Os atuais líderes do Campeonato Promo de Ralis vão competir na prova do CAST aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO X. É apenas a segunda vez da dupla do Macambi Racing Team no rali vianense, onde enfrentarão muita e forte concorrência.
Com o Mitsubishi Lancer EVO IX ainda a receber o necessário tratamento após o forte despiste em Alitém, Fernando Teotónio e Luís Morgadinho estarão na 10ª edição do Rali de Viana do Castelo aos comandos do EVO X preparado pela Domingos Sport, carro que já utilizaram no Rally de Lisboa e com o qual brilharam no último título alcançado pela dupla entre os RC2N no nacional de ralis.
A mudança em nada afeta os planos de Teotónio e Morgadinho, com o piloto do Fundão a assumir que “independentemente do carro, alinhámos sempre com o foco na discussão das vitórias e dos pódios, ainda para mais, sendo líderes do campeonato, temos o dever de tentar tudo para defender essa liderança e de a tentar reforçar. Sabemos que a concorrência será forte, mas também temos perfeita noção do nosso valor e dos nossos argumentos. Vai ser um rali muito disputado”.
A prova vianense não é uma novidade total para os dois, mas será “um desafio duro. Apenas aqui corremos uma vez e já lá vão alguns anos e vamos defrontar equipas com um conhecimento profundo do rali”, lembra Fernando Teotónio que, mesmo assim, está confiante de que “seremos competitivos. Vamos preparar bem a prova nos treinos, concentrarmo-nos em tirar boas notas de andamento e, claro, como é nosso apanágio, andar rápido logo desde início, para estar na luta taco a taco até ao fim”.
Já Luís Morgadinho, copiloto e Team Manager do Macambi Racing Team traz à liça um fator extra de dificuldade: “ao que indicam as previsões meteorológicas, o rali vai decorrer debaixo de muito calor e isso será um fator muito importante, seja pelo desgaste que vai provocar nos pneus e nas mecânicas, seja pelo cansaço acrescido que vai causar nos pilotos e nos navegadores. O rali vai ser muito duro e exigirá muita concentração e entrega. Queremos estar entre os melhores e tudo faremos para o conseguir”.
Fernando Teotónio e Luís Morgadinho chegam ao 10º Rali de Viana do Castelo na liderança do Campeonato Promo de Ralis com 5 pontos de avanço sobre os mais diretos perseguidores.
Programa do Rali
Sexta – 8 de Julho20.30h – Partida (Forte Santiago Barra)
A 10ª edição do Rali de Viana do Castelo volta a confirmar a prova como um dos ralis mais concorridos em Portugal. São mais de 80 equipas as que se apresentarão à partida do rali organizado pelo Clube Automóvel de Santo Tirso.
Entretanto já é conhecido o traçado da Super-especial, uma das novidades deste ano. Abandonando o parque de estacionamento adjacente ao Navio Gil Eanes onde decorreu nas edições anteriores, esta classificativa espetáculo irá realizar-se nas ruas da cidade junto ao Campo da Agonia, e pode ser vista em detalhe no esquema enviado em anexo. Outra das novidades já anunciadas é a nova classificativa na margem sul do rio Lima: “Mujães / Geraz do Lima” com 9 quilómetros de extensão
Uma alteração de última hora diz respeito ao Parque Fechado e centro nevrálgico do rali, que mudou para o Forte Santiago Barra, ao lado da super-especial e muito próximo do parque de assistência que estará situado junto ao Navio Gil Eanes e ao Centro Cultural de Viana do Castelo.
O Rali de Viana do Castelo disputa-se a 8 e 9 de Julho sendo pontuável para este alargado leque de competições: Campeonato de Portugal de GT Ralis, Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, Campeonato de Portugal Júnior de Ralis, Campeonato Promo de Ralis, terá uma Prova Extra e tem ainda o aliciante de pontuar para a Toyota Gazoo Racing Iberian Cup e para o FPAK Júnior Team. Alem disso é também uma das jornadas do Desafio Kumho.
