Categoria: Ralis

  • Teotónio e Morgadinho de EVO X no Rali de Lisboa

    Os atuais líderes do Campeonato Promo de Ralis vão competir na prova sediada na capital aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO X, enquanto a equipa técnica da Domingos Sport repara o EVO IX dos danos causados pela forte saída de estrada em Alitém. Sem a pressão de estar na luta por pontos, a dupla do Macambi Racing Team quer lutar pelos lugares cimeiros na Prova Extra e do Troféu Regional de Ralis Sul do rali lisboeta.

    É o regresso a um carro com que brilharam no último título alcançado pela dupla entre os RC2N no nacional de ralis. Fernando Teotónio e Luís Morgadinho alinham integrados no vasto e rico pelotão da competição Extra integrada no Rali de Lisboa, com a dupla a assumir que quer levar o Mitsubishi Lancer EVO X “a rodar rápido, aproveitando para ganhar de novo confiança com este carro e aproveitar esta prova para nos divertirmos sem a pressão de lutar por pontos”, conforme nos disse Teotónio.

    O entrosamento com o Mitsubishi Lancer EVO X é fundamental pois, segundo Luís Morgadinho, team manager e navegador da equipa, tudo indica que “será com este carro que alinharemos em Viana do Castelo, na próxima prova do Promo, sendo muito importante utilizar o Rali de Lisboa como um teste em competição”.

    Quanto a ambições, Teotónio é claro: “quando entramos numa prova é para vencer ou, pelo menos, para lutar pelos lugares cimeiros e é isso que iremos procurar fazer, sem pressões e privilegiando o espetáculo!”.

    O Rali de Lisboa terá mais uma vez o seu centro nevrálgico no Parque das Nações, onde hoje ao início da noite decorre a partida simbólica e reparte a sua competição por uma dupla passagem pelos troços de Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço na tarde de Sábado, disputando à noite na Alta de Lisboa uma Super Especial. A prova encerra no domingo com a passagem pelos troços de Alenquer, Montejunto e Vinhos de Lisboa, num total de 88,87 quilómetros contra o cronómetro. O traçado do Rali de Lisboa envolve a passagem por estradas dos municípios de Lisboa, Loures, Vila Franca de Xira, Arruda dos Vinhos, Sobral de Monte Agraço, Alenquer e Cadaval.

  • Marco Ferreira não alinhará no Rally de Lisboa

    Apesar de todos os esforços da equipa técnica, não foi possível terminar a tempo as reparações no motor do Citroen Saxo e o piloto de Santiago do Cacém não alinhará este fim-de-semana em Lisboa.

    Os problemas de motor que ditaram a desistência da dupla formada por Marco Ferreira e Edgar Gonçalves no Rali de Portimão, quando lideravam a prova, continuam a afetar a época da dupla.

    Após uma análise mais pormenorizada feita logo após o rali algarvio, a equipa técnica verificou que “que os danos foram muito mais graves e abrangentes do que inicialmente se previam. Tivemos que refazer todo o motor, novamente, o que implica muito mais tempo e dinheiro despendidos. Apesar de tudo, mantivemos a esperança de alinhar à partida no Rally de Lisboa, mas ficámos sem tempo quando um dos fornecedores não conseguiu acabar o trabalho que lhe solicitámos”, esclarece Marco Ferreira.

    Piloto e navegador estão “obviamente tristes e frustrados, pois queríamos fazer parte do sucesso que já é o Rally de Lisboa, e dar o retorno merecido aos nossos patrocinadores. Estivemos presentes o ano passado, na primeira edição do Rally, e apesar dos problemas mecânicos que sentimos ao longo da prova, ficámos imediatamente rendidos ao traçado, e a todo o ambiente em torno deste evento. Mas prometemos voltar para o ano e dar tudo para causar impacto nesta fantástica prova!”.

    O piloto alentejano deixa ainda “um agradecimento especial ao Amigo Jorge Rego, que personificou o esforço e a dedicação a este trabalho, e que é alheio à nossa ausência”.

