Categoria: Todo Terreno

  • Alexandre Pinto conquista terceira medalha no Dakar 2025

    Alexandre Pinto conquista terceira medalha no Dakar 2025


    Dupla da Old Friends Rally Team venceu todas as etapas e lidera destacada o Mundial SSV.

    Alexandre Pinto tem estado imparável no Dakar Rally 2025. Hoje, o piloto de apenas 25 anos que se faz acompanhar pelo ainda mais jovem e também estreante Bernardo Oliveira, de 20 anos, voltou a brilhar na 47ª edição da mais importante competição mundial de todo-o-terreno ao vencer a terceira etapa pontuável para o Campeonato do Mundo Rally Raid SSV, continuando a fazer o pleno neste Dakar 2025.

    Com um total de 15 pontos, Alexandre Pinto reforçou substancialmente a liderança no Mundial SSV. A dupla da Old Friends Rally Team conquistou ainda mais um pódio no FIA Rookie Challenge. 

    “A etapa foi reduzida, mas não foi menos exigente. Os primeiros 100 km foram feitos sempre em pedra. Foi uma etapa muito dura para a mecânica do carro e para nós também. Era muito fácil cometer erros ou furar. No fim da especial tivemos muitos quilómetros de ligação, tanto a que já chegámos ao bivouac de noite. Foi um dia longo, de manhã a noite, apesar da especial ter sido curta. Terminámos sem problemas. Foi mais um dia a manter um ritmo, a acumular quilómetros e a aprender. Estamos muito contentes por receber mais uma medalha do Campeonato do Mundo e preparados para amanhã, para a grande etapa maratona””.

    Alexandre Pinto, aos comandos de um Can-Am, gastou 4h 00m 09s para cumprir os 327 km cronometrados do setor seletivo da etapa que ligou Bisha a Al Henakiyah.

    Amanhã disputa-se a quarta etapa da 47ª edição do Rally Dakar, a primeira parte da etapa maratona que conduzirá a comitiva de Al Henakiyah a Alula ao longo de 415 km cronometrados. Esta será mais uma prova de fogo. As pistas técnicas que conduzirão a AlUla mergulharão pilotos e máquinas nos desfiladeiros pelos quais a região é conhecida. Os pilotos terão apenas uma hora e meia para trabalhar nas suas máquinas e não contarão com qualquer tipo de assistência.

  • António Maio muito constante no Rali Dakar

    António Maio muito constante no Rali Dakar

    António Maio completou mais uma etapa do 47º Rali Dakar, desta feita a terceira, que decorreu entre Bisha e Al Henakiyah. Foi mais uma complexa jornada onde ao longo dos 327 quilómetros cronometrados que compunham o percurso predominaram os pisos com muita pedra.

    Uma vez mais o piloto inscrito pelo Franco Sport Yamaha Racing Team viu-se confrontado com a enorme dureza que caracteriza esta competição e que coloca à prova a sua destreza para ultrapassar as enormes dificuldades que foram surgindo ao longo de toda a especial.

    “Esta etapa foi complicada. Após uma ligação de 150 km fizemos 320 de especial metade dela em pedra e foi muito difícil. Era uma etapa muito perigosa. Apanhei muito pó e perdi algum tempo no início do dia devido a um erro de navegação. Tive ainda um pequeno percalço porque reparei que não tinha o tampão do depósito de gasolina e pensei que tinha perdido a gasolina toda. No entanto, era o cabo da conexão dos depósitos que estava desligado. Consegui resolver a situação e terminei mais uma especial. No final fizemos mais 350 km de ligação com um frio tremendo. Safou-me um casaco emprestado por um árabe que me permitiu acalmar um bocado o frio”, referiu António Maio.

    Aos comandos de uma Yamaha WR450 Rally, efetuou o percurso em 4h09m36s e ocupa agora o 28º lugar da classificação geral sendo o 17º da Classificação Rally GP.

