Autor: VMotores

  • João Vinha conquista Top 5 em Murça

    João Vinha conquista Top 5 em Murça

    Rubricando uma exibição onde a consistência e a rapidez estiveram sempre de mãos dadas, João Vinha e Marco Vilas Boas conquistaram o 5º lugar nas contas do Campeonato Start Norte de Ralis. O piloto penafidelense ostentou muita segurança neste regresso aos pisos de terra.

    A exibição pendular de João Vinha na prova organizada pelo CAMI Motorsport fica bem vincada pelo facto do piloto ter registado por sete vezes o 5º melhor tempo e por uma vez o 4º, nas oito especiais de classificação do rali, entre a forte armada que discutiu a primazia na prova reservada aos inscritos no Campeonato Start Norte de Ralis.

    A façanha ganha ainda maior relevância se atendermos ao facto de ser a estreia do piloto penafidelense da Quatro Quartos Motorsport nos desafiantes e característicos troços da zona de Murça.

    Destaque ainda para mais uma demonstração do alto nível de preparação do Mitsubishi Lancer EVO VI, que se apresenta atualmente num patamar alto de competitividade, sem que a fiabilidade seja comprometida.

    “Foi um excelente rali. Gostei imenso dos troços. São incríveis, sendo apenas pena que tenhamos feito a passagem pela antiga pista de autocross de Murça com a mesma em péssimas condições. Mas, isso não invalida que tenha sido um rali fantástico e onde adorei conduzir em terra. Estávamos ansiosos por saber como iríamos enfrentar este tipo de piso, onde não competia há algum tempo. Correu tudo bem, o carro esteve excelente e o resultado é muito positivo”, realçou João Vinha que, ao Top 5 nas contas do Start Norte de Ralis, juntou ainda uma subida ao pódio do Grupo X3.

    Foi um fecho de temporada em grande para João Vinha, fazendo antever uma época de 2025 onde o piloto, caso a sua vida profissional assim o permita, se poderá transformar num dos candidatos aos lugares cimeiros no campeonato nortenho.

  • Cenários da região Centro foram palco perfeito para o Rally D. Carlos I

    Cenários da região Centro foram palco perfeito para o Rally D. Carlos I

    A terceira edição do Rally D. Carlos I levou quase seis dezenas de clássicos a algumas das mais belas estradas e cenários naturais da região Centro. Prova de regularidade histórica do ACP Clássicos teve emoção até ao fim nos troços da Lousã, Castanheira de Pera, Góis e Arganil.

    Mais uma vez, o ACP Clássicos colocou na estrada uma prova que misturou, de forma perfeita, a vertente competitiva com a descoberta do território nacional, ao volante de alguns modelos que fizeram a História da indústria automóvel mundial.

    Quase seis dezenas de equipas rumaram à região Centro para um percurso com duas etapas e cerca de 300 quilómetros de extensão, com partida da Lousã e que atravessava zonas com forte tradição nos ralis em Portugal. O pelotão do Rally D. Carlos I incluía máquinas construídas entre 1958 e 2000, o que proporcionou belas imagens em cenários de cortar a respiração, a misturar história e contemporaneidade.

    Durante as etapas de sábado e domingo, o equilíbrio marcou as 15 especiais da prova (divididas por Regularidade Absoluta, Regularidade por Setores e Regularidade à Figura). Na fase decisiva, no domingo, a dupla Gonçalo Pinto / António Machado conseguiu um ligeiro ascendente com o BMW 3.0 CSi de 1973 (Categoria G), obtendo a menor pontuação do rali, com escassos 6,2s de vantagem sobre o Volvo PV544 de 1960 de Edgar Botelho e Rui Martins, que, por sua vez, venceram a Categoria F.

    Frederico Valsassina, navegado por Vasco Mendes, levou o seu Jaguar MK II de 1960 ao triunfo na Categoria E, enquanto João Rodrigo Santos e Alfredo José Santos venceram a Categoria H, com um Autobianchi A112 Abarth de 1984. Entre os carros da Categoria FC, vitória para o Mini Cooper 1300 de 1991, guiado por Jorge Pais e navegado por Raquel Pais. Com o Rally D. Carlos I, chegou ao fim a época de eventos organizados pelo ACP Clássicos, que já prepara o calendário de 2025.

