Num rali condicionado por uma aposta errada no tipo de pneus, a dupla do Mitsubishi Lancer EVO IX do Macambi Racing Team voltou a estar na luta pelo triunfo, terminando a prova do Clube Automóvel do Centro da 2º posição da competição referente ao Campeonato Promo de Ralis. Ao pódio absoluto, juntaram nova vitória na Divisão 1 do 5º Desafio Kumho Portugal.
Saldou-se por uma exibição de bom nível e um resultado global positivo a participação de Fernando Teotónio e Luís Morgadinho no Rali de Mortágua, terceira jornada da temporada do novo Campeonato Promo de Ralis.
No regresso da Super Especial que deu arranque à prova na noite de sexta-feira, a dupla decidiu “dar espetáculo para agradecer ao muito público presente todo o carinho e apoio que nos dão. Fizemo-lo sem perder tempo e sem arriscar nada”, terminando com o 3º melhor registo nas contas do Promo.
Mortágua, Laceiras e Aguieiras eram os três troços de serviço à dura etapa de sábado, com os três troços a terem dupla passagem.
Logo a abrir, Teotónio e Morgadinho fizeram a segunda melhor marca e subiram ao 2º posto da geral, posição que não mais largaram, sendo de destacar que, nas cinco especiais seguintes, a dupla levou o Mitsubishi Lancer EVO IX a registar sempre o segundo melhor tempo, sendo por isso com naturalidade que arribaram ao fecho do rali, com o segundo degrau do pódio garantido.
“É um resultado muito positivo. Obviamente, a vitória é sempre o nosso objetivo, mas não foi possível, quer que porque o Adruzilo andou sempre muito bem e está de parabéns pela vitória, quer pelo facto de termos ficado um pouco condicionados pela má escolha de pneus que fizemos. A mistura pela qual optámos revelou-se demasiado macia, mas a culpa não foi dos pneus, mas sim da nossa opção. Muito aguentaram eles!”, resumiu no final Fernando Teotónio.
Realce para o domínio total que exerceram na luta pela vitória entre os inscritos na Divisão 1 do 5º Desafio Kumho Portugal, que em Mortágua tinha uma tirada a contar para os Desafios Kumho Terra e Kumho Centro.
O resultado, que coloca a equipa na liderança absoluta do Promo e reforça a sua liderança nas contas Kumho, faz com que Luís Morgadinho, navegador e ´team manager´ assuma que “estamos focados em lutar pelos títulos no Promo e no Desafio Kumho. Não vencemos à geral, mas obtivemos um bom resultado e liderámos as duas tabelas. Foi por isso um rali muto positivo!”.
O campeonato desloca-se agora até terras alentejanas. A quarta prova será o Rali Flor Do Alentejo – Cidade De Serpa, a 14 e 15 de Maio.
Depois da dupla passagem por Mortágua, Laceiras e Aguieira, o piloto de Regilde, Felgueiras, dominou as operações da prova do Campeonato de Ralis – Promo desenhada pelo Clube Automóvel do Centro, apenas cedendo na super-especial de Mortágua na véspera.
Num universo de sete especiais, Adruzilo Lopes, navegado por Paulo Leones, apenas cedeu na super-especial noturna de sexta-feira, o que traduz na perfeição a vitória confortável conquistada para o Campeonato Promoção, construída a partir da primeira especial deste sábado, ampliando paulatinamente a vantagem para os seus mais diretos opositores.
O piloto de Regilde, Felgueiras, superou as adversidades ao volante do Mitsubishi Lancer Evo IX, mas sem nunca desviar o olhar dos rival que, com viaturas idênticas, estavam em pé de igualdade para atacar a qualquer momento. Fernando Peres e José Pedro Silva foram os primeiros líderes da competição, dormindo de sexta-feira para sábado numa almofada de somente 0,1 segundos de vantagem para Adruzilo Lopes.
Logo após a primeira incursão pela especial de Mortágua, o piloto minhoto saltou para o topo da classificação até ao final da prova do Clube Automóvel do Centro, com Fernando Peres mergulhado num mar de problemas que se revelou fatal ao longo do dia. A bomba central que comanda os diferenciais ficou sem limitadores, provocando falhas no Mitsubishi Lancer Evo IX que perdurou até ao fim da aprova, ficando separados por 3m29,3s.
