Categoria: Velocidade

  • Civic Atomic Cup ruma ao icónico Circuito Internacional de Vila Real

    A Civic Atomic Cup está de regresso já no próximo fim de semana, dias 1 a 3 de julho, com a segunda jornada da competição. Uma ronda revestida de simbolismo, com a comitiva a rumar a um palco histórico do automobilismo, o Circuito Internacional de Vila Real. Plantel alargado com duas novidades absolutas. Mais de uma dezena de pilotos inscritos.

    O icónico traçado citadino, conhecido pela exigência que coloca a pilotos e máquinas, é o berço de uma prova onde o troféu surge com uma grelha alargada, com duas novas equipas a juntarem-se ao plantel de estruturas que fizeram a estreia absoluta do troféu em abril, no Circuito do Estoril. No total, mais de uma dezena de pilotos irão estar ao volante dos emblemáticos Honda Civic Type- R nesta mítica jornada em que a competição irá partilhar a grelha com a comitiva do Campeonato de Portugal Velocidade Clássicos.

    Líderes da classe PRO, Eduardo Leitão e Gonçalo Inácio, que são assistidos pela RP Motorsport,  apresentam-se em Vila Real com motivação renovada e com o objetivo de replicarem a performance evidenciada no Circuito do Estoril, onde assinaram a pole position e a vitória nas duas corridas do fim de semana. Já Sérgio Azevedo e Orlando Batina, atuais segundos classificados da PRO, estreiam-se em Vila Real com um novo Honda Civic Type-R, assistido pelo Sr. Bastos. Um evento que será um verdadeiro teste em ambiente de competição à nova viatura e que a equipa encara com expectativa.

    Um fim de semana revestido de ação ao cronómetro, em que a classe PRO recebe duas novidades absolutas. Estevão Oliveira, que defende as cores da LOB Motorsport, irá realizar uma dupla estreia, no troféu e no traçado de Vila Real. Uma prova de descoberta para o piloto, numa participação que espera concretizar com um bom resultado. Pelo mesmo diapasão alinha o também estreante no troféu Filipe Ferreira, da Brivel Sport, que tem como metas adaptar-se e evoluir ao volante do Honda Civic Type-R.

    Na classe AM, Filipe Barreto e Francisco Viola, da TRS, e Hugo Oliveira, da J. Santos Competição, dividiram as vitórias nas duas corridas do Estoril e chegam ao Circuito Internacional de Vila Real em igualdade pontual na tabela classificativa. Uma ronda que se espera por isso muito disputada, onde a dupla da TRS tem como objetivo continuar a evoluir nesta exigente jornada. Já Hugo Oliveira enaltece o grande ambiente que se vive na prova de Vila Real, evento de descoberta para o qual parte sem expectativas.

    Na terceira posição da classe AM surge Nuno Figueiredo, que em Vila Real terá a seu lado, a título excecional, Filipe Matias, devido à ausência de última hora de Pedro Cerqueira. Um fim de semana em que a equipa, assistida pela Monteiros Competição, pretende dar continuidade ao trabalho de evolução realizado no Circuito do Estoril.

    Para Ricardo Leitão, elemento da Motor Sponsor e responsável pela Civic Atomic Cup, esta é uma prova muito aguardada: “É uma enorme satisfação poder estar em Vila Real, um circuito icónico do automobilismo, logo na segunda jornada da Civic Atomic Cup. É um evento revestido de história, caracterizado pela fantástica moldura humana presente e onde todos os pilotos e equipas querem estar. Por isso, as nossas expectativas são as melhores para um fim de semana pleno de competição.”

    Horário

    Sexta-feira, 1 de julho

    11h20 >> Treinos Livres (20 minutos)

    15h55 >> Qualificação (25 minutos)

    Sábado, 2 de julho

    13h05 >> Corrida 1 (20 minutos)

    Domingo, 3 de julho

    14h30 >> Corrida 2 (20 minutos)

  • Kia GT Cup anima comemorações do 51.º Circuito de Vila Real

    Pilotos do Kia GT Cup desafiam os 4600m do traçado do Circuito Citadino de Vila Real. Pedro Alves chega a Trás-os-Montes na liderança do Kia Ceed GT Cup, enquanto que Manuel Fernandes Jr. lidera no Kia Picanto GT Cup.

    Depois de um arranque em cheio no Circuito do Estoril, o Kia GT Cup, regressa já no próximo fim-de-semana, inserido no programa do 51.º Circuito de Vila Real. Esta competição juntará 21 pilotos, em 18 equipas, unindo em pista desde os mais  jovens pilotos aos veteranos, em duas categorias: Kia Picanto GT Cup e Kia Ceed GT Cup.

