Categoria: Velocidade

  • CPV-SC: José Correia e Gabriela Correia de regresso no Mercedes-AMG GT4

    José Correia e Gabriela Correia estarão de volta, no fim de semana de 18, 19 e 20 deste mês de novembro, ao Campeonato de Portugal de Velocidade (CPV) by Hankook e ao Iberian Supercars Endurance (SC), fazendo dupla no Mercedes AMG GT4 da JC Group Racing Team na última jornada daquela competição, no Autódromo do Estoril.

    Recorde-se que em 2020 estes dois pilotos [pai e filha], competiram em grande parte das jornadas do calendário do Supercars Endurance ao volante do carro germânico, repetindo agora a experiência no fecho da temporada. José Correia acredita que a filha pode ser determinante para a obtenção de um bom resultado:

    “Iremos encerrar a época de uma forma diferente e, de algum modo, recordar o nosso passado com o Mercedes AMG no Iberian Supercars. Desde essa altura nunca mais o conduzi, mas a Gabriela está bem mais à-vontade, depois de o guiar até agora no campeonato de montanha. Portanto, vamos ver se conseguimos um resultado interessante”.

    Por sua vez, Gabriela Correia não esconde o entusiasmo de voltar a sentar-se aos comandos do Mercedes num circuito:

    “O meu foco sempre foi a velocidade em circuitos e a opção mais pela montanha sempre teve a ver com o facto de ser um campeonato com custos mais reduzidos. Mas já sentia a falta de competição numa pista e agora, no Estoril, vamos dar o nosso melhor para conseguir um bom resultado e discutir a vitória na nossa categoria. Adaptei-me bastante na montanha à condução do Mercedes AMG e estou na expetativa de ver o que sucederá agora…”

    A inscrição de José Correia e de Gabriela Correia é mais uma das novidades no fim de semana final da temporada que deverá registar a maior grelha de 2022.

    Esta jornada de encerramento do Campeonato de Portugal de Velocidade (CPV) by Hankook e do Iberian Supercars Endurance (SC), cujos títulos ficarão decididos no Autódromo do Estoril, terá a primeira corrida no sábado (dia 19) e a segunda no domingo (dia 20), com a duração de 45 minutos e ambas transmitidas em live streaming.

  • Porsche Sprint Challenge Ibérica vai suceder à GT3 Cup em 2023

    A Porsche Sprint Challenge Ibérica é a nova competição, organizada pela P21 Motorsport, que a Porsche Motorsport oficializou, esta quarta-feira, como sucessora da GT3 Cup já a partir de 2023, com um calendário de seis provas repartidas entre Portugal e Espanha.

    “É com enorme orgulho que recebemos, na sequência dos contactos estabelecidos o ano passado, desde o lançamento da GT3 Cup, com a Porsche Motorsport, a confirmação de que o troféu organizado pela P21 Motorsport passa a ser uma competição com o ‘selo’ oficial da Porsche em 2023. A partir de agora abrem-se novos horizontes e aumenta, também, a nossa responsabilidade, mas esta evolução será, sem dúvida, o melhor estímulo para continuarmos a evoluir e, em conjunto com os pilotos e as equipas, mas também os nossos parceiros, fazer da Porsche Sprint Challenge Ibérica a competição de referência no panorama das corridas de velocidade na Península Ibérica”, declarou José Monroy, manager da P21 Motorsport.

    Depois do arranque em 2021 com jornadas nos circuitos de Braga, de Portimão, do Estoril e de Jerez de La Frontera, a GT3 Cup alargou este ano o seu calendário a Valência e em 2023 a nova Porsche Sprint Challenge Ibérica incluirá de novo corridas tanto no Estoril como em Portimão, em Portugal, mas alarga o seu leque em Espanha, já que mantém os circuitos de Jerez de La Frontera e de Valência, acrescentando os de Motorland e Barcelona e/ou Navarra.

    A nova competição ibérica oficializada pelo construtor de Estugarda admitirá os Porsche 997.2 GT3 Cup e 911.1 GT3 Cup, bem como os 991.2 GT3 Cup.

  • Corridas “quentes do CPV em Portimão!

    As segundas corridas das três competições promovidas pela Associação Nacional de Pilotos de Automóveis Clássicos (ANPAC) foram um êxito no circuito de Portimão.

    No Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, os Campeonatos de Portugal de Velocidade Legends, Clássicos e 1300 cumpriram hoje as segundas corridas e voltaram a proporcionar um excelente espetáculo para os aficionados por automóveis de diferentes gerações.

    No Campeonato de Portugal de Velocidade Legends, a Corrida 2 foi disputada logo ao início da manhã e com a pista húmida, por ter chovido durante a noite. Rodrigo Macedo com o Volvo 850 R protagonizou um bom arranque e assumiu a liderança, tendo Gonçalo Novo (Peugeot 106 Gti), que arrancou da 10.ª posição, conseguido passar para o segundo lugar, tendo logo atrás de si Paulo Sousa (BMW E36 M3) e Francisco Gonçalves (Lotus Elise).

