Categoria: Ralis

  • Ricardo Filipe: “queremos ter uma boa entrada na fase de asfalto”

    Ricardo Filipe: “queremos ter uma boa entrada na fase de asfalto”

    Ricardo Filipe e Filipe Carvalho enfrentam no fim-de-semana que está a bater à porta a edição 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão, prova que assinala o começo da fase de asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis. O foco da dupla que defende as cores da marca Olha o Cogumelo está na obtenção de pontos que lhes permita defender a posição dentro do Top 10 do campeonato.

    Ricardo Filipe e Filipe Carvalho chegam a Castelo Branco com a motivação em alta, depois de terem levado o Skoda Fabia R5 preparado pela Racing 4 You à vitória no Rali Flôr do Alentejo – Cidade de Serpa.

    O piloto algarvio reconhece que “o triunfo aumentou os nossos níveis de confiança, além da prova ter permitido que mantivéssemos o ritmo, pois não alinhamos no Rali de Portugal. Mas, Serpa já lá vai e nada tem a ver com a exigência que vamos encontrar em Castelo Branco”, com Ricardo Filipe a destacar que a prova organizada pela Escuderia Castelo Branco será “um osso muito duro de roer. É um rali com classificativas muito rápidas, com um tipo de piso abrasivo e, em muitos lugares, cheio de terra nas zonas de trajetória, não permitindo qualquer erro, pois será sempre fatal”.

    Ricardo Filipe realça a importância “do trabalho que realizamos no teste que fizemos para preparar o rali e que correu muito bem. Agora é estudar bem a prova em conjunto com a Racing 4 You e cumprir o plano que traçarmos, sendo nosso objetivo tudo fazer para terminar a prova dentro dos 10 primeiros da geral, conquistando assim precisos pontos para defendermos a nossa posição na tabela pontual do campeonato”.

    Nesta edição de 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão, serão disputadas onze provas especiais de classificação, quatro das quais na etapa inaugural do Rali, sexta-feira, dia 21 de Junho. Esta etapa terminará novamente com a Super Especial “Reconquista”, aguardando-se uma noite “quente” na cidade albicastrense. Sábado, dia 22 de Junho, as equipas regressam à estrada para disputar mais sete Provas Especiais de Classificação, com a última (Power Stage) a ter o seu términus junto à zona das ‘docas’, no centro de Castelo Branco.

  • Cristina Silva terá Paula Madeira a “cantar” notas em Castelo Branco

    Cristina Silva terá Paula Madeira a “cantar” notas em Castelo Branco

    Cristina Silva e Paula Madeira vão formar dupla pela primeira vez na edição 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão, que se disputa já no próximo fim-de-semana.

    A prova organizada pela Escuderia Castelo Branco será a abertura da época de asfalto do Campeonato de Portugal Masters de Ralis e tem arranque marcado já para a próxima sexta-feira, 21 de junho, terminando ao fim da noite de sábado, dia 22.

    Cristina Silva volta a enfrentar o pelotão dos Masters, tripulando o seu habitual Ford Fiesta 1.0 EcoBoost. A piloto nortenha terá a seu lado, pela primeira vez, Paula Madeira.

    “Estou muito contente por a Paula ter prontamente aceitado o meu desafio para ser a minha navegadora em Castelo Branco. Mesmo sabendo que precisaremos de algum tempo para nos adaptarmos uma à outra, deu para perceber nos reconhecimentos que tal não será difícil. Entendemo-nos logo muito bem e estamos muito motivadas para o rali”, realça Cristina Silva, que, no que concerne à prova que a nova dupla tem pela frente, afirma que “será certamente um rali muito desafiante. Estradas rápidas e exigentes, não permitindo qualquer erro. Tudo farei para estar sempre focada, sendo o objetivo principal terminar e pontuar para o campeonato”.