    Na competição disputada do volante do Kia Ceed GT, serão seis os pilotos a representar cinco equipas de assistência distintas. Pedro Alves (Pedro Alves Racing) vai tentar manter a toada que conseguiu impor no Estoril, de onde saiu vitorioso das duas corridas disputadas, o que o faz chegar a Vila Real na liderança do Campeonato. Pedro Pinto (Be Fast Motorsport) chega a Trás-os-Montes na segunda posição do Campeonato, logo seguido de Vasco Oliveira (MG Competição), ambos com muita vontade de lutar pelos triunfos e terminar com a invencibilidade de Alves na presente temporada. Em pista estarão ainda Pompeu Simões (Speedy Motorsport), Francisco Carvalho (CRM Motorsport) e Manuel Moura Teixeira (CRM Motorsport), pilotos que possuem argumentos e experiência para lutar pelo triunfo.

    Ao volante do Kia Picanto GT Cup, são 15 os bravos pilotos que desafiam os 4600m do circuito citadino de Vila Real, com Manuel Fernandes Jr. (Be Fast Motorsport) a encabeçar a lista de favoritos à vitória, fruto dos dois triunfos, em outras tantas corridas, disputadas na primeira ronda do Kia GT Cup no Estoril. Manuel Alves (Veloso Motorsport) e André Regueiro (G2B Motorsport) são atualmente o segundo e terceiro classificados, respetivamente, no Kia GT CUP.

    Vitor Fernandes/Luis Lourenço (CRM Motorsport), Paulo Gaspar/Adérito Marques (CRM Motorsport), Tiago Vilela (Speedy Motorsport), António Veiga/ Cláudio Pereira (MG Competição, Samuel Teixeira (CRM Motorsport), Gonçalo Moura, (Auto Paraíso Foz) Filipe Seabra (Gianfranco Motorsport), Tiago Madeira (MG Competição) e Rafael Antunes (MG Competição) fazem, também eles, parte de uma lista de inscritos muito interessante e que promete animar o ambiente das bancadas de Vila Real.

    O programa desportivo do fim-de-semana começa logo na sexta-feira, pelas 12h00, com a realização dos treinos livres a que se segue, pelas 17h35, a disputa de ambas as Qualificações para as duas corridas. No sábado, as bancadas de Vila Real assistem à primeira corrida de 20 minutos do Kia GT Cup pelas 15h00, enquanto no domingo, a corrida está agendada para as 11h05.

    Programa Kia GT Cup – Circuito de Vila Real

    01 Julho – Treinos Livres – 12h00 (25 minutos)

    01 Julho – Qualificação 1 – 17h35 (10 minutos)

    01 Julho – Qualificação 2 – 17h50 (10 minutos)

    02 Julho – Corrida 1 – 15h00 (20 minutos)

    03 Julho –  Corrida 2 – 11h05 (20 minutos)

  • Daniel Teixeira: “em Vila Real vão ser corridas muito disputadas, mas queremos consolidar a liderança nos TCR”

    O talentoso piloto transmontano está preparado e motivado para enfrentar este fim-de-semana o excelente pelotão do Campeonato de Portugal de Velocidade na “sua” mítica pista transmontana. Chega a Vila Real líder na tabela pontual dos TCR e o seu objetivo principal é consolidar a posição.

    A 51ª edição do Circuito Internacional de Vila Real será palco da segunda jornada do Campeonato de Portugal de Velocidade (CPV) by Hankook, depois do arranque ter acontecido em terras espanholas.

    O rejuvenescido campeonato principal da modalidade apresente uma lista de participantes de luxo neste regresso ao mítico traçado esculpido nas ruas e avenidas de Vila Real e entre eles está Daniel Teixeira, aos comandos do Cupra TCR da JT59 Racing Team/Bompiso, que não esconde a emoção de “estar a correr em casa perante a família, os amigos e os meus conterrâneos, numa pista que faz parte de mim desde sempre. Vila Real é a prova rainha da velocidade nacional, um evento ímpar com uma atmosfera única resultante da enorme moldura humana que sempre compõe o circuito ao longo do fim-de-semana”.

    O jovem talento transmontano revela que “as primeiras lembranças que guardo deste circuito são somente desta nova versão, utilizada a partir de 2007, e remetem-me para as participações do meu pai com protótipos, mas também para as grandes corridas do antigo PTCC e ainda das fantásticas exibições, também de protótipo, do Pedro Salvador. Felizmente tive a oportunidade de estar, desde aí, presente em todas as edições, e dez anos depois, em 2017, finalmente surgiu a oportunidade de participar pela primeira vez em Vila Real, tendo sido um momento muito especial, ainda para mais fazendo equipa com o meu pai”.