  • Paulo Anselmo: “queremos dar continuidade aos bons resultados em Lisboa”

    Arranca amanhã a edição 2022 do Rally de Lisboa e entre os candidatos ao pódio na prova reservada ao Campeonato Start Sul de Ralis e do Desafio Kumho Portugal estarão Paulo Anselmo e André Silva, aos comandos do BMW 316i Compact.

    A prova é uma novidade no figurino do Campeonato Start Sul de Ralis e do Troféu Regional de Ralis Sul (TRRS) e o piloto de Olhão não esconde alguma curiosidade sobre a prova realizada na área metropolitana da capital: “o Rally de Lisboa é completamente novo para nossa equipa e partimos para os treinos da prova sem ter a mínima ideia como eram as especiais, embora tivéssemos muita expectativa, dado o enorme impacto mediático que a edição anterior teve”.

    O piloto considera que “a inclusão deste rali no Start Sul é uma mais-valia para o nosso campeonato. É um orgulho participar numa prova na capital do nosso país, saindo assim da nossa zona de conforto e com uma lista tão recheada de pilotos, o que me  faz recordar os campeonatos quando iniciei nos Ralis em 1998, com mais de 100 inscritos”.

    Pela frente Paulo Anselmo e André Silva têm amanhã cinco especiais, correspondentes às duplas passagens por Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço, terminando a parte competitiva com uma Super Especial realizada na zona alta de Lisboa, num total de 56,48 kms contra o cronómetro.

    Quanto a objetivos para o primeiro dia, são claros: “lutar pelo pódio na geral do Start e no Desafio Kumho. Sendo o dia mais ‘a doer’, vamos andar o mais rápido possível dentro da segurança para ganhar pontos para os nossos objetivos no final da época”.  

    Para domingo, derradeiro dia de competição, estão reservados 32,39 kms de competição, disputando-se três especiais: Alenquer, Montejunto e Vinhos de Lisboa. Este é um dia que conta só para o TRRS e Paulo Anselmo assumem que “iremos mais descontraídos e tentar dar espetáculo ao público presente, é esta a ideia se tudo correr dentro das expectativas”, terminando a antevisão a agradecer “aos meus patrocinadores e a toda a equipa sem eles não seria possível”.

  • Rally Montelongo: inscrições dos Clássicos terminam amanhã

    Termina esta sexta-feira (17 junho), devido ao feriado do dia 16, o prazo de inscrições para o Rally Montelongo Carlos Vieira, prova do Campeonato de Portugal de Clássicos (CPCR), a realizar nos próximos dias 25 e 26 deste mês de junho, e que engloba ainda uma prova extra, além da terceira ronda do Campeonato Start Norte de Ralis. A grande novidade apresentada esta época pelo Demoporto – Clube de Desportos Motorizados do Porto é que o “Montelongo 2022” surge como prova candidata a integrar em 2023 o calendário do FIA European Historic Rally Championship.

    Colocar Fafe no mapa do Europeu de Clássicos de Ralis é uma velha ambição tanto da autarquia como do clube organizador, atendendo às condições únicas disponibilizadas pelo concelho, em cuja área geográfica se localizam, integralmente, as 6 classificativas de asfalto que integram a estrutura da prova. No sábado, os Clássicos, a partir das 9h58 e até às 15h14, efetuam duas passagens pelos troços de Vila Pouca (9,71 km), Aboim/Gontim (9,01 km) e Monte (12,05 km). Depois, no domingo percorrem por duas vezes os troços de Montim (6,92 km) e de Várzea Cova (11,01 km) e três vezes o de Queimadela/Travassós (10,88 km).

    A prova extra, que admitirá veículos não clássicos, tem o mesmo percurso da do CPCR, enquanto os pilotos do Start Norte competem apenas no sábado, com seis classificativas, referentes a uma dupla passagem por Vila Pouca, Aboim/Gontim e Monte.

    Caso a candidatura do Rally Montelongo seja bem-sucedida, e são legítimas as ambições para que tal aconteça, já no próximo ano as classificativas de Fafe poderão voltar a ser palco da passagem de carros tão icónicos como o Lancia Rally 037, o Subaru Legacy, o Toyota Celica GT Four, o Audi Quattro A2, o BMW M3, o Ford Escort RS ou o Opel Manta 400, entre muitos outros veículos com passado e ainda hoje são uma atração em qualquer evento.

