Categoria: Ralis

  • PRCI: Hugo Lopes conquista pódio no Rias Bajas

    PRCI: Hugo Lopes conquista pódio no Rias Bajas

    A PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA e o DESAFIO PEUGEOT foram, como habitualmente, os grandes animadores de mais um rali disputado na Península Ibérica, desta feita, o Rally Rias Bajas, na região da Galiza, onde os PEUGEOT Rally4 voltaram a mostrar todo o seu valor.

    A prova espanhola, segunda do ano em termos de PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA e também do DESAFIO PEUGEOT, contou com uma dezena de formações na luta pelas duas competições. O português Hugo Lopes – desta feita acompanhado por Valter Cardoso – esteve em evidência ao alcançar o terceiro lugar final, mantendo a posição de líder na competição Ibérica.

    Este resultado da dupla nacional surge como epílogo de um rali em que estiveram sempre na luta pela liderança, partilhando com Unai de la Dehesa/Daniel Sosa e Miguel Gutierrez/Osel Román o protagonismo ao longo de todo o rali. Desta forma, o piloto português segurou o primeiro lugar da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA (quando estão disputadas duas provas) sendo que o vencedor “nas RÍas Bajas”, Unai de la Dehesa, não pontuou na prova anterior, e Miguel Gutierrez havia conseguido apenas 17 pontos, fruto do terceiro lugar no Rali Terras d’Aboboreira, jornada ganha pelo piloto português.

    Unai de la Dehesa/Daniel Sosa venceram com autoridade um rali exigente e onde o conhecimento da estrada acabou por ter um papel fulcral. Unai apostou forte e fez uso da sua experiência na prova galega para se colocar no topo da classificação, conseguindo levar a melhor sobre Miguel Gutierrez/Osel Román, ainda que por escassos 20 segundos.

    O piloto do PEUGEOT  208 Rally 4 com o número 25 venceu 6 das 10 especiais da prova e esse pecúlio materializou-se no triunfo ao cabo dos cerca de 125 quilómetros cronometrados, sendo que em termos de pontuação na competição somou 3 pontos adicionais pelo triunfo no Power Stage (a primeira passagem pela especial de Salceda), tendo sido ainda o melhor piloto Junior.

  • TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup: Bruno Bulacia procura 2ª vitória em asfalto

    TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup: Bruno Bulacia procura 2ª vitória em asfalto

    O 57º Rallye Rías Baixas, que se disputa de 4 a 6 deste mês de julho, será a quinta jornada pontuável e a terceira em pisos de asfalto da TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup (TGRIC), o troféu monomarca organizado pela, Toyota Caetano Portugal, Toyota Espanha e MSI. Este ano, o rali galego regressa ao patamar mais alto do automobilismo espanhol, o S-CER (Super-Campeonato de Espanha de Ralis), depois da última edição em 2015, e representa o culminar da primeira metade da época da TGRIC.

    Bruno Bulacia (CSM Automoció) chega a este rali como líder destacado (91 pontos), na sequência de ter subido ao lugar mais alto do pódio em Lisboa. Vitória essa, que foi o seu primeiro triunfo em pisos de asfalto nesta competição, uma superfície na qual nunca se havia sentido tão confortável como nas classificativas de terra. Portanto, agora na Galiza volta a ser um claro favorito à conquista da vitória. Javier Villa (Arturhíbrido), mal sucedido em Lisboa, ao ser forçado a desistir ainda na primeira etapa, ocupa atualmente a segunda posição, a 20 pontos do líder (71 pontos), tentará reduzir a diferença para continuar na discussão do título. Miguel Campos (Macedo & Macedo GTW Racing), que logrou um novo pódio, ao terminar segundo na jornada portuguesa, está a apenas 11 pontos de distância do piloto asturiano (60 pontos).

    Pedro Lago Vieira (Toyota Caetano Auto), quarto em Lisboa, e Josep Bassas (IPPON Motor Vallés), que terminou em terceiro na prova lisboeta, mantêm um animado despique pela quarta posição da tabela classificativa, separados por apenas 5 pontos. Ambos são seguidos de perto por José Lamela (Grupo Breogán), que se encontra a 4 pontos de Bassas e a 9 do piloto português.