  • TGRIC: Bruno Bulacia e Gabriel Morales vencem Rali de Murça e sagram-se campeões

    TGRIC: Bruno Bulacia e Gabriel Morales vencem Rali de Murça e sagram-se campeões

    A dupla Bruno Bulacia/Gabriel Morales, da CSM Automoció, venceu o Rali de Murça e sagrou-se campeã da TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup (TGRIC), competição organizada pela Toyota Caetano Portugal, Toyota Espanha e Motor & Sport Instituto.

    O jovem boliviano, que partiu com uma vantagem pontual confortável, face a Javier Villa (Asturhíbrido), para esta oitava e derradeira prova da temporada, teve um desempenho brilhante, já que controlou sempre a concorrência, para finalizar as oito classificativas (90,60 km) em piso de terra com 1m07,3s na frente do asturiano. Bulacia foi o mais rápido em quatro “especiais” e liderou o rali a partir do segundo troço cronometrado para somar o pleno de vitórias nas provas (4) da TGRIC disputadas em Portugal.

    Villa, que alinhou em Murça apostado em manter a sua segunda posição na tabela classificativa, contou desde o início com a forte oposição de Josep Bassas (IPPON Motor Vallés), que foi o primeiro líder dos Toyota GR Yaris RZ em Murça. E se nas segunda e terceira classificativas relegou Villa para o terceiro lugar, uma saída de estrada na segunda passagem por Salgueiro/Garraia, a “especial” mais extensa da prova (14,36 km), fê-lo perder mais de 3 minutos. A partir de então, o catalão perdeu todas as hipóteses de discutir a segunda posição final da TGRIC e esse atraso permitiu a José Lamela (Grupo Breogán) finalizar a época com a conquista de um pódio.

    Fora de cena encontrava-se já Pedro Lago Vieira (Toyota Caetano Auto), que à partida deste Rali de Murça ainda teria hipóteses de destronar Bassas da terceira posição da TGRIC, mas uma saída de estrada na classificativa de abertura não lhe permitiu continuar em prova. No entanto, manteve a sua classificação (4º) na TGRIC, concluindo a época como o melhor piloto português.

    Mesmo com o triunfo na mão, o mais novo dos irmãos Bulacia nunca levantou o pé, deixando bem vincada a sua superioridade. Villa, por seu turno, com o segundo lugar no rali assegurado, o que significava manter a sua posição na TGRIC, não necessitou de correr riscos, até porque o piso enlameado de algumas classificativas aconselhava cautelas…

    Dada a ausência de Miguel Campos (Macedo & Macedo GTW Racing) nesta prova de encerramento, José Lamela (Grupo Breogán) somou os pontos necessários, graças ao seu terceiro lugar na prova portuguesa, para trepar uma posição na tabela classificativa final. Manuel Martins e Ivan Rana completaram a classificação dos Toyota GR Yaris RZ na prova transmontana.

  • Filipe Albuquerque preparou época 2025 em Daytona

    Filipe Albuquerque preparou época 2025 em Daytona

    Filipe Albuquerque e o seu companheiro de equipa na Wayne Taylor Racing, Ricky Taylor estiveram nos últimos dias ao volante do Cadillac V-Series com o qual vão disputar a época 2025 do Campeonato Norte Americano de Resistência (IMSA) em Daytona para preparar o arranque do ano que começa precisamente naquele circuito americano com as emblemáticas 24h de Daytona.

    A estreia ao volante da nova máquina encheu-se de memórias especiais, já que Filipe regressa aos comandos de uma marca com a qual já foi amplamente feliz no passado.