  • Fernando Teotónio e Luís Morgadinho homenageados no Fundão

    A dupla do Macambi Racing Team foi distinguida pelo Município do Fundão. Teotónio e Morgadinho receberam a Medalha de Mérito Municipal daquele concelho beirão.

    A entrega e imposição das medalhas decorreu numa cerimónia realizada no passado dia 9 de julho, com a edilidade a justificar a inclusão de Fernando Teotónio e Luís Morgadinho entre as personalidades distinguidas pelas suas relevantes carreiras no desporto motorizado e pelo papel que têm desempenhado enquanto embaixadores desportivos do Fundão, destacando ainda ao facto de serem dois dos desportistas com melhor palmarés nacional entre os nascidos naquele concelho da Cova da Beira.

    No fim da cerimónia, Fernando Teotónio afirmou sentir-se “honrado e feliz por este reconhecimento do nosso Município. É sempre bom sabermos que a nossa terra sentiu que tínhamos mérito para sermos medalhados, sendo certo que temos tudo feito para levar a todo o país o nome do Fundão, algo que fazemos com muito orgulho”.

    Por seu lado, Luís Morgadinho destacou “o facto de sempre termos tido o cuidado de aproveitarmos a nossa carreira desportiva para elevar o nome do Fundão e dos produtos e das empresas locais. Por outro lado, julgo que o nosso palmarés já tem muita qualidade e, como tal, recebemos esta medalha com orgulho, agradecendo à Câmara Municipal o reconhecimento”.

    Percurso desportivo comum longo e bem sucedido

    Fernando Teotónio e Luís Morgadinho formam uma das mais solidas e longas duplas dos ralis nacionais.

    A ligação entre os dois jamais foi quebrada até aos dias de hoje e levou-os a construir uma carreira profícua na sua presença em provas dos diversos campeonatos da modalidade, sempre sob a batuta do empenho total, garra a condizer e talento capaz de produzir resultados de alto relevo.

    Foi Teotónio que se iniciou em primeiro lugar. Em março de 1995, começou a participar em algumas provas não oficiais, mas teria de esperar pelo ano 2000 para a sua primeira prova oficial. Aconteceu aos comandos de um BMW no Autocross de Castelo Branco.

    As pistas de terra e mistas foram o “habitat” até 2002, com a conquista dos seus primeiros títulos nesse ano, ao sagrar-se campeão nacional da Divisão 1 de Ralicross e de Autocross.

    Mas o chamamento dos ralis era irresistível e logo nesse ano de 2002 fez a sua primeira prova de estrada. A evolução foi constante e notória, primeiro nas provas inseridas no Campeonato Regional Centro de Ralis, passando depois pelo desafio do Campeonato Open de Ralis e pela Taça de Asfalto de Ralis, até finalmente se estrear no Campeonato de Portugal de Ralis, sempre com resultados de grande relevo e com exibições que lhe granjearam o aplauso generalizado dos aficionados, que não resistem à sua condução exuberante, onde a rapidez está sempre de mãos dadas com a eficácia.

    Fernando Teotónio tem 123 ralis realizados, 15 vitórias à geral e 36 triunfos no grupo e na classe, colocando ainda no seu palmarés os títulos nacionais de RC2N em 2018 e 2021, conquistando em 2019 o Campeonato Centro de Ralis e o 5º Desafio Kumho Portugal.

    Quanto a Luís Morgadinho, desde que a sua paixão pelas corridas o fez saltar para a baquet do lado direito do seu cunhado e amigo Fernando Teotónio, que jamais parou com a sua dedicação aos ralis, modalidade a quem dedica a sua paixão desportiva.

    À sua preferência pela navegação em ralis, Luís Morgadinho acrescentou outra faceta que viria a ser fundamental para o êxito que têm alcançado. Gestor de enorme sucesso, liderando um projeto empresarial sólido e com um enorme impacto socioeconómico no Fundão e em toda a Cova da Beira, Luís Morgadinho começou a construir as sólidas bases do que é hoje a equipa que inscreve a dupla: o Macambi Racing Team.

