Categoria: Ralis

  • Daniel Amaral: “fiquei surpreendido pela positiva com o nosso andamento no Rally de Lisboa”

    Daniel Amaral: “fiquei surpreendido pela positiva com o nosso andamento no Rally de Lisboa”

    Daniel Amaral e Joel Lutas rubricaram uma exibição de bom nível na edição 2023 da prova lisboeta, levando o seu Toyota GR Yaris RZ ao Top 10 dos R3N, terminando a bater à porta do Top 20 da geral.

    Passada que está quase uma semana sobre o evento onde se decidiu a Taça de Portugal de Ralis, chegou o tempo de um balanço quanto à estreia de Daniel Amaral no banco do piloto de um carro de ralis.

    “O balanço do rali foi muito positivo. Fiquei surpreendido pela positiva com o andamento face aos pilotos do troféu reservado aos GR Yaris e outros com carros do mesmo nível competitivo”.

    O longo Rally de Lisboa foi palco de uma exibição da dupla que ficou marcada pela eficácia. Andamento forte, mas sempre com controlo absoluto, capacidade para ir evoluindo aos comandos do carro nipónico, foco para não cometer erros, foram as bases para conseguir não só terminar a prova, mas numa posição honrosa.

    Para Daniel Amaral, o sucesso deve-se ao facto de “tanto eu como o Joel termos feito um trabalho de casa muito bem feito. Sabíamos que, para os dois, o rali seria uma descoberta, eu no volante e ele na baquet do lado direito, pois o Joel costuma fazer Todo-o-Terreno e é muito diferente dos ralis”.

    No seu caso pessoal, Daniel Amaral realça que “passar do lado direito para o volante é totalmente diferente. Uma coisa é andar de caderno nas mãos, outra, é andar com volante, pedais e a trocar mudanças de velocidade ao mesmo tempo. É uma responsabilidade acrescida e um esforço físico muito maior. Mas foi uma adaptação tranquila, encarei isto como uma experiência única e tentei fazer as coisas o mais profissional possível. Obviamente gostava de continuar a fazer mais alguns ralis mas tudo depende do budget que conseguir arranjar”.

    No fecho do Rally de Lisboa, o piloto agradece “a todos os patrocinadores, porque sem eles nada disto era possível, também ao Joel Lutas, meu navegador ,que me ajudou bastante, à minha família pelo apoio. Quero agradecer ainda aos dois Carlos “Martins e Fernandes” pela ajuda de condução e técnica  e também à equipa Wintech competições pelo carro que pôs para o rally. E no fim de tudo dedicar tudo isto ao meu Pai!”.

  • Jorge Carvalho “Um enorme desafio mas estamos bastante satisfeitos e objetivos mantêm-se intactos”

    Jorge Carvalho “Um enorme desafio mas estamos bastante satisfeitos e objetivos mantêm-se intactos”

    Oriundos de Vila Nova de Poiares, Jorge Carvalho e Fábio Reis rumaram até ao Norte onde apostaram na disputa do Campeonato Start Norte de Ralis. Quando alcançam a metade do campeonato, a dupla do Peugeot 208 R2 preparado e assistido pela Domingos Sport traça um balanço sobre o percurso percorrido.

     “O nosso projeto para este ano passa pelo Campeonato Start Norte e vencermos esta competição. No entanto, temos conseguido bons resultados no Campeonato Promo Norte de Ralis e queremos fixar os nossos objetivos nesses dois campeonatos”, referiu Jorge Carvalho.

    “Partimos para as provas em desvantagem face aos nossos opositores pois desconhecemos as provas, mas isso tem servido para nos prepararmos melhor e mais afincadamente antes das provas e nos reconhecimentos. Começamos o ano com uma prova com características difíceis e com uma meteorologia adversa, mas onde vencemos entre os participantes do Campeonato Start Norte de Ralis. Vencemos também no asfalto de Famalicão e no “mundialista” Rali Terras D’Aboboreira. Conquistámos ainda dois terceiros lugares no Rali de Gondomar e no Rali de Santo Tirso. Estamos na liderança do Start Norte com 32 pontos de vantagem para os nossos opositores”, continuou o piloto.

