Embaixador da Beira Baixa e das Terras D’Oiro terminou o Rali da Madeira no quarto lugar do CPR 2RM e somou ainda um ponto extra na Power Stage.
Pedro Silva e Valter Cardoso levaram o Lancia Ypsilon Rally4 a um resultado muito positivo no Rali da Madeira, depois de uma prova intensa e discutida até aos derradeiros quilómetros. A dupla terminou no quarto lugar do Campeonato de Portugal de Ralis nas duas rodas motrizes e alcançou o terceiro melhor tempo na Power Stage, resultado que valeu mais um ponto para as contas do CPR 2RM.
“Lutámos com todas as armas que tínhamos. O troço de Ribeiro Frio retirou-nos a possibilidade de chegar ao pódio, depois de fazermos alguns quilómetros sem travões”, explicou Pedro Silva.
Apesar desse contratempo, o piloto destacou o trabalho desenvolvido ao longo de toda a prova. “O Valter Cardoso e a Vision Motorsport foram aliados magníficos para esta grande prestação. Foi um rali incrível, com milhares de pessoas a apoiar-nos”, salientou.
Pedro Silva agradeceu ainda à família, aos amigos, aos parceiros e a todos os que acompanharam a dupla nas estradas madeirenses ou através da televisão, deixando também uma palavra de reconhecimento à cobertura realizada pela RTP Madeira.
“Madeira, obrigado por seres tão mágica. Um enorme obrigado aos fãs madeirenses”, concluiu o piloto
Armindo Araújo e Luís Ramalho dominaram as contas do Campeonato de Portugal de Ralis no Rali da Madeira, conquistando a pontuação máxima e um brilhante terceiro lugar absoluto.
Armindo Araújo e Luís Ramalho foram os grandes vencedores do Rali da Madeira entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis. A dupla do Škoda Fabia RS Rally2 juntou ao triunfo no CPR o terceiro lugar da classificação geral, após uma exibição de grande nível nas exigentes estradas madeirenses.
Depois de dominar a primeira etapa e construir uma margem confortável, Armindo Araújo manteve um andamento muito forte no derradeiro dia. O piloto de Santo Tirso terminou a prova com 13 vitórias em 15 classificativas nas contas do CPR, incluindo a Power Stage, garantindo a pontuação máxima.
“Fizemos um dos nossos melhores ralis aqui na Madeira e conseguimos alcançar o nosso objetivo, que era somar o máximo de pontos possível para o campeonato”, destacou Armindo Araújo.
“Liderámos desde a primeira classificativa e, das 15 que disputámos, apenas não fomos os mais rápidos em duas. Por isso, considero que foi uma prova quase perfeita no que ao CPR diz respeito. A The Racing Factory e a Michelin fizeram um trabalho incrível e o nosso carro esteve sempre ao melhor nível”, acrescentou.
Para além do domínio no CPR, Armindo Araújo e Luís Ramalho foram protagonistas na luta pelos lugares cimeiros da classificação geral, terminando no terceiro posto da prova pontuável para o FIA European Rally Trophy.
“Fizemos também uma prova muito boa em termos absolutos e estivemos quase até ao fim na discussão pelo segundo lugar. Sabemos que é muito difícil acompanhar o ritmo dos pilotos madeirenses, mas sentimos, em muitas classificativas, que estávamos ao nível deles”, afirmou.
“Parabéns ao Miguel Nunes e ao João Paulo pela vitória e a todos os pilotos que fazem com que este rali seja sempre especial. Terminar no pódio foi a melhor forma de festejarmos a vitória no CPR”, concluiu Armindo Araújo. O Campeonato de Portugal de Ralis prossegue em meados de setembro, com a realização do Rali da Água.
Miguel Nunes e João Paulo conquistaram pela segunda vez a prova madeirense, enquanto Armindo Araújo foi o mais forte entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis. Rúben Rodrigues reforçou a liderança do Nacional.
Miguel Nunes e João Paulo inscreveram pela segunda vez os seus nomes no quadro de vencedores do Rali da Madeira. A dupla do Škoda Fabia RS Rally2 terminou a 67.ª edição com 31,3 segundos de vantagem sobre João Silva, em Toyota GR Yaris Rally2.
Miguel Nunes aproveitou os problemas que afetaram os convidados Kris Meeke, Diego Ruiloba e Giandomenico Basso, mas confirmou igualmente a sua superioridade no confronto com João Silva, o principal rival no Campeonato de Ralis Coral da Madeira.
