Categoria: Ralis

  • Pedro Silva termina a época em Alitém

    Pedro Silva termina a época em Alitém

    Rali de Alitem vai para a estrada nos dias 30 de novembro e 1 de dezembro em Albergaria dos Doze e Pombal.

    Pedro Silva vai encerrar a temporada no Rali de Alitem. “Um rali organizado pela Escuderia Castelo Branco, sendo o meu clube não poderia deixar de participar”. Com os olhos postos no futuro, o embaixador da Beira Baixa, já está a considerar a fase de terra da próxima época, “Queremos ser competitivos e para isso temos de começar o trabalho o mais rápido e consistentemente possível”.

    O jovem piloto não esconde que é cada vez mais exigente conseguir montar um projeto com a qualidade e dimensão dos que nos tem vindo a habituar. “Temos os nossos objetivos bem definidos, temos trabalhado afincadamente para levar a bom porto o nosso projeto para 2025 com novas experiencias para empresas e parceiros”.

    Pedro Silva e Ricardo Moura, ambos associados do clube Albicastrense partem para o Rali de Alitem 2024 com o objetivo principal de testar o peugeot208 Rally4 bem como a equipa, mas sem perder de vista a competitividade. O piloto está determinado na lutar pela vitória nas 2 rodas motrizes e a alcançar um lugar no pódio geral. “vamos sem pressão, queremos desfrutar e tirar boas elações de voltarmos a terra”.

  • Armando Carvalho: “Fizemos um campeonato notável com 4 vitórias incontestáveis”

    Armando Carvalho: “Fizemos um campeonato notável com 4 vitórias incontestáveis”

    O pano caiu sobre o Campeonato Start Sul de Ralis 2024 com a realização do 3º Rali de Tavira, prova organizada pelo Clube Automóvel do Sul. Armando Carvalho e Ana Santos partiram para esta prova com olhos postos na vitória e no título, mas dependiam de terceiros para levantarem o cetro.

    “Sabíamos que tínhamos uma tarefa difícil por isso a única coisa que podíamos controlar era o nosso resultado e, foi com essa garra e ambição que lutamos de unhas e dentes. Fizemos um campeonato notável com 4 vitórias incontestáveis, onde os pontos negativos foram as 2 desistências, no Casinos do Algarve por cedência de uma rótula de suspensão quando éramos líderes e em Ourique com a cedência do motor mesmo antes de da prova começar. Conseguimos vencer em Tavira, mas, apesar de não ter conquistado o galardão de pilotos vamos levar para Vila Nova de Poiares o de navegadores. A nossa navegadora sagrou-se campeã e estamos imensamente felizes e orgulhosos do título conquistado”, começou por dizer Armando Carvalho.

    “Esta prova teve um início atípico onde, por indicações do médico da prova, não foi dada ordem de realização das duas passagens em Santa Cristina da Fonte do Bispo por não estarem reunidas as condições de segurança para a disputa daquelas especiais, fazendo com que andássemos de um lado para o outro. O rali só se iniciaria na Supre Especial onde conseguiríamos um quarto lugar a apenas 2 segundos do vencedor, o que nos deixou mais tranquilos e confiantes para o dia seguinte. No segundo dia de prova a ementa era a dupla passagem pelas especiais de Conceição e Asseca e sabíamos que tínhamos que dar tudo para alcançar os nossos intentos. A primeira especial do dia foi ganha pelo nosso opositor, mas depois disso arriscamos e vencemos todos os troços até final, terminando a prova com uma vantagem de 20,5s para o João Bica”, disse o piloto.

    “Queremos felicitar o João Bica e a sua estrutura pela vitória no campeonato, mas também felicitamos a nossa Ana pelo seu esforço, dedicação, paixão e profissionalismo. Uma palavra de agradecimento muito especial aos nossos patrocinadores e parceiros que nos têm apoiado e que sem eles nada disto seria possível e também à nossa equipa de assistência Domingos Sport por todo o profissionalismo e dedicação durante toda a temporada. UM grande bem-haja por todo o vosso apoio”, finalizou Armando Carvalho.