    “No que ao Campeonato Promo Norte de Ralis diz respeito, inicialmente esta não era a nossa aposta, mas como ao inscrevermo-nos no Start Norte leva a que obrigatoriamente estejamos inscritos no Promo Norte decidimos então empenharmo-nos neste campeonato. Apesar de ainda não termos conseguido vencer, conquistamos um 2º lugar no Rali Terras D’Aboboreira, dois terceiros lugares em Gondomar e Famalicão, um quarto lugar em Vieira do Minho e um quinto lugar em Santo Tirso, que nos leva à liderança com 22 pontos de vantagem sobre o nosso opositor”, referiu o piloto de Vila Nova de Poiares.

    “No ano em que alcanço 20 anos de carreira nos ralis, o balanço que fazemos da metade do campeonato é bastante positivo. Não tem sido tarefa fácil pois a concorrência é muito forte, mas ainda assim o nosso Peugeot tem-se revelado um aliado muito bem afinado e capaz de nos conduzir aos nossos objetivos e a isso temos que agradecer à nossa equipa Domingos Sport por todo o profissionalismo, dedicação e empenho em todas as nossas provas”, disse Jorge Carvalho.

    “Este projeto só é possível graças ao apoio dos nossos patrocinadores, parceiros, amigos, seguidores e fãs. Um enorme bem-haja a todos por nos apoiarem e acreditarem no nosso projeto. Em agosto começa a segunda parte deste campeonato, onde iremos ter por certo, 5 duras batalhas para lutarmos pelas vitórias no asfalto de Mesão Frio, Montelongo (Fafe), Rali da Água (Chaves), Viana do Castelo e Cerveira, mas SEGUIMOS JUNTOS rumo à conquista do Campeonato Start Norte de Ralis e do Campeonato Promo Norte de Ralis 2023. Bem hajam”, concluiu Jorge Carvalho.

  • Paulo Neto: “apesar do acidente, o balanço do Rally de Lisboa é positivo”

    Paulo Neto: “apesar do acidente, o balanço do Rally de Lisboa é positivo”

    Paulo Neto voltou aos comandos do Škoda Fabia Rally2 evo, navegado por Carlos Magalhães. O objetivo do piloto era ganhar ritmo competitivo ao longo dos dez troços do Rally de Lisboa, prova a contar para a Taça de Portugal de Ralis. 

    A prova começou bem, com o sétimo lugar na primeira especial, com o piloto de Sintra a cair para a nona posição na segunda especial, posição onde se manteve ao longo de toda a prova. Mas, a pouco menos de 5 quilómetros do fim da prova, uma saída de pista deitou por terra o esforço da dupla assistida pela ARC Sport. O resultado acabou por ser o menos importante, com muitos dados recolhidos para o resto da época.

    Apesar do desfecho inglório, Paulo Neto gostou da evolução que foi evidenciando ao longo da prova: “O rali não estava a correr mal. Não conhecíamos os troços e esse desconhecimento custou alguns segundos. Os troços eram rápidos e isso também influenciou, pois prefiro troços mais técnicos. O facto de estarmos há muito tempo sem competir no asfalto também pesou. Assim, apostamos numa toada regular, evoluindo a cada troço. Fomos melhorando ao longo do rali, no segundo dia já apresentamos um ritmo interessante, mas na última especial, numa zona mais suja, acabamos por sair de estrada. Os ralis são mesmo assim. O carro ficou um pouco danificado e há alguns estragos a reparar. Felizmente eu e o Carlos não sofremos qualquer mazela do incidente.”

    Quanto à prova em si, Paulo Neto gostou do Rally de Lisboa, elogiando os troços: “São troços rápidos, mas que se tornam desafiantes, o que apreciei particularmente. Como tem algumas zonas mais técnicas, torna-se numa prova completa. Mas requer um bom conhecimento do terreno para tirar o máximo proveito. A nível organizativo, nada a dizer, tudo cinco estrelas. Uma nota apenas para os três dias de prova. Para 100km de ralis, talvez se conseguisse fazer tudo em dois dias e assim diminuir os custos de participação.”

