Categoria: Ralis

  • Rui Madeira está de volta ao Eco Rally de Lisboa e com ambição de lutar pelo pódio

    Rui Madeira está de volta ao Eco Rally de Lisboa e com ambição de lutar pelo pódio

    Rui Madeira e Sancho Ramalho vão voltar a fazer dupla numa prova do Campeonato de Portugal de Novas Energias. Será na edição 2023 do Eco Rally de Lisboa, que se disputa nos dias 21 e 22 de outubro.

    A presença do consagrado piloto enquadra-se “na minha função de embaixador do Rali de Lisboa, prova que contou para a Taça de Ralis de 2023 e com os compromissos assumidos pelo Clube “CPKA” com a autarquia de Lisboa e a EMEL em realizar uma prova pertencente ao Campeonato das Novas Energias sob a égide da FPAK. Senti a responsabilidade de contribuir e divulgar uma prova que veio para ficar na região Lisboa”.

    Rui Madeira considera que “Este campeonato está a captar novas marcas e mais visibilidade nacional com a introdução no campeonato de 2023 das provas nas ilhas nos Açores e Madeira e atrai cada vez mais as atenções de pilotos, equipas e do público”.

    Madeira vai tripular um Ford Mustang Mach-E oficial

    Outra novidade é o regresso de Rui Madeira aos comandos de um carro oficial da Ford.

    A escolha recaiu no Ford Mustang Mach -E 4×4, que debita o equivalente a 337 cavalos, assumindo o piloto que sente “um enorme orgulho por voltar a contar com a confiança e o apoio da Ford Lusitana. O objetivo será lutar por uma posição entre os 3 primeiros. No ano passado, na minha estreia neste tipo de competição, terminámos em 4os e não fomos ao pódio devido à minha pouca experiência neste género de corridas. Agora tudo faremos para melhorar a classificação. O pódio é o objetivo, mas, se se proporcionar, tudo faremos para vencer”.

    Pelo mesmo diapasão afina Sancho Ramalho que lembra de ter tido “o prazer de conhecer pessoalmente e navegar o Rui Madeira na edição de 2022. O bom entrosamento que estabelecemos, resultou numa excelente classificação. Ficou a vontade de regressar e melhorar o resultado alcançado. Vamos lutar pela vitória!”.

    O Eco Rally de Lisboa vai realizar-se nos dias 21e 22 de outubro de 2023, com o seu centro operacional situado no emblemático Padrão dos Descobrimentos em Belém.

    Dia 21 de outubro, sábado de manhã, terão lugar as verificações, seguindo-se à tarde a 1 seção competitiva com 130 km, que se desenrolar nos concelhos de Lisboa, Loures, Arruda dos Vinhos, Vila Franca de Xira, Sobral de Monte Agraço.

    A 2° secção, percorrida no dia 22 de outubro, conta com cerca de 111 Km e realiza-se entre Lisboa, Serra de Sintra e depois Estoril, (domingo de manhã) sendo de destacar o setor de regularidade no Parque Natural de Monsanto. À hora de almoço, será disputada uma Street Stage em Belém, na praça do Império em frente a Mosteiro dos Jerónimos, para terminarem de seguida a prova junto do Padrão dos Descobrimentos.

  • Artur Quintal: “Vamos andar rápido, mas sem entrar em loucuras”

    Artur Quintal: “Vamos andar rápido, mas sem entrar em loucuras”

    Artur Quintal e Vítor Henriques ocupam o 3º lugar do Campeonato de Ralis Coral da Madeira 2RM a duas provas do fim. Como tal, o Rali Municípios de Câmara de Lobos e Funchal assume-se como vital para não só defender a posição, mas sobretudo para permitir à dupla da VFR Racing assaltar o 2º posto

    A dupla do Peugeot 208 Rally4 está muito motivada.

    As exibições e os resultados de topo que Artur Quintal e Vítor Henriques vêm amealhando desde o arranque da época têm aumentado a confiança da dupla e da sua equipa técnica. Afinal, são 5 pódios em 5 provas, atestando que Quintal e Henriques já se assumiram como uma das duplas mais fortes na luta reservada às equipas que tripulam carros com duas rodas motrizes.