    Já Paula Madeira começa por “agradecer o convite – que prontamente aceitei – e a confiança que a Cristina me proporcionou para estar presente neste desafio. Acredito que vai ser uma prova exigente, mas acima de tudo tenho a certeza de que nos vamos divertir, sempre com a ambição de terminarmos a prova, pois será certamente uma grande experiência”.

    Habitual parceira do seu marido Rui Madeira, com quem este ano já garantiu um pódio no RallySpirit, Paula Madeira promete que “tentarei ser mais um fator que contribua para o sucesso da Cristina. Durante os reconhecimentos sentimos que estamos preparadas e, apesar da Cristina utilizar um sistema de notas diferente ao que estou habituada, gostei da experiência e fiquei com total confiança na sua condução”.

  • João Rodrigues: “fiquei com a impressão que podíamos ter discutido a vitória!”

    João Rodrigues: “fiquei com a impressão que podíamos ter discutido a vitória!”

    João Rodrigues e Manuel Santos rubricaram uma exibição colossal no Rally de Lisboa 2024, prova onde se disputou a Taça de Portugal de Ralis. Nada receosos por estarem a utilizar um “desconhecido” Peugeot 208 Rally4, a dupla esteve sempre entre os mais rápidos, logrando chegar ao final no pódio das 2RM.

    E nem o plantel de luxo que disputou a primazia nas Duas Rodas Motrizes, nem as condições meteorológicas adversas se tornaram obstáculos intransponíveis ou limitadores, vindo ao de cima a rapidez natural e o talento de pilotagem que são ostentados por João Rodrigues.

    O piloto de Mafra assinou uma “faena” extraordinária, sendo capaz de se adaptar com facilidade e celeridade às características do 208 Rally4, carro bem diferente do seu habitual Peugeot 106.

    “Nunca tinha guiado um carro como este!…”, desabafava no final o piloto que destacou “as dificuldades na parte inicial da prova. O primeiro dia foi mesmo muito mau, pois, não tínhamos pneus para chuva e foi sempre a sofrer com falta de aderência. No sábado já conseguimos começar a perceber o carro e, paulatinamente, fomos aumentando o ritmo e conseguimos nos divertir imenso”.

    João Rodrigues ficou muito orgulhoso “da exibição que fomos capazes de fazer e do resultado. Para as condições que tínhamos, até foi muito satisfatório… Mas, fiquei com a impressão que podíamos ter discutido a vitória!”.

    Agora é tempo de comemorar e, depois, voltar ao trabalho para “ressuscitar” o Peugeot 106,que está a ser alvo de uma profunda intervenção após o acidente nas Camélias.

    “As próximas provas vão ser de novo com o nosso 106, que estamos a reconstruir. Só será possível voltar a competir no próximo ano. Esta participação na Taça de Portugal de Ralis foi um bónus dos nossos patrocinadores, a quem agradeço profundamente e a quem dedico a nossa exibição e o bom resultado alcançado em Lisboa”.

  • TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup: Bruno Bulacia vence Rally de Lisboa 

    TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup: Bruno Bulacia vence Rally de Lisboa 

    A dupla Bruno Bulacia/Gabriel Morales, da equipa CSM Automoción, foi a grande vencedora do Rally de Lisboa | Memorial Joaquim Santos, quarta prova da TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup (TGRIC), e conquistou na capital portuguesa o seu terceiro triunfo, e segundo consecutivo, da presente época, o que lhe permitiu reforçar a sua liderança da competição.

    O jovem piloto boliviano esteve irrepreensível nas classificativas de asfalto da região de Lisboa e obteve a sua primeira vitória naquele tipo de pisos com o Toyota GR Yaris RZ. E ficou muito claro, definitivamente, que a partir de agora, e salvo eventuais contratempos, é candidato à discussão da vitória em qualquer tipo de rali. Perante condições difíceis, como as verificadas na primeira etapa, em que os pisos se encontravam bastante escorregadios, devido à chuva que caíra de forma intermitente, Bulacia não cometeu erros. E a elevada “performance” do Toyota GR Yaris RZ permitiu que o vencedor da TGRIC subisse ao pódio absoluto do rali (3º lugar final), havendo ainda mais 3 Toyota no “top 10” da classificação geral.

