Categoria: Ralis

  • Rúben Rodrigues: «Gerir e manter o foco foi a tarefa mais difícil»

    Rúben Rodrigues: «Gerir e manter o foco foi a tarefa mais difícil»

    Piloto açoriano superou problemas eletrónicos no Toyota GR Yaris Rally2, garantiu o segundo lugar entre os concorrentes do CPR no Rali da Madeira e reforçou a liderança do campeonato.

    Rúben Rodrigues saiu do Rali da Madeira com a liderança do Campeonato de Portugal de Ralis reforçada, depois de conquistar o segundo lugar entre os concorrentes do Nacional numa prova marcada por problemas eletrónicos. O piloto açoriano partiu para a ilha determinado a discutir a vitória, mas percebeu desde a PEC3 que as limitações sentidas no Toyota GR Yaris Rally2 condicionariam as suas ambições.

    “Fomos ao Rali da Madeira com o objetivo claro de lutar pela vitória no CPR. Contudo, desde a PEC3 percebemos que a eletrónica do nosso carro nos iria condicionar até ao fim. Restou-nos aceitar a situação e tentar manter o segundo lugar”, explicou Rúben Rodrigues.

    O trabalho desenvolvido pela ARC Sport permitiu resolver o problema e completar o segundo dia sem novos contratempos. A dupla conservou de forma segura a posição e somou pontos importantes para as contas do título: “Conseguimos manter o segundo lugar de forma clara e folgada, o que nos permite continuar na liderança do Campeonato de Portugal de Ralis. Gerir e manter o foco é, talvez, a tarefa mais difícil neste desporto, e é incrível aquilo que a ARC Sport consegue fazer”, salientou.

    Rúben Rodrigues deixou ainda uma palavra de reconhecimento a toda a estrutura pelo esforço realizado durante uma das provas mais exigentes da temporada: “Obrigado à equipa. Foi um rali muito duro também para vocês, mas nunca desistiram nem baixaram os braços. Obrigado, Madeira: somos sempre recebidos com muito carinho nesta fantástica ilha”, concluiu.

    Após a jornada madeirense, Rúben Rodrigues lidera o CPR com 100 pontos. Pedro Almeida ocupa o segundo lugar, com 80, enquanto Armindo Araújo ascendeu ao terceiro posto, com 67.

  • Fábio Santos: «Queremos chegar ao Rali Vidreiro na máxima força»

    Fábio Santos: «Queremos chegar ao Rali Vidreiro na máxima força»

    Piloto leiriense regressou à competição no APCAR Rally Series Stars, em Vale de Cambra, demonstrando andamento para discutir os lugares cimeiros das duas rodas motrizes antes de um problema no alternador condicionar a prestação.

    Fábio Santos e Gonçalo Palmeiro estiveram em destaque no APCAR Rally Series Stars, disputado em Vale de Cambra, naquela que marcou uma nova etapa no desenvolvimento do Citroën Saxo Cup e o regresso do piloto leiriense à competição. Depois de várias alterações realizadas ao longo do último ano, a dupla aproveitou a prova para testar o carro em condições reais e afinar as diferentes soluções introduzidas.

    “O carro foi sofrendo várias alterações durante o ano passado e também este ano. Chegou a altura de o colocar na estrada e perceber, num verdadeiro ambiente de competição, o que ainda precisava de ser afinado e se todas as soluções resistiam às exigências de um rali”, explicou Fábio Santos.

    Quando a mecânica correspondeu, a dupla assinou tempos ao nível dos melhores e manteve-se na discussão pelos lugares cimeiros da Classe 2WD e da Taça Rally Series 2RM. Contudo, o elevado regime de rotação acabou por provocar um curto-circuito no alternador, condicionando a prestação do Citroën Saxo Cup. Ainda assim, Fábio Santos e Gonçalo Palmeiro concluíram a prova no sétimo lugar entre os 2WD e no primeiro posto da Taça.

    Rali Vidreiro é o grande objetivo

    O projeto desportivo está a ser desenvolvido em torno de participações selecionadas, com o objetivo de preparar a dupla para o Rali Vidreiro, a prova “de casa”: “Estamos a preparar tudo para atacar no Rali Vidreiro. É aí que vamos colocar todas as fichas e queremos chegar na máxima força, para discutir com os melhores carros das duas rodas motrizes”, afirmou o piloto.