    Amanhã disputa-se entre Al Henakiyah e Alula, na Arábia Saudita, a quarta etapa do Rali Dakar 2025. Serão cumpridos 588 km dos quais 415 serão cronometrados. A quarta especial marca o início da jornada maratona onde ao final do dia os pilotos terão apenas uma hora e meia para trabalhar nas suas máquinas. Será mais um complexo desafio que os concorrentes terão de enfrentar.

  • Dakar: João Dias termina terceira especial e já pensa na etapa maratona

    Dakar: João Dias termina terceira especial e já pensa na etapa maratona

    Depois dos problemas sentidos na véspera, João Dias e Gonçalo Reis levaram o Can-Am Maverick da Santag Racing até ao final da terceira etapa do Dakar sem problemas, garantindo mais um top-10 na classe SSV.

    No pensamento da dupla portuguesa já está a etapa maratona que amanhã tem início e as dificuldades esperadas.

    “Hoje o dia foi muito tranquilo para nós. Depois dos problemas sentidos ontem e da penalização de 20 horas que nos foi averbada não podemos ter esperanças no resultado. Resta-nos usufruir da experiência, demonstrarmos a nossa qualidade e levar o carro até ao final da corrida. afirmou João Dias antes de fazer a antevisão à etapa seguinte: “amanhã iniciamos a etapa maratona. Mais uma dura especial onde voltamos a não contar com a equipa de assistência no final. Esta primeira semana de Dakar Rally está a ser muito dura, mas também foi para isso que nos preparámos.”

    A quarta etapa do Dakar liga Al Henakiyah a Al’Ula e conta com  415 km cronometrados. Por mais difíceis que tenham sido os primeiros dias, não é tempo para vacilar. A etapa maratona será uma aventura e das grandes. Os participantes devem ter cuidado com o terreno vulcânico e trilhos técnicos que os conduzem até Al’Ula e que prometem termina nos sempre esplêndidos desfiladeiros pelos quais aquela região saudita é famosa. A linha de chegada estará montada dentro do bivouac, que está fechado aos veículos e equipas de assistência.

  • João Ferreira é quinto na 3ª etapa e ascende ao Top10 da Geral

    João Ferreira é quinto na 3ª etapa e ascende ao Top10 da Geral

    João Ferreira e Filipe Palmeiro conseguiram hoje um resultado muito positivo na terceira etapa do Dakar Rally 2025. Ao volante do Mini JCW 3.0d da X-Raid e movido a combustível 100% renovável da Repsol Portugal, o piloto de Leiria conseguiu o 5.º lugar da etapa, ascendendo ao 9.º lugar da geral, provisoriamente.

    O piloto de Leiria confirma assim um excelente início de Dakar, num momento em que vários dos principais candidatos tem sofrido rudes golpes nas suas aspirações, ainda antes da etapa da Maratona que tem início amanhã.

    “Foi uma etapa muito boa para nós, apesar da muita pedra e pó que encontrámos no início. Fomos rápidos e consistentes e chegamos ao destino muito satisfeitos com o resultado e a exibição. A equipa vai agora preparar o carro para a dureza dos próximos dois dias, disputados em formato maratona, onde voltamos a ser desafiados pela organização antes do merecido dia de descanso em Ha’il.” afirmou o jovem piloto.

    A quarta etapa do Dakar liga Al Henakiyah a Al’Ula e conta com  415 km cronometrados. Por mais difíceis que tenham sido os primeiros dias, não é tempo para vacilar. A etapa maratona será uma aventura e das grandes. Os participantes devem ter cuidado com o terreno vulcânico e trilhos técnicos que os conduzem até Al’Ula e que prometem termina nos sempre esplêndidos desfiladeiros pelos quais aquela região saudita é famosa. A linha de chegada estará montada dentro do bivouac, que está fechado aos veículos e equipas de assistência.

  • Dakar: Maria Luís Gameiro sobreviveu à mais dura etapa do Dakar

    Dakar: Maria Luís Gameiro sobreviveu à mais dura etapa do Dakar

    A segunda etapa do Dakar 2025 vai ficar para sempre gravada na memória de quem a viveu por dentro. Mais de 1000 km percorridos em dois dias, sem passar pelo conforto do Bivouac, numa prova de superação que levou muitos ao limite. Tanto que a lista de desistências cresceu muito. Mas, superando as adversidades, Maria Luís Gameiro e José Marques chegaram ao fim da etapa de 48h.