    A edição de 2023 do Rali Municípios de Câmara de Lobos e Funchal vai para a estrada amanhã, sábado, 23 de setembro. Esta prova conta com nove classificativas, num total de 77,15 km. O pódio de partida e de chegada estará localizado no Estreito de Câmara de Lobos, a exemplo da edição de 2021, assim como o parque fechado.

    Artur Quintal está “com muita expectativa para esta prova. Vai ser mais um grande desafio para nós, mas, como tem sido hábito, lá estaremos para lutar pelos lugares cimeiros. Sabemos que podemos ainda ser segundos no campeonato, mas não vamos entrar em loucuras. Andar rápido, sempre dento do que as notas de andamento do Vítor me disserem, evitando exageros que se pagam caro. É um campeonato longo e a regularidade é sempre recompensada”.

    Já Vítor Henriques chama a atenção para. a particularidade do traço da prova organizada pelo CD Nacional:

    “Os troços são quase todos diferentes dos que disputamos no Rali Vinho Madeira, com alguns a utilizarem as mesmas estradas, mas no sentido oposto. Foi feito um trabalho de raiz para estudar as especiais e estamos confiantes. Obviamente, na única que é comum, vamos aproveitar o facto de já lá termos passado em competição para tentar andar ainda mais rápido”.

    Quanto à ausência de uma Super Especial, Henriques assume que “a nossa dupla não é especialmente fã desse tipo de classificativas, sobretudo quando feitas no início do rali. Agora, coloca ruma no fim, quando já todos temos ritmo, será sempre louvável, até para permitir uma aproximação ainda maior ao público”.

  • MNE Sport continua a conquistar resultados de topo

    MNE Sport continua a conquistar resultados de topo

    No Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves Verín, a equipa viu a dupla Parcídio Summavielle/Jorge Oliveira conquistar mais um pódio nas contas do Start Norte de Ralis. Já Paulo Pereira e João Silva ‘sobreviveram’ a uma saída de estrada para terminarem no 5º lugar do FPAK Júnior de Ralis.

    A prova organizada pelo CAMI Motorsport assumia uma enorme importância para as aspirações da dupla fafense do Renault Clio RS R3, por ser a antepenúltima da temporada dos campeonatos Start Norte e Promo Norte de Ralis.

    Parcídio Summavielle e Jorge Oliveira rodaram sempre entre os mais rápidos, mesmo estando a estrear-se no rali, conseguindo ultrapassar todas as enormes dificuldades de um fim-de-semana onde a chuva desempenhou um papel preponderante no desenrolar da prova.

    Concluíram no 3º lugar do Start Norte e no Top 6 do Promo Norte, numa excelente operação pontual.

    A 2ª passagem pelos 10,34 kms da especial Eurocidade revelou-se madrasta para Pedro Pereira e João Silva. A dupla da MNE Sport que tem estado em destaque no FPAK Júnior Team, estava a discutir a vitória, tendo já vencido duas classificativas, quando sofreu um forte saída de estrada, perdendo mais de 18 minutos e hipotecando todas as suas hipóteses de vencer.

    Mesmo assim, conseguiram retomar a prova e terminar no 5º posto, pontuando e mantendo a sua ambição ao titulo.

    José Carlos Magalhães, team manager da MNE Sport ficou “muito satisfeito com mais esta nossa excelente exibição de conjunto”.

