Categoria: Velocidade

  • Pedro Salvador e André Pimenta em Vila Real com um McLaren 570S GT4

    Pedro Salvador e André Pimenta vão marcar presença no Circuito Internacional de Vila Real para disputar a terceira ronda do Campeonato de Portugal de Velocidade. A dupla marcará presença ao volante de um espetacular McLaren 570S GT4, da SMC – McLaren Barcelona, e promete tudo fazer para estar na disputa dos lugares cimeiros da classificação na 50ª Edição do Circuito Citadino de Vila Real.

    Na antevisão desta participação especial, Pedro Salvador mostra-se satisfeito e ambicioso para a prova. “Obviamente que estou extremamente satisfeito de ter a oportunidade de participar nesta prova e de fazer dupla com o meu amigo André Pimenta. Realmente temos aqui uma oportunidade única de estar num circuito mítico num carro também ele mítico e de uma marca icónica. Os nossos objetivos passam por atingir o melhor resultado desportivo possível, sempre conscientes que a nossa concorrência é forte e já tem dois fins-de-semana de corridas disputadas este ano. Um desafio difícil, mas no qual estamos focados em dar o nosso melhor e claro defender a imagem dos nossos parceiros. Desde já o meu muito obrigado ao Grupo Vangest e à Delta Cafés por nos proporcionarem condições para abraçarmos este desafio.”

    André Pimenta mostra-se motivado e satisfeito pelo concretizar desta iniciativa. “Ter a oportunidade de participar no Circuito de Vila Real com um piloto tão consagrado e tão meu amigo como o Pedro Salvador é fantástico. Sabemos que temos uma concorrência muito forte e muito bem armada, mas estamos muito focados em conseguir um bom resultado. Acima de tudo queremos dar um excelente retorno a quem apostou em nós. Estamos muito contentes, muito focados e preparados para cumprir com os objetivos a que nos propusemos quando abraçámos esta participação. Espera-se um grande fim-de-semana de corridas , com muitos sorrisos e com muito público, que esperamos na nossa assistência de braços abertos”.

    A 50.a edição do Circuito de Vila Real disputa-se nos dias 1, 2 e 3 de Julho e promete animar as ruas da cidade de Vila Real, com a presença dos melhores pilotos do Mundo desta disciplina tão apaixonante do automobilismo.

  • GT3 Cup: Carlos Vieira imperial na segunda corrida em Valência

    Carlos Vieira esteve verdadeiramente intocável, na tarde deste domingo, na segunda corrida da GT3 Cup no circuito espanhol de Valência, ao largar da ‘pole position’ e receber a bandeira xadrez com uma diferença de 20.437s para Ricardo Costa, que nas últimas voltas conseguiu superar Vasco Barros e conquistar a segunda posição.

    Esta segunda corrida da jornada 2 da GT3 Cup na pista valenciana foi bastante mais “calma” que a anterior, com Vieira a destacar-se muito rapidamente da concorrência para fazer uma prova solitária, enquanto atrás de si Vasco Barros (vencedor da corrida anterior) ganhava vantagem sobre Ricardo Costa. Contudo, a verdade é que não conseguiu mantê-la, embora voltasse, como sucedera umas horas antes, a subir ao pódio.

    Colocando-se muito bem desde a largada, Francisco Cruz logrou cavar uma diferença consistente e destacar-se tanto de Luís Herrera como de João Parreira, as duas principais “figuras” da categoria GD e que tinham mais atrás Miguel Caetano. Parreira repetiu, com todo o mérito, o triunfo da primeira corrida e Herrera voltou a subir ao pódio. Na categoria AM, Ricardo Costa, segundo classificado absoluto, não deu hipóteses ao já referido Francisco Cruz.

    Corrida 2 (classificação oficiosa)

    1º, Carlos Vieira (AM+), 25.29.195

    2º, Ricardo Costa (AM), + 20.437s

    3º, Vasco Barros (AM+), + 27.627

    4º, Francisco Cruz (AM), + 53.117

    5º, João Parreira (GD), + 59.857

    6º, Luís Herrera (GD), + 1.10.649

    7º, Miguel Caetano (GD), + 1.32.777

    8º, Nuno Mousinho (GD), + 1.38.713

    9º, Álvaro Ramos (GD), a 1 volta

    10º, Leandro Martins (AM), a 1 volta

    11º, João Vieira (GD), a 2 voltas

    12º, André Fernandes (AM), a 4 voltas

    Volta mais rápida: Carlos Vieira, com 1.39.300 (média de 145,2 km/h)

    A próxima jornada da GT3 CUP (3ª da época), está agendada para 9 e 10 de julho, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.

