Autor: VMotores

  • Almada Extreme Sprint: um fim-de-semana em cheio!

    Almada Extreme Sprint: um fim-de-semana em cheio!

    A edição de 2024 do Almada Extreme Sprint terminou em festa, com milhares de apaixonados do desporto motorizado a marcar presença nos antigos estaleiros da Lisnave.

    Nem o vento forte nem a ameaça constante de chuva impediram que perto de 20.000 pessoas visitassem o evento ao longo de todo o fim de semana, comprovando o sucesso desta iniciativa. O evento homenageou o piloto e preparador Aníbal Rolo, prestando-lhe uma merecida homenagem num ambiente de muita adrenalina e competição.

    Ao todo, 90 equipas competiram nas categorias de Sprint, Regularidade e Revival – esta última reservada para pilotos convidados e sem caráter competitivo.

    Competição Renhida na Categoria Sprint

    A competição na categoria de Sprint foi intensa e emocionante, com os três primeiros classificados separados por apenas 1,266 segundos. Ricardo Costa, ao volante de um Toyota Yaris GR navegado por Elsa Azevedo, sagrou-se o grande vencedor.

    Gonçalo Boaventura, o conhecido “foguete” de Mafra, ficou a apenas 0,835 segundos, conduzindo o seu Peugeot 106 Rally S2. O terceiro lugar foi conquistado por Carlos Neves, que, ao volante de um Renault Clio Sport, não deu tréguas e ficou a escassos 0,414 segundos do segundo lugar, demonstrando o quão renhida foi a luta pelos lugares cimeiros.

    Dupla Porto/Mendes Conquista Regularidade

    Na categoria de Regularidade, a dupla Duarte Porto/Hugo Mendes, em BMW 320i, conquistou o lugar mais alto do pódio. Seguiram-se Luís Gonçalves e Carlos Domingos com o seu Toyota Corolla GT, ficando Vasco Patrício e João Santos no terceiro lugar, ao volante de um Mazda MX5.

    O evento também trouxe um espetáculo visual com um desfile de 100 automóveis clássicos e cerca de 50 participantes de Clubes Motard locais que percorreram o circuito da competição, proporcionando um momento especial aos amantes das quatro e duas rodas. O público teve ainda oportunidade de ver o trabalho de artesãos locais e diversos expositores de parceiros do evento, onde puderam ganhar prémios e participar em atividades interativas.

    Alguns dos momentos altos foram também as passagens dos pilotos Rui Madeira, padrinho do evento, Aníbal Rolo, Diogo Mil Homens, Eduardo Ávila, José Eduardo Oliveira e o espetáculo de Marco Martins, que, com a sua condução ao limite, levou o público ao rubro, proporcionando uma performance inesquecível e adrenalina máxima.

    A entrega de prémios contou com a presença da presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, e do vereador do Desporto, Filipe Pacheco, que reconheceram o talento e esforço dos participantes.

  • Enyaq RS Race: concept da Skoda Motorsport quer ‘revolucionar’ os ralis(c/ video)

    Enyaq RS Race: concept da Skoda Motorsport quer ‘revolucionar’ os ralis(c/ video)

    O Enyaq RS Race, concept-car totalmente elétrico desenvolvido internamente pela Škoda Motorsport, será revelado ainda esta semana e promete entregar novas tecnologias e materiais inovadores e sustentáveis, contribuindo para potenciais futuros modelos de produção e competição mais sustentáveis, como por exemplo, fibras de linho naturais sustentáveis ​​assumindo o papel do carbono no exterior e no interior

    Inspirado pelo espírito indomável dos ralis, o Enyaq RS Race, acelera rumo ao futuro com uma unidade motriz elétrica que impressiona pela performance, mas também inova ao trocar os tradicionais componentes de carbono por fibras naturais de linho, aplicadas tanto no exterior quanto no interior do carro.

    Esses materiais sustentáveis trazem um novo paradigma para o design automóvel, provando que a tecnologia de ponta e o respeito pelo meio ambiente podem, e devem, andar de mãos dadas.

  • Estoril Classics: muito público vibra com corridas emocionantes

    Estoril Classics: muito público vibra com corridas emocionantes

    O tempo não estava convidativo este domingo, com o céu forrado de nuvens que ameaçavam chuva tocada a vento, mas os estoicos adeptos portugueses não deixaram de marcar presença no Autódromo do Estoril para o derradeiro dia da edição de 2024 do Estoril Classics e foram brindados com grandes corridas entre máquinas inesquecíveis.

    Quando se deu o arranque para o Classic GP as bancadas do Autódromo do Estoril estavam cheias, vendo Soheil Ayari, que arrancava da pole-position depois da vitória de ontem, cair para o quinto posto na primeira curva. Sempre com a ameaça de chuva a pairar no ar, o piloto do Ligier JS21 começou uma boa recuperação até ao primeiro lugar, quando estavam completadas sete voltas. Porém, a chuva agora caía e a organização de prova decidiu mostrar bandeiras vermelhas, quando faltavam oito minutos para a bandeira de xadrez.

    Isto significou que Ayari cairia para o terceiro posto no alinhamento para novo recomeço, com Safety-Car, dado ter ultrapassado os dois primeiros na volta em que as bandeiras vermelhas foram mostradas. Com problemas de pneus, o francês acabaria por desistir, ao passo que Mark Harrison ficava descansado no comando.