    A etapa mais extensa desta edição contou com 947 quilómetros cronometrados e 45 de ligações. Partindo de Bisha, as tripulações seguiram sem terem uma noção exata sobre onde pernoitariam, apenas cientes de que ficariam numa das seis áreas de paragem situadas entre os quilómetros 491 e 671 da especial. Além do elevado nível de exigência desportiva, o percurso atravessou um cenário inóspito, onde os desafios espreitam a cada quilómetro. Foi com este cenário que Maria Luís Gameiro e José Marques partiram para um dos maiores desafios das suas vidas.

    E a dureza do desafio superou em muito o que Maria Luís imaginara. Sozinhos no deserto por mais de oito horas, resolvendo um problema mecânico do Fenic X-Raid 1000R Turbo, e com apenas uma hora de descanso, a dupla do Team Motivo JCB nunca baixou os braços. Apesar de todos os desafios, conseguiram chegar ao fim desta épica etapa, que já muito consideram a mais dura de sempre:

    No final desta maratona, a piloto afirmava:

    “o que vivemos nesta etapa foi muito para lá do que imaginamos. Esperávamos uma especial muito dura, mas o que vivemos foi para lá disso. Acredito, e o que tenho ouvido por aqui confirma-o, que a organização terá levado um pouco longe demais o desafio. Vimos pilotos e navegadores a chegar ao fim da etapa lavados em lágrimas. Outras equipas ficaram pelo caminho. Nós conseguimos sobreviver. Apesar das dificuldades, das oito horas sozinho no deserto, dos problemas no carro que conseguimos resolver e apenas com uma hora de sono, acabámos. Como? Sinceramente, não sei! Muitos dos mais experientes apontaram esta como a etapa mais dura de sempre do Dakar. Eu e o José Marques também chegamos ao fim da etapa invadidos por uma emoção tremenda. O sentimento de missão cumprida misturou-se com o cansaço extremo.“

    Esta meta já ficou para trás e “mão há muito tempo para recuperar energias, mas a organização irá encurtar a etapa de amanhã, o que nos poderá dar um pouco mais de descanso. Mas o cansaço não consegue diluir o sentimento de orgulho que sinto por ter vencido este desafio. Vivi algo que nunca tinha vivido até agora em competição. Mas é tempo de olhar em frente. Há outra etapa para fazer e novos desafios a enfrentar. Mas esta pequena vitória de ter sobrevivido à Etapa 2 do DaKar 2025, ninguém me tira.”

  • Dakar: Alexandre Pinto bisa no Campeonato Mundo (c/ vídeo)

    Dakar: Alexandre Pinto bisa no Campeonato Mundo (c/ vídeo)

    Alexandre Pinto repetiu ontem o triunfo alcançado na etapa inicial do Rally Dakar 2025. Nesta que é a sua estreia na prova rainha do todo-o-terreno mundial o piloto, inscrito pela Old Friends Rally Team e navegado por Bernardo Oliveira, voltou a somar a pontuação máxima para o Campeonato do Mundo Rally Raid SSV, competição que agora lidera com a pontuação de 10 pontos.

    A dupla lusa conquistou ainda a vitória absoluta no FIA Rookie Challenge, competição destinada aos pilotos FIA estreantes no Dakar.

    ““Foram quase 1000 km feitos, foi uma aventura, uma experiência nova para nós, mas correu tudo bem. Imprimimos um ritmo conservador que deu frutos no final. Trouxemos o carro até ao fim. Conseguimos vencer novamente a classificação da etapa destinada ao Campeonato do Mundo, acumulámos mais pontos e subimos para 3º da geral. O Dakar ainda está só a começar, não criamos demasiadas expectativas, mas acho que estamos a conseguir encontrar o ritmo certo para a corrida. Ainda agora o Dakar está a começar, mas está tudo a correr bem””, salientou à chegada a Bisha o piloto.