Programa do rali Sexta – 8 de Julho20.30h – Partida (Forte Santiago Barra) 21.03h – PEC 1 – SE Viana do Castelo22.13h – Final da secção (Forte Santiago Barra) Sábado – 9 de Julho09.00h – Partida (Forte Santiago Barra)09.58h – PEC 2 – Mujães / Geraz do Lima 110.36h – PEC 3 – S. Salvador da Torre / Amonde 111.34h – PEC 4 – Mujães / Geraz do Lima 212.12h – PEC 5 – S. Salvador da Torre / Amonde 213.02h – Reagrupamento – Viana do Castelo 14.55h – PEC 6 – S. Salvador da Torre / Amonde 3 15.28h – PEC 7 – Montaria 116.11h – PEC 8 – Outeiro 1 16.59h – PEC 9 – Montaria 2 17.42h – PEC 10 – Outeiro 218.42h – Final do Rali 19.00h – Entrega de prémios (Forte Santiago Barra)”
O piloto de Baião vai participar este fim-de-semana no Rally Taça Joaquim Santos, aos comandos do seu Porsche 991 GT3 CUP, sendo acompanhado por Martim Azevedo. O rali é um das seis provas incluídos no vasto programa de um dos mais importantes festivais motorizados do país.
Dando seguimento à sua estratégia de estar presente em ralis que considere carismáticos, Vítor Pascoal estará este fim-de-semana à partida da edição 2022 do Rally Taça Joaquim Santos, prova integrada no Penafiel Racing Fest e que homenageia o consagrado piloto natural de Penafiel que, com toda a justiça, é considerado um dos melhores pilotos nacionais de todos os tempos.
A presença do Porsche do Baião Rally Team é claramente justificada pelo “crescente sucesso e impacto público e mediático que o Penafiel Racing Fest tem ostentado e que se prevê possa ainda ser maior este ano, depois do interregno causado pela pandemia”, destaca Vítor Pascoal que considera ser “uma excelente oportunidade para potenciarmos a divulgação dos nossos patrocinadores, estando num evento deste nível e sem a pressão competitiva. Convidei uma vez mais o Martim Azevedo para me acompanhar e vamos de certeza absoluto nos divertir muito, quer na prova, quer em toda a componente social do evento”.
Aliás, Pascoal promete que “iremos privilegiar o espetáculo, sem grandes preocupações com os tempos que obtivermos, embora não saibamos andar sem ser de forma rápida!”, estando ciente de que “não iremos arriscar nada, pois daqui a uma semana temos a Rampa do Caramulo, prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e onde poderei atingir mais um título nacional e esse sim, esse é o grande objetivo da nossa época”.
O piloto de Baião vai participar este fim-de-semana no Rally Taça Joaquim Santos, aos comandos do seu Porsche 991 GT3 CUP, sendo acompanhado por Martim Azevedo. O rali é um das seis provas incluídos no vasto programa de um dos mais importantes festivais motorizados do país.
Dando seguimento à sua estratégia de estar presente em ralis que considere carismáticos, Vítor Pascoal estará este fim-de-semana à partida da edição 2022 do Rally Taça Joaquim Santos, prova integrada no Penafiel Racing Fest e que homenageia o consagrado piloto natural de Penafiel que, com toda a justiça, é considerado um dos melhores pilotos nacionais de todos os tempos.
A presença do Porsche do Baião Rally Team é claramente justificada pelo “crescente sucesso e impacto público e mediático que o Penafiel Racing Fest tem ostentado e que se prevê possa ainda ser maior este ano, depois do interregno causado pela pandemia”, destaca Vítor Pascoal que considera ser “uma excelente oportunidade para potenciarmos a divulgação dos nossos patrocinadores, estando num evento deste nível e sem a pressão competitiva. Convidei uma vez mais o Martim Azevedo para me acompanhar e vamos de certeza absoluto nos divertir muito, quer na prova, quer em toda a componente social do evento”.