    O piloto do Shadow DN9B liderou toda a corrida, excepto os metros em que Ayari chegou ao comando, tendo lidado bem com a pressão que lhe foi exercida, mostrando-se um digno vencedor do Classic GP de 2024. No segundo posto ficou o Lotus 72 pilotado por Katsu Kubota, que triunfou na Classe A, ao passo que Laurent Fort, em Ensign MN181-B, completou os três primeiros.

    Corridas emocionantes inebriam o muito público

    A 2.0 Litre Cup deu início ao dia de corridas, com uma prova cheia de lutas entre os Porsche 911 2.0 ao longo de todo o pelotão que foi entusiasmando o muito público que já marcava presença nas bancadas do circuito permanente mais antigo de Portugal

    Marino Franchitti liderou grande parte da primeira metade da prova, mas a troca de pilotos foi demorada, o que deixou Dario Franchitti, o seu irmão muito atrasado. No entanto, o triplo vencedor das 500 Milhas de Indianápolis, não deixou os seus créditos mãos alheias e, com uma recuperação fulgurante, conseguiu chegar ao primeiro posto para vencer a etapa do Estoril da 2.0 Litre Cup.

    A corrida que se seguiu foi a Classic Endurance Racing II, categoria que apresenta carros que participaram nas grandes provas de resistência nos anos 1970 e 1980. Apesar a ameaça de chuva e de ter caído alguma no início, a pista manteve-se apta para pneus slicks, oferecendo uma corrida animada ao muito público que se continuava a juntar nas bancadas.

    Foram diversos os carros que passaram pelo comando, como foi o caso do BMW M1 Procar Sebastian Glaser, assim como o Osella PA5 de Nick Padmore, mas no final, Maxime Guenat imporia o seu Lola T286 na prova dos Classic Endurance Racing

    Depois de uma pausa competitiva para o público se deleitar com os fantásticos Fórmula 1 presentes na demonstração, na qual pontificaram os espectacular Tyrrell 021 com motor Yamaha V10, e o belíssimos Tyrrell P34 completamente original de Pierluigi Martini, foi a vez da prova final da Endurance Racing Legends.

    Uma vez mais, as máquinas que competiram as prova de resistência nos anos 1990 e princípio do século impressionaram os adeptos e ofereceram uma corrida bastante animada, que só ficou decidida nos últimos instantes, quando o Maserati MC12 GT1 de Evgeny Kireev passou o Lola MG EX257 de Mike Newton, triunfando.

    Depois da prova Endurance Racing Legends, o Autódromo do Estoril voltou quase sessenta anos atrás no tempo com o The Gentleman Challenge. Ao longo da corrida de quarenta minutos assistiu-se a uma feroz luta entre diversos pequenos protótipos ingleses do final dos anos 1950 e início dos 1960.

    Luc-Pierre Verquin conseguiu impor o seu Lister Knobbly Chevrolet ao Cooper T38 de Frederic Wakeman/Patrick Blakeney-Edwards por doze segundos, tendo ficado o Lotus XI de Dafyd Richards no degrau mais baixo do pódio.

    A prova do Heritage Touring Cup realizou-se logo a seguir ao Classic GP e um intenso duelo entre os Ford e os BMW agarrou os fãs, que se mantiveram em largo número nas bancadas do Autódromo do Estoril.

    Yves Scemama conseguiu levar a melhor na batalha, colocando o seu possante Capri RS 3100 Cologne no primeiro lugar para vencer a prova, muito embora Emile Breittmayer, em BMW 3.0 CSL, se tenha aproximado ligeiramente da liderança nos momentos finais, ficando no segundo posto a nove segundos. No terceiro posto ficou um modelo idêntico da marca bávara, o pilotado por Michael Kammermann.

    O Iberian Historic Endurance foi a prova que se seguiu e presenteou os adeptos com excelentes motivos de interesse, para lá do seu extenso e exótico pelotão, destacando-se o fervoroso duelo entre o Ford GT40 de Christian Oldendorff e o de Paulo Lima. O português levou a melhor, vencendo a prova de cinquenta minutos, sendo acompanhado por Olivier Muytjens, em Shelby Cobra Daytona, e por Oldendorff, na subida ao pódio, por esta ordem.

    O Classic Endurance Racing I fechou o Estoril Classics deste ano, que ao longo dos três dias contou com trinta e cinco mil pessoas nas bancadas e paddock, tendo produzido momentos emocionantes ao cair da noite.

    O Chevron B19 de Jamie Constable parecia ir a caminho da vitória, apesar da aproximação consistente do Lola T70 Mk.3B de Armand Mille, mas a menos de oito minutos da bandeira de xadrez, o protótipo aberto não evitou um pião na travagem para a Parabólica Interior, cedendo o comando ao carro criado por Eric Broadley, que venceu uma vez que, pouco depois, a corrida terminaria com bandeira vermelha devido à bátega de água que se abateu sob o circuito português.

    Nas posições imediatas do pódio ficou Constable, que apesar do seu erro conseguiu manter o segundo posto, e Max Banks e Andrew Banks, em McLaren M6B.

