Um terceiro lugar na Pro-AM para o trio do Mclaren #188, foi o resultado conseguido esta tarde em Imola na primeira prova da temporada 2022.
Ainda que no Sábado tivessem regularmente colocado o McLaren na primeira posição nos treinos livres, esta manhã uma difícil qualificação, teve como resultado o 3º lugar da Pro-Am. Alexander West fez bom primeiro stint e entrou para o Pit Stop entregando o McLaren a Miguel Ramos em 1º, mas um problema na mudança dos pneus, com as pistolas utilizadas para desapertar e apertar as jantes, fê-los cair para o último lugar. Durante o seu stint, Miguel Ramos recuperou cerca de 40 segundos que o separavam do 2º, o Mercedes com Valentin Pierburg ao volante. No segundo Pit Stop, para passar o carro a Chaves, a equipa teve novamente problemas, desta vez porque não se cumpriu o tempo mínimo para abastecimento, sendo por isso obrigada a nova paragem para reabastecer. No terceiro stint, Henrique Chaves lutou bastante e conseguiu recuperar novamente o segundo lugar, mas que, entretanto, perdeu logo de seguida, devido a um carro lento e mal posicionado em pista.
“No global temos de considerar um bom resultado, pois num Campeonato deste género é importante terminarmos todas as provas e preferencialmente nos lugares cimeiros. Um Pódio a abrir a temporada é sempre bom, ainda que esperávamos ter estado mais perto da vitória na Pro-AM. No final o Henrique ainda chegou a trocar de posição com o Bertolini, mas nesse momento da luta entre ambos, a ultrapassagem a um carro lento, correu melhor ao Ferrari que se posicionou melhor para nos tirar o segundo lugar. Ainda assim, estou contente pelo resultado e acho que foi um bom início de temporada”, comentou Miguel Ramos após o término da prova em Imola.
“Penso que eramos a equipa mais rápida em pista e, em circunstâncias normais, ganharíamos a corrida na nossa classe e, por isso, este terceiro lugar não tem o sabor que nos agradaria. As nossas paragens nas boxes não foram tão rápidas como deveriam e perdemos muito tempo. No entanto, mostrámos que somos competitivos e que seremos contendores aos triunfos”, sublinhou Henrique Chaves.
A próxima prova (Sprint) terá lugar entre 30 de abril e 1 de maio em Brands Hatch (Inglaterra).
Carlos Vieira somou mais uma vitória e encerrou a primeira jornada da GT3 Cup 2002 invicto, ao terminar a segunda corrida, no Autódromo do Estoril, com uma vantagem de 7.149s frente a Vasco Barros, de novo o seu adversário mais direto, enquanto o jovem José Barros destacou-se pela excelente recuperação de último… até ao terceiro lugar.
“Neste evento quis fazer tudo de forma diferente, utilizando apenas um jogo de pneus novos e consegui, embora pensasse que iria sofrer bastante. Afinal, não sofri assim tanto e deu para conquistar duas vitórias. Portanto, objetivo cumprido, o que me deixa satisfeito”, palavras do piloto que subiu duas vezes ao lugar mais alto do pódio, em termos absolutos, na tarde deste domingo. O seu rival bem tentou contrariar desde cedo o favoritismo que lhe era atribuído, mas sem êxito, como reconheceu: “Fiz um bom arranque, fiquei na frente do Vieira, mas ele estava por dentro, ainda nos tocámos muito levemente, mas a trajetória era dele… Depois ainda tentei chegar-me, mas não deu. Vai ser na próxima…”, comentou Vasco Barros.
Numa corrida bem mais “calma” que a primeira no que toca a incidências, José Barros brilhou, depois de, na sequência do despique com Paulo Martins pelo terceiro lugar, levar um ‘toque’ e fazer um “pião” no decurso da primeira volta. Se Martins não conseguiu prosseguir, Barros arrancou de último para uma recuperação sensacional que o levaria ao terceiro lugar final absoluto e à vitória na categoria AM. “Acho que fiz uma corrida fantástica e só não terminou com chave de ouro devido ao ‘toque’ que me atirou para a última posição. Foi um grande stress, estava a ver que não aguentava. Sem o incidente da primeira volta talvez conseguisse chegar ao segundo lugar…”, referia José Barros, um piloto cada vez mais à-vontade na GT3 Cup.
Em plano de destaque desde o início da corrida, atrás do duo da dianteira, Diogo Rocha não teve a sorte pelo seu lado, à semelhança do sucedido com o seu irmão Luís na primeira corrida (o ‘toque’ de um adversário esteve na origem da desistência), já que um problema de motor forçou o abandono. E René Quintaneiro quase nem “aqueceu”, quando para evitar a colisão com um adversário que seguia na sua dianteira perdeu o controlo do carro e acabou “preso” na gravilha da escapatória.
O quarto lugar absoluto, e segunda posição da categoria AM, acabou na posse do estreante André Fernandes, que apesar de ter rodado na primeira metade do pelotão, nem por isso deixou de passar por algumas dificuldades: “O acerto do carro não estava a 100 por cento, ao contrário do sucedido na primeira corrida, e quase que nem conseguia curvar, talvez devido a um toque sofrido na roda dianteira direita. Mesmo assim, procurei aguentar-me”.
