Categoria: Velocidade

  • PSCI aproxima-se dos 800 mil euros de retorno mediático na primeira metade de 2026

    PSCI aproxima-se dos 800 mil euros de retorno mediático na primeira metade de 2026

    A Porsche Sprint Challenge Ibérica reforça o seu posicionamento internacional ao atingir cerca de 785 mil euros de Media Value consolidado após as três primeiras rondas da temporada.

    A Porsche Sprint Challenge Ibérica continua a afirmar-se como uma das plataformas de comunicação mais relevantes do panorama ibérico do Motorsport. O mais recente Relatório de Media Value, desde o arranque da temporada até ao fecho da primeira parte com a ronda de Valência, atribui ao campeonato um retorno mediático consolidado de 784.792,49 euros, valor que confirma o forte crescimento da competição ao nível da exposição televisiva, cobertura editorial, distribuição internacional e presença digital.

    O estudo, desenvolvido segundo uma metodologia conservadora de equivalência mediática, integra quatro grandes áreas de valorização: televisão, imprensa digital especializada, transmissões internacionais e redes sociais oficiais, refletindo uma visão abrangente da capacidade da Porsche Sprint Challenge Ibérica gerar visibilidade para pilotos, equipas, patrocinadores e parceiros.

    A televisão continua a assumir um papel absolutamente determinante nesta valorização, representando cerca de 65% do retorno mediático total, com destaque para as transmissões em direto na V+ TVI, complementadas pela presença editorial nos diferentes canais da Media Capital, incluindo TVI e CNN.

    Também a cobertura editorial especializada registou um crescimento significativo. O relatório contabiliza mais de duas centenas de ocorrências editoriais, distribuídas por meios portugueses, espanhóis, ingleses, brasileiros, alemães e internacionais, reforçando a notoriedade da Porsche Sprint Challenge Ibérica em vários mercados europeus.

    A estratégia de internacionalização da competição continua igualmente a dar frutos. As transmissões oficiais através da Motorvision Germany, Parc Fermé TV (Itália) e, desde Valência, da Braking Zone TV Brasil, representam um valor adicional importante, contribuindo para alargar a presença do campeonato junto de novos públicos internacionais, incluindo o importante mercado brasileiro.

    Pela primeira vez, o relatório incorpora também uma valorização agregada da atividade das redes sociais oficiais da Porsche Sprint Challenge Ibérica. Instagram, Facebook e YouTube apresentam um crescimento exponencial em relação a anos transatos, refletindo o impacto da produção contínua de conteúdos, transmissões em direto, cobertura dos fins de semana de prova e interação permanente com uma comunidade altamente qualificada de fãs Porsche e Motorsport.

    Para José Monroy, Series Manager da Porsche Sprint Challenge Ibérica, “Os números agora apresentados confirmam que a Porsche Sprint Challenge Ibérica continua a crescer muito para além da vertente desportiva. Hoje somos uma plataforma capaz de oferecer visibilidade consistente aos nossos parceiros através da televisão, dos meios digitais, das redes sociais e da distribuição internacional. Este retorno mediático é o reflexo do trabalho desenvolvido por toda a organização, pelas equipas, pilotos, parceiros e media que acreditam no projeto.”

    O responsável acrescenta ainda: “Entramos agora na pausa de verão muito satisfeitos com o caminho percorrido. Conseguimos consolidar o campeonato como uma experiência premium, internacional e mediaticamente relevante, criando valor real para quem escolhe associar-se à Porsche Sprint Challenge Ibérica. Vamos trabalhar para, na segunda parte da época, incrementarmos o impacto, alargando ainda a mais a visibilidade do campeonato”.

    O relatório conclui que a Porsche Sprint Challenge Ibérica continua a consolidar-se como uma plataforma integrada de competição, comunicação e lifestyle, reunindo exposição televisiva em canal aberto, cobertura editorial especializada, distribuição internacional e um ecossistema digital próprio. Para patrocinadores, parceiros institucionais, equipas e pilotos, este posicionamento traduz-se numa capacidade crescente de gerar notoriedade junto do universo Porsche, do Motorsport e das marcas premium.