    Assim se concluiu a oitava edição do Estoril Classics que para além do muito público presente nas bancadas e no paddock, teve ainda mais de trinta mil pessoas a seguir as corridas através da transmissão realizada nos canais de Youtube dos organizadores. Depois de um fim-de-semana de magia com as corridas de carros que marcaram a história do automobilismo, seguramente que os adeptos estão já a ansiar pela 9ª edição do Estoril Classics, que está prevista para os dias 3 a 5 de Outubro.

  • Évora recebeu em festa a última jornada do 19º Troféu Yamaha

    Évora recebeu em festa a última jornada do 19º Troféu Yamaha

    Évora, cidade Património Mundial da Unesco, recebeu a quarta e derradeira jornada da 19ª edição do Troféu YAMAHA, o mais antigo troféu de todo-o-terreno que se realiza em Portugal. À excelente pista desenhada junto do Kartódromo de Évora acorreram milhares de espectadores que assistiram a dez magnificas corridas que envolveram 310 pilotos divididos por 21 classes.

    A prova de encerramento do 19º Troféu Yamaha foi um verdadeiro sucesso onde muitos pilotos responderam de forma positiva ao repto lançado pela YAMAHA Portugal.  No final do dia foram encontrados os campeões de 2024 que à noite foram coroados numa gala que teve lugar na Arena d’Évora.

    O evento desportivo, que contou com o apoio da Câmara Municipal de Évora e dos Vinhos LC Ervideira, começou bem cedo no sábado com as verificações técnicas e administrativas e os treinos a terem início às 9:00 da manhã. O bom tempo permitiu que Évora recebesse muito público que se misturou com o tradicional ambiente familiar que é uma caraterística típica do Troféu Yamaha que junta várias gerações de pilotos. Depois dos treinos efetuados durante a parte da manhã e da pausa para o almoço, decorreram as dez corridas envolvendo 21 classes distintas.

    O final de mais uma edição do Troféu Yamaha foi celebrada por todos os pilotos e organizadores e para a Yamaha Portugal foi cumprida mais uma excelente temporada de corridas: “o balanço deste 19º Troféu Yamaha é muito positivo, ouso até dizer extraordinário. Pelo número de pessoas envolvidas, nomeadamente, em termos de participantes pois tivemos em média cerca de 300 pilotos em cada uma das provas. Mas, mais que isso é perceber que a família Yamaha tem uma enorme dimensão e que é transversal a várias gerações. Temos uma comunidade grande e alargada que se torna praticamente a nossa família e é isto que queremos para a nossa marca”, revelou Pedro Faria Country Manager YAMAHA MOTOR EUROPE N.V. – Sucursal em Portugal.

  • Motorshow: Ricardo Teodósio vence pela 4ª vez e iguala recorde de triunfos na prova

    Motorshow: Ricardo Teodósio vence pela 4ª vez e iguala recorde de triunfos na prova

    Ricardo Teodósio foi o grande vencedor do Troféu Piloto Motorshow 2024, com uma décima de vantagem sobre Bernardo Sousa, enquanto Sergi Pérez encerrou o pódio. Quarto triunfo na prova para o algarvio, o que lhe permite igualar o recorde de vitórias que Mário Barbosa detinha desde 2018. Um espetáculo extraordinário, que a pista molhada ajudou a «apimentar», mas nem a chuva que foi caindo com intermitência afastou o público das bancadas e dos locais autorizados na orla do traçado desenhado no exterior da Exponor. Milhares de pessoas assistiram entusiasticamente aos duelos em pista e deram seguramente por bem empregue o tempo que ali passaram.

    Ricardo Teodósio (Hyundai i20 Rally2) venceu pela quarta vez o Troféu Piloto Motorshow, repetindo os sucessos de 2007, 2010 e 2011. Bernardo Sousa (Citroën C3 Rally2) foi segundo, a um 0,1s, e Sergi Pérez (Hyundai i20 Rally2), terceiro, a 0,5s, após uma intensa batalha decidida literalmente à décima, já que o quarto classificado, Miguel Fuster (Citroën C3 Rally2), terminou a apenas 0,8s do vencedor. Curiosamente, os quatro primeiros conseguiram o respetivo melhor «crono» na Final 2 – recorde-se que, este ano, o vencedor é decidido pelo melhor tempo conseguido em qualquer das três finais, enquanto nas edições anteriores havia uma Super Final decisiva.

    “O piso estava mais degradado na última final e mal vi o tempo do Sergi Pérez (em pista antes do piloto algarvio e sem melhorar o «crono» – ndr), pensei logo que ninguém ia ser mais rápido”, começa por dizer Ricardo Teodósio. “Gosto muito do Troféu Piloto Motorshow, adoro vir aqui à Exponor, porque há sempre muito público, e fico naturalmente muito feliz por igualar o recorde de vitórias. Quatro vitórias em sete participações, penso que é uma boa média”, acrescenta, sorridente, o simpático piloto algarvio.

    Nas duas rodas motrizes, Sergio Vallejo levou o Porsche 911 GT3 ao triunfo, acumulando com o sexto lugar à geral, imediatamente à frente de Tiago Ferreira, em Peugeot 208 S1600, enquanto o 12.º lugar de Bruno Campos (Citroën Saxo S1600) lhe valeu o derradeiro lugar do pódio. Condicionado por um Porsche 911 GT3 com set-up definido para pista (Montanha), Vítor Pascoal foi 14.º da geral. O prémio especial que a organização lhe atribuiu como agradecimento por ser um dos pilotos com mais participações no Troféu recompensou-o justamente.