  • GT3 Cup: Vasco Barros estreia-se a vencer primeira corrida em Valência

    O jovem Vasco Barros estreou-se no lugar mais alto do pódio da GT3 Cup, ao vencer, na manhã deste domingo, a primeira corrida da segunda jornada da competição, no circuito espanhol de Valência, com uma diferença de 3.573s face a Carlos Vieira, o piloto que tem dominado o troféu dos Porsche 991 e largara do primeiro lugar da grelha.

    Numa corrida bastante animada, em termos competitivos, Vieira liderou desde a partida, mantendo o primeiro lugar quase até ao fim, acabando por ser ultrapassado pelo piloto da Lob Motorsport a quatro voltas do fim. Na fase inicial, até à entrada do safety car, motivada pelo despiste de André Fernandes (ficou “preso” na gravilha), que esteve duas voltas em pista, Barros e Ricardo Costa secundaram Carlos Vieira, mas no recomeço da corrida João Parreira conseguiu ascender ao segundo lugar. O líder indiscutível da categoria GD manteve essa posição durante algum tempo, mas acabaria por não resistir ao forte ataque de Vasco Barros.

    Surpreendente na qualificação, Ricardo Costa rodou entre os primeiros no início da corrida, mas depois da saída do safety-car, que praticamente agrupara o pelotão dos Porsche 911, e com os sucessivos despiques, e alguns pequenos “toques” no calor da luta pelas melhores posições, ficou para trás.

    Em plano de destaque, protagonizando uma corrida muito certinha, esteve Alexandre Martins, o vencedor da categoria AM, sendo de destacar, igualmente, o desempenho de Nuno Mousinho, que soube evitar “confusões” para concluir na quinta posição absoluta, o seu melhor resultado de sempre na GT3 Cup, e segundo da categoria GD, à frente de Luís Herrera, que fez uma corrida de trás para a frente para chegar ao pódio na sua categoria.

    Corrida 1 (classificação oficiosa)

    1º, Vasco Barros (AM+), 23.40.373

    2º, Carlos Vieira (AM+), + 3.573s

    3º, João Parreira (GD), + 4.760

    4º, Alexandre Martins (AM), + 5.123

    5º, Nuno Mousinho (GD), + 6.519

    6º, Luís Herrera (GD), + 7.069

    7º, João Vieira (GD), + 7.619

    8º, Miguel Caetano (GD), + 8.277

    9º, Álvaro Ramos (GD), + 9.163

    10º, Leandro Martins (AM), + 10.724

    11º, Ricardo Costa (AM), + 11.449

    12º, Diogo Rocha (AM), a 3 voltas

  • GT3 Cup: Carlos Vieira garantiu as duas “poles” em Valência

    Carlos Vieira começou, este sábado, da melhor forma a segunda jornada da GT3 Cup, no circuito espanhol de Valência, ao conquistar a “pole position” para as duas corridas de domingo, numas sessões de qualificação em que o seu rival mais direto foi Ricardo Costa, ex-piloto de ralis que é estreante na competição monomarca promovida pela P21 Motorsport e não passou despercebido.

    Vieira, como sempre, não deixou créditos por mãos alheias, mantendo intacta a superioridade revelada desde o início da época, no Estoril, onde, recorde-se, obteve a pontuação máxima (pole, volta mais rápida nas duas corridas e vitórias), restando saber até que ponto Ricardo Cunha, seu colega de equipa (Veloso Motorsport), será capaz de importuná-lo nas duas corridas.

    Fica, contudo, no ar a expetativa de no calor tórrido da pista valenciana se poder assistir a um duelo interessante, muito possivelmente perante os olhares atentos de Vasco Barros e de Luís Herrera. O jovem piloto da Lob Motorsport voltou a estar entre os mais rápidos e aquele último, de nacionalidade espanhola e também novato no troféu, foi uma agradável surpresa ao volante do carro da Q&F, ao obter o quarto melhor tempo em ambas as qualificações.

    Naturalmente que Ricardo Costa dominou, com larga vantagem, a categoria AM, na qual Diogo Rocha (Qualificação 1) e Alexandre Martins (Qualificação 2) foram os adversários mais diretos. E se o já referido Luis Herrera se revelou o mais veloz da categoria GD, a verdade é que o conseguiu por escassa margem (0.095s) na Q1 face a Miguel Caetano e já nos derradeiros instantes, relegando João Vieira para a terceira posição. Na Q2 foi João Parreira a bater Vieira por 0.412s na discussão do segundo lugar daquela categoria.