    Manuel Martins, José Mulero (Labasa) e Iván Raña (Grupo Breogán) fecham a lista de inscritos. Raña, famoso triatleta olímpico e campeão do mundo dessa disciplina, vai disputar o seu segundo rali com o GR Yaris RZ na TGR Iberian Cup, depois de ter feito a sua estreia em Lisboa.

    O Rallye Rías Baixas, uma das grandes novidades desta época na TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup, é uma prova que se carateriza pelas suas provas especiais de classificação muito rápidas e que ficam bastante sujas após a primeira passagem. O rali tem 124,68 quilómetros cronometrados, repartidos por 10 “especiais” em duas etapas. A partida simbólica ocorreu ontem, quinta-feira, com a prova a ter início na tarde de sexta-feira, terminando sábado pelas 20 horas.

  • PEUGEOT RALLY CUP em jornada dupla no Rallye Rías Baixas

    PEUGEOT RALLY CUP em jornada dupla no Rallye Rías Baixas

    Pontuando para dois dos troféus que a PEUGEOT organiza na Península Ibérica – a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA e o DESAFÍO PEUGEOT – o Rallye Rías Baixas corre-se entre 5 e 6 de julho na região de Vigo. É a segunda prova da temporada destas duas séries.

    Como pretendentes às vitórias em ambas as contendas, a lista de inscritos tem uma dezena de “Leões”, num mix de equipas portuguesas e espanholas (e ainda uma chilena/argentina) que, aos comandos dos seus PEUGEOT 208 Rally4, irão tentar tirar o melhor partido da robustez e fiabilidade desta máquina da PEUGEOT Sport, rumo aos tão desejados lugares no pódio final do rali, de preferência no seu degrau mais elevado.

    Para tal, têm pela frente cerca de 125 quilómetros cronometrados, divididos por cinco troços em asfalto, todos percorridos por duas vezes. Esta é a segunda de quatro jornadas duplas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2024, com dois eventos em Portugal e outros dois em Espanha, num pleno equilíbrio entre ralis em terra e em asfalto.

    No que se refere a candidatos ao primeiro lugar, em face da ausência da sua habitual navegadora, Hugo Lopes parte em defesa da sua atual liderança pontual no troféu ibérico com o experiente Valter Cardoso ao seu lado, tentando, assim, repetir a vitória no Rali Terras d’Aboboreira, primeira prova do troféu comum aos dois países. No seu encalço tem, neste momento, os locais Álex Español e Miguel Gutierrez, seguindo-se o conterrâneo Ricardo Sousa. Já no DESAFÍO PEUGEOT, com uma prova cumprida, é Unai de la Dehesa o líder do ranking de Pilotos, à frente de Miguel García e de Álex Español.

    Quinze dias depois da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL ter feito correr um rali de tirar o fôlego nas imediações de Castelo Branco, o rugido dos ‘Leões’ dos troféus da marca francesa em solo ibérico voltam a fazer-se ouvir. Desta vez será a região espanhola de Vigo a receber os pequenos 208 Rally4, que nos dias 5 e 6 de julho, cumprirão a 57ª edição do Rallye Rías Baixas.

    A prova tem duplo estatuto nos troféus monomarca PEUGEOT, como segunda prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2024 e, também, segunda jornada do DESAFÍO PEUGEOT 2024, troféu que a marca organiza no país vizinho.

    Contam-se 10 equipas inscritas, cuja preparação permitirá (ou não) alcançar os pontos em jogo, pecúlio que, uma vez acumulado no final da época, dará aos respetivos ‘Campeões’ o acesso aos Grandes Prémios Finais de cada uma das iniciativas, em ambos os casos assentes em viaturas da Stellantis Motorsport.

    Vencedor do Rali Terras d’Aboboreira, primeira prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2024, Hugo Lopes parte em defesa da sua atual liderança, sendo que aqui e ao contrário do que tem sido hábito, terá a seu lado, a cantar notas, Valter Cardoso, em substituição da sua habitual navegadora Magda Oliveira, ausente devido a lesão. O piloto luso tentará, nos troços de Vigo, bater os especialistas locais, nomeadamente os que atualmente o perseguem no ranking, os espanhóis Álex Español / Patrícia Ruiloba (navegadora que também substitui, neste rali, Lorena Romero) e Miguel Gutierrez / Osel Roman, ou até mesmo os seus conterrâneos Ricardo Sousa / Luis Marques, para que assim possa reforçar a liderança na copa que é comum aos dois países.

