A prova inaugural do Campeonato Start Norte de Ralis assume-se como mais uma oportunidade de intensa aprendizagem para o jovem piloto da Sucesso Automóvel. Será o primeiro rali aos comandos do Peugeot 208 VTI R2 preparado pela PT Racing.
Esta primeira prova de estrada da época é para Cláudio Baptista “uma experiência nova e desafiante. Nunca fizemos o rali e todos os troços serão, por isso mesmo, uma novidade. Vamos tentar utilizar o tempo reduzido de treino para tirar notas o mais precisas que nos for possível e optaremos por uma toada controlada, sobretudo nas primeiras passagens pelos dois troços do rali”.
Por outro lado, o jovem piloto fafense da Sucesso Automóvel, que será navegado em 2022 por Pedro Santana, lembra que “as condições climatéricas difíceis que a meteorologia prevê tornam este Rali de Gondomar um desafio ainda maior. Será a primeira vez que pilotarei o Peugeot 208 VTI R2 à chuva e isso será um fator a ter em conta no que respeita à toada que imprimiremos ao longo do rali”, sendo certo que “iremos aprender o comportamento do carro e, com a ajuda da PT Racing, ir evoluindo o Setup de forma a conseguirmos ser cada vez mais rápidos”.
Quanto a resultados, Cláudio Baptista considera que “vamos para Gondomar sem pressão de resultados. Obviamente, não enjeitaremos andar bem e tentar a melhor classificação possível, mas, tal como temos vindo a salientar, esta época de 2022 é encarada por mim como uma época de treino intensivo para melhorar as minhas capacidades como piloto e, paulatinamente, começar a andar cada vez mais na frente. Em 2023, então sim, queremos assumir mais ambição e recolher os frutos de todo o trabalho que faremos ao longo de 2022”.
O Rali de Gondomar será disputado no domingo, com uma etapa única, que incluiu três passagens pelos troços cronometrados de Covelo e aguiar de Sousa, terminando a sua parte competitiva com uma “Street Stage” em Gondomar. Ao todo, serão 45,05 kms em competição.
O arranque da segunda prova do Campeonato dos Açores de Ralis, edição 2022, realizou-se ontem com a realização da sessão de testes das equipas no troço do Rato, uma prova teste com quase 3 quilómetros de extensão localizada sensivelmente a meio da ilha do Faial e que deu para que público e pilotos presentes sentissem as emoções dos ralis e o pulso às máquinas, com vista à disputa do XXXIII Além Mar Rali – Ilha Azul, uma prova organizada pelo Clube Automóvel do Faial.
Com uma lista de inscritos composta por vinte e cinco formações, cedo se deduz que o braço-de-ferro pelo lugar mais alto do pódio será disputado pelos campeões e vice-campeões absolutos em título, as duplas Rúben Rodrigues/Estevão Rodrigues (Citroen C3 Rally2, AutoAçoreana Racing) e Luís Miguel Rego/Jorge Henriques (Skoda Fabia Rally2 Evo, Team Além Mar). Com um ritmo e experiência diferente dos demais, ambas as formações rodaram esta manhã no Rato e deixaram claro a sua intenção em discutir todos os argumentos que levem à vitória.
Mais atrás, mas não menos rápidos, estão outras duas formações de quem poderá vir uma surpresa, acima de tudo se existirem imprevistos com os primeiros. Pedro Câmara/João Câmara (Citroen C3 Rally2, Play Racing) e Bruno Amaral/Sancho Eiró (Ford Fiesta R5, Team Além Mar) rodaram com a preocupação de continuarem o ciclo de adaptação aos seus carros, mas a ambos é reconhecida a rapidez suficiente para criar surpresas na tabela de classificação geral.