Armindo Araújo cumpre missão no CPR
Entre os pilotos do Campeonato de Portugal de Ralis, Armindo Araújo dominou e alcançou a vitória de que necessitava para recuperar terreno na luta pelo título. O oito vezes campeão nacional absoluto colocou o Škoda Fabia RS Rally2 no terceiro lugar da classificação geral e terminou 40,6 segundos à frente de Rúben Rodrigues.
O açoriano respondeu com um importante segundo lugar no CPR, resultado que lhe permitiu reforçar a liderança do campeonato após a quarta ronda da temporada.
A luta pelo terceiro posto foi intensa entre Pedro Almeida e Ricardo Teodósio, com várias mudanças de posição. O piloto do Toyota GR Yaris Rally2 levou a melhor no último dia, deixando Teodósio no quarto lugar. Hugo Lopes completou o Top 5 do CPR depois de superar Pedro Meireles na Power Stage. Diogo Marujo terminou em sétimo, após bater Guilherme Meireles no duelo decidido na última classificativa.
João Rodrigues domina nas duas rodas motrizes
João Rodrigues foi o grande vencedor do CPR 2RM. Na sua estreia na Madeira, o piloto do Peugeot 208 Rally4 liderou desde a segunda até à 15.ª classificativa e controlou de forma segura a oposição.
Pedro Câmara alcançou o segundo lugar, depois de superar Anton Korzun, afetado por um furo e posteriormente por um despiste no último troço. Hélder Miranda terminou no terceiro posto, enquanto Pedro Silva colocou o Lancia Ypsilon Rally4 na quarta posição.
A vitória na Madeira confirmou Miguel Nunes como uma das grandes referências da prova, enquanto Armindo Araújo recolocou-se na discussão do CPR, embora Rúben Rodrigues tenha saído da ilha com a liderança ainda mais sólida.
A participação da dupla Ricardo Filipe / Rui Rodrigues, em Skoda Fabia R5, na 67.ª edição do Rali da Madeira, terminou mais cedo do que o desejado, depois de uma transmissão ter cedido na parte final da PEC 7 (Ribeiro Frio), obrigando ao abandono quando a dupla rodava já na luta pelo Top 10 entre as equipas pontuáveis para o Campeonato de Portugal de Ralis e dentro do Top 20 absoluto da prova.
Apesar do desfecho inglório, o balanço competitivo é claramente positivo. Depois da Super Especial Cidade do Funchal, disputada perante uma verdadeira enchente de público, Ricardo Filipe e Rui Rodrigues entraram no longo dia de sexta-feira com o objetivo de manter um andamento rápido, consistente e dentro do plano definido. A dupla foi cumprindo esse desígnio, registando boas sensações, bons tempos e confirmando a evolução que Ricardo Filipe tem vindo a demonstrar ao volante do Skoda Fabia R5.
“Foi um final infeliz para um rali que estava a ser muito positivo. Estávamos já na parte final da PEC 7, em Ribeiro Frio, quando uma transmissão cedeu e fomos forçados a abandonar. Até aí, estávamos a fazer aquilo que tínhamos planeado: rápidos, consistentes e sem exageros”, afirmou Ricardo Filipe.
O piloto algarvio, que defende as cores da Olha o Cogumelo, não escondeu a frustração pelo abandono, sobretudo pela forma como a prova estava a decorrer. A dupla encontrava-se numa fase de clara consolidação de ritmo, bem posicionada entre os concorrentes do CPR: “Quando abandonámos, estávamos já na luta pelo Top 10 entre as equipas que pontuam para o CPR e dentro do Top 20 da geral. Isso deixa-nos pena, naturalmente, porque sentíamos que havia margem para continuar a crescer ao longo do rali, mas também nos dá orgulho pelo trabalho que estávamos a fazer”.
A extensão do problema não permitiu que a dupla pudesse regressar à estrada no sábado. Mesmo assim, Ricardo Filipe fez questão de destacar o empenho da estrutura e o apoio que tem recebido neste processo de evolução: “A ARC Sport tudo fez para recuperar o carro, mas infelizmente não foi possível alinhar na etapa de sábado. Quero agradecer muito à equipa pelo trabalho, pelo profissionalismo e pelo apoio que me tem dado, não só na preparação do carro, mas também na minha evolução enquanto piloto”.