    Entre os Clássicos, António Silva levou o Opel Opel Kadett City à vitória, enquanto o Troféu Feminino foi para o pecúlio de Gabriela Correia, em Mitsubishi Lancer EVO X.

    Tiago Monteiro homenageado e carros de sonho na maior edição de sempre

    Na vertente de autoClássico, a Eventos Motor organizou a maior feira de sempre, com 66 mil metros quadrados, onde expôs carros de sonho de hoje e de todas as eras no Exclusive Top Cars, fez exposições temáticas para os 125 anos Fiat, 50 anos Volvo, 50 anos Porsche 911 Turbo, 60 anos Ford Mustang, 50 anos VW Golf, 100 anos MG ou 90 anos Citroën Traction Avant. Houve ainda o tradicional concurso de elegância para clássicos, ganho pelo requintadamente restaurado Alfa Romeo Giulietta Sprint.

    Tiago Monteiro, um dos pilotos mais conceituados da história do automobilismo nacional, que dispensa apresentações, foi o homenageado nesta edição, com uma exposição alusiva a carros que guiou na carreira desportiva, entrevistas no Fórum autoClássico / Motorbest, como o apoio da Brás & Filho, Lda., e diversas sessões de autógrafos.

    Tiago aproveitou a ocasião para fazer a apresentação do programa desportivo do filho Noah Monteiro para 2025, que passa pela transição dos karts para os fórmulas, competindo no Winter Series de Fórmula 4 e no F4 Spanish Championship pela equipa espanhola Campos Racing. Aos 14 anos, Noah é agenciado pelo próprio Tiago Monteiro, integrado no seu projeto Road to F1, com o ambicioso objetivo de chegar à «disciplina rainha» do desporto automóvel nos próximos quatro a cinco anos.

    Motorshow com programa recheado e diversificado

    De referir ainda que do programa desportivo do evento constaram também o Troféu Porsche Clube de Portugal, o Drift Show, diversos desfiles temáticos e a habitual grande animação do paddock, tanto para os mais graúdos como para os miúdos, com realce para as concorridíssimas sessões de autógrafos com alguns dos melhores pilotos presentes, de Tiago Monteiro a Sergi Perez, passando por Ricardo Teodósio, Miguel Fuster, Bernardo Sousa e Sergio Vallejo. E foram precisamente estes pilotos que fizeram co-drives com muitos convidados ao longo dos três dias do Motorshow autoClássico, para gáudio dos felizes contemplados.

    Pedro Ortigão, um dos responsáveis da XRacing, mostrou-se satisfeito com esta edição: “Quando retomámos, no ano passado, a parceria com a Eventos Motor, fizemo-lo com o propósito de voltar a colocar o Motorshow num patamar elevado e creio que esta edição foi já um passo sólido nesse sentido, tal a qualidade dos pilotos e dos carros presentes. Estamos também seguros de que, para o ano, vai ser ainda melhor e assim é que tem de ser. Gostaria também de realçar a imensa enchente de público no Motorshow, tanto no paddock como acima de tudo nas bancadas, apesar da chuva. É reconfortante sentir este «abraço» de tantos aficionados que estiveram na Exponor e a todos damos sinal do nosso profundo agradecimento. Agora, já estamos a pensar na próxima edição e importa dizer que esta parceria renovada com a Eventos Motor é para nós motivo de grande satisfação”.

    O Motorshow autoClássico 2024 chegou ao fim, este domingo, e foi um grande sucesso a todos os níveis, o que pode ser muito bem demonstrado pelas dezanas de milhares de pessoas que passaram pela Exponor ao longo dos três dias do evento. 2025 é já daqui a um ano…

  • PSCI: Manuel Alves venceu Corrida 2 em Jerez depois de um duelo intenso com Juan Vega

    PSCI: Manuel Alves venceu Corrida 2 em Jerez depois de um duelo intenso com Juan Vega

    O triunfo de Manuel Alves (Porsche 991.2 GT3 Cup) na Corrida 2 da ronda de Jerez de La Frontera da Porsche Sprint Challenge Ibérica, foi um dos mais ‘suados’ na época do piloto da LOB Motorsport. O português sofreu forte oposição do colombiano Juan Vega, que liderou as seis primeiras voltas, mantendo-se até ao final sempre perto do futuro vencedor. Vega venceu o Grupo 992 GT3 Cup. Filipe Nascimento foi o melhor dos 991.1 GT3 Cup.

    Com 28 graus de temperatura ambiente (39 no asfalto) e uma tarde de sol e poucas nuvens, a Corrida 2 da Porsche Sprint Challenge Ibérica arrancou ao início da tarde de domingo no Circuito de Jerez Angel Nieto com a habitual ‘pitada extra’ de interesse fornecida pela inversão dos oito primeiros lugares da grelha de partida em relação à classificação geral final da Corrida 1.

    A Hadeca Racing saboreava a reserva exclusiva da fila da frente, com Oleksandr Dobik a ser o ‘pole man’, tendo a seu lado Juan Vega. Gonçalo Fernandes e Manuel Alves, segundo e primeiro na corrida de sábado, partiam da quarta fila, sabendo que à sua frente tinham pilotos rápidos e que iriam tentar dificultar ao máximo a esperada recuperação dos dois pilotos portugueses.