    Quando à dupla jornada que tem pela frente, Daniel Teixeira começa por salientar que “estão reunidas todas as condições para ser um fim-de-semana muito competitivo, com uma lista de inscritos como há vários anos não tínhamos em Portugal, em termos de qualidade, com grandes pilotos e uma panóplia de carros de sonho a que se junta uma pista muito rápida e exigente. Com estes ingredientes só poderá resultar num grande espetáculo!”.

    O piloto chega a Vila Real no comando da tabela pontual entre os TCR, não escondendo que quer chegar ao título nacional. São 17 pontos de vantagem sobre o seu mais direto contendor e Daniel Teixeira quer “sair de Vila Real com essa vantagem intacta, e se possível dilatada”, desejando que “consigamos, pela primeira vez em Vila Real, terminar ambas as corridas sem toques ou avarias mecânicas. Caso isso aconteça acredito que faremos um bom resultado, tendo obviamente que atribuir o favoritismo ao Francisco Mora, fruto da sua qualidade, experiência e curriculum nos TCR, até porque será a minha estreia em Vila Real com este Cupra TCR, que é bastante diferente do anterior Leon Cup Racer, com o qual alinhei em 2019”.

    PROGRAMA DO CPV EM VILA REAL

    Sexta-feira (1 julho)

    09:00/09:40 – Teste privado (40’)

    13:25/14:05 – Treino Livre (40’)

    16:40/16:55 – Qualificação 1 (15’)

    17:00/17:15 – Qualificação 2 (15’)

    Sábado (2 julho)

    16:00/16:45 – Corrida 1 (45’)

    Domingo (3 julho)

    15:30/16:15 – Corrida 2 (45’)

  • Arlindo Beça: “sempre quis competir em Vila Real e esta estreia vai ser muito especial!”.

    Será aos comandos de um Peugeot 106 S16 preparado pela MNE Sport que o piloto luso radicado em Toronto, Canadá, se estreará no mítico Circuito de Vila Real, neste fim-de-semana que se avizinha. Pela frente tem o forte pelotão do Campeonato de Portugal Legends de Velocidade que, na pista citadina transmontana conta com quase 60 inscritos.

    Sempre que vem a Portugal, Arlindo Beça assenta arraiais “perto da pista de Vila Real, pois tenho casa muito perto da cidade e é aqui que fico sempre que estou no nosso país. Cimo tal, o circuito teve sempre um significado muito grande para mim, por toda a sua história e envolvência e pelo facto de ser um dos mais desafiantes traçados de velocidade em que podemos competir”.

    Como tal, o piloto está “muito entusiasmado. Sempre quis aqui correr, e por isso, esta estreia vai ser muito especial. Tenho perfeita noção de que será muito difícil, principalmente por acontecer integrando um pelotão muito grande e muito forte. Ora, numa pista em que qualquer erro, ou qualquer toque, podem ser fatais, terei de ter muita prudência na abordagem à prova, aproveitando bem os treinos para me adaptar ao circuito e tentando durante as duas corridas não deixar escapar todas as oportunidades e conseguir uma boa  classificação final”.

    Um resultado positivo será importante até porque está a ser um ano difícil aquele que Arlindo Beça está a protagonizar em 2022.

    O piloto tem sido vítima de vários percalços mecânicos que têm condicionado fortemente as suas performances e os resultados, sobretudo nas provas de Montanha, já que na única prova da época que realizou na Velocidade até ao momento, saiu do Estoril com dois 4ºs lugares na Categoria Legends 99.

    Em Vila Real, o atual campeão nacional em título de Velocidade nos Super Turismos, tripulará um Peugeot 106 S16 preparado pela MNE Sport, pois o Toyota Carina com que apostava fazer a época inteira ainda não está pronto, por causa da enorme dificuldade logística internacional em entregar peças.

    É um handicap, mas Arlindo Beça encara o fim-de-semana “com otimismo. Será o quarto carro diferente com que corro esta época, mas, se por um lado, isso torna as coisas mais difíceis, por outro dá-me mais experiência e esta é uma época decididamente focada na aprendizagem”. Arlindo Beça enfrenta as sessões de treinos esta sexta-feira, tendo a Corrida 1 marcada para a manhã de sábado, ficando a Corrida 2 reservada para a jornada matinal de domingo.

