Depois de uma temporada de sonho em 2023, onde Miguel Carvalho e António Reis se sagraram campeões nas duas rodas motrizes no Campeonato Promo de Ralis, adicionando ainda a vitória na sua divisão nos Desafios Kumho Asfalto, Promo, Centro, agora foi tempo da equipa de Barcelos revelar a sua nova “arma” para 2024: Carvalho e Reis vão “subir” às quatro rodas motrizes, apostando num Hyundai i20 N5 construído pela RMC.
Decorria o mês de dezembro, quando o jornalista Joaquim Amândio Santos, foi até terras barcelenses para conversar com a dupla convidada deste Episódio 2. As imagens são de José Bernardo Coelho e a edição de Armando Leitão e Cristiano Oliveira.
Armindo Araújo foi ontem, terça feira, homenageado pelo Rotary Club de Santo Tirso, pelo seu desempenho desportivo ao longo dos vinte e três anos de carreira e, sobretudo, por ser um dos maiores embaixadores do concelho.
Para o piloto de Santo Tirso, “O reconhecimento que me foi dirigido faz-me sentir muito honrado e obviamente muito feliz por verificar que instituições como o Rotary Club acompanham de perto a minha carreira desportiva. O Rotary faz muito pela sociedade tirsense e assumo que fiquei ainda mais sensibilizado com o trabalho que desenvolvem e, por isso, mais comprometido com as várias iniciativas que este clube levará a cabo. A partir de hoje serei embaixador do Rotary Club de Santo Tirso e tudo farei para elevar, ainda mais, o nome desta instituição”, disse Armindo Araújo.
A TOYOTA GAZOO Racing World Rally Team (TGR-WRT) confirmou que o GR Yaris Rally2 foi oficialmente homologado pela Federação Internacional do Automóvel (FIA) a partir de 1 de janeiro de 2024 e que fará a sua estreia no Rali de Monte Carlo a 25 de janeiro.
TOYOTA GAZOO Racing (TGR) tem participado no Campeonato Mundial de Ralis da FIA [WRC] com o GR Yaris Rally1 híbrido, no Campeonato Mundial de Resistência da FIA [WEC] com o GR010 híbrido e no Campeonato Mundial de Rally Raid da FIA [W2RC] com a DKR Hilux EVO T1U, tendo também desenvolvido o GR Supra GT4 para promover o fabrico de “carros cada vez melhores” através de atividades de desporto motorizado para clientes.
Logo a seguir à categoria de topo do mundial de Ralis, o muito aguardado GR Yaris Rally2 foi desenvolvido para atividades de rali para clientes e fará a sua estreia já na próxima semana. Com a concessão do certificado de homologação, a distribuição do GR Yaris Rally2 está agora a ser feita a clientes em todo o mundo. O primeiro carro comemorativo está programado para ser entregue à ROOKIE Racing, liderada por Morizo, enquanto quatro equipas estão preparadas para participar no Rali Monte Carlo, de 25 a 28 de janeiro, com o GR Yaris Rally2.
O primeiro carro desportivo com tração às quatro rodas a ser desenvolvido exclusivamente pela Toyota em 20 anos, o GR Yaris foi criado pela TGR com a missão de vencer no WRC. Mais do que um carro feito para a TGR ganhar, o GR Yaris Rally2 é um carro feito para os clientes ganharem: este é o início de mais um novo desafio para a TGR.
Toyota Yaris GR Rally2
Photographer: Romain Thuillier
Worldwide copyright: Toyota Gazzo Racing
O carro fez a sua estreia pública no Rali do Japão em 2022, quando Morizo se sentou ao volante e confirmou o seu desempenho. Desde então, a Marca recebeu muitas reações dos muitos pilotos que testaram o carro Rally2 em diferentes superfícies e em diferentes condições. Foram percorridos mais de 15.000 quilómetros de competição, incluindo a participação no Campeonato Japonês de Ralis, que também serviu de teste nas estradas japonesas.