    Alexandre Pinto, aos comandos de um Can-Am, percorreu os 947 quilómetros cronometrados da exigente etapa que se disputou ao longo de dois dias, em 12h35m51s.

    Hoje disputa-se a terceira etapa do Rally Dakar 2025. Depois de três dias em Bisha, a caravana enfrentará uma longa viagem para o norte enquanto continua a percorrer o país. Será a vez de rumar a Al Henakiyah. Dado que a zona tem estado sujeita a fortes tempestades, a organização decidiu estabelecer um percurso mais acessível para proporcionar também algum descanso aos concorrentes após a dura etapa crono, até porque nos dias 8 e 9 de janeiro toda a comitiva terá de enfrentar uma etapa maratona. Assim o percurso da terceira etapa foi encurtado para 327 km cronometrados.

  • A sorte esteve com António Maio na etapa de 48H 

    A sorte esteve com António Maio na etapa de 48H 

    António Maio, aos comandos da sua Yamaha WR450 Rally, terminou com sucesso a segunda etapa deste 47º Rally Dakar melhorando sete posições face à etapa inicial. A jornada realizada em torno de Bisha, na Arábia Saudita, foi o primeiro grande desafio desta edição da prova uma vez que os pilotos tiveram pela frente uma especial composta por 947km cronometrados onde predominaram as dunas e pistas de areia.

    Dakar Rally 2025

    A complexidade e dureza da etapa fizeram-se sentir, mas António Maio conseguiu superar todas as adversidades e concluiu a especial em 12h23m29s.

    O piloto inscrito pelo Franco Sport Yamaha Racing Team iniciou bem esta longa etapa de 48 horas, apesar de ter partido na frente da caravana, e a meio da especial revelou que estava a imprimir o ritmo certo e tinha boas perspetivas para a segunda parte da etapa. No entanto, um problema mecânico dificultou a prestação do piloto que ainda assim conseguiu terminar a segunda especial na 27ª posição.

    “A etapa de 48 horas foi complexa, exigente e longa. Era uma etapa com muitas dunas, fesh fesh e muita areia. A primeira parte da especial correu bem e consegui fazer uma boa navegação, apesar de termos feito mais de 200 km em dunas a abrir pista. Mas, a etapa foi muito exigente e a determinada altura quando entrava nas dunas notei que a mota perdia água. Assim, o meu objetivo foi trazer a mota até ao fim. Tentei gerir ao máximo a situação porque já estava a ser difícil de manter a mota a trabalhar. Na última zona de reabastecimento a mota já não queria pegar, mas por sorte pegou e consegui arrancar. Estava com algum receio de cair, mas felizmente correu tudo bem. Foi muita sorte ter terminado. Parei no palanque e a partir daí a mota não pegou mais. Vamos agora trabalhar para resolver o problema para que amanhã o dia possa ser positivo”, contou António Maio.

    Realiza-se amanhã a terceira etapa do Dakar 2025. A especial vai contar com um longo de 327km cronometrados e decorre entre Bisha e Al Henakiyah. A especial era inicialmente composta por 496km cronometrados, mas devido às intempéries que tem assolado a região a organização optou por encurtar o troço. Após um longo período em Bisha a caravana segue agora numa viagem até ao norte do país.

  • Luís Portela Morais sobe 6 posições e entra no Top 10

    Luís Portela Morais sobe 6 posições e entra no Top 10

    Etapa de 48 Horas revelou-se muito dura para a caravana do Dakar 2025. 

    Luís Portela Morais, navegado por David Megre aos comandos do protótipo G-ECKO, conseguiu superar todas as dificuldades da exigente etapa de 48 Horas com uma prestação que lhe permitiu melhorar significativamente a sua posição no Ranking Challenger desta 47ª edição do Rally Dakar.

    A jornada cumprida em torno de Bisha foi bastante dura principalmente por se ter realizado em grandes extensões de dunas e muitas pistas de areia, terrenos que se apresentaram extremamente difíceis para as máquinas e pilotos. Todavia, a dupla do bp Ultimate Adventure Team mostrou uma enorme resiliência bem como um andamento muito constante que lhe permitiu terminar a especial na 7ª posição Challenger, ascendendo ao 8º lugar da classificação geral da categoria. 

