Categoria: Velocidade

  • CPV Legends, CPV Clássicos e CPV 1300 foram um êxito no Estoril

    Os Campeonatos de Portugal de Velocidade Legends, Clássicos e 1300 reuniram mais de 80 carros no Estoril Racing Tribute Armando Pinto que terminou este domingo.

    Os Campeonatos de Portugal de Velocidade Legends, Clássicos e 1300 realizaram hoje duas corridas cada, a contar para a quinta e última jornada. Para não destoar das rondas anteriores, quem se deslocou ao Autódromo do Estoril foi brindado com um belo espetáculo de manhã e à tarde.

    Na Corrida 1 do Campeonato de Portugal de Velocidade 1300 (CPV 1300), Luís Mendes (Citroën AX Sport), que arrancou da segunda posição, assumiu a liderança, com João Braga (Datsun 1200), Carlos Cruz (Datsun 1200) e Jorge Marques (Toyota Starlet 1300 S) a tentarem contrariar o piloto de Felgueiras. João Braga conseguiu isso mesmo à passagem da terceira volta e, na seguinte, foi a vez de Pedro Barbosa (Datsun 1200) – que largou do quinto posto – a assumir o comando, tendo João Braga e Luís Mendes como principais opositores. A quatro voltas para o final, a luta pela vitória passou a ser mais intensa entre João Braga e Pedro Barbosa, tendo o primeiro acabado por levar a melhor, praticamente em cima da linha de meta, por escassos 0,231s!

    Uma vitória importante para João Braga na luta pelo título, ganhando ainda mais relevo se tivermos em conta a falta de sorte de José Fafiães (Datsun 1200), líder do campeonato à partida para o Estoril, que foi forçado a abandonar à passagem da sétima volta.

    Luís Mendes completou o pódio e venceu na categoria Legends, Carlos Cruz e Jorge Marques fecharam o top-5. David Vieira (Fiat Punto 85) triunfou no Desafio ANPAC, Abel Marques nos Legends 1000 com o Autobianchi A 112 e Miguel Barata (Datsun 1000) venceu nos H71-1000.

    Na Corrida 2, Luís Mendes arrancou melhor e esteve na liderança até à passagem da sétima volta, altura em que João Braga passou para o comando e a partir daí contou com um novo adversário, nomeadamente José Fafiães, que largou da 19.ª posição. O duelo manteve-se até à bandeira xadrez, com Fafiães a revelar-se mais forte e a superar João Braga por 0,419s.

    Luís Mendes garantiu a terceira posição e venceu nos Legends, enquanto Jorge Marques e Carlos Cruz encerraram o top-5. Tiago Silva triunfou no Desafio ANPAC após luta intensa com David Vieira, Abel Marques venceu nos Legends 1000 e Veloso Amaral nos H71-1000.      

    No Campeonato de Portugal de Velocidade Legends, a Corrida 1 foi verdadeiramente emocionante até final, tendo como principais protagonistas Luís Barros (Ford Escort RS 500) e Francisco Gonçalves (Lotus Elise). Os últimos oito minutos foram ainda mais intensos, mas Luís Barros conseguiu resistir às investidas de Francisco Gonçalves e saiu vitorioso na categoria Super Trophy, com o piloto do Lotus Elise a terminar logo a seguir, com uma desvantagem de apenas 0,480s e a vencer na categoria Super Extra.

    Paulo Sousa (BMW E36 M3) garantiu ‘tranquilamente’ a terceira posição e venceu no campeonato dos Legends e nos L99, enquanto Luís Liberal (BMW M3) e Marcos Oliveira (Westerfield) deram igualmente um bom espetáculo na luta pelo top-5, com o primeiro a levar melhor e a vencer nos L90. André Monteiro (Citroën Saxo VTS) venceu na categoria L99-1600, José Almeida (Honda Integra Type R) triunfou nos L99-2000, Francisco Viola (Honda Civic Type R Atomic) impôs-se no Troféu Atomic, João Paulo Matos (Nissan 350 Z) saiu vitorioso nos Super Extra e Horts Baptista (Renault 5 GT Turbo) na categoria Trophy.     