Como no meio é que está a virtude, Fernando Teotónio e Luís Morgadinho, em viatura idêntica e com o qual logrou o triunfo em Vieira do Minho, prova inaugural do Campeonato Promo, limitou-se a ganhar a posição intermédia, a 1m07,2s. O piloto do Fundão colheu frutos preciosos para o campeonato, saindo de Mortágua com os pontos suficientes para garantir a liderança destacada do Promo.
Implacáveis estiveram os poiarenses Gonçalo Henriques e António Santos. O piloto Poiarpeças debruçou-se sobre o volante do Peugeot 208 R2 – precisamente o mesmo com que Armando Carvalho conduziu ao segundo lugar no Rali da Bairrada, mas em pisos de asfalto – e delineou um estratagema inexorável, que o levou ao quarto lugar da geral, e primeiro nas Duas Rodas Motrizes.
Uma prestação que Gonçalo Henriques já nos habituou, não só pela sua irreverência, mas pelas qualidades que emprega atrás de qualquer volante e, no Rali de Mortágua, “prendeu” a atenção do público, entusiasmado por superar viaturas 4×4 e pisos de terra.
Ao volante de um Mitsubishi Lancer Evo IX, Rui Borges, que faz equipa com André Ventura, fechou o “top five”, à frente de Gaspar Pinto e Bernardo Gusmão (Mitsubishi Lancer Evo VIII), com Rui Santos Silva e João Sebastião, em Subaru Impreza STi N15, a cotarem-se os sétimos mais rápidos.
A dupla formada por Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues conduziu o Mitsubishi Lancer Evo VII ao oitavo lugar, relegando para o nono posto Eduardo Santos e Pedro Dias da Silva, em Peugeot 208 R2, arrecadando o segundo lugar das 2RM.
A fechar o top 10, Alexandrino Dinis e Luís Ribeiro, em Mitsubishi Lancer Evo IX, acentuaram o 10.º lugar da classificação geral, depois de terem ultrapassado o Ford Fiesta R2T de Mário Castro e Ricardo Cunha já parte final da prova, ficando a consolação de recamar o terceiro posto nas Duas Rodas Motrizes.
Aos comandos do Peugeot 208 T16 R5 da equipa Grupo NOV LPM, O piloto de Leiria, navegado por Nuno Sousa, saiu por cima de um duelo sem tréguas que travou com Carlos Fernandes e Pedro Afonso, estes aos comandos de um Mitsubishi Lancer EVO VI, alcançando a primeira vitória absoluta da sua carreira.
Os milhares de espetadores que, durante os dois dias de competição, acorreram aos troços cronometrados e à Super Especial noturna que faziam parte desta edição de 2022 do Templários Rally Classic não deram por perdido o tempo investido, tendo testemunhado um Rali “Legend” que foi muito para lá do espetáculo, tendo tido emoção competitiva até ao fim.
A prova organizada pelo Motor Clube de Tomar contou com a presença de quase cinco dezenas de equipas, aos comandos de máquinas dos anos 60, 70, 80 e seguintes, sendo de destacar a presença de duas equipas espanholas e uma francesa, dando assim um toque internacional ao rali.
Mas, vamos ao filme de ação em que se transformou a luta pela vitória. A etapa de sábado, primeiro dia de prova, servia como prato competitivo cinco doses de emoção e adrenalina, com tripla passagem pelos 9,54 quilómetros de Porto de Cavaleiros, fechando com duas passagens pelos 1750 metros de uma bem desenhada Super Especial, em pleno coração da cidade templária de Tomar.
Carlos Fernandes entrou forte e venceu as duas primeiras classificativas, sempre seguido de perto por António Cruz Monteiro, havendo a realçar que outra dupla se começava a destacar: Paulo Carvalheiro e Dércio Carvalheiro, no novo Porsche 991 GT3 da Paulcar, foram quartos no primeiro troço, terceiros no segundo e venceriam a 3ª PEC, chegando à Super Especial noturna no terceiro lugar a 25,3 segundos de Fernandes, com Cruz 7,2 segundos do líder.