    O líder da estrutura considera que “o Parcídio foi muito conservador em algumas situações. Fez uma gestão inteligente, a pensar que ainda faltam duas provas para terminar o campeonato. Aa possibilidade de ser campeão está ainda intacta e assegurou já um lugar no pódio final das contas do Start Norte, sendo ainda possível chegar ao pódio do Promo Norte de Ralis. Está a ser uma época em cheio para ele, pois já deu à equipa o título da Divisão 3 e a posição de vice-campeão nacional na Categoria Turismos do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e, quero querer, que ainda não vai ficar por aqui…”

    Quanto à prestação da dupla de “jovens lobos” da MNE Sport no FPAK Júnior Team José Carlos Magalhães afirma estar “muito orgulhoso do Pedro e do João. Estavam a andar muito rápido, a discutir a liderança ao segundo, mas sempre de acordo com o plano que tínhamos traçado. Quer o João, quer o Rafael Rêgo estão a andar nos limites e por vezes para lá dos limites do carro e, quando assim é, por vezes acontecem os acidentes. A saída de estrada neste rali em nada mancha a exibição na prova e ao longo desta época. Felizmente, ainda conseguiram terminar e recolher pontos, estando tudo em aberto quanto às contas finais. Agora, cabe à equipa recuperar o KIA, para que estejam já a discutir a vitória no próximo rali!”.

    Por último, o “patrão” da MNE Sport enfatiza “o enorme o esforço que a nossa equipa tem feito, com provas fim-de-semana atrás de fim-de-semana. É muito cansativo, um calvário logístico e a FPAK tem de repensar por completo os calendários para 2024”.

    De tal forma assim é, que a MNE Sport enfrenta já este fim-de-semana a última prova de Montanha e apresentar-se-á na Rampa de Boticas com 4 pilotos.

  • The Racing Factory discutiu taco-a-taco supremacia no Rali da Água

    The Racing Factory discutiu taco-a-taco supremacia no Rali da Água

    O Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves Verín, penúltima prova da temporada do Campeonato de Portugal de Ralis, foi palco de mais uma demonstração de força da The Racing Factory.

    Numa temporada em que o fator sorte nem sempre esteve presente, a equipa tem demonstrado toda a sua qualidade e garra, ultrapassando todos os momentos difíceis e estando, como sempre, na discussão das vitórias e dos títulos.

    A vitória escapou por muito pouco à TRF, num rali que, para além das condições meteorológicas dantescas, teve ainda alguns incidentes que influenciaram o desenrolar da prova, sobretudo por causa de decisões tomadas que, no mínimo, poderão ser consideradas pouco condizentes com a defesa da verdade desportiva.

    Em termos desportivos, Armindo Araújo e Luís Ramalho estiveram simplesmente brilhantes, provando porque, entre os dois, seguem dentro do Skoda Fabia RS dez títulos nacionais!

    Ao ataque desde o quilómetro inicial, Armindo Araújo assumiu-se como o primeiro líder do rali e transformou-se num dos dois protagonistas de um duelo incessante pela vitória, com a diferença entre ele e Kris Meeke a nunca ser superior a 7,8 segundos e a liderança a mudar de dono cinco vezes ao longo das 10 classificativas da prova.

    A atribuição de tempos administrativos na Power Stage, correspondente à segunda passagem por uma especial onde, na passagem inaugural, Armindo Araújo tinha sido claramente mais rápido, bem como a anulação, já depois da prova ter terminado, de um controlo horário onde o seu adversário direto entrou por avanço, a exemplo de outros pilotos, o que, obrigatoriamente e em condições normais de cumprimento escrupuloso do regulamento, o penalizaria fortemente, acabaram por ser fatores que prejudicaram a possibilidade de Armindo Araújo vencer a prova, conseguindo, mesmo assim um excelente 2º lugar, o que coloca a dupla da The Racing Factory com reais possibilidades de ir ao Rali Vidreiro disputar a revalidação do título.

    Quanto a Victor Senra, o consagrado multicampeão galego não deixou créditos por mãos alheias e esteve sempre na luta pelos lugares de topo, concluindo o duro rali no 4º lugar, contribuindo assim para um excelente resultado de conjunto da The Racing Factory.