    Na Corrida 2, Francisco Gonçalves e Paulo Sousa assumiram as primeiras posições e travaram um duelo até à passagem da quinta volta. A partir daí, o piloto do Lotus Elise impôs um andamento cada vez mais forte que lhe permitiu bater toda a concorrência de forma expressiva e vencer na categoria Super Extra. Paulo Sousa conservou o segundo lugar e a vitória no campeonato dos Legends. Mais atrás, Luís Liberal e Paulo Vieira proporcionaram um bom espetáculo até à bandeira xadrez, levando a melhor o primeiro por menos de 0,2s – e a vitória entre os L90 –, sendo Paulo Vieira um meritório quarto classificado, enquanto Ricardo Macedo (Volvo 850 R) encerrou o top-5 e venceu nos Super Trophy. André Monteiro voltou a triunfar nos L99-1600, assim como José Almeida nos L99-2000, Francisco Viola no Troféu Atomic. Desta vez, Luís Império (BMW 320 IS) ganhou na categoria Trophy.

    Na Corrida 1 do Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos, Joaquim Jorge (Ford Escort RS 1600) fez um bom arranque e conseguiu construir uma vantagem que lhe permitiu rodar destacado na primeira posição. Mas à oitava volta, Rui Costa (Ford Escort RS 1600) surgiu na traseira do carro de Joaquim Jorge e deu uma enorme luta, que só culminou quando faltava 1m55s para o final, altura em que um despiste de outro piloto obrigou à amostragem da bandeira vermelha, que se transformou em xadrez, dado que a corrida já ultrapassava os 75% do tempo previsto. Vitória, portanto, para Joaquim Jorge.

    Um pouco mais atrás, outro duelo interessante pela terceira posição entre João Cruz (Ford Escort RS 1600) e José Francisco Mora (Ford Escort MK2), com o primeiro a levar a melhor e a vencer no Grupo 5, enquanto Mora triunfava nos H81. Ricardo Pereira (Ford Escort RS 2000) venceu o Grupo 1.

    Na Corrida 2, Rui Costa foi o mais bem-sucedido na partida e tirou o melhor proveito para liderar até à sexta volta, altura em que João Macedo e Silva (Porsche 911 RSR) – que arrancou da 14.ª posição – assumiu o comando e não mais o largou, vencendo com uma expressiva vantagem para o segundo classificado, nomeadamente Rui Costa. Joaquim Jorge foi um tranquilo terceiro classificado e a luta pela quarta posição foi bem interessante, tendo João Cruz levado a melhor e ganho novamente no Grupo 5, enquanto José Francisco Mora terminou logo a seguir no top-5 e triunfou de novo nos H81. Desta vez, foi Rui Azevedo (Ford Escort Rs 2000) quem venceu no Grupo 1.

  • Programa de corridas do Team Peugeot TotalEnergies de 2022 chegou ao final

    As 8 Horas do Bahrein foram a última corrida do programa de três jornadas que o Team Peugeot TotalEnergies definiu para 2022, em antecipação ao assalto ao Campeonato do Mundo de Resistência FIA a partir de 2023. A corrida deste sábado terminou com o PEUGEOT 9X8 #94 no quarto lugar final, ficando o 9X8 #93 com o registo da volta mais rápida em corrida, carro que, na véspera, na sessão Qualificação, garantiu um lugar na primeira linha da grelha de partida.

    As 8 Horas do Bahrein – última ronda do Campeonato do Mundo de Resistência FIA de 2022 – permitiram resolver, em definitivo, as batalhas pelos títulos da presente temporada, sendo que o Team Peugeot TotalEnergies gostaria de felicitar os recém-coroados campeões, com quem a equipa planeia reencontrar-se em futuras batalhas. As informações recolhidas pela equipa durante esta terceira saída competitiva do PEUGEOT 9X8 e a experiência adicional adquirida pelos seus pilotos no Bahrein irão ajudar a alcançar esse objetivo foram a base do programa do presente ano.

    Os planos da equipa para 2022 arrancaram com um teste privado em janeiro, a que se seguiram várias outras sessões. Mas, dado que nada pode substituir o verdadeiro confronto em pista, com os adversários, considerou-se também a participação em três corridas. Com esta parte da sua missão agora concluída, a aprendizagem recolhida irá permitir à equipa passar para a fase seguinte, que começa com um dia de testes em Sakhir já hoje (domingo), seguindo-se mais trabalhos ao longo das próximas semanas na sua sede, em Satory, perto de Paris, e em sessões de testes privadas.

    Os diferentes testes realizados e as corridas que disputou esta temporada ajudaram o Team Peugeot TotalEnergies a alcançar progressos significativos, algo que tranquilizou a equipa, tanto no que diz respeito às suas ousadas opções técnicas, como ao formato da sua própria organização. O campeonato de 2023 apresenta um calendário de sete corridas – incluindo a centenária edição das 24 Horas de Le Mans – juntamente com um muito esperado início de uma nova era de ouro para as corridas de resistência.

