Categoria: Ralis

  • Domingos Sport com 13 equipas no Vidreiro

    Após uma incursão até ao Constálica Rali de Vouzela e, no passado fim-de-semana em Fafe no Rali Montelongo, agora a equipa de Alcanede vai, no próximo fim-de-semana até ao Rali Vidreiro Centro de Portugal onde terão 13 EQUIPAS sob sua alçada, que será um record pessoal da equipa liderada por Ricardo e Paulo Domingos.

    No Campeonato Portugal de Ralis, o Dacia Sandero R4 de Gil Antunes e Diogo Correia vão ter a oportunidade de medir forças com outros carros da mesma classe.

    Também no Campeonato Portugal de Ralis mas na categoria RC2N serão três as duplas que irão lutar pelos primeiros lugares e conseguirem amealhar o máximo de pontos. Adruzilo Lopes será acompanhado por Paulo Marques (que substituirá Paulo Silva por questões profissionais) e que estarão aos comandos do Mitsubishi Lancer Evo IX. Em viatura igual, estarão os líderes da classificação, Luís Mota e Alexandre Ramos. No Mitsubishi Lancer Evo X da Macambi Racing Team, estarão os Campeões Centro de Ralis 2019, Fernando Teotónio e Luís Morgadinho.

    Com o seu espectacular Subaru Impreza, Nuno Carreira e Danny Carreira vão estar à partida inseridos no Campeonato Portugal Clássicos de Ralis e assim fazerem as honras da casa e lutarem por um lugar no pódio da prova organizada pelo Clube Automóvel da Marinha Grande.

    No que ao Campeonato Centro de Ralis diz respeito, serão 8 as duplas que terão a responsabilidade de assistir e dar as melhores condições para que possam chegar ao final do rali e assim atingirem os seus objectivos. A representar as cores da J. Silvas Rally Team, Armando Carvalho e Ana Santos vão estar aos comandos do Mitsubishi Lancer Evo V. Rui Silva Santos e João Sebastião irão estar a bordo do Subaru Impreza N15, enquanto Daniel Ferreira e Rodrigo Pinheiro irão pilotar o seu habitual Mitsubishi Lancer Evo VI. Eduardo Santos terá novamente Tiago Neves na bacquet direita do seu Subaru Impreza N11. Aos comandos dos endiabrados BMW E36 e 318IS estarão, respectivamente as duplas Filipe Neves/Jorge Baptista e Tomé Patrício/José Parente. Num Renault Clio Cup, Viana Martins vai até à Marinha Grande acompanhado pelo navegador Ricardo Bettencourt. Numa viatura da Domingos Sport, mais concretamente um Mitsubishi Lancer Evo IX, estarão também André Sousa e Guilherme Pina.

    “Vai ser um rali difícil, trabalhoso mas ao mesmo tempo aliciante”, afirmaram Ricardo e Paulo Domingos. “Temos trabalhado arduamente para melhorar os carros e queremos já constatar o resultado desse trabalho neste rali. Tivemos presença de um Engenheiro que nos tem ajudado nas afinações do Dacia Sandero R4. Realizámos já alguns testes que considerámos terem sido positivos e, nesta prova irão estar à partida mais viaturas R4, o que servirá para percebermos o nível competitivo do Dacia Sandero R4 e da evolução do Gil Antunes e do Diogo Correia. Desejamos que todas as equipas inseridas na nossa estrutura disfrutem do rali, alcancem os seus objectivos e que no final festejem a chegada ao final da prova”, disseram os responsáveis pela equipa.

    A finalizar, os responsáveis pela estrutura de Alcanede informam e alertam que “a crise pandémica que nos atinge desde Março deste ano está muito activa e isso percebe-se nos dados lançados diariamente pela Direção Geral de Saúde, pelo que recomendamos a todos que tomem as devidas precauções e que sigam as instruções da organização em parceria com a FPAK e a Direção Geral de Saúde.”