Na autêntica “Street Stage” e perante milhares de espetadores, Cruz Monteiro foi mais forte na primeira passagem e Carlos Fernandes respondeu na segunda, terminando o primeiro dia separados por 7,4 segundos, com os Carvalheiro no terceiro lugar já a uns distantes 40.6.
A manhã de domingo revelava-se assim decisiva para o desenrolar do rali, com o plantel ainda em prova a ter pela frente duas passagens pelos 7,48 quilómetros da especial de Brazões.
Com tudo em jogo, os dois candidatos colocaram todas as fichas na mesa e partiram ao ataque.
Brazões 1 acabaria por ser fundamental para o desfecho da prova. António Cruz Monteiro fez um tempo tremendo e venceu, colocando o Peugeot 208 T16 R5 no comando, já que Carlos Fernandes sofria as consequências de um peão e perdia 9,6 segundos.
Como tal, a derradeira especial viu os dois arrancarem separados por 2,2 segundos. E ambos eram tudo!
Carlos Fernandes “voou” para um tempo colossal que lhe daria o triunfo no troço, mas António Cruz Monteiro respondeu “à letra” tirando à sua marca da primeira passagem 6,6 segundos e segurou o triunfo por 9 décimas!
Foi o corolário emocionante de um duelo fantástico entre dois pilotos de grande nível, que prendeu a atenção de tudo e de todos e que “espremeram” tudo dos seus carros, destacando-se dos demais.
Sabendo ser impossível imiscuir-se na luta pelo triunfo, Paulo Carvalheira foi muito sólido na etapa final e manteve com toda a justiça o 3º lugar final e o respetivo pódio, terminando a 51,5 segundos da frente.
O regulamento do rali contemplava três grupos diferentes, Open, Sport e Históricos. António Cruz Monteiro e Nuno Sousa foram naturalmente a equipa vencedora entre os Open, Com Carlos Fernandes e Pedro Afonso a superiorizarem-se nos Sport. Entre os Históricos, Vítor Cardeira e João Sequeira impuseram o seu Ford Escort MKII, terminando num excelente 9º lugar da geral entre as 36 equipas que lograram concluir a prova.
Depois da paragem provocada pelas restrições durante a vigência da pandemia do Covid 19, finalmente vai ser quebrado o jejum e temos de volta o Templários Rally Classic um dos eventos mais prestigiados dentro dos Ralis Legends disputados em terras lusas.
Organizado pelo Motor Clube de Tomar, com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Tomar, irá para a estrada amanhã, sábado pelas 15 horas, tendo como centro nevrálgico o Jardim do Mouchão, em pleno coração de Tomar.
E a importância que esta prova tem assumido vê-se pela lista de participantes. São muitos e bons.
Organizado pelo Motor Clube de Tomar, com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Tomar, irá para a estrada amanhã, sábado pelas 15 horas, tendo como centro nevrálgico o Jardim do Mouchão, em pleno coração de Tomar.
E a importância que esta prova tem assumido vê-se pela lista de participantes. São muitos e bons.
Quase cinco dezenas de inscritos, aos comandos de máquinas dos anos 70, 80, 90 e seguintes, incluindo nomes como os de Rui Madeira, Carlos Fernandes, António Cruz Monteiro, Paulo Carvalheira ou Luís Moutinho, sendo ainda de destacar a presença de duas equipas espanholas e uma francesa, dando assim um toque internacional ao rali.
No primeiro dia de prova, o prato competitivo servirá cinco doses de emoção e adrenalina, com tripla passagem pelos 9,54 quilómetros de Porto de Cavaleiros, respetivamente às 15.18, 16.36 e 17.54.
O primeiro dia de competição fechará com duas passagens pela Super Especial de Tomar, com horas de arranque previstas para as 21.33 e 21.52. Desenhada na Avenida Norton de Matos, tem uma extensão de 1750 metros e, com as excelentes condições meteorológicas que estamos a viver, é previsível que receba uma grande enchente de público, a exemplo do que aconteceu em edições anteriores, onde foram dezenas de milhar os que acorreram à super especial e às classificativas do rali.
