Categoria: Velocidade

  • Filipe Albuquerque vence em Road América

    Piloto português assumiu a liderança do Campeonato.

    Foi uma brilhante vitória aquela que Filipe Albuquerque e Ricky Taylor conseguiram no circuito Norte Americano de Road América. O piloto português esteve imparável, nunca se deu por vencido, chegou a rodar na quarta posição mesmo que tenha largado da ‘pole’, mas encetou uma recuperação nunca vista, com ultrapassagens de cortar a respiração para terminar a prova num brilhante primeiro lugar e regressar à liderança do Campeonato Norte Americano de Resistência (IMSA), quando falta apenas uma corrida para o final do Campeonato.

    Numa pista onde a Wayne Taylor Racing nunca tinha ganho, nem mesmo Filipe Albuquerque, conseguir a ‘pole’ e a vitória é um feito notável para todos: “Foi uma corrida de ‘tudo ou nada’ como previ, com altos e baixos. Mas, tínhamos de ganhar, custasse o que custasse, para remetermos para a última prova a decisão do título. E foi isso que aconteceu. Dei tudo o que tinha e não tinha em pista. Não tínhamos nada a perder, arriscámos, demos o nosso melhor e atingimos o objectivo. Não podia estar mais feliz, não tenho palavras para descrever a sensação de missão cumprida!”, começou por dizer.

    É desta forma exemplar que Filipe Albuquerque relega para a ultima corrida da temporada em Road Atlanta a decisão do título: “Passamos para o comando, mas a diferença pontual vai obrigar-nos a ficar na frente dos nossos rivais no campeonato no último confronto. Será mais uma corrida tudo ou nada. O ano passado foi nada para nós, este ano esperamos que seja tudo. Temos protagonizado excelente corridas, com muitas lutas e ultrapassagens, seria merecido. Mas merecer não basta é preciso lutar e vamos a isso. Estou a contar os dias…”, concluiu o piloto português.  

    De 28 de Setembro a 1 de Outubro a jornada de Petit Le Mans encerra e coroa os Campeão Norte Americanos de Resistência.

  • Filipe Albuquerque num tudo ou nada em Road America

    Este fim-de-semana de 6 e 7 de Agosto tem lugar a penúltima jornada do Campeonato Norte Americano de Resistência. Filipe Albuquerque e Ricky Taylor têm pela frente uma corrida de ‘tudo ou nada’ na luta pelo título americano.

    A dupla do Acura da Wayne Taylor Racing ocupa a segunda posição das contas do campeonato e precisa de ganhar ou ficar à frente dos seus mais directos rivais para adiar a decisão do título.

    Numa pista onde a Wayne Taylor Racing nunca venceu a missão de ambos os pilotos terá importância acrescida: “É sem dúvida uma corrida muito importante e determinante. O resultado da época depende muito daquilo que conseguirmos fazer nesta prova. Estamos cientes que temos de ser melhores que os nossos mais directos adversários. E vamos fazer por isso. Aquilo que poderia ser encarado como uma enorme pressão acaba por ser o encorajamento para não nos deixarmos vencer”, começou por explicar o piloto de Coimbra.

    Estão reunidos os ingredientes para se acompanhar esta tão importante prova para o piloto português: “O ano passado perdemos o título no final da temporada. Não queria que o cenário se repetisse pela segunda vez. Por isso, estamos focados em dar o nosso melhor e virar o jogo a nosso favor. É um tudo ou nada que nos vai levar aos limites. Mas o automobilismo é isso mesmo: limites!”, concluiu Filipe Albuquerque.

    A corrida terá a duração de 2h e 40m e arranca no Domingo pelas 16.40h e pode ser acompanhada em directo em imsa.com.

  • Historic Endurance: Duas corridas imprevisíveis no calor de Portimão

    O Historic Endurance disputou no fim de semana do Algarve Summer Party a sua primeira prova em solo português esta temporada. Após as passagens por Barcelona, Pau e Spa-Francorchamps, no Autódromo Internacional do Algarve, a maior competição de clássicos do sul da Europa voltou a proporcionar duas corridas animadas para pilotos e espectadores, em que o muito calor que se fez sentir foi um obstáculo ultrapassado pelas bem preparadas máquinas da competição organizada pela Race Ready.

    Eduardo Davila venceu no final da tarde de sábado a primeira corrida de 50 minutos do Historic Endurance numa corrida que teve um final dramático.

    Depois da sessão de qualificação, disputada pela manhã sábado, em que Pedro Bastos Rezende (Porsche 911 3.0 RS) foi o mais rápido, 46 concorrentes fizeram-se ao asfalto do circuito que acolheu o último Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1 no final da tarde para uma corrida emotiva.

    Pedro Bastos Rezende rapidamente se lançou na frente da corrida, mas a vantagem construída  nos momentos iniciais dissipou-se à quarta volta com a necessidade de colocar em pista o Safety-Car para retirar um carro imobilizado numa posição de risco. A entrada do carro de segurança foi decisiva nas estratégias das equipas, e quem soube aproveitar conseguiu subir na classificação e quem não teve a mesma felicidade perdeu posições. 