    Disputado em pisos de asfalto, o Rali Vidreiro Centro de Portugal vai realizar-se nos dia 9 e 10 de Outubro de 2020, numa organização do Clube Automóvel da Marinha Grande.

  • Ricardo Teodósio e José Teixeira apostam no regresso às vitórias na Marinha Grande

    O Campeonato de Portugal de Ralis prossegue no próximo fim de semana com o Rali Vidreiro – Centro de Portugal, quinta prova da temporada. Depois de três pódios em quatro ralis, Ricardo Teodósio e José Teixeira (Skoda Fabia R5 Evo) querem voltar a lutar pela vitória no asfalto da Marinha Grande.

    Ricardo Teodósio ocupa neste momento o terceiro lugar do Campeonato de Portugal de Ralis, depois de ter subido ao pódio nos ralis Fafe-Felgueiras, Castelo Branco e Alto Tâmega. O campeão nacional em título ruma agora ao Rali Vidreiro – Centro de Portugal apostado em regressar às vitórias, depois de ter ficado muito perto do triunfo neste rali em 2019.

    “O Rali Vidreiro é uma prova que todos os pilotos da frente conhecem bem, já sabemos o que vamos encontrar”, refere Ricardo Teodósio. “No ano passado corremos na Marinha Grande a recuperar de uma lesão, mas mesmo assim discutimos a vitória até ao último troço e ficámos a 0,6s de ganhar. Este ano quero mesmo ganhar, para nos aproximarmos da frente do campeonato. Não temos outra alternativa se não atacar”, afirmou o piloto algarvio.

    O Rali Vidreiro – Centro de Portugal será disputado integralmente no sábado (dia 10), que terá um total de 10 classificativas de asfalto, que perfazem 98,8 quilómetros cronometrados.

  • Armindo Araújo focado na luta pela vitória

    O Campeonato de Portugal de Ralis estará de regresso, já na próxima sexta feira, com a realização do Rali Vidreiro Centro de Portugal – Marinha Grande, a antepenúltima prova do calendário de 2020, onde Armindo Araújo e Luís Ramalho procurarão recuperar a liderança da competição.

    A dupla do Skoda Fabia R5 Evo parte para o rali organizado pelo CAMG com fortes aspirações e determinada em lutar pela vitória. “Estamos muito motivados para regressar ao ativo, praticamente um mês após a ultima prova, e focados em recuperar a liderança do campeonato. Estamos a entrar na fase mais decisiva do calendário e queremos sair da Marinha Grande de novo no primeiro lugar”, afirma Armindo Araújo.

    Ainda com muitos pontos em disputa e com três provas pela frente a dupla do Team Armindo Araújo/The Racing Factory depende exclusivamente de si para conseguir chegar ao título absoluto e tudo fará para o conseguir. “Sabemos que não precisamos de fazer grandes contas para conseguir chegar ao nosso principal objetivo e, por isso, vamos manter a mesma estratégia que até aqui e lutar pelo maior número de pontos possíveis em cada prova. Queremos vencer o Vidreiro e manter intactas as nossas aspirações”, disse ainda o piloto tirsense.

    O Rali Vidreiro Centro de Portugal – Marinha Grande tem início na sexta feira com a realização do Shakedown/Qualifying, estando agendadas para o dia de sábado as nove provas especiais de classificação.

  • Pedro Silva ao ataque no Vidreiro

    É já no próximo fim de semana que a dupla Pedro Silva / Nuno Rodrigues da Silva, vai marcar presença no Rali Vidreiro 2020 . A dupla aponta à luta pelos lugares cimeiros na prova do Campeonato Centro de Ralis.

    Depois do excelente resultado conseguida pela dupla de Rodão no ultimo Constálica Rally Vouzela, que lhes permitiu ascender ao 5º lugar Absoluto do Campeonato do Centro de Ralis (CCR), ao 2º lugar da geral das 2RM e também ao 2º lugar do Desafio Kumho , Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva vão estar novamente ao ataque no próximo fim de semana , por terras da Marinha Grande, em mais uma edição do Rali Vidreiro.