Na manhã de domingo, o pelotão da edição 2022 do Templários Rally Classic terá pela frente duas passagens pelos 7,48 quilómetros da especial de Brazões, marcadas para as10.18 e 11.36, antes de regressar ao Jardim do Mouchão, onde a chegada da primeira equipa está prevista para as 12.21. Está assim tudo reunido para mais dois fabulosos dias em que a história e a emoção dos ralis toma conta da cidade dos Templários!
Andres Marieyhara, Delbín Garcia, Diego Ruiloba, Ernesto Cunha, Gonçalo Fernandes, lago Gabeiras, José Loureiro, Luis Morais, Paulo Roque, Pedro Antunes, Ricardo Sousa, Roberto Blach e Santiago Garcia. São estes os pilotos que pretendem alcançar em Mortágua o que Óscar Palomo conseguiu em Fafe: a vitória entre os concorrentes da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA.
Aos comandos dos competitivos PEUGEOT 208 Rally4, todos têm pela frente um rali muito exigente, em pisos de terra, apostando não só nas suas próprias competências ao volante, como também nas características de robustez e fiabilidade demonstradas pela proposta desenvolvida pela PEUGEOT Sport para as múltiplas copas que se correm um pouco por todo o mundo com este modelo.
Vários exemplares defrontam-se, com regularidade, em Portugal e Espanha, nos seis ralis que compõem a competição coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha, com o apoio logístico da estrutura da Sports & You. Neste fim de semana que se aproxima estarão, assim, 14 deles alutar pela vitória em Mortágua, contando a bordo com um grupo muito heterogéneo de pilotos e navegadores, entre nomes de créditos firmados e jovens esperanças dos ralis, de ambos os lados da fronteira, mas também do Uruguai, nacionalidade de um dos condutores.
Todos estarão em luta, não só pelos prémios monetários e em material que voltam a estar em jogo nesta prova, mas tendo o foco principal no Grande Prémio Final, a atribuir no final da Temporada 5 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, nada menos do que uma temporada em 2023 aos comandos de uma viatura da Stellantis Motorsport, divisão de competição do grupo industrial automóvel, num dos campeonatos de Portugal ou de Espanha.
Para isso irá contribuir o número de pontos que vierem a somar neste Rali de Mortágua, prova que se corre entre o final da manhã e a noite desta sexta-feira e grande parte do dia de sábado (29 e 30 de abril), rali de percurso compacto (162,79 quilómetros), sendo a doer os 84,24 quilómetros cronometrados, correspondentes à dupla ronda pelos troços de Mortágua (7,75 km), Laceiras 13,08 km) e Aguieira (19,09 km), todos no sábado, a que se junta uma Super-Especial (2,20 km), também percorrida por duas vezes, na noite do primeiro dia.
Destacando-se por ser uma das três jornadas portuguesas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 (as restantes três correr-se-ão em Espanha), bem como por ser apenas pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis – 2RM, a prova do Clube Automóvel do Centro (CAC) poderá, assim, permitir que os 208 Rally4 assumam posições bastante significativas dentro do top-10 final, quiçá podendo até discutir um lugar no pódio do rali à geral.
Acrescente-se que a prova tem início e termina na frente à Câmara Municipal de Mortágua, tendo o seu centro nevrálgico no Centro Educativo e o Parque de Assistência na Expo. Antes da saída para a estrada do rali, cumprem-se, ao fim da manhã de sexta-feira, num troço na região de Gândara, os treinos livres, o Qualifying que definirá a ordem de saída para a estrada e o Shakedown.
Colíderes do Campeonato Promo de Ralis, mesmo tendo estado ausentes na Aboboreira, a dupla do Mitsubishi Lancer EVO IX do Macambi Racing Team sente-se “em casa” nos troços de Mortágua e assume que quer voltar a ganhar.
A terceira tirada do novo Campeonato Promo de Ralis arranca já amanhã sexta-feira, tendo à espera de um pelotão forte e farto as icónicas estradas em terra “mundialistas” de Mortágua.
E entre os candidatos a fazerem parte do naipe reduzido de equipas que estarão na refrega pelo domínio no Campeonato Promo de Ralis estarão com naturalidade Fernando Teotónio e Luís Morgadinho, no Mitsubishi Lancer EVO IX do Macambi Racing Team.