  • Paulo Anselmo preparado para o “mata-mata” final em Tavira

    Paulo Anselmo preparado para o “mata-mata” final em Tavira

    Será aos comandos do seu já icónico BMW 316i que Paulo Anselmo e André Silva alinharão na edição 2024 do Rali de Tavira, última prova da temporada do Campeonato Start 2Rm Sul de Ralis. Terceiros na tabela pontual do campeonato, tudo farão para tentar renovar os cetros de campeões.

    Com os três primeiros colocados a caberem num intervalo de 17 pontos, a luta pelo título está ao rubro e, apesar de estar a enfrentar uma época carregada de infortúnios, Paulo Anselmo apresenta-se na última prova com as suas possibilidades intactas quanto à almejada renovação do título que brilhantemente conquistou em 2023.

    A opção pelo BMW 316i, em detrimento do BMW 325i com que têm alinhado nas provas de asfalto, deve-se “a ter sido impossível resolver o problema mecânico que afetou o carro em Albufeira. Sabemos que o 316i é mais limitado em asfalto e, além disso, vamos com o carro preparado para pisos de terra, o que o torna menos competitivo. Mas, vamos dar tudo para estar na luta!”.

    Paulo Anselmo realça que “nunca pensei, depois das duas desistências, poder chegar ao último rali do ano ainda com possibilidades de ser campeão. Mas, assim é e vamos dar o máximo para conseguir vencer, por nós, pela equipa, pelas nossas famílias e pelos patrocinadores”.

    O Rali de Tavira é organizado pelo Clube Automóvel do Sul e terá 7 especiais de classificação, com um total de 64,65km competitivos. Amanhã, sábado, 23 de novembro, o pelotão enfrenta uma dupla passagem por Santa Catarina Fonte do Bispo (9,56km), terminando a etapa inaugural com os 2,17km da Super Especial Caixa Agrícola, disputada à noite no tecido urbano de Tavira. No domingo, 24, ronda dupla pelas especiais de Conceição (13,07km) e de Asseca (8.61km), com o rali a terminar por volta da uma e meia da tarde. A cerimónia do pódio ocorrerá pelas 15.30h junto ao edifício da Câmara Municipal de Tavira.

  • Águeda Rali Travocar foi apresentado

    Águeda Rali Travocar foi apresentado

    Uma sala cheia de publico foi o cenário para a apresentação do Águeda Rali Travocar no Centro das Artes de Águeda, espaço que ontem à noite no seu exterior estava devidamente engalanado com dois temas: Natal e ralis.

    À decoração alusiva à época que estamos a começar a atravessar foi acrescentado um “cheirinho” a rali com a presença de algumas viaturas, mostrando à cidade a primeira ação visível da prova que marcará o regresso das provas de estrada a Águeda.

    Entre o muito público presente, pilotos, mas também patrocinadores e entidades oficiais que tiveram as primeiras informações e histórias relativas ao Águeda Rali Travocar que está a pouco mais de duas semanas de distância.

    A inscrições estão abertas até à próxima quarta feira e o número de equipas inscritas já vai em meia centena. A prova terá o Centro Operacional do Rali nas instalações da Travocar e a partida está marcada para Sábado ao princípio da noite com a dupla passagem na Super-Especial que de disputará nas ruas da zona alta da cidade. “Escolhemos realizar este troço espetáculo um pouco mais cedo que o habitual para que as pessoas possam usufruir do serão de Sábado à noite em Águeda que estará em festa dada a época natalícia,” realçou Carlos Guimarães o Presidente do CAST e Diretor de Prova.

    No Domingo teremos a passagem tripla pelos troços de “Préstimo” e Água Serrana”, as duas primeiras passagens de manhã, e depois da vinda ao parque de assistência na cidade à hora de almoço terá lugar a passagem da tarde. A entrega de prémios que marcará o final do rali será junto ao Pai Natal gigante que é uma imagem de marca de Águeda nesta altura.

    A segurança é um fator primordial e o Diretor de Prova assegurou que “além do sistema de monitorização da prova na Travocar com a presença dos responsáveis das forças de segurança e emergência em permanência no decorrer do evento, teremos em cada prova especial de classificação um carro de emergência médica com meios de reanimação que fará transportar um médico e um enfermeiro, além de duas ambulâncias, um carro de combate a fogo e um carro de desencarceramento. No troço grande a haverá uma duplicação de alguns destes meios posicionados a meio do percurso.