    “O primeiro contacto foi muito positivo. É um carro completamente diferente daquele que tivemos nos últimos dois anos. É um carro com motor atmosférico que faz muita diferença na forma como a potência vai para as rodas. Temos de nos habituar, vai exigir trabalho e resiliência. Mas temos muitas pessoas envolvidas neste trabalho para que na primeira corrida da época, já em janeiro, tudo esteja alinhado da melhor forma”, explicou Filipe Albuquerque.

    A mudança de construtor é encarada de forma muito positiva, logo há uma grande expectativa para a época que se avizinha: “Estou a gostar bastante deste desafio e encaro sempre as mudanças com otimismo redobrado. Queremos melhores resultados e acreditamos que o Cadillac nos vai ajudar a atingir essa meta, mesmo que saibamos que temos um longo processo de evolução e adaptação. Não há sucesso sem esforço e na equipa estamos todos muito comprometidos com essa premissa”, concluiu.

    A época de 2025 arranca com as 24 Horas de Daytona a 25 e 16 de janeiro, não sem antes terem lugar os treinos oficiais de preparação para a mítica prova norte americana, o Roar Before The Rolex 24, que terão lugar de 17 a 19 de janeiro também em Daytona.

  • André Lagartixa sobe ao pódio no Lamborghini Super Trofeo em Jerez

    André Lagartixa sobe ao pódio no Lamborghini Super Trofeo em Jerez

    Aos 20 anos, André Lagartixa conseguiu dois pódios da categoria Pro-Am na última prova do Lamborghini Super Trofeo North America, em Jerez de La Frontera, e ainda se estreou nas famosas Finais Mundiais da marca italiana.

    Um jovem português a brilhar nos dois lados do Atlântico. André Lagartixa terminou a sua primeira época no Lamborghini Super Trofeo North America com dois pódios na categoria Pro-Am na derradeira prova da competição, disputada em Jerez de la Frontera. O troféu norte-americano terminou com uma ronda em Espanha e André Lagartixa esteve em evidência, num fim de semana onde também fez a estreia absoluta nas Finais Mundiais Lamborghini, também disputadas em Jerez.

    Acompanhado pelo norte-americano Luke Berkeley, André Lagartixa passou para a mais competitiva categoria Pro-Am em Jerez, depois de ter subido ao pódio em Laguna Seca na categoria Am. Na primeira corrida do fim de semana, na quinta-feira, o jovem piloto de Vendas Novas largou do 5º lugar da categoria e terminou em 3º, garantindo o primeiro pódio em Jerez. No dia seguinte, Lagartixa e Berkeley estiveram ainda melhor pois concluíram o Super Trofeo North America com um 2º lugar da categoria, depois de terem arrancado do 7º posto num pelotão com quase três dezenas de concorrentes.

    No sábado e domingo, disputaram-se as espetaculares Finais Mundiais Lamborghini, evento que reúne os melhores pilotos dos diferentes troféus da marca italiana. Lagartixa e Berkeley tiveram muito azar logo na primeira corrida, pois um adversário embateu na traseira do Lamborghini da dupla luso-americana logo no arranque, obrigando-os a abandonar com danos no seu carro. Apesar do trabalho da equipa de mecânicos durante a noite, a direção do Lamborghini não estava a 100 por cento na segunda corrida das Finais Mundiais, que Largartixa e Berkeley concluíram no 7.º lugar da categoria, após quatro ultrapassagens.“Foi uma experiência incrível para terminar a época”, afirmou o jovem português, de 20 anos, que partiu de Vendas Novas, no Alentejo, para se radicar em Indianápolis, nos Estados Unidos da América.

    “Podia ter terminado o troféu na categoria Am, mas decidi passar para a Pro-Am porque é mais exigente e me permite evoluir. Nunca pensei fechar o campeonato com dois pódios na nova categoria! Depois, nas Finais Mundiais, tivemos muito azar porque outro piloto destruiu-nos o carro logo no arranque e isso condicionou também a segunda corrida. Mas foi um sonho participar neste grande evento! Quero agradecer à minha família, a todas as pessoas que me vieram apoiar a Jerez, inclusive aos responsáveis da Lamborghini Lisboa, que têm sido espetaculares, ao Filipe Jerónimo e ao Francisco Oliveira, pelas belas imagens que fizeram. Espero voltar ainda mais forte no próximo ano”, referiu André Lagartixa.