    No final, Aloísio Monteiro, CEO da TRF, assumia um misto de satisfação e indignação pelo desenrolar e desfecho da prova:

    “Estamos obviamente muito orgulhosos com a demonstração de capacidade e competitividade da nossa equipa e dos nossos pilotos. O Armindo voltou a provar que é um piloto com um ritmo de Mundial e merecia a vitória, sem qualquer dúvida. Quanto ao Victor Senra, foi um orgulho para a equipa tê-lo connosco e foi um prazer ver como foi capaz de ombrear com os melhores pilotos nacionais, mesmo sem conhecer o carro e o rali. Mas, não podemos deixar de expressar a nossa indignação com tudo o que sucedeu e com as decisões tomadas que, no nosso entender, falsearam a verdade desportiva e prejudicaram de forma clara o Armindo, o Luís e a nossa equipa. Tudo tentamos para fazer ver à organização quão errado estava a ser a sua atuação, infelizmente sem sucesso. Resta-nos agora analisar e agir consoante a regulamentação nos permita, junto das autoridades. Mas, aconteça o que acontecer, a verdade desportiva deste campeonato está já em causa!”

  • Pedro Silva: “estamos orgulhosos do que fizemos no Rali da Água”

    Pedro Silva: “estamos orgulhosos do que fizemos no Rali da Água”

    No difícil Rali da Água Transibérico Chaves-Verín Pedro Silva e Roberto Santos, a dupla da Beira Baixa que tripulou uma vez mais o Peugeot 208 Rally4 da Domingos Sport, alcançou um suado mas positivo quinto lugar nas contas do Campeonato Português de Ralis 2RM.

    Com um ritmo cada vez mais alto e com os adversários a estarem presentes em todas as provas, Pedro Silva e Roberto Santos foram obrigado a voltar ao ritmo logo de início, mas sem as condições necessárias para lutar com os 4 da frente. 

    Pedro Silva admite: “com as condições climatéricas que tínhamos era impossível fazer melhor sem 4 pneus de chuva como tinham os adversários, no fundo temos que estar orgulhosos do excelente trabalho que fizemos, apenas com 2 pneus de chuva na traseira e com pneus de seco na frente. Não há milagres. O vendedor de pneus não tinha de chuva suficientes e houve quem tivesse e outros não, são Ralis. Na parte final do Rali o nosso amigo e adversário Nuno Coelho cedeu nos dois pneus macios, que não são chuva mas que ajudaram e acabámos por conseguir segurar o Top5. Fica para a história mais uma Super Especial ganha a par do Gonçalo Henriques. Quero agradecer bastante a minha equipa #PS39 que estiveram sempre a apoiar nos e chovesse ou não eles não desarmaram pé, esta foi para eles”.

    A última prova do Campeonato será o Rali Vidreiro na Marinha Grande.

    ” Infelizmente a presença no Vidreiro não está garantida, o budget não foi o suficiente, a época é muito cara e agora para irmos lutar no Rali Vidreiro precisamos de apoios Extra para estar presentes. Se alguém quiser contribuir para essa presença estamos disponíveis para conversar. A nossa participação é vital para podermos defender um lugar no Top 5 final do campeonato. Mas, desde já, quero deixar uma palavra aos nossos parceiros que nos permitiram lutar contra os melhores e levar as nossas cores muito longe. Está a ser uma grande época e o mérito é deles que acreditaram no nosso projeto”. Obrigado”. 

  • Armindo Araújo: “Foi pena não podermos ter disputado a Power Stage e termos estado muito tempo parados na entrada para a Super Especial”

    Armindo Araújo: “Foi pena não podermos ter disputado a Power Stage e termos estado muito tempo parados na entrada para a Super Especial”

    Armindo Araújo, navegado por Luís Ramalho, teve uma atuação de elevado nível no Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves Verin, e por menos de dois segundos não levou de vencida a penúltima prova do Campeonato de Portugal de Ralis onde mostrou claramente que, de entre os pilotos candidatos ao título, foi sempre o piloto mais rápido. 

    Partindo na liderança para a derradeira etapa, os campeões nacionais venceram cinco das nove especiais disputadas (a Power Stage foi neutralizada) e travaram uma escaldante luta pela vitória até ao último metro da Super Especial de Chaves. “Fizemos um excelente rali e mesmo que não tenhamos conseguido segurar a vitória, por apenas 1.8s, saímos daqui muito satisfeitos pois fomos extremamente competitivos durante todas as especiais. Fizemos um excelente trabalho nas afinações do nosso Skoda e tivemos sempre uma boa escolha de pneus. Foi pena não podermos ter disputado a Power Stage e termos estado muito tempo parados na entrada para a Super Especial, ao contrário do nosso principal adversário. Penso que foi esse a momento chave para o desfecho deste rali”, disse no final Armindo Araújo. 