    A prova organizada pelo CAST – Clube Automóvel de Santo Tirso e promovida pela Promolafões conta com o forte apoio da autarquia do Baixo Vouga, a qual foi um parceiro atento à oportunidade surgida de forma repentina no final do ano.

    Jorge Almeida, o Presidente da Câmara Municipal de Águeda, começou por agradecer a presença de todos os que estavam na sala, revelando estar “muito contente por ver esta sala tão composta e com tanta gente, e sobretudo de perceber que o entusiamo do rali começa exatamente aqui, e este entusiasmo é uma das razões para estarmos cá.” Frizou ainda que “o que há de mais gigante aqui em Águeda é a alma deste povo, que por natureza gosta de desafios e que tem uma capacidade empreendedora que fala por nós,” justificando o desafio que a autarquia abraçou de apoiar a prova num muito curto espaço de tempo.

    Edson Santos, o Vice-Presidente da autarquia, já tinha destacado os fatores que os levaram a aceitar o desafio de ter a prova n concelho, “temos pilotos de Águeda e apoiamos pilotos de Águeda. Temos empresas que nos apoiam e estão ligadas a esta modalidade, e neste ponto a Travocar foi essencial. Na autarquia temos uma equipa pequena mas que sabe organizar, seja o mundial de Motocross, seja a volta a Portugal, seja o evento que for sabemos organizar e isso acontece porque sabemos trabalhar em parcerias. Temos confiança nas parcerias que nos levam também a promover o nosso território e o desporto tem sido um dos meios dessa promoção.”

    A Travocar é o principal parceiro privado da prova, tendo Telmo Simões em representação da empresa referido que com esta parceria “promovemos a marca, divulgamos os nossos fornecedores, é agradável, nós gostamos de estar presentes com provas boas, pessoas sérias e competentes e o projeto que nos apareceu é um projeto em que nós acreditamos. Por outro lado juntar isto tudo na nossa terra, na terra onde vivemos, dá gosto e foi por isso que abraçamos este projeto.”

    José Correia da Promolafões foi o elo de ligação entre o CAST e os parceiros de Águeda, um trabalho feito desde a primeira hora “reconhecendo a excelência do trabalho do CAST enquanto organizador e a abertura das pessoas de Águeda para uma prova desta dimensão. Assim que a oportunidade surgiu muito rapidamente conseguimos reunir os meios necessários para em tempo record anunciar a prova.”

    Mas o homem da Promolafões já olha para a frente e não hesita em revelar a ambição de “trabalhar para esta prova no futuro subir ao Campeonato de Portugal de Ralis, o principal campeonato em Portugal. Penso que temos todos os ingredientes para que no futuro Águeda tenha uma prova candidata ao CPR.”

    A cerimónia de apresentação terminou com um brinde com espumante Baga das Caves Primavera, outro dos parceiros da prova. O Águeda Rali Travocar realiza-se a 7 e 8 de Dezembro, pontuando para os campeonatos Promo de Ralis, Start Norte, Start Norte 2RM, GT de Ralis, Clássicos de Ralis, Clássicos de Ralis 2RM, FPAK Junior Team de Ralis e KIA Rally Cup.

  • João Pedro Sousa: “saímos de Murça com o sentimento de dever cumprido”

    João Pedro Sousa: “saímos de Murça com o sentimento de dever cumprido”

    Os famalicenses João Pedro Sousa e Tiago Silva enfrentaram com determinação o Rali de Murça, realizado no passado sábado em pisos de terra, estreando o seu Renault Clio RS neste tipo de terreno. A intensa chuva que caiu antes do início da prova tornou o percurso ainda mais difícil, mas a equipa soube adaptar-se e superou as adversidades, garantindo um pódio no Campeonato Start Norte de Ralis 2RM e o 2.º lugar no Grupo X2.

    Sem testes prévios, a equipa começou de forma cautelosa nas primeiras classificativas para se ajustar às condições do terreno. “A nossa estratégia foi começar por avaliar o comportamento do carro e, à medida que as condições melhoraram, aumentámos o ritmo para subir na classificação”, explicou o navegador Tiago Silva.