    Para Pedro Silva esta participação é feita levando muito a sério “as características do traçado deste Rali, muito rápido e claramente a favorecer carros com mais potencia e mais rápidos que o nosso, prevejo mais dificuldades para voltar a conseguir o brilharete que fizemos em Vouzela. No entanto e, apesar destas naturais dificuldades do traçado, aliadas ao facto de irmos correr na casa dos nossos adversários mais directos, entraremos a disputar o Rali com a determinação e a convicção de sempre”.

    Garante que vão entrar “ao ataque , com o mesmíssimo espírito com que iniciámos em Vouzela e que tão bons resultados nos deu e que nos catapultou para lugares de destaque nas varias classificações que , neste momento , estamos a disputar. Vamos dar tudo para manter, ou até melhorar , o 5º lugar à Geral no CCR, e as posições no Desafio Kumho e nas 2RM. Vai ser sem duvida o maior teste da época mas vamos ao Vidreiro para mostrar que estamos no bom caminho , apostando numa toada consistente e agressiva, desde o primeiro metro. No final faremos as contas e essas espero que nos sejam bem favoráveis.Contamos com o apoio de todos!”


  • Daniel Nunes no Vidreiro

    Daniel Nunes e Nuno Mota Ribeiro vão estar presentes na próxima prova do Campeonato Portugal de Ralis, o Rali Vidreiro Centro de Portugal, que irá para a estrada nos dias 9 e 10 de Outubro de 2020. Aos comandos do Peugeot 208 R2 a dupla vai à Marinha Grande com intuito de vencer o Challenge R2&You e de conseguir andar nos lugares cimeiros da classificação, no que ao Campeonato Portugal de Ralis 2 Rodas Motrizes diz respeito.

     “Após o Rali Alto Tâmega reunimos e analisamos vários cenários mas a decisão recaiu em nos mantermos aos comandos do nosso Peugeot 208 R2 no Rali Vidreiro pois lideramos o Challenge R2&You e, como está no regulamento da competição, esta será a última prova onde queremos vencer e festejar a conquista do Challenge R2&You”, começou por referir o piloto Daniel Nunes.

     “Quanto ao Campeonato Portugal de Ralis 2 Rodas Motrizes, vamos tentar andar nos lugares cimeiros da competição, o que será um enorme desafio tendo em conta as diferenças existentes entre o nosso Peugeot e os novos Rally4 mas como gostamos de desafios e nunca atiramos a toalha ao chão, vamos fazer de tudo para alcançarmos os nossos intentos”, adiantou o piloto, que terá Nuno Mota Ribeiro na bacquet direita do Peugeot 208 R2.

     Organizado pelo Clube Automóvel da Marinha Grande, o Rali Vidreiro Centro de Portugal vai para a estrada nos dias 9 e 10 de Outubro de 2020 e contará com tripla passagem pelas especiais de Campos do Lis (9,96km), Pinhal do Rei (8,64km) e São Pedro Moel (13,55km) perfazendo 96,45 km ao cronómetro.

  • Desafio Kumho: jornada dupla e animada no Rali Fafe Montelongo

    Nuno Mateus e Miguel Carvalho foram, respetivamente, os mais fortes na Divisão 1 e na 2, na jornada do primeiro dia. Já Miguel Teixeira impôs a sua lei na Divisão 2, na jornada de domingo da competição reservada às equipas com os pneus coreanos.

    Aproveitando a alteração da extensão do Rali Fafe Montelongo, mercê da sua inclusão no Europeu de Ralis, a ASR Tyres, entidade organizadora do 3º Desafio Kumho Portugal decidiu organizar uma jornada dupla, com pontuações diferenciadas, a contar para os Desafios Kumho Norte e Asfalto. No sábado e utilizando os mesmos troços do CNR, correu-se a jornada 1, com a 2 a integrar o percurso da Prova Extra de domingo.

