Categoria: Ralis

  • “Queremos muito alcançar esse título” – Armindo Araújo aponta à vitória no Rally de Lisboa

    “Queremos muito alcançar esse título” – Armindo Araújo aponta à vitória no Rally de Lisboa

    O Campeonato de Portugal de Ralis entra esta semana na fase de asfalto da temporada com a estreia do Rally de Lisboa no calendário do CPR 2026, prova onde Armindo Araújo e Luís Ramalho partem determinados em lutar pela vitória e somar pontos importantes nas contas do campeonato.

    Depois de duas rondas disputadas em terra, o Team Armindo Araújo/The Racing Factory chega à capital motivado para um rali que traz boas memórias ao piloto de Santo Tirso, vencedor da prova em 2023, então integrada na Taça de Portugal de Ralis. “A única vez que estivemos neste rali conseguimos uma grande vitória e, por isso, é uma prova que nos deixa muito motivados à partida, ainda mais quando agora faz parte do CPR”, começou por referir Armindo Araújo.

    O piloto destaca igualmente a importância estratégica da entrada do Rally de Lisboa no principal campeonato nacional. “A região de Lisboa, por variadíssimas razões, é fundamental para a projeção do nosso desporto e é com agrado que vejo este rali no calendário de 2026”, acrescentou.

    A edição deste ano apresenta algumas alterações ao nível do percurso relativamente à prova realizada há três temporadas, algo que levou a equipa a trabalhar intensamente na preparação do Skoda Fabia RS Rally2 para os pisos de asfalto da região da Grande Lisboa. “Temos um rali com algumas classificativas diferentes do que disputámos aqui há três anos, mas testámos bastante para encontrarmos várias soluções para aquilo que vamos encontrar nos troços de sexta e sábado”, explicou o piloto.

    Consciente da forte concorrência esperada nesta terceira ronda do CPR, Armindo Araújo assume sem rodeios o objetivo de lutar pelos primeiros lugares e continuar na discussão pelo campeonato. “Sabemos que a concorrência também se preparou muito bem e temos de dar o nosso melhor para conseguirmos estar na luta pela vitória. Apesar de estarmos apenas na terceira prova do campeonato, temos de amealhar o máximo de pontos possíveis para conseguirmos lutar pelo grande objetivo de sermos campeões no final do ano. É nisso que nos focamos todos os dias e queremos muito alcançar esse título”, concluiu.

    O Rally de Lisboa disputa-se entre sexta-feira e sábado, contando com duas etapas, dez especiais de classificação e uma City Stage na Marina de Cascais, num total de 108,32 quilómetros cronometrados.

  • “Tudo faremos para que esta entrada no asfalto corra bem” – Rúben Rodrigues aponta ao Rally de Lisboa na liderança do CPR

    “Tudo faremos para que esta entrada no asfalto corra bem” – Rúben Rodrigues aponta ao Rally de Lisboa na liderança do CPR

    O Rally de Lisboa marca a entrada do Campeonato de Portugal de Ralis na fase de asfalto da temporada de 2026 e Rúben Rodrigues chega à terceira prova do ano na liderança do campeonato, acompanhado por Rui Raimundo, depois de um arranque de temporada absolutamente perfeito.

    A dupla açoriana, aos comandos do Toyota GR Yaris Rally2, procura agora manter o forte momento competitivo também nos pisos de asfalto, numa prova onde o objetivo passa por continuar a evoluir o set-up do carro e lutar pelos lugares cimeiros da classificação.

    “Queremos ser rápidos e procurar o melhor resultado possível. Ganhar quilómetros nesta fase do asfalto é um dos objetivos, tendo por base as mais recentes afinações e set-up’s para o Toyota, o que será confirmado nos testes que ainda vamos fazer, para perceber a competitividade em asfalto, que espero venha a ser positiva”, explicou Rúben Rodrigues.