    Com o segundo lugar final e sendo dos quatro principais pilotos quem mais pontos amealhou em Chaves, Armindo Araújo parte para o Rali Vidreiro com hipóteses de poder lutar pela revalidação do título, facto que, por si só, deixa o piloto tirsense altamente satisfeito. “Independentemente do que possa acontecer na Marinha Grande, chegarmos à última prova com a possibilidade de ainda sermos campeões é já uma grande vitória. Tal como fizemos nas cinco provas que disputamos desde o regresso, vamos pensar no melhor resultado possível, dar o máximo e no final logo veremos em que posição terminamos este CPR de 2023. Podem contar connosco para lutarmos como sempre pela vitória no Rali Vidreiro”, garantiu. 

    O Rali Vidreiro Centro de Portugal vai para a estrada nos próximos dias 13 e 14 de outubro e dará por terminada mais uma temporada do Campeonato de Portugal de Ralis. 

  • Miguel Correia: ““Chegámos a Chaves com a sensação que seria um rali difícil. Confirmou-se!”

    Miguel Correia: ““Chegámos a Chaves com a sensação que seria um rali difícil. Confirmou-se!”

    A penúltima prova do Campeonato de Portugal de Ralis acabou por não contribuir com o resultado desejável para Miguel Correia e Jorge Carvalho, embora as contas finais só possam ser feitas após a derradeira prova do ano, o Rali Vidreiro a 13 e 14 de outubro.

    A ARC Sport e a dupla do Skoda Fabia Rally2 evo estão confiantes que possam terminar no topo do campeonato.

    “Chegámos a Chaves com a sensação que seria um rali difícil. Adversários mais experientes, meteorologia a complicar! Confirmou-se! Mas saímos na liderança do CPR, competição que lideramos desde a segunda ronda, doa a quem doer! Não prometo que consigamos ganhar, porque respeito os meus adversários, mas vamos dar o nosso melhor. Se podemos sonhar, também podemos tornar os nossos sonhos realidade e, durante um mês, vamos sonhar”, disse Miguel Correia.

    Apesar dos diversos problemas que afetaram a prestação da equipa, a estrutura de Aguiar da Beira vai para a última prova do ano com total confiança em alcançar resultados positivos.

  • Hugo Lopes sagra-se Campeão Júnior de Ralis

    Hugo Lopes sagra-se Campeão Júnior de Ralis

    O jovem piloto viseense garantiu no Rali da Água o título de Campeão de Portugal Júnior de Ralis e a conquista da Rally&You Cup, competição organizada pela Sports&You em parceria com a FPAK.

    O Rali da Água, realizado no passado fim-de-semana em Chaves e Verín, fez jus ao nome e foi realizado sob condições climatéricas bastante complicadas para os concorrentes, onde a imprevisibilidade da meteorologia dificultou a escolha de pneus e setup. 

    Hugo Lopes, 2º classificado no Rali entre os concorrentes do CPR-2RM, afirma que “num rali com as condições meteorológicas tão incertas, acabámos por fazer uma má escolha de setup no início do 2º dia de prova, pois esperávamos os pisos mais molhados e isso fez-nos perder algum tempo. Durante a parte da tarde voltámos a ter um carro competitivo e com um ritmo que nos permitia lutar pela vitória.
    Não conseguimos recuperar o tempo perdido, porém o resultado acaba por ser positivo, pois o objetivo para este rali era acima de tudo garantir já o Campeonato Júnior e a Rally&You Cup e amealhar o máximo de pontos possíveis para o CPR-2RM, onde somos líderes!
    “.