    A largada decorreu sem incidentes, mas com os pilotos a chegarem muito juntos à primeira curva. Juan Vega foi o mais rápido e, vendo o seu colega de equipa a servir um pouco de tampão, ganhou logo uma vantagem superior a um segundo sobre os perseguidores, onde se destacava Manuel Aves que, com mais um arranque fabuloso, já era terceiro e não perderia tempo a suplantar Dobik, indo no encalço do líder da corrida.

    Demorou seis voltas até Alves conseguir fechar o espaço para Vega. Este defendeu-se de forma firme, mas não conseguiu impedir a ultrapassagem do já campeão do Grupo 991.2, numa travagem nos limites, que coroou uma manobra arrojada.

    Mas, quando se esperava que Manuel Alves começasse rapidamente a ganhar vantagem, tal não sucedeu e Juan Vega pressionou bastante o piloto da LOB Motorsport até que, já na parte final, deitou a toalha ao chão, possivelmente, por não ter os pneus do 992 GT3 Cup da Hadeca Racing nas melhores condições. No entanto, a diferença final entre os dois foi de apenas 9 décimos de segundo, atestando a grande luta que os dois protagonizaram. Vega levou ainda de vencida o Grupo 992 e a Classe AM. Manuel Alves juntou à sua 9ª vitória à geral em 2024, mais um triunfo no Grupo 991.2 e na Classe PROAM.

    Jorge Ramirez (RGB Racing Team) garantiu o 3º lugar, sendo segundo nas contas do Grupo 992. O piloto espanhol nunca teve andamento para os dois primeiros, mas foi capaz de suster os muitos ataques que sofreu, mormente por parte de Gonçalo Fernandes (Veloso Motorsport) e Yuri Protasov (Hadeca Racing), que tudo tentaram para desalojar o espanhol do pódio, mas que terminaram a digladiar-se pelo 4º posto, com vantagem para o piloto português. Gonçalo Fernandes seria ainda 2º no Grupo 991.2. Protasov juntou ao 5º lugar da geral, a 3ª posição no Grupo 992.

    André Fernandes (Veloso Motorsport) voltou a ser 6º absoluto. Partindo da segunda fila da grelha, o português tudo tentou para se imiscuir na luta pelo Top 5, mas, na parte final da corrida, os pneus do seu 992 GT3 Cup já estavam muito desgastados e o 6º lugar foi a posição possível para o português.

    A exemplo do que tinha sucedido na Corrida 1, voltou a ser muito interessante a luta pela primazia na Classe GD e tendo como protagonistas os mesmos dois pilotos: Rui Miritta (Monteiros Competições) e Oleksandr Dobik (Hadeca Racing).

    Como já referido anteriormente, o piloto ucraniano tinha largado da ‘pole-position’ e ainda se manteve nas posições cimeiras da corrida na primeira parte da mesma, até que um incidente o atirou quase para a cauda do pelotão. Aí, Rui Miritta passou para a liderança dos GD, vendo Dobik aproximar-se paulatinamente e, nas voltas finais, protagonizaram um duelo intenso, que acabou por ser favorável ao piloto português que, para além de vencer a Classe GD, garantiu o 7º lugar da geral, enquanto Dobik se tinha de contentar com o 8º posto.

    Numa corrida em que, na fase inicial, chegou a rodar entre os cinco primeiros, Ignacio Cabezas foi perdendo competitividade e, paulatinamente, caiu na classificação, acabando, por terminar no 9º lugar. No entanto, refira-se, foi positiva a estreia neste campeonato do piloto espanhol da CD Heads Racing Team, que subiu ainda ao pódio do Grupo 991.2, sendo terceiro.

    Francisca Queiroz voltou a realizar uma exibição sem erros, repetindo a papel químico o resultado da Corrida 1. A piloto portuguesa da Orbital Ignition Racing Team colocou o seu Porsche 992 GT3 Cup no 10º lugar da geral, voltando a conquistar um duplo Top 6 nas contas do Grupo 992 e da Classe AM.

    Logo atrás de si, Filipe Nascimento concluiu a corrida, garantindo não apenas o 11º lugar, mas também a vitoria no Grupo 991.1.

    A Porsche Sprint Challenge Ibérica ruma agora a Barcelona para o cair do pano sobre o campeonato. A ronda final acontecerá no circuito catalão nos dias 9 e 10 de novembro.

  • Vitória de Marco Oliveira no Rally de Fafe

    Vitória de Marco Oliveira no Rally de Fafe

    Segundo lugar de Filipe Teixeira (Peugeot 208 VTI) permitiu-lhe ficar isolado na liderança do Start Norte, enquanto Armando Costa (Mitsubishi Lancer Evo VI) venceu nos Clássicos.

    A dupla Marco Oliveira/Ricardo Sousa (VW Polo N5) sagrou-se vencedora, na tarde deste sábado, do Rally de Fafe, depois de liderar da primeira à última das sete classificativas, terminando com uma vantagem de 27.0s para Filipe Teixeira (Peugeot 208 VTI). Contudo, o piloto do VW Polo não se livrou de um valente susto já no final, quando na “especial” de encerramento ficou com a transmissão dianteira esquerda partida, conseguindo, apesar das dificuldades, chegar até ao controlo final e garantir o seu segundo triunfo da temporada.