    Como já era previsível, esta quarta prova de 2024 teve momentos de grande animação, em termos competitivos, com destaque para a primeira etapa, na qual o duelo entre Bulacia e Javier Villa (Asturhíbrido) chegou a ser empolgante. Na abertura das “hostilidades” foi este último quem assumiu o comando, secundado por Josep Bassas (IPPON Motor Vallés) com o boliviano em terceiro, surgindo, nos quarto e quinto lugares, respetivamente, os portugueses Miguel Campos (Macedo & Macedo GTW Racing) e Pedro Lago (Team Caetano Auto). A ordem restante dos pilotos era: José Lamela (Grupo Breogán), Manuel Martins, José Mulero (Labasa) e Ivan Raña, antigo triatleta olímpico espanhol e campeão mundial, completavam o pelotão da TGRIC.

    A liderança de Villa durou apenas até à segunda classificativa, já que na terceira Bulacia assumiu as “despesas”, com o asturiano a 7 segundos de diferença, momento em que Miguel Campos também ascendeu ao terceiro lugar, afirmando-se como candidato ao pódio e deixando, definitivamente, Bassas para trás. Contudo, o contratempo surgido a Villa na quarta “especial”, obrigando-o à desistência, deixou caminho livre a Bruno Bulacia para reforçar a primeira posição.

    A partir de então, e embora ainda restassem mais oito classificativas – a quinta “especial” foi anulada por razões de segurança, devido ao nevoeiro – nada se alterou em relação aos primeiros lugares. Ou seja, Bruno Bulacia teve sempre o segundo classificado, Miguel Campos, a uma distância segura, enquanto o piloto português passou a controlar, também, os “movimentos” de Josep Bassas que, por seu turno, também dispunha de uma vantagem confortável face a Pedro Lago (Team Caetano Auto).

    Villa decidiu regressar à prova na etapa de sábado em Super-Rally, com o objetivo de somar pontos-extra com eventuais vitórias nas classificativas e a verdade é que o piloto da Asturhíbrido conseguiu ser o mais rápido em 3 das 8 (empatou uma com Bulacia e outra com Campos), acabando por ser bem-sucedido. Aliás, somar 12 pontos nesta jornada lisboeta permitiu-lhe minimizar as perdas em relação ao líder Bulacia, de quem soma agora uma desvantagem de 20 pontos (91 para 71).

    A única alteração classificativa na etapa de sábado, já sem os pisos de asfalto tão traiçoeiros como na véspera, sucedeu quando José Mulero (Labasa), até então sexto classificado, teve problemas na sétima “especial” e perdeu 4 minutos, caindo para o oitavo lugar, à frente de Javier Villa. José Lamela (Grupo Breogán) e Manuel Martins ganhavam, desse modo, uma posição. 

    Muito embora tivesse feito antes um rali regional com o Toyota GR Yaris RZ, a estreia do antigo triatleta olímpico e campeão mundial Ivan Raña na TGRIC não foi de todo fácil, sobretudo no primeiro dia em que a chuva deixou os pisos bastante escorregadios.

    A próxima etapa da TGRIC, e quinta jornada da época, será o Rali Rias Baixas, na região de Vigo, com classificativas em piso de asfalto, no primeiro fim de semana (6/7) de julho, evento integrado no calendário do S-CER (Super-Campeonato de Espanha de Ralis).

  • Intensidade máxima e emoção ao rubro no asfalto “tórrido” da Beira Baixa!

    Intensidade máxima e emoção ao rubro no asfalto “tórrido” da Beira Baixa!

    A caravana dos Ralis regressa a Castelo Branco e Vila Velha de Ródão nos próximos dias 21 e 22 de Junho, para disputar a etapa inaugural dos ralis em asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis. O evento contará para 8 competições diferentes, incluindo ainda o Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes, o Campeonato de Portugal Masters de Ralis, o Campeonato de Portugal GT de Ralis, o Campeonato de Portugal Clássicos de Ralis, o Campeonato Promo de Ralis, o Troféu FPAK Júnior Team e ainda para o Challenge R5/S2000.