    Nas três últimas classificativas, a dupla enfrentou um grande desafio: o suporte da caixa de velocidades do Renault Clio RS partiu-se, dificultando a troca de velocidades. Mesmo assim, Sousa e Silva mostraram uma impressionante capacidade de improviso e trabalho de equipa. “Foi uma situação crítica, mas o Tiago conseguiu ditar as notas e, ao mesmo tempo, segurou a manete das mudanças para terminar a prova com um excelente resultado, mantendo assim a liderança do Grupo X2 e o 3.º lugar na classificação geral do campeonato.”, relatou o piloto João Pedro Sousa. 

    “Foi um rali muito desafiador, mas saímos de Murça com o sentimento de dever cumprido. Agradecemos à nossa equipa e à A. Pereira Competições pela assistência técnica de excelência”, concluiu João Pedro Sousa.

    A temporada vai agora para a sua reta final, com o Rali de Águeda nos dias 7 e 8 de dezembro, onde tudo será decidido.

  • Rally Madeira Legends não sorriu a Ernesto Cunha

    Rally Madeira Legends não sorriu a Ernesto Cunha

    Prestes a terminar a temporada, Ernesto Cunha enfrentou o Rally Legends Madeira aos comandos do mítico Subaru Impreza WRX STi, navegado por Vitor Calado, co-piloto Madeirense. Ao contrário das motivações elevadas, o Subaru acabou por não corresponder às expectativas, tendo obrigado a dupla a abandonar quando ocupava a 2ª posição na classe Spirit.

    Com o foco em desfrutar da prova e descomprimir do elevado nível competitivo do Campeonato de Portugal de Ralis, Ernesto Cunha partiu rumo à ilha da Madeira para disputar o Rally Legends Madeira. Acompanhado pelo o co-piloto Victor Calado, Ernesto Cunha iniciou os primeiros quilómetros da prova com um ritmo progressivo mas desde cedo que sofreu com alguns problemas mecânicos no Subaru, que o impediram de impor o seu máximo andamento. 

    Escalando na tabela classificativa até à 2ª posição na classe Spirit, o piloto acabaria por ser travado com problemas na Distribuição do Subaru Impreza WRX STi. “Infelizmente fomos sofrendo com avarias ao longo de todo o rali, o que nos impediu de progredir e de aproveitar os troços como esperávamos. Queríamos ter lutado mais, mas as corridas têm este fator de imprevisibilidade, especialmente quando lidamos com viaturas históricas“, refere Ernesto Cunha.

    O piloto, acrescenta ainda: “Independentemente do resultado final, é sempre um prazer marcar presença neste evento e sentir o carinho dos aficionados madeirenses, que realmente apreciam o desporto motorizado.” 

    É agora altura de um balanço de final de época para Ernesto Cunha, no habitual momento que antecede a preparação da próxima temporada no Campeonato de Portugal de Ralis.

  • João Vinha conquista Top 5 em Murça

    João Vinha conquista Top 5 em Murça

    Rubricando uma exibição onde a consistência e a rapidez estiveram sempre de mãos dadas, João Vinha e Marco Vilas Boas conquistaram o 5º lugar nas contas do Campeonato Start Norte de Ralis. O piloto penafidelense ostentou muita segurança neste regresso aos pisos de terra.

    A exibição pendular de João Vinha na prova organizada pelo CAMI Motorsport fica bem vincada pelo facto do piloto ter registado por sete vezes o 5º melhor tempo e por uma vez o 4º, nas oito especiais de classificação do rali, entre a forte armada que discutiu a primazia na prova reservada aos inscritos no Campeonato Start Norte de Ralis.

    A façanha ganha ainda maior relevância se atendermos ao facto de ser a estreia do piloto penafidelense da Quatro Quartos Motorsport nos desafiantes e característicos troços da zona de Murça.

    Destaque ainda para mais uma demonstração do alto nível de preparação do Mitsubishi Lancer EVO VI, que se apresenta atualmente num patamar alto de competitividade, sem que a fiabilidade seja comprometida.

    “Foi um excelente rali. Gostei imenso dos troços. São incríveis, sendo apenas pena que tenhamos feito a passagem pela antiga pista de autocross de Murça com a mesma em péssimas condições. Mas, isso não invalida que tenha sido um rali fantástico e onde adorei conduzir em terra. Estávamos ansiosos por saber como iríamos enfrentar este tipo de piso, onde não competia há algum tempo. Correu tudo bem, o carro esteve excelente e o resultado é muito positivo”, realçou João Vinha que, ao Top 5 nas contas do Start Norte de Ralis, juntou ainda uma subida ao pódio do Grupo X3.

