Categoria: Ralis

  • Cláudio Baptista cumpriu objetivos no Rally Montelongo

    Rubricando uma exibição sólida, o jovem fafense construiu uma das melhores performances da temporada, demonstrando estar cada vez mais adaptado ao Peugeot 208 VTI R2 preparado pela PT Racing. No primeiro dia, foi Top 8 nas contas do Start Norte, terminando a segunda jornada no Top 6 da Prova Extra do rali organizado pelo Demoporto.

    O rali disputado no concelho de Fafe assumia-se como um desafio intenso, quer pela sua extensão, com 13 classificativas ao longo de dois dias, quer pela quantidade e naipe de participantes que a dupla formada por Cláudio Baptista e Pedro Santana teve de enfrentar.

    Esta edição 2022 do Rally Montelongo Carlos Vieira era o segundo desafio do ano de Cláudio Baptista em provas de estrada e o piloto rubricou ao longo dos dois dias aquela que é, possivelmente, até ao momento, a sua melhor exibição da temporada.

    Alias, o próprio corrobora dessa análise: “foi um fim-de-semana a rondar a perfeição. Não cometemos grandes erros conseguimos andar sempre rápido, sendo de destacar que fomos aumentando o ritmo e conseguindo lutar taco a taco com pilotos muito mais experientes. Não fugimos daquele que era o nosso foco e que passa por ir aprendendo e evoluindo ao longo de cada rali desta época, mas ficamos muto felizes por termos conseguido realizar sempre tempos entre os dez melhores da geral”.

    No fecho do primeiro dia, que era reservado à discussão da prova reservada ao Campeonato Start Norte de Ralis, Cláudio Baptista e Pedro Santana, reservaram para si o 8º lugar da geral. Depois, no segundo dia de competição, bateram-se que nem “leões” e lograram concluir a jornada no 6º posto da geral da Prova Extra, recompensa justa para uma exibição muito positiva.

    Os dois Top 10 deixaram Cláudio Baptista “obviamente feliz, pois são demonstrativos de que estamos a melhorar, conseguindo ser cada vez mais competitivos”.   O talentoso jovem piloto de Moreira de Rei salientou ainda “a fiabilidade e a competitividade que o Peugeot teve ao longo de todo o rali. Está de parabéns a PT Racing que me colocou um carro excelente nas mãos. É um prazer enorme pilotar um carro como este e tem sido incrível ir aprendendo todo o seu potencial e sinto-me muito satisfeito por estar cada vez mais seguro a conduzir o 208 R2, dando-me total confiança de que, no futuro próximo, seremos ainda mais fortes”.

  • Rally Resende Douro Verde vai para a estrada a 2 e 3 de julho

    O Targa Clube apresenta algumas novidades na estrutura da prova que organiza em parceria com o Município de Resende e contando com o apoio local do Automóvel Clube Clássicos de Caldas de Aregos. A prova contará para Campeonato Start Centro de Ralis, fazendo ainda parte do 5º Desafio Kumho Portugal.

    O belo concelho da margem sul do Douro recebe nas suas desafiantes estradas de asfalto pela segunda vez uma prova inserida nas competições da FPAK.

    O Presidente da Câmara Municipal de Resende, Garcez Trindade, destaca que “o nosso apoio ao rali assenta na forte aposta que a nossa autarquia vem fazendo na promoção do concelho e na dinamização do nosso tecido económico através da realização de eventos que atraiam pessoas a Resende, dando também continuidade aos pergaminhos do desporto motorizado que sempre foi muito acarinhado no nosso concelho”.

    O Rally Resende Douro Verde, mudou de data e recebeu algumas alterações que visam torná-lo, segundo Fernando Batista, presidente do Targa Clube, ainda “mais apelativo para as equipas dado que o figurino da prova permite que os  reconhecimentos sejam mais céleres e o público vai ter a possibilidade de ver várias vezes a passagem dos concorrentes. A competitividade exigida pelo traçado das classificativas certamente vai ter mais uma vez o apreço dos pilotos, como ficou reconhecido na primeira edição”.