    Antes disso, está prevista nova participação em setembro e existe ainda a possibilidade de a equipa disputar, em outubro, um rally sprint em Espanha: “Não pretendemos fazer campeonatos completos. Queremos apostar em eventos cirúrgicos, que nos permitam evoluir e, ao mesmo tempo, chegar a mais pessoas e aos patrocinadores. Estamos a procurar trabalhar o projeto num patamar diferente”, acrescentou.

    Fábio Santos deixou ainda elogios ao evento e ao cenário encontrado em Vale de Cambra: “Foi um evento fantástico. Fiquei deslumbrado com a Serra da Freita. Foi verdadeiramente incrível”, concluiu.

  • Marco Oliveira: «O Rali da Madeira demonstrou, uma vez mais, por que é uma prova mítica»

    Marco Oliveira: «O Rali da Madeira demonstrou, uma vez mais, por que é uma prova mítica»

    Apesar de um problema na bomba de gasolina logo na etapa inicial do Rali da Madeira ter obrigado ao recurso ao Super Rally, Marco Oliveira e Ricardo Sousa levaram o Škoda Fabia N5 da Navaldouro concluíram uma das provas mais exigentes do calendário nacional.

    Marco Oliveira e Ricardo Sousa terminaram o Rali da Madeira com um balanço positivo, conquistando a vitória no grupo P4-17 e ficando à porta do Top 30 entre as 67 equipas que concluíram a prova. A participação da dupla da Navaldouro começou condicionada pela anulação da primeira classificativa, precisamente uma das especiais em que Marco Oliveira esperava tirar maior partido do Škoda Fabia N5.

    Depois do segundo troço, um problema na bomba de gasolina obrigou a equipa a abandonar a primeira etapa e a recorrer ao Super Rally para regressar à competição no dia seguinte: “Mais uma vez, o Rali da Madeira demonstrou por que é uma prova mítica. No primeiro dia tivemos a infelicidade de ver anulada a primeira classificativa, que era um dos troços que mais queríamos disputar. Depois da segunda especial, surgiu um problema na bomba de gasolina e fomos obrigados a recorrer ao Super Rally”, explicou Marco Oliveira.

    Com a viatura novamente em condições, a dupla conseguiu aumentar o ritmo e recuperar posições durante a derradeira etapa: “No segundo dia tudo correu melhor. Conseguimos impor um ritmo próximo daquele a que estamos habituados, embora ainda seja necessário trabalhar em algumas afinações. Na Madeira, as subidas provocam alguma perda de potência, sobretudo no nosso carro, que não dispõe de afinações automáticas”, acrescentou.

    Apesar das vicissitudes, Marco Oliveira e Ricardo Sousa alcançaram a bandeira de xadrez, venceram o grupo P4-17 e terminaram muito próximos dos 30 primeiros da classificação geral: “O balanço foi positivo. A nossa missão voltou a passar por dar espetáculo e fazer o público vibrar. Foi mais uma participação muito agradável e ficamos já à espera do próximo ano”, concluiu Marco Oliveira.

  • Santa Maria pode coroar Luís Miguel Rego campeão dos Açores

    Santa Maria pode coroar Luís Miguel Rego campeão dos Açores

    O XLV Explore Santa Maria Rallye disputa-se nos dias 7 e 8 de agosto, com 57 equipas inscritas e uma intensa luta prevista nas duas rodas motrizes.

    O Campeonato dos Açores de Ralis prossegue este fim de semana com a realização do XLV Explore Santa Maria Rallye, sexta prova da temporada de 2026. A jornada terá 195 quilómetros de extensão total, dos quais 88,92 serão disputados contra o cronómetro, e poderá consagrar antecipadamente Luís Miguel Rego como campeão açoriano.

    O piloto precisa de vencer para garantir o título e parte como grande favorito, sendo o único concorrente inscrito aos comandos de uma viatura Rally2.

    Bem mais equilibrada promete ser a discussão entre os concorrentes das duas rodas motrizes. Rafael Botelho chega a Santa Maria na liderança do campeonato, mas dispõe de apenas três pontos de vantagem sobre Pedro Câmara, que regressa após ter falhado a ronda anterior.