O piloto do Fundão assume mesmo que “desta feita partimos com uma ligeira vantagem, pois já fizemos este rali, mas existem adversários que também já conhecem estas especiais bem exigentes”. Mas, também não deixa de referir que “com conhecimento ou não do terreno, quem quer andar na frente tem de estar preparado para tudo, pois assim lutamos pelas vitórias e pelos títulos”.
Em Mortágua, a dupla do Macambi Racing Team busca “nova vitória. Este campeonato vai ser longo, exigente e muito disputado. Como tal, ganhar ascendente nesta fase inicial pode ser fundamental e queremos sair de Mortágua novamente isolados no comando da tabela pontual”.
O Clube Automóvel do Centro construiu para o Rali de Mortágua 2022 um percurso total de 162,79 quilómetros, distribuído ao longo da noite desta sexta-feira e do dia de sábado, 84,24 dos quais disputados ao cronómetro, correspondentes a uma dupla ronda por 4 troços: Super Especial de Mortágua (2,20 km), Mortágua (7,75 km), Laceiras 13,08 km) e Aguieira (19,09 km).
Analisando a estrutura competitiva da prova, Fernando Teotónio refere que “é um rali fantástico. Tem uma Super Especial com um percurso muito bonito e vamos aproveitar para dar algum espetáculo, mas sem perder tempo. Os troços de sábado são muito interessantes e marcados por alguma dureza. Já os conhecemos e vamos com tudo para tentar ganhar o rali!”.
O piloto lousadense está pronto e motivado para enfrentar o duplo desafio que tem pela frente no Rali de Mortágua. Acompanhado por Helena Maia, Luís Morais aponta à luta pelo pódio nas Duas Rodas Motrizes, almejando ainda estar no Top 5 da Peugeot Rallye Cup Ibérica.
Para trás está já o infortúnio e o resultado mesmo bom do Rali Terras D’Aboboreira.
O piloto de Lousada até olha para a prova anterior “sem tristeza pois, se é verdade que o facto de não termos pontuado tem de ser visto como algo negativo, por outro lado o rali serviu para ganharmos quilómetros com o Peugeot 208 Rallye4, experimentar novas soluções para o acerto do carro e ganharmos, eu e a Helena, ainda mais entrosamento enquanto dupla”, lembrando ainda que “o resultado fabuloso de Fafe nos entusiasmou e a todos quantos nos apoiam. No entanto, não podemos esquecer que este ano é a nossa estreia no Campeonato de Portugal de Ralis, que enfrentamos excelentes equipas e toda muito mais experientes, sendo por isso uma época de aprendizagem e evolução”.
Agora, é tempo de enfrentar as conhecidas especiais em terra de Mortágua e Luís Morais esta ciente de que “vai ser um rali muito duro e que exigirá de nós muita cabeça. Os troços são incríveis, muito rápidos em algumas zonas, mas também com setores muito técnicos, exigindo muita atenção e notas muito corretas para que consigamos ter um andamento rápido, sempre em segurança”.
O lousadense chega à terceira prova da temporada assumindo que “obviamente queremos estar na luta pelo pódio nas 2RM, sem esquecer que, mesmo sabendo que o naipe de participantes na Peugeot Rallye Cup Ibérica torna esta competição tremenda, também ai queremos dar continuidade ao Top 5 que alcançamos na primeira prova dessa competição”, realçando ainda que “provamos em Fafe e na Aboboreira que temos andamento para lutar pelos lugares cimeiros e queremos dar continuidade a essa performance este fim-de-semana!”, considerando que “temos tudo para construir uma época muito positiva, contando com uma equipa técnica excelente e patrocinadores que estão sempre connosco”.
O Clube Automóvel do Centro construiu para o Rali de Mortágua 2022 um percurso total de 162,79 quilómetros, distribuído ao longo da noite desta sexta-feira e do dia de sábado, 84,24 dos quais disputados ao cronómetro, correspondentes a uma dupla ronda por 4 troços: Super Especial de Mortágua (2,20 km), Mortágua (7,75 km), Laceiras 13,08 km) e Aguieira (19,09 km).