    O dirigente do clube organizador destaca ainda “a compreensão e a colaboração que tivemos por parte do Município de Resende para podermos remarcar a prova e quero agradecer ao Município, principalmente ao seu Presidente Garcez Trindade e à vereação por nos apoiarem e serem um fator decisivo para podermos ultrapassar o problema causado pela necessidade de adiarmos a prova”.

    Super Especial a abrir no sábado e seis classificativas decisivas no domingo

    O 2º Rally Resende Douro Verde terá o seu centro nevrálgico no Largo da Feira, em Resende e arrancará no início da noite de sábado, dia 2 de julho, com uma dupla passagem pela Resende Street Stage (2,75 km), com início às 20:05.

    No domingo, dia 3, serão três especiais de classificação, percorridas duas vezes, a saber, as classificativas de Miomães/S. Romão (7,10 km, às 9:44 e 10:40) e Freigil/S. Cipriano (8,06 km, às 10:10 e 11:06), com os concorrentes a fazerem um regresso ao centro de Resende onde reagrupam e fazem a devida assistência, antes de enfrentarem a PEC de Resende/Enxertado (8,45 km), cuja dupla passagem tem horários previstos para as 12:45 e 13:35.

    Depois será tempo de consagrar os vencedores e honrar as equipas que lograrem terminar a prova, na cerimónia que decorrerá em frente aos Paços do Concelho de Resende a partir das 14:30.

  • Rally Montelongo Carlos Vieira: Luís Mota de fio a pavio nos Clássicos

    Luís Mota e Alexandre Ramos, num Mitsubishi Lancer Evo VI, venceram, este domingo, o Rally Montelongo Carlos Vieira, quarta prova do Campeonato de Portugal de Clássicos e que nesta edição apresentou a sua candidatura à entrada em 2023 no calendário do FIA European Historic Rally Championship, numa aposta conjunta da edilidade de Fafe e do Demoporto – Clube de Desportos Motorizados do Porto.

    O rali, com um total de 13 classificativas de asfalto sediadas no concelho de Fafe e repartidas por dois dias – no sábado disputou-se também a prova do Campeonato START Norte, ganha pela dupla João Andrade/Sérgio Paiva (Peugeot 208 VTI) –, teve como líder, do primeiro ao último dia, Luís Mota, que chegara a Fafe como líder do Campeonato e reforçou, deste modo, a sua posição com este segundo triunfo da temporada.

    “O nosso objetivo era consolidar o primeiro lugar do campeonato e agora, depois desta vitória, que venha o Rali de Viana do Castelo… Nunca é fácil ganhar e desde a primeira classificativa que tive adversários à altura e necessitei de estar sempre atento. Não surgiu qualquer percalço, foi sempre certinho e direitinho…”, comentava, no final, Luís Mota, cuja vantagem final foi de 35 segundos em relação a Nuno Mateus, que também conduziu um Mitsubishi Lancer Evo VI e lamentava os contratempos surgidos no sábado:

    “Primeiro, tivemos uma saída de estrada, na qual perdemos algum tempo, daí resultando, também, a roda traseira esquerda empenada, problema que nunca conseguimos solucionar. E como se tal não bastasse, ainda sofremos um furo. Portanto, tivemos algumas limitações, caso contrário a luta pela vitória teria sido… taco a taco. De qualquer modo, o Luís Mota andou muito bem e está de parabéns”, sublinhou o segundo classificado.

    O último lugar do pódio foi conquistado por César Freitas, piloto de Fafe que conduziu, navegado por Alberto Silva, um Ford Escort MK II e ainda assinou alguns dos melhores tempos, só que o “pião” feito no sábado deixou-o fora da discussão da vitória, como recordou no final da prova: “Quando fizemos o ‘pião’ o motor desligou-se e nunca mais pegava. Perdi, com isso, mais de 2 minutos, mas depois correu tudo bem. Sem esse problema acredito que poderia ter discutido a vitória, mas foi um rali divertido…”

    Na prova extra, que seguiu, em termos de estrutura, a dos Clássicos, a dupla Paulo Antunes/Alberto Oliveira, no Skoda Fabia R5, manteve o ritmo do dia anterior e ainda decidiu estrear um jogo de pneus duros para, com maior segurança, poder elevar a fasquia, terminando com uma vantagem robusta face a João Andrade. O piloto que na véspera ganhara a prova START Norte decidiu continuar e obteve um excelente segundo lugar, na frente de Mário Castro, outro piloto que também não passou despercebido na sua terra…