    Ainda antes dos cinco minutos de corrida, o ‘safety-car’ entrou em pista devido ao despiste do Nissan 350 Z de João Matos na Curva 5, sendo pouco depois reatada a contenda, com Gonçalo Novo a impor o seu Peugeot 106 Gti na liderança, ficando Paulo Sousa e Francisco Gonçalves, nas segunda e terceira posições, respetivamente. Com 10 minutos de corrida, face a novos ‘incidentes’, primeiro com o despiste de Ricardo Diniz (Honda Civic Type R) e depois com a saída de Rodrigo Macedo (Volvo 850 R), o ‘safety-car’ voltou a entrar em pista. No reatamento, o Westefiled de Marcos Osório ainda ocupou o primeiro lugar, mas Gonçalo Novo regressaria à liderança, tendo logo atrás de si o seu primo João Carlos Novo que trouxe o Renault Clio Trophy da 38.ª para a segunda posição! Até final, ambos protagonizaram um bom espetáculo, mas seria o Lotus Elise de Francisco Gonçalves o primeiro a ver a bandeira xadrez e a triunfar novamente na categoria Super Challenge. João Novo garantiu o segundo lugar e venceu no Campeonato de Portugal de Velocidade Legends, tendo João Carlos Novo completado o pódio e triunfado na categoria Super Trophy, seguindo-se Marcos Osório na quarta posição e Paulo Sousa no quinto lugar.

    José Almeida (Honda Integra Type R) triunfou nos L99-2000, Rui Gonçalves (Honda Civic Type R) venceu entre os Super Turismo, Gonçalo Inácio foi o primeiro no Troféu Atomic, João Luís (Renault Sipder) venceu na categoria Trophy e António Conceição levou o Mercedes 190 2.3 16v à vitória nos L90.        

    Na Corrida 2 do Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos, Joaquim Jorge (Ford Escort RS 1600) fez um bom arranque e destacou-se na volta inaugural, assim como Carlos Vieira (Ford Escort MK 1) que também esteve no comando, mas à entrada para a segunda volta João Macedo e Silva e o seu Porsche 911 RSR revelaram-se mais fortes e começaram a construir uma vantagem que lhes permitiu cumprir o último terço da corrida em ‘modo de gestão’. Dada como certa a uma vitória indiscutível de João Macedo e Silva, e com Carlos Vieira a rodar tranquilamente na segunda posição (triunfou no Grupo 5), as atenções passaram a estar centradas na luta pelo terceiro lugar do pódio e no segundo lugar entre os H75, sendo, de facto, verdadeiramente emocionante até à bandeira xadrez, com Rui Costa (Ford Escort RS 1600) – que arrancou da 16.ª posição – a levar a melhor sobre Joaquim Jorge por 0,097s. Igualmente interessante até final, foi o duelo pelo top-5, sendo o mais bem-sucedido António Soares (Ford Escort RS 1600) por 0,144s face a João Cruz (Ford Escort RS 1600), o sexto classificado. Ricardo Pereira (Ford Escort RS 2000) triunfou no Grupo 1 e José Nogueira (Ford Escort MK1) venceu entre os H81.

    Na Corrida 2 do Campeonato de Portugal de Velocidade 1300, José Fafiães (Datsun 1200) arrancou melhor e assumiu a liderança, com Luís Alegria (Datsun 1200) na segunda posição e o jovem Luís Mendes (Citroën AX Sport) logo atrás no terceiro lugar, depois de partir do 12.º posto.

    Após a primeira volta, o safety-car teve de entrar em pista, devido a um despiste de João Braga (Datsun 1200). No reatamento e ainda com 17 minutos para o final da corrida, José Fafiães prosseguiu no comando e não mais o largou até ser o primeiro a ver a bandeira xadrez, vencendo de forma expressiva.     

    Luís Alegria e Luís Mendes foram dois dos grandes animadores da corrida ao alternarem a segunda posição até à última curva, tendo o primeiro acabado por levar a melhor, enquanto que o piloto de Felgueiras foi um meritório terceiro classificado e vencedor nos Legends.

    Joel Reis (Citroën AX Sport) foi quarto classificado e Nuno Dias (Fiat Punto 85) fechou o top-5, vencendo no animado Desafio ANPAC. Nota para Sérgio Monteiro que fez uma excelente corrida com o seu Autobianchi A 112 – que pontua para a categoria Legends 1000 –, intrometendo-se mesmo na luta entre os Fiat Punto 85.

    As competições promovidas pela ANPAC regressam entre 11 e 13 de novembro, durante o Estoril Racing Tribute Armando Pinto, no Estoril.

  • Jornada emotiva da Civic Atomic Cup no Autódromo Internacional do Algarve

    A competitividade e a emoção marcaram a estreia da Civic Atomic Cup no Autódromo Internacional do Algarve. O traçado luso recebeu a comitiva do troféu promovido e organizado pela Motor Sponsor para três dias de ação em pista, numa jornada em que meteorologia contribuiu para o fabuloso espetáculo ao cronómetro proporcionado pelos plantéis das classes PRO e AM, que levaram ao limite os emblemáticos Honda Civic Type-R perante o muito público presente no circuito de Portimão.