    Nesse primeiro dia de prova, as contas da Divisão 1 saldaram-se através do apuro da resistência mecânica. Nuno Mateus e Roberto Santos (Mitsubishi Lancer EVI VI) reclamaram o triunfo, pautando a sua prova com um ritmo forte, mas sempre controlado, escapando a todas as muitas armadilhas de um percurso difícil. Para além da vitória nas contas Kumho da Divisão 1, a dupla ofereceu aos pneus coreanos um pódio na competição que contava para o Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, ao concluir num excelente 3º lugar final.

    Gaspar Pinto e Bernardo Gusmão (Mitsubishi Lancer EVO IX) voltaram ao “calvário” dos problemas técnicos. Um braço partido na primeira seção do rali e um furo na segunda, relegou-os para o segundo posto da Divisão, depois de terem feito tudo para assegurar um triunfo que parecia natural, pelo andamento demonstrado ao longo de toda a jornada.

    No domingo, dia da jornada 2, as coisas pioraram ainda mais. Já integrados na chamada Prova Extra do Rali, que correspondia a uma segunda jornada pontual Kumho, a dupla voltou a ostentar um forte andamento, mas viram-se forçados a abandonar com nova avaria no Mitsubishi.

    Divisão 2: duas jornadas, dois vencedores diferentes

    Na Divisão 2, uma palavra especial para Filipe Teixeira e Bruno Coelho. Até ao toque que os forçou a desistir, assinaram um andamento infernal aos comandos do Citroen C2, liderando não só na Divisão 2 Kumho, mas na classificação geral das duas rodas motrizes. Atuação brilhante!

    Como tal, a vitória ficou à mercê de outros protagonistas. Miguel Carvalho e António Reis (Peugeot 206 Gti) estiveram sempre entre os melhores e, com a desistência de Filipe Teixeira, não mais largaram o comando levando o Peugeot a uma vitória saborosa, com 13,7 segundos de vantagem sobre os mais diretos perseguidores.

    E quem então mais perto rodou da dupla vencedora, tendo mesmo estado à frente, foram Nuno Alves e Bruno Machado (Citroen AX Gti), que assumiram uma prova muito forte e sempre entre os da frente, com o pódio a ficar completo com a presença de Vítor Rodrigues e José Vieira (Citroen Saxo), que beneficiou de um incidente caricato com a dupla Manuel Capela Morais e António Vieira (Skoda Fabia Tdi) que, já após terem concluído a ultima especial e quando se preparavam para festejar um pódio, tiveram um despiste na ligação para o fecho do rali, sendo forçados a abandonar. Inglório.

    Vindos de Valência em estreia absoluta nas estradas de Fafe e nas lides Kumho, Luís Patuel e Noemi Lopez (Abarth Punto Evo) garantiram o 4º lugar.

    Miguel Teixeira e Vítor Pereira (BMW E30) estavam entre os candidatos aos lugares cimeiros, mas um toque na segunda especial do programa forçou a desistência. Ainda no rol de desistentes, Pedro Costa e Amadeu Pereira (Renault Clio) abandonaram logo no 1º troço e José Carvalho e Nuno Monteiro (Honda Civic) retiraram-se com problemas na caixa de velocidades.Uma palavra especial para Filipe Teixeira e Bruno Coelho. Até ao toque que os forçou a desistir, assinaram um andamento infernal aos comandos do Citroen C2, liderando não só na Divisão 2 Kumho, mas na classificação geral das duas rodas motrizes. Atuação brilhante!

    Para a jornada 2, no domingo, partiram 4 equipas e o filme da vitória voltou a ter como protagonistas Miguel Teixeira e Miguel Carvalho. Ambos passaram pelo comando, mas Teixeira acabaria por impor o BMW E30, apostando numa toada que mesmo sendo rápida, incluiu alguma cautela perante as condições meteorológicas que, a espaços, foram muito duras.

    Já Carvalho juntou à vitória do dia anterior, um excelente segundo posto, assinando um fim-de-semana magnífico que lhe rendeu muitos pontos nas batalhas Kumho que está a travar. Luís Patuel e Noemi Lopez colocaram o Abarth Punto Evo no último degrau do pódio, terminando a sua vinda a Portugal com um saboroso 3º lugar.