    “Foi um rali espetacular, mesmo com chuva, e estou muito contente com esta vitória. A meio da prova ainda tentei gerir a liderança, mas verifiquei que a concorrência estava muito forte, sendo, por isso, obrigado a atacar de novo. Acabei por ter sorte, porque a transmissão partiu e quase não alcançava a meta…”, referiu o vencedor, visivelmente satisfeito e… aliviado. Com esta vitória no Start Norte, e quando restam duas provas para o termo da época, Oliveira passa a ser o segundo do campeonato, a somente dois pontos do líder, Filipe Teixeira. Este último, tal como seria previsível, foi o grande rival de Marco Oliveira desde o primeiro momento, nunca desistindo de lutar pela vitória. “Não deu para vencer, que era o meu objetivo, mas, dada a diferença de carros, estou satisfeito com o resultado. O Campeonato de 2RM no Start Norte está quase garantido e vou dar tudo nos dois ralis que faltam na expetativa de conquistar também o título absoluto”, garantiu Teixeira.

    Rui Borges (Citroen C3 N5) nunca conseguiu acompanhar o ritmo do duo da dianteira e garantiu o último lugar do pódio, na frente de Mário Castro (Ford Fiesta 1.0 Ecoboost), cujo andamento foi notável, garantindo ainda um excelente quinto lugar absoluto.

    No Campeonato de Portugal de Clássicos (CPC), Armando Costa (Mitsubishi Lancer Evo VI) revelou-se mais forte, concluindo a prova com uma vantagem de 14.9s para Luís Mota (Mitsubishi Lancer Evo V), que ainda passou pelo primeiro lugar depois da segunda classificativa. José Merceano (Mitsubishi Lancer Evo IV) completou o pódio e mantém o primeiro lugar no CPC.

    Classificação geral final oficiosa

    1º, Marco Oliveira/Ricardo Sousa (VW Polo N5), 37m05.9s

    2º, Filipe Teixeira/António Campos (Peugeot 208 VTI), a 27.0s

    3º, Rui Borges/Fábio Reis (Citroen C3 N5), a 1.05.7

    4º, Luís Morais/Paulo Silva (Peugeot 208 Rally4), a 1.43.2

    5º, Mário Castro/Ricardo Cunha (Ford Fiesta 1.0 Ecoboost), a 2.26.2

    6º, Bruno Almeida/Leandro Silva (Renault Clio), a 2.48.1

    7º, Fernando Teotónio/Luís Morgadinho (Mitsubishi Lancer Evo IX), a2.52.0

    8º, Manuel Pereira/Pedro Magalhães (Peugeot 208 Rally4), a 3.03.9

    9º, Rui Marçal Lima/Edgar Nova (Opel Adam), a 3.07.6

    10º, Armando Costa/Bruno Sá (Mitsubishi Lancer Evo VI), a

    Start Norte

    1º, Marco Oliveira/Ricardo Sousa (VW Polo N5), 37m05.9s

    2º, Filipe Teixeira/António Campos (Peugeot 208 VTI), a 27.0s

    3º, Rui Borges/Fábio Reis (Citroen C3 N5), a 1.05.7

    4º, Mário Castro/Ricardo Cunha (Ford Fiesta 1.0 Ecoboost), a 2.26.2

    5º, Bruno Almeida/Leandro Silva (Renault Clio), a 2.48.1

    Clássicos

    1º, Armando Costa/Bruno Sá (Mitsubishi Lancer Evo VI), 40.20.4

    2º, Luís Mota/Alexandre Ramos (Mitsubishi Lancer Evo V), a 14.9

    3º, José Merceano/Francisco Pereira (Mitsubishi Lancer Evo IV), a 22.3

  • José Barros conquista mais um pódio nas corridas do Campeonato de Espanha de GT disputadas em Valência

    José Barros conquista mais um pódio nas corridas do Campeonato de Espanha de GT disputadas em Valência

    Depois da vitória na jornada anterior, José Barros voltou ao pódio, mas desta feita no terceiro lugar no final da segunda manga. O muito calor sentido nesta altura do ano em Valência não ajudou os pilotos e José Barros teve de suar bastante para reclamar o pódio.

    A penúltima jornada do Campeonato de Espanha de GT disputou-se este fim de semana no Circuito Ricardo Tormo, em Valência, e a Veloso Motorsport marcou presença com dois carros para José Barros e Jean-Roch Piat. O primeiro com um Porsche 992 GT3 Cup, o segundo com um Porsche 991.1 GT3 Cup. Debaixo de muito calor, os pilotos da equipa da Póvoa de Lanhoso voltaram a estar em excelente nível, arrecadando mais um pódio para o palmarés da formação liderada por Luís Veloso.

    Recordamos que na jornada anterior disputada no Circuito de Monteblanco, em Huelva, José Barros mostrou todo o seu talento ao volante do muito bem preparado Porsche 992 GT3 Cup. Na primeira corrida foi segundo classificado à geral e, na segunda manga, venceu toda a concorrência, assegurando a sua primeira vitória à geral no CER-GT. Uma exibição de classe do jovem piloto da Veloso Motorsport.