    Foi um fecho de temporada em grande para João Vinha, fazendo antever uma época de 2025 onde o piloto, caso a sua vida profissional assim o permita, se poderá transformar num dos candidatos aos lugares cimeiros no campeonato nortenho.

  • Cenários da região Centro foram palco perfeito para o Rally D. Carlos I

    Cenários da região Centro foram palco perfeito para o Rally D. Carlos I

    A terceira edição do Rally D. Carlos I levou quase seis dezenas de clássicos a algumas das mais belas estradas e cenários naturais da região Centro. Prova de regularidade histórica do ACP Clássicos teve emoção até ao fim nos troços da Lousã, Castanheira de Pera, Góis e Arganil.

    Mais uma vez, o ACP Clássicos colocou na estrada uma prova que misturou, de forma perfeita, a vertente competitiva com a descoberta do território nacional, ao volante de alguns modelos que fizeram a História da indústria automóvel mundial.

    Quase seis dezenas de equipas rumaram à região Centro para um percurso com duas etapas e cerca de 300 quilómetros de extensão, com partida da Lousã e que atravessava zonas com forte tradição nos ralis em Portugal. O pelotão do Rally D. Carlos I incluía máquinas construídas entre 1958 e 2000, o que proporcionou belas imagens em cenários de cortar a respiração, a misturar história e contemporaneidade.

    Durante as etapas de sábado e domingo, o equilíbrio marcou as 15 especiais da prova (divididas por Regularidade Absoluta, Regularidade por Setores e Regularidade à Figura). Na fase decisiva, no domingo, a dupla Gonçalo Pinto / António Machado conseguiu um ligeiro ascendente com o BMW 3.0 CSi de 1973 (Categoria G), obtendo a menor pontuação do rali, com escassos 6,2s de vantagem sobre o Volvo PV544 de 1960 de Edgar Botelho e Rui Martins, que, por sua vez, venceram a Categoria F.

    Frederico Valsassina, navegado por Vasco Mendes, levou o seu Jaguar MK II de 1960 ao triunfo na Categoria E, enquanto João Rodrigo Santos e Alfredo José Santos venceram a Categoria H, com um Autobianchi A112 Abarth de 1984. Entre os carros da Categoria FC, vitória para o Mini Cooper 1300 de 1991, guiado por Jorge Pais e navegado por Raquel Pais. Com o Rally D. Carlos I, chegou ao fim a época de eventos organizados pelo ACP Clássicos, que já prepara o calendário de 2025.

  • TGRIC: Bruno Bulacia e Gabriel Morales vencem Rali de Murça e sagram-se campeões

    TGRIC: Bruno Bulacia e Gabriel Morales vencem Rali de Murça e sagram-se campeões

    A dupla Bruno Bulacia/Gabriel Morales, da CSM Automoció, venceu o Rali de Murça e sagrou-se campeã da TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup (TGRIC), competição organizada pela Toyota Caetano Portugal, Toyota Espanha e Motor & Sport Instituto.

    O jovem boliviano, que partiu com uma vantagem pontual confortável, face a Javier Villa (Asturhíbrido), para esta oitava e derradeira prova da temporada, teve um desempenho brilhante, já que controlou sempre a concorrência, para finalizar as oito classificativas (90,60 km) em piso de terra com 1m07,3s na frente do asturiano. Bulacia foi o mais rápido em quatro “especiais” e liderou o rali a partir do segundo troço cronometrado para somar o pleno de vitórias nas provas (4) da TGRIC disputadas em Portugal.

    Villa, que alinhou em Murça apostado em manter a sua segunda posição na tabela classificativa, contou desde o início com a forte oposição de Josep Bassas (IPPON Motor Vallés), que foi o primeiro líder dos Toyota GR Yaris RZ em Murça. E se nas segunda e terceira classificativas relegou Villa para o terceiro lugar, uma saída de estrada na segunda passagem por Salgueiro/Garraia, a “especial” mais extensa da prova (14,36 km), fê-lo perder mais de 3 minutos. A partir de então, o catalão perdeu todas as hipóteses de discutir a segunda posição final da TGRIC e esse atraso permitiu a José Lamela (Grupo Breogán) finalizar a época com a conquista de um pódio.