    O piloto açoriano admite que esta será uma realidade diferente daquela encontrada nas primeiras provas da temporada, mas mostra-se motivado para enfrentar o desafio: “Participei no Rally de Lisboa já há três anos, agora a responsabilidade é outra e o carro também. Embora, como açoriano, goste mais de conduzir em terra, tudo faremos para que esta entrada no asfalto corra bem”.

    Depois das vitórias conquistadas nas duas primeiras provas do campeonato, Rúben Rodrigues e Rui Raimundo chegam ao Rally de Lisboa como líderes do CPR e naturalmente entre os principais candidatos aos lugares da frente numa prova que promete forte competitividade nas classificativas da região da Grande Lisboa.

  • Challenge Clio Rally5 entra na fase de asfalto com expectativa elevada para o Rally de Lisboa

    Challenge Clio Rally5 entra na fase de asfalto com expectativa elevada para o Rally de Lisboa

    O Challenge Clio Rally5 prepara-se para entrar, já na próxima sexta-feira, na fase de asfalto da temporada de 2026, com o Rally de Lisboa a receber a segunda ronda da competição monomarca promovida pela Renault.

    Depois de uma ronda inaugural emotiva no Rali Terras d’Aboboreira, o troféu chega agora às classificativas da região da Grande Lisboa prometendo uma luta intensa ao longo dos troços de Mafra, Sobral de Monte Agraço, Vila Franca de Xira, Alenquer, Sintra e Cascais.

    A mudança para o asfalto relança naturalmente as expectativas quanto à hierarquia competitiva do campeonato, com vários nomes a surgirem entre os principais candidatos aos lugares cimeiros. Luís Caetano chega motivado pela vitória conquistada na prova de abertura, enquanto Carlos Rafael Marreiros procura confirmar a velocidade demonstrada em Aboboreira, onde liderou grande parte da prova antes de um furo afastar o algarvio da luta pelo triunfo. Já Tiago Pereira pretende repetir o sucesso alcançado no Rally da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín.

    Mas as atenções não se centram apenas nos habituais favoritos. Miguel Carvalho foi uma das grandes revelações da ronda inaugural, terminando na segunda posição logo na estreia no troféu, enquanto Henrique Silva também impressionou no regresso aos ralis nacionais com um lugar no pódio. Cristiano Gil, por seu lado, prossegue o processo de evolução depois da positiva estreia em pisos de terra.

    O Rally de Lisboa ficará igualmente marcado por várias novidades no seio do Challenge Clio Rally5. Entre elas destaca-se a estreia de David Brites, piloto viseense de 35 anos que regressa aos ralis com um projeto mais ambicioso após vários anos de participações pontuais. Filho de Francisco Brites, figura conhecida do Campeonato de Portugal de Ralis no final dos anos 90 e início dos anos 2000, David conquistou o título nacional de iniciados em 2015 e inicia agora um novo capítulo da carreira.

    Outro dos momentos especiais da prova será protagonizado pela família Tintim, com Vasco Tintim e a filha Filipa Tintim a alinharem ambos no Rally de Lisboa, cada um aos comandos do seu Renault Clio Rally5.

    A prova arranca na sexta-feira com o Shakedown e a partida simbólica junto ao Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, antes da disputa das primeiras especiais em Mafra, Sobral de Monte Agraço, Vila Franca de Xira e Alenquer, culminando com a super-especial noturna junto ao Palácio Nacional de Mafra.

    No sábado disputa-se a decisiva segunda etapa, que inclui novamente os troços da manhã e a inédita especial de Sintra | Almargem do Bispo, escolhida como Power Stage, antes da tradicional City Stage na Marina de Cascais encerrar o evento e consagrar os vencedores.

  • “Vai ser um desafio exigente, mas também uma excelente oportunidade para evoluir” – Pedro Almeida motivado para o Rally de Lisboa

    “Vai ser um desafio exigente, mas também uma excelente oportunidade para evoluir” – Pedro Almeida motivado para o Rally de Lisboa

    Pedro Almeida chega ao Rally de Lisboa motivado pelos dois pódios conquistados nas primeiras provas da temporada do Campeonato de Portugal de Ralis, resultados que confirmam a evolução e competitividade demonstradas pelo piloto de Vila Nova de Famalicão ao volante do Toyota GR Yaris Rally2 da TOYOTA GAZOO Racing Caetano Portugal.