    Num circuito que é novo para a esmagadora maioria dos pilotos da GT3 Cup, e sob uma elevada temperatura atmosférica, esperam-se duas corridas interessantes este domingo… com muitas trocas de posições e duelos constantes até ao baixar da bandeira xadrez.

    QUALIFICAÇÃO 1

    1º, Carlos Vieira (AM+), 1.39.860

    2º, Ricardo Costa (AM), 1.40.511

    3º, Vasco Barros (AM+), 1.41.194

    4º, Luís Herrera (GD), 1.42.890

    5º, Miguel Caetano (GD), 1.42.985

    6º, João Vieira (GD), 1.43.047

    7º, João Parreira (GD), 1.43.185

    8º, Diogo Rocha (AM), 1.43.377

    9º, Alexandre Martins (AM), 1.44.450

    10º, Rui Miritta (GD), 1.44.585

    11º, André Fernandes (AM), 1.46.457

    12º, Nuno Mousinho (GD), 1.46.541

    13º, Álvaro Ramos (GD), 1.47.443

    14º, Leandro Martins (AM), 1.53.274

    QUALIFICAÇÃO 2

    1º, Carlos Vieira (AM+), 1.40.097

    2º, Ricardo Costa (AM), 1.40.882

    3º, Vasco Barros (AM+), 1.41.236

    4º, Luís Herrera (GD), 1.42.524

    5º, Francisco Cruz (AM), 1.42.661

    6º, Diogo Rocha (AM), 1.42.905

    7º, João Parreira (GD), 1.43.400

    8º, João Vieira (GD), 1.43.812

    9º, Miguel Caetano (GD), 1.43.896

    10º, Rui Miritta (GD), 1.44.259

    11º, Nuno Mousinho (GD), 1.44.384

     12º, André Fernandes (AM), 1.45.734

    13º, Álvaro Ramos (GD), 1.46.679

    14º, Leandro Martins (AM), 1.47.465

  • GT3 Cup: estreia na pista de Valência apadrinhada por três novos pilotos

    Volvidos pouco mais de três meses sobre o arranque da época de 2022, no Estoril, a GT3 Cup regressa ao ativo, e com algumas novidades, este próximo fim de semana (18 e 19), no circuito espanhol de Valência, uma inovação no troféu monomarca promovido pela P21 Motorsport.

    Há três novos pilotos, o espanhol Luís Herrera, que alinha no carro habitual da Q&F, Ricardo Costa, nome bem conhecido dos ralis, e ainda o convidado Leandro Martins, ao volante de uma unidade 991.

    “A introdução do circuito de Valência no calendário da GT3 Cup teve como objetivo mostrá-la aos vizinhos espanhóis, de modo a cativarmos novos pilotos para 2023, ano em que vai ser introduzido o 991 no troféu. De resto, espero que os nossos habituais participantes continuem a proporcionar excelentes corridas, como tem sucedido até agora, com competitividade e respeito em pista”, comentou José Monroy, “patrão” da P21 Motorsport.

    PROGRAMA DE VALÊNCIA *

    SÁBADO (18 junho)

    10:25/10:50 – Treino Livre 1

    12:00/12:25 – Treino Livre 2

    13:20/13:40 – Qualificação 1

    14:40/15:00 – Qualificação 2

    DOMINGO (19 junho)

    09:00/09:25 – Corrida 1 (15 voltas)

    12:15/12:40 – Corrida 2 (15 voltas)

    (*) Hora de Portugal continental

  • Henrique Chaves revela como está a ser a sua estreia em Le Mans

    Henrique Chaves estreia-se este ano nas míticas 24 Horas de Le Mans, mas os seus objectivos são ambiciosos num evento que o surpreendeu e em que o traçado do circuito de La Sarthe o impressionou.

    O circuito de La Sarthe é um dos mais aclamados no mundo inteiro. O que achas do seu traçado?
    Henrique Chaves: O circuito é algo de extraordinário! Uma combinação de alta-velocidade, rectas gigantes, a chegada a Indianápolis é fantástica, mas depois tem zonas muito técnicas, a primeira chicane parece fácil, é uma direita, esquerda, direita, mas é muito, muito técnica. Toda aquela descida até Tetre Rouge, é muito rápida. As Curvas Porsche são provavelmente as curvas de que mais gosto neste circuito. São feitas no limite, temos de aliviar o mínimo possível, mas não podemos fazer muitas vezes a fundo para proteger os pneus. É um circuito que exige um bom compromisso. Depois a Chicane Ford é também muito agressiva para o carro, temos de fazer, uma vez mais, compromissos.
    É uma pista da qual gosto bastante – é rápida e técnica, é o meu estilo.