    Em comum, são já 15 vitórias à geral e 36 triunfos no grupo e na classe em ralis disputados, ostentando no seu palmarés os títulos nacionais de RC2N em 2018 e 2021, bem como a conquista em 2019 do Campeonato Centro de Ralis e do 5º Desafio Kumho Portugal. Na época presente, são os atuais líderes à geral do Campeonato Promo de Ralis.

  • Pedro Silva conquistou Top 4 no CPR2RM em Castelo Branco

    O jovem piloto de Vila Velha de Rodão rubricou uma exibição de grande nível, colocando o seu Peugeot 208 VTI R2 equipado com pneus Kumho no 4º posto da competição reservada aos concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes.

    A 1ª prova de asfalto do Campeonato Português de Ralis superou todas as expectativas da equipa albicastrense constituída por Pedro Silva e Roberto Santos.

    Mesmo estando num rali tão rápido em clara desvantagem competitiva perante os adversários que correram aos comandos dos novos Rally4 e das viaturas Turbo , a dupla assinou uma exibição de enorme entrega e eficácia, estando sempre a lutar taco-a-taco com os seus principais adversários, rodando sempre entre os mais rápidos.

    Numa clara desvantagem para os novos Rally4 e para as viaturas Turbo, a dupla tirou todo o sumo do 208 R2 e dos pneus Kumho para alcançar a 4º posição das 2 rodas motrizes, isto depois de um “combate” aceso desde a primeira especial, sendo de realçar que Pedro Silva nunca rodou abaixo do 6º lugar da geral nas 2RM, fazendo na segunda e derradeira jornada do rali um “forcing” final que o levou ao 4º lugar, resultado de grande nível e que, uma vez mais, vem provar o seu enorme talento.

    Pedro Silva terminou o rali muito feliz com a sua prestação: “Iniciámos o rali muito conscientes dos nossos objetivos, mas ainda mais do desafio que tínhamos pela frente. Foi no limite que arrancámos para este rali e foi no limite que o terminámos em 4º lugar. Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance e fomos premiados por isso!”.

    Para o resultado de grande nível, o piloto considera que também muito contribuiu “o facto do Peugeot 208 ter estado sempre impecável e ter podido contar um suporte técnico fundamental por parte do consagrado piloto e amigo Adruzilo Lopes”.

    Por outro lado, salientou ainda “o enorme contributo dado pelos pneus Kumho. Funcionaram sempre muito bem, em condições de calor extremo, tornando-se um fator fundamental para o nosso sucesso”. O “jovem lobo” de Vila Velha de Rodão enfatizou ainda que “nunca senti tanto apoio como neste rali, entre redes sociais, assistência, ligações, troços e pódio, recebemos uma força inexplicável que nos empurrou para este resultado. Obrigado a todos. Foi um fim de semana de muitas emoções. Tenho de dar os parabéns à Escuderia Castelo Branco pelo magnifico rali que estruturou, pois realmente foi um rali incrível”.

  • Luís Morais estreou-se em Castelo Branco com um Top 5 no CPR2RM

    A prova albicastrense foi um desafio épico para o talentoso piloto de Lousada e para o seu navegador Paulo Silva. O calor extremo e o desconhecimento do terreno foram dois grandes obstáculos que Luís Morais ultrapassou com mérito. O 5º lugar final nas contas do Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes ergue mais um bom resultado nesta sua época de estreia.

    Foram dois longos e árduos dias aqueles que Luís Morais e Paulo Silva viveram na edição 2022 do Rali de Castelo Branco. Temperaturas extremas que, dentro dos carros, chegaram a atingir os 60 graus (!), transformaram a já por si só muito exigente prova da Escuderia de Castelo Branco num desafio de resistência extrema.

    A dupla, cumprindo o seu plano, entrou no rali “com muita prudência. Sabíamos que íamos enfrentar pilotos com muito mais experiência da prova. Na nossa equipa, só o Paulo já tinha feito o rali. Para mim foi uma novidade total e este rali é repleto de armadilhas. Troços muito rápidos, com o asfalto sempre muito sujo, a exigir total atenção e, no nosso caso, dada a inexperiência, muita cautela no ritmo imposto”, lembrando ainda que “corremos debaixo de um calor extremo, que nos obrigou a um esforço físico e mental sobre-humano. Nunca tinha competido nestas condições e dei tudo para conseguir ultrapassar as dificuldades!”, algo que Luís Morais conseguiu com muito mérito.

