Categoria: Ralis

  • Rallye Casinos do Algarve: Marco Ferreira quer terminar a época em alta!

    Numa época a “meio tempo”, Marco Ferreira vai à última prova da temporada sem pressões, mas com vontade firme de andar forte e estar entre os melhores da prova algarvia.

    Após uma incursão por terras da capital, Marco ferreira e Edgar Gonçalves voltam às lides a sul, terminando o seu calendário competitivo 2021 no Rallye Casinos do Algarve, prova pontuável para a Taça de Portugal de Ralis e para o Campeonato Sul de Ralis, sendo ainda jornada do 4º Desafio Kumho Portugal.

    Esta é uma prova que o piloto de Santiago do Cacém gosta muito: “é um rali muito ao meu gosto e onde já assinamos boas exibições e resultados interessantes. A edição deste ano tem anda a particularidade de ter partida e chegada na Praia da Rocha, terra natal do Edgar, tornando-a ainda mais especial”.

    O rali será o corolário da época da dupla, num ano em que “apesar de não termos feito as corridas que queríamos e de estarmos sem o ritmo que pretendíamos ter na última prova do CSR, a nossa presença neste rali tem como objetivo a conquista da taça que está em disputa e onde queremos tentar ser os melhores da nossa classe”.

    A ambição inicial de estar na discussão do Campeonato Sul de Ralis esbarrou “nos problemas que tivemos com o Saxo no início do campeonato e que hipotecam qualquer objetivo mais ambicioso no CSR”. Essa limitação voltou a surgir “com os problemas mecânicos a afetar a nossa participação no Rally de Lisboa. O Citroen Saxo foi alvo de um trabalho intenso por parte da nossa equipa e, por isso, estamos muito motivados e focados em acabar esta época com um bom resultado no Algarve”.

    Quanto à prova em si, Marco Ferreira destaca que “será um rali com características diferentes dos que habitualmente fazemos, uma vez que vai ter mais quilómetros cronometrados, uma Qualifying Stage e ainda duas Super Especiais, que tanto animam o público, tornando a prova muito exigente. Mas esperamos estar à altura e fazer um rali positivo!”.

    O Rallye Casinos do Algarve terá oito provas especiais de classificação, com um total de 78,5 quilómetros competitivos distribuídos por duas etapas, disputadas nos dias 4 e 5 de dezembro.

  • Rui Rijo preparado para o “duelo final” no Rallye Casinos do Algarve

    À chegada ao derradeiro desafio do ano, Rui Rijo e Miguel Luz estão preparados para fazer brilhar as cores da PoolShop Algarve. A desafiante e longa prova que os espera conta simultaneamente para a Taça de Portugal de Ralis e para o Campeonato Centro de Ralis, sendo anda a última tirada do Desafio kumho Sul.

    Dois dias, quilometragem longa e troços tecnicamente desafiantes. Eis o cardápio competitivo desta edição do Rallye Casinos do Algarve 2021.

    A prova tem um sabor especial para Rui Rijo que, para além de “gostar muito deste rali”, chega ao mesmo com reais possibilidades de garantir o pódio absoluto no CSR e arrecadar o título da Divisão 1 no Desafio Kumho Sul.

    Confiando no Mitsubishi Lancer EVO VIII MR e voltando a ter a seu lado Miguel Luz, o piloto da PoolShop Algarve sente-se “entusiasmado com o desafio que temos pela frente. Esta tem sido uma época incrível, com altos e baixos, mas que nos tem proporcionado uma caminhada de evolução muito positiva. Confesso que embora partíssemos com ambições, sabíamos que enfrentávamos quer no CSR quer no Desafio Kumho, adversários mais experientes e bem equipados. Por isso, estar na discussão de um Top 3 absoluto no Campeonato Centro de Ralis e poder vencer o Desafio Kumho, excede as expectativas”.