    As 24 Horas de Le Mans são muito mais que apenas uma corrida. Esta é a tua primeira vez em La Sarthe, como estás a ver o evento? Era o que esperavas?
    Henrique Chaves: O evento é ainda mais impressionante do que estava à espera. 
    Não tinha ideia. Via desde casa, na televisão, mas ao vivo é algo fora do comum.
    Tive pena de não ter estado presente no dia da pesagem, no sábado, mas tinha outros compromissos, estava a competir em Paul Ricard, dado que enriqueceria ainda mais a minha experiência aqui.
    Mas penso que só no sábado, quando estiver na grelha de partida com as bancadas cheias, terei uma visão clara do que é Le Mans. Vai ser extraordinário.

    Do teu ponto de vista, quem consideras ser o favorito à vitória geral?
    Henrique Chaves: Penso que será um Toyota, apesar de não ter estado a seguir muito os Hypercars.
    Acredito que são os carros e a equipa mais competentes para chegar à vitória na edição deste ano.

    É a tua primeira experiência em Le Mans, mas, na tua opinião, qual é o segredo para vencer a prova?
    Henrique Chaves: Fala-se muito da necessidade de não cometer erros para vencer aqui. Creio que é muito importante poupar o carro em momentos específicos da corrida porque é muito importante não termos problemas até ao final. Penso que se isso acontecer, as possibilidades de terminarmos no pódio são elevadas. Na nossa classe (n.d.r.: GTE Am) é também necessário ter um BoP favorável, ou equilibrado, para que possamos ser nós, os pilotos, e a equipa a fazer a diferença.
    Mas penso que para ganhar é necessário não cometer erros, seja de pilotagem ou nas boxes, estar focado e poupar o carro nos momentos certos.

    Pessoalmente, o que esperas da corrida deste fim-de-semana, que representa a tua estreia nas 24 Horas de Le Mans?
    Henrique Chaves: Espero ganhar!
    Não vim aqui para outra coisa, é a primeira corrida que faço em Le Mans e podem considerar ser muito ambicioso, mas tenho bons colegas de equipa, uma boa equipa e um carro competitivo, portanto, temos as condições para podermos triunfar.
    Claro que esse objectivo pode ser ajustado durante a corrida consoante os acontecimentos, mas estou aqui para ganhar e não equaciono outra possibilidade senão partir para lutar pelo triunfo.

  • Filipe Albuquerque sai de terceiro para as 24h de Le Mans

    Filipe Albuquerque foi o terceiro mais rápido na ‘Hyper Pole’ para as 24h de Le Mans que vão ter lugar este fim-de-semana. O piloto português e os seus companheiros de equipa, Phil Hanson e Will Owen vão assim largar da terceira posição entre os LMP2 e lutar pela ansiada vitória naquela que é uma das provas mais exigentes a nível mundial.

    No final da ‘Hyper Pole’ Filipe não escondia que o seu objectivo era ser o mais rápido: “Entro sempre em pista para ser o melhor, mas não tínhamos andamento para chegar a primeiro. Estávamos claramente mais lentos. Mas também sei que o andamento dos meus adversários em qualificação será muito diferente de corrida. Por isso, nada a temer, antes pelo contrário. O terceiro lugar é uma boa posição mas significa pouco em 24 horas de competição. Vale o que vale…”, começou por dizer o piloto de Coimbra que em 2020 subiu ao lugar mais alto do pódio nesta prova, ano em que se sagrou campeão mundial.

    As 24h de Le Mans arrancam no sábado e os pilotos da United Autosports esperam: “Não ter problemas de fiabilidade e manter hora após hora de corrida um bom andamento. No final, esperamos ter o primeiro lugar do pódio na mira. Seria excepcional porque se trata de uma corrida única e muito importante em termos de contas para o campeonato. Estamos optimistas e confiantes no nosso trabalho e no da equipa”, concluiu.

    O Eurosport como é habitual transmitirá na integra a corrida que terá início no sábado, 11 de junho às 15h.

  • Filipe Albuquerque preparado para as 24h de Le Mans

    Depois de ter sido o mais rápido no pré-teste para as 24h de Le Mans, Filipe Albuquerque está entusiasmado com mais esta participação esperando repetir o resultado de 2020: a vitória.

    Ciente da competitividade do Oreca da United Autosports e dos seus companheiros de equipa, Filipe só espera a vitória. A prova mais emblemática do mundo começa no sábado com Albuquerque a dividir a condução do seu carro com Phil Hanson e Will Owen.