O processo de desenvolvimento incorporou o feedback de pilotos profissionais de topo, jovens pilotos em ascensão e experientes pilotos clientes. No futuro, será recolhido um leque ainda mais alargado de opiniões de concorrentes de desportos motorizados de clientes em campeonatos como o WRC, ajudando a desenvolver melhorias para criar um automóvel cada vez melhor.
Especificações do GR Yaris Rally2 Tipo de motor: Três cilindros em linha, com turbocompressor Cilindrada: 1.618,2 cc Diâmetro x Curso: 87,5 mm x 89,7 mm Restritor de ar: 32 mm de acordo com os regulamentos da FIA Transmissão: Caixa de velocidades: Transmissão sequencial de 5 velocidades Sistema de tração: 4WD Diferencial de deslizamento limitado especificado pela Motorsport Suspensão e travões: Suspensão dianteira/traseira MacPherson Sistema de travões: Terra : 300mm Asfalto: 355 mm, 300 mm Chassis Comprimento: 3,995mm Largura: 1,820mm Altura: ajustável Peso: 1,230kg (inclui 1 pneu suplente) de acordo com os regulamentos da FIA
Temporada 3 | Episódio 1). Arranca aqui a 3ª temporada do MOTORSPORT HOJE. A casa dos protagonistas do desporto motorizado está de volta, numa co-produção VMotores/Novum Canal.
O piloto que defende as cores da Olha o Cogumelo adquiriu um Skoda Fabia R5 e assume uma ambição reforçada para 2024, onde voltará a confiar no trabalho técnico da Racing 4 You.
Terminar o próximo Campeonato de Portugal de Ralis bem dentro do Top 10 absoluto é objetivo assumido durante a conversa com o jornalista Joaquim Amândio Santos. Os dois falaram ainda sobre 2023 e a carreira do piloto.
As imagens são de José Bernardo Coelho e a edição de Armando Leitão e Cristiano Oliveira.
O piloto penafidelense e o seu conterrâneo e navegador António Campos sagraram-se vice-campeões no Campeonato Start Norte de Ralis 2023, depois de uma época notável em que Filipe Teixeira voltou a provar que é um dos pilotos mais rápidos entre os que competem a norte nas duas rodas motrizes. Para 2024, quer “subir um degrau” e lutar pelo título do agora criado Campeonato Start Norte Ralis 2RM.
No início da temporada, o que esperava de 2023?
Foi um ano que nada tínhamos planeado em concreto, mas com a ajuda de todos os nossos amigos e patrocinadores lá fomos conseguindo fazer um rali atrás de outro e os resultados foram aparecendo. Sempre que alinhámos numa prova, o nosso mote é ser rápidos e estar na discussão dos lugares da frente e a temporada passada voltou a provar que conseguimos ser muito competitivos, como prova o excelente 2º lugar final no Start Norte de Ralis.
Qual foi o maior desafio que tinha pela frente?
O maior desafio da temporada foi mesmo ter de assumir mais uma temporada em que não poderíamos almejar mais do que pensar participar corrida a corrida, lutando sempre para conseguir arranjar os apoios necessários. Felizmente, os patrocinadores foram fazendo um esforço e lá conseguimos fazer o campeonato na totalidade e, mais importante, corresponder com bons resultados ao apoio dado por eles.
Qual foi o melhor momento e o momento mais despontante?
Tivemos vários momentos bons. Acima de qualquer momento específico, de 2023 fica o nosso orgulho por sentirmos que mesmo correndo com carros inferiores aos dos nossos principais adversários, andamos taco-a-taco e mostramos em todos os ralis que estávamos lá para ganhar.
O mais desapontante foi, sem dúvida alguma, a saída de estrada no Rali de Famalicão por uma distração minha que não podia acontecer e que, possivelmente, foi decisiva para nos afastar da conquista do título.
Que balanço faz da temporada?
Fica um certo amargo de boca. Se no início de 2023, não tínhamos sequer a certeza de poder fazer o campeonato todo, com o passar das provas, começamos a achar que era possível vencer o campeonato, mas a sorte não teve do nosso lado e acabámos por perder alguns pontos importantes, não só em Famalicão, mas também no Rali de Montelongo e no Rali da Água. Mas, estamos muito orgulhosos do que fizemos e o balanço é muito positivo.