Será nas desafiantes estradas de terra do concelho plantado no Centro de Portugal que o piloto de Viana fará a segunda prova aos comandos da sua nova “montada”, integrado no pelotão do Campeonato Promo de Ralis. Nelson Silva encara o Rali de Mortágua como mais um passo na aprendizagem do Toyota Yaris Proto, sem enjeitar lutar pelos lugares cimeiros.
O piloto Viana do Castelo estreou um novíssimo Toyota Yaris Proto no Rali Terras d’Aboboreira. A estreia ficou marcada pela juventude do carro japonês, que ainda assim encerra um enorme potencial que Nelson Silva quer explorar mais em Mortágua.
Os problemas surgidos na prova de estreia são naturais, atendendo às limitações existentes, como explica o piloto vianense: “Não tivemos tempo para testar e o carro não vinha configurado da forma mais adequada para a terra. O motor tinha cerca de 400 cv e a FPAK impôs um restritor de 36 mm, fazendo baixar a potência para 300/320 cv”, sendo ainda de realçar que “as suspensões Proflex antigas não são adequadas para pisos de terra e teremos de montar no futuro umas Reiger, que são as ideais para esse terreno. Da mesma forma a Centralina vinha bloqueada pelo antigo proprietário e perdemos tempo com isso”.
Ainda assim o piloto de Viana do Castelo destaca as qualidades do seu novo Yaris Proto: “É um carro incrível, com um chassis e um diferencial fabulosos, tal como a caixa de velocidades sequencial Sansonas, que lhe permite andar ao nível dos N5 ou até acima”, esperando Nelson Silva, que será navegado por Paulo Silva, que “em Mortágua possamos andar mais forte. O tempo entre as duas provas permitiu trabalhar no carro e também já chegarei a este rali mais confiante.Claro que as suspensões não são as mais adequadas, sobretudo para terra, já que para asfalto o carro já está muito bom e mais perto do que desejamos. Não vamos a Serpa, e vamos poder evoluí-lo mais depois do Rali de Mortágua”, acrescenta.
Para Nelson Silva “um lugar no Top 5 da geral do Promo seria um resultado muito positivo, mas, como tenho referido, estas primeiras provas são sobretudo para conhecer o carro e aprender a tirar todo o seu potencial. As classificativas desta prova são muito duras e teremos que abordar o rali com muito juízo”.
O Clube Automóvel do Centro construiu para o rali de Mortágua 2022 um percurso total de 162,79 quilómetros, distribuído ao longo da noite desta sexta-feira e do dia de sábado, 84,24 dos quais disputados ao cronómetro, correspondentes a uma dupla ronda por 4 troços: Super Especial de Mortágua (2,20 km), Mortágua (7,75 km), Laceiras 13,08 km) e Aguieira (19,09 km).
Depois do triunfo na abertura do Campeonato Promo de Ralis Duas Rodas Motrizes, em Vieira do Minho, o piloto leiriense quer voltar a estar na discussão do triunfo para reforçar a liderança no campeonato.
“Vamos dar o nosso máximo e espero não desiludir”. É nesta curta, mas incisiva frase, que Isaac Portela resume o estado de espírito e a vontade que, em conjunto com Duarte Susano, o faz querer voltar a repetir a exibição e o resultado de Vieira do Minho, no arranque do campeonato.
À espera da dupla do Citroen C2 R2 está um rali “à moda antiga”.
Numa análise à prova, Isaac Portela considera que “as classificativas são de pura condução, mas com zonas muito rápidas e escorregadias, onde não podemos arriscar, pois uma saída de estrada deitaria tudo a perder. Os troços também são muito demolidores, com muita pedra, exigindo um bom compromisso entre rapidez e capacidade para escapar às armadilhas, defendendo o carro”.
O piloto está ciente que “a liderança do campeonato nos dá uma responsabilidade acrescida. Somos agora o ‘alvo a abater’, mas isso ainda reforça mais a nossa motivação. Pensámos a época rali a rali, até pelas limitações orçamentais que temos, mas vamos tentar defender a nossa posição de líderes e, como tal, o objetivo no Rali de Mortágua será sempre lutar pela vitória nas 2RM no Promo e pelo triunfo na Divisão 2 do 5º Desafio Kumho Portugal”, assumindo Isaac Portela que “também vamos tentar, uma vez mais, alcançar um bom lugar à geral, mesmo sabendo que os pilotos com carros de quatro rodas motrizes têm uma vantagem enorme num rali como este”.