Nos testes realizados esta manhã, estiveram ainda presentes João Faria/Carlos Melo (Peugeot 206 RC) e José Rodrigues/Ivone Rodrigues (Toyota Yaris 1.3), ambos concorrentes ao campeonato açoriano de duas rodas motrizes, uma competição que conta com o regresso à atividade da dupla campeã em título Bruno Tavares/André Seabra (Citroen C2 R2 Max) que tudo promete fazer para relançar a luta pela liderança nas duas rodas motrizes açorianas, cuja vantagem pertence atualmente a Rui Torres/Marco Martins (Ford Escort RS MKII).
A edição de 2022 do Além Mar Rali – Ilha Azul, a trigésima terceira, arranca esta sexta-feira, 22 de abril, com a disputa da prova especial Praia do Almoxarife, pelas 19:30 (hora dos Açores).
No dia de sábado, estão reservados aos concorrentes oito provas especiais, destacando-se a disputa, na secção da manhã, de duas passagens, alternadas, por Caldeira/Canada Larga (12,71 km, 10:24 e 12:05) e Caminho do Goulart/Trupes (6,40 km, 11:02 e 12:43). À tarde, mais uma proposta de dupla passagem por dois troços, a saber, Serra da Feteira/Praia do Norte (13,34 km, 15:00 e 16:41) e Vulcão Capelinhos/Varadouro (6,04 km, 15:48 e 17:29). O pódio de consagração de vencedores e finalistas do rali está agendado para as 18:30 no Largo Duque d’Ávila e Bolama, mesmo no coração da cidade da Horta.
A segunda prova no Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes do piloto lousadense que defende as cores da Relax Car foi complicada. Incidentes e problemas de suspensão afetaram o resultado, embora tenha estado sempre entre os mais rápidos.
Luís Morais e Helena Maia protagonizaram um fim-de-semana complicado no Rali Terras D’Aboboreira, segunda tirada de 2022 do Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes.
Os problemas começaram logo no “Shakedown”: “demos um toque ligeiro, mas que prejudicou o trabalho de afinação. Isso acabou por vir a afetar a nossa performance na primeira parte da prova, pois a nossa escolha quanto ao Setup de suspensão acabou por não ser a melhor”, contou o piloto.
Mesmo assim, o lousadense, superiormente navegado por Helena Maia, teve uma “entrada de leão” na jornada de sexta-feira, registando tempos entre o Top 3 das 2RM na dupla passagem pelo troço de Baião Vida Natural e colocando-se firmemente dentro do almejado pódio.
O dia 1 do Rali Terras D’Aboboreira terminava com a passagem pelos cerca de dois quilómetros da Super Especial de Marco de Canavezes. E foi aí que o rali ficou hipotecado. Luís Morais conta que “decidimos atacar na SS, pois normalmente somos muito rápidos neste tipo de desafio, mas infelizmente demos um toque num passeio, partindo uma jante e fomos forçados a abandonar”.
A dupla do Peugeot 208 Rally4 preparado pela PT Racing logrou voltar à prova no dia seguinte, ao abrigo do sistema regulamentar de “Super Rally”, embora obviamente fortemente penalizada e com a prova estragada em termos de ambição pontual, servindo a jornada final da prova sobretudo “para continuar a somar quilómetros em competição ganhando ritmo, entrosamento e confiança no carro”.
Na fase inicial de sábado, Luís Morais continuou a sofrer “com uma suspensão menos eficaz, sobretudo na traseira. Depois, na assistência, a PT Racing fez um excelente trabalho, mudamos para um novo tipo de amortecedores e, na fase final do rali, conseguimos voltar a atacar”, estando de novo entre os três mais rápidos do seu campeonato.
O 8º posto final foi recompensa curta para a exibição: “foi o resultado possível, num rali em que entre erros e problemas, sofremos bastante. No entanto, ficamos satisfeitos por uma vez mais, termos provado que temos ritmo para lutar pelo pódio contra pilotos muito mais experientes e continuámos muito motivados para a longa época que ainda temos pela frente”, destacou o piloto lousadense.