    Quanto a Pedro Costa e Amadeu Pereira, voltaram a desistir e novamente com problemas no Renault Clio.

    João Silva vence na estreia da Divisão 3

    Pela primeira vez, inscreveram-se mais do que o número mínimo de participantes que o regulamento do Desafio Kumho obrigava para que existisse uma pontuação autónoma da Divisão 3, destinada a carros com cilindrada inferior a 1400cc.

    Enfrentando uma feroz oposição de uma autêntica “armada” Peugeot 106 da Copa, com seis equipas, João Silva e José Azevedo (Nissan Micra) assinaram um triunfo que premiou o seu andamento e a capacidade de gerir as dificuldades.

    Mas, o grande protagonista foi Rafael Cunha. Acompanhado por Gonçalo Cunha, o jovem piloto foi impressionante, destacando-se dos demais Kumho e imiscuindo-se na luta pelos lugares cimeiros da geral do rali. Uma saída de estrada pôs um fim amargo à sua exibição.

    Pedro Pereira e Sandro Trindade (Peugeot 106) terminaram num excelente 2º posto da Divisão, acompanhados no pódio pelos terceiros colocados, Rui Ferreira e Tiago Neves em mais um dos 106. João Fontes Pereira e Rita Martins foram quartos, almejando terminar a dura jornada de Sábado. Já no rol de desistências, encontrámos os 106 de Pedro Costa e Diogo Costa e de Paulo Pinto Francisco Gonçalves.

    O Desafio Kumho Portugal volta a viajar para o centro do país e, já no próximo fim-de-semana, terá mais uma jornada, no Rali Vidreiro, a contar para os Desafios Kumho Asfalto e Centro.

  • Miguel Campos está de volta no Vidreiro

    O Rali do Vidreiro, 5ª prova do Campeonato de Portugal de Ralis, vai contar com uma participação de peso: Miguel Campos está de volta à luta e, desta feita, apontado à batalha dos RGT

    Aos comandos de um Porsche 997 GT3 e tendo no banco do lado direito Rui Raimundo, Miguel Campos é uma das grandes novidades da edição 2020 do rali Vidreiro, próxima prova do Campeonato de Portugal de Ralis, que se disputa já no próximo fim-de-semana.

    O piloto procura com esta participação, “rodar o mais possível, por forma a ganhar ritmo de competição, pois nos horizontes está num futuro próximo, o regresso a tempo inteiro ao Campeonato. Está participação é bastante importante para voltar aparecer é para não perder ritmo”. O ex-campeão nacional tem tentado “voltar ao ativo a 100% mas não tem sido possível por falta de apoios. Já tenho alguns contacto feitos para o próximo ano mas com o covid penso que não vai ajudar, mas continuo a tentar, acho que ainda tenho muito potencial para lutar pelas vitórias no Campeonato!”.
    Esta participação vem no seguimento da colaboração de Miguel Campos com a Paulcar Competição. Surgindo o convite de forma espontânea pelo responsável da equipa Paulo Carvalheiro.

    De recordar as várias secções de testes em que o piloto tem participado com a equipa, e que têm permitido a evolução e fiabilidade dos dois Porsches que a Paulcar possui. e que vão estar no Vidreiro já que Paulo Carvalheiro, líder do projeto, continua no Vidreiro a sua positiva a participação no campeonato.

    Miguel Campos deixa um agradecimento especial a todos os que de alguma forma estão a permitir este regresso, referindo que” é um prazer poder voltar a correr no campeonato nacional desta vez ao volante de um carro que nunca conduzi em prova, por ser de tração traseira. Correr de Porsche para mim significa muito, porque sempre foi dos meus carros favoritos desde criança. Sei que a nível competitivo não vou entrar com ambições de lutar pela vitória à geral nas vou fazer o meu melhor dentro da minha adaptação ao Porsche 997 GT3. Quero agradecer ao Paulo Carvalheiro e à Paulcar Competição pelo convite e aos meus amigos em especial a Famaconcret e a Época que contribuíram para que fosse possível o meu regresso à competição “.