    Aliás, o seu navegador Paulo Silva, cuja experiência e palmarés são reconhecidos, enfatizou no final a “capacidade de superação e a atitude do Luís. Nunca baixou os braços e, num rali muito duro, conseguiu sempre ser eficaz. Não está ao alcance de muitos, mas o caminho é esse!”.

    Neste cenário tão particular, é de relevar que Luís Morais e Paulo Silva lograram rapidamente entrar na luta pelo Top 5 final nas Duas Rodas Motrizes, estando mesmo até ao último troço na batalha pelo 4º lugar, quedando-se a um segundo de atingirem essa posição.

    Para o piloto de Lousada, o 5º lugar nas contas do CPR2RM foi “muito satisfatório. Ficamos algo tristes por não termos segurado a 4ª posição, mas o quinto posto e os pontos obtidos são positivos. Deste rali, tiramos sobretudo a aprendizagem do Peugeot 208 Rally4 em asfalto, pois foi a primeira vez que o guiei em competição neste piso, bem como a motivação de sabermos que, apesar de estarmos e época de estreia, conseguimos ser competitivos em todas as provas”.

    Rali de Ourense é o próximo desafio e já este fim-de-semana!

    Sem tempo para descanso, Luís Morais e Paulo Silva preparam-se para mais uma estreia absoluta. No próximo fim-de-semana a dupla portuguesa enfrenta a edição 2022 do Rali de Ourense, prova disputada na Galiza e a contar para a Peugeot Rally Cup Ibérica.

    Autor já de dois Top 5 neste troféu tão competitivo, Luís Morais encara a prova galega “com muita prudência. Não só porque é, novamente, um rali que nunca fiz, mas sobretudo porque vou correr contra pilotos espanhóis muito mais experientes quer quanto ao conhecimento do rali, quer quanto à experiência que têm com o 208 Rally4, voltando a ser importante que todos se lembrem que esta é a minha primeira época a correr a este nível”.

    Como tal, o lousadense considera que “a prova servirá sobretudo para continuarmos a ganhar quilómetros com o carro e a evoluir, sendo certo que tudo faremos para sair de Ourense com um resultado positivo, que premeie este nosso esforço para, pela primeira vez na minha carreira, ir competir no estrangeiro”. A prova tem cerca de 145 quilómetros contra o cronómetro. Esta quinta-feira será dada a partida simbólica, com a parte competitiva a começar na sexta de manhã, com a realização do shakedown.

  • Rali de Viana do Castelo com novidades

    Estamos a quatro semanas da realização do rali de Viana do Castelo, prova que terá a sua 10ª edição com a organização do Clube Automóvel de Santo Tirso e o apoio da autarquia da foz do rio Lima.

    Esta edição contará com duas novidades que constam do regulamento que está para apreciação na FPAK – Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, a saber, um novo troço denominado “Mujães / Geraz do Lima” com 9 quilómetros de extensão e uma nova localização para a super-especial de abertura da prova organizada pelo CAST.

    Ao todo serão 77,2km de provas especiais de classificação, contando ainda com a utilização dos troços de “S. Salvador da Torre / Amonde”, que já é um clássico desta prova, “Montaria” e “Outeiro”.

    As inscrições estão abertas até ao dia 1 de Julho ao preço de 480 Euros, estando em vigor até 22 de Junho o período de inscrições a preços reduzido com o valor de 390 Euros. Os valores incluem  taxa inscrição, seguro, GPS e IVA. A prova realiza-se a 8 e 9 de Julho

  • Armindo Araújo vence pela quarta vez consecutiva em Castelo Branco

    Armindo Araújo e Luís Ramalho venceram o Rali de Castelo Branco. Mais um vez, a equipa do Skoda voltou a mostrar que é muito rápida nos troços da Beira Baixa e impôs a sua força. José Pedro Fontes e Inês Ponte, em Citroën C3, ficaram no segundo posto, a 7,3 segundos, enquanto Miguel Correia, também em Skoda, fechou o pódio a 35,8 segundos do vencedor.