    Foi Mohammed Ben Sulayem, Presidente da FIA, quem deu a partida para a corrida às 14h00 locais de ontem (sábado; 11h00 em Portugal Continental), num plantel onde os PEUGEOT 9X8 #93 e #94 saíram, respetivamente, das primeira e segunda linhas da grelha, quando a temperatura do ar se situava nos 35°C e a da pista acima dos 40°C, variando os níveis de humidade entre os 20 e 50%. O Circuito Internacional de Sakhir é notoriamente abrasivo e, consequentemente, duro para os pneus, sendo que a participação de 37 viaturas fez com que a gestão do tráfego e a fiabilidade se revelassem parâmetros importantes durante esta jornada de oito horas.

    A estratégia inicial da equipa teve em conta estes diferentes fatores, planeando-se duplos turnos de condução para Paul Di Resta, Jean-Éric Vergne e Mikkel Jensen, ao volante do PEUGEOT 9X8 #93, terminando com nova saída para Di Resta. Quanto ao 9X8 #94, foi Gustavo Menezes quem iniciou a corrida, antes de o passar a Nico Müller e, depois, a Loïc Duval, com Menezes a assumir o volante até à bandeirada final. Foi dada especial atenção aos pneus porque, ao contrário de outros locais, a degradação poderia exigir ou que todo o conjunto fosse alterado, ou apenas os pneus do lado esquerdo.

    Uma vez apagadas as luzes de partida, Paul Di Resta segurou a posição do 9X8 #93 e cumpriu o seu primeiro turnoa um ritmo semelhante ao do então líder da corrida. Já o 9X8 #94 fez um arranque mais cauteloso, tendo a sua estratégia de pneus sido ajustada após a sua primeira paragem nas boxes, para ganhar maior ritmo. “A nossa opção de pneus não era a ideal”, explicou Gustavo Menezes. “Fizemos algumas alterações para o meu segundo turno de condução e o comportamento do carro tornou-se muito melhor.”

    Mantendo-se no top-3 pouco antes da marca de duas horas, o PEUGEOT 9X8 #93 viria a sofrer um problema no seletor de velocidades, tendo Paul Di Resta conseguido levar o carro até às boxes. “Sempre soubemos que ia ser uma corrida difícil”, disse. “Era um problema, mas o carro mantinha-se rápido.” Jean-Éric Vergne assumiu, então, o volante e registou a primeira volta mais rápida da equipa em corrida (1m49.709s). Mais tarde, a pouco mais de duas horas do final da corrida, o 9X8 viu-se afetado por falha na transmissão que impediu que Mikkel Jensen pudesse entregar o carro a Paul Di Resta, para o que seria o seu último turno de condução.

    A meio da corrida, após completar o seu primeiro duplo turno, Nico Müller entregou a Loïc Duval o volante do segundo 9X8 do Team Peugeot TotalEnergies, num processo que decorreu antes do previsto, devido a uma mudança da bomba de combustível. Nesta altura, um pódio começava a ficar fora de questão, mas os dois 9X8 deram provas do seu potencial, colocando os tempos de volta em pé de igualdade com os dos carros mais rápidos. O 9X8 #94 viria a terminar a corrida no quarto lugar da geral.

    Findas estas três saídas competitivas, num total de 20 horas de corrida e mais de 5.100 quilómetros percorridos em Monza (Itália), Fuji (Japão) e Bahrein, o Team Peugeot TotalEnergies regista progressos consistentes, sendo que nenhum dos problemas com que se deparou ficou por resolver. O 9X8 já correu em três tipos de circuitos de características diferentes, com variados cenários de corrida, sob diversas condições meteorológicas, durante o dia e de noite.

    Terminada a corrida, ambos os PEUGEOT 9X8 foram preparados para participar no “Rookie Test” da FIA de hoje (domingo), com a primeira sessão a ter lugar das 09h00 às 12h00 e a segunda entre as 13h00 e as 16h00 (horas locais, menos 3 horas em Portugal Continental), proporcionando aos rookies da FIA em termos de WEC terem um primeiro contacto com um Hypercar.

    Com Stoffel Vandoorne de fora devido a ataque de apendicite, Maximilian Günther irá partilhar a condução do 9X8 #93 com Mikkel Jensen, tendo como objetivo realizarem duplos stints completos. O 9X8 #94 será conduzido por Yann Ehrlacher e Malthe Jakobsen, beneficiando dos conselhos especializados de Nico Müller.

