O Team Hyundai Portugal terminou, este sábado, a sua época no Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) com a dupla Bruno Magalhães/Carlos Magalhães, aos comandos do Hyundai i20 N Rally2, no pódio do Rali Vidreiro Centro de Portugal Marinha Grande, depois de ter sido protagonista da discussão da vitória.
Em jeito de balanço da temporada, recorde-se que Ricardo Teodósio e José Teixeira venceram a prova do CPR no Rallye de Portugal e Bruno Magalhães e Carlos Magalhães conquistaram os louros da vitória no Rali da Água CIM Alto Tâmega, juntando a esses sucessos mais um total de cinco pódios no somatório das oito provas do calendário do CPR.
“Muito embora nem sempre a sorte estivesse do nosso lado estivemos sempre na luta pela vitória, demonstrando a nossa competitividade e as elevadas performances do Hyundai i20 N Rally2, como foi possível confirmar nesta última prova”, afirmou o piloto do Team Hyundai Portugal, Bruno Magalhães.
“Fizemos o nosso papel, impondo um andamento rápido, mas o contratempo que surgiu na primeira classificativa do rali deixou-nos fora de prova. São coisas que acontecem, resta-nos levantar a cabeça e pensar em 2023, até porque os anos ímpares costumam ser bons para mim e oxalá possa sagrar-me de novo campeão!”, comentou, por seu turno, Ricardo Teodósio, o piloto do Team Hyundai Portugal que tem José Teixeira como navegador.
José Pedro Fontes, Inês Ponte e o Citroën C3 Rally2 foram os grandes vencedores do Rali Vidreiro – Centro de Portugal Marinha Grande, última prova da temporada 2022 do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), que se disputou ontem e hoje nos rápidos troços da zona da Marinha Grande.
O piloto do Citroën Vodafone Teamvingou o azar que o afastou da vitória – e da possibilidade de lutar pelo título – no Rali da Água – Alto Tâmega reclamando a quinta vitória (quarta com Inês Ponte) na prova. O bicampeão nacional de ralis esteve rapidíssimo e ganhou quatro das nove classificativas da prova organizada pelo Clube Automóvel da Marinha Grande.
José Pedro Fontes assumiu o comando do rali na terceira classificativa, a primeira vitória em troços neste Rali Vidreiro. Impondo um ritmo demolidor, o piloto do Citroën Vodafone Team ganhou os troços matinais e viu os seus adversários conhecerem problemas, nomeadamente, Ricardo Teodósio e Armindo Araújo. Indiferente a tudo isso e com o foco na vitória, José Pedro Fontes geriu a vantagem na parte da tarde face aos ataques de Bruno Magalhães.
Porém, o piloto do Citroën C3 Rally2 preparado pela Sports&You vincou a justiça da vitória com o segundo lugar na “Power Stage” terminando o Rali Vidreiro – Centro de Portugal Marinha Grande como o grande vencedor e com uma vantagem de 7,1s para o segundo classificado. Uma vitória muito importante depois do excelente resultado no Rali Vinho Madeira e das adicionais exibições de relevo em Castelo Branco e no Alto Tâmega, que acabaram por não ser recompensadas com a vitória.
Com o resultado obtido nesta última prova da temporada 2022, José Pedro Fontes juntou ao seu palmarés o título de vice-campeão de Portugal de Ralis, o objetivo principal depois de perdida a possibilidade de conquistar o título do CPR. Inês Ponte terminou o Campeonato de Portugal de Ralis – Navegadores na terceira posição, a Sports&You, responsável pela preparação e assistência do Citroën C3 Rally2 do Citroën Vodafone Team pilotado por José Pedro Fontes, venceu o CPR – Equipas.