  • CPV vai “aquecer” o Circuito de Vila Real

    McLaren 570S GT4, Audi R8 LMS GT4, Ginetta G55, Porsche 911 Cup e os TCR, com os Hyundai e os CUPRA à cabeça, prometem um fim de semana de emoções fortes na pista citadina transmontane. As duas corridas do principal campeonato de velocidade português terão transmissão no Porto Canal.

    A segunda jornada do Campeonato de Portugal de Velocidade (CPV) by Hankook, este próximo fim de semana (2 e 3 julho), no Circuito de Vila Real, com uma lista de inscritos de luxo, em termos qualitativos, reúne todos os ingredientes para reeditar os momentos de glória vividos no passado a nível de emoção e de competitividade nesta pista urbana histórica. Seja na categoria GT4, na GTC ou na TCR, há um conjunto de protagonistas com argumentos fortes para proporcionarem um espetáculo de alto nível ao público que vai acorrer a este regresso, volvidos dois anos, das corridas a Vila Real.

    Apresentando um conjunto de carros de sonho, como os McLaren 570S, Audi R8 LMS, Porsche 911 Cup, Ginetta G50 ou Ginetta G55, a que se juntam os super-competitivos TCR, como os Hyundai e os CUPRA, sem esquecer os concorrentes da categoria GTC, como os Skoda Octavia ou os Fiat 500 Abarth, o CPV by Kankook na sua versão 2022 junta na mesma grelha um conjunto diversificado de “máquinas”, com a introdução de um BoP (equilíbrio de performance) a garantir a equidade de andamentos.

    “Estamos bastante satisfeitos com a lista de inscritos que conseguimos reunir. Será, sem dúvida, uma prova inesquecível, pois além de contarmos com a presença especial do Miguel Oliveira, que dará uma cor diferente ao evento, e de seis pilotos estrangeiros, iremos, provavelmente, assistir a grandes lutas entre alguns dos melhores pilotos nacionais de velocidade da atualidade, ao volante de máquinas de exceção das categorias GT4 e TCR. Apesar disso, é provável que sejam os pilotos Bronze a definir os resultados finais, já que o andamento dos Silver será, certamente, muito semelhante. Assim, temos uma grelha de partida com todos os ingredientes para proporcionar duas boas corridas aos milhares de espectadores que estarão no circuito e vão ver as corridas em direto no Porto Canal ou nos nossos canais de Youtube e Facebook”, declarou Diogo Ferrão, responsável da Race Ready, promotora do CPR.

    Sem qualquer surpresa, a maioria das atenções estará, certamente, direcionada para os GT4, atendendo à “imponência” dos McLaren 570S, sendo que em Vila Real à dupla Miguel Cristóvão/Francisco Carvalho, e ainda ao gentleman driver Álvaro Ramos, juntar-se-ão Pedro Salvador e André Pimenta no carro alugado à espanhola SMC Junior Motorsport, equipa que venceu as duas primeiras corridas da época, em Jarama. Mas ainda na “guerra” dos GT4 importa não esquecer a equipa britânica Tockwith Motorsports, uma estreante na pista transmontana e… nas corridas em traçados urbanos, que terá o bem conhecido Marmaduke Hall, já vencedor de corridas em Portugal, a fazer dupla com Tom Roche, piloto com vasta experiência nos troféus monomarca britânicos da Porsche e da Ginetta.

    Na categoria GTC, Fábio Mota e Bruno Pires, com o Porsche 911 Cup, perfilam-se como candidatos à discussão da vitória, e certamente que a principal oposição surgirá da parte dos dois Ginetta G50 da britânica Tockwith Motorsports, com Aubrey Hall a ter como colega o português Paulo Sousa no carro número 27, enquanto Jemma Moore, que formando equipa com Aubrey Hall (irmão mais novo de Marmaduke Hall) triunfou nas duas primeiras corridas da época, em Jarama, surge agora acompanhada de Damian Hirst. Ainda na mesma categoria, haverá que contar com os Skoda Octavia de António Fernandes e do checo Ondrej Krupka, além de dois Fiat Abarth 500, um dos quais entregue a António Veloso.

    Uma boa parte dos holofotes estarão, igualmente, focados na categoria TCR, não só pelo elevado nível dos pilotos e “máquinas” inscritos, mas pelo facto de Miguel Oliveira, o piloto português de MotoGP da equipa oficial da KTM e embaixador da Hyundai Portugal, ter aceite o desafio de guiar um Hyundai i30 N TCR nesta segunda jornada do CPR. Será a sua primeira experiência competitiva em quatro rodas e vai ser acompanhado por um colega muito especial: o seu pai, Paulo Oliveira, antigo piloto de motos. É com natural expetativa que se aguarda a estreia do piloto de Almada, tanto a guiar o i30 como na pista transmontana, perante adversários tão experientes como Daniel Teixeira (Cupra TCR), Francisco Mora (CUPRA TCR) – vencedor do TCR Ibérico em 2019 – ou Daniel Teixeira (CUPRA TCR), vencedor na classe nas duas primeiras corridas da temporada em Jarama, sem esquecer a dupla do Hyundai Elantra N TCR da Sports & You, António Coimbra/Luís Silva.