    Quanto ao DESAFÍO PEUGEOT 2024, com uma prova do calendário já cumprida, de um total de cinco eventos, tem a dupla Unai de la Dehesa / Daniel Sosa como líder, fruto da sua vitória no Rallye Sierra Morena, à frente de García / Román e de Álex Español / Lorena Romero (esta última ausente, pelo que não pontuará).

    Para lá destes dois troféus, as 10 equipas PEUGEOT também irão bater-se pelos melhores lugares da categoria de 2 Rodas Motrizes, onde o 208 Rally4 é um forte contendor, no âmbito desta prova pontuável para o S-CER 2024.

  • Ricardo Filipe alinha na Ribeira Brava para preparar o Vinho Madeira

    Ricardo Filipe alinha na Ribeira Brava para preparar o Vinho Madeira

    O piloto algarvio, que defende as cores da Olha o Cogumelo, vai disputar, nos próximos dias 12 e 13 de julho, a 7ª edição do Rali da Ribeira Brava, prova integrada no Campeonato de Ralis Coral Madeira. A seu lado, terá o navegador José Martins.

    A presença na prova insular tem como o objetivo fazer quilómetros aos comandos do Skoda Fabia R5 nas estradas madeirenses, para preparar da melhor forma a sua participação no Rali Vinho Madeira, próxima prova do Campeonato de Portugal de Ralis.

    “Queremos muito ser competitivos no Vinho Madeira!…”, assume Ricardo Filipe, estando nesse objetivo a razão principal para “alinhar no Rali da Ribeira Brava. Tenho muitos poucos quilómetros em competição nas estradas da ilha que, como todos sabem têm características muito particulares. Depois de ter adorado o rali na estreia, em 2023 e atendendo a que estamos bem classificados na geral do Campeonato de Portugal de Ralis, queremos muito andar bem no Rali Vinho Madeira, prova em que, além da forte concorrência habitual entre os que fazem o CPR, vamos enfrentar os especialistas locais, muito difíceis de derrotar num terreno que conhecem como ninguém. Rali servirá para testar soluções e chegar a um setup que seja eficaz”.

    Devido a compromissos profissionais, Filipe Carvalho não estará na baquet do lado direito. Como tal, Ricardo Filipe terá a companhia do seu conterrâneo José Martins, que não esconde “o entusiasmo com que recebi o convite do Ricardo para o navegar na Ribeira Brava. Vou dar o meu melhor para ajudar a cumprir os objetivos que o Ricardo e a equipa traçaram para esta prova e, claro, desfrutar desta oportunidade única de competir a este nível!”.

    Ricardo Filipe ocupa atualmente a 9º posição na geral do Campeonato de Portugal de Ralis, com 26 pontos.

    Organizado pelo Automóvel Clube Concelho de Santacruz, o 7º Rali da Ribeira Brava vai para a estrada nos dias 12 e 13 de julho e terá um total de 78,38 Km contra o cronómetro, distribuídos por 9 classificativas.

  • Pedro Silva : “Um furo tirou-nos da batalha pelo pódio, mas lutamos até ao fim!”

    Pedro Silva : “Um furo tirou-nos da batalha pelo pódio, mas lutamos até ao fim!”

    O Top 6 obtido por Pedro Silva e Roberto Santos na edição 2024 do Rali Castelo Branco Velha de Rodão foi um resultado agridoce para a dupla embaixadora da beira Baixa. Os pontos alcançados podem vir a ser preciosos, mas a sorte nada quis com a equipa do Peugeot 208 Rallye4 preparado pela Domingos Sport, arredados da luta pelo pódio nas contas do CPR2RM por causa de um furo e um pequeno toque.

    “A sorte nada quis connosco…”, desabafava no final Pedro Silva, lembrando que um furo logo na 2ª classificativa limitou as ambições do jovem piloto de Vila Velha de Podão, depois de ter conseguido na especial inaugural rodar no Top 3.