    O regresso às competições do Team Peugeot TotalEnergies acontecerá nas 1.000 Milhas de Sebring, na Florida (EUA), a 17 de março de 2023.

  • GT3 Cup: dupla vitória de Salvador no Estoril

    Pedro Salvador foi declarado vencedor da última corrida da GT3 Cup, no Estoril Racing Tribute Armando Pinto, já que o irlandês Ian Barret, primeiro a receber a bandeira de xadrez, foi penalizado com drive through (35 segundos) por ter feito ultrapassagens com o safety-car em pista, baixando do primeiro para o 11º lugar.

    De igual modo, Leandro Martins, o segundo classificado, também viu o seu comportamento em pista – obstrução e toque deliberado no carro de um adversário, neste caso de Pedro Salvador – sancionado pelos comissários desportivos com penalização idêntica, caindo para o 12º e último lugar da classificação.

    Face a tais procedimentos disciplinares, Pedro Salvador, piloto convidado por André Fernandes para guiar um dos Porsche da equipa ASF, garantiu-lhe, no Autódromo do Estoril, o segundo triunfo na jornada de encerramento do troféu organizado pela P21 Motorsport, que consagrou como campeões de 2022 Carlos Vieira (Pro/Am+), Francisco Cruz (Am) e Miguel Caetano (GD).

    Corrida 2 (classificação oficial)

    1º, Pedro Salvador (Pro/Am+), 25.19.493

    2º, Francisco Cruz (AM), a 0.095

    3º, André Fernandes (AM), a 0.456

    4º, Vasco Barros (Pro/Am+), a 1.378

    5º, João Macedo Silva (Pro/Am+), a 1.749

    6º, René Quintaneiro (AM), a 2.207

    7º, João Posser (GD), a 3.050

    8º, João Vieira (GD), a 3.358

    9º, Jorge Brioso, a 3.871

    10º, João Parreira (GD), a 11.205

    11º, Ian Barret, a 33.404

    12º, Leandro Martins, a 33.772

    Volta mais rápida: Pedro Salvador, com 1m39.740

  • GT3 Cup: Pedro Salvador “herdou” vitória na corrida 1 do Estoril

    Pedro Salvador foi o inesperado vencedor da primeira corrida da GT3 Cup, na tarde deste sábado, no Estoril Racing Tribute Armando Pinto, no autódromo, e só teve que agradecer a oferta dos adversários, recebida de bandeja na quarta das 15 voltas, quando Carlos Vieira e Vasco Barros se tocaram entre a curva 1 e a 2, deitando tudo a perder em termos de discussão da vitória. A partir de então, o convidado da equipa ASF limitou-se a controlar a concorrência para subir ao lugar mais alto do pódio.

    “A minha estratégia só poderia ser uma: esperar para ver o que acontecia lá na frente. O Carlos passou-me e deixei-o ir para a luta deles. Fui um espetador privilegiado do desentendimento lá na frente… Dedico esta vitória ao André Fernandes e agradeço o convite que me endereçou para guiar um dos carros da sua equipa. Ainda lhe quis oferecer o primeiro lugar, mas fui surpreendido pelo encurtamento da corrida…”, explicava Pedro Salvador.

    Largando da “pole”, Carlos Vieira foi ultrapassado por Vasco Barros, o seu rival na discussão do título na categoria Pro/Am+, e por Pedro Salvador, mas rapidamente se colou ao líder, na expetativa de conseguir ultrapassá-lo. O desfecho da corrida ficou traçado no final da terceira volta, quando ambos se tocaram em plena discussão do primeiro lugar.

    Uma situação “quente” que chegou, depois, ao colégio de comissários desportivos e deixa, para já, a classificação suspensa.