    PROGRAMA DO CPV EM VILA REAL

    Sexta-feira (1 julho)

    09:00/09:40 – Teste privado (40’)

    13:25/14:05 – Treino Livre (40’)

    16:40/16:55 – Qualificação 1 (15’)

    17:00/17:15 – Qualificação 2 (15’)

    Sábado (2 julho)

    16:00/16:45 – Corrida 1 (45’)

    Domingo (3 julho)

    15:30/16:15 – Corrida 2 (45’)

  • 3h Spa: Christophe Van Riet/Fred Bouvy repetem triunfo de 2021

    Christophe Van Riet/Frédéric “Fred” Bouvy, em Shelby Cobra, alcançaram uma vitória contundente na 6ª edição das 3 Horas de Spa, repetindo o feito obtido na edição transacta da prova mais longa da temporada do Historic Endurance.

    Ao final da tarde de sábado nas Ardenas, sessenta e nove clássicos de excepção alinharam-se na grelha de partida da corrida mais longa do programa do Spa Summer Classic. O Shelby Cobra nº1 dos “homens da casa” rapidamente se afastou do Lotus Elan de Graham Wilson/David Pittard, que largou do segundo posto, mas que acabou por perder vários lugares na primeira parte da prova. Especialistas do Circuit de Spa-Francorchamps, Christophe Van Riet e Fred Bouvy foram perseguidos de perto pelo Porsche 911 3.0 RS da dupla Lars Rolner/Pierre-Alain Thibaut. Todavia, os belgas da Gipimotor apenas perderam a liderança na primeira ronda de paragem nas boxes. Com uma condução aprumada e um ritmo forte, a dupla belga foi a única capaz de completar 58 voltas a um dos traçados mais exigentes do mundo.

    Se no topo da corrida cedo ficou perceptível que seria muito difícil destronar o duo belga em condições normais de corrida, a luta pela segunda posição foi naturalmente mais empolgante. Porém, com o decorrer da contenda, a dupla anglo-germânica Andy Newall e Rhea Sautter conseguiu impor paulatinamente o seu Jaguar E-Type ao Porsche dividido pelo dinamarquês Lars Rolner e pelo campeão belga de carros de Turismo de 1992, Pierre-Alain Thibaut. Com este resultado, o duo 911 3.0 S, que chegou a liderar a corrida, obteve um triunfo irrepreensível na classe H-1976.

    Michael e Kallum Gray foram os quartos a receber a bandeira de xadrez no momento em que o sol desaparecia nas Ardenas belgas, mas a dupla britânica do Jaguar E-Type tinha razões para sorrir, pois com este resultado subiram ao último degrau do pódio na competitiva classe H-1965. O “Top-5” encerrou com mais uma viatura conduzida por uma senhora, neste caso o Porsche 911 3.0 RS que também veio do Reino da Dinamarca para ser conduzido por Annette Rolner e Michael Holden, e que no final da corrida celebraram o segundo lugar dos H-1976. O pódio desta categoria ficou completo pelo Porsche 911 3.0 RS dos franceses Cyrille Prevel/Patrice Chapon. 

    Se no topo da corrida cedo ficou perceptível que seria muito difícil destronar o duo belga em condições normais de corrida, a luta pela segunda posição foi naturalmente mais empolgante. Porém, com o decorrer da contenda, a dupla anglo-germânica Andy Newall e Rhea Sautter conseguiu impor paulatinamente o seu Jaguar E-Type ao Porsche dividido pelo dinamarquês Lars Rolner e pelo campeão belga de carros de Turismo de 1992, Pierre-Alain Thibaut. Com este resultado, o duo 911 3.0 S, que chegou a liderar a corrida, obteve um triunfo irrepreensível na classe H-1976.

    Michael e Kallum Gray foram os quartos a receber a bandeira de xadrez no momento em que o sol desaparecia nas Ardenas belgas, mas a dupla britânica do Jaguar E-Type tinha razões para sorrir, pois com este resultado subiram ao último degrau do pódio na competitiva classe H-1965. O “Top-5” encerrou com mais uma viatura conduzida por uma senhora, neste caso o Porsche 911 3.0 RS que também veio do Reino da Dinamarca para ser conduzido por Annette Rolner e Michael Holden, e que no final da corrida celebraram o segundo lugar dos H-1976. O pódio desta categoria ficou completo pelo Porsche 911 3.0 RS dos franceses Cyrille Prevel/Patrice Chapon. 