  • Tiago Montes regressou ao pódio em Vila Real sete anos depois

    Tiago Montes regressou ao pódio em Vila Real sete anos depois

    Piloto vila-realense recuperou até ao sétimo lugar absoluto na segunda corrida e conquistou o terceiro posto na Taça Legends 2000, aos comandos do Honda Integra.

    Tiago Montes protagonizou uma exibição muito positiva no Circuito Internacional de Vila Real, regressando ao pódio da sua prova “de casa” sete anos depois. Ao volante do Honda Integra, o piloto começou por registar 2m33,030s nos treinos livres, à média de 112,6 km/h. Na qualificação, assinou 2m34,808s e garantiu o 16.º lugar da grelha.

    Na primeira corrida, Tiago Montes realizou um bom arranque e terminou na 13.ª posição absoluta, estabelecendo como melhor volta 2m33,758s. O melhor desempenho surgiu no domingo. Depois de partir novamente de forma muito eficaz, o piloto envolveu-se na luta pelas posições dianteiras e recuperou até ao excelente sétimo lugar da classificação geral. Tiago Montes completou a sua volta mais rápida em 2m25,344s, à média de 117,7 km/h, garantindo ainda o terceiro lugar na Taça 2000.

    “Sete anos depois, estamos de regresso ao pódio no Circuito Internacional de Vila Real, com um terceiro lugar na Taça 2000. Não tínhamos o setup ideal para Vila Real, mas nunca deixámos de acreditar”, destacou o piloto.

  • Filipe Albuquerque parte ao ataque das seis horas de Road America

    Filipe Albuquerque parte ao ataque das seis horas de Road America

    Piloto português regressa ao IMSA WeatherTech SportsCar Championship determinado a inverter uma temporada difícil e colocar o Cadillac #10 da Wayne Taylor Racing na luta pelos lugares da frente.

    Filipe Albuquerque regressa à ação este fim de semana, 1 e 2 de agosto, para disputar o Motul SportsCar Endurance Grand Prix, prova de seis horas integrada no IMSA WeatherTech SportsCar Championship e realizada no exigente circuito de Road America.

    Sem possibilidades realistas de discutir o título nesta fase da temporada, o piloto português e Ricky Taylor encaram a jornada sem pressão classificativa, mas com a ambição intacta. O objetivo passa por completar uma corrida limpa, aproveitar todas as oportunidades e lutar por um resultado de destaque com o Cadillac #10 da Wayne Taylor Racing. Depois de uma época em que os resultados nem sempre refletiram o potencial demonstrado, Filipe Albuquerque espera que Road America possa representar um ponto de viragem.

    “Sabemos que não estamos na luta pelo título, mas a nossa motivação e o desejo de vencer permanecem exatamente os mesmos. Tem sido uma época desafiante e os resultados nem sempre refletiram o nosso potencial. Em Road America queremos mudar essa dinâmica”, afirmou.

    BoP aumenta exigência para os Cadillac

    A tarefa da dupla será dificultada pelas mais recentes alterações ao Balance of Performance para a prova, que colocam desafios adicionais aos Cadillac. Num circuito rápido e particularmente exigente, a gestão do ritmo, dos pneus, do consumo e da estratégia deverá assumir um papel fundamental ao longo das seis horas.

    “Não será uma prova fácil. O atual BoP apresenta-nos mais desafios, mas, numa corrida de seis horas, existem muitas variáveis em jogo”, reconheceu Filipe Albuquerque. “Vamos dar o nosso melhor do primeiro ao último minuto para alcançar o resultado que toda a equipa merece”, acrescentou o piloto português.

    Sem nada a perder nas contas do campeonato, Filipe Albuquerque e Ricky Taylor procurarão também aproveitar a jornada para prosseguir o desenvolvimento e a afinação do Cadillac, recolhendo informação importante para as próximas provas. A atividade em pista inclui as sessões de treinos livres e qualificação, antes da corrida de seis horas, cuja partida está marcada para domingo, às 16h30 de Portugal continental, com transmissão em direto na Sport TV4.