    Um intenso fim de semana de corridas que teve início logo nos treinos cronometrados de sexta-feira. Uma sessão em que Filipe Barreto, que partilha o Honda Civic Type-R nº 154 com Francisco Viola, se apresentou em grande plano, ao rubricar o melhor tempo da AM e de todo o plantel da Civic Atomic Cup.

    Já na PRO, o protagonismo foi assumido por Orlando Batina. O piloto, que forma equipa com Sérgio Azevedo no Honda Civic Type-R nº 152, assinou o melhor tempo da classe. Com este feito, Orlando Batina garantiu o ponto relativo à pole position para a sua equipa, adiando de imediato a decisão do título para a última jornada da época, uma vez que Eduardo Leitão e Gonçalo Inácio precisariam de somar a pontuação máxima no Algarve para poderem conquistar o título da classe PRO na jornada de Portimão. Estavam assim reunidos os ingredientes para as duas corridas do fim de semana.

    No sábado, o pelotão da Civic Atomic Cup, que integra a grelha do Campeonato de Portugal de Velocidade de Legends, entraria em pista para a corrida 1, disputada com piso seco, onde os Honda Civic Type-R seriam protagonistas de duelos de nota ao cronómetro. Uma corrida em que Filipe Barreto manteve a toada evidenciada nos treinos cronometrados, o que lhe permitiu ser o primeiro Honda Civic Type-R a cruzar a linha de meta, vencendo a AM, seguido de Hugo Oliveira, no Honda Civic Type-R nº 159, piloto que chegaria ao lugar intermédio do pódio após superar em pista o Honda Civic Type-R nº 156 de Nuno Oliveira Figueiredo, que fechou o pódio na classe.

    Um triunfo que Filipe Barreto sublinha: “A equipa TRS preparou o carro e a afinação estava top. A estratégia não foi a que tínhamos pensado, visto que pensávamos segurar o primeiro lugar da geral na corrida, mas pelas circunstâncias da mesma não foi possível. Porém, e apesar da interrupção, nas últimas três voltas conseguimos recuperar o primeiro lugar. A equipa TRS está de parabéns e, em meu nome pessoal, enquanto piloto, foi uma corrida de afirmação por ter ficado à frente de todos os concorrentes da Civic Atomic Cup.”

    Na classe PRO, a corrida 1 foi igualmente disputada sob o barómetro da emoção, com Orlando Batina a dar sequência ao ritmo imprimido nos treinos cronometrados e a estrear-se a vencer no troféu, assinando também o primeiro triunfo da época para a equipa ao volante do Honda Civic Type-R nº 152. Uma corrida em que Filipe Ferreira, no Honda Civic Type-R nº 150, foi segundo, e Eduardo Leitão, que devido a problemas mecânicos no Honda Civic Type-R nº 155 foi obrigado a partir das boxes, terminaria na terceira posição.

    Uma exibição que deixou Orlando Batina naturalmente satisfeito: “Foi uma boa corrida, na qual cheguei a rodar na primeira posição entre os concorrentes da Civic Atomic Cup e em que consegui construir uma vantagem para o segundo piloto da PRO, o que me permitiu gerir e acabar por vencer. Aproveito também para agradecer à minha equipa por todo o trabalho realizado.”

    Já no domingo, o Autódromo Internacional do Algarve receberia os protagonistas da Civic Atomic Cup com o traçado marcado pelo piso húmido, o que colocaria novos desafios aos concorrentes para a corrida 2.  Uma jornada em que o protagonismo seria assumido por Gonçalo Inácio, que ao volante do Honda Civic Type-R nº 155 e partindo da quarta posição da grelha, chegaria ao primeiro lugar após o arranque, seguido dos Honda Civic Type-R nº 150 e nº 152 de Filipe Ferreira e Sérgio Azevedo, com os pilotos a rodarem juntos na frente e a formarem uma tríade na discussão dos lugares cimeiros. Uma corrida em que Gonçalo Inácio acabaria por ganhar vantagem na frente e assinar a vitória na PRO, seguido de Sérgio Azevedo, que chegaria à segunda posição após superar em pista Filipe Ferreira, que fechou o pódio na classe.

    Um triunfo em que Gonçalo Inácio enaltece o trabalho da equipa: “Foi uma vitória difícil, uma vez que a pista estava muito escorregadia. Felizmente, consegui fazer um bom arranque e passar vários concorrentes na curva 1. Tive também uma boa luta com o Filipe Ferreira, mas acabei por conseguir ganhar vantagem. O carro esteve excelente e agradeço à equipa por todo o trabalho, pois solucionou na perfeição o problema que tivemos, o que nos permitiu sair de Portimão com um resultado muito positivo para o troféu. Continuamos na luta e o objetivo é assegurarmos a vitória do troféu na classe PRO na última prova do ano, no Circuito do Estoril.”