Já tem os seus planos definidos para 2024?
Ainda estamos em avaliação… Em princípio, passará pelo Campeonato Start Norte e Start Norte 2RM. Só falta mesmo decidir em qual carro iremos participar. A maior parte de 2023 foi com o Citroen Saxo e, para além de termos utilizado um Peugeot 206 GTi, alinhamos com um Peugeot 208 VTi R2 em Murça, onde vencemos. O 208 é uma possibilidade para 2024, mas ainda não fechamos nada. Seja qual for o carro, queremos estar na luta pelo título”
A equipa A.MAIASPORT terá em 2024 um desafio enorme ao confirmar já a participação na TOYOTA GAZOO RACING IBERIAN CUP, competição organizada pela MSI em parceria pela Toyota Espanha e Toyota Portugal.
Depois de diversos anos a bordo do Peugeot 206 GTI Gr.A, Manuel Martins irá em 2024 ser o piloto responsável por esta aventura Iberica, o que deixa toda a equipa entusiasmada, mas ao mesmo tempo ciente da dificuldade e responsabilidade acrescida com este desafio, onde o piloto da Póvoa de Varzim irá encontrar pilotos já com bastante mais experiência nestas viaturas.
Serão 8 ralis divididos entre Portugal e Espanha, num misto de provas de Asfalto e Terra, com o início do campeonato a ser já em Fafe, na prova inaugural do Campeonato de Portugal de Ralis.
Brevemente o piloto irá ter o primeiro contacto com a viatura de forma a preparar afincadamente o entrosamento com a nova viatura, numa nova realidade desportiva já que será a estreia em carros com motor turbo e 4 rodas motrizes. Júlio Maia continuará em 2024 no seu habitual Peugeot 206 S1600, num programa de provas ainda não definido, mas sempre com o intuito de escolher as melhores no sentido de promoção e divulgação das marcas associadas ao nosso projeto.
A equipa ainda trabalha para garantir todo o orçamento necessário para garantir a totalidade das provas planeadas, com as melhores condições possíveis.
Hugo Lopes protagonizou uma época de grande nível em 2023. Acompanhado por Tiago Neves e tripulando um Peugeot 208 Rally4 com as cores da AMSPORT, o piloto viseense logrou ser campeão nacional Júnior, vice-campeão no CPR-2RM e alcançar o título na Rally & You Portugal Cup.
No início da temporada, o que esperava de 2023?
“Depois de estar afastado das competições em 2022, o objetivo para 2023 era tentar participar no máximo de provas do CPR-2RM. A ambição era no final da época estar na luta pelo campeonato, mas não sabíamos se seríamos competitivos logo desde início, tendo em conta que os nossos adversários tinham mais experiência nos ralis do Campeonato”.
Qual foi o maior desafio?
“Estar à partida de todos os ralis, sem dúvida!… Todos os anos é muito difícil montar um projeto completo para competir ao mais alto nível e termos conseguido realizar todos os ralis do campeonato foi um desafio enorme, que nos deixa muito orgulhosos e satisfeitos de o termos superado mesmo antes de cada prova começar. Quero muito agradecer à minha equipa e aos nossos patrocinadores por estarem connosco e nos apoiarem na carreira”.
Qual foi o melhor momento e o momento mais despontante?
“Recordo todos os ralis com boas memórias e aprendizagens, mas tenho de destacar a minha primeira vitória no Rali de Castelo Branco que foi muito disputado e a minha vitória na estreia no Rali Vinho da Madeira. Um rali em que ficámos sem direção assistida no último dia e tivemos de lutar com muita garra e vontade para aguentar a vantagem e garantir o triunfo. Foi uma experiência surreal fazer os troços num ritmo alucinante sem direção assistida… será uma história que iremos recordar para sempre!”
Que balanço faz da época de 2023?