  • Supercars Endurance acelera para a época mais forte da sua história

    Supercars Endurance acelera para a época mais forte da sua história

    Grelhas com mais de 50 carros, crescente presença internacional, novas categorias e um paddock que junta profissionais, jovens talentos e gentleman drivers confirmam a maturidade do projeto promovido pela Race Ready.

    A temporada de 2026 está a confirmar uma evolução construída ao longo dos últimos anos. O Supercars Endurance atravessa o período mais forte da sua história, apresentando, nas rondas disputadas em circuitos permanentes, mais de 50 automóveis distribuídos por duas grelhas. O crescimento do número de pilotos e equipas, o reforço da componente internacional e o aparecimento de novas categorias demonstram a maturidade alcançada pelo projeto promovido pela Race Ready.

    Para Diogo Ferrão, responsável máximo da organização, os resultados são consequência de vários anos de trabalho, decisões estratégicas e capacidade para preservar a visão inicial, mesmo quando muitos duvidavam da viabilidade de um campeonato ibérico dedicado aos Grande Turismo. “Todas as histórias de sucesso se explicam pela conjugação de vários fatores. Destacaria, em primeiro lugar, a resiliência e a capacidade de adaptação”, afirmou.

    “O projeto não foi inicialmente bem recebido, porque muitos consideravam que um campeonato deste nível seria demasiado caro para a realidade da Península Ibérica. Demonstrámos precisamente o contrário: apesar do glamour e das prestações dos GT, os custos de utilização são perfeitamente razoáveis.” Segundo Diogo Ferrão, a organização teve de adaptar progressivamente o formato às necessidades dos participantes, sem abdicar do conceito definido desde o primeiro dia.

    Paixão e condições únicas na Península Ibérica

    A equipa que sustenta o campeonato é apontada como outro dos pilares do crescimento. “Só uma equipa verdadeiramente apaixonada consegue suportar a pressão constante das equipas e dos pilotos, as longas semanas de preparação e a necessidade permanente de encontrar soluções para os imprevistos”, destacou o responsável da Race Ready.

    A localização geográfica constitui também uma vantagem competitiva. A Península Ibérica dispõe de circuitos modernos, estruturas qualificadas, oficiais experientes e condições meteorológicas que permitem competir durante grande parte do ano. “Temos alguns dos melhores circuitos da Europa, técnicos altamente qualificados, estruturas de enorme qualidade e uma reconhecida tradição ao nível dos oficiais de prova”, salientou Diogo Ferrão.

    “Tudo isto ajuda a explicar por que razão tantos pilotos internacionais escolhem o Supercars Endurance e por que motivo os pilotos ibéricos encontram cada vez menos razões para procurar alternativas noutros países.”

    Campeonato torna-se escola para jovens talentos

    A evolução não se limita à dimensão das grelhas. A qualidade do pelotão também aumentou, reunindo pilotos profissionais, jovens provenientes de vários continentes e equipas habituadas aos principais campeonatos internacionais. Para muitos pilotos em início de carreira, o Supercars Endurance passou a ser encarado como uma plataforma de aprendizagem antes da entrada em competições europeias de maior dimensão.

    “Tem acontecido cada vez mais que jovens interessados em construir uma carreira nos GT chegam até nós por recomendação de profissionais internacionais e até de programas oficiais de construtores”, revelou Diogo Ferrão.

    “Existe hoje a perceção de que realizar uma primeira temporada no Supercars Endurance representa uma excelente oportunidade para ganhar experiência, competitividade e maturidade.”

    Profissionais e gentleman drivers no mesmo paddock

    O campeonato mantém, contudo, uma das características presentes desde a sua criação: a capacidade de reunir pilotos profissionais e gentleman drivers, oferecendo contextos competitivos adequados aos diferentes níveis de experiência. A criação da GT4 Am respondeu precisamente às necessidades dos pilotos que começaram a competir mais tarde e não tiveram um percurso tradicional de formação.