José Pedro Fontes estava naturalmente muito feliz após mais uma vitória, a 21ª em provas disputadas a contar para o CPR. “Foi o coroar de uma época que acaba por terminar em alta depois de um começo menos conseguido. Porém, eu tinha dito que iríamos atacar na fase de asfalto do CPR e cumprimos! Ganhámos entre os concorrentes ao CPR no Vinho Madeira e, depois, conhecemos algum azar em Castelo Branco e no Alto Tâmega, provas que poderiam ter terminado com vitórias nossas. O Vidreiro é um ‘velho conhecido’, difícil como eu gosto, e voltámos a afirmar a nossa competitividade. Foi uma pena os azares que conhecemos ao longo da temporada, particularmente na fase de terra do CPR e já nesta fase de asfalto, pois arredaram-nos da luta pelo título. Acredito que com mais um par de vitórias, que estavam perfeitamente ao nosso alcance, a história deste campeonato poderia ser diferente. Fica esta saborosa vitória e mais um vice-campeonato para o palmarés. Aproveito para dedicar esta vitória à minha família, ainda para mais num ano que foi muito difícil em termos pessoais…” afirmou José Pedro Fontes.
O Rali Vidreiro Centro de Portugal Marinha Grande transformou-se no fecho perfeito para a época de estreia do lousadense no Campeonato de Portugal de Ralis 2RM. Navegado por Paulo Silva, Luís Morais levou o Peugeot 208 Rally4 ao 3º posto na prova final da época, mercê de um rali sempre em crescendo, defendendo da melhor forma a sua presença no pódio final do campeonato.
Já está!
Luís Morais conquistou o 3º lugar na edição 2022 do campeonato de Portugal de Ralis 2RM, rematando as contas do seu primeiro pódio num campeonato nacional na edição 2022 do Rali Vidreiro Centro de Portugal Marinha Grande.
A façanha não aconteceu sem alguns “espinhos”, pois o piloto viveu ”uma semana muito complicada antes do rali. Estive doente, com muita febre, o que me limitou muito fisicamente, mesmo durante o fim-de-semana da prova. Mas, felizmente, conseguimos ultrapassar todas as dificuldades. Com muito esforço físico e mental, concentrei-me no rali e, em conjunto com o Paulo Silva e a PT Racing, fomos meticulosos na preparação da prova e na forma como abordamos os treinos, para poder ultrapassar o rali difícil que sabia ter pela frente”, até porque Luís Morais assume que “o nosso foco estava em andar sempre muito perto do Rafael Cardeira, nosso principal adversário na luta pelo pódio final no campeonato. Ele correu literalmente em casa e nós alinhámos numa prova totalmente nova para mim. Como tal, a estratégia desde o início do rali passou por aí e, felizmente, fomos bem sucedidos”.
Realizando sempre tempos entre os mais rápidos nas duas rodas motrizes, Luís Morais começou por ocupar o 4º posto, subindo ao terceiro lugar no arranque da 2ª etapa, sem “exageros e tendo a defesa da posição no campeonato sempre como alvo, mas sem enjeitar tentar o pódio na prova, pois percebemos que tínhamos andamento para tal”.
E assim foi. Após as longas e duras nove especiais de classificação, Luís Morais e Paulo Silva chegaram ao pódio final no 3º posto do CPR2RM, conquistando assim mais um resultado de relevo na época de estreia do piloto de Lousada.
“Estou muito feliz. Esta época excedeu a melhor das expectativas que tínhamos. É um sonho concretizado e como foi construído paulatinamente com muita dedicação ao longo de toda a época. Sou, em relação aos meus adversários, o piloto do campeonato co menos experiência, tive de descobrir a maior parte das provas de raiz e, mesmo com altos e baixos, como é próprio dos ralis, consegui sempre estar na luta. Aprendi imenso, evolui imenso como piloto e terminar a época de estreia com um pódio num campeonato nacional é verdadeiramente fabuloso!”.
Luís Morais dedica a façanha “à minha família, que tem sido incrível na paciência e no apoio, à minha equipa, a PT Racing, principalmente ao Paulo Antunes, por tudo quanto fizeram ao longo do ano, aos meus patrocinadores, que nunca me renegam o seu apoio, sendo também mais do que justo agradecer publicamente ao Paulo Silva. É um navegador excecional e o se trabalho foi fundamental para o que alcançamos”.