    “Foi um balde de água fria. Os parciais diziam que estávamos novamente entre os três mais rápidos, mas furamos e rodamos três quilómetros assim. Muito tempo perdido. Logo a seguir, fomos segundos na Super Especial Reconquista, a fechar a etapa inaugural, mas já não dava para lutar pelo pódio, restando apostar na etapa de sábado para assegurar um bom lugar nas 2RM”, realça Pedro Silva.

    A dupla continuou ao ataque, sendo segundos numa das passagens por Vila Velha de Rodão. Só que ”um toque num anti corte voltou a fazer-nos perder muito tempo e não foi possível assegurar o Top 5 por 3 segundos!… a competitividade está mais alta que nunca e de facto é preciso ser muito rápidos e ter alguma sorte, coisa que não tivemos no nosso rali!”.

    Pedro Silva saiu do rali da casa no 5º lugar do campeonato, com 48 pontos, apenas a dois do terceiro colocado. A boa “gestão de danos” e o Top 6 em Castelo Branco e Vila Velha de Rodão permite “manter toda a esperança de terminarmos o campeonato entre os três primeiros. Sabemos bem a luta que vai ser, com vários pretendentes e todos com capacidade para alcançar o objetivo, mas temos confiança no nossos valor e sinto que seremos capazes de sermos bem sucedidos. Estamos já totalmente focados no Rali Vinho Madeira. É uma prova muito particular, com um alto grau de dificuldade, mas vamos abordá-la com muito estudo, cuidado e foco, para sair da ilha com um bom resultado”.

    Pedro Silva e Roberto Santos foram distinguidos com o Troféu Sustentabilidade Escuderia

    ´O trabalho desenvolvido pela equipa PS Rallye Team no âmbito da sustentabilidade deu à estrutura construída para apoio à carreira de Pedro Silva o troféu instituído pela Escuderia Castelo Branco para premiar a equipa que elaborasse e aplicasse um Plano de Sustentabilidade eficaz durante o Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão 2024.

    Para o júri constituído pelo Diretor de Prova, o Delegado Ambiental FPAK e o Responsável Ambiental da Escuderia, as ações desenvolvidas pela equipa de Pedro Silva e a forma como as comunicaram nas redes sociais foram únicas, com piloto e navegador a erguerem no pódio final o troféu concebido pela Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco e patrocinado pela ASFERTGLOBAL.

    Para Pedro Silva, a distinção “honra-nos muito. Desde sempre que o nosso projeto teve um particular cuidado com a questão do impacto ambiental e é nosso mote implementar medidas de mitigação ao longo das provas e entre elas, sendo também habitual estarmos presentes em ações de sensibilização. Quero agradecer a distinção e tudo faremos para a merecer nas nossas ações futuras”.

  • 1º Rally Rota da Cereja de Resende: Festa aberta no asfalto do Douro Verde!

    1º Rally Rota da Cereja de Resende: Festa aberta no asfalto do Douro Verde!

    Os ralis regressam ao concelho de Resende, sob a batuta organizativa do Automóvel Clube Clássicos Caldas de Aregos, que conta com o Team Baia como parceiro na gestão desportiva da edição inaugural do Rally Rota da Cereja de Resende, que irá para a estrada nos dias 27 e 28 de julho. Inscrições ainda abertas e já sobram poucas vagas para o “teto” de 50 participantes.

    A prova é assumida pelo Automóvel Clube Clássicos Caldas de Aregos, coletividade já com pergaminhos na promoção e organização de provas de perícias e rampas regularidade sport. O clube resendense conta com o forte apoio institucional da Câmara Municipal de Resende e escolheu o Team Baia, clube com alvará de organizador FPAK, para parceiro técnico do evento. Casimiro Peralta, presidente do clube, assume “a enorme responsabilidade que sentimos por fazer renascer os ralis em Resende. Optamos por um rali aberto, sem fazer parte de nenhum campeonato, onde todos se sintam bem vindos, sem qualquer espartilho geográfico. Resende tem tudo para ser palco de um grande rali e o nosso compromisso é trabalhar para que a prova se desenvolva no futuro. Agora, estamos focados em conseguir que a primeira edição seja o êxito que Resende merce!”.