  • Fim-de-semana de decisões com muitos motivos de interesse 

    Fim-de-semana de decisões com muitos motivos de interesse 

    O fim-de-semana de todas as decisões do Campeonato de Portugal de Velocidade aproxima-se, estando marcado para os dias 30 de Novembro e 1 de Dezembro no Autódromo do Estoril, mas existem muitos mais motivos de interesse.

    A mais importante competição de velocidade do nosso país é um dos grandes cabeças de cartaz do Endurance Estoril Festival by Powershield, com um plantel que se espera ter mais de vinte e cinco carros que representam o que mais de moderno se faz no automobilismo.

    Os espetaculares GT4 voltam a ser as máquinas mais numerosas em pista, com a Aston Martin, Porsche, Toyota Ginetta, Mercedes AMG, entre outras, a estarem representadas através de carros que fazem sonhar os fãs. No entanto, outras competição acompanharão o Campeonato de Portugal de Velocidade, sendo de destacar o Iberian Historic Endurance, que com os GT e Turismos que marcaram outras eras, terminarão a sua temporada no histórico autódromo português com a clássica prova dos 250 km do Estoril.

    A Carrera Los 80 é outro ponto de interesse, permitindo aos adeptos recordar as grandes corridas de Turismo dos ano 1980, quando os carros de Grupo A encantavam os fãs pelas pistas mundiais. As Single Seater Series, dedicado a monolugares, que normalmente são os carros mais rápidos a competir em Portugal, serão outro momento que marcará o fim-de-semana do Estoril assim como o Group 1, dedicado a carros de Turismo dos anos 1970 e início dos anos 1980, e Troféu Mini, competição onde o endiabrado carro inglês é o actor principal.

    Depois do final do Iberian Supercars e Supercars Jarama RACE, que teve como palco o Autódromo Internacional do Algarve, falta definir o destino dos títulos do Campeonato de Portugal de Velocidade, sendo o Autódromo do Estoril o cenário das decisões. Só o ceptro da divisão TCR, entregue a Daniel Teixeira, tem já dono, mas nas restantes divisões, seis, e categorias, três, a indefinição é total e tudo pode acontecer no histórico circuito português.

    As três divisões GT4 estão completamente em aberto, ao passo que na GTX estará em grande destaque, uma vez que são sete os pilotos que ambicionam deixar o Estoril com motivos para celebrar. Mas também na TC e na Cup as lutas serão intensas. Poder-se-ão, portanto, esperar qualificações e corridas muito animados ao longo do programa do Estoril Endurance Festival by Powershield com emoções fortes até à amostragem da última bandeira de xadrez da temporada.

    O acesso à bancada A é gratuito, estando os bilhetes para o paddock já à venda no BOL.pt ou fisicamente em qualquer balcão de venda da FNAC ou Worten em todo o país.
     
     

     
     

  • Pombal prepara-se para o Rali Alitém / Sabril 2024

    Pombal prepara-se para o Rali Alitém / Sabril 2024

    Após um adiamento inesperado, o concelho de Pombal volta a ser palco de adrenalina e competição, com as freguesias de Alitém – Albergaria dos Doze, S. Simão de Litém e Santiago de Litém – a acolherem a caravana do Rali Alitém / Sabril, evento que promete entusiasmar adeptos e participantes.

    A prova, organizada pela Escuderia Castelo Branco, conta com a presença de mais de três dezenas de equipas que enfrentarão oito
    classificativas exigentes, num emocionante desfecho do Campeonato Start Centro de Ralis.

