais duas provas, Astúrias e o “nosso” Rali de Fafe que fechará o campeonato”.

  • Porsche Sprint Challenge Ibérica arrancou com Warm Up oficial no Estoril

    Porsche Sprint Challenge Ibérica arrancou com Warm Up oficial no Estoril

    O histórico circuito português foi o palco escolhido pela P21 Motorsport, oficial partner da Porsche na organização da Porsche Sprint Challenge Ibérica (PSCI), para o arranque oficial da temporada.

    Uma dezena de pilotos, representando várias das equipas que já confirmaram a sua presença no campeonato, aproveitaram a oportunidade para um primeiro contacto competitivo, sendo que vários se apresentaram no Estoril com novos carros, prevalecendo agora o modelo 992 GT3 Cup. Em pista estiveram também vários exemplares 991.2 e 991.1, acontecendo também a primeira aparição do 718 Cayman GT4 RS.

    Relembramos que uma das grandes alterações regulamentares para a época 2025 foi o novo alinhamento de categorias que atribuirão os títulos mais importantes. Os pilotos que competirem com os Porsche 991.1 e 991.2 GT3 Cup alinharão na Categoria 1, com a Categoria 2 a ficar integralmente reservada para os Porsche 992 GT3 CUP. Estas duas categorias contarão com 3 classes diferentes, PROAM, AM e GD, com os pilotos a serem aqui escalonados mercê do seu palmarés desportivo. A Categoria 3 nasce para acolher na Porsche Sprint Challenge Ibérica o novo Porsche 718 Cayman GT4 RS, sendo a única categoria em que não existirão classes diferenciadas.

    Ao longo do Warm Up, foi intenso o trabalho desenvolvido por todos os pilotos e equipas presentes, perante muito público que acorreu ao Circuito do Estoril e que não quis perder a oportunidade de viver todas as emoções nas bancadas e no paddock, pois a P21 Motorsport preparou um programa para os espetadores que lhes permitiu estar em contacto direto com os protagonistas, numa ação importante para a divulgação do campeonato, que incluiu uma zona de hospitalidade e a oferta de muitos ‘codrives’ com alguns dos pilotos presentes.

    Neste Warm Up, destaque para a estreia de Luís Rocha e Diogo Rocha, a dupla de pilotos nortenhos que irão competir integrados na Monteiros Competições, onde também se estreará Vítor Osório Costa. No Estoril esteve também a jovem espanhola Maria Sanchez que teve o seu primeiro contacto com a PSCI e poderá vir a integrar o plantel, bem como para a presença do brasileiro Leandro Martins que poderá regressar ao campeonato.

    Entre os pilotos habituais, Manuel Alves estreou o seu novo 992 GT3 Cup e viu também em pista Borja Garcia e Alejandro Barambio, os dois adversários espanhóis da GT Corse que se apresentam como seus rivais na luta pelos lugares cimeiros. Destaque para a presença de Francisca Queirós nas boxes da LOB Motorsport, equipa de Alves, que vai inscrever em 2025 a atual detentora da Ladies Cup.

    Rui Mirita, também um dos campeões em título, rodou com o seu habitual 991.1 GT3 Cup, mas poderá mudar para um 991.2 GT3 Cup. Em pista estiveram também alguns dos habituais pilotos, tais como, Alexandre Fonseca, Nuno Inocência e Filipe Nascimento.

    No fecho do dia, José Monroy, Series Manager da PSCI, estava “muito feliz com a forma como se desenrolou este Warm Up. Tivemos uma excelente adesão dos pilotos e das equipas. Sabíamos, de antemão, que não iríamos ter todos quantos já estão confirmados para a temporada, em alguns casos, pela distância do circuito até à sede das equipas ou à residência dos pilotos. Foi um dia de muito trabalho para todos, que correu muito bem e que permitiu às equipas recolherem muita informação para prepararem a época. Por outro lado, a adesão do público superou as nossas expectativas e foi um excelente dia para a ativação das marcas dos nossos patrocinadores”.