    O rali foi preparado “com afinco, mas em contra-relógio, pois passou muito pouco tempo desde a prova anterior. Estamos, no entanto, seguros, de que a equipa fez um bom trabalho com o Mitsubishi e vamos para o rali confiantes. É uma prova longa e que vai exigir muita cautela. Evitar erros, rodar rápido e indo adaptando a estratégia ao desenrolar dos acontecimentos. Queremos terminar o ano com um bom resultado e, se possível, com o título nos Kumho e o top três no campeonato!”.

    O Rallye Casinos do Algarve terá oito provas especiais de classificação, com um total de 78,5 quilómetros competitivos distribuídos por duas etapas, disputadas nos dias 4 e 5 de dezembro.

  • Rallye Casinos do Algarve: Paulo Anselmo preparado para a última “batalha” da época!

    Numa verdadeira hora do “tudo ou nada”, o talentoso piloto de Olhão visa alcançar na última prova da temporada o título das 2RM no campeonato Sul de Ralis, bem como uma presença no top cinco absoluto, bem como o título na Divisão 2 do Desafio Kumho Sul.

    Arrumada que está a questão da vitória no Grupo X2, Paulo Anselmo e Pedro Dias da Silva preparam-se para enfrentar a mais extensa das provas do calendário 2021 do Campeonato Sul de Ralis, com um espírito de missão bem vincado e concentrado em dar tudo para conquistar dois títulos regionais.

    O Rallye Casinos do Algarve tem esse “músculo extra” porque será também palco da Taça de Portugal de Ralis, o que transforma a prova numa “luta ainda mais forte, pois o plantel presente está enriquecido pela participação de equipas vindas do Norte e do Centro”, lembra Paulo Anselmo que afirma gostar “muito de batalhas assim. Esta é uma prova icónica no Sul e queremos estar fortes para poder rodar entre os mais rápidos, até porque não esquecemos que chegamos a este ultimo rali com muitas possibilidades de ser campeões regionais de duas rodas motrizes e de triunfar na Divisão 2 do Desafio Kumho Sul”.

    O rali é especial para o olhanense até porque Paulo Anselmo participa “desde 1998. Gostava muito de voltar a ser campeão das 2RM nesta prova e sobretudo, gostava muito de fazer o meu navegador Pedro Dias da Silva ser campeão, logo no seu ano de estreia, agradecendo-lhe assim todo o apoio que me tem dado. Temos anida possibilidades de concluir entre os cinco primeiros absolutos do Campeonato Sul de Ralis, estando por isso em aberto rematarmos esta época com muito sucesso”.

    Quanto à luta na competição reservada aos Kumho, Paulo Anselmo sente que “podemos vencer. Também aqui, será uma luta até ao fim, mas confio em nós e na capacidade do BMW 318 Compact para sermos bem sucedidos”.

    Quanto à estratégia para a prova, o piloto sente que “pela exigência das especiais e pela quilometragem de troços, esta será uma prova em que a boa afinação do carro e uma estratégia assente no correto balanço entre a rapidez e a fiabilidade, serão decisivas para alcançar um bom resultado. Vamos andar rápido, fazer tudo para chegar ao final sem problemas e divertir o público presente”.

    Neste cair do pano sobre a época de 2021, Paulo Anselmo agradece “aos meus patrocinadores sem eles não podia ter voltado a participar nos ralis desde 2016 até 2021, depois de ter estado 8 anos sem participar em ralis. Uma palavra muito sentida também para a minha assistência e para todos os que gostam da nossa equipa“.

    O Rallye Casinos do Algarve terá oito proves especiais de classificação, com um total de 78,5 quilómetros competitivos distribuídos por duas etapas, disputadas nos dias 4 e 5 de dezembro.

  • Henrique Rodrigues conquista top 9 absoluto em Viana e vence no Desafio Kumho!