Luís Morais e Helena Maia voltam à ação no final de Abril, no Rali de Mortágua. Será uma prova com duplo desafio já que contará para o Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes e para a Peugeot Rally Cup Ibérica.
Acompanhado pelo navegador Paulo Silva, o piloto de Viana do Castelo aproveitou o Rali Terras D’Aboboreira para conhecer a sua nova “arma”. O Toyota Yaris Proto revelou muito potencial e a equipa saiu desta primeira experiência com otimismo.
Era enorme a expectativa que rodeava a estreia da nova “bomba” de Nelson Silva. O Toyota Yaris Proto nascido na Polónia é um “senhor carro”. No “coração” está um motor que normalmente equipa o Lancer EVO X, ao qua foi acoplada uma caixa sequencial Samsonas, estando a distribuição da potência a cargo de diferenciais Ralliart.
O “pacote” transforma o Yaris num “monstro” com capacidade para debitar 320 cavalos e ser um verdadeiro carro vencedor numa época em que Nelson Silva irá participar em algumas provas do Campeonato Promo de Ralis.
O “Shakedown” do Rali Terras D’Aboboreira 2022 transformou-se no primeiro teste de Nelson Silva com a sua nova “montada” e, como explica o piloto de Viana, foi “impossível fazer qualquer teste preliminar. As circunstâncias atuais a nível internacional, torna muito demorado qualquer envio de peças e apesar dos nossos esforços, só conseguimos concluir o carro já em cima do rali, mas como já encarávamos esta prova como um teste, em nada isso afetou o nosso programa”.
Depois, a equipa ainda teve de se adaptar “à imposição regulamentar de utilizar um restritor 34. Aliás, tal acabou por estar na base de uma performance menor, pois o motor ficou a debitar apenas 247 cavalos. Fomos mesmo forçados a mudar a programação da eletrónica após o Shakedown para que funcionasse melhor, mesmo não conseguindo alterar a potência”.
Ao longo do rali, o piloto de Viana partiu “à descoberta do carro. Estava ansioso, mas também muito motivado para aproveitar a prova para ganhar experiência. A limitação de potência foi notória e logo percebemos que seria difícil acompanhar o andamento dos N5. Também sofremos com problemas nos travões traseiros, mas conseguimos desfrutar da condução de um carro que tem tudo para ser fabuloso!”.
Mesmo com os contratempos, Nelson Silva estava já na 5ª posição, resultado muito satisfatório, quando, na penúltima especial do rali, a malapata bateu à porta: “rodávamos rápido, mas de fora controlada quando uma pedra furou o radiador do óleo e fomos forçados a parar”.
A desistência em nada beliscou “a nossa satisfação com o que o carro demonstrou. Mesmo com as limitações e com a ausência de testes, deu para perceber toda a sua capacidade e estamos certos de que vamos ser competitivos, sobretudo depois de mudarmos a programação da eletrónica para tirar o máximo partido do motor com este restritor 34”.
A próxima prova será já o Rali de Mortágua, a 29 e 30 de Maio. A dupla não estará em Serpa, terminando assim na prova a centro esta miniépoca de terra. Depois, Nelson Silva quer ter “tempo para evoluir o carro antes da época de asfalto”.
O piloto baionense viu-se forçado a desistir quando já liderava a prova reservada ao Campeonato Promo de Ralis. A transmissão do Citroen C3 N5 cedeu logo após a partida da quinta especial do rali.
O regresso pontual de Vítor Pascoal aos ralis terminou com um sabor agridoce. Acompanhado pelo navegador Ricardo Faria, Vítor Pascoal alinhou com um Citroen C3 N5 da RMC Motorsport na edição 2022 do Rali Terras D’Aboboreira, integrado na lista de participantes do Campeonato Promo de Ralis.
A etapa inaugural, disputada na passada sexta-feira, incluía uma passagem pela especial de Baião Vida Natural, com 8,92 km e a Super Especial de Marco de Canavezes, com um traçado a rondar os dois mil metros.