    Para o responsável da Porsche Sprint Challenge Ibérica, a temporada 2025 “tem tudo para ser ainda mais bem sucedida do que as duas anteriores. As mudanças no regulamento, a introdução das novas categorias e de três corridas por fim-de-semana espevitaram o interesse e temos já confirmados quase duas dezenas de pilotos para fazerem a época inteira, sendo de realçar que também já sabemos que outros irão fazer algumas provas. Na primeira ronda em Portimão, tudo indica que teremos uma forte delegação da Porsche Cup Brasil que aproveitará o fim-de-semana para competir, conhecer a pista e recolher informações que lhes permita ser muito competitivos na ronda que irão disputar aí para o seu campeonato. Também nas provas seguintes, em Espanha, sabemos já que teremos pilotos a competir de forma pontual. Vai ser uma temporada fantástica!”.

    Começa agora a contagem decrescente para a primeira ronda. De 25 a 27 de Abril, o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão será o palco para os primeiros duelos intensos da Porsche Sprint Challenge Ibérica 2025.

  • Rui Madeira: “estamos um pouco ansiosos que comece o rali!”

    Rui Madeira: “estamos um pouco ansiosos que comece o rali!”

    É hoje que Rui Madeira e Nuno Rodrigues da Silva iniciam a sua saga no FIA Historical Rally European Championship, alinhando à partida do 73º Rally KH-7 Costa Brava. A dupla tem pela frente um longo e desafiante rali com mais de duas centenas e meia de participantes.

    O Rali tem o seu epicentro em Girona e Fornells de la Selva. É já uma das referências indiscutíveis do automobilismo clássico internacional e abre a temporada do Campeonato da Europa de Ralis Históricos da FIA, contando com muitos nomes sonantes e uma panóplia de carros que incluiu os modelos mais icónicas das décadas douradas de 80 e 90 do século passado. Rui Madeira e Nuno Rodrigues da Silva vão tripular o habitual Mitsubishi Lancer EVO III. A dupla trabalhou de fora intensa nos reconhecimentos das classificativas que vão enfrentar e agora é tempo de competir!

    Rui Madeira refere que “depois dos treinos e do shakedown, que correu muito bem e onde experimentamos algumas coisas novas no Mitsubishi, estamos um pouco ansiosos que comece o rali. Mais logo teremos a partida e uma única especial, neste primeiro dia. É longa e será muito importante para ver onde nos situamos perante os adversários. Vamos dar o máximo e tentar honrar as cores de Portugal e alcançar um bom resultado”. Em termos de traçado, o consagrado ‘mundialista’ destaca “a sua exigência máxima, com muitos desafios técnicos e que exigem um profundo conhecimento. Basicamente, é muito diferente do que enfrentámos no passado. Cerca de 90% dos troços são novidade completa para mim e para o Nuno. Reconhecemos com muita atenção e julgo que estamos preparados para o que temos pela frente”.

    Madeira alerta para “outro desafio que será decisivo para o desenrolar da prova: as condições atmosféricas estão instáveis, ora chove, ora está bom tempo e isso vai complicar a gestão dos pneus, mas, é igual para todos e cabe-nos estar focados e fazer boas opções”. O piloto internacional português realça ainda “a forma incrível como fomos recebidos. Esta organização é incrível com as equipas. Nada falha, nada falta e a componente social do rali é verdadeiramente excecional. Um exemplo!”.

    A prova catalã arranca já às 19 horas desta quinta-feira, 13 de março e terminará sábado, dia 15 de março, com a chegada a estar aprazada para as 18 horas. Mais de 25O equipas participam numa edição recorde que incluiu 13 especiais de classificação, com um total de 170 quilómetros percorridos contra o cronómetro.

  • Porsche Sprint Challenge Ibérica (PSCI): temporada de 2025 promete ser emocionante!

    Porsche Sprint Challenge Ibérica (PSCI): temporada de 2025 promete ser emocionante!

    Está aí a terceira época da Porsche Sprint Challenge Ibérica. A competição apresenta-se com muitas novidades nos regulamentos técnico e desportivo, tendo como objetivo aumentar ainda mais o seu forte nível competitivo.