    Depois da renhida sessão de qualificação de sexta-feira, esperava-se uma corrida muito animada no “toboggan des Ardennes” entre os concorrentes da categoria H-1971. Todavia, a vida da famoso Alfa Romeo 2000 GTAm da “Paris Match” dos francófonos Grégoire Colinet/Guillaume Colinet cedo ficou facilitada quando o Alfa Romeo Giulia Sprint GTA dos germânicos Peter Praller/Gilbert Wurth abandonou ainda na segunda volta da corrida e o Ford Mustang 302 Boss, tripulado pelo trio belga Emiel de Weerdt/Luc Branckaert/Bjorn Kabergs, sucumbiu duas voltas depois. O Alfa Romeo 2000 GTAm do duo alemão Bjorn Ebsen/Volker Hichert foi o segundo classificado, ao passo que os também germânicos Ralf Schnitzer/Torsten Tim Mueller levaram o Datsun 240Z a uma surpreendente terceira posição. 

  • Miguel Oliveira de Hyundai no CPV em Vila Real

    O piloto português oficial da KTM no Moto GP vai participar no 51º Circuito Internacional de Vila real aos comandos de um i30 N TCR

    Após dois anos de jejum provocado pela pandemia o FIA WTCR – World Touring Car Cup está de regresso a Vila Real nos próximos dias 1, 2 e 3 de julho, para a sua 5a etapa de 2022. A par com o WTCR, Vila Real receberá as principais provas de velocidade nacionais portuguesas, num fim-de-semana que se espera épico, de emoções e adrenalina.

    É neste ambiente de festa que o piloto de MotoGP da KTM Factory Team, Miguel Oliveira, e embaixador da Hyundai, vai disputar aos comandos do Hyundai i30 N TCR a etapa do Campeonato de Portugal de Velocidade, acompanhado pelo seu pai Paulo Oliveira. Não é segredo que o piloto de Almada é um amante das quatro rodas e que por diversas ocasiões participou em provas nacionais de renome.

    Esta participação é mais um marco nos 4 anos de parceria com a Família Hyundai. Recorde-se que a Hyundai Portugal e Miguel Oliveira celebraram a parceria em 2018, com o piloto a ter a primeira experiência com a Marca ao volante do Hyundai i20 R5. Desde então, foram muitos os momentos especiais com a Hyundai, destacando-se o envolvimento no processo de desenvolvimento do Hyundai i20 Miguel Oliveira, uma versão especial e exclusiva do Hyundai i20 que combina o ADN da Hyundai com a “alma de campeão” de Miguel Oliveira.

    “A participação de Miguel Oliveira no Circuito de Vila Real, ao volante do Hyundai i30 N TCR, enche-nos de orgulho e temos a certeza de que a sua presença vai atrair muitos fãs para o evento”, afirma Sérgio Ribeiro, CEO da Hyundai Portugal. “Desde o início da parceria tivemos sempre em mente proporcionar ao Miguel Oliveira uma experiência de competição em 4 rodas e aproveitamos esta oportunidade para concretizar esse objetivo e celebrarmos a nossa relação”.

    “Para quem tem adrenalina no sangue não posso dizer que vou passear, mas sim dar o meu máximo. Este convite da Hyundai para participar nesta prova, que poderia ser rali, era algo que já estava previsto e o cancelamento da prova da Finlândia apenas acelerou o processo. Para além de poder partilhar o volante com o meu Pai, estou muito feliz por também poder ter um motivo para estar uma vez mais perto dos meus fãs e viver um ambiente diferente das minhas habituais competições.” referiu Miguel Oliveira.

  • Francisco Mora quer manter liderança do GT-CER na Motorland Aragón

    Depois de Valência e Portimão, o Campeonato de Espanha de GT e Resistência (GT-CER) ruma, no próximo fim de semana, à Motorland Aragón, em Alcañiz, um pista que será novidade para Francisco Mora. Piloto do Porsche 991 GT3 Cup volta a ter Francisco Abreu a seu lado e a dupla portuguesa quer continuar a brilhar em Espanha.