    Bem posicionado na grelha (4º), André Fernandes, tal como Leandro Martins (6º), fez uma corrida sem erros e que lhe valeu um inesperado segundo lugar absoluto. “Tenho que agradecer ao Pedro o ‘coaching’, pois consegui andar mais rápido e tive sorte, também, com o desfecho da corrida”, referia André no final, enquanto o já referido Martins, estreante na pista do Estoril, não cabia em si de contente: “Foi uma bênção correr aqui pela primeira vez e terminar no pódio”. André Fernandes não deu chances a ninguém na categoria Am e Alexandre Martins, o segundo (4º da geral), confessava: “Procurei ser cauteloso de início, com o objetivo de marcar o máximo de pontos e o segundo lugar acabou por ser um bónus”. No último lugar do pódio da mesma categoria ficou René Quintaneiro, que não escondia a emoção de voltar à conquista de um resultado honroso: “Foi uma corrida gira, com muitas ultrapassagens. Para mim é espetacular obter o terceiro pódio da época, mesmo não fazendo muitas corridas…”

    A estreia no irlandês Ian Barret na GT3 Cup foi bastante positiva, culminando com a obtenção do quinto lugar absoluto, à frente de Rui Miritta, o vencedor da categoria GD, depois de ter surpreendido João Parreira após a saída de pista do safety-car.

    “Foi uma corrida sem problemas, sempre atrás do Parreira, até conseguir ultrapassá-lo”, referia o piloto de Valongo, enquanto o seu adversário direto lamentava, com um sorriso nos lábios: “Olhe, fui colhido de surpresa com a entrada do safety-car e depois fiquei ali a pastar… sendo ultrapassado. Sabe o que é? Falta de experiência da minha parte…”. Miguel Caetano não escondeu que fez uma corrida a pensar nos pontos para o troféu: “Diverti-me, cumprindo o objetivo de marcar pontos e acabou tudo bem”.

    João Macedo Silva, Álvaro Ramos e Mário Silva, devido a problemas nos seus carros, ficaram impossibilitados de alinhar.

    Corrida 1 (classificação provisória)

    1º, Pedro Salvador (Pro/Am+), 14 voltas

    2º, André Fernandes (Am), + 1.365s

    3º, Leandro Martins, a 5.501

    4º, Alexandre Martins (AM), a 6.067

    5º, Ian Barret, a 7.069

    6º, Rui Mirita (GD), a 10.048

    7º, René Quintaneiro (AM), a 10.675

    8º, João Parreira (GD), a 10.882

    9º, Miguel Caetano (GD), a 14.632

    10º, João Vieira (GD), a 15.353

    11º, Jorge Brioso, a 19.550

    12º, Carlos Vieira (Pro/Am+), a 1 volta

    13º, Nuno Mousinho (GD), a 1 volta

    14º, Vasco Barros (Pro/Am+), a 1 volta

    Volta mais rápida: Carlos Vieira, 1m38.321s

  • GT3 Cup: Carlos Vieira conquista “pole” na qualificação 1 no Estoril

    Verdadeiramente imparável, Carlos Vieira encerrou o primeiro dia do Estoril Racing Tribute Armando Pinto, no autódromo, com a conquista da “pole position” para a primeira corrida da última jornada da GT3 Cup, na qual poderá, caso vença e assegure a volta mais rápida, sagrar-se de imediato campeão do troféu na categoria Pro/Am+.

    Foi já nos últimos minutos da sessão que Vieira, já então instalado na primeira posição da lista de tempos (1.37.913), na frente de Vasco Barros (1.38.108), seu rival na discussão do título – soma uma desvantagem de 27 pontos – e de Pedro Salvador (1.38.314), fez a “volta canhão” de 1.37.578, sendo o único piloto a baixar ao “segundo 37”. Resta aguardar, não sem alguma expetativa, pela primeira corrida do programa, na tarde deste sábado, para ver se Vieira mantém a superioridade e confirma de imediato os louros de campeão.

    E não faltará, seguramente, emoção também nas categorias Am e GD, cujos títulos se encontram ainda por decidir, num duelo cujos protagonistas serão Francisco Cruz, Alexandre Martins, Miguel Caetano, João Parreira e João Posser.

    Qualificação 1

    1º, Carlos Vieira (Pro/Am+), 1.37.578

    2º, Vasco Barros (Pro/Am+), 1.38.108

    3º, Pedro Salvador (Pro/Am+), 1.38.314

    4º, André Fernandes (Am), 1.39.086

    5º, João Macedo Silva (Pro/Am+), 1.39.160

    6º, Leandro Martins, 1.39.161

    7º, Ian Barret, 1.39.761

    8º, Alexandre Martins (AM), 1.39.988

    9º, Afonso Vaz (GD), 1.40.320

    10º, João Parreira (GD), 1.40.538

    11º, Miguel Caetano (GD), 1.40.629

    12º, João Vieira (GD), 1.40.709

    13º, Rui Mirita (GD), 1.41.154

    14º, René Quintaneiro (AM), 1.42.144

    15º, Nuno Mousinho (GD), 1.42.787

    16º, Álvaro Ramos (GD), 1.44.339

    17º, Mário Silva, 1.44.921

    18º, Jorge Brioso, 1.48.443

  • Duas dezenas de C1 confirmados na decisiva jornada da época do Troféu Mini-Endurance

    Os emocionantes e irreverentes C1 estão de regresso ao Circuito do Estoril já no próximo fim de semana, dias 12 e 13 de novembro, para uma jornada revestida de emoção, que junta à decisão dos títulos do Troféu C1 Learn & Drive Mini-Endurance, competição icónica organizada pela Motor Sponsor, um plantel marcado por várias novidades.