    Pedro Bastos Rezende parecia mais que capaz de repetir o duplo triunfo de Barcelona, até que a quatro voltas do término, problemas de motor no seu carro deixaram-no à mercê dos seus adversários, caindo para terceiro da geral e segundo da classe H-1976. O piloto espanhol Eduardo Davila (Porsche 911 3.0 RS), que seguia também confortavelmente no segundo posto, aproveitou a oportunidade para ultrapassar o favorito e ser o primeiro a ver a bandeira de xadrez, triunfando também na classe H-1976, aonde o Porsche 911 3.0 RS de Bruno Duarte e Filipe Jesus completou o pódio. 

    Eduardo Davila venceu no final da tarde de sábado a primeira corrida de 50 minutos do Historic Endurance numa corrida que teve um final dramático.

    Depois da sessão de qualificação, disputada pela manhã sábado, em que Pedro Bastos Rezende (Porsche 911 3.0 RS) foi o mais rápido, 46 concorrentes fizeram-se ao asfalto do circuito que acolheu o último Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1 no final da tarde para uma corrida emotiva.

    Pedro Bastos Rezende rapidamente se lançou na frente da corrida, mas a vantagem construída  nos momentos iniciais dissipou-se à quarta volta com a necessidade de colocar em pista o Safety-Car para retirar um carro imobilizado numa posição de risco. A entrada do carro de segurança foi decisiva nas estratégias das equipas, e quem soube aproveitar conseguiu subir na classificação e quem não teve a mesma felicidade perdeu posições. 

    Pedro Bastos Rezende parecia mais que capaz de repetir o duplo triunfo de Barcelona, até que a quatro voltas do término, problemas de motor no seu carro deixaram-no à mercê dos seus adversários, caindo para terceiro da geral e segundo da classe H-1976. O piloto espanhol Eduardo Davila (Porsche 911 3.0 RS), que seguia também confortavelmente no segundo posto, aproveitou a oportunidade para ultrapassar o favorito e ser o primeiro a ver a bandeira de xadrez, triunfando também na classe H-1976, aonde o Porsche 911 3.0 RS de Bruno Duarte e Filipe Jesus completou o pódio. 

    Domingo Sousa Coutinho, que este fim de semana faz equipa com Ricardo Pereira no seu BMW 2800 CS, foi o segundo carro a passar pela meta, conquistando com autoridade a vitória na classe H-1971, onde Joaquim Soares (Lotus Elan) foi o segundo classificado e Luís Sousa Ribeiro (BMW 2800 CS) o terceiro. 

    Corrida 2 – Rezende desforra-se de De Tomaso 

    Com o seu Porsche “fora de combate”, Pedro Bastos Rezende teve que recorrer ao seu espectacular De Tomaso Pantera para a segunda corrida. Saindo do 43º lugar da grelha de partida, mesmo num dia em que as temperaturas era pouco convidativas a performances extremas, o De Tomaso Pantera foi subindo posições freneticamente até ao primeiro lugar. Sem entrar em exageros, Pedro Bastos Rezende não abrandou o ritmo e cortou a linha de meta folgadamente no primeiro lugar, conquistando a vitória na classe H-1976.

    Eduardo Davila foi o primeiro líder da corrida, mas acabaria por perder posições no desenrolar da disputa, vendo a bandeira axadrezada no quarto lugar e terceiro da classe H-1976. Bruno Duarte e Filipe Jesus melhoraram face a sábado e o seu Porsche 911 3.0 RS terminou no segundo posto da classe H-1976, o melhor resultado da temporada para esta dupla.

    O BMW 2800 CS do duo Domingos Sousa Coutinho e Ricardo Pereira liderou a classe H-1971 durante uma boa parte da corrida, mas uma penalização por excesso de velocidade no pitlane colocou um ponto final na hipótese de repetirem o sucesso. Com uma performance vistosa, Joaquim Soares (Lotus Elan) triunfou categoricamente entre os H-1971, terminando apenas e só atrás do De Tomaso. O Alfa Romeo 2000 GTAm do duo alemão Bjorn Ebsen/Volker Hichert manteve a boa forma já vista com um segundo lugar nas 3 Horas de Spa, e foi o segundo classificado, à frente de Luís Sousa Ribeiro que foi novamente terceiro.

    Com um impressionante décimo primeiro lugar à geral, o campeão de Espanha de GT de 2009, Ricardo Bravo, ao volante de um Alfa Romeo GTA, triunfou na categoria Gentlamen Driver Spirit (GDS) na corrida de sábado, levando a melhor sobre os elegantes Porsche 911 SWB de Piero del Maso/João Carvalhosa e do francês Michel Mora. A categoria que engloba todas as viaturas equipadas com motores até 1300cc e todos os carros de Turismo até 2000cc teve um vencedor diferente na corrida de domingo. Problemas com o Alfa Romeo abriram a porta a outros protagonistas, com Michel Mora a vencer destacado e à frente de  Piero del Maso/João Carvalhosa. João Neves e José Pina aproveitaram a famigerada fiabilidade dos Datsun 1200 e não deixaram escapar a oportunidade para subir ao derradeiro lugar do pódio. 