    Em jeito de balanço desta edição do Rally Montelongo e projetando a sua possível entrada, em 2023, no Europeu de Clássicos, Carlos Cruz, presidente do Demoporto, revelou-se tão prudente quanto otimista:

    “Desenvolvemos todos os esforços, atendendo à ambição de colocar este rali no FIA European Historic Rally Championship, para corresponder às normas das provas desse campeonato, e constatámos uma boa recetividade por parte do delegado da FIA. Haverá que corrigir pequenos detalhes, como encontrar uma alternativa para não fazer uma terceira passagem no mesmo troço, mas de resto creio que a estrutura recebeu elogios tanto das equipas como dos pilotos. O mesmo elemento da FIA tinha estado presente, há dois anos, na prova do ERC, já conhecia as classificativas de asfalto e agora voltou a ficar agradado com as mesmas”.

  • Rafael Cardeira homenageado em S. João da Madeira


    Foi no passado dia 19 de junho que o piloto Rafael Cardeira esteve presente em São João da Madeira para festejar, a convite da direção, o aniversário do Núcleo do Sporting Clube de Portugal de São João da Madeira. Uma iniciativa de festa que reuniu sócios e simpatizantes e homenageou o piloto do clube leonino.

    Rafael Cardeira, que soprou as velas com a direção do Núcleo, refere: “É sempre com muito entusiasmo que me desloco a este tipo de iniciativas, que mostram a força do nosso clube e com um espírito de gratidão muito grande que recebo a homenagem que me foi atribuída. O Sporting Clube de Portugal é o clube mais eclético do nosso país e é bom sentir que os ralis têm um peso nesse feito.”

    Numa iniciativa que juntou mais de uma centena de sportinguistas, o piloto da Marinha Grande aproveitou para partilhar histórias sobre os ralis e transmitir um pouco da forma como encara a competição enquanto sportinguista.

  • Kalle Rovanperä rei e senhor no Safari Rally

    Kalle Rovanperä conquistou este domingo a sua quarta vitória no Campeonato Mundial de Rally da FIA 2022 no Safari Rally do Quênia, com a Toyota Gazoo Racing a reservar para os seus carros os quatro primeiros lugares da prova africana.

    Aos comandos do seu GR Yaris Rally1, o jovem finlandês superou a doença, a lama que parecia cola e as armadilhas rochosas de cascalho no Great Rift Valley para vencer a lendária prova africana com uma vantagem de 52,8 segundos em um . A vitória ampliou a sua vantagem na classificação dos pilotos para 65 pontos.

    Elfyn Evans terminou em segundo, 49,9 segundos à frente de Takamoto Katsuta, com Sébastien Ogier em quarto. Foi o primeiro 1-2-3-4 da Toyota desde o Quênia 1993 e o primeiro no WRC em 12 anos. Thierry Neuville (Hyundai i20 N) venceu a Wolf Power Stage para reivindicar cinco pontos extra.

  • Rally Montelongo Carlos Vieira: João Andrade vence START Norte

    A idílica Casa Solar Quinta da Luz foi o cenário apropriado para acolher as mais de cinco dezenas de equipas que compareceram no arranque da edição 2022 do Rally Montelongo Carlos Vieira, distribuídas pelo Campeonato de Portugal de Clássicos, Campeonato Start Norte de Ralis e Prova Extra. Este dia de sábado contemplava duplas passagens pelas especiais de Vila Pouca, Aboim/Gontim e Monte, num total de 61,5 quilómetros contra o cronometro

    A dupla João Andrade/Sérgio Paiva (Peugeot 208 VTI) sagrou-se vencedora, na tarde deste sábado, da prova START Norte no Rally Montelongo Carlos Vieira, depois de ter sido a mais rápida nas seis classificativas, enquanto Luís Mota e Alexandre Ramos (Mitsubishi Lancer Evo VI) lideram a competição relativa ao Campeonato de Portugal de Clássicos (CPCR) que apenas termina no domingo, com a disputa de mais sete classificativas desenhadas no concelho de Fafe. O Rally Montelongo é prova candidata a integrar em 2023 o calendário do FIA European Historic Rally Championship.