    A prova, derradeira da época, reúne uma ampla moldura competitiva, com 20 C1 em pista, divididos entre as classes PRO e AM, e um total de 42 pilotos ao cronómetro. Um fim de semana em que o troféu integra o cartaz do Estoril Racing Tribute | Armando Pinto, com organização a cargo da P21 Motorsport.

    A disputada classe PRO vai colocar ao cronómetro um total de 10 C1 na luta pelo título do Troféu Mini-Endurance, apesar de nem todas as equipas dependerem de si. O favoritismo na discussão do triunfo é partilhado pelas equipas Manahu Care – Gianfranco Motorsport e WallUp WoodLab, estruturas que alcançaram uma vitória e um segundo lugar cada na primeira jornada da competição, também no Circuito do Estoril, e dividem a liderança da tabela classificativa com 45 pontos.

    Igualmente em boa posição na discussão do título do Troféu Mini-Endurance está a Torres Racing Team, estrutura que somou dois terceiros lugares na prova de abertura da temporada e está a apenas 11 pontos dos primeiros classificados. Um fervoroso duelo pelas posições cimeiras que irá igualmente contar com a Team Rubrica/Monteiros Competições e a G’s Competizione, a par da STcar Racing e Team NB Klima.

    Uma emocionante jornada ao cronómetro em que o Trófeu Mini-Endurance conta três novidades no plantel da classe PRO. A Tzi Designs Racing Team, recém vencedora do Troféu C1 Learn & Drive Endurance 2022, a Silver Team, que faz o regresso ao troféu na ronda do Estoril, e a T3 Racing, que faz a estreia absoluta em competição.

    Um fim de semana em que a classe AM centra igualmente atenções, com um total de 10 C1 ao cronómetro para as duas derradeiras corridas da temporada. Uma classe liderada pela Razão Automóvel que, após o duplo triunfo na jornada de abertura da época, totaliza 50 pontos e parte para esta ronda em posição privilegiada na discussão do título. Na segunda posição, a 18 pontos, a Bugaparts Motorsport é a estrutura melhor colocada para desafiar o topo da tabela classificativa, seguida da Villa Eira Boutique Houses, equipa que ocupa o terceiro lugar da classificação na AM, a 24 pontos dos líderes. Igualmente na luta pelas primeiras posições surgem a Inetum Interphysix Racing e a OF Motorsport, quarta e quinta classificadas, respetivamente, no troféu.

    O responsável máximo da Motor Sponsor, André Marques, sublinha o plantel de C1 presente: “Poder reunir uma lista de inscritos com 20 equipas e um total de 42 pilotos, na jornada de encerramento do Troféu Mini-Endurance, deixa-nos bastante satisfeitos e é a melhor forma de encerrar a quarta temporada da competição. Um fim de semana em que esperamos uma vez mais corridas marcadas pela competitividade e bom ambiente, dentro e fora de pista, e que todos se divirtam, para fecharmos o ano num verdadeiro clima de festa.”

  • CPV Legends, CPV Clássicos e CPV 1300 prometem festa rija no Estoril

    Mais de 80 inscritos nos Campeonatos de Portugal de Velocidade Legends, Clássicos e 1300 para a quinta e última prova no Autódromo do Estoril, prometem encerramento com festa rija.

    Se o elenco de luxo apresentado pela ANPAC, só por si, justifica que no próximo fim de semana as atenções estejam centradas no Autódromo do Estoril, o interesse passa a ser redobrado, já que serão conhecidos tanto os campeões absolutos como os das diferentes categorias dos Campeonatos de Portugal de Velocidade Legends, Clássicos e 1300.