    Com o apoio das autarquias de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão, a Escuderia Castelo Branco é novamente anfitriã desta magnífica competição, projetando e implementando um Rali que esperam possa ser correspondido com um elevado nível competitivo, com os melhores pilotos e os melhores automóveis.

    A prova albicastrense apresenta algumas melhorias relevantes, começando logo por se destacar a redução de cerca de 100 quilómetros de ligações, tornando o rali muito mais compacto. Tal foi possível com a colocação das especiais de classificação numa área geográfica distribuída pelas áreas mais a sul do concelho de Castelo Branco, a que se junta as classificativas que decorrerão dentro das fronteiras de Vila Velha de Rodão. A isto, é adicionado ainda o facto do “Shakedown” e do “Qualifying” decorrerem num traçado às portas da cidade de Castelo Branco, encurtando ainda mais a quilometragem feita em ligações.

    Nesta edição de 2024, serão disputadas onze provas especiais de classificação, quatro das quais na etapa inaugural do Rali, sexta-feira, dia 21 de Junho. Com passagem nas freguesias de Caféde, Juncal do Campo, Sarzedas, esta etapa terminará novamente com a Super Especial “Reconquista”, aguardando-se uma noite “quente” na cidade albicastrense.

    Sábado, dia 22 de Junho, as equipas regressam à estrada para disputar mais sete Provas Especiais de Classificação.

    Nesta segunda etapa, a primeira PEC, uma novidade, será disputada parcialmente na malha urbana de Vila Velha de Ródão. O rali prossegue com passagem por Foz do Cobrão, após o que regressa novamente a Vila Velha de Ródão, para um reagrupamento, onde o publico poderá apreciar as máquinas em Parque Fechado. Depois de uma segunda passagem por Vila Velha de Ródão, o Rali regressa à cidade albicastrense.

    A parte da tarde acontece com três PEC´s, com passagem repetida por Santo André das Tojeiras e novamente passagem por Sarzedas. A sétima  e última PEC do dia e Power Stage, a ser disputada já ao início da noite, bem no coração da cidade de Castelo Branco, a escassas centenas de metros  do parque fechado e da “Fun Zone”, decisão natural depois do enorme sucesso alcançado no ano passado.

    Para Nuno Almeida Santos, diretor de prova, estão reunidos “todos os ingredientes para ser um Rali ao nível da excelência do Campeonato de Portugal de Ralis e assim promover a modalidade, contribuindo também para a promoção turística da região de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão. Aguardamos a adesão do público, dos aficionados do automobilismo, para acompanhar o rali e incentivar as equipas, fazendo-o em segurança. Longe do perigo, perto da emoção!”.

    “A edição 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão tem tudo para ser, uma vez mais, uma grande festa dos ralis, cimentando a sua importância como evento de referência da região, quer pelo seu impacto mediático, quer pela mais-valias para a economia da Beira Baixa”, afirmou João Lucas, presidente da Escuderia de Castelo Branco, que realçou “o esforço profundo que foi feito pelo clube, em conjunto com aas autarquias envolvidas e os nossos parceiros e patrocinadores, para melhorar a prova, seja na parte desportiva, indo de encontro às sugestões dos pilotos e das equipas, seja na animação do evento, tornando-o mais apelativo e capaz de atrair mais público”.

    A Escuderia de Castelo Branco quer ainda transformar as duas noites do rali numa dupla “festa rija” que seja atraente para todo o tipo de público, sem se prender só com os aficionados dos ralis, sendo vasto o programa de animação que poderá ser saboreado pelos milhares que acorram ao centro da cidade de Castelo Branco.