A presença no Rali da Madeira ficou ainda marcada pela enorme envolvência popular, desde a sessão de autógrafos no Casino até à Super Especial Cidade do Funchal, completamente cheia. Para Ricardo Filipe, esse ambiente voltou a confirmar o lugar especial que a prova ocupa no panorama dos ralis: “Os fãs da Madeira são únicos. A sessão de autógrafos, a Super Especial do Funchal e todo o ambiente nas estradas deram-nos uma energia incrível. É esse combustível humano que alimenta a nossa paixão e a vontade de dar tudo em prova”, destacou.
Embora a prova tenha terminado antes do previsto, Ricardo Filipe sai da Madeira com sinais positivos para o futuro. O ritmo apresentado, a consistência demonstrada e a competitividade alcançada até ao momento do abandono reforçam a motivação da dupla e da equipa para os próximos compromissos da temporada.
“Saímos da Madeira com pena pelo abandono, mas também com a certeza de que continuamos a evoluir. Este rali mostrou que estamos cada vez mais competitivos e isso dá-nos muita motivação para continuar a trabalhar”, concluiu Ricardo Filipe.
A quarta ronda do Castrol Portugal Rally Series disputa-se nos dias 5 e 6 de setembro, com mais de 40 quilómetros cronometrados e apenas cerca de 30 quilómetros de ligação.
Castanheira de Pera recebe, nos dias 5 e 6 de setembro, a quarta ronda do Castrol Portugal Rally Series 2026, numa prova concebida para maximizar o tempo em competição e reduzir ao mínimo as deslocações entre classificativas. O Rally Series O Neveiro e a Lã terá mais de 40 quilómetros cronometrados, distribuídos por especiais de elevada exigência técnica, e apenas cerca de 30 quilómetros de ligação ao longo de todo o percurso.
A configuração representa um novo passo na evolução do formato Rally Series, proporcionando uma jornada compacta, intensa e com poucos tempos mortos para pilotos, equipas e público.
“Conseguimos um percurso extraordinário. Será um rali extremamente intenso, um ‘shot de adrenalina’, onde praticamente toda a jornada será vivida em competição”, destaca André Lavadinho, diretor-geral do Rally Series Promoter. “É, possivelmente, a expressão mais pura do conceito Rally Series até ao momento”, acrescenta.
Arena junto à Praia das Rocas
A Arena e a Fanzone serão instaladas junto à Praia das Rocas, no centro de Castanheira de Pera, concentrando a competição, as ativações dos parceiros e as iniciativas de entretenimento numa das zonas mais visitadas do concelho.
António Henriques, presidente da Câmara Municipal, salienta a ligação histórica da região ao automobilismo e a oportunidade de divulgar “a qualidade das estradas, a beleza do território e a capacidade para receber grandes eventos”.
Para Emanuel Moreira, diretor desportivo do projeto, o desenho do percurso traduz também ganhos operacionais e ambientais: “Significa menos tempo perdido, menores custos, maior sustentabilidade e muito mais tempo dedicado à competição. É exatamente este o caminho que queremos continuar a seguir”, sublinha.
A organização local estará a cargo do Clube Automóvel da Marinha Grande, que se estreia no Rally Series. O seu presidente, Ferdinando Barros, assume o objetivo de preparar “uma ronda irrepreensível, capaz de ficar na memória de todos os participantes”. O programa promocional, as ativações dos parceiros e as restantes iniciativas da Fanzone serão divulgados nos próximos dias.
Piloto madeirense terminou a primeira etapa na liderança, com 15,2 segundos de vantagem sobre Armindo Araújo. Kris Meeke, Giandomenico Basso e Diego Ruiloba enfrentaram problemas num dia marcado por várias reviravoltas.
Miguel Nunes é o líder do Rali da Madeira após uma exigente primeira etapa. Aos comandos do Škoda Fabia RS Rally2, o piloto madeirense assumiu o comando a meio do dia e não voltou a largá-lo.
Armindo Araújo protagonizou uma exibição de grande nível, chegando a vencer uma classificativa à geral. O piloto do Škoda ocupa o segundo lugar absoluto, a 15,2 segundos de Miguel Nunes, e lidera destacado entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis. João Silva completa o pódio provisório com o Toyota GR Yaris Rally2, a 23,4 segundos da liderança. Miguel Caires surge no quinto lugar, seguido por Ricardo Teodósio e Pedro Almeida.
Hugo Lopes, Pedro Meireles e Diego Ruiloba integram igualmente o Top 10, com o espanhol, vencedor das duas últimas edições, muito penalizado por problemas de transmissão no Citroën C3 Rally2.