    O facto dos vários títulos ficarem por decidir para a quinta e última prova, demonstra o equilíbrio de ‘forças’ que existe nas competições promovidas pela ANPAC ao longo dos anos e, em particular, esta época. Para isso, existe uma explicação clara, assim como para a média de carros por prova superar os 80: “As alterações tanto ao nível regulamentar, como ao nível da criação de novas categorias que a ANPAC fez, têm dado os seus resultados, sobretudo no Campeonato de Portugal de Velocidade Legends e no Campeonato de Velocidade de Portugal 1300. Estas alterações foram feitas, porque fomos analisando todas as épocas, fomos ouvindo os pilotos e fomos pesquisando o mercado para saber que tipo de carros podiam ser incluídos nas competições que promovemos, sem retirar a competitividade e manter o espírito das competições de clássicos”, justifica Paulo Miguel, um dos responsáveis pela ANPAC.     

    No final deste ano e à semelhança das épocas anteriores, a ANPAC vai voltar a analisar todas as competições que promove, mas já tem em perspetiva uma alteração para 2023, que tem vindo a ganhar cada vez mais força: “Queremos fortalecer os Legends e os Super Challenge. Temos vindo a trabalhar nesse aspeto e podemos dizer que está a ser uma aposta ganha, dado que praticamente metade dos carros que alinham no Campeonato de Portugal de Velocidade Legends, são Super Challenge. Ora, sendo assim, acreditamos que, já em 2023, possa ser criada uma competição com uma grelha exclusiva para os Super Challenge”, acrescentou Paulo Miguel.       

    No que diz respeito à derradeira jornada, integrada no Estoril Racing Tribute Armando Pinto, a ação em pista começa no sábado de manhã com a realização dos treinos livres, estando as sessões de treinos cronometrados reservadas para a tarde, com o Campeonato de Portugal de Velocidade 1300 a abrir as hostilidades (15h05-15h25), seguindo-se o Campeonato de Portugal de Velocidade Legends (15h35-15h55) e o Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos (16h05-16h25).

    No domingo de manhã serão disputadas as Corridas 1 dos 1300 (09h40-10h05), dos Legends (10h30-10h55), dos Clássicos (11h20-11h45), enquanto que à tarde realizar-se-ão as Corridas 2, a começar pelos 1300 (14h00-14h25), seguindo-se os Legends (14h50-15h15) e, por fim, os Clássicos (15h40-16h05).

  • GT3 Cup: Estoril será palco de todas as decisões

    A GT3 Cup conhecerá o seu final no próximo fim de semana (11, 12 e 13 de novembro), no Estoril Racing Tribute Armando Pinto, no Autódromo do Estoril, com a disputa das últimas duas corridas da temporada, numa jornada de festa que vai decidir os títulos de campeões das três categorias deste troféu Porsche organizado pela P21 Motorsport.

    O elevado nível competitivo da GT3 Cup e o equilíbrio verificado desde o início da época, em abril passado, foi evidente nas cinco jornadas anteriores, daí que o momento de todas as decisões ficasse reservado para esta ronda final, aumentando o interesse por cada uma das duas corridas do programa.

    “Será um orgulho, com a Estoril Racing Tribute Armando Pinto, prestarmos a justa homenagem póstuma a uma figura que ao longo de várias décadas, como diretor da ACDME, ajudou a dinamizar o desporto automóvel em Portugal, designadamente no setor da velocidade, e prestigiou o nome do nosso país além-fronteiras. Pessoalmente, dada a nossa relação de amizade, o Armando Pinto teve uma grande influência na minha carreira desportiva, pelo que será, também, com sentida emoção que irei viver esta jornada no autódromo. De resto, faço votos para que o encerramento da GT3 Cup seja uma festa e que os pilotos, apesar das rivalidades normais neste tipo de competições, se respeitem e o desportivismo, dentro e fora da pista, esteja presente em todas as circunstâncias, como, aliás, tem sido exemplo nas corridas realizadas até agora”, palavras de José Monroy, manager da P21 Motorsport.

    Há várias novidades na lista de inscritos, como a participação do campeão de Clássicos, João Macedo e Silva, um piloto com vasta experiência na condução dos Porsche, e ainda a do consagrado Pedro Salvador, que vai guiar, a convite de André Fernandes, piloto e responsável da ASF, o segundo carro da equipa. De realçar o contributo que o mesmo André Fernandes tem dado à GT3 Cup, ao disponibilizar, mais uma vez, a sua estrutura para acolher pilotos de renome nacional.

    Por fim, há que assinalar ainda o regresso às pistas nacionais de Francisco Guedes, convidado da P21 Motorsport, e também a estreia do irlandês Ian Barret.