    Foi muito positiva a estreia de Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues no Rali de Viana do Castelo. Integrando um plantel rico em qualidade e quantidade, a dupla do Mitsubishi Lancer EVI assinou tempos entre os melhores e reclamaram uma presença dentro do top dez final da prova, vencendo ainda nas contas da Divisão 1 do Desafio Kumho Portugal.

    Missão cumprida. Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues transformaram a sua primeira participação na prova vianense organizada pelo CAST numa exibição muito positiva e um resultado a condizer, que serviu de fora plena os objetivos traçados. A dupla chegou a Viana do Castelo com o foco “em dar continuidade à nossa aprendizagem e, tendo em conta as indecisões meteorológicas, abordamos com cautela as especiais, pois ficamos ansiosos com o que nos esperava na estrada”.

    No período matinal, enfrentando “pisos molhados e escorregadios, conseguimos imprimir um ritmo bom a fazer tempos dentro dos 5 primeiros da geral, o que mostrou uma boa adaptação ao carro e aos pneus Kumho nestas condições particulares”. Dessa forma Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues atingiam o meio do Rali de Viana do Castelo com “os objetivos traçados dentro do nosso alcance e isso fez com que abordássemos a parte da tarde com a cautela própria de que queria levar o carro até ao fim”.

    Ora, a cautela revelar-se-ia exagerada: “fomos muito cautelosos e levantamos demasiado o pé, o que no final do dia nos fez baixar para o 9º lugar da geral, a apenas 3 segundos do 7º posto. Doeu bastante, mas é nossa responsabilidade e, pelo menos, ficou, uma vez mais, demonstrado que temos andamento para discutir os lugares cimeiros!”. Mesmo assim, a dupla almejou “cumprir os objetivos traçados. Ganhamos a Divisão 1 Kumho e ficamos na 9ª posição da geral, pontuando de forma forte para o CNR”.

    O piloto duriense destaca ainda que “o rali é engraçado, com classificativas do meu agrado e está bem desenhado e estruturado, parabéns à organização”, parabenizando ainda “a Matos Competições, pelo excelente trabalho que tem feito, entregando-me sempre o carro em perfeitas condições. Agradeço também aos meus patrocinadores que me vão ajudando neste projeto. A eles também se devem estes bons resultados”.

    Depois deste excelente resultado, que catapultou a dupla para a liderança nas contas da Divisão 1 do Desafio Kumho Norte, a que unta um pulo enorme para o 2º posto no Desafio Kumho Asfalto, tendo ainda subido duas posições na tabela absoluto do CNR, ficando próximos dos cinco primeiros. Como tal, Henrique Rodrigues dá conta da vontade da dupla em “estar à partida do Rali de Cerveira, para tentar consolidar as minhas posições no Desafio Khumo e no CNR, pois podemos acabar a época com resultados muito acima das nossas melhores expectativas. No entanto ainda não está confirmada a nossa participação”.

  • Cláudio Batista estreia-se em Viana e quer terminar com um bom resultado

    Esta será terceiro rali da temporada que o piloto de Fafe disputa, sendo acompanhado pelo navegador Pedro Santana. A estreia nos troços de Viana do Castelo exige cautela e foco num andamento de compromisso.

    A 9ª edição do Rali de Viana do Castelo será o terceiro rali da temporada competitiva de Cláudio Baptista, aos comandos do Citroen DS3 R1 da Sucesso Automóvel.

    E se o Rali de Mesão Frio se pautou por uma prova em que o fafense não só se divertiu, como almejou rodar forte e alcançar um resultado positivo, já a ida a Resende não trará grandes recordações, pois foi forçado a desistir logo no começo da prova, com problemas técnicos no Citroen.

    Para Viana do Castelo, Cláudio Baptista e Pedro Santana tem a lição bem estudada: “não será um rali fácil. A lista de equipas é muito forte. O rali vai na 9º edição e com os troços sempre iguais, com características particulares. Muito rápidos e que não permitem erros. Por isso, quem já tem experiência acaba por ter muita vantagem”.