    A terceira temporada da PSCI terá a responsabilidade de suceder a uma época de 2024 que foi impressionante  nas estatísticas, 22 pilotos inscritos na série, provenientes de seis países, competiram em seis jornadas duplas, duas em Portugal e quatro em Espanha, perante mais de 43000 espetadores presentes nos circuitos e muitas centenas de milhar que, em todo o mundo, acompanharam as transmissões em direto, através das redes sociais.

    O BPI All in One, em Lisboa, acolheu a apresentação oficial, que contou com a presença do Secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado. E foi perante pilotos, patrocinadores e convidados que a P21Motorsport, parceiro oficial da Porsche Motorsport na organização da Porsche Sprint Challenge Ibérica, apresentou todas as novidades sobre 2025. O evento incluiu ainda com um painel, sobre Desporto Automóvel, Economia e Sociedade, moderado por Alexandre Fonseca, Gestor e Piloto na PSCI e que contou com a participação de José Monroy, Manuel Mello Breyner, piloto e dirigente desportivo, Nuno Piteira Lopes, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Cascais e Manuel Alves, detentor dos títulos PSCI no Grupo 999.2 e na classe PROAM.

    Ambição e mudança marcam 2025

    José Monroy, Series Manager, revelou as principais linhas mestras que orientarão a PSCI nesta temporada.

    O responsável pela competição não escondeu “o entusiasmo com que encaramos a nova época. Ano após ano, temos trabalhado para tornar a Porsche Sprint Challenge Ibérica cada vez mais forte e esse será sempre o nosso foco. O sucesso crescente que a PSCI tem ostentado desde o seu arranque, exige de nós fazer sempre mais e melhor. Estamos ansiosos por começar a nova época onde o novo formato de 3 corridas por fim‑de‑semana está a deixar os pilotos com vontade acelerar nas pistas portuguesas e espanholas”.

    O responsável destaca “o cuidado que tivemos em assegurar que os regulamentos técnico e desportivo assegurarem equilíbrio e competitividade, honrando os pergaminhos de um campeonato em crescendo e de uma marca sem igual, tendo ainda o objetivo de captar pilotos e equipas de todo o mundo”, realçando ainda “o trabalho que estamos a fazer para aumentar o já grande impacto mediático da PSCI, apostando fortemente na comunicação digital e no aumento dos espaços televisivos dedicados, estando em estudo a possibilidade de produzir conteúdos audiovisuais com periodicidade semanal, focados na divulgação do campeonato, das equipas, pilotos, parceiros e patrocinadores”.

    Em 2025, a Porsche Sprint Challenge Ibérica o calendário competitivo será ainda mais competitivo. Já no próximo sábado, 15 de março, o Circuito do Estoril, em Portugal, vai acolher o ‘Warm Up’, sessão de treinos e de apresentação das equipas e dos pilotos.

    Pouco mais de um mês mais tarde, de 25 a 27 de abril, será a vez do Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, Portugal, receber a ronda inaugural, antes da ‘armada’ da Porsche Sprint Challenge Ibérica se mudar de armas e bagagens para território espanhol, onde permanecerá durante a maior parte da temporada.

    O Circuito de Monteblanco, na província de Huelva, estreia-se na PSCI, recebendo a 2ª ronda de 2025, nos dias 24 e 25 de maio, cabendo a Valência fazer disputar no Circuito Ricardo Tormo a ronda 3, aprazada para 14 e 15 de junho.

    Segue-se uma longa pausa de verão, até que a Porsche Sprint Challenge Ibérica regressa para a 2ª metade da temporada em Navarra, nos dias 13 e 14 de setembro, fechando a permanência em Espanha da PSCI com a 5ª e penúltima ronda do ano, que se disputará nos dias 1 e 2 de novembro, em Jerez de La Frontera. Completado o círculo, será o Circuito do Estoril a receber a 6ª e derradeira ronda, nos dias 22 e 23 de novembro.