“Temporada positiva onde evoluímos bastante e fomos competitivos em todas as provas, estando sempre na luta pela vitória. Apesar de alguns contratempos e problemas mecânicos que nos “tiraram” vitórias e pontos importantes, a época foi muito positiva. O objetivo principal que era vencer a Rally & You Portugal Cup foi alcançado. Fomos ainda campeões entre os juniores e logramos discutir taco-a-taco o título nas duas rodas motrizes, ficando no 2º lugar. Isso deixa-nos muito motivados para o futuro!”
Já tem os teus planos definidos para 2024?
“Na próxima época iremos competir na Peugeot Rally Cup Ibérica e na Peugeot Rally Cup Portuga Portugal e, em ambas, o objetivo é lutar pela vitória”.
Superada a segunda parte da etapa maratona, que correspondeu à 4ª etapa desta edição do Dakar 2024 que hoje conduziu a comitiva até Al-Hofuf, englobando um setor seletivo de 299 quilómetros, Mário Patrão, piloto apoiado pelo CRÉDITO AGRÍCOLA, mantém o primeiro lugar da classificação Veteran Trophy, mantendo ainda a sua posição no Top 20 da competição Rally 2.
A organização asseverou e cumpriu: A navegação prometia ser desafiante, pelo que a etapa de hoje se revelou particularmente exigente para o piloto apoiado pelo SEIA DO TAVARES, que se estreou nesta edição aos comandos de uma Honda CRF450 RS2 Rally.
No final da etapa Mário Patrão explicou: Há dias assim Hoje a navegação foi um enorme desafio para mim, perdi um waypoint que estava difícil de alcançar devido ao excesso de pó existente. Não havia nenhuma visibilidade, e preferi optar pela segurança! Foram 15 minutos de penalização, mas amanhã será outro dia. O Dakar é mesmo assim, cada dia é uma aventura e é isso que faz desta prova algo tão especial. Lutar contra as adversidades, superá-las e manter a minha posição é o meu desafio diário, pelo qual mantenho o foco. O apoio dos portugueses tem sido incrível e agradeço do fundo do coração, cada palavra que motiva a minha caminhada aqui., salienta o piloto patrocinado pela A&M COSMETICA que, para além da liderança entre os Veteranos e do 20º lugar em Rally 2, ocupa o 36º lugar da classificação geral absoluta.
A quinta etapa do Rali Dakar 2024 vai marcar a entrada dos concorrentes no desafiante Empty Quarter. Serão cumpridos 118 km de especial dos 727 km totais, entre trilhos de areia e dunas sendo que apenas alguns concorrentes conseguirão chegar ao acampamento em Shubaytah antes do pôr do sol, tal é a dificuldade anunciada pela organização.
António Maio concluiu mais uma etapa do Rali Dakar 2024, desta feita a quarta que ligou Al Salamiya a Al-Hofuf na Arábia Saudita. O piloto Yamaha terminou os 299 km cronometrados que compunham a especial de hoje no 22º lugar e ocupa agora o 25º posto da geral.
O Major da GNR gastou 3h15m40s a realizar esta especial que começou bem cedo e que se mostrou bastante complexa ao nível da navegação. Apesar da dificuldade da jornada, António Maio está confiante e acredita que o Top20 da classificação geral das motas está ao seu alcance.
“Hoje foi um dia longo. Começámos bem cedo com uma ligação de 200 km, realizámos uma especial com 300km e no final ainda fizemos mais 200 km de ligação até ao acampamento. Foi uma etapa agridoce porque eu estava com um bom ritmo, mas cometi alguns erros de navegação que me fizeram perder algum tempo. No geral foi uma boa etapa, não caí estou bem fisicamente sem dores nem lesões, a mota está muito bem e o Bruno está a fazer um excelente trabalho. Agora é preparar a jornada de amanhã que será bastante dura”, referiu António Maio.
Amanhã a caravana avança para a quinta etapa da corrida, que se realiza entre Al-Hofuf e Shubaytah, onde serão cumpridos 645km entre setor seletivo e ligação. Esta jornada marca a entrada dos concorrentes no desafiante Empty Quarter. Serão disputados 118 km de especial entre trilhos de areia e dunas sendo que apenas alguns concorrentes conseguirão chegar ao acampamento em Shubaytah antes do pôr do sol.