    “Terminámos a etapa de 48 Horas. Foi o primeiro grande obstáculo que tivemos de ultrapassar neste Dakar. Foram dois dias muito duros onde tivemos alguns problemas de navegação. A falta de treino e de corridas está a custar-nos um bocadinho. Mas, o que interessa é que estamos no final. A nossa principal intenção é trazer todos os dias o carro até ao fim. Não temos grandes prolemas no carro e já estamos a preparar a etapa de amanhã. Vamos dar o nosso melhor e tentar alcançar um bom resultado”, referiu Luís Portela Morais.

    Realiza-se amanhã a terceira etapa do Dakar 2025. A especial vai contar com um longo de 327km cronometrados e decorre entre Bisha e Al Henakiyah. A especial era inicialmente composta por 496km cronometrados, mas devido às intempéries que tem assolado a região a organização optou por encurtar o troço. Após um longo período em Bisha a caravana segue agora numa viagem até ao norte da Arábia Saudita.

  • Ricardo Porém sofreu para terminar etapa maratona de 48 horas

    Ricardo Porém sofreu para terminar etapa maratona de 48 horas

    Ricardo Porém e Nuno Sousa completaram hoje, com dificuldade, a segunda etapa do Dakar Rally, a famosa etapa 58 horas.

    Os leirienses, a competir na categoria Challenger, sofreram com os problemas de juventude do MMP, mas não baixaram os braços e terminaram a etapa, ocupando agora o 14.º posto da geral.

    “Isto é o Dakar. Infelizmente umas vezes sorrimos, outras sofremos. Desta vez chegamos a Bisha cansados, tristes com o resultado, mas orgulhosos do trabalho que tanto nós como a equipa estamos a desenvolver. O Dakar não termina aqui por isso há muito tempo para recuperar e procurar atingir os nossos objetivos”, afirmou o piloto de Leiria.

    A terceira etapa do Dakar liga a cidade de Bisha, que acolheu os primeiros dias de competição, a Al Henkiyah, num total de 495km cronometrados ao qual se juntam 352km de ligação. Pilotos e máquina dirigem-se agora mais para norte em território saudita, onde as secções técnicas no início do especial serão apenas a primeira dificuldade encontrada. O Dakar não se ganha nestas etapas mais velozes, mas pode com certeza perder-se aqui. Todo o cuidado é pouco.

  • João Dias forçado a abandonar etapa 48 horas do Dakar Rally

    João Dias forçado a abandonar etapa 48 horas do Dakar Rally

    João Dias e Gonçalo Reis não concluíram a etapa 48 horas do Dakar Rally. Aos comandos do Can-Am Maverick da Santag Racing e inscrito na categoria SSV, o piloto de Torres Vedras rodava tranquilamente dentro dos 6 primeiros lugares da classe quando o motor da sua viatura cedeu.

    Depois da chegada à assistência, a equipa vai reparar o carro e preparar tudo para que a dupla, já sem ambição nos resultados, lute para terminar o Dakar.

    “Não era assim que queríamos terminar as 48 horas deste Dakar. Fizemos uma primeira metade muito positiva, sem grandes problemas, mas hoje as coisas não correram bem e fomos forçados a procurar a estrada e esperar pela equipa de assistência. O motor cedeu e não tivemos outra opção. Agora a Santag Racing vai trabalhar intensivamente e amanhã regressamos à luta com muita vontade de terminar e usufruir deste Dakar.” afirmou com tristeza João Dias.

    A terceira etapa do Dakar liga a cidade de Bisha, que acolheu os primeiros dias de competição, a Al Henkiyah, num total de 495km cronometrados ao qual se juntam 352km de ligação. Pilotos e máquina dirigem-se agora mais para norte em território saudita, onde as secções técnicas no início do especial serão apenas a primeira dificuldade encontrada. O Dakar não se ganha nestas etapas mais velozes, mas pode com certeza perder-se aqui. Todo o cuidado é pouco.