Giandomenico Basso passou grande parte da etapa no comando, depois de assumir a liderança logo na primeira classificativa do dia. Contudo, o italiano ressentiu-se fisicamente da aterragem no salto da Choupana, sofreu dois furos e acabou por abandonar no antepenúltimo troço. Kris Meeke, primeiro líder da prova após a superespecial Cidade do Funchal, deu um toque na classificativa inaugural de sexta-feira e perdeu muito tempo. Depois de regressar com o Toyota reparado, o britânico venceu todas as especiais da última secção, embora permaneça muito atrasado na classificação.
Nas contas do CPR, Armindo Araújo foi claramente o mais rápido e aproveitou a jornada para recuperar terreno ao líder do campeonato, Rúben Rodrigues.
O açoriano manteve o segundo lugar entre os concorrentes do Nacional, apesar de ter perdido tempo atrás do Toyota danificado de Kris Meeke em Palheiro Ferreiro. Ricardo Teodósio foi ganhando confiança no Citroën C3 Rally2 e terminou a etapa no terceiro posto do CPR, depois de superar Pedro Almeida por 2,9 segundos. Hugo Lopes também realizou uma recuperação consistente e ascendeu ao quinto lugar do campeonato na última classificativa, ultrapassando Pedro Meireles.
José Pedro Fontes abandonou após um despiste no segundo troço do dia, quando discutia a liderança do CPR, enquanto Gonçalo Henriques ficou fora de prova logo na primeira classificativa.
O Rali da Madeira termina este sábado, com Chão da Lagoa e duas passagens por Ponta do Sol, Ponta do Pargo e Lameiros. A entrega de prémios está marcada para as 19h30, no Funchal.
Britânico foi o mais rápido na superespecial Cidade do Funchal, batendo João Silva por nove décimos. Armindo Araújo assumiu o comando entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis.
Kris Meeke é o primeiro líder da 67.ª edição do Rali da Madeira. Ao volante do Toyota GR Yaris Rally2, o piloto britânico cumpriu os 2,18 quilómetros da superespecial Cidade do Funchal em 1m34,4s.
João Silva, num Toyota idêntico, terminou a apenas nove décimos, enquanto Miguel Nunes colocou o Škoda Fabia RS Rally2 no terceiro lugar, a 1,2 segundos do líder e somente três décimos do seu principal rival no campeonato regional.
Diego Ruiloba, vencedor das duas últimas edições, foi quarto com o Citroën C3 Rally2, a 1,3 segundos, seguindo-se Giandomenico Basso, em Škoda Fabia RS Rally2, a 1,5 segundos.
Alexandre Camacho, Armindo Araújo, Miguel Caires, Guilherme Meireles e Rúben Rodrigues completaram o primeiro Top 10 da prova.
Armindo entra na frente do CPR
Sétimo classificado absoluto, a 2,4 segundos de Meeke, Armindo Araújo assumiu a liderança entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis.
O piloto do Škoda Fabia RS Rally2 ganhou mais de um segundo a Guilherme Meireles e ao líder do campeonato, Rúben Rodrigues, numa abertura curta que antecede um exigente dia de sexta-feira.
No CPR 2RM, Rafael Cardeira entrou com o pé direito. O piloto do Peugeot 208 Rally4 superou Anton Korzun por 2,2 segundos, com João Rodrigues no terceiro lugar, à frente de Pedro Silva e Hélder Miranda. Gil Freitas, no Alpine A110 RGT+, assumiu o comando entre os concorrentes das viaturas RGT.
O Rali da Madeira prossegue esta sexta-feira com sete classificativas e 114,18 quilómetros cronometrados. Santo da Serra, Palheiro Ferreiro, Santana e Ribeiro Frio prometem realizar a primeira grande seleção entre os candidatos à vitória absoluta e aos lugares de destaque no CPR.
A temporada de 2026 encerra nos dias 14 e 15 de novembro, num evento que recupera o espírito do Rali de Montelongo e promete decidir os títulos nas estradas míticas do concelho.
O Castrol Portugal Rally Series vai encerrar a temporada de 2026 num dos territórios mais emblemáticos dos ralis nacionais. Fafe recebe, nos dias 14 e 15 de novembro, a derradeira ronda do campeonato e a consagração dos vencedores das diferentes categorias. Reconhecido internacionalmente pela paixão do público e pela ligação histórica ao desporto automóvel, o concelho prepara-se para acolher um evento que promete manter várias decisões em aberto até aos últimos quilómetros.