    No Circuito Ricardo Tormo e debaixo de intenso calor, José Barros voltou a conquistar um pódio, apesar de duramente penalizado pelo handicap. Aos 80 segundos de paragem obrigatória na box, o piloto do Porsche preparado pela Veloso Motorsport teve de adicionar mais 30 segundos na primeira corrida e mais 20 segundos na segunda manga. Contas feitas, esteve parado nas boxes 110 segundos na primeira manga e 100 segundos na segunda.

    Por via dessa penalização, José Barros sentiu mais algumas dificuldades na primeira corrida, onde saindo da terceira posição da grelha, acabou por cair para o quinto posto. O cansaço na parte final e o handicap na paragem nas boxes foram contribuintes para a classificação apurada pelo piloto.

    Na segunda manga, tudo foi diferente e saindo da primeira fila da grelha de partida, José Barros assumiu a liderança logo à segunda volta e liderou até cinco voltas do final da prova. O muito calor acabou por dificultar a vida ao jovem piloto da Veloso Motorsport e acabou, mesmo, por perder a segunda vitória na competição espanhola. Ainda assim, José Barros averbou mais um pódio, desta feita, um terceiro lugar.

    O “gentleman driver” Jean-Roch Piat não esteve muito feliz durante as qualificações, mas redimiu-se nas corridas. Com um programa compacto o Racing Weekend Napa deixou pouco espaço para as equipas trabalharem. Porém, o profissionalismo da Veloso Motorsport voltou a evidenciar-se na busca de melhores afinações para o Porsche do piloto francês, conferindo-lhe uma maior motivação. O muito calor sentido influenciou o desempenho do piloto da Veloso Motorsport que, ainda assim, conseguiu um Top 20 na primeira corrida (16º lugar e 8º da categoria GTC), que manteve na segunda manga, mas melhorando a posição final (12º lugar e 8º da categoria GTC).

    Chegou, assim, ao fim mais um fim de semana de corridas internacionais onde a Veloso Motorsport envergou as cores nacionais em terras de nuestros hermanos com mais um par de excelentes resultados para o palmarés da equipa portuguesa que há mais anos se dedica à velocidade em Portugal.

    A última jornada do Campeonato de Espanha de GT será realizada nos dias 23 a 24 de novembro no Circuito de Barcelona.

    Luis Veloso, CEO da Veloso Motorsport: “Não há sombra de dúvidas sobre o talento do José Barros. É uma pena que a vitória dele na jornada passada disputada em Monteblanco tenha passado despercebida na comunicação social. Desde que passou para o volante do mais evoluído 992 GT3 Cup, mostrou todo o seu talento e em Valência só o calor e os ‘handicaps’ nas boxes o desviaram de conseguir, pelo menos, mais uma vitória. Confesso que fico particularmente orgulhoso que o José Barros tenha feito toda esta evolução com a nossa equipa e continuamos a dar-lhe todo o apoio para que o seu futuro seja muito risonho. Quanto ao Jean-Roch Piat divertiu-se em mais uma jornada do CER-GT e esse é o seu grande objetivo, a que juntou duas excelentes classificações nas duas mangas.”

  • PSCI: Manuel Alves vence Corrida 1 em Jerez de La Frontera e é campeão

    PSCI: Manuel Alves vence Corrida 1 em Jerez de La Frontera e é campeão

    Manuel Alves foi o grande dominador da corrida, chegando ao 9º triunfo absoluto da época e para além do cetro individual conquistado, proporcionou ainda à sua equipa, a LOB Motorsport, a conquista do título por Equipas.

    Numa tarde solarenga e onde o calor foi um fator a ter em conta, o Circuito Angel Nieto, em Jerez de La Frontera, foi palco da atribuição de dois dos títulos em discussão na edição 2024 da Porsche Sprint Challenge Ibérica. Por outro lado, viu a luta pelo cetro no Grupo 992 ficar ainda mais intensa.

    A jornada ficou assinalada pela ausência de Vasco Barros. O jovem português da LOB Motorsport compareceu no circuito andaluz, mas, infelizmente, recebeu a notícia da morte de um familiar e regressou de imediato a Portugal. José Monroy, Séries Manager da PSCI, expressou “a profunda tristeza sentida por nós. A família da Porsche Sprint Challenge Ibérica envia o nosso pesar e a nossa solidariedade ao Vasco e à família Barros, nesta hora tão difícil”.

    Em pista, este primeiro dia de competição decorreu sob o signo do domínio de Manuel Alves, sobretudo nos dois momentos mais importantes: a Qualificação e a Corrida 1.

    O jovem português da LOB Motorsport conquistou a ‘pole-position’, tendo perto de si Gonçalo Fernandes (Veloso Motorsport), que se quedou a apenas 290 milésimos de segundo. Juan Vega (Hadeca Racing) foi o 3º mais rápido e o melhor do grupo 992, enquanto Rui Miritta se revelava o mais rápido entre os 991.1, sendo 9º em termos absolutos.

    Corrida 1: Manuel Alves de fio a pavio

    A fechar o programa competitivo do primeiro dia de mais um Napa Racing Weekend, a Corrida 1 da PSCI foi dominada por Manuel Alves.