Pascoal terminaria o dia no segundo posto, a 8,3 segundos do líder, depois de ter sentido que “a afinação escolhida não tinha sido a ideal. Além disso, não treinamos de forma intensa o traçado da Super Especial e fomos muito conservadores na abordagem que fizemos, perdendo demasiado tempo”.
O trabalho realizado na assistência para mudar as afinações deu logo dividendos no raiar do dia de sábado. A primeira passagem pelos 15.14 km de Amarante Natureza Criativa correspondeu a um recital de condução do piloto, que saltou para o comando da prova, mercê de um “tempo canhão” que colocou toda a concorrência bem longe do ritmo que conseguiu imprimir no C3 N5.
Anulada que foi a 4ª PEC, Vítor Pascoal preparava-se para “atacar forte na segunda passagem por Amarante, para me distanciar dos perseguidores. Só que, mal arrancámos, a transmissão cedeu e não restou outra coisa que não fosse abandonar”.
No entanto e apesar do infortúnio, Vítor Pascoal faz um balanço positivo: “gostei imenso de conduzir o Citroen, pois sou fã deste projeto N5 da RMC, que julgo ser uma boa opção para os ralis em Portugal. Por outro lado, diverti-me imenso nesse regresso aos ralis e logo em pisos de terra, sendo ainda um fator extra de satisfação tê-lo feito perante a família e os amigos. Foi ainda muito motivador ter provado que, apesar da longa paragem nos ralis, ainda temos andamento para discutir as vitórias”.
As atenções do piloto de Baião voltam-se de novo para a Montanha, seu principal “alvo” nesta época. No próximo fim-de-semana, disputará ao volante do seu habitual Porsche 991 GT3 CUP a Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida, terceira prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Vítor Pascoal chega a Setúbal invicto, depois de duas vitórias incontestáveis na Categoria GT, em Murça e na Penha.
Serão duas subidas de treinos e uma de prova na tarde de sábado, mais duas de treinos e duas de prova a partir das dez da manhã de domingo, com o evento a ser alvo de transmissão integral em “livestreaming” na página oficial do CMS- Clube de Motorismo de Setúbal.
A dupla Miguel Correia/Jorge Carvalho (Skoda Fabia Rally2 Evo) sagrou-se, este sábado, brilhante vencedora do Rali Terras D’Aboboreira, terceira prova do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) e também integrante do calendário do European Rally Trophy-ERT Iberian Rally Trophy, naquela que foi a sua estreia como vencedor de uma jornada do CPR.
Foi verdadeiramente emocionante a prova organizada pelo Clube Automóvel de Amarante, que percorreu os concelhos de Amarante, Baião e Marco de Canaveses, com a incerteza relativa ao vencedor a manter-se até à derradeira classificativa (Aboboreira 2), a Power Stage, já que antes da mesma apenas 1.6s separavam Correia, o líder, de Araújo, que entretanto ganhara a segunda posição a Bruno Magalhães (Hyundai i20 N Rally2) na segunda e última passagem pela “especial” do Marão.
Na hora do tudo ou nada, Miguel Correia revelou-se mais forte e até assinou o melhor tempo nessa última especial do rali, ao ganhar 0.4s ao rival direto, fixando a diferença final entre ambos em 2 segundos. Bruno Magalhães terminou no pódio, a 11.2s do vencedor, enquanto José Pedro Fontes (Citroen C3 R5) foi quarto por uma vantagem de 1.3s face a Pedro Almeida (Skoda Fabia Rally2 Evo), outro dos jovens que como Miguel Correia tem vindo a destacar-se esta temporada.
Miguel Correia está agora no 2º lugar do campeonato, a nove pontos do primeiro, e com nove pontos de vantagem para o terceiro classificado. O piloto não podia estar mais feliz, pela 1ª vitória da carreira e por ter vencido a Power Stage.