  • Miki Biasion vai apoiar a Lancia no desenvolvimento do Lancia Ypsilon HF e do Lancia Ypsilon Rally 4 HF

    Miki Biasion vai apoiar a Lancia no desenvolvimento do Lancia Ypsilon HF e do Lancia Ypsilon Rally 4 HF

    A marca Lancia anunciou que Miki Biasion irá participar no desenvolvimento do Lancia Ypsilon HF e do Lancia Ypsilon Rally 4 HF. Em 2025, a Lancia lançará o Novo Lancia Ypsilon HF, a versão de elevada performance do primeiro automóvel da nova era da marca, equipado com um motor 100% elétrico de 240 cv.

    No próximo ano, a Lancia também fará o seu regresso oficial aos Ralis com o Lancia Ypsilon Rally 4 HF, com o objetivo de dar espaço aos jovens pilotos que estão a iniciar as suas carreiras poderem tornar-se os profissionais do futuro.

    Ambos os modelos foram apresentados no final de maio, sublinhando a ligação da Lancia ao desporto motorizado e ao intrépido espírito que a tornou a marca de maior sucesso de todos os tempos no mundo dos ralis.

    “Hoje, a Lancia dá mais um passo em frente no seu percurso de Renascimento. No final de maio apresentámos em antevisão dois grandes novos modelos, que serão lançados oficialmente em 2025: o Novo Lancia Ypsilon HF, a versão de elevada performance do primeiro automóvel da nova era da marca; e o Lancia Ypsilon Rally 4 HF, o modelo que marcará o regresso oficial da Lancia ao mundo dos ralis, em linha com a sua lendária história desportiva. O ‘porta-voz’ natural deste duplo regresso só poderia ser Miki Biasion, o piloto italiano de ralis mais bem sucedido de todos os tempos, que contribuiu para fazer da Lancia a marca mais vitoriosa de sempre na história da modalidade. Os seus muitos anos de experiência com a equipa Lancia Corse serão fundamentais para o desenvolvimento de ambos os carros. É o início de um novo capítulo na história do Renascimento da marca, caracterizado pela ambição, pragmatismo e humildade, totalmente em linha com o ADN da marca”, declarou Luca Napolitano, CEO da marca Lancia.

    “Sinto-me extremamente honrado por poder apoiar a Equipa de Produto da Lancia nas configurações e comportamento dinâmico do Ypsilon HF, oferecendo um verdadeiro prazer de condução desportiva aos seus condutores. Estou também muito satisfeito por trabalhar com a equipa Stellantis Motorsport no aperfeiçoamento do desempenho do Ypsilon Rally 4 HF: ‘setup’, travagem e calibração do motor. Espero poder encorajar todos os jovens pilotos que estão a fazer o seu percurso com o nosso Lancia Ypsilon Rally 4 HF, para se tornarem os profissionais e campeões do futuro.

    A Lancia das vitórias e das competições está de volta e estou absolutamente encantado por fazer parte disso”, afirmou Miki Biasion.

    Miki Biasion é um ícone na história do desporto automóvel, tendo contribuído para fazer da Lancia a marca mais bem-sucedida de todos os tempos, com 15 Campeonatos do Mundo de Ralis, três Campeonatos do Mundo de Construtores e de Resistência, uma vitória nas 1000 Miglia, duas vitórias na Targa Florio e uma vitória na Carrera Panamericana.

    Biasion fez a sua estreia nas cores da Lancia ao volante do Rally 037 Gr. B. Em 1983, ano em que correu e venceu os campeonatos italiano e europeu. A partir de 1986, participa apenas em ralis incluídos no Campeonato do Mundo: no seu primeiro ano, leva o Delta S4 à vitória na Argentina. Os resultados melhoraram ainda mais na época seguinte; as suas cinco vitórias em 1988 incluíram o seu primeiro título mundial com o Delta Integrale Gr. A. Em 1989, Biasion juntou-se às fileiras dos bicampeões mundiais e, em ambos os anos, venceu também o Rali Safari, em África, sendo o único italiano a consegui-lo.