    Para nós, será novidade e por isso temos consciência de que será uma prova muito difícil. Não vamos poder entrar em loucuras e o nosso andamento terá sempre em linha de conta preservar o carro e chegar ao fim, sem enjeitar estar entre os melhores da nossa classe”, assume o piloto da Sucesso Automóvel.

    Cláudio Baptista encara o desafio como “mais uma excelente oportunidade para eu e o Pedro darmos continuidade ao trabalho que temos feito para melhorar as notas de andamento e o entrosamento. Como não estamos a discutir o campeonato, vamos sem qualquer pressão. Queremos usufruir da prova e, claro, tentar dar o nosso melhor para sair de Viana com um resultado positivo, nesta última prova da nossa temporada”.

    O 9º Rali de Viana do Castelo terá 55,82 quilómetros de troços cronometrados, integralmente disputados amanhã, sábado, 27 de novembro.

  • Nelson Silva quer regressar aos bons resultados em Viana do Castelo

    A correr literalmente “em casa” o piloto vianense quer esquecer os infortúnios das provas anteriores e voltar a pontuar forte, nesta fase decisiva do Campeonato Norte de Ralis.

    Uma vez mais acompanhado pelo experiente José Janela, Nelson Silva está entusiasmado com a sua presença no 9º Rali de Viana do Castelo: “é sempre um momento muito alto de cada época. Correr em Viana tem sempre um sabor especial, porque estou a competir perante a minha família os meus amigos e os meus conterrâneos, sentindo sempre uma responsabilidade e um prazer acrescidos. É ainda uma oportunidade única para competir bem na área onde estão muitos dos nossos patrocinadores, a quem agradecemos muito o apoio”.

    Nelson Silva e José Janela chegam a esta penúltima tirada de 2021 ainda com possibilidades de terminar o campeonato dentro do top cinco absoluto, embora “tenhamos consciência de que os abandonos no Rali da Água e em Santo Tirso condicionaram muito as nossas possibilidades, mas tudo tentaremos para terminar entre os cinco primeiros do campeonato, o que já seria muito positivo para esta época que é sobretudo de aprendizagem e de evolução”.

    Quanto ao que ambiciona nesta prova, o piloto vianense realça que “vai ser um rali muito duro e mito disputado. Tem uma lista de inscritos de luxo, sendo previsível que a luta por um lugar entre os dez melhores será muito aguerrida. Queremos primeiro terminar, para passar um pano sobre o infortúnio das provas anteriores e depois fazer tudo para estar no Top 10 e sair do rali com uma boa pontuação” lembrando que “que o carro foi alvo de uma grande intervenção, temos consciência de que é necessária uma readaptação e, por isso mesmo, vamos optar por uma toada rápida, mas controlada, sem exageros e que nos vá permitindo fazer um rali em crescendo”.

    O Mitsubishi Lancer EVO VI da JPGS/ENI foi alvo de “uma profunda intervenção. A equipa técnica fez um excelente trabalho e julgo que podemos ir para o rali com toda a confiança no carro. Foi um trabalho demorado, muito meticuloso e que terminou quase em cima da prova, mas estamos confiantes”.

    O 9º Rali de Viana do Castelo terá 55,82 quilómetros de troços cronometrados, integralmente disputados no ia de sábado, 27 de novembro.

  • Rali de Viana do Castelo: Henrique Rodrigues de olhos postos nos pontos

    Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues estão de volta. O Rali de Viana do Castelo será o próximo desafio da dupla do Mitsubishi Lancer EVI VII nesta sua época de regresso. Pontuar forte para subir na tabela do Campeonato Norte de Ralis e lutar pela primazia entre os Kumho são os dois principais objetivos.

    Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues estão prontos para enfrentar novo desafio. Desta feita, rumam ao Alto Minho para a 9ª edição do Rali de Viana do Castelo, prova organizada pelo CAST e que integra o Campeonato Norte de Ralis, contando ainda para o 4º Desafio Kumho Portugal.