    O balanço final da prova acabou por ser positivo para Paulo Neto, que cumpriu os objetivos propostos: “O balanço da prova acaba por ser relativamente positivo. Sim, o resultado não foi o que pretendíamos, mas voltamos ao asfalto e fizemos um rali perto de casa. O resultado acaba por ser secundário, pois queríamos voltar a ganhar ritmo e dar retorno aos nossos patrocinadores, o que foi feito com sucesso. Fomos melhorando a cada quilómetro e recolhemos informações importantes para o resto do campeonato.”

  • Rui Madeira “o Rally de Lisboa excedeu as minhas expectativas”

    Rui Madeira “o Rally de Lisboa excedeu as minhas expectativas”

    Rui Madeira e Mário Castro estiveram entre os protagonistas principais do Rally de Lisboa, prova onde se disputou a Taça de Portugal de Ralis 2023. Nada limitados por ser a estreia do consagrado piloto com o Citroën C3 Rally2 da Sport & You, estiveram sempre na luta pelo pódio absoluto, terminando a mínguas duas décimas de segundo do terceiro lugar.

    Foi aquilo que se pode considerar uma exibição de grande gabarito. Rui Madeira enfrentou a “nata” dos pilotos portugueses de ralis, muito mais habituados a tripular carros da categoria Rally2 e com muito mais ritmo e nem por um breve momento receou o confronto, competindo de igual para igual, como atestam os tempos entre os três mais rápidos que obteve em cinco das dez classificativas da prova, sendo que nas restantes andou sempre no Top 6.

    Cedo se instalou no 3º lugar da geral e foi protagonizando um duelo sem tréguas com Ricardo Teodósio, com o último degrau do pódio a escapar a Rui Madeira por escassas duas décimas de segundo.

    “O Rally de Lisboa foi uma prova acima das nossas melhores expetativas. Quando há 7 dias atrás me sentei com o meu navegador, para fazer os primeiros kms de teste com o Citroën C3 Rally 2 da equipa Sports & You em Vieira do Minho, estávamos longe de imaginar que poderíamos andar a lutar pelo Top 3 do Rali. Estivemos sempre muito rápidos e estou muito grato à nossa equipa que me ajudou a explorar a máquina sem esquecer o desempenho do meu companheiro da aventura Mário Castro a quem dou nota 20. Este Top 4 é um resultado muito positivo e deixa-me com muita vontade de repetir esta experiência com um carro Rally2 de última geração”.

    Rui Madeira não se olvidou de “dar os parabéns aos vencedores e a todos os concorrentes que contribuíram para o espetáculo, pois a competição foi uma constante ao longo da prova. Quero ainda agradecer a todos os fãs e patrocinadores pelo apoio sentido ao longo da prova. Quero felicitar a forma exemplar do comportamento do público, o profissionalismo de toda a organização do CPKA – Clube de Promoção de Karting e Automobilismo, direção de prova, todos os controladores, staff e, felicito em especial o Humberto Vairinhos por nunca ter desistido de concretizar o sonho da realização deste evento na capital. Estamos confiantes que este Rally vai continuar a crescer em 2024!”.

    O Rally de Lisboa serviu de palco à reedição da dupla que o “mundialista” formou e tempos com Mário Castro. O consagrado navegador fafense destaca “uma prova de grande nível, onde tanto eu como o Rui tínhamos como missão divertirmo-nos ao máximo nesta que era a primeira experiência do Rui com o C3 Rally2. Surpreendentemente conseguimos um andamento muito bom durante todo o rali, sempre na luta pelo pódio e infelizmente foi por muito pouco que não terminamos em 3°. Resta-nos dar os parabéns aos nosso adversários e agradecer todo o apoio que tivemos do público ao longo do rali. Da minha parte um agradecimento especial ao Rui pela confiança nos meus serviços e também a toda a equipa da Sports & You pelo trabalho efetuado”.

    Agora será tempo de Rui Madeira voltar aos ralis “Legend” e aos comandos do seu icónico Mitsubishi Lancer EVOIII. Madeira vai alinhar na edição 2023 do ADAC Eifel Rally Festival, na Alemanha, que se disputa de 27 a 29 de julho.