    Entre os GTP & Sportscar, a dupla João Mira Gomes/Nuno Afoito (Lotus 7) venceu as duas corridas, com Paulo Rompante (Alfa Romeo Ti Super) a ser segundo classificado na corrida de domingo, enquanto o Lotus 23B do duo francês Xavier Rascagneres/Jérome Peyrat se estreou no Historic Endurance com um segundo posto na corrida de sábado. 

    O Porsche 356 é o carro com mais vitórias em Portimão no Index de Performance Cuervo y Sobrinos e este fim de semana este prémio voltou a ser entregue a um exemplar deste modelo da casa de Weissach. No melhor espírito do Historic Endurance – Relaxed Historic Racing – a dupla Ibérica Pedro Moriyon/José Carvalhosa levou para casa um relógio do prestigiado relojoeiro suíço Cuervo Y Sobrinos. O GTA de Ricardo Bravo ficou com o segundo lugar, enquanto o Lotus Cortina que veio dos Países Baixos, tripulado por Gerritjan van Leenen e Bert van Hees, terminou no terceiro posto. 

    Para Diogo Ferrão este “foi um fim de semana com muito calor, mas onde as máquinas aguentaram muito bem as corridas com o especial destaque que, na segunda corrida, e durante 50 minutos e com 47 carros em pista, não tivemos nenhum período de Safety-Car. Acabamos por ter dois vencedores surpresa numa grelha que nos enche de orgulho. Ver cinquenta carros a acelerar na grande recta de Portimão tem um significado especial! Temos a sorte de todos os carros serem fantásticos, mas assistir ao cantar em plenos pulmões deste De Tomaso Pantera é extraordinário.”

    O Historic Endurance regressa no fim de semana de 8 e 9 de Outubro, sendo uma das corridas do Estoril Classics, o maior evento de históricos de competição da Península Ibérica que anualmente se realiza no Autódromo do Estoril. 

  • Troféu Mini: “Dobradinha” de Luís Sepúlveda/Duarte Aguiar em Portimão

    Luís Sepúlveda e Duarte Aguiar venceram as duas corridas do Troféu Mini do programa do Algarve Summer Party. No Autódromo Internacional do Algarve, as duas corridas foram marcadas por uma enorme incerteza, onde as elevadas temperaturas do Verão algarvio tiveram reflexo directo nas classificações.  

    Na sessão de qualificação de sábado tinha ficado evidente que as altas temperaturas que se fizeram sentir ao longo do fim de semana na região do Algarve iam ter impacto directo nos resultados das duas corridas do Troféu Mini, principalmente na primeira, disputada na “escaldante” hora de almoço. 

    Numa primeira volta de cortar a respiração, em que os três primeiros completaram a primeira volta praticamente lado-a-lado, o Mini Cooper da dupla Bruno Lima e Pedro Lima liderava ao fim da primeira volta, sendo perseguido pelo “Mighty” de Joel Reis/Tiago Madeira e pelo “Vintage” de Luís Sepúlveda/Duarte Aguiar, tendo estes dois trocado de posições na segunda volta. 

    As posições não se alteraram até à sexta volta, quando o Mini da família Lima ficou imobilizado em pista. Tal como tinha sucedido na qualificação, o carro haveria de retomar a marcha mais tarde, mas o máximo que foi possível recuperar deste revés foi um terceiro lugar.

    Luís Sepúlveda/Duarte Aguiar, já então líderes, ficaram ainda mais com a vida facilitada quando os rivais da Lusitano Racing Team perderam um minuto a mais nas boxes. O Mini de Joel Reis/Tiago Madeira “desligou-se”, remetendo-os para um inevitável segundo lugar. Assim, o duo alfacinha dominou a jornada de abertura no Estoril apenas teve que gerir o seu andamento rumo à terceira vitória da temporada. 

    Para fechar o programa do Algarve Summer Party realizou-se a segunda corrida do Troféu Mini e mais uma vez peripécias acabaram por escrever a classificação. Ainda no correr da primeira volta, o infortúnio voltou a bater à porta de Joel Reis e Tiago Madeira, mas desta vez o Mini parou para não mais arrancar.

    Luís Sepúlveda/Duarte Aguiar e Bruno Lima/Pedro Lima rodaram sempre muito próximos, com Bruno Lima/Pedro Lima a superarem os seus oponentes após a paragem obrigatória nas boxes, tendo estes recuperado a primeira posição na volta seguinte. Os dois Mini foram ambos penalizados com um “drive through” por uma alegada infração no procedimento da paragem nas boxes, mas tal incidente não veio a alterar as classificações.

    Apadrinhado na sua estreia por Rúben Veludo, Simon Knudsen estreou-se da melhor forma no Troféu Mini, tendo conquistado não um mas duas posições no pódio, com uma prestação muito regular num fim de semana particularmente difícil para todos os concorrentes.

    Igualmente com razões para estar satisfeito pode estar Manuel Almeida que fez uma primeira corrida isenta de erros, continuando a aprendizagem na segunda corrida onde apenas um problema logo nos momentos iniciais da corrida o atrasou. 