    Já na AM, a vitória voltaria a ser alcançada pelo Honda Civic Type-R nº 154, desta vez com Francisco Viola ao volante, numa corrida em que Hugo Oliveira levaria o Honda Civic Type-R nº 159 à segunda posição, com Nuno Oliveira Figueiredo, no Honda Civic Type-R nº 156, a fechar o lote dos três primeiros.

    Um resultado enquadrado com as metas traçadas pela equipa para esta jornada, conforme refere Francisco Viola: “Foi uma corrida atribulada, com a pista a apresentar condições diferentes do resto do fim de semana. Começámos mais contundentes na corrida, depois fomos recuperando à medida que o grip foi melhorando e alcançámos o objetivo principal, que era o primeiro lugar na AM.”

    Finda a ronda algarvia, a decisão dos títulos das classes PRO e AM fica reservada para a derradeira prova da época da Civic Atomic Cup, conforme o responsável máximo da Motor Sponsor, André Marques, sublinha: “A passagem do troféu pelo Autódromo Internacional do Algarve, no seu ano de estreia, é um marco na competição. Um fim de semana que proporcionou boas corridas, num traçado muito apreciado por pilotos e equipas. Por outro lado, após 4 jornadas, os títulos mantêm-se em aberto, o que é um indicador do equilíbrio que se vive na competição. A época irá assim decidir-se no Circuito do Estoril, dias 12 e 13 de novembro, uma jornada em que esperamos contar com a presença de todos, para mais um verdadeiro fim de semana de festa da velocidade nacional.”

  • Primeiro dia emocionante no Algarve Classic

    Uma bela corrida do Campeonato de Portugal de Velocidade Legends com um total de 41 carros foi o melhor mote este sábado de manhã para o Algarve Classic Festival. As primeiras corridas do Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos e do Campeonato de Portugal de Velocidade 1300 também abrilhantaram o primeiro dia de competição do fim de semana algarvio.

    Das três competições promovidas pela Associação Nacional de Pilotos de Automóveis Clássicos (ANPAC) no Algarve Classic Festival, que decorre este fim de semana, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, nada melhor do que começar o dia com uma corrida de 41 carros.

    No admirável e vasto pelotão, com diferentes carros de variadas épocas, sobressaiu desde logo e até final o Lotus Elise de Francisco Gonçalves (Super Extra), mas logo a seguir, nas segunda e terceira posições, terminaram Marcos Oliveira com o Westefield e Paulo Sousa no BMW E36 M3, que saiu vitorioso nos L99. Os dois pilotos travaram um duelo muito interessante até à bandeira xadrez, sobretudo depois da saída do ‘safety-car’ – quando faltavam cinco minutos para o final da corrida –, que entrou em pista devido a um problema no Toyota Carina de Arlindo Beça. Seguiu-se o Volvo 850R de Filipe Matias e Rodrigo Macedo e o BMW M3 E36 de Paulo Vieira (2.º nos L99). Já Rui Gonçalves venceu nos Super Turismos com o Honda Civic Type R, enquanto que no Troféu Atomic o triunfo foi para a dupla Francisco Viola e Filipe Barreto.   

    Nota para o espetáculo dado por André Monteiro (Citroën Saxo VTS), Ricardo Diniz (Honda Civic Type R) e Gonçalo Novo (Peugeot 106 Gti) que por esta ordem, formaram o pódio dos L99-1600. João Luís e o exótico Renault Spider venceram na classe Trophy, José Almeida triunfou nos carros até 2 litros e António Conceição saiu vitorioso nos L90 com o Mercedes 190 2.3 16v.   

    No Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos, a Corrida 1 foi literalmente emotiva até à bandeira xadrez. Tal como na qualificação, João Macedo e Silva impôs o seu Porsche 911 RSR, quer desde o início da contenda quer depois da saída do ‘safety-car’, que teve de ‘intervir’ devido a um incidente com o Ford Escort RS 1600 de Rui Costa. Nos restantes 13 minutos de corrida, a supremacia do piloto Porto passou a ser cada vez mais evidente, pelo que as atenções passaram a estar centradas no duelo entre Joaquim Jorge (Ford Escort RS 1600) e Carlos Vieira (Ford Escort MK1), que lutavam pelo segundo lugar. Contudo, a poucos metros da linha de meta, o Porsche 911 RSR de João Macedo e Silva pura e simplesmente desligou e o desfecho não poderia ter sido mais inglório para o portuense que, ainda assim, viu restar-lhe um lento andamento no carro alemão para ainda ver a bandeira na terceira posição. Assim, foi Joaquim Jorge quem conquistou o lugar mais alto do pódio e Carlos Vieira terminou a escassos 0,081s na segunda posição, vencendo no Grupo 5. Vitória para José Nogueira (Ford Escort MK1) nos H81 e triunfo para Ricardo Pereira (Ford Escord RS 2000) no Grupo 1. 