  • Paulo Roque: “o Penafiel Racing Fest é um evento fabuloso!”

    Paulo Roque: “o Penafiel Racing Fest é um evento fabuloso!”

    Depois de um período de pausa no calendário competitivo, Paulo Roque esteve de regresso aos comandos do Peugeot 208 Rally4, para participar no Rally Taça Joaquim Santos, inserido no Penafiel Racing Fest.

    O piloto entrou com vontade de desfrutar cada quilómetro de prova e o andamento revelou-se sólido, ao ponto de conquistar o 5º posto entre as viaturas de tração dianteira.

    O arranque da prova não foi ao gosto do piloto de Gondomar, mas uma boa capacidade de progressão e motivado pelo ambiente envolvente fizeram com que depressa encontrasse o melhor andamento possível. A partir da segunda especial, Paulo Roque e Tiago Teixeira posicionaram-se no 6º lugar entre as viaturas de tração dianteira e no penúltimo troço cronometrado entraram mesmo no Top 5 para não mais o largar.

    O piloto não esconde a satisfação e promete regressar a esta festa do desporto automóvel: “Este é um rali que já no ano passado gostámos muito de participar e de aproveitar a festa e toda a envolvência. Este ano não começámos da melhor forma, mas fomos encontrando o nosso ritmo contra os pilotos da casa. O ambiente da prova foi de facto fantástico e uma nota de agradecimento à organização, em especial ao Óscar Coelho, pela forma como nos recebeu neste fabuloso evento.”

    Com um balanço positivo desta participação expontânea, Paulo Roque prepara o seu projeto desportivo de forma a voltar a competir no Campeonato de Portugal de Ralis – 2 Rodas Motrizes, com foco em algumas provas da fase de asfalto.

  • Pedro Antunes/Vitor Oliveira garantem vitória convincente em Ourense

    Pedro Antunes/Vitor Oliveira garantem vitória convincente em Ourense

    A dupla portuguesa formada por Pedro Antunes e Vitor Oliveira venceu este fim-de-semana a terceira “etapa” da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2023, que se disputou, pela primeira vez este ano, em território espanhol. O Rallye Ourense ficou marcado por uma acesa luta pelos lugares cimeiros, e, paralelamente, por uma exibição de grande nível de alguns estreantes. Uma vez mais, os Peugeot 208 Rally4 assumiram um papel de destaque formando não apenas o mais relevante lote na lista de inscritos, mas, também, pelo facto de, além das “batalhas” pela Copa, estarem invariavelmente entre o “top ten” à geral.

    A exemplo do sucedido nas anteriores duas rondas desta temporada, os Peugeot 208 Rally4 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA voltaram a mostrar todas as suas capacidades não apenas em termos de performance, mas também no que toca à fiabilidade. A melhor prova do valor das unidades que discutem esta competição monomarca é que das 11 equipas inscritas apenas duas não conseguiram terminar a prova e, curiosamente, ambas na sequência de saídas de estrada: Iago Gabeiras (PEC 3) e Pablo Alonso (PEC 9), piloto que chegou a liderar o rali.

    Depois de ter assegurado o triunfo no Rallye Terras d’Aboboreira, Pedro Antunes voltou a ganhar, desta feita numa prova de asfalto. Todavia, o piloto de Torres Vedras não teve vida fácil. Apesar do seu rival português – Ricardo Sousa, que venceu o Rali de Portugal, não foi além do nono lugar final – ter ficado arredado da luta pela vitória numa fase muito prematura do evento, foram duplas espanholas que acabaram por dar mais trabalho àquele que viria a ser o vencedor do rali, e que viu serem acrescentados 10s de penalização ao seu tempo total, após o impacto numa chicane na Super Especial.

    Alex Espanhol/José Gonzalez (vencedor das duas rodas motrizes no Super Campeonato de Espanha) e Santiago Garcia/Nestor Casal – que por esta ordem acompanharam Antunes/Oliveira no pódio final – foram apenas duas das várias equipas que passaram pelos lugares cimeiros, sendo que Espanhol (3), Antunes e Sergi Perez (4) – outro dos pilotos em destaque ao longo o rali e que terminaria no quarto posto  –  foram os que mais especiais venceram.