    Nesta terceira ronda da época do Campeonato START Norte, João Andrade foi, sem sombra de dúvidas, o mais forte, o que lhe permitiu conquistar a sua primeira vitória do ano, por uma margem de 17 segundos face ao piloto local Mário Castro, também ele autor de um desempenho notável.

    “A vitória já me tinha escapado em Gondomar, devido a problemas de potência no motor do Peugeot e depois, em Santo Tirso, também não estive longe, revelando uma crescente adaptação a este carro”, começou por afirmar João Andrade, acrescentando: “Hoje já estive mais perto dos limites e já deu para vencer. Mas não foi fácil, ao contrário do que possa parecer, pois os adversários não deram tréguas. A partir do momento que o meu opositor mais direto no campeonato desistiu, por avaria, fiquei um pouco mais tranquilo, mas os pilotos locais andaram, como sempre, muito depressa e tive que estar sempre atento. Só nas duas últimas classificativas é que geri a vantagem”.

    Andrade referia-se à desistência de João Gonçalves (Honda Civic), cujos problemas mecânicos começaram na segunda classificativa, não lhe dando hipótese de continuar em prova. Rui Ribeiro (Ford Escort RS 2000) foi outro nome em destaque, mas uma penalização de 50 segundos, logo no início, afastou-o da discussão da vitória.

    O duelo pelo segundo lugar durou até ao derradeiro troço, altura em que Mário Castro – o navegador de Pedro Almeida esta época no CPR – relegou, com o seu Ford Fiesta 1.0 Ecoboost, Filipe Teixeira (Citroen Saxo Cup) para a terceira posição.

    Na prova do CPCR, o líder do campeonato, Luís Mota, dominou a primeira etapa, conseguindo um pecúlio de 13,5 segundos em relação a Nuno Mateus, no duelo dos Mitsubishi Lancer Evo VI, não deixando de reconhecer que a meteorologia esteve do seu lado:

    “Estava com receio que chovesse, pois não tenho pneus de chuva… mas tive sorte. De qualquer modo, mesmo com chuva nunca iria desistir, apenas andaria com mais cautelas. Agora, no domingo, em que teremos, quanto a mim, as melhores classificativas, o objetivo é manter um ritmo forte”, referiu Mota.

    Na prova extra deste Rally Montelongo Carlos Vieira, que apenas termina domingo, Paulo Antunes, no Skoda Fabia R5, não teve rivais, até porque o açoriano André Oliveira veio a Fafe com a prioridade de se adaptar ao Peugeot 208 Rally4 com que disputará, em agosto, uma prova do Campeonato dos Açores.

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    “Este carro, propriedade do José Silva, é extraordinário e tanto eu como o Alberto Oliveira estamos a desfrutar das suas qualidades. Vim a esta prova só para matar saudades, como se costuma dizer, e o Demoporto está de parabéns, por ter montado um rali fantástico. Alinhamos com pneus macios, mas estamos a gostar tanto do Skoda R5 que amanhã [domingo] até vamos fazer um esforço financeiro e montar quatro pneus duros para poder forçar, com toda a segurança, um pouco mais o andamento. Hoje, quando o tempo aqueceu, o carro já escorregava em demasia…”, revelou Paulo Antunes.

    Este domingo, a segunda etapa do Rally Montelongo Carlos Vieira inlcui, a partir das 9h15, duas passagens pelas classificativas de Montim (6,92 km) e Várzea Cova (11,01 km)e três passagens por Queimadela/Travassós (10,88 km), estando o final COMPETITIVO previsto para as 15h10, na Feira Velha, no centro da cidade de Fafe, seguindo-se a cerimónia protocolar final, frente aos Paços do Concelho do Município de Fafe.

  • Rovanperä assume a liderança do Safari

    Kalle Rovanperä aproveitou o infortúnio no fecho da estapa do companheiro Sébastien Ogier para liderar após a dura etapa de abertura do Safari Rally.

    Estradas quebrando carros e areia grossa puniram as equipas, já que mais da metade do palntel do Campeonato Mundial de Rally da FIA sofreu algum tipo de drama durante o dia, mas os carros GR Yaris da Toyota Gazoo Racing tiveram um bom desempenho sob a pressão.