    “É muito interessante observar a evolução destes pilotos. Muitos começaram sem experiência significativa e, graças ao talento, à telemetria, aos modernos sistemas de aquisição de dados e ao apoio de pilotos mais experientes, conseguem reduzir os tempos por volta de forma impressionante”, explicou. “Ao fim de alguns anos, muitos já discutem posições com pilotos considerados profissionais.”

    GTC conquista grelha própria

    A mesma filosofia esteve na origem da divisão GTC, criada para permitir que modelos GT com homologações já terminadas continuassem a competir. Além de prolongar a vida desportiva destas máquinas, a categoria oferece uma porta de entrada mais acessível no universo do Supercars Endurance, sem exigir o investimento associado à aquisição de um GT4 recente.

    “A GTC começou como uma categoria integrada na grelha dos GT4. O interesse cresceu de tal forma que passámos a ter condições para organizar corridas próprias, algo muito importante para o futuro da divisão”, sublinhou Diogo Ferrão.

    A situação dos Turismos é diferente. Apesar da qualidade das máquinas presentes, o número de participantes continua abaixo das expectativas da organização. A BMW M2 Cup Iberia poderá desempenhar um papel importante no crescimento desta grelha, embora os atrasos iniciais na entrega dos automóveis tenham condicionado a estreia do projeto.

    “O primeiro carro apenas chegou à Península Ibérica no final de abril, o que limitou as possibilidades de realizar testes com potenciais interessados”, explicou. “A partir de setembro, os prazos de entrega serão bastante mais curtos. Já temos cinco carros na Península Ibérica e teremos condições para organizar muito mais sessões de teste.”

    Vila Real continua a ser um desafio

    O crescimento registado nas rondas disputadas em circuitos permanentes não encontra ainda correspondência em Vila Real. As características do traçado citadino e a perceção de maior risco entre os participantes internacionais fazem com que a jornada transmontana apresente uma grelha mais reduzida e praticamente composta por pilotos portugueses.

    “Em Vila Real acabamos por ter quase exclusivamente pilotos nacionais. Muitos estrangeiros gostam bastante da experiência, mas não regressam”, reconheceu Diogo Ferrão, destacando Adam Fawsitt como uma das exceções em 2026.

    O responsável admite que será necessário analisar o tema em conjunto com os responsáveis pelo circuito para encontrar soluções capazes de atrair mais concorrentes internacionais.

    Novos circuitos interessados no campeonato

    A organização continua igualmente a estudar alternativas para o calendário, embora a compatibilização de datas com outras competições internacionais represente um desafio. “Todos os anos analisamos diferentes possibilidades. O problema é encontrar datas compatíveis com os campeonatos onde muitas das nossas equipas também competem”, explicou Diogo Ferrão.

    “Mas é um excelente problema. Significa que existem muitos circuitos interessados em receber o Supercars Endurance, o que demonstra o crescimento do campeonato e do público conquistado em cada evento.” Depois da pausa de verão, o Supercars Endurance regressará à competição entre 25 e 27 de setembro, no Circuit Ricardo Tormo, em Valência, para mais uma jornada pontuável para o Iberian Supercars e para o Campeonato de España de Supercars.

  • Tiago Ribeiro esteve muito forte em Vila Real

    Tiago Ribeiro esteve muito forte em Vila Real

    Piloto Midas colocou o Honda Integra entre os mais rápidos do fim de semana, terminou as corridas nos sexto e quinto lugares absolutos e venceu a respetiva categoria nos dois dias.

    Tiago Ribeiro esteve em plano de evidência entre os Legends no Circuito Internacional de Vila Real, assinando uma exibição marcada pela rapidez e pela competitividade aos comandos do Honda Integra. O piloto transmontano começou por registar 2m33,985s nos treinos livres, à média de 111,9 km/h. Na qualificação, protagonizou uma melhoria expressiva, completando a sua melhor volta em 2m22,886s, à média de 119,1 km/h, resultado que lhe garantiu o quarto lugar da grelha.