    Merece ainda referência o facto de esta ter sido a estreia na PEUGEOT RALLY CUP de Alex Espanhol, que, findo este Rallye de Ourense, celebrou não apenas a conquista do segundo lugar, mas, adicionalmente, a vitória entre os “Junior”.    

    Com este resultado, Pedro Antunes alargou a sua vantagem na liderança da Peugeot Rally Cup Ibérica 2023, assumindo, agora que a época está exatamente a meio, uma muito forte candidatura à vitória final, ao somar, até ao momento, dois triunfos e um quarto lugar. Caberá à concorrência tentar recuperar tereno nas três rondas que estão por disputar, sendo que para fechar a época terão, nada mais nada menos que, o Rali da Catalunha, prova pontuável para o Mundial da especialidade. 

    Concluído este terceiro embate da temporada, as equipas apontam baterias para aquela que se apresenta como uma das exigentes jornadas de asfalto do ano, o Rali Vinho Madeira, na estrada entre os dias 3 e 5 de Agosto.

    Classificação (PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA #3)

    1º Pedro Antunes/Vitor Oliveira, 1h4611m6s

    2º Alex Espanhol/José Gonzalez, a 37,4s

    3º Santiago Garcia/Nestor Casal, 1m48,5s

    4º Sergi Perez/Lorena Romero, a 2m43,4s

    5º Manuel Fernandez/Alejandro Cid, a 2m55,7s

  • Ernesto Cunha no Rali de Lisboa em busca do triunfo

    Ernesto Cunha no Rali de Lisboa em busca do triunfo

    Com figurino renovado e com inúmeros pontos de interesse próximos da capital, o Rali de Lisboa vai para a estrada já a partir da próxima sexta-feira, 16 de junho. Ernesto Cunha e Rui Raimundo aproveitam o período de pausa no Campeonato de Portugal de Ralis para participarem nesta tirada competitiva e estão de olhos postos na vitória entre as equipas das Duas Rodas Motrizes.

    Os atuais líderes do Campeonato de Portugal de Ralis 2 Rodas Motrizes já iniciaram a sua preparação para o Rali de Lisboa, prova da Taça de Portugal de Ralis que irá servir de palco no regresso da equipa aos pisos de asfalto. A dupla do Peugeot 208 Rally4 procura regressar rapidamente ao ritmo competitivo após o período de pausa, mas sempre com as ambições competitivas elevadas: “Queremos retomar o ritmo nos pisos de asfalto e esta prova integra-se na perfeição no calendário. Além disto, acreditamos que o Rali de Lisboa poderá vir a fazer parte do Campeonato de Portugal de Ralis e desta forma ficamos a familiarizados com o traçado”, começa por referir o piloto.

    Ernesto Cunha, indica ainda: “No que toca à competição, queremos vencer nas Duas Rodas Motrizes, mostrando que estamos fortes e que temos condições para continuar a lutar pelo campeonato.”

    Nesta prova candidata ao Campeonato de Portugal de Ralis 2024, a lista de inscritos promete espetáculo na estrada, contando com quase 70 equipas inscritas. A ação em estrada começa já na manhã de sexta-feira, 16 de junho, com o Free Practice e Qualifying em Torres Vedras, que irá definir a ordem de partida e a partida cerimonial está marcada para as 20:30h na Torre de Belém.

  • Ricardo Teodósio e José Teixeira  defendem título em Lisboa

    Ricardo Teodósio e José Teixeira  defendem título em Lisboa

    A dupla Ricardo Teodósio – José Teixeira vai este fim-de-semana defender o título de vencedores da Taça de Portugal de Ralis, em Lisboa. Os algarvios que o ano passado triunfaram na competição organizada pela FPAK, vão marcar presença no evento disputado na capital ao volante do Hyundai i20 N Rally2 com objetivos bem definidos, e com foco já na fase de asfalto do Campeonato Portugal de Ralis.