“Foi fabuloso! Estou bastante feliz por ter vencido este rali ao segundo e até ao último metro. Foi a minha primeira vitória e logo perante o líder do campeonato. Confesso que, atendendo à minha evolução, já sonhava com isto há bastante tempo. O próximo desafio é já o Rali de Portugal, uma prova que não conheço, mas onde vou tentar dar o meu melhor”, disse Miguel Correia.
Armindo Araújo e Luís Ramalho viram a vitória, no Rali Terras d’Aboboreira, escapar-lhes por apenas dois segundos. Após terem vencido cinco das nove especiais e terem liderado a etapa de hoje, até sofrerem um furo na quinta classificativa, a dupla do Skoda Fabia Rally 2 conseguiu recuperar uma grande parte do tempo perdido, mas não o suficiente para chegar à vitória final.
Pelo ritmo evidenciado desde o início da prova, e pela excelente recuperação realizada nas últimas especiais, Armindo Araújo sai do rali, organizado pelo Clube Automóvel de Amarante, satisfeito com o resultado possível dado o infortúnio. “Não fomos totalmente felizes neste rali e depois de termos liderado desde a primeira especial de hoje, caímos para o terceiro lugar após um furo na segunda passagem pela classificativa de Amarante. A partir daí tudo fizemos para conseguir chegar à vitória, acreditamos até ao fim que poderíamos lá chegar, e por apenas dois segundos isso não aconteceu. Ficamos satisfeitos com o segundo lugar e contentes com o nosso trabalho e o de toda a equipa. Parabéns ao Miguel Correia pela sua primeira vitória no CPR”, começou por dizer.
Com três provas disputadas até ao momento, o piloto de Santo Tirso mantém a liderança do Campeonato de Portugal de Ralis e parte para o derradeiro rali em pisos de terra com uma margem bem interessante face aos mais diretos candidatos ao título. “Continuar na frente do CPR é o nosso grande e principal objetivo até ao fim da temporada. Queríamos ter dilatado a nossa liderança, mas, mesmo não tendo acontecido, estamos plenamente confiantes que poderemos faze-lo já na próxima prova. É para isso que vamos trabalhar e focar as atenções a partir de hoje”, concluiu.
Já Bruno Magalhães logrou levar o Hyundai i20 Rally2 oficial ao terceiro lugar: “foi um rali de grandes emoções onde estivemos sempre na luta pela vitória. Conseguimos ser competitivos com o Hyundai i20N Rally 2 e juntamos mais pontos para a época. Estamos cada vez mais confiantes e vamos começar a preparar o Rali de Portugal onde queremos estar fortes.”.
Na luta pela primazia das 2RM (duas rodas motrizes), que também se prolongou até à derradeira classificativa, Ricardo Sousa levou a melhor face a Ernesto Cunha na “guerra” dos Peugeot 208 Rally4, por 12.7 segundos.
No Campeonato Promo, a vitória foi conquistada por Emanuel Figueiredo (Hyundai i20 N5), que terminou com 1m57,8s de diferença para Filipe Nogueira (Peugeot 208 R2). O pódio ficou completo com a dupla Pedro Silva/Alexandre Rodrigues (Renauklt Clio N5).
A próxima prova (4ª) do Campeonato de Portugal de Ralis será o WRC Vodafone Rally de Portugal, entre 19 e 21 de maio próximo.
Depois da extraordinária exibição em Fafe, o piloto lousadense navegado por Helena Maia quer voltar a conquistar um pódio na luta das Duas Rodas Motrizes, nesta que é a segunda prova da temporada 2022 do campeonato de Portugal de Ralis.
Tão cedo a memória da dupla esquecerá a sua estreia nas lides do campeonato maior lusitano e da Peugeot Rallye Cup Ibérica. Em Fafe, conquistaram o pódio nacional e o 5º posto na competição ibérica. Um feito notável para quem se estava a estrear.