    Numa prova que marcará a estreia absoluta de Pedro Almeida nos troços da região da Grande Lisboa e também a primeira experiência do jovem piloto em asfalto com o Toyota Rally2, a ambição mantém-se elevada, agora acompanhado por António Costa na navegação.

    Depois das prestações positivas em pisos de terra, o objetivo passa por manter a trajetória ascendente e continuar a discutir os lugares cimeiros do CPR.

    “Será uma prova completamente nova para mim, e nova também a transição do carro para os pisos de asfalto. Vai ser um desafio exigente, mas também uma excelente oportunidade para evoluir e encontrar rapidamente o melhor ritmo num rali que acredito, à semelhança do que tem sido o CPR, vai ser muito competitivo”, afirmou Pedro Almeida.

    O piloto da estrutura oficial Toyota reconhece as exigências naturais desta nova adaptação, mas mostra-se determinado em continuar a crescer ao longo do fim de semana. “Vamos procurar fazer uma rápida adaptação ao carro e tentar dar o melhor em prova”, acrescentou.

    O Rally de Lisboa marca assim mais uma etapa importante na evolução de Pedro Almeida, que continua a afirmar-se como uma das jovens figuras em destaque do Campeonato de Portugal de Ralis 2026.

  • Rui Madeira enfrenta Rally de Lisboa com ambição e Mário Castro de regresso ao lado direito

    Rui Madeira enfrenta Rally de Lisboa com ambição e Mário Castro de regresso ao lado direito

    Rui Madeira vai marcar presença no Rally de Lisboa, prova do Campeonato de Portugal de Ralis, assumindo um desafio de elevada intensidade numa competição que reúne algumas das mais fortes equipas e pilotos do panorama nacional. Para esta participação, o consagrado piloto português volta a contar ao seu lado com o experiente Mário Castro, repetindo uma dupla que já competiu em 2023.

    Ao volante do renovado Hyundai i20 Rally2 da CRN Competition, Rui Madeira encara com motivação este regresso a uma prova que, na sua perspetiva, há muito justificava a promoção ao principal campeonato nacional da modalidade: “O Rally de Lisboa há muito que aguardava pela subida ao Campeonato de Portugal de Ralis, depois de durante três anos ter sido o evento que acolheu a Taça de Portugal de Ralis”.

    O piloto destaca o enorme esforço desenvolvido pela organização para garantir a realização da prova, num contexto especialmente exigente, na sequência das fortes intempéries que afetaram a região: “Acreditem que foi muito difícil montar este ano a prova, pois depois da enorme tempestade a organização foi obrigada a refazer o itinerário em diversos municípios onde a prova se desenrola”.

    Em termos desportivos, Rui Madeira encara esta presença como uma oportunidade exigente, mas também altamente motivadora. “Vou voltar a fazer dupla com o Mário Castro, depois da prova em 2023. Estamos motivados e as classificativas são desafiantes pela variedade de pisos e por traçados muito rápidos”, afirma.

    Entre os momentos-chave da prova, Rui Madeira olha com especial atenção para a classificativa de abertura, que considera importante para perceber o posicionamento competitivo da dupla: “O primeiro dia começa com a classificativa na Tapada de Mafra que, a meu ver, é a mais completa, pois tem ganchos, bom piso, piso escorregadio e zonas muito rápidas, o que servirá de barómetro para ver como nos situamos na geral”, observa.