Aliás, Pascoal promete que “iremos privilegiar o espetáculo, sem grandes preocupações com os tempos que obtivermos, embora não saibamos andar sem ser de forma rápida!”, estando ciente de que “não iremos arriscar nada, pois daqui a uma semana temos a Rampa do Caramulo, prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e onde poderei atingir mais um título nacional e esse sim, esse é o grande objetivo da nossa época”.
Em termos de programa competitivo, o Rally Taça Joaquim Santos arranca amanhã, sexta-feira, às 21:05, dispuntado de imediato a Street Stage Penafiel (0,92 km), que se desenrola no coração histórico da cidade e onde são esperados milhares de epsetadores. A primeira noite da prova contém ainda as passagens pelas classificativas de Guilhufe/Irivo (5,95 km) e Rans/Milhundos (4,25 km). No sábado, disputa-se a 2ª etapa, com os pilotos a enfrentarem por duas vezes as especiais de Milhundos/Duas Igrejas (6,64 km) e Rio de Moinhos/Vila Cova (9,60 km), antes de voltarem à cidade para nova passagem pela Street Stage Penafiel, estando o pódio final previsto para as 19:20 horas.
José Carlos Pouca Sorte e Tiago Fontão destacaram-se em Resende pelo ritmo colossal que imprimiram de início a fim no seu VW Golf GTI R35.
https://youtu.be/0gIPidSREV8
A 2ª edição do Rally Resende Douro Verde foi palco de um domínio quase total por parte dos pilotos do concelho, face à forte concorrência vinda de fora, pois os principais protagonistas do Start centro de Ralis estiveram presentes na prova organizada pelo Targa Clube, em parceria com o Município de Resende.
E entre eles a dupla formada por José Carlos Pouca Sorte e Tiago Fontão acabariam por se destacar pelo ritmo colossal que imprimiram de início a fim no seu VW Golf GTI R35.
Após as verificações, detalhas técnicos colocaram a dupla a disputar a prova extra, mas o destaque nem sequer vai para a lógica vitoria que vieram a ostentar nessa competição.
José Carlos Pouca Sorte, que, em 2021, aos comandos de um Peugeot 208 VTI R2B já tinha discutido taco-a-taco o triunfo na edição inaugural do Rally Resende Douro Verde, voltou a provar nesta edição do rali todo o seu talento e velocidade pura, que têm feito dele um dos principais protagonistas da Divisão Turismo 2 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, competição em que foca a sua carreira.
Nesta participação pontual nos ralis, o piloto natural de Resende logrou ser o mais rápido em quatro das especiais da prova entre todas as 25 equipas que competiram e, a haver uma geral global, e apesar de um erro logo na primeira passagem pela Resende Street Stage, José Carlos Pouca Sorte teria levado o seu VW Golf GTI R35 a vencer prova, provando, uma vez mais, que, se o quiser, poderá um dia dar o salto para os ralis e continuar a ser competitivo.
Para registo final, uma palavra para a presença de Carlos Pouca Sorte, filho de José Carlos, que alinhou com um Seat Leon TDI. O jovem piloto, que está a dar os seus primeiros passos na carreira desportiva, foi navegado por Luís Patrício Caetano e não teve sorte. Um erro num controle forçou-o a abandonar ainda durante a secção inicial do rali, depois de ter rubricado bons tempos com carro espanhol nas duas passagens pela Resende Street Stage.
Jorge Rodrigues e Luís Duarte deram um toque clássico ao rali, alinhando na Prova Extra com um Datsun 1200, assinando uma prova sem mácula e que os levou ao 2º posto nessa competição.
De regresso às boas exibições, o piloto de Leiria que é navegado por Ricardo Sismeiro, levou o Citroen Saxo da Prototype equipado com pneus Kumho ao 3º lugar final da prova organizada pelo Targa Clube e é agora segundo no Campeonato Start Centro de Ralis, a uma prova do fim.