    Líderes isolados do Campeonato de Espanha de GT, Francisco Mora e Francisco Abreu querem dar mais um passo seguro na pelo título do GT-CER, que terá a terceira prova da época, no próximo fim de semana, no complexo da Motorland Aragón. Os campeões nacionais em título de Velocidade têm conseguido colocar o Porsche 991 GT3 Cup 4.0 na luta pelos primeiros lugar à geral em diferentes tipos de pista, muitas vezes minimizando o maior poderio do Ferrari 458 GT3 e do Mac Car (Ford Mustang) utilizados pela concorrência direta.

    “A época tem sido positiva e queremos manter essa tendência na Motorland, uma pista onde curiosamente nunca corri, mas que, entretanto, fui tentando aprender através de vídeos e do simulador. Além disso, o Francisco (Abreu) já correu neste circuito”, apontou Francisco Mora. “Na Motorland vamos fechar a primeira metade do campeonato e é importante manter a nossa liderança, se possível reforçá-la, antes das provas de Resistência, com duas horas. Sabemos que a oposição mais forte deve vir do Ferrari e do Mustang, por isso vamos ver como será o equilíbrio de forças nesta pista”, referiu o pluri-campeão nacional, cujo Porsche é preparado e assistido pela experiente estrutura da Veloso Motorsport. 

    Todas as corridas do GT-CER podem ser acompanhadas em direto, através do live streaming na página de Facebook da V-Line Org.

  • Filipe Albuquerque quer vitória em Watkins Glen

    É já este fim-de-semana de 25 e 26 de junho que tem lugar a sétima jornada do Campeonato Norte Americano de Resistência no traçado de Watkins Glen. Filipe Albuquerque tem a vitória na mira e na recuperação do primeiro lugar das contas do Campeonato.

    Abrem-se boas perspectivas para este fim-de-semana de competição já que o circuito Nova Iorquino se ajusta bem ao Acura da Wayne Taylor Racing pelo que a confiança é redobrada para o piloto português e para o seu companheiro de equipa, Ricky Taylor: “É uma pista muito engraçada onde toda a gente gosta de competir. Tem a particularidade de ser favorável ao nosso carro pese embora tenha havido um ajusto do ‘balance of performance’ que certamente vai equilibrar o andamento entre todos. Fica a certeza que as margens serão curtas e que haverá muitas lutas”, referiu o piloto de Coimbra.

    IMSA, Sebring International Raceway, Sebrog , FL, March 2022. (Photo by Brian Cleary/bcpix.com)

    Ainda assim o objectivo de Albuquerque é vencer e assumir novamente a liderança do campeonato: “A nossa meta é subir ao lugar mais alto do pódio após as seis horas de corrida, mas se por alguma razão isso não vier acontecer queremos conseguir ficar à frente dos nossos mais directos adversários para recuperar a liderança do campeonato. Estamos a avançar a passos largos para o final do campeonato e não podemos desperdiçar pontos”, concluiu o piloto luso.

    O fim-de-semana de competição começa para Filipe na sexta-feira, 24, com a realização dos treinos livres. A qualificação terá lugar no sábado e a corrida 15.40h com transmissão em directo em https://www.imsa.com/tv/

  • 9X8 Hypercar totalmente eletrificado pela Peugeot

    O  envolvimento da marca na categoria Le Mans Hypercar (LMH) do Campeonato do Mundo FIA de Resistência e nas 24 Horas de Le Mans com o seu novo Hypercar híbrido está a dar um contributo real para acelerar a evolução da PEUGEOT no domínio das tecnologias de eletrificação. A criação da classe LMH foi fulcral para a tomada de decisão de regresso às corridas de resistência.

    Ao longo das décadas, a PEUGEOT tem estado envolvida em quase todas os grandes formatos de desporto motorizado, em função dos regulamentos que regem as diferentes disciplinas e dos seus próprios focos estratégicos. E foi o anúncio, em junho de 2019, da criação de uma nova classe, denominada Le Mans Hypercar (LMH), para as corridas de resistência, que impulsionou a PEUGEOT a regressar à modalidade e às 24 Horas de Le Mans.

    Em primeiro lugar verificou-se que as regras da categoria permitiam uma utilização mais criteriosa dos recursos, para não falar da poupança de custos estimada por aqueles que elaboraram os regulamentos, podendo alcançar os 20 por cento, em comparação com a anterior classe de topo LMP (Le Mans Prototype), que substituiu em 2021. A categoria LMH também tornou possível a conceção de viaturas que transportam as linhas de design dos respetivos modelos de estrada, bem como a capacidade de escolher entre diferentes conceitos, incluindo potência híbrida. Foi precisamente esta oportunidade que atraiu as atenções da PEUGEOT no sentido de demonstrar toda a sua experiência em matéria de eletrificação.