    A exigência do percurso será ainda acrescida pelo facto de a primeira etapa contemplar um conjunto muito longo de classificativas sem assistência intermédia: “O facto de serem cinco classificativas sem assistência vai obrigar a saber gerir os pneus e tentar sair para a segunda etapa nos cinco ou seis primeiros”, refere o piloto, acrescentando que uma das prioridades da equipa passa por encontrar o melhor compromisso técnico do Hyundai para as condições esperadas. “Apenas nos falta ‘acertar’ o Hyundai para os pneus mais duros, pois até à data temos utilizado misturas intermédias, e pensamos que será essa a solução para o calor esperado”.

    Já na segunda etapa, Rui Madeira acredita que o conhecimento recente de parte do percurso poderá representar uma vantagem importante. “No segundo dia repetimos as classificativas e teremos vantagem na Power Stage de Almargem do Bispo, por ter 90 por cento do percurso igual ao passado Rally das Camélias”, destaca.

    Num rali que reúne 17 Rally2, o piloto não esconde a consciência do grau de dificuldade da missão: “Sabemos que o ritmo e as equipas vão estar fortes, mas acreditamos que no final podemos estar no Top Five”, afirma, deixando também um apelo ao público: “Que seja uma prova em que o público venha assistir em força, mas em segurança”.

    Do lado direito, Mário Castro encara este regresso com entusiasmo e espírito competitivo. “Uma vez que o Pedro Meireles não nomeou o Rally de Lisboa para pontuar no CPR, estarei presente ao lado do Rui Madeira no Hyundai i20 Rally2. Recebi o convite do Rui, o qual aceitei com muito agrado. É nosso intuito fazer um bom rali, tentando sempre o nosso melhor, cientes das dificuldades que vamos enfrentar perante uma concorrência forte. Queremos andar perto das melhores equipas do CPR”.

    A ação arranca oficialmente na sexta-feira, 29 de maio, com a Cerimónia Oficial de Partida Simbólica, junto ao Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, às 14h45, seguida da partida real às 16h15, a partir de Encarnação, em Mafra. O shakedown decorre entre as 07h30 e as 10h30, em Sobral da Abelheira.

    O primeiro dia integra as classificativas de Tapada de Mafra, Sobral de Monte Agraço, Vila Franca de Xira e Alenquer, antes da Super Especial de Mafra, enquanto o segundo dia repete os troços da véspera, culminando na Power Stage Sintra/Almargem do Bispo e no encerramento simbólico com a City Stage da Marina de Cascais.

  • “Queremos crescer troço a troço”: Rafael Rêgo encara Rally de Lisboa com nova dupla e foco na evolução

    “Queremos crescer troço a troço”: Rafael Rêgo encara Rally de Lisboa com nova dupla e foco na evolução

    O Rally de Lisboa representa uma nova etapa na temporada de Rafael Rêgo, que regressa ao Campeonato de Portugal de Ralis integrado no programa FPAK Junior Team, agora com uma importante novidade: a estreia de Nuno Mota Ribeiro como navegador do jovem piloto português.

    Aos comandos do Toyota GR Yaris Rally2, Rafael Rêgo encara a prova da capital como mais uma oportunidade de crescimento e adaptação à competitiva máquina japonesa, assumindo como prioridade concluir o rali, continuar a evoluir troço após troço e somar pontos importantes para o campeonato.

    “O Rally de Lisboa tem um sabor especial. É a prova da casa, aquela onde sinto um carinho diferente por parte do público. É sempre especial competir perto de quem nos apoia ao longo do ano e isso dá-nos uma motivação extra”, começou por referir o piloto.

    A prova marca igualmente o arranque de uma nova parceria dentro do habitáculo, com Rafael Rêgo a destacar a chegada de Nuno Mota Ribeiro ao projeto. “Quero dar as boas-vindas ao Nuno Mota Ribeiro. Agora começa uma nova caminhada e teremos de trabalhar para criar rotinas e confiança dentro do carro. Estou motivado e acredito que temos tudo para construir uma boa parceria”, sublinhou.