    Na primeira corrida, disputada no sábado, Tiago Ribeiro realizou um bom arranque e integrou desde cedo a luta pelas posições cimeiras. O piloto Midas recebeu a bandeira de xadrez no sexto lugar da classificação geral, com uma volta mais rápida de 2m22,380s, à média de 120,2 km/h. No domingo, voltou a arrancar de forma eficaz e melhorou a classificação absoluta, concluindo a segunda corrida no quinto posto. O melhor registo foi de 2m22,370s, novamente à média de 120,2 km/h.

    Segundo o balanço do próprio piloto, a jornada ficou ainda marcada pelo primeiro lugar da sua categoria nas duas corridas e pela volta mais rápida em ambas.

    “Foi mais um fim de semana divertido no Circuito de Vila Real. Fomos mais rápidos nos cronometrados, conquistámos o primeiro lugar no sábado e no domingo e fizemos a volta mais rápida nas duas corridas”, destacou Tiago Ribeiro.

    Apesar de reconhecer que nem tudo decorreu de forma perfeita, o piloto valorizou o trabalho desenvolvido por toda a estrutura: “Estou muito grato por tudo, especialmente pelo trabalho de toda a equipa. Ao Nuno VcBoost, aos manos Pedro e Hugo Lisboa e a todos os que integraram a equipa, o meu muito obrigado”, afirmou. Tiago Ribeiro deixou ainda uma palavra especial para quem se deslocou de longe para o apoiar: “Agradeço especialmente a quem veio de longe simplesmente porque acreditamos que me dá sorte… e talvez dê mesmo”.

  • Luís Nunes regressa ao pódio dos Clássicos em Vila Real

    Luís Nunes regressa ao pódio dos Clássicos em Vila Real

    Piloto Fandriauto superou o abandono na primeira corrida e levou o Ford Escort ao terceiro lugar do Grupo 5 na segunda prova do fim de semana.

    Luís Nunes regressou ao Campeonato de Portugal de Clássicos de Velocidade no Circuito Internacional de Vila Real e terminou a jornada transmontana com uma subida ao pódio. Aos comandos do Ford Escort da Fandriauto, o piloto começou por registar o sétimo melhor tempo nos treinos livres, com 2m28,977s, à média de 115,7 km/h.

    Na sessão de qualificação, Luís Nunes melhorou para 2m23,900s, à média de 118,9 km/h, garantindo o 11.º lugar e uma posição na sexta fila da grelha de partida.

    Na primeira corrida, disputada no sábado, o piloto realizou um bom arranque e procurou aproximar-se dos lugares cimeiros. Contudo, um problema técnico obrigou-o a abandonar sensivelmente a meio da prova. A desforra surgiu no domingo. Luís Nunes voltou a arrancar bem e manteve-se na luta pelas posições da frente, terminando no 11.º lugar da classificação geral e no terceiro posto entre os concorrentes do Grupo 5. O piloto da Fandriauto completou ainda a sua volta mais rápida ao Circuito Internacional de Vila Real em 2m24,676s, à média de 118,3 km/h.

    “Correu mais ou menos. Na primeira corrida, um problema técnico obrigou-me a desistir, mas, na segunda, conseguimos a desforra. O prémio foi este terceiro lugar e a subida ao pódio no Grupo 5”, afirmou Luís Nunes.

    O piloto dedicou o resultado ao trabalho desenvolvido pela equipa durante toda a jornada. “Quero dedicar este pódio a toda a nossa equipa, pelo enorme esforço realizado ao longo do fim de semana. Faltam agora duas jornadas, num total de quatro corridas, e vamos tentar fazer mais e melhor”, concluiu Luís Nunes.

  • Estoril Classics celebra 10.ª edição com programa de luxo

    Estoril Classics celebra 10.ª edição com programa de luxo

    Evento regressa ao Autódromo do Estoril entre 18 e 20 de setembro de 2026, reunindo Fórmula 1 históricos, GT, protótipos e automóveis de Turismo de várias épocas.