    A realizar-se nos dias 30 de novembro e 1 de dezembro, esta é a única prova do Campeonato Start Centro de Ralis disputada em piso de terra, destacando-se pela sua singularidade e pelo desafio técnico que oferece aos concorrentes. As atividades começam no sábado, dia 30, com a PEC de S. Simão de Litém, um novo percurso de 9 km que terá início às 14h45 nas instalações da Pedreira da Sabril, em Albergaria dos Doze, e que culminará na pista TT do Arnal, junto ao parque de assistência. Esta prova será realizada duas vezes, com um reagrupamento entre os percursos.

    Na mesma noite, a partir das 21h, os competidores vão medir forças em duas Super Especiais urbanas no centro de Pombal, cada uma com cerca de 1,600 m, proporcionando um espetáculo único e encerrando o primeiro dia de competição.

    A competição retoma no domingo, 1 de dezembro, às 9h30, com as PEC de Albergaria dos Doze e Santiago de Litém, percursos de 23,18 km, que serão repetidos na parte da tarde a partir das 14h10. A cerimónia de consagração dos vencedores terá lugar em Albergaria dos Doze, no Largo da Igreja Velha, por volta das 16h30.

    A organização sublinha a qualidade das classificativas e o contributo indispensável do Município de Pombal, da União de Freguesias de Alitém, da Freguesia de Abiul e da Associação TT do Arnal. Estes parceiros têm sido fundamentais para o sucesso do evento e para a criação de condições ideais para as equipas e público.

  • Novo Dacia Duster entre os finalistas do Carro do Ano 2025

    Novo Dacia Duster entre os finalistas do Carro do Ano 2025

    Os 60 membros do júri anunciaram os sete finalistas para o prestigiado prémio Carro do Ano 2025. Ser finalista do prémio Carro do Ano é uma estreia para a marca Dacia.

    Baseado na plataforma CMF-B, o Novo Duster beneficia de grupos motopropulsores eletrificados, como o HYBRID 140. A sua eficiência torna possível conduzir em modo totalmente elétrico até 80% do tempo em cidade, o que reduz o consumo de combustível até 40% no ciclo urbano.

    A inovação no Novo Duster também inclui caraterísticas que reduzem a sua pegada de carbono utilizando materiais reciclados. Isto é mais proeminente com o Starkle®, um plástico pioneiro totalmente reciclável feito de 20% de materiais reciclados que é orgulhosamente utilizado como parte do design no exterior do veículo. Outras inovações incluem o sistema YouClip da Dacia. Este oferece a possibilidade de personalizar o interior com vários acessórios, tais como um suporte para smartphone e um inteligente porta-copos 3 em 1.

    Desde o seu lançamento em 2010, o Dacia Duster atraiu mais de 2,5 milhões de clientes em todo o mundo. Tem sido um dos B-SUVs mais vendidos na Europa desde 2018, graças às suas excelentes caraterísticas e relação preço/qualidade. A terceira geração do Duster, disponível abaixo dos 20.000€ (PVPR), continua esta tradição.

    O troféu de Carro do Ano será entregue no Salão Automóvel de Bruxelas, na sexta-feira, 10 de janeiro de 2025.

  • João Ferreira vence Baja Jordânia (SSV) e assume liderança da Taça do Mundo de Bajas

    João Ferreira vence Baja Jordânia (SSV) e assume liderança da Taça do Mundo de Bajas

    “Não há duas sem três!” O provérbio é português e João Ferreira e Filipe Palmeiro querem, em 2024, orgulhar a história conquistadora de Portugal cumprindo com as palavras iniciais deste texto. A dupla portuguesa venceu hoje a Baja da Jordânia na categoria SSV, subindo ao segundo lugar do pódio final na penúltima ronda da Taça do Mundo de Bajas, e assume a liderança da classificação geral da competição.

    Com este triunfo, o campeão nacional e europeu partirá para a derradeira ronda do Campeonato organizado pela FIA com 9 pontos de vantagem sobre o seu mais direto adversário, o argentino Fernando Alvarez.