    No Campeonato de Portugal de Velocidade 1300, as voltas iniciais foram bastante intensas com cinco pilotos a tentarem alcançar a liderança. Luís Alegria com o seu Datsun 1200 e Paulo Mendes com o seu Citroën AX Sport foram os primeiros protagonistas, ao alternarem o comando entre si, mas a partir da quinta volta foi José Fafiães quem impôs, em definitivo, o seu Datsun 1200, fazendo uma excelente corrida, já que no início da corrida um percalço fez com que perdesse o contacto com o grupo da frente, ao cair para a quarta posição.

    A duas voltas para o final, Paulo Mendes teve problemas no seu carro e foi forçado a abandonar, pelo que a vitória nos Legends ficou na posse de Joel Reis, que também alinha com um Citroën AX Sport.

    Pedro Teixeira e Tiago Silva, ambos com um Fiat Punto 85, travaram na parte inicial da corrida uma luta interessante de seguir, mas o primeiro acabou por levar a melhor e venceu no Desafio ANPAC.

  • ANPAC com 80 inscritos no Algarve Classic Festival

    Um total de 80 inscritos nos Campeonatos de Portugal de Velocidade Legends, Clássicos e 1300, vão trazer ainda mais ‘glamour’ ao Algarve Classic Festival 2022.

    Os pilotos que alinham nas competições da ANPAC são, sem dúvida, uns verdadeiros apaixonados pelos automóveis e pelas corridas, dado que formaram uma generosa lista de inscritos (80) para a quarta prova dos Campeonatos de Portugal de Velocidade Legends, Clássicos e 1300, agendada para o próximo fim de semana, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.

    Não obstante o facto das provas anteriores terem sido disputadas por mais de 100 pilotos – em Vila Real foi por uma centena e meia –, na verdade, não era esperada uma adesão tão significativa por parte dos pilotos da ANPAC à jornada algarvia. Caso para dizer, resistentes, mas nunca desistentes.

    “Uma vez mais os pilotos das competições da ANPAC não deixaram de responder a um novo desafio, que é correr no próximo fim de semana, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão. Consideramos um desafio, dado que cerca de 90 por cento dos pilotos são da região Norte e esta quarta prova da época no traçado algarvio é a mais distante do nosso calendário desportivo e, naturalmente, a mais dispendiosa. Face à conjuntura que atravessamos, a ANPAC está muito satisfeita com estes 80 inscritos. São uns bravos resistentes e ficamos muito gratos por isso”, sublinhou Paulo Miguel. 

    O Algarve Classic Festival é conhecido por ser um evento emblemático pelos campeonatos internacionais que traz ao nosso país. Por isso mesmo, prevê-se um fim de semana de emoções fortes e as largas dezenas de pilotos dos Campeonatos de Portugal de Velocidade Legends, Clássicos e 1300, vão fazer-se notar de forma bastante significativa, contribuindo para que se assistam a corridas bem emocionantes no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão. 

    A ação em pista começa já na sexta-feira com a realização dos treinos livres e das duas sessões de treinos cronometrados reservadas ao Campeonato de Portugal de Velocidade Legends (17h15-17h35) e ao Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos (17h45-18h05).

    No sábado, depois da sessão de treinos cronometrados do Campeonato de Portugal de Velocidade 1300 (08h25-08h45), serão disputadas as Corridas 1 dos Legends (09h00-09h25), dos Clássicos (10h25-10h50) e dos 1300 (16h05-16h30). No domingo, realizar-se-ão as Corridas 2, a começar pelos Legends (09h00-09h25), seguindo-se os Clássicos (14h55-15h20) e, por fim, os 1300 (15h35-16h00).

  • Iberian Historic Endurance: Jordi Puig e Fernando Navarrete vencem corrida 1 em Navarra

    A caravana do Iberian Historic Endurance dirigiu-se este fim de semana até ao norte de Espanha para a sexta prova da temporada. No moderno Circuito de Navarra voltaram a ouvir-se o som do roncar dos fascinantes motores de outros tempos. 

    No traçado de 3,933 quilómetros de perímetro do circuito de Los Arcos, neste sábado realizou-se a sessão de qualificação e a primeira corrida desta jornada dupla, durante a qual os concorrentes do Iberian Historic Endurance esgrimiram argumentos em pista, num excelente espectáculo dentro do espírito desportivo da competição – “Relaxed Historic Racing”. 

    Arrancando da primeira posição, Jordi Puig e Fernando Navarrete realizaram uma corrida autoritária com o fabuloso Ford GT40 e sem deslizes repetiram o triunfo conquistado em 2021 em Jarama. Florent Cazalot foi um justo segundo classificado após uma corrida sem sobressaltos. Savinien Legeleux  (Lotus Seven) completou o pódio da categoria GTP & SC, ele que com certeza se divertiu ao imiscuir-se na luta dos homens da frente da classe H-1971.