    As expectativas da dupla duriense vão, segundo o piloto, de encontro “aquilo que tem vindo a ser o nosso principal objetivo como equipa durante todo este ano. Temos vindo a fazer uma adaptação gradual ao nosso carro, às notas de andamento e a tudo que rodeia os ralis. Neste rali de Viana do Castelo não vai ser diferente, sendo assim mais uma oportunidade para evoluir”, até porque, como o piloto reconhece, necessita ainda de “mais uns bons quilómetros para continuar a evolução no conhecimento do carro. Estivemos parados muito tempo e decidimos recomeçar com um carro que nunca tínhamos guiado e isso nota-se consideravelmente. Este projeto foi montado a dois anos e, como tal, este primeiro ano, de recomeço, está claramente virado para esta adaptação, mas, no entanto, tentamos sempre andar forte e felizmente tem tudo corrido de forma positiva”.

    Quanto ao rali vianense, Henrique Rodrigues estabelece como fasquia “fazer um bom resultado, dentro do top dez absoluto da prova. Vamos com confiança. O carro tem estado sempre bem, devido à excelente equipa da Matos Competições e isso é meio caminho andado para o sucesso”.

    Até porque a dupla está numa excelente posição para discutir a vitória final na Divisão 1 do Desafio Kumho Norte, sem enjeitar um lugar entre os primeiros do campeonato absoluto: “estamos agora numa posição que não esperávamos no início, quer na geral do CNR quer na Divisão 1 do Desafio Kumho. No campeonato, é possível vir a terminar no top seis final. Já na competição dos Kumho, podemos ainda chegar à vitória, sendo que neste segundo ainda podemos lutar pela vitória, o que vai muito além das nossas expectativas iniciais. Tem sido excelente, tendo em conta que não temos feito os ralis todos”.

    A época foi planeada para um conjunto restrito de provas e, por isso mesmo, Henrique Rodrigues ainda não tem a certeza se “iremos estar a partida do Rali de Cerveira, última prova da temporada. Seria mais uma hipótese de lutar pelo título nos Kumho, mas vamos esperar para ver o que acontece em Viana”.

    O 9º Rali de Viana do Castelo terá 55,82 quilómetros de troços cronometrados, integralmente disputados no ia de sábado, 27 de novembro.

  • Rui Rijo com um ‘sabor doce amargo’ no Rali CAS Almancil-Boliqueime

    O piloto da PoolShop Algarve, que foi, uma vez mais, navegado por Miguel Luz, concluiu a prova na quinta posição da geral, sendo quarto nas contas da Divisão 1 do Desafio Kumho. Um resultado que poderia ter sido o pódio caso não tivesse sofrido problemas mecânicos no seu Mitsubishi Lancer Evo VIII MR.

    Rui Rijo continua a sua evolução e o Rali CAS Almancil-Boliqueime foi mais uma oportunidade para se colocar à prova, sendo que o resultado não era um objetivo a menosprezar, antes pelo contrário, já que o piloto tinha metas bem específicas, ainda para mais num tipo de superfície predileto.  Contudo o fator climatérico contrariou um pouco as expetativas nesta penúltima tirada do Campeonato Sul de Ralis, que contava ainda para os Desafios Kumho Sul e Terra.

    “Gosto muito de ralis de terra, por isso acho que todos eles são engraçados, apesar deste ser muito técnico”, começou por dizer o piloto da PoolShop Algarve, que depois destacaria as dificuldades que enfrentou ao longo da prova.

    Rui Rijo explica o que se passou: “A chuva foi boa antes da prova, mas durante o rali tivemos um grave problema. Os três carros que seguiam à nossa frente, arrancaram na 4ª PEC e não chovia. Já quando nós arrancamos chovia torrencialmente. Para ajudar à ‘festa’ também partimos a transmissão traseira. E tivemos que gerir”.