  • Rally de Lisboa: Ruiloba leva para Espanha a Taça de Portugal

    Rally de Lisboa: Ruiloba leva para Espanha a Taça de Portugal

    O jovem espanhol Diego Ruiloba, navegado por Angel Vela, no Citroen C3 Rally2, venceu este sábado o Rally de Lisboa | Memorial Joaquim Santos, conquistando a Taça de Portugal de Ralis, depois de dominar por completo a prova organizada pelo CPKA, ao ser o mais rápido em 10 das 12 classificativas disputadas.

    A significativa vantagem final para José Pedro Fontes (Citroen C3 Rally2) diz tudo sobre a superioridade do piloto asturiano, que veio à prova lisboeta ensaiar a sua participação no S-CER (Super-Campeonato de Espanha de Ralis), no Rali de Orense, já no próximo fim de semana. Fontes também aproveitou esta jornada para testar novas soluções no Citroen C3 Rally2 tendo em vista, dentro de duas semanas, o início da fase de asfalto do CPR (Campeonato de Portugal de Ralis), no Rali de Castelo Branco.

    Neste segundo e último dia de rali, que já não contou com a dupla André Cabeças/Ilberino Santos (Ford Fiesta R5), então quarta classificada, que embora tiver concluído a última classificativa de sexta-feira viu-se forçada a desistir, com problemas de transmissão, permitiu ao boliviano Bruno Bulacia (Toyota Yaris GR) confirmar não só a conquista do último lugar do pódio, a nível absoluto, mas também o triunfo – terceiro desta época – na Toyota Gazoo Racing Iberian Cup, frente a Miguel Campos, o piloto português que está na luta pelos primeiros lugares do troféu dos Toyota Yaris GR. Gonçalo Henriques (Renault Clio Rally4), o campeão nacional de 2RM (duas rodas motrizes) em título, esteve em grande destaque, ao garantir, de forma autoritária, o primeiro lugar na sua classe e o quarto lugar absoluto.

    O início do Clio Trohpy Portugal, que marca esta época o regresso da Renault Portuguesa às competições, foi empolgante, com a discussão da vitória entre os Clio Rally4 a estender-se até ao final e Gil Antunes a garantir o primeiro lugar face a Pedro Pereira, cabendo a Danny Carreira o terceiro lugar.

    Juan Carlos Férnandez venceu o Clio Trophy Spain e Juan Carlos Maroño a Sandero Eco Cup Spain, dois troféus monomarca de ralis do país vizinho muito competitivos e que vieram abrilhantar esta edição da Taça de Portugal de Ralis.

    Classificação geral final (oficiosa)

    1º, Diego Ruiloba/Angel Vela (Citroen C3 Rally2), 52m09.9s

    2º, José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroen C3 Rally2), a 2m28.1s

    3º, Bruno Bulacia/Gabriel Morales (Toyota Yaris GR), a 4.26.6

    4º, Gonçalo Henriques/Inês Veiga (Renault Clio Rally4), a 4.57.4

    5º, Miguel Campos/Joana Silva (Toyota Yaris GR), a 5.02.3

    6º, Josep Bassas/Manel Muñoz (Toyota Yaris GR), a 5.16.9

    7º, Daniel Nunes/José Janela (Peugeot 208 Rally4), a 5.58.8

    8º, Pedro Lago Vieira/Marco Macedo (Toyota Yaris GR), a 6.02.6

    9º, Paulo Caldeira/António Costa (Skoda Fabia Rally2 evo), a 6.02.6

    10º, João Rodrigues/Manuel Santos (Peugeot 208 Rally4), a 6.48.0

  • João Rodrigues estreia no Rally de Lisboa um Peugeot 208 Rally4

    João Rodrigues estreia no Rally de Lisboa um Peugeot 208 Rally4

    Para o “Leão de Mafra” será um desafio ambicioso que volta a partilhar com o navegador Manuel Santos. Não só terá de revelar uma rápida adaptação ao competitivo carro francês, como também quererá estar entre os que pretendem conquistar a Taça de Portugal nas Duas Rodas Motrizes, troféu que se disputa na prova lisboeta.