    Para Garcês Trindade, Presidente da Câmara Municipal de Resende, a aposta neste evento realça “a política de apoio forte por parte do nosso município às associações e aos eventos que permitam promover o concelho de Resende e atrair gente para cá. Somos um concelho do interior, com acessibilidades condicionadas, muito esquecido pelo poder central e temos sempre de lutar fortemente contra esses problemas, fazendo tudo para impulsionar a economia. Temos na Cereja de Resende um produto único no mundo, a que se junta toda a riqueza única do concelho, com o seu patrimônio histórico e cultural, as suas paisagens e a sua gastronomia e qualidade vitivinícola. Sabemos receber, quem cá vem fica apaixonado e tenho profunda expetativa em relação a esta primeira edição do rali, que tem tudo para ser um êxito desportivo e promocional”.

    O edil de Resende destacou ainda “o excelente trabalho que tem sido feito pelo Automóvel Clube Clássicos Caldas de Aregos, coletividade com poucos anos de atividade, mas que já se impõe pela qualidade dos seus eventos”.

    Estrutura compacta e desafiante

    Coube a Sérgio Aguiar, presidente do Team Baia apresentar a estrutura deste 1º Rally Rota da Cereja de Resende. O líder do clube famalicense destacou “o cuidado que tivemos para montar um rali compacto e onde todas as equipas possam desfrutar das excelentes estradas de asfalto do concelho de Resende, tendo ainda tempo para saborearem tudo quanto o concelho tem de bom, não esquecendo o programa de animação do rali. Fomos cuidados para não ter ligações extensas, totalizando pouco mais de 100 quilómetros e o rali tem tudo para ser do agrado de todos”.

    A prova terá 48,5 quilómetros contra o cronómetro, iniciando-se na noite de sábado, 27 de julho, com os 2300 metros da super especial urbana Cereja Night Race. Após a passagem do pelotão de 50 equipas, entrarão no traçado carros de drift e kartcross para proporcionarem ao muito público esperado um fim de noite em cheio.

    No domingo, 28 de julho, o percurso inclui 4 especiais, correspondentes a duplas passagens por dois troços cronometrados. Na secção matinal, serão os 7,5 km da especial Rota dos Cerejais a serem percorridos por duas vezes, ficando reservado para a secção final da tarde o mais difícil “osso para roer”: 15,6 km da especial O Penedo, também em dupla passagem, antes da festa final com o pódio a estar instalado junto aos Paços do Concelho de Resende.

    Prémios monetários para os três primeiros

    Com as inscrições ainda a decorrer, são já 40 as equipas que confirmaram presença, estando por isso bem perto o limite assumido pela organização, que, nesta edição inaugural do Raly Rota da Cereja de Resende não quer mais de 50 participantes.

    Confirmada está já a forte presença da “armada” de pilotos locais, capitaneada por José Carlos Pouca Sorte e Pedro Melo e onde se incluem nomes muito fortes como os de Ilderico Almeida, Marco Almeida, Nelson Pouca Sorte, Carlos Pouca Sorte, Ricardo Pimenta e William Dias. Extra competição, destaque para a presença de dois nomes fortes da Montanha nacional:  Manuel Rocha e Sousa, no seu potente Ford Focus Super Car e Paulo Silva, aos comandos de um Audi RS3 LMS, farão parte dos carros de segurança, os chamados “zero”.

    O Rai tem uma novidade aliciante: prémios monetários para os três primeiros da geral, oferecidos pelas empresas Megamotors, Mítica Frota e Escola de Condução S. Salvador. Caso raro em Portugal, este “prize Money” para o Top 3 absoluto é mais um gesto de generosidade por parte de José Carlos Pouca Sorte, o piloto e empresário natural de Resende e que detém no seu portfolio empresarial as três empresas envolvidas neste apoio.

    “Quando se trata de Resende, o coração fala mais alto!… É a minha terra e é para mim uma honra poder ajudar para que este rali venha a ser um sucesso e se imponha no futuro como uma prova de referência!”, realçou Pouca Sorte.

    Programa de animação incluiu os mais pequenos

    O Jardim 25 de Abril, em pleno coração de Resende, será palco de um espaço dedicado às crianças. Além de insufláveis e outros equipamentos de diversão, o espaço terá uma proposta o Kidkart Race, com karts a pedais que vão proporcionar um contacto com a “competição”, promovendo assim o desporto motorizado junto dos mais novos.