    A derradeira jornada do Troféu Mini está agendada para os “250 km do Estoril”, evento que está agendado para o fim de semana de 19 e 20 de Novembro no Autódromo do Estoril.

  • Group 1 Portugal: corridas quentes com vários novos vencedores no Algarve

    A terceira jornada dupla do Group 1 Portugal teve lugar este fim de semana no programa do Algarve Summer Party, no Autódromo Internacional do Algarve. Em duas corridas altamente disputadas nas diversas categorias, em que o muito calor colocou pilotos e máquinas à prova, Paulo Vieira e Ricardo Pereira dividiram as vitórias. 

    Partindo da primeira posição da grelha de partida, Ricardo Pereira assumiu a liderança da corrida à frente de um aguerrido pelotão perseguidor de Ford Escort RS 2000 da classe H81-2000. O piloto-preparador manteve o primeiro lugar até à paragem nas boxes, quando Paulo Vieira tomou de assalto a primeira posição para não mais a largar, tendo a recebido a bandeira de xadrez com três segundos de vantagem sobre Ricardo Pereira. 

    A luta pelo último lugar do pódio foi igualmente animada, com Rui Azevedo a seguir na traseira dos dois primeiros até à ronda de paragens nas boxes, tendo ai ascendido momentaneamente ao segundo lugar, lugar que perdeu pouco depois para Ricardo Pereira. Já Francisco Freitas/João Moreira vieram do sexto lugar para a última posição no pódio, com uma segunda parte de corrida fulgurante, ultrapassando pelo caminho Nuno Breda, que fez uma das suas melhores exibições da temporada, e Rui Azevedo. 

    Paulo Vieira e Ricardo Pereira continuaram o seu duelo no início da primeira corrida, que ficou marcado pela desistência de Francisco Freitas/João Moreira logo na primeira volta traídos pela motor do seu Escort. Desta vez, Ricardo Pereira não deixou escapar a vitória, ultrapassando Paulo Vieira na oitava volta das dezasseis. Rui Azevedo foi o terceiro classificado, à frente do duo Filipe Martins/João D. Lopes. Pior sorte tiveram Nuno Breda e António Maia que seguiam no pelotão da frente quando uma colisão estragou a corrida a ambos.

    Madalena Gaspar e Fernando M. Gaspar deram um passo de gigante rumo ao título da classe H81-1600, aproveitando o facto do VW Golf de Rafael Cerveira Pinto/António Liberal ter claudicado logo no início da primeira corrida devido a um sobreaquecimento do motor do carro. Contudo, a dupla mãe e filho não se acomodaram à situação, tendo realizado duas corridas ao ritmo que se esperava, obtendo um décimo lugar na primeira corrida e um notável quinto lugar no segundo confronto.

    O Jaguar XJS V12 de António Castro Pinheiro/Ernesto Vieira não foi oposição para os Escort, mas dois triunfos indiscutíveis na classe H81-MAX da categoria, que contou na segunda posição com o regresso dos irmãos Antonio e José Fresco num revigorado Ford Capri.

    Igualmente em evidência estiveram Luís S. Costa, que num Datsun 1200 da categoria H71-1300 fez um brilharete, ao ser o oitavo a cortar a linha de meta na segunda corrida, ao passo que a dupla José Paradela/Vitor Santos, em BMW 1600 Ti, da classe H76-1600, foram os décimos.

    Com um número recorde de inscritos, a Production Cup voltou a oferecer um espectáculo dentro do espectáculo, com corridas electrizantes, novos vencedores e finais decididos na última volta. 

    O Datsun 1200 de Pedro Reis/Paulo Costa venceu na derradeira curva a primeira corrida do fim de semana, com uma ultrapassagem nos limites a Tomás Pinto Abreu, com os dois carros num “sprint” frenético a cortarem a linha de meta separados por 0,099 segundos. No seu melhor fim de semana de sempre na competição, Pedro Gordo/Rúben Ferreira obtiveram um pódio na primeira corrida, na frente de Alberto Xavier, líder da Production Cup, mas guardaram o melhor para o segundo confronto. 

    Tomás Pinto Abreu teve um bom momento inicial, apenas interrompido por uma fuga de óleo ditou o abandono de um dos habituais favoritos à vitória. Pedro Gordo/Rúben Ferreira assumiram então as rédeas da corrida, com uma performance de excelência conquistaram a sua primeira vitória na categoria, seguidos por Pedro Reis/Paulo Costa, que saíram de Portimão com uma excelente operação em termos de pontos. O último lugar do pódio ficou para Paulo Félix Ribeiro, um resultado de todo inesperado, pois no dia de sábado o piloto da Figueira da Foz tinha ficado sem a terceira mudança no seu Datsun, problema resolvido com uma caixa-de-velocidades miraculosamente encontrada em Loulé. 

    O Group 1 Portugal regressa agora para uma das mais esperadas jornadas da temporada dentro do programa dos “250 km do Estoril”, evento que está agendado para o fim de semana de 19 e 20 de Novembro no Autódromo do Estoril.