    Não se deixando surpreender no arranque lançado, o piloto do Porsche 991.2 da LOB Motorsport assumiu o comando e logo começou a construir uma vantagem confortável, sendo sistematicamente o mais rápido, estabelecendo mesmo, à sexta passagem pela meta, aquela que viria a ser a melhor volta da corrida, rodando então em 1:47.608.

    No final, recebeu a bandeirada de xadrez com 6,8 segundos de vantagem em relação a Gonçalo Fernandes, dedicando a vitória à geral, no Grupo 991.2 e na Classe PROAM e o título conquistado “ao meu colega de equipa Vasco Barros e à sua família, a quem envio a minha amizade e as minhas condolências”.

    Por seu lado, Gonçalo Fernandes necessitou de se aplicar de forma intensa para conquistar o 2º lugar na geral e o triunfo na Classe AM. Fernandes falhou a partida por completo, sendo suplantado por Yuri Protasov e só o arrojo com que abordou a travagem para a curva inicial, impediu males maiores.

    O português da Veloso Motorsport começou de imediato a pressionar o ucraniano da Hadeca Racing, que se defendeu com galhardia, mas sem conseguir impedir a ultrapassagem, que se consumou ainda na primeira parte da corrida de 28 minutos + 1 volta.

    Mal ultrapassou Protasov, Gonçalo Fernandes começou a distanciar-se e arribou ao fecho da corrida com 14 segundos de vantagem sobre o ucraniano, com este a não ter qualquer dificuldade em segurar o 3º lugar da geral e a vitoria no Grupo 992.

    Luta acesa aconteceu também na discussão do 4º lugar da geral. Protagonizaram-na os espanhóis Jorge Ramirez (RGC Racing Team) e Ignacio Cabezas (CD Heads Racing Team). Cabezas não s e intimidou com o facto de ser a sua estreia na PSCI e, tendo partido da 4ª fila da grelha, foi rapidamente aumentando o ritmo do seu Porsche 992 GT3 Cup, galgando várias posições e chegou mesmo a estar na traseira do 992 de Ramirez, mas este travou os ataques e, na parte final da prova, sacudiu mesmo a pressão, garantindo o 4º lugar, com Cabezas a terminar em 5º.

    Autor de uma prova consistente, o português André Fernandes (Veloso Motorsport) foi 6º, na frente do colombiano Juan Vega (Hadeca Racing), a quem saiu a ‘fava do dia’. 3º na grelha de partida, Vega  caiu para o quarto posto na partida e logo após a última curva da volta inicial, teve um pião que o relegou para o 10º lugar, encetando depois uma recuperação que o faria guindar-se até ao 7º lugar.

    Rui Miritta bateu-se pela supremacia na Classe GD, protagonizando um duelo muito interessante com o ucraniano Oleksandr Dobik (Hadeca Racing).

    Miritta foi mais forte na primeira parte da corrida, mas o piloto da Monteiros Competições não conseguiu deter os ataques do seu adversário, que viria a fazer valer a maior competitividade do seu Porsche 992 GT3 Cup, face ao 999.2 GT3 Cup do português. Os dois concluíram a corrida no 8 e 9º posto, respetivamente.

    Senhora de mais uma corrida sem erros e muito eficaz, Francisca Queiroz levou o Porsche 992 GT3 Cup ao 10º lugar, conquistando um duplo Top 6 nas contas do Grupo 992 e da Classe AM.

    Este domingo, a Porsche Sprint Challenge Ibérica terá uma sessão de warm-up (20 minutos de duração) às 10:25, culminando a presença da competição em Jerez com a Corrida 2 (28 minutos mais 1 volta), cujo arranque está marcado para as 15:00 horas (fuso espanhol).

  • bp Ultimate Rally-Raid Portugal regressa de 22 a 28 de setembro de 2025

    bp Ultimate Rally-Raid Portugal regressa de 22 a 28 de setembro de 2025

    Prova do Automóvel Club de Portugal volta a ser a única do Campeonato do Mundo de Rally-Raid (W2RC) disputada na Europa. Época de 2025, revelada hoje, passa também pelo Dakar, Abu Dhabi, África do Sul e Marrocos.

    As máquinas e pilotos do Dakar regressam a Portugal de 22 a 28 de setembro do próximo ano, para a segunda edição do bp Ultimate Rally-Raid Portugal. A FIA, a FIM e a ASO, promotor do Campeonato do Mundo de Rally-Raid (W2RC), confirmaram, hoje, o calendário de 2025, onde a prova do Automóvel Club de Portugal se junta ao Dakar, na Arábia Saudita, ao Abu Dhabi Desert Challenge, ao South African Safari Rally (uma novidade absoluta) e ao Rallye de Marrocos, que fecha o campeonato, em outubro. São cinco países, em três continentes, com a prova portuguesa a ser a única disputada na Europa, a exemplo do que aconteceu este ano.

    Recorde-se que a primeira edição do bp Ultimate Rally-Raid Portugal disputou-se em abril, com um percurso de mais de 1.700 quilómetros pelos trilhos do Alentejo, Ribatejo e da Estremadura espanhola. O campeão do Mundo em título, Nasser Al-Attiyah (automóveis), e o espanhol Tosha Schairena (motos) foram os vencedores da edição inaugural, que atraiu largos milhares de espectadores à base da prova, em Grândola, e às diferentes etapas disputadas em Portugal e Espanha.