Agora, chegou o fim-de-semana do segundo desafio para Luís Morais e Helena Maia aos comandos do Peugeot 208 Rallye 4. Será o Rali Terras D’Aboboreira, onde Luís Morais enfrentará os míticos traçados do Marão e de Baião e onde o lousadense quer “assinar um rali sem erros e sempre com um ritmo forte. O nosso principal objetivo é pontuar bem para tentar manter o 3º lugar nas contas do Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes e, obviamente, continuar a nossa adaptação ao nosso 208 Rallye 4, contando com a preciosa ajuda da PT Racing”.
Com a previsão de tempo seco, o Terras D’Aboboreira assume-se como importante para essa evolução pois, lembra Luís Morais, em Fafe “não deu para tirar grande ilações do carro, devido às dificuldades meteorológicas que nos forçaram a ter muito cuidado”.
As classificativas do Rali Terras D’Aboboreira não são uma novidade pois o lousadense já as fez em 2021: “daquilo que conheço dos troços, acho um rali interessante e que será rápido. Temos de estar atentos para não cometer erros e obter o melhor resultado possível, isto sem nunca deixar de pensar em dar algum espetáculo!”.
O Rali Terras D’Aboboreira estará na estrada a partir amanhã sexta-feira, para uma 1ª Etapa com uma dupla passagem por Baião Vida Natural (8,92 km) terminando o primeiro dia com a Super Especial Marco Rios de Emoção (2,07 km). A 2ª Etapa, no sábado, contará nova rodada dupla pelos troços de Amarante Natureza Criativa (15,14 km;) e Marão (10,67 km) e Aboboreira (16,00 km). A cerimónia de pódio terá lugar a partir das 20h10, no Largo de São Gonçalo, em Amarante.
O piloto baionense faz este fim-de-semana pascal um regresso pontual à slides dos ralis, alinhando na edição 2022 do rali Terras D’Aboboreira. Navegado por Ricardo Faria, Pascoal estará entre os favoritos à vitória na discussão reservada aos inscritos na prova do Campeonato Promo de Ralis.
A exemplo do que já tinha acontecido no passado, Vítor Pascoal estará na prova realizada nos concelhos de Baião, Amarante e Marco de Canavezes aos comandos de um Citroen C3 N5 da RMC Motorsport.
Esta presença no “seu” rali entusiasma o piloto, que encara a prova como uma espécie de teste: “vai ser um desafio interessante, pois há muito tempo que não ando em terra. É lógico que vai ser difícil, mas também muito bom pois estou com saudades dos ralis e principalmente dos de terra. É o meu piso de eleição e a jogar em classificativas em casa para mim é bom”.
O desafio será para o piloto baionense “um pouco como voltar às origens, aos tempos de quando aprendi a conduzir. Por isso estou motivado. Vamos tentar fazer o nosso melhor, pois não temos o ritmo e a rodagem de andar na terra ultimamente”.
Este “regresso às origens deixa Vítor Pascoal “muito feliz. Correr perante a família, os amigos e os conterrâneos, sendo também uma forma de agradecer o apoio que tenho do Município de Baião e das gentes da minha terra”.
Quanto a expectativas desportivas, Pascoal afirma que “obviamente vamso tentar andar entre os da frente na luta do Promo. Não fazemos ralis de terra já há algum tempo, mas queremos ser competitivos e confiámos na capacidade técnica da RMC para nos entregar um carro forte”, assumindo que “um lugar no pódio seria já um resultado positivo, mas, se a oportunidade de vencer aparecer, faremos tudo para a concretizar!”.
O consagrado piloto não quis deixar passar a polémica que se instalou nos últimos dias: “como é óbvio, a nossa participação neste Terras D’Aboboreira em nada belisca o nosso apoio à posição que os pilotos portugueses de ralis têm tomada nas últimas semanas. Estamos completamente solidários e, só o facto da nossa ligação a Baião ser imensa e por não estar inscrito no Campeonato Promo, é que nos levaram a participar. É nosso entendimento que as coisas têm mesmo de levar uma grande volta em todos os níveis dos campeonatos de ralis, sob pena da modalidade ir passar tempos muito difíceis!”.