    O terceiro a ver a bandeira axadrezada na tarde de sábado foi o Porsche 911 3.0 RS de Eduardo Davila, o que valeu ao piloto espanhol o triunfo entre os H-1976, imediatamente seguido pelo Elan 26R de Carlos Barbot, que desta vez a solo voltou a saborear o triunfo na categoria depois da vitória no Estoril Classics. O piloto da Oporto Racing finalizou com um certo avanço sobre o segundo classificado da classe, o francês Vincent Tourneur (Porsche 365 Speedster), que com muito esforço conseguiu levar o seu carro até ao final e festejar uma outra vitória (Index de Performance).

    Ainda no que respeita aos H-1976, se o triunfo de Davila foi indiscutível, a batalha pelas restantes posições de honra esteve sempre muito mais “aberta”, com o duo gaulês Mathieu Izidi/Rémi Guillot (Porsche 911 2.7 RS) a superar a dupla Ricardo Pereira/Nuno Breda (Ford Escort) num tête-à-tête pelo segundo lugar, o que mesmo assim não retira relevância ao resultado da dupla portuguesa, pois este foi o seu primeiro pódio na competição de clássicos mais prestigiada da Península Ibérica. 

    Numa corrida que teve sempre motivos de interesse, o ponto alto foi sem dúvida a discussão pela vitória na classe H-1971. O BMW de Domingos Sousa Coutinho/Rui Maia liderou as primeiras duas voltas até abandonar. A partir desse momento, a luta pelo triunfo ficou entregue a Joaquim Soares (Lotus Elan) e a Pedro Lima (Ford Mustang). O imponente carro norte-americano saltou para a frente do Lotus laranja logo nos primeiros metros da corrida, mas a luta particular entre estes dois carros, que rodaram sempre ao mesmo nível, foi “complicada” pela presença do Seven de Savinien Legeleux e a ameaça presente do Porsche 911 2.5 ST de Vincent Jimenez. Soares ultrapassou Lima na paragem obrigatória nas boxes, mas nunca pôde baixar os braços, porque a curta margem não era suficiente para desafogos. Aliás, num despique que durou quase toda a corrida, os dois carros cortaram a linha de meta separados por apenas dois segundos. Vincent Jimenez foi um legítimo terceiro classificado.

    Na categoria Gentleman Driver Spirit (GDS), Luís Sousa Ribeiro conseguiu rapidamente fugir ao francês Michel Mora (Porsche 911 SWB) nos primeiros momentos da contenda e os dois isolaram-se na frente, até que este último acabou por abandonar. Nuno Nunes, que desta vez correu sozinho, teve o mérito de levar o Porsche 911 SWB preparado pela Garagem João Gomes ao segundo posto. Um pouco atrás, na primeira metade da corrida, assistiu-se a um duelo a quatro muito engraçado e que teve como protagonistas Piero del Maso (Porsche 911 SWB), Carlos Beltran (Porsche 911 SWB) e ainda Carlos Santos (Ford Escort – H-1976) e Jorge Guimarães (Volvo 121 – H-1971). A “jogar em casa”, Carlos Beltran levou a melhor e subiu ao último degrau do pódio.

  • Fina flor do Historic Endurance vai a Navarra

    Ainda a celebrar o sucesso da emotiva presença no fim de semana do Estoril Classics, o Iberian Historic Endurance ruma já este fim de semana a Espanha, para duas corridas de 50 minutos no moderno Circuito de Navarra.

    A classe Gentlemen Driver Spirit (GDS), que engloba todas as viaturas equipadas com motores até 1300cc e todos os carros de Turismo até 2000cc, assiste ao retorno de várias figuras conhecidas da competição, incluindo o vencedor do Estoril, o francês Michel Mora, num dos quatro Porsche 911 SWB inscritos, Luís Sousa Ribeiro (Ford Lotus Cortina) ou a dupla ibérica Guillermo Velasco/Filipe Freitas que trocará o seu habitual Porsche 365 por um Datsun 1200. Igualmente de volta às lides da competição, onde fez aparições pontuais em 2018 e 2019, estará Ellie Birchenhough, que com Nick Topliss, regressa com o seu Austin Mini Cooper S preparado pela Dorset Racing, equipa que há quarenta anos passou pelas 24 Horas de Le Mans.

    Na categoria H-1965, o vencedor no Autódromo do Estoril, Carlos Barbot, quererá repetir a boa exibição no seu Lotus Elan 26R, um carro praticamente idêntico àquele que Robin Ellis está inscrito, mas este usa uma rara versão Shapecraft do modelo inglês. Isto, numa categoria onde também vai acelerar o Porsche 356 Speedster do francês Vincent Tourneur, um sério candidato ao triunfo no Index of Performance, que este fim de semana volta a premiar o vencedor com um relógio Cuervo Y Sobrinos.