Pela frente, Isaac Portela e Duarte Susano terão um traçado longo e duro. O Clube Automóvel do Centro construiu um percurso total de 162,79 quilómetros, distribuído ao longo da noite desta sexta-feira e do dia de sábado, 84,24 dos quais disputados ao cronómetro, correspondentes a uma dupla ronda por 4 troços: Super Especial de Mortágua (2,20 km), Mortágua (7,75 km), Laceiras 13,08 km) e Aguieira (19,09 km).
Já é conhecida a lista de inscritos para a prova do Clube Automóvel do Centro, a ter lugar ao final da tarde de sexta-feira (dia 29 de Abril) e grande parte de sábado (dia 30), com a presença da mais recente dupla vencedora do Rali Terras D’Aboboreira: Miguel Correia e Jorge Carvalho (Skoda Fabia Rally2 Evo)
O Rali de Mortágua reuniu mais de meia centena de equipas participantes, distribuídas por 21 do Campeonato Promo, 14 do Campeonato de Portugal de Ralis – 2RM, 12 da Peugeot Rally Cup Ibérica, cinco do Campeonato Portugal Clássicos de Ralis, dois do Campeonato Portugal Júnior de Ralis e três do Rali Extra.
Depois de já terem marcado presença no Rally Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas, prova de abertura da Peugeot Rally Cup Ibérica, a competição do Clube Automóvel do Centro “resgatou” uma dúzia de equipas nacionais e espanholas, conferindo ao Rali de Mortágua uma “diversão” ainda mais desafiante.
Todos, sem exceção, pretendem suceder a Alejandro Cachón e Alejandro “Jandrin” Lopez (incluindo o próprio, nos navegadores). Pela frente vão ter mais cinco provas icónicas, dos nacionais de ralis de Portugal (dois em terra) e Espanha (três em asfalto), incluindo eventos do Europeu e do Mundial de Ralis da modalidade. Para já, Oscar Palomo e Javier Moreno Blazquez é quem estão no topo da classificação geral ao volante de um Peugeot 208 Rally4, estando previstos novos desenvolvimentos no território mortaguense a partir de sexta-feira.
Marcam presença os 21 do Campeonato Promo, com particular destaque para Fernando Peres e José Pedro da Silva, Adruzilo Lopes e Paulo Leones, Fernando Teotónio e Luís Morgadinho, Alexandrino Dinis e Luís Ribeiro, todos em Mitsubishi Lancer Evo IX, André Cabeças e Ilberino Santos (Mitsubishi Mirage Evo), entre outros determinados a mostrar serviço.
São várias as equipas que alinham no Campeonato de Portugal de Ralis – 2RM, com o piloto marinhense Ernesto Cunha, navegado pelo portuense Rui Raimundo, no comando das operações num Peugeot 208 Rally4, m ex-aequo com Ricardo Sousa e Luís Marques, em viatura idêntica. Miguel Abrantes e Inês Veiga (Renault Clio RC5) perfilam-se para mostrar serviço nas especiais mortaguenses.
Quanto aos Clássicos, espera-se uma luta titânica por um quinteto de enorme peso: Luís Mota e Alexandre Ramos (Mitsubishi Lancer Evolution VI), José Merceano e Francisco Pereira (Mitsubishi Evo IV), Nuno Mateus e Paulo Pimentel (Mitsubishi Lancer Evo VI), Pedro Leone e Bruno Miguel Ramos (Ford Escort RS Cosworth), Luís Fonseca e Duarte Gouveia (Peugeot 306 S16).
Gonçalo Fernandes e Jorge Henrique (Peugeot 208 Rally 4) João Silva (Renault Clio 4 RS) pontuam para o Portugal Júnior de Ralis, mas a dupla formada por Miguel Correia e Jorge Carvalho é a grande surpresa da lista de inscritos, na Prova Extra.