O rali estará na estrada a partir amanhã sexta-feira, para uma 1ª Etapa com uma passagem por Baião Vida Natural (8,92 km) terminando o primeiro dia com a Super Especial Marco Rios de Emoção (2,07 km). A 2ª Etapa, no sábado, contará uma dupla passagem pelos troços de Amarante Natureza Criativa (15,14 km;) e Marão (10,67 km) e uma passagem única por Aboboreira (16,00 km). A cerimónia de pódio terá lugar a partir das 20h10, no Largo de São Gonçalo, em Amarante.
Um problema de motor na 3ª PEC do Rali de Portimão ditou novo abandono do piloto de Santiago do Cacém, numa altura em que liderava a geral da prova referente ao Start de Ralis e seguia firme no pódio das lides do Troféu Regional de Ralis Sul.
Uma exibição curta, mas de gala. Eis a forma de avaliar a prestação competitiva de Marco Ferreira e Edgar Gonçalves no Rali de Portimão 2022, primeira prova do Campeonato Start Sul de Ralis e do TRRS.
A estrutura da prova agradava ao piloto: “além da Super Especial na cidade de Portimão, tinha dois troços, um de cerca 17 kms e outro de 7 kms, ambos muito rápidos e que tinham algumas zonas comuns com o Rallye Casinos do Algarve de 2021, portanto não eram totalmente desconhecidos para nós. Esse conhecimento serviu para assinalar nos reconhecimentos algumas “ratoeiras”, que num rali tão rápido, poderiam significar problemas sérios”.
A prova arrancou com uma dupla passagem pela SS em Portimão e Marco Ferreira partiu “confiante num bom resultado, pois temos conseguido algumas boas classificações nas Super Especiais. Quando já tínhamos os pneus e os travões quentes, um atraso de 30 minutos no arranque, deixou-nos algo apreensivos, mas íamos focados em dar o nosso melhor, e o melhor tempo entre os pilotos do CSSR e o 3.º do TRRS, foi um prémio merecido”, saindo assim a dupla já na liderança das contas do Start, campeonato principal entre os objetivos da época.
A manhã de domingo viu aparecer em prova um Marco Ferreira ao ataque e na 2ª PEC, o piloto logrou fazer “o 2º melhor tempo, a 0,5 segundos do vencedor, e aumentámos a nossa vantagem para 8,7 segundos para o mais direto perseguidor. Foram 17 kms muito rápidos, onde o Saxo cortou em 5ª velocidade várias vezes!”.
Estavam lançados os dados a caminho de um possível “jackpot”. Marco Ferreira e Edgar Gonçalves dominaram essa passagem inicial pelos dois troços do programa da jornada de domingo e assumiam-se como capazes de transformar o Rali de Portimão num enorme sucesso.
Mas a malapata voltou a bater à porta. Na 3ª PEC “mais curta, mas não menos difícil, pois além de rápida e fluida, tinha algumas compressões no pavimento que não eram totalmente pacíficas para o Saxo”. Marco Ferreira entrou decidido “a aumentar a vantagem, mas com cerca de 2 kms percorridos, quando íamos de 5.ª à fundo e sem que nada o fizesse prever, ficámos sem potência e tivemos que encostar na berma. Desta vez levámos algumas peças suplentes dentro do carro, para alguma eventualidade, mas nenhuma delas nos resolveu o problema”.
A desistência foi, infelizmente, a única alternativa gorando as justas expectativas da dupla em vencer entre os Start e conquistar o pódio no TRRS, com Marco Ferreira a dar conta do enorme sentimento de injustiça que os assolou: “estamos frustrados, tristes, desanimados, mas não estamos derrotados! Mantemos a nossa ambição de conquistarmos o CSSR, mas o facto de não levarmos pontos de Portimão não nos deixa margem de erro, pelo que teremos que alcançar boas classificações nas restantes 4 provas para mantermos os nossos objetivos alcançáveis”.