    O Autódromo do Estoril volta a receber, entre 18 e 20 de setembro, o Estoril Classics, que celebra em 2026 a sua 10.ª edição com um programa dedicado a várias décadas da história do automobilismo internacional.

    Ao longo de três dias, o traçado português acolherá algumas das mais prestigiadas competições europeias de automóveis históricos, reunindo monolugares, GT, protótipos e viaturas de Turismo que marcaram diferentes períodos do desporto motorizado.

    Ao longo da última década, o Estoril Classics consolidou-se como um dos principais festivais europeus dedicados à competição histórica, combinando um programa desportivo de elevado nível com um paddock acessível ao público e a presença de modelos raramente vistos em ação.

    Fórmula 1 histórica volta a assumir protagonismo

    Entre os momentos mais aguardados estará o Classic GP, que colocará novamente em pista monolugares de Fórmula 1 utilizados até 1986. Modelos de construtores como McLaren, Williams e Lotus voltarão a proporcionar um espetáculo singular, tanto pelo desempenho como pelo som inconfundível dos motores de uma das épocas mais marcantes da categoria máxima do automobilismo.

    A edição de 2026 ficará também assinalada pelo regresso da Endurance Racing Legends ao programa do evento. A competição organizada pela Peter Auto apresentará duas grelhas e reunirá GT e protótipos que marcaram as corridas internacionais de resistência durante a década de 1990 e os primeiros anos do novo milénio.

    Entre os modelos habitualmente presentes encontram-se o Maserati MC12 GT1, Lotus Elise GT1, Chrysler Viper GTS-R e Ferrari 430 GTC, além de protótipos como o Audi R8 LMP e o Bentley Speed 8. A presença concreta de cada viatura dependerá, contudo, da lista oficial de inscritos. O regresso desta competição reforça igualmente a ligação histórica do Autódromo do Estoril às grandes provas internacionais de resistência, depois de ter recebido campeonatos como o FIA GT, FIA SportsCar Championship e Le Mans Series.

    Viagem por várias décadas da competição

    A diversidade continuará a ser uma das principais imagens de marca do Estoril Classics. A Classic Touring Challenge reunirá automóveis de Turismo das décadas de 1950 e 1960, como o Alfa Romeo Giulia Sprint GTA e o Lotus Cortina.

    Já a Classic Endurance Racing I e II colocará em pista GT e protótipos que protagonizaram algumas das mais importantes corridas de resistência entre os anos 1960 e o início da década de 1980. Ford GT40, Porsche 935, Porsche 908 e Porsche 910 são algumas das referências habitualmente associadas a estas grelhas. A Heritage Touring Cup será dedicada aos populares automóveis de Turismo produzidos entre 1960 e 1981, incluindo vários modelos da BMW e o Ford Capri.

    Ao final da tarde de sábado, a Sixties’ Endurance promete voltar a oferecer uma das corridas mais emblemáticas do fim de semana, reservada a GT anteriores a 1966, período em que modelos como o Jaguar E-Type e o Ferrari 250 dominavam as grandes provas internacionais. A 2.0 Litre Cup apresentará uma grelha inteiramente composta por Porsche 911 SWB de dois litros.

    Máquinas de elevado valor histórico

    O programa incluirá ainda o The Gentlemen Challenge, competição reservada a automóveis de enorme importância histórica e patrimonial. Modelos como o Maserati 300S e o Ferrari 250 GT SWB, habitualmente associados a coleções privadas e museus, terão a oportunidade de regressar à pista num ambiente de verdadeira competição.

    O Iberian Historic Endurance voltará igualmente a integrar o cartaz, reforçando a presença da principal competição de automóveis históricos da Península Ibérica. Ford GT, AC Cobra e Alfa Romeo Giulia GTAm são alguns dos modelos que habitualmente enriquecem a sua grelha.

    Para além da competição, o Estoril Classics manterá uma experiência orientada para toda a família, com acesso próximo às equipas e pilotos, áreas de restauração e várias iniciativas que serão anunciadas pela organização. Tal como nas edições anteriores, a entrada para a bancada da reta da meta será gratuita. O acesso ao paddock será efetuado através de bilhete, com as condições e modalidades de entrada a serem divulgadas posteriormente.