    O piloto deixou ainda uma palavra de agradecimento a Ana Gonçalves pelo trabalho desenvolvido anteriormente ao seu lado: “Aproveito também para deixar o meu agradecimento à Ana Gonçalves, pelo empenho, dedicação e profissionalismo demonstrado ao longo do percurso que fizemos em conjunto.”

    O Rally de Lisboa arranca oficialmente na sexta-feira, 29 de maio, com a Cerimónia de Partida junto ao Padrão dos Descobrimentos, seguindo depois para as primeiras classificativas em Mafra, Sobral de Monte Agraço, Vila Franca de Xira e Alenquer, antes da Super Especial urbana de Mafra.

    A decisão da prova ficará reservada para sábado, com a repetição dos troços da véspera e a realização da Power Stage em Sintra/Almargem do Bispo, antes do encerramento simbólico com a City Stage da Marina de Cascais.

  • Fernando Silva e José Janela integraram segurança do Rally Espumante do Dão com o Mitsubishi Mirage Proto

    Fernando Silva e José Janela integraram segurança do Rally Espumante do Dão com o Mitsubishi Mirage Proto

    Fernando Silva e José Janela marcaram presença no Rally Espumante do Dão, disputado no passado fim de semana, integrando a estrutura de segurança da prova promovida pela Promolafões, aos comandos do Mitsubishi Mirage Proto, na função de carro zero.

    A dupla desempenhou um papel fundamental no desenrolar da competição, percorrendo as classificativas antes da passagem do primeiro concorrente para verificar as condições de segurança, avaliar a correta implementação das medidas previstas pela organização e contribuir para que toda a prova decorresse dentro dos parâmetros exigidos pela modalidade.

    A experiência acumulada por Fernando Silva e José Janela ao longo de vários anos ligados ao desporto automóvel revelou-se um importante contributo para o sucesso operacional do evento, que voltou a reunir dezenas de equipas e milhares de espectadores nas estradas da região do Dão, naquela que foi a segunda prova da Promolafões Rally Cup.

    Para além da vertente desportiva, esta participação teve também um forte cariz social, permitindo continuar a divulgar o projeto de Responsabilidade Social promovido pela Revista Business Portugal, associado a várias instituições nacionais, entre as quais a Associação Acreditar, Desafio Jovem Portugal, Associação Sara Carreira, Palhaços D’Opital e Fundação do Futebol.

    O projeto conta ainda com o apoio de diversos parceiros e patrocinadores, entre eles Brain Power, Redshift, Namor Group, File, Água Monchique, Zome, Extreme Group, BDR, Quinta D’Canas, Samsys, Carglam, O Grande Museu das Casinhas de Bonecas, Luna Hotels & Resorts, bem como o apoio técnico da Vision Motorsport.

    O próximo evento associado a esta iniciativa está já marcado para o próximo dia 13 de junho e terá lugar na Fundação do Futebol.

  • Dois irmãos, uma equipa e um sonho: Leandro e Liliana Costa atacam o FPAK Junior Team de Ralis

    Dois irmãos, uma equipa e um sonho: Leandro e Liliana Costa atacam o FPAK Junior Team de Ralis

    Leandro Costa e Liliana Costa preparam-se para dar início a um dos projetos mais especiais da sua ainda jovem ligação aos ralis. A dupla de irmãos vai integrar o lote de equipas do FPAK Junior Team de Ralis 2026, competição promovida pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, que arranca já no Rally de Lisboa, aos comandos do Peugeot 206 Rallye 6.

    A presença da dupla assume um significado particularmente especial para a estrutura JGSPORT/Joaquim Gameiro, não apenas pelo envolvimento direto no projeto, mas também por acontecer no ano em que a empresa Joaquim Gameiro celebra 60 anos de atividade. Uma ligação entre gerações, construída em torno da paixão pelo desporto automóvel.