    A categoria H-1971 volta a reunir um elevado número de inscritos e como tem sido hábito, um leque variado de viaturas. Aos três Porsche 911 de Franck Biraben, Jordi Prenafeta e Vincent Jimenez, junta-se o Alfa Romeo GTAm dos alemães Volker Hichert e Björn Ebsen.  Sendo esta uma competição que se rege pelo espírito Relaxed Historic Racing, destaque para a presença do Volvo 121 de Jorge Guimarães, do piloto suíço Guillaume Huber, que vai guiar um BMW 1600 ti da Breda Motorsport, e de Bruno e Paulo Lima, que voltam a alinhar com o seu imponente Ford Mustang. Contudo, não menos verdade, é que todos que entram em pista ambicionam vencer, e na teoria os favoritos da H-1971 são ainda Joaquim Soares (Lotus Elan) e a dupla Domingo Sousa Coutinho/Rui Maia (BMW 2800 CS).

    Nos H-1976 irá assistir-se a um braço de ferro entre os Ford Escorts e os Porsche 911s. Do lado dos pilotos dos carros da marca de Deaborn estão Nuno Breda/Ricardo Pereira e Paulo Vieira, pilotos com presença regular no Group 1 Portugal, assim como o duo vizelense Carlos M. Santos/Carlos A. Santos, que continuam a progredir, e o suíço Max Huber, que regressa após as suas participações num Mustang em 2021.

    Do lado dos pilotos que apostam em “maquinaria” alemã, o Porsche 911 2.7 RS da L’Ecurie Classic será conduzido por Rémi Guillot/Mathieu Izidi, e um 911 2.8 RSR será tripulado pelo britânico Paul Daniels, um piloto que num passado recente competiu no mundial de resistência (FIA WEC). A estes juntam-se dois muito competitivos 3.0 RS locais – Eduardo Davila já venceu esta temporada e a dupla espanhola Juan Alonso/Jose Antonio Zorrilla procura o primeiro pódio na categoria, após este ano ter subido ao pódio na Corrida Los 80 no fim de semana “Supercars en Jarama”.

    Por fim, o Alfa Romeo Ti Super de Paulo Rompante vai ter concorrência de peso na categoria GTP & Sportscar, com o regresso dos dois Lotus Seven do pai e filho Savinien e François Legeleux e de um terceiro exemplar que será conduzido por François Cazalot, o piloto francês que venceu as duas corridas nas ruas de Pau. Dois outros carros vão dar um brilho especial à grelha de partida: o vistoso Ford GT40 de Jordi Puig e Fernando Navarrete, uma dupla que não teve problemas em se impor em Jarama, em 2021, e um Crosslé S7, um pequeno protótipo construído nos anos 1960s na Irlanda, para o pai e filho, Stéphane e Mathias Rey. Ainda como convidados vão alinhar o BMW 323i de Jorge Cruz e o Porsche 924 de Toni Garcia.

  • Guilherme Oliveira é vice-campeão da European Le Mans Series

    A um (pequeno) passo de fazer História. Com apenas 17 anos, Guilherme Oliveira ficou a escassos 11 minutos de se sagrar campeão da categoria LPM3 da European Le Mans Series (ELMS), no final de uma corrida de quatro horas, disputada este domingo, no Autódromo Internacional do Algarve. Um toque de um dos companheiros de equipa danificou o Ligier da Inter Europool, levando Guilherme de Oliveira a uma desistência inglória e ao segundo lugar final do ‘Campeonato da Europa’ de Resistência.

    Do céu ao inferno. O desporto automóvel e as corridas de Resistência são um universo fascinante, que apaixona milhões de adeptos em todo o mundo pela simbiose entre tecnologia e capacidade de superação humana, exemplificados nas míticas 24 Horas de Le Mans. Mas este é também um desporto implacável, onde o elemento humano está sempre dependente de uma máquina ou de circunstâncias que não consegue controlar. Foi o que aconteceu a Guilherme Oliveira, que parecia a caminho de um histórico título na categoria LMP3 da European Le Mans Series, até uma série de acontecimentos fora do seu controlo o levarem a perder a vitória, a 11 minutos da bandeira de xadrez. Os últimos 11 minutos de um campeonato com 24 horas de corridas (seis provas de quatro horas cada).

    O cenário parecia perfeito. Depois de uma brilhante carreira no karting, onde acumulou 15 títulos nacionais e ibéricos, Guilherme Oliveira iria culminar a segunda segunda época nas corridas de automóveis em ‘casa’, em Portugal, e logo com a possibilidade de conquistar o título da ELMS, o ‘Campeonato da Europa’ de corridas de Resistência, considerado a antecâmara das 24 Horas de Le Mans. O feito seria ainda mais impressionante atendendo à idade do piloto de Vila Nova de Gaia (17 anos), que em 2021 já se tinha tornado o mais jovem piloto de sempre a estrear-se na ELMS, com apenas 16 anos.

    Guilherme Oliveira e os seus dois companheiros na equipa Inter Europool, o norte-americano Charles Crews e o chileno Nicolás Pino, chegavam ao Algarve na liderança destacada do campeonato e precisavam apenas de um sexto lugar para garantirem o título, mesmo em caso de vitória dos adversários diretos, a equipa suíça Cool Racing, com Mike Benham, Malthe Jakobsen e Maurice Smith. O segundo lugar na qualificação, no sábado, era um bom indício para a corrida deste domingo, uma prova onde o Ligier com o número 13 da Inter Europool chegou a passar pelo comando.