    “Naturalmente que estamos muito satisfeitos de ter conseguido garantir a participação na Taça de Portugal e assim tentar defender o título alcançado na temporada passada. Agradecemos o esforço feito pelo Team Hyundai Portugal e de todos os patrocinadores que viabilizaram esta participação. Sabemos que vai ser um rali difícil, com muita competição e que por isso nos vai obrigar a apresentar o nosso melhor ritmo. Este rali será também um teste ao nosso ritmo em asfalto, tendo em conta as nossas ambições ao título de Campeões Nacionais, uma vez que a temporada disputada sobre essa superfície se inicia dentro de 15 dias, em Castelo Branco”, esclareceu Ricardo Teodósio.

    José Teixeira mostra-se confiante para o Rally de Lisboa e para toda a fase de asfalto: “Fechámos o capítulo terra da nossa temporada e iniciamos agora a fase de asfalto onde nos sentimos bastante confortáveis. Por isso vamos tentar renovar o título na Taça de Portugal e preparar da melhor forma o ataque ao título de Campeões Nacionais.” O Rali de Lisboa disputa-se entre amanhã e domingo e tem como sede a Doca de Pedroços, em Lisboa. A partida da prova, cerimónia de pódio e Parque Fechado terão lugar junto ao Padrão dos descobrimentos.

  • TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup: Rally de Lisboa será o primeiro desafio em asfalto

    TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup: Rally de Lisboa será o primeiro desafio em asfalto

    O Rally de Lisboa (16/18), marca a estreia da TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup 2023 nos pisos de asfalto, numa altura em que alcança a sua metade da época com uma diferença de apenas dois pontos a separar o líder dos dois adversários mais diretos. Num rali novo para todos e face ao elevado nível de equilíbrio em termos de andamentos, será de prever muita emoção do princípio ao fim, até porque ainda está tudo por decidir e não faltam candidatos, quer à disputa dos primeiros lugares quer a recuperar pontos na tabela classificativa.

    Três ralis e três vencedores diferentes é o balanço que ilustra na perfeição a competitividade e o interesse despertados por esta Toyota Gazoo Racing Iberian Cup que chega à prova disputada nos arredores de Lisboa com a dupla Bruno Bulacia/Alex Coronado (CSM Automoció) na primeira posição, depois de ter dominado e ganho o Rali Terras D’Aboboreira, em finais de abril. O piloto boliviano conseguiu nessa prova a pontuação mais elevada (21+6 pontos) até agora, ganhando, no somatório total, uma margem de dois pontos relativamente a Sergi Francoli/Javier Moreno (CSM Automoció) e a Ricardo Costa/Rui Vilaça (Macedo & Macedo GTW Racing). Deste trio, Bulacia é o único a somar uma desistência, em Fafe – mesmo assim somou 7 pontos extra –, já que tanto Francolí como Costa estiveram à chegada nas três provas e o espanhol ainda conta com uma vitória, em Fafe. 

    Alberto Monarri (IPPON Motor Valés), também com três resultados, é outro dos pilotos mais regulares, registando, na quarta posição da tabela classificativa, uma desvantagem de 10 pontos face ao líder Bulacia e menos dois para o duo perseguidor do boliviano. O atual “top 5” encerra com Daniel Berdomás (Grupo Breogán), o outro piloto que também já venceu (Rali da Auga) esta época, depois de começá-la com um nono lugar em Fafe e, mais recentemente, não logrou concluir o Rali Terras D’Aboboreira. Embora com menos 21 pontos – das 8 provas contam os 6 melhores resultados, descartando-se um em Portugal e um em Espanha –, o piloto do Grupo Breogán não deixa de ser legítimo pretendente aos lugares cimeiros. Somando apenas menos 5 pontos que Berdomás, na sexta posição, Pedro Lago Vieira (Toyota Caetano Auto) também reúne condições para melhorar o seu desempenho, tal como Miguel Campos (Macedo & Macedo), que nesta primeira parte da época esteve abaixo das expetativas, ao contabilizar uma desistência (Fafe) um 9º e um 4º lugar. O piloto de Famalicão figura, deste modo, atrás do francês Jean-Michel Raoux (WINTech Competição), que somará, em Lisboa, a segunda ausência consecutiva, e em igualdade pontual com José Mulero (Labasa).