    Para Leandro Costa, este é um passo importante na afirmação enquanto piloto. Depois de uma ligação precoce ao ambiente das corridas, primeiro através da família, depois pela assistência e preparação de viaturas, Leandro iniciou-se nos ralis em 2023 e conta já com participações no Rallye Terras de Auren 2024, Rali Alitém 2024 e 2025 e Rallye Constálica Viseu Dão Lafões 2025. Agora, no FPAK Junior Team de Ralis, enfrenta uma nova realidade competitiva, com igualdade de armas entre todos os concorrentes.

    “O primeiro contacto com o Peugeot mostrou-me que é um carro exigente, fácil de levar ao limite, mas também fácil de passar esse limite. Por isso, temos de ir com precaução, perceber o carro, perceber onde estamos face aos nossos colegas e, acima de tudo, evoluir”, sublinha Leandro Costa.

    Mais do que pensar num resultado imediato, o jovem piloto assume o Rally de Lisboa como uma prova de aprendizagem e consolidação: “Nesta primeira prova quero retirar todas as ilações possíveis do carro para conseguir evoluir. Não temos uma base real para saber onde podemos estar em termos de cronómetro, por isso o objetivo é fazer os troços, perceber o nosso ritmo e trabalhar dentro dos limites.”

    Ao seu lado estará Liliana Costa, navegadora que iniciou a carreira nos ralis em 2018 e que já soma resultados e distinções relevantes. Entre os momentos de destaque estão a vitória no Rali Terras d’Aboboreira 2023, no CPR2RM, duas vitórias no Rali Alitém e um segundo lugar, além do 3.º lugar entre os Navegadores no Campeonato de Portugal Júnior de Ralis em 2023.

    Com maior experiência competitiva, Liliana assume um papel importante na preparação e equilíbrio da equipa: “A responsabilidade é sempre grande, seja quem for o piloto, mas ter o meu irmão ao lado é diferente. Este ano temos a equipa toda em casa e o meu trabalho não começa apenas dentro dos troços. Começa muito antes, na preparação, na organização e na forma como ajudamos toda a estrutura a estar preparada”.

    Sobre o desafio de formar dupla com Leandro, Liliana destaca a importância da comunicação: “Vamos comunicar, vamos aprender um com o outro e vamos aprender muito em Lisboa. Este projeto pode ter sido a melhor coisa que nos aconteceu e queremos aproveitá-lo da melhor forma.”

    A estrutura será suportada pela JGSPORT, projeto ligado à Joaquim, contando também com o envolvimento de jovens elementos em formação profissional, reforçando a componente de aprendizagem e desenvolvimento associada ao projeto. Num ano de forte simbolismo para a Joaquim Gameiro, Leandro Costa não esconde o orgulho: “Podermos ter uma equipa nossa diz muito de todo o trabalho feito pelo meu pai e pelo meu avô ao longo dos anos. É um orgulho enorme representar esta estrutura neste momento.”

    Para Hélder Costa, pai de Leandro e Liliana e diretor da equipa, este projeto representa muito mais do que uma aposta desportiva. É a continuação natural de uma ligação familiar ao automóvel, construída ao longo de gerações e agora reforçada no ano em que a Joaquim Gameiro celebra 60 anos: “Comecei um pouco como o meu filho, a fazer carros com o apoio do meu pai, e hoje queremos dar-lhes também esse apoio. O mais importante é que tenham calma, que façam aquilo que sabem e que percebam que esta primeira prova não é o campeonato: é apenas o começo”.

    A dupla Leandro Costa/Liliana Costa conta com o apoio de um forte naipe de patrocinadores, que incluem A Oficina, Zimex | Neotech, Estorcentro, Inforegisto, ITVM, Nova, Pombal, Publidesart e Lalland, bem como Marques & Cláudio e Dreamplas.

  • Pedro Silva chega ao Rally de Lisboa motivado após reforçar liderança do Rally Series

    Pedro Silva chega ao Rally de Lisboa motivado após reforçar liderança do Rally Series

    Pedro Silva e Ricardo Moura saíram de Ponte de Lima ainda mais na liderança do Castrol Portugal Rally Series entre as duas rodas motrizes, depois de conquistarem o segundo lugar da categoria na ronda minhota da competição.