    3 corridas em cada fim-de-semana

    Quanto às grandes mudanças técnicas e desportivas da PSCI, destaque para o aumento de duas para três corridas em cada ronda e para o facto da PSCI estar aberta aos modelos GT3 CUP 992, 991,2, 991.1 e aos GT4.

    Assim, em 2025, em cada fim-de-semana, existirão duas ‘Sprint Race’ com uma duração de 20 minutos + 1 volta e uma corrida mais longa de 50 minutos, alargando assim dos pelo menos 50 minutos em corrida que os pilotos disputaram em 2024, para uns aliciantes 85 que irão agora desfrutar em média por cada ronda.

    Além disso, cada jornada terá duas sessões de Treinos Lives, com 20 minutos cada, bem como duas Qualificações, com 15 minutos de duração. A sessão de Warm-up sempre realizada no domingo de manhã de cada fim-de-semana antecederá um momento de grande comunhão entre os pilotos e o público presente. Quem tiver bilhete para a bancada A, terá acesso garantido ao tradicional ‘Pit Walk’, visitando o ‘pitlane’ durante cerca de uma hora.

    De destacar que a Porsche Sprint Challenge Ibérica terá várias das suas rondas a serem disputadas em conjunto com outros campeonatos internacionais de grande fôlego. Em Portimão, a Ronda 1 da PSCI partilhará o traçado com o GT Open Championship. Em Valência será a vez de ombrear com os WTCR e em Jerez, com os GT4.

    3 Categorias, 4 modelos e muitos títulos em discussão!

    Em termos desportivos, a grande novidade prende-se com as 3 Categorias que atribuirão os títulos mais importantes.

    Os pilotos que competirem com os Porsche 991.1 e 991.2 GT3 Cup alinharão na Categoria 1, com a Categoria 2 a ficar integralmente reservada para os Porsche 992 GT3 CUP. Estas duas categorias contarão com 3 classes diferentes, PROAM, AM e GD, com os pilotos a serem aqui escalonados mercê do seu palmarés desportivo. A Categoria 3 nasce para acolher na Porsche Sprint Challenge Ibérica o novo Porsche 718 Cayman GT4 RS, sendo a única categoria em que não existirão classes diferenciadas. Será atribuído ainda, como habitualmente, o título por equipas e a PSCI 2025 voltará a consagrar a melhor piloto feminina com o troféu da Ladies Cup.

    Empenho, profissionalismo e paixão. Eis as bases que têm permitido o crescimento contínuo da Porsche Sprint Challenge Ibérica, que se assume, cada vez mais, como palco ideal para o sucesso e felicidade dos seus parceiros, pilotos e equipas, garantindo a notoriedade e a projeção exclusivas de quem partilha os valores da Porsche.

  • Armindo Araújo: “mostramos, mais uma vez, que somos claramente a melhor dupla nacional”

    Armindo Araújo: “mostramos, mais uma vez, que somos claramente a melhor dupla nacional”

    Armindo Araújo e Luís Ramalho terminaram a primeira prova da temporada na terceira posição e foram a primeira dupla nacional a subir ao pódio final da edição 2025 Rali Serras de Fafe. 

    Numa prova marcada por difíceis condições climatéricas, a dupla do Fabia RS Rally 2 manteve, durante todo o rali, uma estratégia consistente que lhe permitiu, desde muito cedo, chegar a um lugar do pódio. 

    “Fizemos uma prova muito positiva e conseguimos começar o ano com um bom resultado. Sabíamos que era difícil recuperar a distância para a frente do rali, mas também criamos uma margem interessante para quem nos perseguia. Por isso, mantivemos uma toada rápida, mas segura e não queríamos ser surpreendidos com algum problema que pudesse surgir dadas as condições em que as especiais se encontravam. Foi um rali inteligente e mostramos, mais uma vez, que somos claramente a melhor dupla nacional”, disse no final Armindo Araujo. 

    O Campeonato de Portugal de Ralis regressará à estrada no final do mês de março, com a disputa do Rali Casinos do Algarve.