  • Lourenço Antunes assina recuperação de luxo e vence em Baltar

    Lourenço Antunes assina recuperação de luxo e vence em Baltar

    Piloto da Escola de Karting do Oeste/Birelart Portugal arrancou do 12.º lugar e conquistou a vitória na Final da categoria X30 Mini, na quarta prova do Campeonato de Portugal de Karting.

    A Escola de Karting do Oeste/Birelart Portugal esteve presente na quarta jornada do Campeonato de Portugal de Karting, disputada no Kartódromo de Baltar, com quatro pilotos distribuídos pelas categorias X30 Mini, X30 Sénior e Júnior.

    O grande destaque da formação sediada no Bombarral foi Lourenço Antunes, autor de uma extraordinária recuperação na Final da X30 Mini. Depois de registar o sétimo melhor tempo nos treinos cronometrados, o jovem piloto de Sintra foi obrigado a abandonar a primeira manga de qualificação e terminou a segunda no sétimo lugar. Novo abandono na Pré-Final deixou-o no 12.º posto da grelha para a corrida decisiva.

    Lourenço Antunes respondeu às adversidades com uma exibição de elevado nível. O piloto recuperou sucessivamente, chegou à liderança na sétima volta e, apesar de ter descido momentaneamente ao terceiro lugar, retomou o comando na 11.ª passagem. A partir daí, não voltou a ser superado e recebeu a bandeira de xadrez com 2,271 segundos de vantagem sobre o segundo classificado, completando uma das recuperações mais marcantes da jornada.

    Na X30 Sénior, Diogo Caetano começou por estabelecer o oitavo melhor tempo entre 18 concorrentes. O piloto de Lisboa terminou as duas mangas de qualificação nos sétimo e sexto lugares, respetivamente, antes de alcançar a quarta posição na Pré-Final. O fim de semana terminou, contudo, abaixo das expectativas, com Diogo Caetano a concluir a Final no oitavo lugar.

    A Escola de Karting do Oeste/Birelart Portugal apresentou dois pilotos na categoria Júnior. Na sua estreia absoluta em competições nacionais, Martim Acúrcio foi o 12.º mais rápido nos treinos cronometrados, terminando depois as mangas de qualificação nos quinto e 11.º lugares. O jovem piloto alcançou a sétima posição na Pré-Final e repetiu o resultado na Final, completando uma estreia consistente no Campeonato de Portugal de Karting.

    Francisco Iglésias, igualmente estreante na exigente categoria Júnior, registou o 10.º melhor tempo nos treinos cronometrados e terminou as duas mangas de qualificação nos 10.º e 12.º lugares.

  • Carolina Martins: «Correr em Vila Real é algo mágico»

    Carolina Martins: «Correr em Vila Real é algo mágico»

    Jovem piloto famalicense recuperou a confiança depois do susto vivido em Portimão e venceu a classificação Ladies nas duas corridas que disputou no Circuito Internacional de Vila Real.

    Carolina Martins protagonizou um regresso muito positivo à competição no Circuito Internacional de Vila Real, conquistando duas vitórias na classificação Ladies durante a jornada do Desafio ANPAC. Na primeira corrida, a jovem piloto famalicense terminou no sétimo lugar do Desafio ANPAC e venceu entre as senhoras. Na segunda prova, voltou a ocupar o lugar mais alto do pódio Ladies, completando o fim de semana com um melhor tempo de 2m48,501s.

    Mais do que os resultados, a passagem por Vila Real representou um momento importante na recuperação da confiança de Carolina Martins, depois do susto vivido na anterior jornada, em Portimão. “O principal objetivo era voltar a sentir confiança no carro e aproveitar este circuito incrível. Foi um fim de semana de recuperação e conseguimos cumprir aquilo a que nos propusemos”, destacou a piloto da FM Competition.