    Diogo Ferrão (CEO da Race Ready) afirmou: “Este foi um fim de semana com a habitual competitividade do Group 1 Portugal. Para além dos adversários em pista, os pilotos tiveram que ultrapassar os obstáculos colocados pelo muito calor. Com um calendário de quatro corridas, vamos para os 250 km de Estoril, que é sempre a prova mais aguardada do ano, aonde se vão definir os vencedores de 2022.”

  • Adversário termina com participação de Miguel Ramos e Henrique Chaves em Spa

    Os dois pilotos portugueses estiveram na luta pela vitória nas 24 Horas de Spa-Francorchamps, a terceira etapa do GT World Challenge Europe Endurance Cup, mas um toque de um concorrente acabou por colocar o carro nas barreiras de proteção e fora da corrida.

    Miguel Ramos, Henrique Chaves e os seus colegas de equipa – Alexander West e Dean MacDonald – chegaram mesmo a liderar a corrida e, muito embora, a luta pelo triunfo fosse feroz, no mínimo, o segundo posto estava perfeitamente ao seu alcance.

    No entanto, a meio da manhã, quando Miguel Ramos estava aos comandos do McLaren, um adversário deu um toque no português, enviando-o para as barreiras na aproximação a Blanchimont, uma curva que se faz a fundo. Miguel Ramos foi obrigado a ir ao centro médico do circuito, felizmente, sem problemas físicos de relevo, para além de se sentir algo combalido.

    Dessa forma, uma vitória numas das mais importantes provas de endurance do mundo escapava sem que os homens do McLaren 720S GT3 número 188 tivessem qualquer responsabilidade. “É inadmissível que um piloto cometa uma falha daquela comprometendo definitivamente a nossa corrida. Estávamos na luta pela vitória e acredito que, no mínimo, estaríamos em segundo no final das vinte e quatro horas. A equipa esteve muito bem, assim como os pilotos e o carro, não merecíamos acabar assim”, afirmou Henrique Chaves.

    Apesar do seu profundo desagrado com o que aconteceu, o piloto de português pretende deixar esta desilusão para trás das costas e focar-se nas próximas provas. “É desapontante ver um resultado desaparecer assim desta forma, mas temos de olhar em frente. O mais importante é que o Miguel saiu de um violento acidente sem mazelas físicas. Agora vamos tentar esquecer o que se passou e olhar para as corridas que temos pela frente”, sublinhou Henrique Chaves.

    Já Miguel Ramos considerou “irresponsável a forma como o Froggatt abordou esta manobra. Entendo que todos estamos em pista para lutar por qualquer posição, todos os pilotos são ultracompetitivos, os carros têm andamento muito semelhantes, pelo que temos de ter alguns cuidados e respeitar os nossos adversários. O Froggatt nunca iria passar naquele ponto do circuito e aliás ele já se mantinha na minha ilharga traseira há uns bons metros, pelo que foi uma total irresponsabilidade o que ele fez ao ter tentado passar para o lado esquerdo, sem prever que me iria tocar e as consequências que daí poderiam advir. Felizmente o carro absorveu bem o impacto nas barreiras num ponto em que circulava a fundo. Fico ainda mais triste pelo Henrique, Alex e Dean, pois fizeram um excelente trabalho durante toda a semana e foi a mim que calhou estar ao volante no momento errado. Adoro este desporto, sou muito competitivo, mas respeito muito os meus adversários pois sei que eles tentam o mesmo que eu, mas no limite, como em tudo na vida, não vale tudo para ganhar. Fica mais difícil em termos do Campeonato de Endurance, até porque esta prova era muito importante, mas ainda não acabou e faltam duas corridas para tentar recuperar. Vamos agora para a pausa de Verão e no início de setembro voltaremos mais fortes na Alemanha”.
     
    A próxima ronda do GT World Challenge Europe Endurance Cup disputa-se em Hockenheim nos próximos dias 3 e 4 de Setembro, mas entretanto, nos dias 27 e 28 de Agosto terá em Barcelona mais uma etapa das European Le Mans Series.

  • CPV/SE: Gião e Niskanen vencem segunda corrida em Portimão

    A dupla luso-finlandesa Manuel Gião/Elias Niskanen, no Mercedes AMG GT4 da Lema Racing, triunfou, por uma margem de 0.511s face a Fernando Navarrete e Gonzalo de Andrés (McLaren 570S GT4), na segunda corrida da terceira jornada do Campeonato de Portugal de Velocidade (CPV) by Hankook e segunda do Iberian Supercars Endurance, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.

    “Esta vitória começou no Elias [Niskanen], que poupou pneus e conduziu de forma conservadora na primeira parte da corrida sem com isso largar os McLaren. Depois, na parte final eu dei o máximo, porque era muito importante vencer esta segunda corrida, provando que temos carro e equipa para andar à frente dos McLaren. Mas não foi fácil, travámos um duelo muito intenso. Embora possuam características diferentes, acho que o Mercedes e o McLaren são os carros mais rápidos”, disse, no final, Manuel Gião, encantando com o seu jovem colega de equipa e também com… a Lema Racing.