Uma das grandes novidades será a escolha do piso de asfalto, recuperando a memória do Rali de Montelongo e da passagem do Campeonato da Europa de Ralis pela região, em 2020. A opção permitirá mostrar uma vertente diferente das estradas fafenses, habitualmente associadas aos troços de terra, e colocará pilotos e máquinas perante um desafio rápido, técnico e exigente.
Duas classificativas exteriores e Arena no centro da cidade
A competição de domingo incluirá duas classificativas exteriores distintas, desenhadas em estradas do concelho com potencial para criar diferenças importantes na classificação.
A componente espetáculo continuará a ser um dos pilares do formato. Uma Arena instalada numa localização central de Fafe reunirá a competição, a Fanzone, as ativações dos parceiros, restauração e animação para toda a família. A proximidade entre o público, os pilotos e as equipas voltará, assim, a assumir um papel central, permitindo aos adeptos acompanhar o evento num ambiente acessível e concentrado no coração da cidade.
Antes da viagem a Fafe, o campeonato passará por Castelo Branco, numa penúltima ronda com coeficiente de pontuação 1,5, através do sistema de Bónus Points previsto no regulamento. O aumento dos pontos disponíveis poderá alterar significativamente as classificações e lançar novas contas para a decisão final.
Será, portanto, em Fafe que todas as histórias da temporada encontrarão o seu desfecho, perante um público reconhecido pela forma apaixonada como vive os ralis. A organização local estará a cargo da Demoporto, que já prepara o evento e destaca a capacidade do Rally Series para aproximar a competição dos adeptos.
“Fafe tem uma ligação única ao desporto automóvel e estamos extremamente motivados para receber o Castrol Portugal Rally Series”, afirmou Carlos Cruz, líder do Demoporto, acrescentando que acredita “ profundamente neste formato pela sua capacidade de aproximar o público da competição, criar valor para os parceiros e proporcionar uma experiência diferente a quem participa. Estamos a trabalhar intensamente para construir um evento à altura da paixão que Fafe tem pelos ralis.”
Com o regresso do asfalto, duas classificativas exteriores, uma Arena central e os títulos em discussão, a última ronda do Castrol Portugal Rally Series promete transformar Fafe no palco de uma grande festa de encerramento da temporada.
Piloto britânico colocou o Toyota GR Yaris Rally2 no topo da tabela em Água de Pena, numa sessão extremamente equilibrada entre os principais candidatos à vitória.
Kris Meeke foi o mais rápido no Shakedown do Rali da Madeira, disputado esta manhã no traçado de Água de Pena. O britânico completou três passagens e melhorou em todas elas, estabelecendo como melhor marca 1m49,9s aos comandos do Toyota GR Yaris Rally2.
Giandomenico Basso ficou a apenas um décimo de segundo. O italiano realizou quatro passagens com o Škoda Fabia RS Rally2 e terminou com o registo de 1m50,0s. Diego Ruiloba, vencedor das duas últimas edições da prova, completou igualmente quatro passagens e colocou o Citroën C3 Rally2 a quatro décimos da referência.
Miguel Nunes foi o melhor piloto madeirense, terminando a sete décimos de Meeke com o Škoda Fabia RS Rally2. Armindo Araújo completou o grupo dos cinco primeiros, a 1,3 segundos do britânico.
O Rali da Madeira inicia agora a competição propriamente dita, depois da cerimónia de partida realizada na Praça do Povo.
Terceiros no CPR, José Pedro Fontes e Inês Ponte chegam ao Rali da Madeira confiantes no potencial do Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale em asfalto.
José Pedro Fontes e Inês Ponte disputam, entre 30 de julho e 1 de agosto, a 67.ª edição do Rali da Madeira, quinta ronda do Campeonato de Portugal de Ralis. A dupla ocupa o terceiro lugar do CPR, depois de uma temporada marcada pela evolução do Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale e pelo primeiro pódio do projeto, conquistado no Rally de Lisboa.
A recente participação no Rali da Calheta permitiu trabalhar na afinação do carro para as exigentes estradas madeirenses, onde Fontes já venceu no passado.
“O Rali da Madeira é um dos pontos altos da temporada. O carro tem-se revelado muito competitivo no asfalto e acreditamos que vamos estar na luta pela vitória”, afirmou José Pedro Fontes. “O nosso objetivo é dar o melhor e lutar por um triunfo que sinto estar ao nosso alcance”, acrescentou.
O programa inclui cerca de 200 quilómetros cronometrados ao longo de três dias, terminando no sábado com a Power Stage de Lameiros.