    Gustavo Silva será outro dos nomes a acompanhar. O jovem piloto venceu a última prova e tem demonstrado uma evolução consistente, podendo voltar a interferir diretamente na luta pelos primeiros lugares.

    O XLV Explore Santa Maria Rallye será igualmente pontuável para o Troféu de Ralis de Asfalto dos Açores.

  • Pedro Câmara Jr.: «Este segundo lugar demonstra que o trabalho está a dar frutos»

    Pedro Câmara Jr.: «Este segundo lugar demonstra que o trabalho está a dar frutos»

    Jovem açoriano terminou a estreia no Rali da Madeira no segundo lugar absoluto entre as duas rodas motrizes, apesar de disputar apenas o segundo rali em asfalto da carreira com o Peugeot 208 Rally4.

    Pedro Câmara Jr. voltou a confirmar o seu enorme potencial ao conquistar o segundo lugar da classificação geral das duas rodas motrizes na estreia absoluta no Rali da Madeira. Aos 19 anos, e apenas no segundo rali disputado em pisos de asfalto ao volante de um Peugeot 208 Rally4, o piloto açoriano enfrentou com sucesso uma das provas mais exigentes do calendário nacional.

    Pedro Câmara Jr. partiu para a Madeira com o objetivo de chegar ao fim, acumular quilómetros e prosseguir o processo de adaptação ao asfalto. O resultado alcançado acabou por superar claramente as expectativas iniciais: “Sabíamos que este seria um dos maiores desafios da época. Era a minha primeira participação no Rali da Madeira e apenas o segundo rali em asfalto da minha carreira com um Rally4”, explicou.

    “O objetivo era terminar, fazer o máximo de quilómetros possível e continuar a aprender. Sair daqui com um segundo lugar nas duas rodas motrizes deixa-me extremamente feliz e demonstra que o trabalho que estamos a desenvolver está a dar frutos”, acrescentou.

    O resultado surge depois do histórico segundo lugar alcançado na Peugeot Rally Cup Ibérica, no Rally Rías Baixas, e reforça uma temporada marcada pela consistência, pelas vitórias e pelos pódios. Vencedor do FPAK Júnior Team em 2025, Pedro Câmara Jr. tem demonstrado uma capacidade de adaptação pouco comum para a sua idade, afirmando-se progressivamente entre as principais promessas dos ralis portugueses: “Ainda tenho muito para aprender e é exatamente isso que mais me motiva. Cada prova representa uma oportunidade para evoluir, ganhar experiência e construir uma base sólida para o futuro”, destacou.

    O piloto agradeceu ainda à The Racing Factory, aos patrocinadores, à FPAK, à família e a todos os que apoiam o projeto, sublinhando o esforço logístico e financeiro necessário para competir fora dos Açores: “Sem esse apoio seria impossível estar presente nestas provas e continuar a lutar pelo sonho de um dia fazer dos ralis a minha profissão”, concluiu Pedro Câmara Jr.

  • Rafael Cardeira: «É um resultado com sabor agridoce»

    Rafael Cardeira: «É um resultado com sabor agridoce»

    Piloto do Sporting Clube de Portugal venceu a Super Especial entre as duas rodas motrizes, mas uma saída de estrada e problemas de travões condicionaram a luta pelos primeiros lugares no Rali da Madeira.

    Rafael Cardeira e Luís Boiça concluíram o Rali da Madeira no quinto lugar entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis 2 Rodas Motrizes, somando pontos importantes apesar dos vários contratempos enfrentados.

    Ao volante do Peugeot 208 Rally4 preparado pela Wintech Competição, o piloto leonino começou da melhor forma, vencendo a Super Especial Cidade do Funchal e assumindo a liderança da categoria. A prova mudou de rumo na manhã seguinte. Uma abordagem demasiado ambiciosa a uma curva provocou uma saída de estrada e uma perda significativa de tempo. Durante a tarde, os danos resultantes do incidente agravaram problemas no sistema de travagem, obrigando a dupla a cumprir mais de três quilómetros sem travões.

    Rafael Cardeira optou por uma abordagem mais cautelosa no último dia, recuperando progressivamente a confiança e voltando a rodar entre os mais rápidos. O terceiro melhor tempo na segunda passagem por Ponta do Sol confirmou a recuperação de andamento: “Foi um início de rali muito bom, com a vitória na Super Especial. Conseguimos uma boa vantagem e isso deu-nos uma motivação extra”, explicou.