    Quando a LMH se tornou a nova referência de topo das corridas de resistência do Campeonato do Mundo e em Le Mans, as corridas norte-americanas WeatherTech IMSA alinhavam os seus próprios regulamentos com os introduzidos pela FIA (Fédération Internationale de l’Automobile) e pela ACO (Automobile Club de l’Ouest), criando uma categoria LMDh (Le Mans Daytona hybrid), com o objetivo de garantir grelhas cada vez maiores.

    Para além de recorrerem a chassis fornecidos por um dos quatro fabricantes aprovados, os concorrentes da classe LMDh também partilham componentes híbridos. Com efeito, uma das principais características diferenciadoras dos LMDh é o facto de os fabricantes trazerem para cima da mesa a sua própria experiência em motores de combustão interna (ICE), garantindo os seus chassis e sistemas de eletrificação através de fornecedores externos.

    Mas, mais do que qualquer outra coisa, o que atraiu a PEUGEOT para o principal escalão das corridas de resistência, com uma viatura da categoria LMH, foi a questão da eletrificação e o controlo global que deu sobre a conceção da totalidade da vertente mecânica, e não apenas do motor de combustão interna.

    O plano “Dare Forward” implementado pelo Grupo Stellantis visa, efetivamente, que toda a empresa se torne totalmente descarbonizada até 2038, alcançado uma redução para metade da sua pegada de carbono até 2030. A eletrificação dos seus veículos de produção está claramente preparada para desempenhar um papel fundamental na consecução destes objetivos. O domínio das tecnologias associadas é, naturalmente, crucial e é este progresso nos campos das motorizações eletrificadas e do inerente software de controlo que está a conduzir a evolução da Stellantis de um construtor de automóveis para uma empresa tecnológica.

    “Por um lado, a classe LMH permite-nos competir com uma viatura que os espectadores podem reconhecer, de imediato, como sendo um Peugeot“, refere Jean-Marc Finot, Diretor Desportivo da Stellantis Motorsport e da Peugeot. “A bem-sucedida colaboração entre a nossa equipa de engenharia de competição e o departamento de estilo produziu uma viatura dotada de um estilo único, elegante e racing. Para além disso, no entanto, a LMH deu-nos a capacidade de projetar e desenvolver uma viatura que é 100 por cento Peugeot. É verdade que tirámos partido da experiência de alguns parceiros-chave, mas, acima de tudo, tivemos um controlo total sobre a conceção do carro e o seu complexo sistema elétrico-híbrido com tração às quatro rodas. Não hesitámos em optar pela classe LMH, o que nos permitirá alargar e demonstrar as nossas valências numa arena competitiva, frente a outros grandes protagonistas da indústria automóvel.”

    A hibridização é uma característica primária do sistema de acionamento do Peugeot 9X8, combinando um motor de combustão interna, que propulsiona as rodas traseiras, e um motor elétrico para o eixo da frente. O desafio é garantir que os dois sistemas funcionam em conjunto e sem falhas, apesar das extremas tensões mecânicas e térmicas envolvidas, ao mesmo tempo que proporcionam eficiência, resposta e fiabilidade sem compromisso.

    “Como em qualquer veículo híbrido, o 9X8 é um produto complexo. Cerca de dois terços da sua potência é fornecida pelo motor de combustão interna, sendo o outro terço gerado pelo sistema híbrido”, explica Jean-Marc Finot. “O sistema que usamos é uma solução 100 por cento Peugeot, enquanto a bateria, potente e de alta densidade, com 900 volts, é fruto de um programa de investigação combinado que envolve a TotalEnergies, a Saft, a ACC e a Peugeot.”

    Enquanto isso, o motor V6 biturbo de 2,6 litros, com 520 kW (710 cv), que conduz as rodas traseiras, e o motor elétrico de 200 kW / 270 cv, para as da frente, resultam do trabalho do departamento de investigação da Peugeot Sport em Satory, nos arredores de Paris, sob a responsabilidade do seu Diretor Técnico, Olivier Jansonnie, e do gestor da área de Powertrain, François Coudrain.

    Embora a primeira aparição em competição do Peugeot 9X8 apenas vá acontecer no próximo dia 10 de julho, em Itália, nas 6 Horas de Monza, já resultou num valioso contributo para o foco da marca no domínio da hibridação. Por exemplo, o Peugeot 508 PSE – que foi desenvolvido pela mesma equipa de engenharia paralelamente ao 9X8 – está equipado com um sistema híbrido de 265 kW / 360 cv e com um sistema de gestão inteligente, derivado diretamente do programa Hypercar.