    De algum modo agastada encontrava-se a dupla espanhola De Andrés/Navarrete, batida na parte final, com este último a dizer que levantara o pé e não oferecera resistência à aproximação do Mercedes AMG depois de visionar uma bandeira negra com o número do carro alemão. “Em condições normais, acredito que íamos ganhar esta corrida”, avançava Gonzalo de Andrés, que foi protagonista de um incidente de corrida com Miguel Cristóvão, quando este, ainda na primeira metade da mesma, ascendera ao primeiro lugar. De facto, Cristóvão, autor da “pole” e depois penalizado com cinco lugares atrás na grelha porque o McLaren 570S alugado à equipa SMC Motorsport – o carro da Araújo Competição viu partir-se o motor no treino privado de sábado – não apresentava a altura ao solo regulamentar na qualificação, foi protagonista de uma corrida fantástica. Partiu do sexto lugar, imprimiu um ritmo fortíssimo e ainda antes de passar o volante do carro a Francisco Carvalho, conseguia ascender à liderança, mas por pouco tempo. É que depois de ter ultrapassado o McLaren na altura guiado por De Andrés, este não evitou um “toque” de traseira que deixou marcas e obrigou Cristóvão a entrar nas boxes, para lhe serem retiradas umas proteções que haviam ficado soltas. Regressou à pista, mas já nada havia a fazer em termos de discussão da vitória… “Já veio pedir-me desculpa, mas a verdade é que o mal está feito e não tem emenda”, lamentava Miguel Cristóvão.

    Quem protagonizou uma primeira parte da corrida notável foi o outro McLaren da SMC Motorsport, na altura conduzido por Tomás Pintos, que até andou na frente, mas quando Guillermo Aso assumiu o comando surgiram os problemas na caixa de velocidades e foi necessário levantar o pé para chegar ao fim (10º lugar).

    Atribulada, mas com um final feliz foi a prova da dupla Bruno Pires/Alvaro Fontes, vencedora da primeira corrida com o Porsche 911 Cup da Fabela Motorsport, que teve problemas com a direção assistida e quando foi às boxes tentar solucioná-los excedeu o limite de velocidade, o que valeu uma penalização de passagem obrigatória pela via das boxes. “De um momento para o outro, caímos para o último lugar. Só com um jogo de pneus, dei o máximo para recuperar posições e depois o Alvaro [Fontes] conseguiu trazer o carro até ao terceiro lugar absoluto”, referia Bruno Pires, radiante com a conquista do terceiro lugar final do pódio e ainda uma nova vitória na classe GTC. Desta vez, o britânico Chris Hillaby (Porsche 911 Cup) terminou em segundo e na frente da dupla do McLaren 570S da dupla de gentleman drivers Álvaro Ramos e Fred Block.

    Foi emocionante o despique pelos primeiros lugares na classe TCR, travado entre Daniel Teixeira (CUPRA), sem dúvida o piloto mais azarado do CPV, e o Audi RS3 LMS de Jorge Silva e de Pedro Silva. Teixeira foi quem mais se destacou e tudo indicava que ia somar uma vitória nesta jornada de Portimão, mas a poucas dezenas de metros de receber a bandeira xadrez viu-se ultrapassado pelo Hyundai Elantra N da Sports & You guiado por António Coimbra. “Nas últimas cinco/seis voltas, o motor começou a falhar e lá se foi a vantagem que tinha, acabando por ser ultrapassado na reta da meta. É frustrante, mas tenho que dar os parabéns aos vencedores”, dizia um desolado Daniel Teixeira, enquanto o piloto da Sports & You explicava:

    “Eu já tinha sido avisado de que o Jorge Silva tinha sido penalizado com um ‘drive through’ e que o Daniel Teixeira estava com problemas. Consegui ultrapassá-lo a 30 metros da meta. Foi um fim de semana giro e competitivo. Com este resultado somos líderes do campeonato e vamos para a última jornada, no Estoril, em primeiro”.

    Algo desolados estavam Jorge Silva e Pedro Silva, que aos comandos do Audi RS3 LMS TCR da Veloso Motorsport terminaram na terceira posição entre os TCR, depois de terem lutado pela vitória. “Foi uma prova atribulada, depois de penalizados com o ‘drive through’, por exceder a velocidade no pitlane. Isso veio alterar tudo e a partir daí nunca mais conseguimos recuperar…”, contava o primeiro daqueles pilotos.

  • Kia GT Cup: Manuel Alves na luta pelo título após duplo pódio em Portimão

    Manuel Alves acumulou o quinto pódio em seis possíveis na temporada do troféu Kia GT Cup, que prosseguiu este fim de semana, na famosa pista do Autódromo Internacional do Algarve.

    Aos 19 anos, Manuel Alves enfrentou um dos fins de semana mais difíceis da sua (ainda curta) carreira, este fim de semana, no Autódromo Internacional do Algarve. Não só a jornada algarvia da Kia Picanto GT Cup foi disputada sob intenso calor, como esta foi a primeira oportunidade de Manuel Alves entrar em pista após o recente falecimento do seu tio, uma das figuras mais queridas e respeitadas dos paddocks nacionais. Sem baixar os braços, o promissor piloto da Trofa conseguiu dois segundos lugares e mantém-se na luta pelo título do troféu.