    O Rali não esqueceu a sua vertente social, apoiando a causa da Make-a-Wish, que foi representada na apresentação oficial da prova pelo seu embaixador e piloto João Paz, que também irá alinhar na prova. A missão da Make-A-Wish é a realização de desejos a crianças e jovens, dos 3 aos 17 anos, em todo o território nacional, com doenças graves, progressivas, degenerativas ou malignas, proporcionando-lhes um momento de força, alegria e esperança.

  • Hugo Lopes pronto para reforçar liderança em Espanha!

    Hugo Lopes pronto para reforçar liderança em Espanha!

    De regresso à Peugeot Rally Cup Iberia, Hugo Lopes enfrenta o Rallye Rías Baixas, primeira prova da competição em pisos de asfalto e em Espanha. Duas semanas após o acidente em Castelo Branco, Hugo Lopes conta com o experiente co-piloto Valter Cardoso, devido à indisponibilidade de Magda Oliveira fruto das lesões sofridas.

    De regresso ao Super Campeonato de Rallyes de Espanha, o Rallye Rías Baixas disputa-se na região de Vigo, Espanha, sendo considerado um dos mais emblemáticos da região. Hugo Lopes, líder da PRCI após vitória na primeira prova, sente-se confiante para reforçar a liderança e continuar a sonhar com o principal objetivo da época.

    Lopes acredita na continuidade do ritmo demonstrado e que poderá lutar pela vitória: “Ultrapassada a fase menos boa do último rali, estamos completamente focados em regressar às vitórias e dar continuidade ao trabalho que temos vindo a fazer. Infelizmente a Magda não me poderá acompanhar do lado de dentro, mas conto com o Valter, que desde cedo se mostrou disponível e ambicioso para alcançar este objetivo comigo. Certamente que a sua experiência e dedicação serão cruciais nesta fase!“

    Em relação às características da prova, o jovem piloto de Viseu, descreve que: “O Rallye Rías Baixas será praticamente novidade para muitos dos pilotos mas o tipo de traçado e piso é bastante semelhante ao encontrado em outras provas do campeonato Espanhol.
    Classificativas muito técnicas, com bastantes alterações do tipo de piso e a existência de muitas curvas onde será necessário “cortar” tornarão a estrada bastante suja. Estas são algumas das caracteristicas que pensamos encontrar e que não são muito comuns em Portugal, no entanto espero realizar um bom teste pré-rali para definir juntamente com a equipa a melhor afinação para o nosso Peugeot.”

    O Rallye Rías Baixas terá início na quinta-feira, dia 4 de julho, com a cerimónia de partida no centro de Vigo. Na sexta-feira de manhã, os concorrentes terão o Shakedown, oportunidade para os últimos testes e afinações, arrancando competitivamente durante a tarde com dupla passagem pelas classificativas de Ponte Caldelas e Cotobade – Ponte Caldelas.
    A 2ª etapa, realizada no sábado é composta por dupla passagem pelas classificativas de Vigo-Nigrán, Gondomar-Porrinõ e Salceda.

  • Francisco Custódio: “mostramos a nossa rapidez e provamos ter ritmo para vencer!”

    Francisco Custódio: “mostramos a nossa rapidez e provamos ter ritmo para vencer!”

    O Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão marcou o arranque da edição 2024 do FPAK Júnior Team e Francisco Custódio rubricou uma exibição forte na sua estreia na competição apadrinhada pela FPAK. O jovem piloto da MNE Sport, navegado pelo experiente Paulo Marques, levou o Kia Picanto ao 3º lugar final, mas um furo tirou-lhe a possibilidade de lutar pelo triunfo.

    Aos 23 anos de idade e apenas com 4 ralis disputados na sua curta carreira, Francisco Custódio, um jovem piloto de Santa Comba Dão decidiu abraçar o exigente desafio de fazer parte dos eleitos de mais uma edição do FPAK Júnior Team, alinhando na edição 2024 da prova organizada pela Escuderia Castelo Branco, prova inaugural do troféu.