    No final da prova, João Ferreira mostrava-se satisfeito: “Estamos naturalmente felizes por mais esta conquista. Num ano onde somamos mais de 20 provas realizadas, é bom perceber que conseguimos ser cada vez mais competitivos, levando inclusivamente um carro da classe SSV a pódios gerais da Taça do Mundo. Sabíamos que tínhamos de conseguir triunfar aqui para partir para o Dubai em condições de lutar pela conquista da Taça do Mundo e foi isso que fizemos. Num registo tranquilo e sem cometer excessos, trabalhámos em equipa para atingir os nossos objetivos. Queria agradecer ao Filipe Palmeiro por mais uma vez ter demonstrado o seu talento e experiência nestas pistas tão complicadas, à Santag Racing pelo excelente trabalho realizado e naturalmente parabenizar o João Dias pela sua excelente prestação e pelo pódio.”

    A derradeira ronda da Taça do Mundo, a Baja do Dubai, disputa-se no primeiro fim-de-semana de dezembro e servirá para João Ferreira e Filipe Palmeiro lutarem pela terceira conquista da temporada, mas também como derradeiro teste para a garantida a participação no Dakar Rally 2025 ao volante do MINI JCW T1+.

  • TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup 2024: Bruno Bulacia favorito à conquista do título no Rali de Murça

    TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup 2024: Bruno Bulacia favorito à conquista do título no Rali de Murça

    O Rali de Murça, uma novidade este ano no calendário da TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup (TGRIC), vai ser palco da decisão, no próximo sábado, de quem vencerá a competição organizada pela Toyota Caetano Portugal, Toyota Espanha e Motor & Sport Instituto (MSI), com o jovem boliviano Bruno Bulacia (CSM Automoció) amplamente favorito.

    Depois de ter sido terceiro classificado em 2023, ano em que já somou duas vitórias, prepara-se agora para amealhar o seu primeiro título internacional nos ralis, numa época em que contabiliza quatro triunfos em sete provas: Fafe, Aboboreira, Lisboa e Catalunha. Foi, até esta jornada de encerramento da TGRIC, o único a conseguir vencer tanto em terra, onde é especialista e se destaca claramente da concorrência, como no asfalto, neste último caso em Lisboa.

    Com uma vantagem de 31 pontos para Javier Villa (Asturhíbrido), antigo multicampeão espanhol de Montanha, o mais novo (22 anos) dos irmãos Bulacia tem tudo para sair de Murça, onde voltará ao seu tipo de terreno predileto – a última prova dos Toyota GR Yaris RZ em classificativas de terra data de abril, na Aboboreira – a festejar a vitória final.

    Dada a diferença de pontos que o separa do líder e ainda a particularidade de não se sentir tão confortável quanto no asfalto, tipo de piso em que venceu duas vezes esta época (Sierra Morena e Villa de Llanes), o grande objetivo de Javier Villa (Asturhíbrido) em Murça passa por manter o seu segundo lugar na tabela classificativa, face aos intentos de Josep Bassas (IPPON Motor Vallés). O piloto catalão, vencedor do Rias Baixas, encontra-se a 11 pontos de Villa e ainda pode aspirar à segunda posição final da TGRIC. De qualquer modo, Bassas também estará obrigado a olhar para trás, dado que o seu terceiro lugar está ainda ao alcance de Pedro Lago Vieira (Toyota Caetano Auto). E são precisamente 11 os pontos que separam o piloto português, quarto classificado, de Bassas, pelo que esta jornada na região portuguesa de Trás-Os-Montes promete duelos interessantes e apresenta uma particularidade: por ser a última prova, há um coeficiente de 1.5 a adicionar tanto aos pontos da classificação final do rali como nas vitórias das classificativas.

    Em face da ausência de Miguel Campos (Macedo & Macedo GTW Racing), José Lamela (Grupo Breogán) terá ao seu alcance o quinto lugar final da TGRIC, numa prova de fecho da temporada em que se registaram apenas 7 inscritos, com Manuel Martins e Ivan Rana a completarem o leque de participantes.

    O Rali de Murça, tem início na manhã de sábado, com um total de três classificativas diferentes, a mais extensa com 14,34 km, tendo duas deles três passagens e uma apenas com duas, totalizando 90,60 km ao cronómetro.