    Fora de cena encontrava-se já Pedro Lago Vieira (Toyota Caetano Auto), que à partida deste Rali de Murça ainda teria hipóteses de destronar Bassas da terceira posição da TGRIC, mas uma saída de estrada na classificativa de abertura não lhe permitiu continuar em prova. No entanto, manteve a sua classificação (4º) na TGRIC, concluindo a época como o melhor piloto português.

    Mesmo com o triunfo na mão, o mais novo dos irmãos Bulacia nunca levantou o pé, deixando bem vincada a sua superioridade. Villa, por seu turno, com o segundo lugar no rali assegurado, o que significava manter a sua posição na TGRIC, não necessitou de correr riscos, até porque o piso enlameado de algumas classificativas aconselhava cautelas…

    Dada a ausência de Miguel Campos (Macedo & Macedo GTW Racing) nesta prova de encerramento, José Lamela (Grupo Breogán) somou os pontos necessários, graças ao seu terceiro lugar na prova portuguesa, para trepar uma posição na tabela classificativa final. Manuel Martins e Ivan Rana completaram a classificação dos Toyota GR Yaris RZ na prova transmontana.

  • TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup 2024: Bruno Bulacia favorito à conquista do título no Rali de Murça

    TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup 2024: Bruno Bulacia favorito à conquista do título no Rali de Murça

    O Rali de Murça, uma novidade este ano no calendário da TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup (TGRIC), vai ser palco da decisão, no próximo sábado, de quem vencerá a competição organizada pela Toyota Caetano Portugal, Toyota Espanha e Motor & Sport Instituto (MSI), com o jovem boliviano Bruno Bulacia (CSM Automoció) amplamente favorito.

    Depois de ter sido terceiro classificado em 2023, ano em que já somou duas vitórias, prepara-se agora para amealhar o seu primeiro título internacional nos ralis, numa época em que contabiliza quatro triunfos em sete provas: Fafe, Aboboreira, Lisboa e Catalunha. Foi, até esta jornada de encerramento da TGRIC, o único a conseguir vencer tanto em terra, onde é especialista e se destaca claramente da concorrência, como no asfalto, neste último caso em Lisboa.

    Com uma vantagem de 31 pontos para Javier Villa (Asturhíbrido), antigo multicampeão espanhol de Montanha, o mais novo (22 anos) dos irmãos Bulacia tem tudo para sair de Murça, onde voltará ao seu tipo de terreno predileto – a última prova dos Toyota GR Yaris RZ em classificativas de terra data de abril, na Aboboreira – a festejar a vitória final.

    Dada a diferença de pontos que o separa do líder e ainda a particularidade de não se sentir tão confortável quanto no asfalto, tipo de piso em que venceu duas vezes esta época (Sierra Morena e Villa de Llanes), o grande objetivo de Javier Villa (Asturhíbrido) em Murça passa por manter o seu segundo lugar na tabela classificativa, face aos intentos de Josep Bassas (IPPON Motor Vallés). O piloto catalão, vencedor do Rias Baixas, encontra-se a 11 pontos de Villa e ainda pode aspirar à segunda posição final da TGRIC. De qualquer modo, Bassas também estará obrigado a olhar para trás, dado que o seu terceiro lugar está ainda ao alcance de Pedro Lago Vieira (Toyota Caetano Auto). E são precisamente 11 os pontos que separam o piloto português, quarto classificado, de Bassas, pelo que esta jornada na região portuguesa de Trás-Os-Montes promete duelos interessantes e apresenta uma particularidade: por ser a última prova, há um coeficiente de 1.5 a adicionar tanto aos pontos da classificação final do rali como nas vitórias das classificativas.

    Em face da ausência de Miguel Campos (Macedo & Macedo GTW Racing), José Lamela (Grupo Breogán) terá ao seu alcance o quinto lugar final da TGRIC, numa prova de fecho da temporada em que se registaram apenas 7 inscritos, com Manuel Martins e Ivan Rana a completarem o leque de participantes.

    O Rali de Murça, tem início na manhã de sábado, com um total de três classificativas diferentes, a mais extensa com 14,34 km, tendo duas deles três passagens e uma apenas com duas, totalizando 90,60 km ao cronómetro.