    A sua carreira arrancou em 2023. Então deu seguimento “ao sonho de ser piloto. Já há muito que planeava participar num rali ao volante e a oportunidade surgiu em novembro de 2023 na primeira edição do Rali de Cantanhede. Foi uma participação esporádica, mas que correu muito acima das expectativas”.

    A experiência foi tão boa que “depois disso, eu e as pessoas à minha volta vimos nesta competição, a FPAK Júnior Team, a forma certa de tentar dar continuidade ao meu percurso nos ralis. Consegui ser um dos seis pilotos selecionados pela FPAK para disputar o troféu esta temporada. De forma a estar bem preparado, disputei três ralis do Campeonato Start Norte ao volante de um Kia Picanto da MNE Sport, o que foi muito importante, pois para além de ganhar ritmo e conhecer o KIA, consegui me entrosar com a equipa, onde já me sinto em família”.

    Quanto à escolha de Paulo Marques para ser o navegador, Francisco Custódio nem hesitou quando decidiu convidar o experiente copiloto: “Eu e o Paulo já nos conhecemos à algum tempo e eu considero-o um excelente navegador. Conta mais de 20 anos de experiência e mais de 200 ralis disputados, o que o torna uma mais-valia a alguém que se está a iniciar, como é o meu caso. Foi precioso em Castelo Branco”.

    E chegou então a hora de começar a competição “a doer”. À chegada ao rali albicastrense, Francisco Custódio esperava “um Rali de Castelo Branco muito exigente, com consciência que iria ser uma prova difícil devido às características das especiais, calor da região e o grande ritmo que sabíamos que os nosso colegas iriam apresentar, mas acreditávamos que podíamos fazer um bom resultado”.

    No entanto, o piloto reconhece que “não entramos com o ritmo que devíamos nas duas primeiras PEC, o que nos fez perder algum tempo. Conseguimos vencer a última classificativa da tarde de sexta-feira, e no final da super especial noturna em Castelo Branco estávamos a 13.4 segundos da liderança, dando boas indicações de que estaríamos na luta pela vitória na 2ª e decisiva etapa”.

    Só que, durante a etapa de sábado “não conseguimos ser consistentes. Tivemos especiais em que conseguimos ser bastante eficazes, e outras onde cometemos erros ou fomos demasiado cautelosos como foi o caso de Vila Velha de Ródão, em que um erro numa travagem forte nos custou cerca de 10 segundos. Já na PEC 10, a penúltima do rali, quando rodávamos na 2ª posição e ainda acreditávamos ser possível chegar ao 1º lugar sofremos um furo, que nos obrigou a fazer mais de metade da classificativa praticamente só com a jante. Aí perdemos mais de 1 minuto e 20 segundos de vantagem, descendo para o terceiro posto e ficando irremediavelmente fora da luta pelos dois primeiros lugares”.

    Mas o pódio estava conquistado. Francisco Custódio saboreou frente a uma enorme multidão um positivo 3º lugar, ficando ainda satisfeito por “termos conseguido mostrar a nossa rapidez e tirar conclusões importantes para o futuro”.

    Francisco Custódio deixou uma palavra final “de profundo agradecimento aos nossos parceiros e patrocinadores, Município de Santa Comba Dão, Sr. Bacalhau, Rubraland, Auto Ombep, Realnorma Automóveis, RC Garage e Damotorshot, fundamentais para que tivesse sido possível montar este ambicioso projeto. Tudo faremos para lhes devolver o apoio com vitórias!”, relevando ainda o quanto “estou grato à minha equipa MNE Sport. Todos estiveram incansáveis na preparação da prova e durante todo o fim de semana!”.

    Agora o foco do santacombadense está já “no próximo rali. Vamos trabalhar para estarmos mais fortes em Vouzela e Viseu, rali onde é quase como correr em casa!”.

  • Filipe Nogueira: “ter sido segundo nas 2RM acabou por saber a vitória”

    Filipe Nogueira: “ter sido segundo nas 2RM acabou por saber a vitória”

    Filipe Nogueira e Pedro Teixeira levaram o Renault Clio R3T da CRN ao 2º lugar da prova reservada ao Campeonato Promo de Ralis 2RM na edição 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão. A dupla enfrentou problemas logo no arranque do rali, que custaram muito tempo, mas a conhecida garra e e capacidade de resiliência veio ao de cima e Nogueira e Teixeira andariam sempre muito rápido, conseguindo reduzir os prejuízos e concluir a prova albicastrense com um resultado muito positivo.