    “Na altura estávamos em luta com o Bica, em terceiro lugar. Achamos que éramos capazes de lá chegar. Mas infelizmente com a situação da transmissão partida não havia hipótese. Depois tive de abrandar um pouco o andamento e assegurar um bom resultado”, destaca.

    O piloto da PoolShop Algarve admite que “o objetivo para esta prova era ficar à frente do Paulo Anselmo e do Viana Martins, para ver se ficávamos como o terceiro lugar do campeonato ‘à geral’. Se bem que ainda falta uma prova. Mas era importante atingir esse objetivo já. Por outro lado, mantivemos intactas as nossas aspirações a conquistar o título no Desafio Kumho Sul. Vamos dar tudo na derradeira prova para o alcançar!”.

    Mas há motivos para Rui Rijo se mostrar contente.  “Uma coisa com que fiquei bastante satisfeito, e ainda tenho de tentar perceber porquê, a diferença para os pilotos da frente já começa a ser bastante inferior. Os outros pilotos não conheciam os troços, mas eu também não. Fizemos apenas três passagens em cada troço. O que me faz pensar na história dos reconhecimentos ilegais. Começo a achar que há muita gente que faz isso. Porque realmente aqui conseguiu-se ver que as diferenças entre nós e os da frente eram muito mais pequenas”.

    “Isto quer dizer que estamos no bom caminho. Vamos continuar a evoluir. Para o Rali Casinos do Algarve vamos ter uma surpresa. Vamos ter uma pessoa que nos vai ajudar um pouco”, sublinha o piloto da PoolShop Algarve, que a rematar refere: “Saio desta prova com um ‘sabor doce amargo’. Ficamos entre os cinco primeiros, que era o nosso objetivo no início do ano. Vamos agora apostar um pouco forte no ‘Casinos’. A ver se conseguimos reduzir estas diferenças para os pilotos da frente”.

  • Paulo Anselmo concluiu e pontua no Rali do CAS após prova muito atribulada

    O Piloto algarvio viveu a mais difícil das provas desta época em Almancil e Boliqueime. Problemas técnicos, muitos deles provocados pela chuva, forçaram-no a fazer “controlo de danos”, mantendo intactas as suas aspirações no CSR e no Desafio Kumho Sul.

    Paulo Anselmo e Pedro Dias da Silva viveram uma jornada atribulada e onde tiveram que recorrer a toda a sua garra e foco para levarem de vencida todos os incidentes que protagonizaram ao longo do Rali do CAS Almancil-Boliqueime, penúltima prova da temporada do Campeonato Sul de Ralis.

    As sete especiais de classificação da prova foram percorridas debaixo de condições meteorológicas inconstantes e que provocaram muitos problemas. Para o piloto de Olhão, o rali acabou por se revelar “não ser o mais adequado para a nossa viatura. Gosto de manter uma condução rápida e de embalo, mas aqui era impossível. Os troços eram demasiado estreitos e não nos permitiram assumir o ritmo forte que gostamos”.

    Por outro lado, na fase matinal do rali, o BMW 316i Compact teria alguns problemas: “descobrimos que partimos para o rali com um triângulo de trás frouxo, o que nos dificultou a condução e que nos obrigou a fazer um pião. O motor calou-se e perdemos algum tempo. Depois, voltamos a não ter sorte, pois furamos a três quilómetros do fim da 3ª PEC, fazendo com que o prejuízo de tempo fosse ainda maior”. Felizmente, a equipa técnica “foi fantástica. Nos poucos minutos disponíveis, resolveu os problemas e deixou-nos com muito motivados para atacar no que faltava do rali”.

    Só que a fortuna nada quereria com Paulo Anselmo e Pedro Dias da Silva. Estando à partida da 4ª PEC, firmes no propósito “de andar forte e começar a recuperar o tempo perdido. Só que começou a chover torrencialmente e começamos a ter problemas de embaciamento dos vidros. Ficamos sem ver nada num troço totalmente enlameado. Foi um pesadelo que continuou no troço seguinte. Aí foi um verdadeiro pesadelo. Rodamos a 20 Km/h, com uma mão no volante e outra a tentar limpar o vidro com um pano, o que ainda se tornava pior porque o pano estava gorduroso!”.