  • Joaquim Bernardes assinou boa exibição no Fafe Montelongo

    A dupla Joaquim Bernardes/Laurinda Alves do Team Manaia, ao volante do Volkswagen Golf, estiveram em grande plano no passado fim de semana no Rali Montelongo, num rali onde as condições foram muito duras.

    A participação da equipa em mais uma jornada do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, foi, segundo o piloto “ foi uma prova difícil, isso porque as condições atmosféricas foram adversas, foi chuva, nevoeiro, muita terra no meio da estrada, isso fruto das passagens dos R5 do Europeue destes atalharem e com isso deixarem muita terra e pedras no meio da estrada, tornando difícil segurar o carro”

    Como tal, considera que “esta edição do Rali Montelongo foi a prova possível, apesar de termos vencido  a classe.  Mesmo assim conseguimos recuperar em termos de geral nos dois últimos troços, feitos debaixo de muita chuva, mas a verdade é que  recuperamos, pois o meu carro não é muito potente, e o grip foi excelente .O carro não teve qualquer tipo de problema, cinco estrelas, foi mudar pneus, e reabastecer, de resto tudo perfeito. Vencemos a categoria H85, e continuamos  assim a consolidar a liderança nesta categoria, por isso estou satisfeito, balanço positivo, ainda mais valorizado com todas as dificuldades  com que nos debatemos nos troços, mas felizmente o Volkswagen Golf terminou direito e agora há que pensar na próxima prova”, conclui Joaquim Bernardes.

    Já a sua navegadora Laurinda Alves acrescentou QUE “ tal como dissE o Joaquim não foi uma prova fácil, pois a chuva e o nevoeiro provocaram algumas dificuldades, que foram superadas, O carro esteve bem, e vencemos uma vez mais a nossa categoria, estou muito satisfeita”, disse-nos a navegadora de Joaquim Bernardes.

  • Lukyanuk venceu duelo disputado até ao fim!

    Foi imprópria para cardíacos! A prova portuguesa, terceira ronda do Europeu de Ralis, ofereceu emoção a rodos mesmo até ao cair do pano. No arranque para a derradeira especial, Alexey Lukyanuk (Citroën C3 R5) partiu com apenas 3,8s de vantagem sobre Yoann Bonato (Citroën C3 R5) e 4,7s sobre Iván Ares (Hyundai i20 R5), depois de ter chegado a ter mais de 34s de avanço, já na tarde de domingo.

    O piloto russo, campeão da Europa em 2018 e atual líder do campeonato, conseguiu manter o comando no derradeiro troço, em condições de aderência precárias, fazendo exatamente o mesmo tempo de Ares e menos 0,8s do que Bonato. Assim, Lukyanuk garantiu em Fafe a segunda vitória da época, depois do triunfo em Itália, terminando com 4,6s de vantagem sobre Bonato e 4,7s sobre Ares.

    “Fiz um pião no troço anterior, não era bem o momento ideal para cometer um erro daqueles, mas isso deixou-nos ainda mais motivados”,admitiu Lukyanuk no final do rali. “Fizemos um bom trabalho na última especial, apesar da chuva. Posso estar orgulhoso. Um grande obrigado à equipa, à Pirelli e aos patrocinadores. Estamos curtos de orçamento e espero conseguir mais apoios para estar presente na próxima prova, mas agora é tempo de festa. vamos divertir-nos!”

    Bonato e Ares realizaram um rali estupendo. os dois pilotos não deram tréguas ao líder e não “limparam armas” no seu duelo particular pelo 2º posto. 1 décimo de segundo separou-os no final e elevou-os à categoria de protagonistas principais da prova, a a par com o vencedor.

    A última e emocionante passagem pela especial de Guilhofrei foi ganha pelo jovem Oliver Solberg (Volkswagen Polo GTi R5), que entre o acidente no Shakedown de sexta-feira, e problemas de turbo no sábado, não pôde discutir a vitória com Lukyanuk, seu principal rival no campeonato.