    Na décima posição surge Javier Villa (Asturhíbrido), separado por escassos pontos de Pierre Lafay (CHL Sporauto) e de Isaac Vera (KOBE Motor), que não se inscreveram neste Rally de Lisboa, e ainda de Albert Llovera (PCR Sport Club Esportiu). Joan Sabater (CSM Automoció) e Manu Gascou (Macedo & Macedo GTW Racing), ambos com uma pontuação, fecham a tabela classificativa, na qual Jonathan Rieu (WINTech Competição) não soma qualquer ponto.

    Com 10 classificativas (100,86 km), o Rally de Lisboa arranca na sexta-feira, com o Qualifying (11:30) e o Shakedown (13:45/15:15), na região de Torres Vedras. Com sede na Doca de Pedrouços, em Lisboa, onde está localizado o Parque de Assistência, a prova organizada pelo CPKA tem início na manhã de sábado, pelas 9:00, com os troços de Vila Franca de Xira 1 (8,66 km), Alenquer 1 (16,43 km) e Vinhos de Lisboa 1 (5,26 km). De tarde, os pilotos repetem aqueles três troços cronometrados e ainda uma passagem por Montejunto (9,08 km). No domingo disputam-se as últimas três classificativas, Loures (5,343 km), Transgrua (15,97 km) e ESC Online (9,77 km), sendo o final da prova às 13:39, junto ao Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa.

  • Paulo Neto de regresso no Rali de Lisboa

    Paulo Neto de regresso no Rali de Lisboa

    Paulo Neto está de volta aos ralis. Depois de uma pausa na competição, que motivou a ausência no Rali de Portugal, o piloto de Sintra retorna aos comandos do Skoda Fabia R5 Evo, navegado por Carlos Magalhães, para voltar a sentir as sensações do asfalto. 

    Depois dos primeiros ralis em terra terem trazido muitos desafios, Paulo Neto regressa ao asfalto, uma superfície onde se dá bem. Após um mês de interregno, o piloto prepara a segunda metade do Campeonato de Portugal de Rali na prova Lisboa, que conta com uma lista de inscritos de luxo, num rali que motiva cada vez mais interesse por parte dos pilotos de topo nacional. É assim uma excelente oportunidade para voltar ao ativo, num rali cujos troços desconhece, mas para o qual parte motivado e entusiasmado:“Já sentia falta da competição e este Rali chega numa ótima altura, pois podemos começar a preparação para as provas de asfalto, com o Rali de Castelo Branco à porta e o Rali da Madeira também a aproximar-se a passos largos. Já não corro no asfalto desde outubro e uma readaptação é sempre necessária, pelo que este rali enquadra-se de forma perfeita no nosso planeamento.”

    A participação no Rali de Lisboa já estava pensada desde o início do ano. A proximidade da prova, a organização e o retorno, tornam o rali apelativo, mais ainda com a presença de nomes fortes, fatores que aguçaram o interesse do piloto:“Desde o início desde ano que já tinha pensado fazer o Rali de Lisboa. O centro nevrálgico do rali é perto de casa, apesar dos troços serem um pouco mais afastados e de não os conhecer. Mas esta proximidade é boa, pois correr perto de casa permite até que pessoas mais próximas possam ver ao vivo as nossas prestações. Além disso, é um rali que tem recebido elogios pela sua organização e retorno”.

    Os objetivos para este fim de semana são semelhantes aos que o piloto Paulo Neto se tem proposto ao longo deste ano: fazer o melhor possível, sem apontar a um lugar em específico.

    “Creio que iremos enfrentar troços rápidos, mas não sei ao certo o que vou encontrar, pois não os conheço. Eu prefiro traçados mais técnicos, mas acredito que poderemos ser competitivos. Apesar de não delinear objetivos específicos, vamos tentar fazer o nosso melhor, sabendo que o nível da competição é elevado.”

    Paulo Neto vai iniciar os trabalhos amanhã (quinta-feira) com os reconhecimentos nesta prova que conta com 69 inscritos, com início marcado para 16 de junho, com o qualifying, seguindo-se 11 especiais cronometradas, sete no sábado e três no domingo.