A temporada de 2023 foi para Miguel Abrantes uma luta constante com as adversidades, os incidentes e os problemas técnicos, que limitaram em muito as justas ambições do piloto de Águeda. Agora, é tempo de deixar para trás esse calvário, com Abrantes a já só ter olhos para 2024, onde vai tripular um Ford Fiesta Rally4.
No início da temporada, o que esperava de 2023?
2023 tinha tudo para correr bem. Consegui pela primeira vez em tantos anos ter um leque de apoios que me permitiam efetuar a época minimamente confortável. Depois, esperava sobretudo ter uma época tranquila e conseguir chegar ao final do Campeonato numa boa posição. Foi isso que foi “prometido” aos patrocinadores, pois estava consciente que haveria no CPR 2RM uma enorme disputa pelas melhores posições e que a consistência e regularidade seriam muito importantes nas contas finais. Infelizmente não consegui atingir os objetivos propostos…
Qual foi o maior desafio?
Existiam à partida diversos desafios. O primeiro era a minha inexperiência em pisos de terra. Depois o carro. A CRN desafiou-me a conduzir o Clio R3T, um carro conhecido por ser difícil de pilotar, mas aceitamos o desafio. O último grande desafio foi a transição para o Clio Rally4, algo que deveria ter sido ponderado bem mais cedo!
Qual foi o melhor momento e o momento mais despontante?
“Para ser honesto, desportivamente não consigo enumerar um bom momento… Não consegui efetuar uma única prova sem problemas. A época começou verdadeiramente em Fafe. Este rali ficou marcado pelas péssimas condições climatéricas, pela anulação de grande parte das especiais. Senti uma profunda falta de respeito por parte da organização pela caravana do CPR2RM… No Algarve as coisas correram um pouco melhor, mas tivemos problemas de falta de potência no Clio, algo que também nos afetou na Aboboreira. Seguia-se o Asfalto, onde eu apostava em conseguir andar bem mais à frente que na Terra, mas também aqui o carro não estava a 100% e já depois de efetuar o Shake Down, decidi não participar no Rallye de Castelo Branco. Foi talvez das decisões mais difíceis de tomar, mas foi a mais sensata. Deu-se a passagem para o Clio Rallye 4 e no Constalica, uma prova que servia de preparação para o Rallye da Água, tive um acidente que me arruinou o orçamento e condicionou o final de época. Como referi desportivamente não consigo enumerar um bom momento, mas pessoalmente tenho vários. A confiança que os patrocinadores depositaram no nosso projeto e as excelentes relações com os meus navegadores de 2023, a Inês Veiga, o João Greno, o Pedro “Botas” e o Tiago Silva. A eles o meu muito obrigado!”
Que balanço faz da época?
Por tudo o que referi na pergunta anterior, o balanço não é de todo positivo…
Já tem os seus planos definidos para 2024?
Já! Comecei bem cedo a trabalhar para 2024. Conseguimos junto de algumas empresas viabilizar o projeto que em breve será apresentado, conseguindo levar algumas empresas pela primeira vez para o “mundo Motorsport”. Será um ano de “tudo novo”. Para começar um novo carro. Vamos dispor de um Ford Fiesta Rally 4, uma viatura que adquirimos em Dezembro passado e com o qual já iniciamos a preparação da época. Outra novidade será o navegador. Passarei a contar com o Fábio Reis à minha direita, um navegador já com bastante experiência e que será sem dúvida uma mais-valia ao longo do Campeonato. Vamos então disputar o CPR 2RM, apenas não estando nos nossos planos iniciais o Rallye de Fafe, Rallye de Portugal e Madeira. Se a não participação na prova do WRC e Madeira se prendem sobretudo com os custos de participação nas mesmas, já Fafe é por uma questão pessoal. Não gostei como fomos tratados em 2023. Se não queriam o CPR2RM (como me foi referido por um elemento da organização) na prova, não aceitavam a nossa inscrição!”