    A presença no rally de Lisboa nem estava nos planos de João Rodrigues: “foi uma coisa de última hora. Em conversa com um dos meus patrocinadores, disse que gostava de fazer o rali e ele questionou o que seria preciso. Fui logo saber o que tínhamos de ter para alugar um carro!… Vimos várias hipótese e esta foi a mais viável. Falamos então com outros patrocinadores para completar o orçamento e tivemos logo luz verde para avançar!…”

    Quanto à escolha de um desafiante Rally4, o piloto de Mafra assume que “queríamos um carro que nos permitisse lutar pelos lugares cimeiros entre todos quantos estiverem aos comandos de carros 2RM e, se possível, tentar mesmo conquistar a Taça de Portugal!”.

    Quanto à estratégia para a longa e desafiante prova que tem pela frente, João Rodrigues revela que a sua ideia passa por ir “conhecendo o carro aos poucos, pois não temos experiência com este 208 Rally4. Vamos andar nele praticamente pela primeira vez no Shakedown. Tentaremos evoluir a cada troço para podermos estar perto dos nosso adversários”.

    João Rodrigues concluiu agradecendo “aos meus patrocinadores, em especial à MJ AUTO,  DOM BILAS e Olaria Norberto Batalha, porque fizeram um grande esforço para podermos ir a esta prova, sem esquecer os restantes patrocinadores, Caixiguias Lda, Mario Santos, Ravpeças Lda, Diogo Reis, Xpower equipamentos, BACOFRA, SCRDM – Sociedade Cultural Recreativa Desportiva Murgeirense,  CS Motorsport, Cofralapa, Carlos Guedes, Faher Portugal, Nimakiko Motos, Churrasqueira do Sobreiro, Ladrilux BelaModa Na Vila, Rádio do Concelho de Mafra – R.C.M e Jet Motorsport”.

  • Toyota Gazoo Racing Iberian Cup: Bruno Bulacia defende liderança no Rally de Lisboa

    Toyota Gazoo Racing Iberian Cup: Bruno Bulacia defende liderança no Rally de Lisboa

    A quarta jornada da TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup (TGRIC) será o Rally de Lisboa (7/8 junho), que nesta edição presta homenagem a Joaquim Santos, um dos melhores pilotos da história do automobilismo português falecido recentemente.

    Será o segundo ano consecutivo que a competição organizada pela Toyota Caetano Portugal, Toyota Espanha e MSI inclui esta prova no seu calendário, para a qual Bruno Bulacia (CSM Automoció) parte como líder, com uma vantagem de 7 pontos face a Javier Villa (Asturhíbrido). São estes, aliás, os únicos pilotos que já venceram esta época, perfilando-se, quando a TGRIC chega agora, em Lisboa, à primeira metade da temporada, como dois dos principais candidatos à discussão do triunfo final.
     
    Para este segundo desafio do ano em pisos de asfalto estão inscritas 9 duplas, perspetivando-se um rali bastante equilibrado em termos do despique pelos primeiros lugares. As classificativas em piso de asfalto estão longe de ser a zona de conforto do líder Bulacia, ao contrário do que sucede nas de terra, exatamente o inverso de Villa. O piloto asturiano, quarto classificado em Lisboa no ano transato, procurará repetir o sucesso do último mês de abril no Rally Sierra Morena, única forma de encurtar distâncias para o atual primeiro classificado da TGRIC.
     
    De qualquer modo, e a avaliar pelo seu desempenho nas provas anteriores, designadamente no asfalto de Córdoba, haverá que contar sempre com Josep Bassas (IPPON Motor Vallés) para discutir as primeiras posições, embora nem sempre bem-sucedido a nível de resultados finais, ao somar duas desistências consecutivas.
     