    “No último dia entrámos de forma mais cautelosa para garantir que chegávamos ao fim, mas durante a tarde já conseguimos voltar a imprimir um bom ritmo. É um resultado com sabor agridoce, porque queríamos terminar o Rali da Madeira, mas não na posição em que terminámos”, acrescentou o piloto da Marinha Grande.

    O quinto lugar permitiu minimizar os danos nas contas do campeonato. Rafael Cardeira regressa à competição nos dias 11 e 12 de setembro, no Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín.

  • Furo e saída de estrada travam Anton Korzun no Rali da Madeira

    Furo e saída de estrada travam Anton Korzun no Rali da Madeira

    A Befast Motorsport esteve na discussão pelo pódio do CPR 2RM, mas a dupla Anton Korzun/Pavlo Kononov abandonou na última classificativa depois de uma jornada marcada pelo infortúnio.

    A Befast Motorsport e a dupla Anton Korzun/Pavlo Kononov deixaram o Rali da Madeira de mãos vazias, apesar de terem sido protagonistas na luta por um lugar no pódio das duas rodas motrizes.

    Ao volante do Peugeot 208 Rally4, Anton Korzun encerrou a primeira etapa na terceira posição do CPR 2RM e partiu para o derradeiro dia com a ambição de subir na classificação. Contudo, um furo logo na primeira classificativa de sábado provocou uma perda de cerca de quatro minutos e fez a dupla ucraniana cair para o quinto lugar.

    Anton Korzun e Pavlo Kononov ainda procuraram recuperar terreno, mas o esforço terminou de forma inglória na última classificativa, quando uma saída de estrada ditou o abandono. Um desfecho particularmente amargo para uma equipa que demonstrou andamento para discutir os lugares do pódio durante grande parte da quarta prova do Campeonato de Portugal de Ralis.

    Há ralis assim. A Befast Motorsport vira agora atenções para o Rali da Água Transibérico Eurocidades Chaves-Verín, agendado para 11 e 12 de setembro.

  • Sami Pajari vence na Finlândia e assina histórica dobradinha no WRC

    Sami Pajari vence na Finlândia e assina histórica dobradinha no WRC

    Piloto finlandês conquistou a segunda vitória consecutiva no Mundial, apenas duas semanas depois do triunfo na Estónia. A Toyota dominou o pódio, com Oliver Solberg em segundo e Elfyn Evans no terceiro lugar.

    Sami Pajari e Marko Salminen alcançaram uma emotiva vitória no Secto Rally Finland, concluindo uma histórica dobradinha no Campeonato do Mundo de Ralis apenas duas semanas depois do primeiro triunfo da dupla, na Estónia.

    A equipa da Toyota Gazoo Racing WRT2 iniciou o último dia com 46,4 segundos de vantagem e optou por gerir o andamento nas duas passagens pelos 30,02 quilómetros de Himos–Jämsä. Pajari terminou a prova com 26,7 segundos de margem sobre Oliver Solberg.

    “Vencer na Estónia já tinha sido muito importante, mas ganhar em casa é sempre especial. Depois de um rali absolutamente louco, conseguimos. Um enorme obrigado à equipa e a todos os fãs pelo apoio”, declarou o finlandês.

    Vitória com peso histórico

    O resultado representou a 200.ª vitória de um piloto finlandês no WRC, depois de Pajari ter alcançado a 199.ª com o triunfo inaugural na Estónia. O jovem tornou-se também o 14.º finlandês diferente a vencer o Rally Finland na era do Mundial e o primeiro piloto do país a ganhar duas provas consecutivas desde os triunfos de Kalle Rovanperä na Polónia e na Letónia, em 2024.

    A Toyota completou um resultado esmagador, ocupando os três lugares do pódio. Oliver Solberg terminou em segundo, apesar de fortes dores nas costas provocadas por uma aterragem violenta, enquanto Elfyn Evans recuperou até ao terceiro lugar depois de ter capotado no sábado. O líder do campeonato viu os espectadores recolocarem o Toyota GR Yaris Rally1 na estrada, antes de a equipa realizar uma extensa reparação durante a assistência. Evans respondeu com a vitória na Wolf Power Stage, batendo Solberg por apenas 0,025 segundos.