A dupla de Leiria assinou uma prova sempre em crescendo. Concluíram a secção inaugural de sábado, que continha uma dupla passagem pela Resende Street Stage, no 5º lugar da geral, subindo ao 4º posto logo na primeira classificativa da manhã de domingo. Galgaram mais uma posição na especial seguinte e ousaram chegar ao 2º posto na 4ª PEC, então a pouco mais de dezoito segundos dos comandantes e com cinco de avanço sobre os concorrentes mais diretos.
Faltavam 3 classificativas para o fecho do Rally Resende Douro Verde e Fábio Santos e Ricardo Sismeiro colocaram sempre muita intensidade no ritmo imprimido ao Saxo, lutando taco-a-taco pelo pódio final, concluindo o rali um saboroso 3º lugar, conquistando o primeiro pódio da época e assinalando o regresso às boas exibições e aos resultados de relevo.
“Estamos muito felizes não só com o pódio, mas sobretudo com a nossa exibição. Estivemos sempre fortes, principalmente debaixo de chuva e foi bom ver que estamos de volta ao nosso melhor e que além do Citroen Saxo ter estado irrepreensível, também os pneus Kumho desempenharam um papel importante para o nosso sucesso”, destacava Fábio Santos no pódio final, realçando ainda o facto de “termos subido ao 2º lugar do campeonato, posição que vamos agora tentar manter na última prova do calendário”.
Pedro Silva e Luís Ribeiro foram a segunda melhor dupla Kumho na geral do rali, conquistando um positivo 6º lugar, num rali em que o seu principal foco passava por estrear e evoluir o novo Renault Clio Rally5 da Domingos Sport.
Revelaram sempre um andamento muito capaz e sem erros, com o jovem craque de Vila Velha de Rodão a afirmar no final que tinha sido “uma excelente experiência. O Clio tem um enorme potencial de desenvolvimento e foi para nos um grande orgulho a confiança depositada na Domingos Sport para esta estreia. O 6º posto, face a carros mais potentes, é um bom resultado, conseguido também com a preciosa ajuda dos pneus Kumho que estiveram sempre perfeitos”.
Entre as equipas Kumho, o infortúnio bateria à porta de Daniela Lopes e Soraia Silva, que foram vítimas na 5ª classificativa do rali de uma forte saída de estrada, que deixou muito maltratado o Citroen Saxo e forçou ao evacuamento para uma unidade hospitalar da dupla. Felizmente ambas tiveram alta e já repousam em casa, tudo indicando que a sua recuperação será rápida e total.
Pela positiva, saliente-se que Daniela Lopes e Soraia Silva estavam a realizar um rali tremendo, com tempos regularmente bem dentro do Top 10 e, no momento da desistência, era muito provável que viessem a ficar dentro dessa sempre almejada presença nos dez primeiros.
O 5º Desafio Kumho Portugal continua já no fim-de-semana que se avizinha, no Rali de Viana do castelo, que contará para os Desafios Kumho Norte e Asfalto.
Aproveitando o período de paragem no Campeonato de Portugal de Ralis 2RM, Rafael Cardeira e Luís Boiça irão participar no Rally Taça Joaquim Santos, prova inserida no Penafiel Racing Fest, a disputar já a 8 e 9 de Julho no norte do país.
Como vem a ser hábito, aos comandos do Renault Clio R3T, a dupla irá disputar esta prova “extra” campeonato, que servirá essencialmente para manter o ritmo competitivo em pisos de asfalto: “Queremos acumular quilómetros em asfalto, aproveitando a notoriedade e a envolvência de público que este evento costuma reunir”, começa por referir o piloto do Sporting Clube de Portugal.
Rafael Cardeira indica ainda que o foco será o desenvolvimento sustentado, mas irá procurar a vitória entre os 2 Rodas Motrizes: “Vamos aproveitar para testar algumas soluções de afinação em ambiente de competição, enquanto lutamos pelos lugares cimeiros nas 2 Rodas Motrizes. Será um fim-de-semana em que essencialmente nos queremos divertir, não esquecendo que esta é uma verdadeira festa do desporto motorizado e merece ser celebrada da melhor forma.”