    Após a vitória alcançada na prova inaugural em Terras de Oiro, os embaixadores da Beira Baixa voltaram a demonstrar competitividade, terminando desta vez a apenas oito segundos do triunfo e reforçando assim o comando do campeonato.

    Com o foco agora totalmente centrado no Campeonato de Portugal de Ralis, Pedro Silva e Válter Cardoso preparam-se para enfrentar o Rally de Lisboa, primeira prova de asfalto da temporada, aos comandos do Lancia Rally4.

    “Estamos a trabalhar para fazermos um bom Rally de Lisboa. A concorrência é muita e de grande qualidade, mas queremos entrar nesta fase de asfalto com um ritmo elevado e lutar por lugares de pódio”, afirmou Pedro Silva.

    O piloto da Castrol encara esta fase da temporada como especialmente importante na preparação para aquele que considera ser o momento alto do ano: o Rally de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão.

    “Correr em casa tem sempre um sabor especial. É uma prova com uma organização exemplar da Escuderia de Castelo Branco e queremos brindar o nosso público com um grande resultado por terras da Beira Baixa”, acrescentou o piloto.

  • Carlos Matos vence Rali Espumante do Dão após prova intensa em Carregal do Sal

    Carlos Matos vence Rali Espumante do Dão após prova intensa em Carregal do Sal

    Carlos Matos e Ricardo Faria venceram o Rali Espumante do Dão, segunda prova do Campeonato Centro de Ralis, ao levarem o Skoda Fabia R5 até ao triunfo final em Carregal do Sal, após uma prova exigente e marcada por vários momentos decisivos.

    A dupla terminou a competição organizada pela Promolafões com o tempo total de 33m48,8s, deixando na segunda posição Carlos Fernandes e João Serôdio, em Porsche 911 GT3 Cup, a 15,7 segundos. Já Armando Carvalho e Ana Santos fecharam o pódio absoluto e garantiram ainda a vitória entre os concorrentes do Campeonato Centro de Ralis, aos comandos do Mitsubishi Lancer Evo IX.

    A prova ficou inevitavelmente marcada pelo abandono de André Cabeças e Miguel Castro, em Citroën C3 Rally2, na terceira especial do dia. A dupla vinha de vencer a super-especial inaugural e estava a apenas 0,6 segundos da liderança quando saiu de estrada.

    Com o abandono do principal adversário, Carlos Matos assumiu definitivamente o controlo da prova. “Foi uma prova muito difícil, mas conseguimos terminar no primeiro lugar. Tive de apertar muito para alcançar este resultado, mas o mais importante foi chegar ao fim na liderança”, afirmou o piloto de São Pedro do Sul.

    O vencedor recordou ainda a penalização sofrida na edição do ano passado, garantindo que desta vez a abordagem foi diferente. “Entrámos fortes e com vontade de ganhar e, após o abandono do André Cabeças, procurámos gerir a diferença e controlar a prova”, explicou.

    Carlos Matos deixou ainda uma mensagem de apoio a André Cabeças e também a André Pereira, que sofreu uma violenta saída de estrada com o Citroën AX.

    No Campeonato Centro de Ralis, Armando Carvalho e Ana Santos reforçaram a liderança do campeonato, beneficiando igualmente do abandono do seu principal rival direto.

    António Cruz Monteiro e Ana Cruz Monteiro terminaram na quarta posição absoluta e segundos entre os concorrentes do campeonato regional, apesar de uma penalização por tocar numa chicane.

    João Marcelino e Beatriz Pinto fecharam o Top 5 absoluto em Citroën DS3 R5.

    Entre as duas rodas motrizes, Filipe Rodrigues e Pedro Gambóias estiveram em grande plano ao levarem o Ford Escort S até ao sexto lugar absoluto e à vitória nas 2RM, superando Bruno Pedrosa e Tiago Silva, em Honda Civic, após mais uma luta muito equilibrada.