Aliás, o feito do piloto de Lousada é aplaudido por Paulo Silva. O experiente navegador amarantino acompanhou Luís Morais em grande parte da época e salienta que “esta época foi um desafio superado com excelência. Desde o convite feito pelo Luís, antes do Rali de Portugal, que viemos a trabalhar de uma forma muito séria e profissional. Eu sabia que o Luís era um piloto com pouca experiência na modalidade, mas senhor de muito talento e de muita vontade em evoluir. Tentei ajudar o máximo que podia, transmitindo-lhe a minha experiência e julgo que contribuí para a extraordinária evolução que ele teve como piloto. O Luís merece este pódio no campeonato, logo na sua estreia. É extremamente aplicado, com muita garra e é um prazer trabalhar com ele!”.
Concluída com sucesso a época de 2022, Luís Morais já aponta ao futuro: “depois de um merecido descanso, vamos começar a preparar com afinco a próxima época. Queremos continuar a melhorar para estar cada vez mais próximo dos que têm lutado pelo título. Não seria lógico que pensássemos de forma diferente. Temos de ter como objetivo mínimo repetir o pódio, mas a ambição é ser cada vez mais rápido, cada vez mais competitivo”, não escondendo o lousadense a vontade de “continuar a nossa progressão de forma a podermos estar, mais cedo ou mais, tarde, prontos para lutar pelo título nacional”.
Um clássico entre clássicos. O Rally de Portugal Histórico voltou a ter emoção até ao final, paisagens de rara beleza natural e o charme dos automóveis clássicos, numa edição ganha pelos belgas Yves Deflandre e Jennifer Hugo. Dupla do Porsche 911 chegou à sua terceira vitória na prova do ACP, igualando o recorde de triunfos de João Mexia Leitão.
A 16.ª edição do Rally de Portugal Histórico justificou o estatuto da prova do ACP como uma das mais emblemáticas provas de Regularidade Histórica da Europa. Sete dezenas de equipas, na sua maioria estrangeiras, enfrentaram o desafio de percorrer mais de 2.000 quilómetros por algumas das mais belas estradas de Portugal continental, aos comandos de modelos que marcaram a história do automóvel e do Rally de Portugal.
Entre estes, reinaram as diferentes gerações do Porsche 911, com a potência e a fiabilidade do carro alemão a permitir aos pilotos franceses e belgas uma performance difícil de igualar nos seletivos e exigentes troços do Rally de Portugal Histórico. Christophe Baillet foi o piloto a bater durante a primeira fase da prova, mas o vencedor da edição de 2021 atrasou-se na passagem pela lendária zona de Arganil, na etapa de quarta-feira. O compatriota Christophe Berteloot assumiu o comando, também ao volante de um Porsche, mas o francês não conseguiu suster a recuperação de Yves Deflandre. Foi em Mortágua que o belga navegado por Jennifer Hugo começou a construir a sua terceira vitória na prova, passando para a frente do rali e concentrando-se em gerir a vantagem até à chegada aos Jardins do Casino do Estoril, nas primeiras horas da madrugada de sábado, já depois da famosa ‘noite de Sintra’.
Portugueses no pódio
A consagração de Deflandre coincidiu com o famoso Estoril Classics, o palco ideal para o piloto belga celebrar o seu terceiro triunfo no Rally de Portugal Histórico, igualando o recorde de João Mexia Leitão. Berteloot ainda manteve o suspense quanto ao vencedor final, já que o francês terminou a escassos 5,3 pontos de Deflandre, com os portugueses Piero Dal Maso e Sancho Ramalho a também subirem ao pódio final, depois do seu Porsche 911 ter passado pela liderança do rali, ainda na primeira etapa.