    Foi atribulado o arranque deste primeiro rali de asfalto fito por Filipe Nogueira na presente época.Começou logo por comparecerem em Castelo Branco sem qualquer quilómetro de testes: “só rodamos em asfalto com o carro já na primeira classificativa!… não tivemos tempo para um teste prévio e, quando nos preparávamos para utilizar bem o Shakedown, um contratempo de última hora com a embraiagem mesmo quando ia sair para esse teste obrigou-nos a ter que desmontar a caixa de velocidades. Foi uma corrida contra o tempo para fazer a reparação e colocar o carro no parque fechado. A participação na prova chegou a estar em causa!”.

    Partindo assim. Para a 1ª etapa, rumo literalmente ao desconhecido, encarando esta primeira parte da prova organizada pela Escuderia de Castelo Branco com cautela e visando sobretudo trabalhar a afinação do Renault Clio R3T, mas a sorte continuou a andar por outras paragens…

    “Fomos para a primeira PEC na expectativa de perceber como me sentiria no asfalto e de como estaria o setup do carro… até que a meio da especial acende o alarme da temperatura!… rolamos bem devagar até ao final com o intuito de arrefecer o carro e verificar o sucedido. Tinha rebentado a correia de acessórios e consequentemente a bomba de água deixou de funcionar. Felizmente tínhamos uma no carro, colocamos, mas entramos no controle seguinte 7 minutos depois da hora ideal, penalizando por isso 1m10, que se juntou assim ao tempo perdido no troço anterior, tendo também rodado muito lento nessa segunda especial, por precaução. Mesmo assim, acabou por não ser muito mau, porque cheguei a pensar que iríamos desistir logo na primeira especial”,relata o piloto de Baião.

    Mas, nenhum dos problemas fez Filipe Nogueira e Pedro Teixeira deitarem a toalha ao chão. A dupla começou a rodar rápido e a partir daí, destaca o piloto, fizeram “um rali tranquilo. No sábado começamos logo com as duas primeiras especiais do dia canceladas, mas depois foi um rali muito positivo onde fomos recuperando e, mais importante, senti-me bem e confiante a conduzir no asfalto, piso onde estou menos à vontade”.

    No fecho, Filipe Nogueira fazia “um balanço positivo. Num rali longo, exigente e duro pelo muito calor que se fez sentir, ter terminado em 2.º lugar das 2RM e no 4º lugar da geral do Campeonato Promo de Ralis acabou por saber a vitória!”.

  • Miguel Carvalho: “foi só o nosso segundo rali em asfalto e vencemos com todo o mérito!

    Miguel Carvalho: “foi só o nosso segundo rali em asfalto e vencemos com todo o mérito!

    Miguel Carvalho e António Reis conquistaram a vitória no rali de Castelo Branco para o Campeonato Promo de Ralis. Desde o início, a dupla mostrou determinação, atacando forte no primeiro dia e mantendo um ritmo constante no segundo, evitando riscos para garantir a vitória tão desejada.

    O rali, conhecido pela sua exigência física devido ao calor intenso e pela necessidade de alta concentração, testou os limites dos competidores, que atingiram velocidades muito altas, onde qualquer distração poderia ser prejudicial.

    A vitória é resultado do esforço e dedicação de toda a equipa. Com este triunfo, Miguel Carvalho e António Reis continuam na liderança do Campeonato Promo de Ralis, saindo de Castelo Branco com o objetivo atingido.

    Miguel Carvalho comentou sobre a vitória: “O início da época não tem sido fácil, mas esta foi a primeira prova em que estivemos isentos de problemas. Estávamos confiantes e sabíamos o que queríamos. Este rali foi uma experiência onde atingi grandes velocidades e tive muita confiança no carro. Foi apenas o nosso segundo rali em asfalto e conseguimos alcançar uma vitória com todo o mérito, o que é um orgulho para mim e para toda a equipa. Queremos evoluir e vamos fazer por isso”.

    O piloto de Barcelos deixou ainda “em meu nome e do António, uma palavra de força ao Hugo e à Magda, a quem também desejamos as rápidas melhoras.”