    Registo ainda para a prestação das equipas portuguesas, onde João Barros e Jorge Henriques (Citroën C3 R5) foram os melhores, no 13.º lugar global, depois de um rali muito consistente e onde, a espaços, pareceu poder ser coroado com uma presença no Top 10. A falta de regularidade competitiva não impede João Barros de continuar a demonstrar toda a sua rapidez.

    Pedro Almeida e Hugo Magalhães (Peugeot 208 Rally4) levaram as cores da equipa The Racing Factory a um pódio no ERC, concluindo a sua excelente exibição com o terceiro posto no FIA ERC3, sendo ainda 17.º da classificação geral. O piloto famalicense aproveitou a prova para rodar com o Peugeot e preparar a participação no Rali Vidreiro, próxima prova da Peugeot Rally Cup Ibérica.

    A terceira posição entre as equipas nacionais foi assegurada pelos seus colegas de equipa Aloísio Monteiro e Sancho Eiró(Skoda Fabia R5), 21.º à geral, depois de uma prova onde foi visível a falta de ritmo competitivo, mercê de uma paragem do piloto e patrão da estrutura superior a 11 meses. Mesmo assim, foram capazes de realizar alguns rempos de relevo e assinalar o regresso às ldies competitivas com mais uma prova europeia concluída.

    José Paula e Valter Cardoso(Peugeot 208 T16) em 25.º, Manuel Pereira e Pedro Magalhães(Peugeot 208 R2) em 28.º, e Mário Castro/Ricardo Cunha (Ford Fiesta R2T) no 30.º lugar final, completaram o rol de equipas lusitanas que lograram arribar ao parque fechado, concluindo a dura prova montada pelo Demoporto.

    ‘Terra de emoções’. O slogan das campanhas de promoção turística do município de Fafe bem se pode aplicar a esta edição de 2020 do Rally Fafe Montelongo, que marcou a estreia bem conseguida do Demoporto no calendário do FIA ERC (European Rally Championship).

  • Luís Mota triunfa entre os clássicos

    Acompanhado por Alexandre Ramos, o piloto do Lancer EVO VI chegou ao triunfo entre os Clássicos no rali Fafe Montelongo, após um duelo muito interessante com o Subaru de Nuno Carreira

    Luís Mota e Alexandre Ramos (Mitsubishi Lancer Evo VI) venceram a prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Clássicos Ralis que integrou, este sábado, o programa do Rally Fafe Montelongo.

    A dupla Nuno Carreira e Danny Carreira (Subaru Impreza WRX STi) começaram na frente, vencendo as duas primeiras especiais,, mas na terceira classificativa, foi a vez de Luís Mota e Alexandre Ramos passarem para a liderança da prova, começando a dominar o duelo com a dupla do Subaru, embora sempre com alguma alternância no domínio quanto à supremacia nas especiais.

    Mota venceria as PEC’s 3, 4, 6 e 7, enquanto Carreira juntava aos triunfos nas especiais nº 1 e 2, igual feito na PEC 5. No fecho da prova, as duplas ficaram separadas por apenas 23,3 segundos. Ambas rubricaram exibições de grande nível.

    Nuno Mateus e Roberto Santos (Mitsubishi Lancer Evo VI) subiram até terceiros, a mais de um minuto dos vencedores, depois de rubricarem uma prova isenta de falhas e com um ritmo sempre forte.

    Foram mesmo os mais rápidos na última especial e venceram a Divisão 1 do Desafio Kumho Portugal, que tinha uma jornada a ser disputada neste primeiro dia de prova, em Fafe.

    Rui Salgado e Luís Godinho (Peugeot 306 GTi) mantiveram um duelo animado pela liderança das duas motrizes, vencendo nesta categoria e reclamando o 5º lugar da geral.

    Uma palavra para a presença de 16 equipas à partida da jornada de Clássicos, número que representa o melhor plantel das provas deste ano.