XVI Rally Portugal Historico 2022, de 03 a 08 de Outubro, Foto: Paulo Maria / INTERSLIDE
Outra dupla portuguesa, Domingos Santos e Filipe Menezes, foi a quarta classificada, enquanto os espanhóis Joaquim Muntada Colom/Jan Rosa Viñas completaram um top 5 monopolizado pelas diferentes versões do Porsche 911 (produzidos entre 1970 e 1983). Na classificação de equipas, vitória para a Catalunya Team 1 Mediterrania, logo seguida pela Portugal Clássicos, enquanto o Alfa Romeo Giulia da dupla Jean-Guy Monmarthe / Nicolas Guiset triunfou na Categoria C.
Um total de 53 equipas chegaram ao final da prova, depois de 43 especiais e 2.060 quilómetros de percurso, um número que atesta a resistência das verdadeiras máquinas do tempo que abrilhantaram o XVI Rally de Portugal Histórico.
Piloto de Gondomar, navegado por Tiago Teixeira, vai descobrir os troços de asfalto da Marinha Grande e Alvaiázere, onde quer explorar os limites do Peugeot 208 Rally4.
O andamento demonstrado no último Rali da Água, na região do Alto Tâmega, deixou Paulo Roque confiante para a fase final da sua primeira temporada no CPR2. O piloto gondomarense tem-se mostrado cada vez mais rápido e consistente, apostando agora em continuar essa tendência no último rali do campeonato, o Rali Vidreiro – Centro de Portugal, que será disputado a 7 e 8 de outubro (sexta-feira e sábado), na próxima semana.
“Sinto-me cada vez mais confiante, numa época que tem sido de aprendizagem, mas também de muita evolução para nós”, afirmou Paulo Roque, que é acompanhado por Tiago Teixeira. “O Rali Vidreiro – Centro de Portugal será mais uma novidade absoluta para nós, mas vamos para a prova com o objetivo de explorar um pouco mais os meus limites como piloto, tentar andar rápido e tentar subir mais alguns lugares no campeonato. É sempre um orgulho representar Gondomar um pouco por todo o país e espero terminar esta época com um bom resultado na região Centro”, referiu o piloto e fundador da ROQ Motorsport.
O Rali Vidreiro – Centro de Portugal é uma das provas de asfalto mais tradicionais do Campeonato de Portugal de Ralis, sendo composto por nove classificativas de asfalto, que perfazem 107,3 quilómetros cronometrados.
José Pedro Fontes e Inês Ponte venceram as edições de 2014, 2016 e 2019 do Rali Vidreiro, com o bi-campeão de Portugal de Ralis (2015-16) a ganhar uma quarta vez em 2010.
O Rali Vidreiro é a oitava e derradeira prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) 2022 e vai contar com a presença do Citroen Vodafone Team. Realizado em pisos de asfalto, o rali vai para a estrada nos dias 7 e 8 de outubro na zona da Marinha Grande. É uma prova que o bicampeão de Portugal de Ralis, José Pedro Fontes, venceu, na companhia de Inês Ponte, em 2014, 2016 e 2019, em Citroën. O piloto do Citroen Vodafone Team venceu, também, a edição 2010 da prova organizada pelo Clube Automóvel da Marinha Grande.
Após a vitória entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis no Rali Vinho Madeira, José Pedro Fontes e Inês Ponte enfrentaram o Rali da Água – Alto Tâmega com vívidas espectativas de ainda discutir o título de 2022, apesar da dificuldade dessa tarefa. Infelizmente, o excelente andamento evidenciado pelo piloto do Citroen C3 Rally2 no asfalto de Chaves não foi recompensado.
Quando estavam na luta pela vitória, José Pedro Fontes e Inês Ponte foram surpreendidos por um furo que os atirou para um injusto sexto posto final. Contas feitas, e apesar deste contratempo, a dupla do Citroen Vodafone Team ascendeu ao segundo lugar do campeonato, posição que deseja consolidar nesta derradeira prova do CPR.
O Rali Vidreiro – Centro de Portugal Marinha Grande é uma prova com 107,30 km de provas especiais de classificação e um total de 251,99 quilómetros de ligações. Este é um rali clássico no calendário do CPR disputado em estradas rápidas e exigentes na zona de São Pedro de Moel, Marinha Grande e Alvaiázere.