O piloto de Santiago do Cacém não se esqueceu de “agradecer à nossa assistência nesta prova, Marcilio Martins, aos nossos importantíssimos patrocinadores e às nossas famílias e Amigos”.
O CSSR e o TRRS prosseguirão nos dias 13 e 14 de Maio, com o Rali Flor Do Alentejo – Cidade De Serpa.
Líder destacado do Campeonato de Portugal de Ralis, Armindo Araújo parte para a terceira prova da temporada, o Rali Terras d’Aboboreira, focado em conseguir mais um bom resultado, à imagem do que aconteceu nos dois anteriores ralis, e dilatar a diferença pontual que o separa dos mais diretos adversários na luta pelo título.
Para isso, com a ajuda do seu navegador Luís Ramalho e toda a equipa da The Racing Factory, o piloto do Skoda Fabia Rally 2, vai lutar por nova vitória, na prova organizada pelo Clube Automóvel de Amarante. “Estamos com um início de temporada muito positivo e já conseguimos, nas duas primeiras provas, criar uma boa distancia para os nossos principais adversários. Vamos para este rali com o mesmo foco de sempre, o de lutar pela vitória, e com isso procurar dilatar a liderança no CPR”, começa por dizer Armindo Araújo.
Sendo o grande dominador deste início de temporada, o piloto de Santo Tirso não espera grandes facilidades para esta terceira prova do ano, que será também pontuável para o Trofeu Europeu de Ralis. “Depois de dois ralis do ERC, vamos ter por Terras d’Aboboreira um rali mais curto, mas muito exigente. Na minha opinião, as diferenças serão muito curtas entre os principais candidatos à vitória, e penso que haverá uma intensa luta até ao último quilometro. O nosso grande objetivo é claramente vencer”, disse ainda o hexacampeão nacional.
Líder destacado do Campeonato de Portugal de Ralis, Armindo Araújo parte para a terceira prova da temporada, o Rali Terras d’Aboboreira, focado em conseguir mais um bom resultado, à imagem do que aconteceu nos dois anteriores ralis, e dilatar a diferença pontual que o separa dos mais diretos adversários na luta pelo título.
Para isso, com a ajuda do seu navegador Luís Ramalho e toda a equipa da The Racing Factory, o piloto do Skoda Fabia Rally 2, vai lutar por nova vitória, na prova organizada pelo Clube Automóvel de Amarante. “Estamos com um início de temporada muito positivo e já conseguimos, nas duas primeiras provas, criar uma boa distancia para os nossos principais adversários. Vamos para este rali com o mesmo foco de sempre, o de lutar pela vitória, e com isso procurar dilatar a liderança no CPR”, começa por dizer Armindo Araújo.
Sendo o grande dominador deste início de temporada, o piloto de Santo Tirso não espera grandes facilidades para esta terceira prova do ano, que será também pontuável para o Trofeu Europeu de Ralis. “Depois de dois ralis do ERC, vamos ter por Terras d’Aboboreira um rali mais curto, mas muito exigente. Na minha opinião, as diferenças serão muito curtas entre os principais candidatos à vitória, e penso que haverá uma intensa luta até ao último quilometro. O nosso grande objetivo é claramente vencer”, disse ainda o hexacampeão nacional.
O Rali Terras D’aboboreira tem o seu arranque marcado para a manhã de sexta-feira, com a realização dos habituais treinos livres e qualificação, estando marcado para as 16h00 a partida para as três classificativas da 1ª etapa. Dupla passagem por Baião (8,92 km) antecede a especial espetáculo disputada no Marco de Canaveses (2,07 km). Na 2ª etapa, as equipas terão pela frente mais seis especiais, com duas visitas a Amarante (15,14 km), Marão (10,67 km) e Aboboreira (16,00 km).