    “Tal como eu disse, tudo o que eu conseguir no resto da minha carreira será sempre dedicado ao meu tio, que em conjunto com o meu pai, foi o grande impulsionador desta minha paixão pelas corridas”, afirmou Manuel Alves, cuja carreira inclui vitórias no Karting, no Kia Picanto GT Cup e o título de campeão nacional de Velocidade 1300, no Desafio ANPAC.

    Aos 19 anos, Manuel Alves enfrentou um dos fins de semana mais difíceis da sua (ainda curta) carreira, este fim de semana, no Autódromo Internacional do Algarve. Não só a jornada algarvia da Kia Picanto GT Cup foi disputada sob intenso calor, como esta foi a primeira oportunidade de Manuel Alves entrar em pista após o recente falecimento do seu tio, uma das figuras mais queridas e respeitadas dos paddocks nacionais. Sem baixar os braços, o promissor piloto da Trofa conseguiu dois segundos lugares e mantém-se na luta pelo título do troféu.

    “Tal como eu disse, tudo o que eu conseguir no resto da minha carreira será sempre dedicado ao meu tio, que em conjunto com o meu pai, foi o grande impulsionador desta minha paixão pelas corridas”, afirmou Manuel Alves, cuja carreira inclui vitórias no Karting, no Kia Picanto GT Cup e o título de campeão nacional de Velocidade 1300, no Desafio ANPAC.

    “Em Portimão dei o meu máximo, como sempre, e senti que conseguimos o melhor resultado possível com as condições que tínhamos nesta pista. É importante sermos consistentes ao longo de toda a temporada, e o certo é que conseguimos o quinto pódio em seis possíveis, e continuamos na luta pelo título, que é o nosso grande objetivo. Obrigado à equipa e a todas as pessoas que me apoiaram ao longo desta fase difícil”, enalteceu o jovem piloto, que compete pela equipa Veloso Motorsport.

  • CPV/SE: Bruno Pires/Alvaro Fontes imbatíveis na primeira corrida em Portimão

    A dupla Alvaro Fontes/Bruno Pires, no Porsche 911 Cup da Fabela Sport, esteve insuperável, na manhã deste domingo, na primeira corrida da terceira jornada do Campeonato de Portugal de Velocidade by Hankook (CPV), ao largar da “pole position” e dominar do princípio ao fim, recebendo a bandeirada de xadrez com 6,781s de vantagem sobre Manuel Gião e Elias Niskanen (Mercedes AMG GT4).

    À surpresa da superioridade manifestada pelo Porsche da dupla luso-espanhola sucederam-se os problemas mecânicos, e não só, a alguns dos habituais candidatos à discussão da vitória, que se viram prematuramente afastados. O primeiro foi Francisco Carvalho, colega de Miguel Cristóvão (autor da “pole” para a segunda corrida), já que o McLaren 570S GT4 alugado à SMC Motorsport entrou em “modo de segurança” ao fim da primeira volta, forçando a equipa ao abandono. “Creio que tal aconteceu devido ao facto de a primeira volta ter sido demasiado lenta…”, referia o piloto da Guarda. Pouco depois, no outro McLaren 570S GT4, o de Fernando Navarrete e Gonzalo de Andrés, também soou o “alarme” de que algo não estava bem a nível de rendimento e o primeiro daqueles pilotos decidiu parar nas boxes e desistir para evitar o risco de “partir” o motor.

    “Por motivo de força maior, o Fábio Mota não pôde estar presente e conseguimos que viesse o Alvaro Fontes, um piloto com muita experiência. Quanto à corrida, foi andar certinho desde o início, primeiro com o Alvaro e depois comigo ao volante, num carro excelente graças ao trabalho magnífico da Fabela Sport”, referiu Bruno Pires, ao comentar a vitória, enquanto o seu colega espanhol acrescentava: “Foi tudo perfeito”. O Porsche 911 Cup número 7 venceu em termos absolutos e ainda na classe GTC, com uma diferença acentuada para a dupla Álvaro Ramos/Fred Block (McLaren 570S), que partira do pit lane, já que Ramos se atrasara… “Sinto-me cada vez melhor adaptado ao McLaren e desta vez tive que partir atrás do prejuízo, mas acabou por correr bem, com a conquista do segundo lugar dos GTC”, confessava Álvaro Ramos.

    Com uma grande regularidade, Manuel Gião e o finlandês Elias Niskanen, desde o início da corrida no “top 4”, acabaram por levar o Mercedes AMG da Lema Racing a um merecido segundo lugar e bem distante do adversário mais próximo, o McLaren 570S da dupla espanhola Guillermo Aso/Tomás Pintos. “Este segundo lugar foi uma bela recompensa, depois dos problemas sentidos nos treinos, em que se soltou um tubo da admissão, fazendo o motor perder potência. Fiz uma corrida de trás para a frente, confirmando que o carro estava perfeito, bastante melhor do que em Jarama e no segundo turno o meu colega Elias continuou ao ataque, o que nos permitiu conquistar este magnífico resultado”, palavras de Manuel Gião.