O Rally Taça Joaquim Santos arranca no fecho da próxima sexta-feira, terminando ao fim da tarde de sábado.
Tripulando um BMW M3, o piloto de Resende navegado pelo conterrâneo Nicolau Rabaça, impôs o seu conhecimento cirúrgico do terreno às pretensões dos principais protagonistas do Campeonato Start Centro de Ralis, com estes muito focados na luta direto pelo título. Jorge Carvalho selou quase de vez essas contas, ao terminar em segunda de geral, com o pódio do rali a ficar completo com Fábio Santos no terceiro posto.
A 2ª edição do Rally Resende Douro Verde levou até à margem sul do Douro o Campeonato Star Centro de Ralis, sendo a quarta prova de um calendário que tem cinco previstas, saldando-se por um grande êxito organizativo, merecendo rasgados elogios por parte dos competidores, que salientaram a qualidade das especiais e o bom nível técnico que a organização ostentou de início a fim do rali.
Como tal, a prova organizada pelo Targa Clube, em parceria com o Município de Resende, assumia foros de importância total para a batalha pelo título e logo num rali em que os principais protagonistas nunca tinham competido.
Esse fator viria a ser importante pois o naipe de pilotos com justas pretensões a disputarem a vitória encontraram pela frente protagonistas locais que, desde a primeira hora, provaram estar claramente na luta pelo triunfo.
Entre eles Pedro Melo e Marco Almeida.
Comecemos pelo segundo. Tripulando um “musculado” Renault Clio e tendo como copiloto Miguel Silva, o filho do consagrado piloto local Ilderico Almeida surpreendeu tudo e todos sendo o mais lesto nas duas passagens pela Super Especial de abertura e só não fechou a seção inaugural do rali no comando porque sofreu uma penalização de 10 segundos por falsa partida.
Depois foi fazendo sempre jogo de igual para igual na luta pelos melhores tempos nas especiais de domingo, chegando à liderança da prova após a 3ª classificativa, mas, na PEC 4 rodou com pneus de seco debaixo de uma chuvada forte, fazendo-o perder muito tempo. Mesmo assim terminaria na 4ª posição da geral.
Quanto a Pedro Melo simplesmente venceu. A bem da justiça, recordemos que o piloto de Resende já tinha estado entre os que discutiram a vitória na 1ª edição da prova. Desta feita e apesar de um susto logo na primeira passagem pela Resende Street Stage, classificativa urbana de abertura da prova, disputada ao início da noite de sábado quando teve uma ligeira saída de estrada, Pedro Melo impôs um ritmo imparável ao seu BMW M3 nas quatro primeiras classificativas de domingo, atingindo o fecho dessa secção matinal do segundo dia com uma vantagem de quase meio minuto sobre os mais diretos perseguidores, limitando-se a controlar nas ultimas duas PEC’s da prova, antes de regressar ao centro urbano de Resende para ser recebido euforicamente pelos seus conterrâneos, que não regatearam aplausos no pódio à dupla formada por si e por Nicolau Rabaça.
“Estamos muito felizes com esta vitória. O rali até começou mal para nós, com o pequeno despista na Super Especial de abertura. Aí, também pensamos que estava tudo perdido com alguns problemas no carro. Felizmente, a nossa equipa conseguiu reparar o problema e, na manhã de domingo, decidimos atacar a fundo e tudo nos correu bem. O Nicolau este incrível e foi sempre puxando por mim para dar o máximo. Esta é apenas o nosso segundo rali e vencer, logo em casa e perante pilotos de brande nomeada, é motivo para sentirmos um grande orgulho!”, resumiu no final Pedro Melo.
O 2º posto final na geral foi alvo de uma luta intensa, tendo passado pela posição várias equipas. José M. Gomes e Fábio Reis, foram os líderes iniciais do rali, caíram para segundo na PEC 2, com a dupla do Renault Clio RS a claudicar no terceiro troço, abandonando a prova.