    O dia começou com José Pedro Fontes ao ataque. O piloto portuense venceu a primeira especial e subiu a seguindo. Beneficiou do furo no carro de Bruno Magalhães que o fez perder 40 segundos e cair para quinto. A partir daí, assistiu-se a um duelo entre Araújo e Fontes. O Citroën foi sempre mais rápido nas quatro especiais desta etapa, mas nunca o suficiente para destronar o Skoda do piloto de Santo Tirso da liderança.

    “Foi um rali muito bom para nós. Acertámos nas afinações. Tivemos uma postura muito correcta. Não cometemos erros. Não forçámos. Controlámos os adversários. Num ou outro troço em que sabíamos que tínhamos de marcar a diferença, atacámos e marcámos essa diferença. Sabíamos que o dia de hoje ia ser difícil, mas foi facilitado com o furo do Bruno (Magalhães). A partir daí entrei em modo de gestão e trouxe o carro até final. Conseguimos uma vitória que, creio, foi merecida”, afirmou Armindo Araújo no final do Rali de Castelo Branco.

    Nota, pela negativa, para os campeões nacionais em título, Ricardo Teodósio e José Teixeira. A equipa do Hyundai mostrou muita velocidade mas, no derradeiro troço, acabou por sofrer um acidente que, felizmente, não teve consequências físicas nem para o piloto, nem para o co-piloto.

    Ao volante de um Peugeot 208 Rally 4, Ricardo Sousa dominou por completo o campeonato exclusivo para carros com duas rodas motrizes. No final, deixou o segundo classificado, Ernesto Cunha, também em Peugeot, a um minuto de distância. Rafael Cardeira, em Renault, fechou esta prova organizada pela Escuderia Castelo Branco no pódio das duas rodas motrizes.

    Rafael Cunha foi o vencedor da Kia Rally Cup e do FPAK Júnior Team, enquanto Gonçalo Fernandes foi o melhor do Campeonato de Portugal Júnior de Ralis. Nos clássicos, Nuno Mateus venceu com o seu Mitsubishi.

  • As bodas de ouro de Aníbal Rolo

    A edição de 2022 do Rali de Castelo Branco foi especial para Aníbal Rolo e Manuel Rolo que, neste ano, celebram o 50º aniversário a correr em provas de estrada aquém e além fronteiras. A formação do Datsun 1200 apresentou-se à partida da ronda do Campeonato de Portugal de Ralis organizada pela Escuderia Castelo Branco, da qual ambos os pilotos são sócios, em modo de celebração.

    “O feito alcançado por Aníbal e Manuel Rolo é admirável. Revelam uma paixão tremenda por esta modalidade que nos une e para a Escuderia Castelo Branco é gratificante e uma honra tê-los como parte da família. Neste ano tão especial, não podíamos deixar de os parabenizar por terem chegado a uma marca tão bonita”, afirmou António Sequeira, o presidente da Escuderia Castelo Branco.

    A edição de 2022 do Rali de Castelo Branco foi especial para Aníbal Rolo e Manuel Rolo que, neste ano, celebram o 50º aniversário a correr em provas de estrada aquém e além fronteiras. A formação do Datsun 1200 apresentou-se à partida da ronda do Campeonato de Portugal de Ralis organizada pela Escuderia Castelo Branco, da qual ambos os pilotos são sócios, em modo de celebração.

    “O feito alcançado por Aníbal e Manuel Rolo é admirável. Revelam uma paixão tremenda por esta modalidade que nos une e para a Escuderia Castelo Branco é gratificante e uma honra tê-los como parte da família. Neste ano tão especial, não podíamos deixar de os parabenizar por terem chegado a uma marca tão bonita”, afirmou António Sequeira, o presidente da Escuderia Castelo Branco.

    A participação de Aníbal Rolo e Manuel Rolo no Rali de Castelo Branco acabou, porém, por não ser tão positiva como piloto e co-piloto desejavam pois foram forçados a abandonar logo na primeira classificativa da prova.