    A maratona de 24h de competição levará pilotos, equipa e carro à exaustão, mas no final, Filipe espera cantar’ vitória: “Mentiria se dissesse que o nosso objectivo fica além da vitória. Depois de termos ganho em 2020 e de estarmos na discussão do título mundial, só nos podemos concentrar nessa missão. Sabendo, porém, que estamos a falar de uma corrida de 24 horas com todos os factores adjancentes e que podem ditar o sucesso ou o insucesso da prova. O importante é não perder o foco e trilhar o nosso caminho da melhor forma”, disse o piloto português.

    Hoje, quarta-feira, os pilotos já entram em pista para a realização dos treinos livres e da sessão qualificação para a Hyper Pole que ditará os lugares da grelha para a grande maratona.

  • Mecânica rouba triunfo a Henrique Chaves e Miguel Ramos


    Henrique Chaves e Miguel ramos protagonizaram ao longo de todo evento dos 1000Km de Paul Ricard uma prestação impressionante, mas um problema técnico impediu-os de vencer a segunda etapa do GT World Challenge Europe Endurance Cup.

    Depois do trabalho de afinação do McLaren 720S GT3 ao longo dos treinos-livres, o trio da Garage 59 encarou a qualificação com optimismo, uma vez que o carro inglês estava muito eficaz ao longo do circuito francês. Henrique Chaves, Alexander West e Miguel Ramos aproveitaram o potencial do material que tinham à sua disposição e conquistaram a pole-position da classe Pro-Am. O jovem de Torres Vedras foi ainda mais além e numa performance que evidencia o seu enorme valor, assinou o quarto melhor tempo da geral na sua qualificação, entre cinquenta e dois carros, batendo a maior parte dos pilotos de fábrica.

    Depois da brilhante prestação na sessão que definiu a grelha de partida, os homens do McLaren 188 estavam apostados em concretizar a pole-position numa vitória que demonstrasse o seu ascendente sobre os seus adversários.

    Miguel Ramos foi o primeiro a entrar em acção, sendo seguido por Alexander West, repetindo-se este escalonamento até que Henrique Chaves assumisse o controlo do carro inglês para realizar os dois últimos “stints” da prova de seis horas. Quando o jovem português se sentou aos comandos do GT da Garage 59 este estava na segunda posição da classe Pro-Am e no trigésimo lugar da geral. Henrique Chaves imprimiu então um ritmo fortíssimo, ao nível dos pilotos que ocupavam os dez primeiros lugares, e rapidamente ascendeu ao vigésimo quarto lugar entre os cinquenta e dois carros em pista, o que significava liderar a sua classe.

    Uma vitória parecia estar segura, mas nas corridas nada é garantido e nas últimas voltas um problema de suspensão obrigou o jovem português a reduzir substancialmente o andamento, o que deixou o triunfo do trio do McLaren #188 em dúvida. Na última volta, Henrique Chaves teve mesmo de levantar o pé, perdeu vinte e sete segundo, e acabou por cruzar a linha de meta num bom segundo posto, mas que não deixa de provocar algum amargo de boca, dado a vitória ter estado tão perto.

    A próxima prova do GT World Challenge são as míticas 24 Horas de Spa-Francorchamps, que se disputam entre os dias 28 e 31 de Julho. Porém, já na próxima semana Henrique Chaves disputa as clássicas 24 Horas de Le Mans.

  • Estratégia condicionou corrida de Filipe Albuquerque em Detroit

    Filipe Albuquerque e Ricky Taylor terminaram a sexta jornada do Campeonato Norte Americano de Resistência na quinta posição da tabela. Uma estratégia pouco acertada arredou-os das posições da frente e reflectiu-se no resultado final.

    Depois de terem arrancado do terceiro lugar da grelha e de estarem a fazer uma excelente corrida, os pilotos da Wayne Taylor Racing viram o seu desempenho condicionado: “Arrancar na frente e terminar atrás não é habitual para nós. Mas hoje foi uma daquelas corridas onde as escolhas não foram as mais acertadas. O nosso plano saiu todo furado. Não é comum na nossa equipa delinear estratégias tão erradas. Aconteceu, todos erramos, mas  apesar de termos essa consciência, continuamos com o sentimento de frustração”, explicou o piloto português.

    Desta forma, Filipe foca-se agora na próxima jornada do campeonato que acontece em Watkins Glen de 23 a 26 de Junho onde vai procurar recuperar os pontos perdidos: “Vamos analisar a corrida de hoje ao detalhe para não voltarmos a cometer este tipo de erros e focar na corrida que aí vem”, continuou.

    Albuquerque parte de imediato para Le Mans para amanhã entrar em pista para o Pré-teste para as 24h que acontecem no próximo fim-de-semana: “Não há tempo a perder, é seguir em frente”, rematou.