José Pedro Fontes na antevisão da prova, lembra que “está é uma prova exigente, mas que dá muito prazer disputar. Como lembrei no início da fase de asfalto do campeonato, iríamos atacar neste tipo de piso e lutar pelo campeonato. O segundo lugar em Castelo Branco e a vitória, no CPR, na Madeira deram-nos uma injeção de confiança que não ficou abalada com o azar sofrido no Rali da Água – Alto Tâmega. O furo que nos retirou uma possível vitória, inviabilizou a continuação da luta pelo título, mas no Rali Vidreiro temos a oportunidade de conquistar o vice-campeonato. Naturalmente que com o palmarés que eu e a Inês (Ponte) temos no Rali Vidreiro somos candidatos à vitória e fechar com chave de ouro um campeonato onde com um pouco mais de sorte poderia ter-nos sorrido.” Portanto, o objetivo do bicampeão de Portugal de Ralis é simples. “Claramente, quero a quinta vitória no Rali Vidreiro (quarta com a Inês) e conquistar o vice-campeonato de 2022.”
A 101.ª prova de Paulo Neto no Campeonato de Portugal de Ralis vai também encerrar a época de 2022, nos troços de asfalto da Marinha Grande e Alvaiázere.
Depois de ter atingido a histórica marca de 100 provas no principal escalão dos ralis nacionais, no último Rali Vinho da Madeira, Paulo Neto regressa à ação para disputar o Rali Vidreiro – Centro de Portugal, na próxima sexta-feira e sábado. O piloto do Skoda Fabia Rally2 evo quer encerrar a época do Campeonato de Portugal de Ralis com um bom resultado, tendo o navegador Nuno Mota Ribeiro a seu lado.
“O Rali Vidreiro é uma das provas de asfalto mais tradicionais do nosso calendário, um rali rápido, que já conhecemos bem, mas que este ano terá dois troços novos em Alvaiázere”, afirmou Paulo Neto. “Queremos recuperar algum ritmo e fechar a temporada do CPR com um bom resultado. Tem sido um ano exigente a nível profissional e não é fácil a um piloto privado, como eu, continuar a competir com equipas oficiais. Mas vamos tentar ser competitivos e continuar a explorar os limites do Skoda no asfalto”, apontou o ex-campeão nacional de ralis RC3, que compete integrado na experiente ARC Sport.
Organizado pelo Clube Automóvel da Marinha Grande, o Rali Vidreiro – Centro de Portugal terá um total de nove classificativas, divididas entre sexta-feira e sábado, que perfazem 107,3 quilómetros cronometrados.
Última prova do calendário para o Campeonato de Portugal de Ralis 2RM, onde Rafael Cardeira se irá apresentar em casa e de olhos postos na vitória. Para o piloto do Sporting Clube de Portugal, navegado por Luís Boiça, todos os pontos serão importantes pois ainda pode alcançar a 3ª posição no Campeonato.
Este é um rali que o piloto da Marinha Grande conhece muito bem e onde mostra uma atitude positiva face ao desafio: “A concorrência dos outros pilotos será forte, mas queremos a todo o custo vencer em casa e dar um bom espetáculo aos nossos patrocinadores e amigos. Vamos trabalhar para fazer um rali perfeito, aproveitando o ritmo acumulado nas últimas provas de asfalto.” Recordamos que Rafael Cardeira se apresenta no Vidreiro após um 3º lugar no Rali de Castelo Branco e 2º lugar no Rali da Água – CIM Alto Tâmega, entre as equipas do CPR 2RM.
Com o objetivo de vincar um ritmo elevado desde o primeiro quilómetro, Rafael Cardeira, aos comandos do Renault Clio R3T, quer fechar a época da melhor forma possível: “Como esta é a última prova do campeonato, tem tudo para ser uma festa e nós queremos ter os melhores motivos para festejar na Marinha Grande. Vai ser também uma oportunidade para devolvermos, com um bom resultado, todo o apoio que temos recebido esta temporada.”