A formação da ARC Sport, que logrou o triunfo no Rali Terras D’Aboboreira com o Skoda Fabia Rally2 Evo, tem a oportunidade de manter intacto o seu excelente momento de forma. Recorde-se que a terceira prova do Campeonato de Portugal de Ralis, disputada nos concelhos de Amarante, Baião e Marco de Canavezes, colocou Miguel Correia e Jorge Carvalho na ribalta, batendo Armindo Araújo por dois segundos e Bruno Magalhães por 11,2 segundos.
Ainda no que concerne à Prova Extra, referência para a presença do alemão Sean Johnston, navegado pelo britânico Alexander Kihurani, aos comados de um Citroën C3 R5 preparado pela francesa Sainteloc Junior Team, assim como Diogo Salvi e Hugo Magalhães, ao volante de um Skoda Fabia R5.
Super-especial de sexta-feira abre “hostilidades”
A competição delineada pelo Clube Automóvel do Centro (CAC), em estreita parceria com a Câmara Municipal de Mortágua, surge bastante compacta com um percurso total de 162,79 quilómetros, 84,24 dos quais disputados ao cronómetro, correspondentes a uma dupla ronda por 4 troços: super-especial (2,20 km), Mortágua (7,75 km), Laceiras 13,08 km) e Aguieira (19,09 km).
Baseado na localidade que dá nome a esta vila do distrito de Viseu, a prova tem início e termina na frente à Câmara Municipal, tendo o seu centro nevrálgico no Centro Educativo de Mortágua e o Parque de Assistência na Expo de Mortágua.
As hostilidades iniciar-se-ão ao fim da manhã, num troço na região de Gândara, entre as 12h00 e as 13h00 com a passagem livre dos concorrentes, seguindo-se, ao início da tarde, entre as 13h30 e as 14h00, o Qualifying que definirá a ordem de saída para a estrada. Entre as 14h30 e as 15h00 terá lugar o Shakedown para os pilotos prioritários, sessão que repete-se das 15h00 às 16h30 para os restantes pilotos.
Já as lutas pelos melhores tempos nas oito especiais desenhadas da competição concentram-se pela única passagem pela super-especial de sexta-feira (A1 – 19h58), prosseguindo no dia seguinte, numa etapa única com partida agendada para as 9h00 do Parque fechado, em frente ao edifício da Câmara Municipal de Mortágua.
Depois de uma visita ao Parque de Assistência na Expo de Mortágua (9h10/9h25), as equipas saem para a primeira sequência de troços: ES1 Mortágua (9h38), ES2 Laceiras (10h21) e ES3 Aguieira (11h09), ronda matinal que terminará com nova incursão pelo Parque de Assistência (13h10/13h40).
No regresso à estrada, as equipas repetem a mesma sequência de troços: ES4 Mortágua (13h53), ES5 Laceiras (14h36) e Aguieira (15h24). Depois de 10 minutos nas assistências (16h24/16h34), os concorrentes rumam para a tradicional cerimónia de Pódio, às 16h44, em frente ao edifício da Câmara Municipal de Mortágua.
“Mortágua Arena” para ver “in loco” ao longo de 2 km
O Rali de Mortágua está de “pedra e cal” as suas pretensões: regressar o quanto antes ao escalão principal dos ralis nacionais, oferecendo às equipas e público em geral a zona espetáculo “Mortágua Arena”, também a a pensar Vodafone Rally de Portugal.
Trata-se de um espaço de eleição desenhado por Luís Filipe Rodrigues, vice-presidente da Câmara de Mortágua, em pleno coração da especial da Aguieira que privilegia o público com a possibilidade de ver “in loco” os pilotos ao longo de dois quilómetros sem sair do mesmo local, com condições ímpares no panorama nacional e internacional, fruto dos declives no terreno.
De acordo com Ricardo Pardal, «esta é uma região onde há uma grande paixão pelo desporto automóvel», pelo que ainda não digeriu a retirada do Rali de Mortágua do Campeonato Portugal de Ralis: «A prova que, o ano passado, serviu de palco para a atribuição do título absoluto do Campeonato de Portugal de Ralis, foi retirado no ano seguinte da categoria rainha. Valores mais altos levantaram-se, mas não é essa a vontade do município de Mortágua nem do Clube Automóvel do Centro, em que fizemos o esforço necessário para continuar a ter um dos melhores ralis do campeonato português, mas que infelizmente não foi esse o resultado».