    Contudo, já no último terço da corrida, Nicolás Pino não conseguiu evitar um toque noutro concorrente, danificando a suspensão e a direção do carro da equipa polaca. Quando Guilherme Oliveira entrou para o Ligier, para realizar o último turno de condução, a equipa estava no terceiro lugar da corrida, mas a Inter Europool decidiu manter os mesmos pneus, já com uma hora de utilização. Com um carro praticamente inguiável, o jovem português fez um enorme esforço, até ser obrigado a entrar novamente nas boxes, quando os pneus acabaram por ceder. No regresso à pista, com a direção afetada, Guilherme Oliveira não pôde virar normalmente na primeira curva e foi em frente, colidindo com outro carro no regresso ao circuito. O sonho acabava na escapatória de Portimão, com as imagens de TV a mostrarem um jovem de 17 anos prostrado na gravilha, a tentar processar todo o azar daquele momento.

    “Perdemos o campeonato da Europa e não havia nada que eu pudesse fazer”, comentou Guilherme Oliveira no final, visivelmente desalentado. “A equipa optou por uma estratégia arriscada de manter os pneus usados para o meu turno de condução e os pneus acabaram por não resistir. Fui obrigado a entrar nas boxes, mas alguma coisa se passou de anormal, pois a direção não obedeceu normalmente na primeira curva. Quando tentei regressar à pista, à pista tive um toque com outro piloto e a desistência foi inevitável. É muito complicado descrever o que estou a sentir. Não consigo acreditar que isto aconteceu. Acho que a única forma de processar isto é pensar que fomos vice-campeões da Europa e começar a trabalhar já para a próxima época”, afirmou o jovem piloto português. 

    Guilherme Oliveira e a Inter Europool terminaram a época como a equipa com mais vitórias na categoria LMP3, triunfando nas pistas de Monza (Itália), Barcelona (Espanha) e Spa-Francorchamps (Bélgica).

  • GT3 Cup de volta a Portimão com a Le Mans Series e mais “caras novas”

    A GT3 Cup estará de volta, esta sexta-feira e sábado próximos, ao Autódromo Internacional do Algarve, integrada no programa da ELMS (European Le Mans Series) 4 Horas de Portimão, apresentando uma lista de inscritos com mais algumas “caras novas” numa fase da temporada em que o troféu Porsche promovido pela P21 Motorsport continua mais dinâmico e competitivo do que nunca.

    “A GT3 Cup tem vindo a exceder todas as expetativas, em termos de nível competitivo e também de impacto, pelo que nos sentimos orgulhosos do trabalho desenvolvido a partir do momento em que foi decidido, o ano passado, organizar o troféu. A adesão dos pilotos foi magnífica, bem como a de um leque significativo de patrocinadores que acreditaram neste projeto desde a primeira hora. Este convite para a GT3 Cup acompanhar a Le Mans Series em Portimão não deixa de refletir o seu prestígio e credibilidade, valores já reconhecidos além-fronteiras, inclusive pela Porsche Motorsport. Portanto, estamos no bom caminho e desejosos de continuar a evoluir, com o inestimável apoio dos nossos patrocinadores, das equipas e dos pilotos que têm sido uma verdadeira mais-valia”, acentua José Monroy, manager da P21 Motorsport.

    Para esta quinta jornada da época surgem algumas novidades relativas à lista de inscritos, verificando-se o regresso do espanhol Luis Herrera, que havia disputado a jornada de Valência, em junho último, e ainda de Jorge Brioso, cuja estreia ocorrera precisamente em Portimão, no passado mês de julho. E há a registar o “batismo” dos polacos Igor Klaja e Mateusz Lisowski, pilotos com experiência, sobretudo este último, em provas de GT, designadamente com os Porsche 911 GT3 Cup.

    Nesta altura da temporada, continua tudo em aberto na GT3 Cup no que respeita à discussão do “título” nas três categorias, como resultado do equilíbrio verificado em pista desde a primeira ronda, realizada em abril, no Autódromo do Estoril. Na categoria AM, o líder Francisco Cruz dispõe de uma vantagem de 5 pontos em relação a Alexandre Martins, enquanto na categoria GD Miguel Caetano, o primeiro classificado, soma mais 7 pontos que João Parreira. A maior diferença pontual verifica-se na categoria PRO, na qual Carlos Vieira tem um pecúlio de 17 pontos face a Vasco Barros.

    HORÁRIO

    Sexta-feira (dia 14)

    09:00/09:20 – Treinos Livres 1

    14:50/15:10 – Treinos Livres 2

    17:00/17:20 – Qualificação 1

    Sábado (dia 15)

    08:35/08:55 – Qualificação 2

    13:35/14:00 – Corrida 1 17:45/18:10 – Corrida 2