    Tiago Neves acrescenta ainda que: “Com muita chuva e lama, tivemos de ser inteligentes e gerir emoções para conseguirmos concluir a nossa “missão” principal já neste rali! Estamos muito contentes e orgulhosos e, agora, ainda mais motivados por partimos para o próximo desafio totalmente focados na vitória!“

    “Um agradecimento especial a toda a equipa que tem sido sempre incansável para nos proporcionar o melhor carro para lutar pelas vitórias, aos nossos patrocinadores por acreditarem neste projeto e ainda a todos os que nos apoiam em todos os momentos!” declara Hugo Lopes.

    A última prova do Campeonato, o Rallye Vidreiro, realiza-se nos dias 13 e 14 de outubro na Marinha Grande, com a certeza de que será um enorme espetáculo onde os diversos Campeonatos serão discutidos até ao último segundo.

  • Ernesto Cunha: “este 4º lugar não era de todo o resultado que queríamos”

    Ernesto Cunha: “este 4º lugar não era de todo o resultado que queríamos”

    Apesar de entrarem confiantes e com a vitória em mente no Rali da Água Transibérico, Ernesto Cunha e Rui Raimundo não tiveram uma prova isenta de dificuldades. Um arranque atribulado na Especial de Qualificação e obstáculos na escolha de pneus fizeram com que a equipa não conseguisse ir além do 4º posto no Campeonato de Portugal de Ralis 2 Rodas Motrizes.

    A luta de Ernesto Cunha e Rui Raimundo iniciou-se logo na Especial de Qualificação, onde uma saída de estrada impossibilitou a equipa de marcar um tempo que lhe permitisse uma boa posição em estrada para a partida do rali.

    Já com alguma desvantagem, as dificuldades voltaram a revelar-se no primeiro dia após uma escolha errada de pneus, como indica o piloto: “Optámos por um composto de chuva e acabou por não chover no primeiro dia de prova, o que nos dificultou a tarefa que já não estava positiva. No segundo dia conseguimos melhorar um pouco o andamento, mas ainda assim, tivemos de gerir a utilização destes pneus de chuva, pois houve uma grande dificuldade dos fabricantes em disponibilizar stock às equipas. Nunca conseguimos lutar pelo rali nas melhores condições precisamente por esta falta de pneus.”

    “Foi um rali com condições climatéricas muito difíceis e onde este 4º lugar nas 2 Rodas Motrizes não era de todo o resultado que queríamos”, refere Ernesto Cunha que, apesar da classificação aquém das expectativas, ainda mantém aceso o desejo de vencer a última prova da época e renovar o título de Campeão de Portugal de Ralis 2 Rodas Motrizes.

    As contas do título ficaram mais difíceis para Ernesto Cunha e Rui Raimundo, mas ainda se mantêm em aberto até à última prova do campeonato. O desafio final está marcado para 13 e 14 de outubro no Rali Vidreiro Centro de Portugal.

  • Rally Serras de Fafe junta-se ao promotor WRC na preservação de Património Mundial da UNESCO

    Rally Serras de Fafe junta-se ao promotor WRC na preservação de Património Mundial da UNESCO

    A organização do Rally Serras de Fafe, Felgueiras, Boticas, Vieira do Minho e Cabeceiras de Basto, prova que nos últimos anos tem integrado o calendário do ERC (European Rally Championship), subscreveu o compromisso assumido pelo promotor WRC junto da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) que garante a preservação dos locais de Património Mundial natural e misto em qualquer país onde sejam realizados ralis, quer do ERC quer do WRC (World Rally Championship).

    O Demoporto – Clube de Desportos Motorizados do Porto, responsável pela estrutura desportiva do rali do ERC sediado no concelho de Fafe, juntou-se ao promotor WRC na defesa de locais definidos como Património Mundial da UNESCO, ainda que na atualidade a prova portuguesa não inclua qualquer área classificada no seu itinerário.

    “Sempre fomos acérrimos defensores, tal como os nossos parceiros de longa data e patrocinadores, tanto da sustentabilidade ambiental como do património, pelo que apenas poderíamos dizer ‘sim’ ao promotor do ERC na defesa dos mesmos valores”, comentou Carlos Cruz, presidente do Demoporto.