  • Rui Miritta ambiciona novo pódio na GT3 Cup no Estoril

    Piloto de Valongo tem três presenças consecutivas no pódio, incluindo uma vitória em Jerez de La Frontera, pelo que ambiciona concluir a época igualmente entre os três primeiros.

    Depois de um início de época algo atribulado para Rui Miritta, tendo precisamente na prova de abertura, no Estoril, sido forçado a abandonar logo na primeira corrida, devido a um problema num pneu, seguiu-se a jornada de Valência onde foi abalroado, sendo um duro golpe para o piloto de Valongo, já que ficou muito condicionado para lutar pelo título. Contudo, desde então, Rui Miritta marcou sempre presença no pódio da categoria GD, tendo, inclusive, batido toda a concorrência no circuito espanhol de Jerez de La Frontera. Uma enorme demonstração de resiliência por parte de Rui Miritta, que pretende dar continuidade já no próximo fim de semana, na sexta e última ronda da emblemática GT3 Cup, integrada no programa do Estoril Racing Tribute Armando Pinto.     

    “Na primeira prova da época no Estoril estava na liderança da Corrida 1 quando um pneu do meu carro rebentou, mas depois consegui um segundo lugar na Corrida 2. Seguiu-se o azar na ronda de Valência, onde fui abalroado, tendo praticamente ficado afastadas as minhas hipóteses de lutar pelo título. Porém, nas seis corridas das três provas seguintes, consegui garantir seis pódios e venci em Jerez de La Frontera. Agora, nesta sexta e última prova no Estoril, vou dar o meu melhor para dar continuidade à sequência de pódios. Não será fácil, devido à forte concorrência, mas vou lutar para terminar entre os três primeiros”, afirmou Rui Miritta.

  • Troféu C1 com ambicioso calendário internacional em 2023

    Calendário alargado com presença em 5 palcos emblemáticos com ligação à F1. Deslocações a Spa-Francorchamps, Zolder e Magny Cours garantem presença internacional. Estoril e Algarve mantêm a presença nacional.

    Um ano em que o troféu terá exclusivamente corridas de endurance, com durações a anunciar, a ter início dias 1 e 2 de abril, na Bélgica, no Circuito de Zolder. Segue-se uma deslocação a França para a segunda prova do ano, dias 27 a 29 de maio, no Circuito de Magny Cours. A terceira jornada da temporada disputa-se em Portugal, no Circuito do Estoril, previsivelmente antes da pausa veranil.

    O regresso à ação está agendado para outubro, dias 20 a 22, com o plantel da competição a rumar novamente à Bélgica, para uma jornada disputada no Circuito de Spa-Francorchamps. A época termina em solo luso, dias 2 e 3 de dezembro, com o Autódromo Internacional do Algarve a receber a prova de encerramento do Troféu C1 Learn & Drive 2023.

    Com o objetivo de manter os custos controlados, a Motor Sponsor irá garantir, às equipas nacionais que o pretendam, toda a logística, desde a inscrição na prova, passando pela assistência e transporte do carro, estando também disponíveis packs Arrive & Drive, que asseguram às equipas a participação ‘chave na mão’ com tudo incluído – preços e condições a serem anunciados em breve.

    Uma forte aposta internacional que está em linha com a génese do troféu desde o seu início, conforme o responsável máximo da Motor Sponsor, André Marques, sublinha: “Desde 2019, primeiro ano da competição em Portugal, que temos sempre procurado inovar e apresentar novos formatos, com o objetivo de fazer evoluir o troféu e de oferecer a melhor competição a todos os participantes. Em 4 temporadas, o troféu já recebeu mais de 550 pilotos e mais de 100 equipas e chega agora a uma fase em que a internacionalização se assume como o passo a seguir”, frisou, salientando: “O nosso objetivo é proporcionar uma experiência única a todos os pilotos e equipas nacionais, que têm assim a oportunidade de poder competir em alguns dos melhores circuitos mundiais, em fins de semana de corridas com grelhas cheias e um ambiente e envolvência sem paralelo. Tudo isto, com custos controlados, pois sabemos que esse é um fator diferenciador do troféu e o qual iremos manter.”

    Calendário 2023:
    1 e 2 de abril >> Circuito de Zolder (Bélgica)
    27 a 29 de maio >> Circuito de Magny Cours (França)
    (por confirmar) >> Circuito do Estoril (Portugal)
    20 a 22 de outubro >> Circuito de Spa-Francorchamps (Bélgica)
    2 e 3 de dezembro >> Autódromo Internacional do Algarve (Portugal)