Foi substituído na posição pelo futuro vencedor do rali e, quanto este ascendeu ao comando, o 2º lugar foi herdado por Fábia Santos e Ricardo Sismeiro, a três classificativas do fecho da prova. A dupla de Leiria está de regresso às boas exibições com o Citroen Saxo e disputaram taco-a-taco a posição até final com os líderes do campeonato, Jorge Carvalho e Rodrigo Pinheiro, num Peugeot 208 VTI R2.
Fábio Santos ainda resistiu aos ataques de Carvalho até ao penúltimo troço e os dois entraram para a derradeira especial separados por 0,6 segundos. Carvalho foi mais forte e garantiu o segundo lugar final, resultado que lhe granjeou a recolha do máximo de pontos e praticamente selou as contas do título:
“Foi um rali incrível. Os troços são fantásticos e estou muito satisfeito com a nossa exibição”, salientou Jorge Carvalho que considerou ainda que “este 2º lugar tem um sabor muito especial pois o título fica nas nossas mãos, bastando agora apenas alinhar à partida na última prova da temporada. É um título que nos deixa felizes e que julgo ser inteiramente merecido”.
Quanto a Fábio Santos, ao 3º lugar da geral, que se transforma no seu melhor e resultado da temporada e que lhe permite saltar para a segunda posição do campeonato, juntou ainda a vitória nas lides do 5º Desafio Kumho Portugal.
Uma referência para a boa prova de Armando Carvalho e Ana Santos. A dupla colocou o seu Peugeot 208 VTI R2 no 5º lugar da geral, recolhendo os pontos relativos à terceira posição entre os inscritos no campeonato. Foi uma boa operação pontual em Resende, que os fez manter a terceira posição na tabela da geral do Start Centro.
Por outro lado, o Rally Resende Douro Verde transformou-se uma prova para esquecer para um dos candidatos ao título. O jovem Pedro Pereira, que é navegado por Tiago Silva, nunca fez valer o seu estatuto de 2º classificado no campeonato à chegada a esta prova. O 8º posto final fê-lo cair para 4º no campeonato, a uma prova do fim.
Uma palavra final para o triunfo de José Carlos pouca Sorte e Tiago Fontão na Prova Extra. Aos comandos de um VW Golf GTI R35, a dupla de Resende foi ainda a equipa mais rápida entre todas as que competiram numa prova que viu chegar ao fim 17 das 25 equipas que partiram.
O piloto será acompanhado por Luís Ribeiro neste seu regresso pontual ao Start Centro, na prova onde em 2021 assinou a primeira vitória à geral da sua carreira. Deixando de lado por momentos as lides do Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes, Pedro Silva estará amanhã à partida do Rally Resende Douro Verde aos comandos de um Renault Clio Rally5 da Domingos Sport.
Será navegado por Luís Ribeiro no habitáculo do carro francês equipado com pneus Kumho, assumindo o piloto que “esta vai ser uma excelente oportubidade que me deixa muito feliz. Tenho uma boa relação com o Ricardo Domingos, tal como tenho com muitas outras equipas e sou um piloto aberto a trabalhar com muita gente e a pilotar vários carros, a minha paixão são os Ralis”, revelando que ter sido escolhido para a estreia do Clio Rally5 da Domingos Sport “foi uma decisão fácil. O Ricardo recebeu o carro esta semana e rapidamente chegamos a um acordo para eu estrear o Clio Rally5 em Resende”.
A “arma” gaulesa possuiu um motor 1330cc Turbo, com 180 cavalos e uma caixa sequencial Sadev de 5 velocidades, dando ao Clio Ralky3 fortes argumentos competitivos.