    Carolina Martins não escondeu também o impacto causado pelo ambiente vivido no traçado urbano transmontano: “Correr em Vila Real é algo mágico. O apoio da cidade, sentido em vários pontos do circuito, provoca uma sensação inexplicável e deixa imediatamente vontade de regressar. Vila Real ficou no meu coração”.

    A piloto agradeceu ainda o esforço de todos os que tornaram possível a sua presença na prova, deixando uma palavra especial à T3 Racing e à família. “Eu disse que voltaríamos. Parecia impossível, mas, com as pessoas certas, isso não existe. Tornar este sonho realidade só foi possível graças a um conjunto de pessoas que fez tudo para estarmos presentes”, concluiu Carolina Martins.

  • André Pardal faz pleno na Single Seater Series no Estoril

    André Pardal faz pleno na Single Seater Series no Estoril

    Piloto da G Tech venceu as duas corridas disputadas no Estoril Summer Party by NAPA, numa jornada que reuniu 17 monolugares e foi acompanhada por 4000 espectadores.

    André Pardal foi a grande figura da jornada da Single Seater Series disputada no Autódromo do Estoril, conquistando a pole position e vencendo as duas corridas do programa. Ao volante do Fórmula Renault 2.0 da G Tech, Pardal começou por superar o companheiro de equipa Duarte Pires na qualificação, com os dois pilotos a monopolizarem a primeira linha da grelha.

    João Vasconcelos, de regresso à competição cerca de duas décadas depois da participação no Campeonato Britânico de Fórmula Renault 2.0, assinou o terceiro melhor tempo. Fernando Laranjo colocou o Fórmula Novis by Ford no quarto lugar, à frente de Rui Silva. Entre os monolugares sem asas, Fernando Olho-Azul foi o mais rápido da Divisão F, enquanto Carlos Gaspar assegurou o segundo melhor registo. A presença de três carros da classe Kent constituiu também um dos destaques da grelha.

    Pardal resiste à pressão na primeira corrida

    Na primeira prova, André Pardal assumiu imediatamente a liderança e resistiu à pressão constante de Duarte Pires, conquistando a segunda vitória da temporada.

    João Vasconcelos completou o pódio absoluto depois de ultrapassar Fernando Laranjo, vencedor da classe HTG. Rui Silva terminou em quarto, à frente de Carlos Tavares, que venceu a classe CW, e do estreante Manuel Moura Teixeira. Fernando Olho-Azul confirmou o favoritismo na Divisão F, impondo-se a Carlos Gaspar e Gonçalo Matias, que venceu também a classe ZT. Na classe KT, Vítor Sampaio dominou perante Dalmo Pereira Jr. e Carlos Jesus.

    Novo triunfo completa fim de semana perfeito

    Na segunda corrida, André Pardal voltou a assumir o comando desde os primeiros metros. Duarte Pires manteve-se próximo, mas o líder conseguiu construir uma vantagem mais confortável e controlar a prova até à bandeira de xadrez.

    João Vasconcelos e Fernando Laranjo protagonizaram uma das melhores disputas da corrida. Vasconcelos conseguiu ultrapassar o piloto do Mygale, que acabaria por abandonar devido a problemas mecânicos. Rui Silva recuperou até ao quarto lugar após um arranque menos conseguido, enquanto Carlos Tavares terminou em quinto e Manuel Moura Teixeira prosseguiu a adaptação ao Fórmula Renault 2.0 com nova prestação consistente.

    Nas posições intermédias, Vasco Sampaio, Carlos Gaspar, Gonçalo Matias, Frederik Montaigne e João Sequeira proporcionaram várias das ultrapassagens mais animadas da jornada. A principal surpresa surgiu na Divisão F, com Vasco Sampaio a levar o Ray 98K da classe Kent à vitória, superando monolugares da classe Zetec. Carlos Gaspar, vencedor da classe ZT, e Gonçalo Matias completaram o pódio, enquanto Fernando Olho-Azul abandonou devido a um problema na suspensão traseira.

    Depois da pausa de verão, a Single Seater Series regressará entre 30 de outubro e 1 de novembro, no Autódromo Internacional do Algarve, integrada no Algarve Classic Festival.