    Adrien Fourmaux terminou no quarto lugar, à frente de Thierry Neuville. Takamoto Katsuta caiu para sexto depois de sair de estrada na Power Stage e atingir uma árvore, chegando ao final com importantes danos na dianteira do Toyota.

    Josh McErlean levou o Ford Puma Rally1 ao sétimo posto, enquanto Jari-Matti Latvala fechou o Top 8 e venceu a classe RC2. No WRC2, Robert Virves conquistou a quarta vitória em quatro participações, beneficiando de uma penalização de 30 segundos aplicada a Teemu Suninen.

    Elfyn Evans reforçou a liderança do campeonato, passando a dispor de 30 pontos de vantagem sobre Sami Pajari. Takamoto Katsuta ocupa o terceiro lugar, seguido por Oliver Solberg.

    O Campeonato do Mundo de Ralis regressa entre 27 e 30 de agosto, com o Rally del Paraguay, 11.ª ronda da temporada.

  • As contas pós-Madeira: Armindo Araújo recupera no CPR e Miguel Nunes reforça liderança regional

    As contas pós-Madeira: Armindo Araújo recupera no CPR e Miguel Nunes reforça liderança regional

    A vitória entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis permitiu ao oito vezes campeão nacional recuperar terreno para Rúben Rodrigues. No regional madeirense, Miguel Nunes reforçou a liderança.

    O Rali da Madeira provocou alterações importantes nas classificações do Campeonato de Portugal de Ralis e do Campeonato de Ralis Coral da Madeira.

    O principal destaque no CPR pertence a Armindo Araújo. Depois de dominar as contas do Nacional nas estradas madeirenses e somar a pontuação máxima, o piloto do Škoda Fabia RS Rally2 subiu ao terceiro lugar, com 67 pontos, reduzindo a distância para o líder.

    Rúben Rodrigues mantém-se no comando, agora com 100 pontos, depois de assegurar o segundo lugar no CPR. Pedro Almeida conserva a segunda posição, com 80 pontos.

    Ricardo Teodósio ascendeu ao quarto lugar, com 54 pontos, seguindo-se Pedro Meireles, com 51, José Pedro Fontes, com 48, e Gonçalo Henriques, com 45. Diogo Martins, Hugo Lopes e João Barros completam o Top 10 de um campeonato que conta com 35 pilotos classificados.

    Miguel Nunes reforça liderança regional

    A vitória absoluta no Rali da Madeira permitiu a Miguel Nunes consolidar o primeiro lugar do Campeonato de Ralis Coral da Madeira, somando agora 140 pontos.

    João Silva mantém-se como principal perseguidor, com 124 pontos, enquanto Gil Freitas ocupa o terceiro lugar, com 74. Seguem-se Artur Quintal, Miguel Caires, José Camacho, Alexandre Camacho, Rui Pinto, Rui Jorge Fernandes e Emanuel Martins.

    A classificação regional reúne atualmente 62 pilotos, com Miguel Nunes e João Silva cada vez mais destacados na luta pelo título.

  • Fratura na vértebra D4 obriga Giandomenico Basso a parar três meses

    Fratura na vértebra D4 obriga Giandomenico Basso a parar três meses

    Piloto italiano lesionou-se na aterragem do salto do Campo da Choupana e tentou prosseguir no Rali da Madeira, mas as dores obrigaram-no a abandonar durante a classificativa de Santana.

    Giandomenico Basso sofreu uma fratura na vértebra D4 durante o Rali da Madeira e ficará impedido de praticar desporto nos próximos três meses, segundo informação divulgada pela sua equipa. A lesão terá ocorrido na aterragem do salto do Campo da Choupana, durante a PEC3 – Palheiro Ferreiro, provocando uma forte compressão na coluna do piloto italiano.

    A equipa recorreu a fisioterapia e medicação para tentar manter Basso em prova. No entanto, durante a primeira passagem por Santana, uma nova compressão numa zona rápida após o túnel da freguesia da Ilha tornou impossível a continuação. O piloto foi posteriormente submetido a uma radiografia e a uma TAC no Hospital CUF, exames que confirmaram a fratura na vértebra D4.

    O abandono deixou um natural sentimento de frustração na equipa, uma vez que Giandomenico Basso tinha demonstrado, durante a fase inicial do rali, andamento para discutir a vitória absoluta.