“Não tive oportunidade de testar e, como tal, vou fazer os primeiros quilómetros na Super Especial de abertura. por isso mesmo não posso ambicionar resultados de maior, mesmo sendo uma prova pela qual tenho um carinho especial, por ter ganho o ano passado. O objetivo passa aprender a guiar um carro turbo e evoluir de troço para troço”, assume Pedro Silva que aponta para a possibilidade de ”conseguirmos estar na luta pelo Top 5 do rali, mas não vou pensar em resultados”.
O Clio Rally3 da Domingos Sport vai “calçado” com pneus Kumho, com Pedro Silva a dar continuidade a “estaminha ligação à marca coreana. São pneus que têm evoluído muito, confiamos muito neles e vão ser um bom aliado para estrear um carro novo.
O jovem talento de Vila Velha de Rodão está a ser autor de uma excelente época de estreia no campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes.
Mesmo perante adversários mais experientes e com carros mais competitivos, é quarto da tabela pontual, após as primeiras cinco provas, estando apenas a 7 pontos do último degrau do pódio, sendo de registar que já saboreou a presença no Top 3 no Rali terras D’Aboboreira.
Como tal, o seu foco está “em dar tudo para terminar em grande esta época de estreia no CPR2RM. Faltam duas provas, o Rali da Água-CIM Alto Tâmega, em setembro e o Vidreiro, em Outubro e iremos dar tudo para tentar chegar ao pódio final do campeonato, embora reconheça que este Top 4 é já muito bom para um ano de estreia e com as nossas limitações orçamentais e técnicas”.
Ambicioso, Pedro Silva prepara já a época de 2023:
“O meu objetivo passa por estar em 2023 aos comandos de um rally4, para ter mais argumentos na discussão do título nas 2RM. Resta saber se vou conseguir apoios para tal. No fecho da época, vou colocar o meu 208 R2 à venda e trabalhar intensamente com os patrocinadores para reunir as condições necessárias para uma época tranquila”, sendo certo que um reforço desta ligação à Domingos Sport agrada ao piloto que revela que “a equipa também adquiriu um Renault Clio Rally4 e seria fantástico poder ser essa a minha opção. É uma estrutura muito profissional e integrá-la seria um passo sólida na evolução da minha carreira”.
O 2º Rally Resende Douro Verde terá o seu centro nevrálgico no Largo da Feira, em Resende e arrancará no início da noite de sábado, dia 2 de julho, com uma dupla passagem pela Resende Street Stage (2,75 km), com início às 20:05. No domingo, dia 3, serão três especiais de classificação, percorridas duas vezes, a saber, as classificativas de Miomães/S. Romão (7,10 km, às 9:44 e 10:40) e Freigil/S. Cipriano (8,06 km, às 10:10 e 11:06), com os concorrentes a fazerem um regresso ao centro de Resende onde reagrupam e fazem a devida assistência, antes de enfrentarem a PEC de Resende/Enxertado (8,45 km), cuja dupla passagem tem horários previstos para as 12:45 e 13:35.
A 63ª edição do Rali Vinho da Madeira, que marca o regresso à normalidade da organização do Club Sports da Madeira, mantém o esforço dos seus promotores na grande competitividade do evento.
José Paulo Fontes, presidente da comissão organizadora, destacou “o prestígio da prova, que permite enfrentar novos desafios, nomeadamente o regresso ao Campeonato da Europa, mas tudo depende dos apoios. O rali, atualmente no FIA Iberian Rally Trophy, mantém-se como veículo promocional e importante montra para as marcas que o suportam”.
O próximo Rali Vinho da Madeira será disputado em 17 classificativas entre os dias 4 e 6 de agosto. No primeiro dia de competição terão lugar o Qualifying, Shakedown e ainda o primeiro troço cronometrado, a sempre muito aplaudia Avenida do Mar, que regressa ao programa. A cerimónia de partida acontecerá na Praça do Povo, praça que também receberá a cerimónia de entrega de prémios.