    Com a prova arruinada, restou a Paulo Anselmo “tentar levar o carro até ao fim, sem arriscar nada, para recolher alguns pontos e felizmente conseguimos. Quero agradecer à minha assistência, ao meu navegador Pedro Dias da Silva e a todos que nos apoiam”. Anselmo e Silva continuam líderes na batalha pelo título das Duas Rodas Motrizes no CSR e estando agora a apenas 4 pontos da liderança nas contas da Divisão 2 do Desafio Kumho Sul, quando falta disputar apenas uma prova.

  • Rui Rijo ambicioso no regresso aos pisos de terra no Rali do Cas

    O Piloto da PoolShop Algarve encara a penúltima prova do Campeonato Sul de Ralis muito motivado e disposto a defender o lugar que ocupa no pódio da tabela de pontos da geral absoluta do Campeonato Sul de Ralis. A luta pelo triunfo no Desafio Kumho é outro dos alvos assumidos.

    O Rali do CAS Almancil-Boliqueime 2021 é novidade no calendário a sul e representa ainda o regresso aos pisos de terra para a caravana sulista.

    Entre os principais protagonistas da prova estarão Rui Rijo e Miguel Luz, no Mitsubishi Lancer EVO VIII MR da PoolShop Algarve que chegam a esta penúltima tirada da temporada com legítimas pretensões não só a darem continuidade aos excelentes resultados das provas anteriores, mas sobretudo a estarem na refrega por dois títulos, a saber, o título absoluto do CSR e ainda o da Divisão 1 do Desafio Kumho Sul.

    No caso das lides do CSR, Rui Rijo chega ao Rali do Cas na 3ª posição da tabela pontual, empatado com outro piloto, a 18 pontos do líder e a 16 do 2º colocado, quando estão ainda 50 pontos em discussão. Nas contas Kumho Sul, lidera também empatado, com 5 pontos de avanço sobre o 3º colocado e 6 pontos sobre o 4º, estando em cima da mesa os mesmos 50 pontos em discussão.

    Isto faz com que Rui Rijo assuma que “num rali que vai ser uma novidade total para nós, a nossa estratégia terá sempre de passar por um andamento rápido, mas seguro, tendo em conta que pontuar é fundamental para as nossas aspirações”, confessando ainda que “gosto muito de andar em terra e as previsões de chuva não me assustam, bem pelo contrário pois gosto de correr em pisos molhados e o Mitsubishi costuma ter um comportamento exemplar nessas condições”.

    A preparação da prova não aconteceu sem alguns contratempos: “o carro só ficou pronto a poucos dias do rali, depois de termos detetado um problema técnico e isso impediu que testássemos, mas vamos para o rali confiantes”. Como tal, o piloto da PoolShop Algarve promete que “eu e o Miguel Luz vamos dar tudo para andar bem e estar entre os melhores”.

    Destaque ainda para o facto da PoolShop Algarve ser um dos grandes patrocinadores do rali, a exemplo do que a reputada empresa de construção de piscinas tem feito nas provas do Campeonato Sul de Ralis. Este apoio deve-se, segundo Rui Rijo, sobretudo “à grande paixão que temos pelos ralis e à importância que damos em apoiar os eventos da região, estando por isso ao lado das organizações e da sociedade em geral. Depois, é sempre um meio positivo de divulgação da nossa empresa junto do mercado e, por isso, vamos continuar a apoiar os ralis no Algarve!”. O Rali do CAS Almancil-Boliqueime 2021 disputa-se numa etapa única, percorrida no domingo, 21 de novembro. Conta com seis especiais de classificação, num total de 60,3 quilómetros contra o cronómetro.