    O atual vencedor do Quênia, Ogier, liderou a maioria das seis etapas. Ele foi brevemente ultrapassado pelo companheiro de equipe Elfyn Evans pela manhã, mas voltou à frente na abertura da tarde, quando o galês sofreu com os seus pneus macios.

    Rovanperä permaneceu dentro do trio líder e conseguiu três vitórias em especiais antes de conquistar o primeiro lugar no final do dia, quando Ogier parou para trocar uma roda durante a final de Kedong. O finlandês vai para a duríssima e longa etapa de amanhã com uma vantagem de 22,4 segundos para a perna monstruosa de sábado, mas abrirá a estrada.

    “Acho que fizemos um bom trabalho”, refletiu Rovanperä que afirmou ainda que “o plano era ser rápido e seguro e estamos em uma boa posição agora, mas amanhã será muito desafiador. Claro, é sempre desafiador aqui. Ainda houve alguma limpeza [da estrada] na segunda passagem, mas fora isso, aproveitamos as especiais – exceto a última – acho que todos nos sentimos aliviados por terminar isso ”, acrescentou.

    Evans continuou sendo o contendor mais próximo de Rovanperä, mas achou difícil julgar exatamente o quão difícil era ser rápido e quais riscos correr. Ele terminou apenas 2,9 segundos à frente do terceiro colocado Ott Tänak, que negou à Toyota um pódio completo no fecho desta etapa.

    Tänak começou com o pé atrás quando a alavanca de velocidades do seu Hyundai i20 N quebrou durante a primeira etapa. Graças a um raciocínio rápido, o estoniano realizou uma reparação improvisada, usando a chave de roda sobressalente do carro como uma alavanca temporária.

    Takamoto Katsuta foi rcaindo de segundo para quarto no geral na fase final. O jovem Toyota perdeu tempo ao ultrapassar Craig Breen, que sofreu danos na suspensão dianteira direita do seu M-Sport Ford Puma e acabou o dia 1,3 segundos atrás de Tänak.

    Segundo no campeonato Thierry Neuville também teve um dia difícil com seu Hyundai. O carro perdeu força brevemente depois de entrar numa nuvem de poeira na PEC3, com Neuville também reclamando de problemas de tração e direção. Ele ficou quase um minuto atrás dos favoritos

    Oliver Solberg levou o seu i20 para casa em sétimo da geral, seguido pelo piloto do Škoda Fabia Rally2 e líder do WRC2, Kajetan Kajetanowicz. Breen é o nono, apesar de ter sofrido uma penalização de 10 minutos por não completar a SS7 e Sean Johnston fecha o Top 10, num Citroën C3 Rally2.

  • Cláudio Baptista: “correr em casa é sempre especial, mas o foco continua a ser evoluir”

    Na antevisão à sua participação no Rally Montelongo Carlos Vieira, o jovem piloto fafense da Sucesso Automóvel afirma querer dar continuidade à aprendizagem do Peugeot 208 VTI R2 preparado pela PT Racing. A “jogar em casa” participará os dois dias da prova do Demoporto, integrado no Campeonato Start Norte de Ralis e na Prova Extra.

    A edição 2022 do Rally Montelongo Carlos Vieira será o segundo desafio do ano de Cláudio Baptista em provas de estrada.

    Voltando a estar acompanhado pelo navegador Pedro Santana, o fafense assume “ser um enorme orgulho correr num rali cada vez mais prestigiado e que se disputa dentro do concelho de Fafe. Correr com o apoio da família,  patrocinadores, amigos e conterrâneos é sempre muito especial e, como não estamos inscritos em qualquer campeonato, nem a disputar uma época inteira, vamos encarar o rali sem pressões, tentar andar rápido, dar espetáculo, mas sempre sem exageros”, lembrando Cláudio Baptista que “este ano é de aprendizagem. Do Peugeot 208 R2 e da exigência muito particular que uma modalidade como os ralis tem”.