Já na sexta-feira, 5 de agosto, é feita ronda dupla por Campo de Golfe, com um percurso alterado, e Palheiro Ferreiro, que volta a incluir a evolução pelo emblemático Chão da Lagoa. À tarde será cumprida dupla passagem por Boaventura, agora com ida ao centro do Arco de São Jorge, e Cidade de Santana, cujo traçado não inclui alterações de monta. As secções voltam a ser intercaladas por parques de assistência, uma vez mais na Avenida Sá Carneiro.
No sábado e último dia de prova, a caravana percorrerá em duas ocasiões as provas especiais de Câmara de Lobos, Ponta do Sol, Ponta do Pargo e Rosário. Os parques de partida e fechados terão como cenário o Largo do Município, no Funchal, na sequência da intenção em concentrar o rali no centro da cidade. Nesse sentido, também o centro operacional volta à Avenida Arriaga, agora nas instalações da Escola Profissional Atlântico.
Aos comandos de um Skoda Fabia RS TDI e navegado por António Vieira, Capela Morais foi o mais rápido em quatro das seis classificativas, construindo cedo uma forte liderança e conquistando assim uma vitória tão natural quanto sólida nas contas do 5º Desafio Kumho Portugal no Rally Montelongo Carlos Vieira 2022.
Em liça estava mais uma luta dupla nas contas da competição organizada pela ASR Tyres. O Rally Montelongo Carlos Vieira contou para os Desafios Kumho Norte e Kumho Asfalto, com a competição a seguir o traçado da prova reservada aos concorrentes do Campeonato Start Norte de Ralis, incluindo assim seis classificativas, disputadas todas no primeiro dia do rali.
E uma equipa se destacou das demais entre as que disputaram a primazia no 5º Desafio Kumho Portugal. Capela Morais e António Vieira não só foram sempre muito rápidos, mas, ao contrário de outros adversários, rubricaram uma exibição sem erros de monta e construíram de forma forte e paulatina a vitória entre os Kumho, vencendo as quatro primeiras especiais, levantando o pé na quinta e conseguindo suplantar um pequeno susto na 6ª e última especial do rali, para chegarem a Fafe com quase três minutos de vantagem sobre a dupla que mais perto conseguiu terminar.
E este segundo lugar foi alcançado por Sérgio Freitas e Miguel Rodrigues que assim, tripulando um Peugeot 306 HDI, contribuíram para um pouco habitual 1-2 nos degraus mais altos do pódio para motores turbo-diesel. A prova de Freitas e Rodrigues foi marcada pela consistência, evitando erros e problemas técnicos, sendo recompensados com um excelente segundo lugar nas contas do Desafio Kumho.
O pódio ficou fechado com a outra equipa que logrou colocar a sua chancela na frente da tabela de tempos das especiais e logo por duas vezes, ao vencerem a 5ª e a 6ª PEC. Falamos de Rui Ferreira e Filipe Abreu que ostentaram sempre uma rapidez invejável com o seu Peugeot 106, mas viram a sua prova completamente arruinada com uma penalização de estrada de seis minutos que, claramente, os impediu de reclamar, pelo menos, o segundo posto, pois, retirando esse tempo, demoraram apenas mais 40,3 segundos do que os vencedores a fazer as seis especiais. Fica na retina a exibição de grande nível e um pódio justo, mas de sabor agridoce.
Logo atrás, o 4º lugar seria alcançado por Filipe Ferreira e Rui Rocha, num Hyundai Getz. A dupla viveu um autêntico calvário durante a prova. Só na passagem inicial pelas classificativas de Vila Pouca e Monte, perderam quase dez minutos em cada uma, a que se somou um prejuízo de outros dezoito minutos em Vila Pouca 2, sendo de registar que nas últimas duas classificativas e com o carro coreano a colaborar, registaram a segunda melhor marca em ambas, provando que, em circunstâncias normais, teriam uma palavra a dizer na luta pelo pódio final.
O 5º Desafio Kumho Portugal prossegue já este fim-de-semana que se avizinha, com a discussão da 2ª edição do Rally Resende Douro Verde. A prova do Targa Clube contará para os Desafios Kumho Asfalto e Kumho Centro.