    Os grandes azarados da manhã dos GT4 foram, sem dúvida, Jorge Rodrigues e Patrick Cunha, que estiveram a corrida toda na segunda posição e a duas voltas do fim um furo deixou o Audi R8 LMS GT4 da Veloso Motorsport parado na pista, caindo para um inglório nono lugar da tabela classificativa.

    Na classe TCR, o infortúnio continua a perseguir Daniel Teixeira, autor da “pole” e líder da corrida quando se partiu uma jante do CUPRA, levando-o a fazer um “pião” e terminar a sua prova na gravilha. A partir daí foi intenso o duelo entre o Audi RS3 LMS da dupla Jorge Silva/Pedro Silva com o Hyundai Elantra N de António Coimbra e Luís Silva, que acabou favorável aos primeiros. “É sempre bom voltar ao Campeonato de Portugal e vencer. O Jorge começou com um bom ritmo e entregou-me o carro em segundo, depois de um duelo animado com o Hyundai que eu depois consegui ultrapassar, fazendo depois algumas voltas rápidas para me destacar e manter a vantagem até ao fim”, declarou Pedro Silva.

    António Coimbra, por seu turno, contava: “O duelo com o Jorge Silva às vezes foi um pouco longe de mais da parte dele, mas depois logrei ultrapassá-lo e entreguei o carro em primeiro ao Luís”. E Luís Silva justificou, por seu turno: “Logo na minha primeira volta fui ultrapassado pelo Audi e depois perdi um pouco a confiança no carro e já mais tarde um bocado de um pneu do Audi R8 ficou alojado debaixo do Hyundai, fazendo uma barulheira incrível. De resto, e como o Daniel Teixeira estava fora de prova, o objetivo era chegar ao fim e mantar a segunda posição”.

  • Group 1 Portugal: Pole-Position discutida ao centésimo de segundo

    Com duas corridas previstas para amanhã no programa do Algarve Summer Party, os trinta e seis concorrentes do Group 1 Portugal fizeram-se ao asfalto escaldante do Autódromo Internacional do Algarve para uma qualificação em que os dois primeiros ficaram separados por escassos 0,040 segundos.

    Numa altura em que a disputa das várias classes entra numa fase decisiva, a sessão de quarenta minutos, que definiu a grelha de partida para a primeira corrida de amanhã, foi discutida à centésima de segundo. Num “Top-5” composto apenas por Ford Escort RS2000, o melhor tempo da sessão coube a Ricardo Pereira, que além de ter conquistado a pole-position, também foi o mais veloz entre o fortíssimo pelotão da classe H81-2000.

    Ricardo Pereira rapidamente saltou para o topo da tabela de tempos, mas o seu melhor registo acabou po ser uns meros 0,040 segundos mais rápido que Paulo Vieira que a duas voltas do fim quase desfeiteava o um dos grandes favoritos para as corridas de amanhã. Rui Azevedo, com um tempo a menos de um segundo do pole-position, vai dividir a segunda linha da grelha de partida com o carro que lidera a tabela de pontos da classe H81-2000, e que este fim de semana está a ser partilhado por Francisco Freitas e João Moreira, este último a substituir Luís Pedro Liberal.

    Desta vez a correr a solo, Nuno Breda fez o quinto “crono” e no momento do arranque terá ao seu lado o imponente Jaguar XJS V12 de André Castro Pinheiro e Ernesto Vieira, o melhor dos concorrentes da classe H81-MAX, que volta novamente a imiscuir-se com o ultra-competitivo pelotão dos Ford Escort RS 2000, aonde por esta ordem vão arrancar logo atrás do “Big Cat”: António Maia, João Lopes/Filipe Martins e Rui Ribeiro.

    Na classe H81-1600, onde a diferença entre os dois primeiros classificados é de um só ponto, a dupla  líder Madalena Gaspar/Fernando M. Gaspar superou ao cronómetro António Liberal/Rafael Cerveira Pinto, com os dois VW Golf a largarem um atrás do outro na primeira corrida de amanhã, o que deixa tudo em aberto para as duas corridas emotivas, até porque a melhor volta na corrida também vale um ponto.

    Com um recorde de inscritos este fim de semana, a expectativa em redor da Production Cup é grande este fim de semana. Na sessão de qualificação da classe que agrega as viaturas ex-Troféu Datsun, Tomás Pinto Abreu entrou mais forte, mas já o cair do pano,  a pole-position, foi tomada de assalto pelo Datsun 1200 de Pedro Reis/Paulo Costa. A fila seguinte será partilhada por Pedro Gordo/Ruben Ferreira, que fez uma das melhores performances da temporada, e por Alberto Xavier, o líder da classe e que obteve a sua melhor volta precisamente no final da sessão.

    As duas corridas da competição para viaturas clássicas Pré-1981 estão agendadas para este domingo, dia 31 de Julho, às 13h05 e 17h15. Com a duração de 40 minutos, ambas as corridas Group 1 Portugal serão disputadas em concomitância com o Troféu Mini e vão ter transmissão em directo Live Streaming nas redes sociais Facebook e Youtube da Race Ready e do Group 1 Portugal.

     HORÁRIO

    Domingo, 31 de Julho

    13:05 – 13:45 – Corrida 1

    17:15 – 17:55 – Corrida 2