    Às dificuldades inerentes de uma época de aprendizagem o piloto adiciona neste rali “a dor de cabeça que será escolher pneus, com a previsão de condições meteorológicas inconstantes, ao longo dos dois dias de prova. Se chover, será um handicap, pois não temos experiência com o Peugeot em pisos molhados e isso fará com que tenhamos de assumir muita cautela. Mas, por outro lado, se acontecer, será uma excelente oportunidade para ganhar experiência nessas condições”.

    A seu favor joga “o nosso maior conhecimento dos troços cronometrados. É o rali que melhor conhecemos”, refere.

    A opção por participar nos dois dias, está, segundo Cláudio Baptista, diretamente relacionada “com o que temos sempre enfatizado. Queremos fazer o maior número de quilómetros em competição com o Peugeot, permitindo também que eu e o Pedro Santana possamos ganhar um entrosamento cada vez maior e, como tal, ainda para mais sendo em Fafe, tem toda a lógica que façamos os dois dias”.

    O Rally Montelongo Carlos Vieira 2022 tem duas etapas. A primeira, disputada amanhã, sábado, incluirá duas passagens pelos troços de Vila Pouca (9,71 km), Aboim/Gontim (9,01 km) e Monte (12,05 km). Já no domingo, a 2ª inclui duas passagens pelos troços de Montim (6,92 km) e Várzea Cova (11,01 km) e três pelo de Queimadela/Travassós (10,88 km), estando o final previsto para as 15h10, no Parque da Feira Velha, em Fafe.

  • Ogier é o primeiro líder no Safari

    Sebastien Ogier, que está disputando um programa parcial com a Toyota Gazoo Racing nesta temporada, superou a estrela da Hyundai Motorsport Thierry Neuville por apenas cinco décimos de segundo na Super Special Kasarani que teve honras de abertura competitiva do Safaria 2022. Ott Tänak rubricou a terceira melhor marca, com o estónio a rodar apenas 0,5 segundos mais lento do que o seu companheiro de equipa i20 N.

    Ogier conquistou uma vitória improvável em 2021, quando o Safari retornou ao WRC após uma ausência de 19 anos. O francês recuperou de mais de dois minutos de desvantagem para chegar ao triunfo, numa edição tempestuosa e emocionante, assumindo que, naquele momento se apaixonou pelas paisagens e cultura da África.

    “Voltei pelas pessoas”, disse o piloto do GR Yaris. “É muito colorido aqui e as pessoas deste país nos dão um apoio incrível.  O desafio vai ser grande. Não é o tipo de rali que eu costumo amar e vai ser muito difícil, mas vamos tentar sobreviver!”.

    Elfyn Evans foi 1,2s mais lento que o tempo de referência de seu colega e ficou em quarto lugar, com o nove vezes campeão mundial Sébastien Loeb – que enfrentou Ogier frente a frente – 0,5s logo atrás tripulando um Ford Puma da M-Sport.

    O líder do campeonato Kalle Rovanperä definha em 11º depois de um início desastroso. O jovem de 21 anos alargou a trajetória na primeira curva à esquerda e quase capotou com seu GR Yaris. Teve a sorte de continuar, mas a excursão causou um furo traseiro direito que custou 11,6 segundos.

  • José Cruz e o seu Porsche 997 GT3 com exibição positiva no Rally de Lisboa

     A capital lusitana foi palco de mais uma edição do Rally de Lisboa, sediado no Parque das Nações, com a participação de José Cruz navegado por Tiago Neves, aos comandos do carismático Porsche 997 GT3 Cup da AMSPORT.

    Os troços foram realizados com um ritmo à altura do desafio, com distinção e muita borracha queimada para que o espetáculo fosse garantido e o público delirasse a cada passagem da máquina verde e preta. No fecho, o 12º lugar alcançado na competição Extra, foi um bónus que se juntou ao prazer em ter participado num evento com tanto impacot mediático.

    No fecho José Cruz afirmou que “foi uma satisfação enorme, poder vir até Lisboa divertir-me e contribuir para este espetáculo! Sem dúvida que a participação da marca Porsche na prova faz com que o público presente fique realmente interessado em acompanhar os troços, capturar os momentos mais marcantes e desfrutar, tanto quanto eu. Obrigado a todos os que demonstraram o seu carinho junto da nossa equipa!”.