A edição deste ano do Rali Vidreiro Centro de Portugal arranca na sexta-feira, dia 7 de outubro com o Shakedown e a partida está marcada para as 16:00 na cidade do Vidro.
A TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup ruma este fim-de-semana à Marinha Grande, bem no centro do país, para participar numa das mais emblemáticas provas de asfalto em Portugal, onde entre outras, se voltam a disputar as classificativas da mata de São Pedro de Moel, tão do agrado de pilotos e público.
Uma prova com 9 especiais de classificação que vai propor algumas alterações face a edições passadas, desde logo, esse regresso á zona do pinhal, e também um novo traçado para a super-especial noturna de sexta-feira que é totalmente nova e desenha-se bem junto ao Estádio Municipal da Marinha Grande e muito perto do parque de assistência do rali, com melhor e maior acesso para o público numa extensão de quase 1.600 metros. Ao todo, o rali propõe 9 especiais de classificação com uma extensão competitiva de 107 quilómetros cronometrados.
O Rallye Vidreiro 2022 apresenta um desafiante percurso, recheada de zonas rápidas, em tiras de asfalto por vezes bastante estreitas, colocando à prova pilotos e máquinas, e o regresso à mítica especial da Mata de São Pedro de Moel, que será igualmente a Power Stage que encerra a prova é aguardado com muita expectativa por todos os intervenientes
Em termos desportivos, Ricardo Costa (Macedo & Macedo GTW Racing) terá de se aplicar para defender os 18 pontos de vantagem que leva na classificação geral, face a um Miguel Campos (Inside Motor) que tentará fazer valer a sua maior experiência neste rali com várias edições já disputadas no seu currículo, e que ocupa atualmente a segunda posição.
Fran Cima (Asturhíbrido), Daniel Berdomás (Grupo Breogán) e Sergi Francoli (CSM Automoció) ocupam as posições seguintes da geral, e se em teoria as duplas espanholas podem ter alguma desvantagem em termos de conhecimento do rali, no rali anterior realizado nas Astúrias foram estes três homens que dominaram as posições do pódio final, provando que em asfalto é preciso contar com eles para a luta pela vitória. German Gómez Fortes (CSM Automoció) completa o lote de equipas oriundas de Espanha e seguramente que quer marcar pontos que lhe permitam subir na tabela.
Já quanto às restantes equipas nacionais, Victor Calisto e Kevin Saraiva repetem a presença no lote de nove equipas que vão disputar a vitória na TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup, registando-se a estreia de Marco Pereira que se junta na Marinha Grande a este pelotão dos Toyota GR Yaris RZ.
O Rali Vidreiro/Centro de Portugal/Marinha Grande encerra a temporada 2022 do Campeonato de Portugal de Ralis, na qual, Armindo Araújo e Luís Ramalho já conquistaram o título de campeões absolutos.
Por isso, e sem precisar de qualquer resultado para as contas finais, a dupla do Skoda Fabia Rally 2 preparado pela The Racing Factory parte para a última prova do ano em clima de festa, mas determinada em discutir, como até aqui, a vitória.
Para Armindo Araújo, “o Rali Vidreiro é uma das provas mais míticas do calendário do CPR e, por isso, uma prova excelente para festejarmos a conquista do título. Ainda assim, e mesmo sem precisarmos de conquistar qualquer ponto, para as contas finais, preparámos e encarámos este rali como todos os restantes e queremos lutar pela vitória. É dessa forma que entrámos em todas as provas e aqui não será diferente. Queremos terminar o ano da melhor forma e dar à nossa equipa mais um excelente resultado”, disse.
Num rali que apresenta algumas novidades na sua estrutura, dada a introdução de novas especiais de classificação, a Marinha Grande continua a ser o centro nevrálgico de uma prova que contará com duas etapas, a disputar entre amanhã (sexta-feira) e sábado. No primeiro dia, e após os treinos livres e qualificação, está reservada uma passagem pela classificativa de São Pedro de Moel e uma Super Especial no centro de cidade, disputando-se as restantes sete especiais no sábado.