    A correrem “em casa”, os pilotos portugueses também têm como objetivo melhorar as suas posições na tabela classificativa, como Miguel Campos (Macedo & Macedo GTW Racing) e Pedro Lago (Caetano Auto), atuais terceiro e quarto classificados, respetivamente. Campos, duas vezes 2º, e Lago, duas vezes 3º, estão separados por 5 pontos na disputa do terceiro lugar. Quem não tem sido bafejada pela sorte desde o início da época, depois de ter dominado entre os Toyota GR Yaris RZ Cup na fase inicial do Rali Serras de Fafe, na abertura da época, tem sido a dupla Ricardo Costa/Rui Vilaça (Macedo & Macedo GTW Racing), que é uma ausência de vulto em Lisboa. O estreante Manuel Martins, já melhor adaptado ao Toyota GR Yaris RZ Cup, dá mostras da sua evolução, ainda que penalizado por não ter concluído as duas primeiras provas.
     
    José Lamela (Grupo Breogan), atual quinto classificado, está na luta para se manter na primeira metade da tabela classificativa e José Mulero (Labasa) procura subir na mesma, depois de duas desistências. À semelhança do já referido Ricardo Costa, Carlos Rodríguez (Grupo Breogan) é outro dos pilotos menos afortunados até ao momento, já que soma três desistências nas provas disputadas e será outra das ausências.
    A dupla Ivan Raña/Gloria Alonso vai disputar em Lisboa a sua primeira prova da TGRIC e segunda aos comandos do Toyota GR Yaris RZ Cup.
     
    O Rally de Lisboa|Memorial Joaquim Santos, que decorrerá ao longo de dois dias em concelhos vizinhos da capital portuguesa, tem início na tarde de sexta-feira, com a cerimónia de partida no icónico Padrão dos Descobrimentos, em Belém. Depois, os pilotos disputam as primeiras 5 classificativas (46,64 km), antes de rumarem ao Parque de Assistência, localizado na Alta de Lisboa. Sábado haverá 8 provas de classificação (55,69 km), a últimas das quais inédita, em plena na Marina de Cascais, terminando o rali, às 18h10 (hora local), junto ao Padrão dos Descobrimentos.

  • Hugo Lopes: “o resultado no Spirit é excelente

    Hugo Lopes: “o resultado no Spirit é excelente

    Vitória entre os carros de duas rodas motrizes e um 3º lugar à geral na competição Spirit são resultados que desmontram a rapidez e eficiência durante toda a prova da tripla Hugo Lopes – Magda Oliveira –  Citroen Saxo KitCar, preparado pela AMSPORT.

    Uma referência mundial a nível de provas Rally-Legends, o RallySpirit voltou a encher de público as classificativas por onde passou. Foram vários os locais de passagem, como a Foz do Douro – Porto, a marginal de Gaia, Barcelos, Santo Tirso, Vila Verde e Terras de Bouro.

    Em termos competitivos, Hugo Lopes e Magda Oliveira estiveram mais uma vez em grande destaque aliando-se a uma máquina que fez vibrar o público a cada passagem, o Citroen Saxo KitCar.

    Como refere o viseense: “O resultado é excelente, com tantas viaturas de 4RM, naturalmente favoritas, não contava com este resultado em termos de classificação geral!… Desde início fomos dos mais competitivos e com todas as evoluções e ajustes que fomos fazendo ao longo do fim-de-semana, chegámos ao fim com uma máquina incrível que nos permitiu andar muito rápido e desfrutar!” 

    Magda Oliveira aproveita para: “Agradecer a todo o público presente na estrada que nos fez viver uma prova incrível. Obrigado também a todos os nossos parceiros e à nossa equipa de assistência, AMSPORT, pelo trabalho de excelência durante a preparação e fim-de-semana de prova!“

    Hugo Lopes prossegue agora com a próxima prova do Campeonato de Portugal de Ralis, pontuável também para a Peugeot Rally Cup Portugal, o Rali de Castelo Branco nos dias 21 e 22 de junho.