João Vieira, sempre muito “certinho”, repetiu a vitória na categoria GD… “Foi uma dose dupla e sem grande oposição do princípio ao fim. A 6 voltas do final comecei a gerir, pois tinha 9 segundos de vantagem. O carro estava impecável e a Araújo Competição merece os parabéns”. Rui Silva acabou a mesma categoria em segundo, o que o deixou satisfeito, embora se queixasse de alguns problemas na caixa de velocidades. “Correu tudo bem e a partir do momento que a caixa deixou de funcionar a 100 por cento procurei aguentar a minha posição”. Por seu turno,João Posser, terceiro no pódio da GD, também não estava descontente, bem pelo contrário: “O resultado é excelente e foi uma corrida linda, apesar de ter ficado com problemas de caixa a partir da sexta volta”. A segunda jornada da GT3 Cup está agendada para 18 e 19 do próximo mês de junho, no traçado do circuito espanhol Circuito Ricardo Tormo, em Valência.
Carlos Vieira começou a segunda temporada da GT3 Cup com o pé direito, ao triunfar, de forma categórica, na primeira corrida, este domingo, no Autódromo do Estoril, não dando hipóteses a Vasco Barros, que se perfilou desde o primeiro momento como o principal opositor, mas terminou a 1.987s do primeiro e destacado de Paulo Martins.
Numa corrida algo acidentada, com duas intervenções do “safety-car”, por questões de segurança, e a segunda das quais mais prolongada, mas que nem por isso deixou de ser interessante, Vieira nunca perdeu o controlo dos acontecimentos, mesmo quando foi ultrapassado por Vasco Barros e Paulo Martins. Só que tal terá ocorrido em zona interdita, algo que ambos não se terão apercebido. “Falta-me um ‘danoninho’ para chegar ao Vieira, mas já estou um pouco mais perto face ao ano passado…”, gracejou o jovem Barros, satisfeito com o seu andamento e a conquista do segundo lugar, embora depois fizesse questão de sublinhar: “Houve um pequeno stress quando entrou o safety-car entrou a primeira vez em pista, pois havia um posto de controle que tinha a bandeira verde, mais à frente outro já com a amarela e mais à frente eu parei para deixar o Vieira passar”.
O vencedor da corrida, Carlos Vieira, não escondia a sua satisfação: “Só perdi o comando da corrida porque eles me ultrapassaram em situação de safety-car. Tive sempre a situação da corrida sob controle e o meu carro estava perfeito. Portanto, acabou por correr tudo bem, de acordo com os meus planos”. Apurados os factos e as circunstâncias pelos comissários desportivos, o certo é que não houve lugar, no final desta primeira corrida, a qualquer penalização.
Paulo Martins só tinha motivos para se encontrar satisfeito com o resultado final (3º), já que juntou ao pódio absoluto a vitória na categoria AM, conquistada com muito suor e empenho, porque José Barros não lhe deu tranquilidade. “Foi top, numa corrida bastante animada. Mudámos a afinação do carro e ficou bastante melhor. Na parte final tive que gerir e defender a minha posição para evitar ser surpreendido”. Cada vez mais à-vontade aos comandos do Porsche 911 GT3 Cup, o jovem José Barros estava radiante: “Continuo em franca evolução, a corrida foi ótima e na última volta quase conseguia chegar ao terceiro lugar. Espero fazer ainda melhor na próxima…”
No pódio da categoria AM acabou por terminar René Quintaneiro (5º lugar absoluto), fruto das incidências da corrida, como ele próprio reconheceria no final: “Acabou por ser uma corrida espetacular, registei uma evolução grande, é certo, mas também tive um pouco de sorte com a entrada do safety-car, pois permitiu juntar o pelotão. De qualquer modo, este resultado surpreendeu-me!…”
A primeira intervenção do safety-car ocorreu na segunda volta, depois do pelotão da GT3 Cup, já reduzido pela ausência de João Parreira (autor do 7º tempo e 2º GD na qualificação) – cuja equipa não conseguiu solucionar problemas técnicos ocorridos na qualificação –, quando Rui Silva falhou uma travagem e atingiu o carro de Afonso Vaz, ficando ambos fora de prova.
Volvidas mais 6 voltas, um novo incidente de corrida, quando na sequência de um pequeno “toque” de André Fernandes em Luís Rocha – até então quinto classificado absoluto a 3º da categoria AM – este último fez um “pião”, viu-se forçado a desistir e ficou com o seu carro mal colocado na pista – levou à segunda entrada do safety-car. Contudo, à exceção do despique pelo terceiro lugar, a corrida estava sentenciada. João Vieira triunfou na categoria GT (“correu bem, houve menos competição direta, devido a algumas desistências e a partir de certa altura defendi a minha posição”, disse o piloto do Porsche nº 23), com uma vantagem acentuada em relação ao segundo, Miguel Caetano, que só tinha motivos para estar radiante: “O carro estava muito bom, graças ao excelente trabalho da equipa e notei uma grande evolução da minha parte. Só foi pena não haver mais voltas de corrida, porque eu estava a gostar bastante”.
Uma verdadeira corrida “em sofrimento” foi a protagonizada por Álvaro Ramos, que no momento de subir ao pódio revelava: “Não sei o que é que aconteceu, mas surgiu um problema na caixa e tive de fazer a corrida toda em 4ª velocidade. E nessas circunstâncias procurei aguentar o terceiro lugar”.
O “patrão” e piloto do JC Group Racing Team alcançou o seu primeiro triunfo da época e fê-lo com classe e autoridade. Foi sempre cada vez mais rápido na sua nova Norma FC20, registando a sua melhor marca na derradeira subida de prova.
Fim-de-semana de eleição aquele que foi vivido na Penha pela “Família da Montanha”. O sol reinou durante os dois dias, algo raro na prova vimaranense e o Demoporto rubricou uma exibição organizativa exemplar, com o ritmo de subidas a ser célere e a capacidade de resposta aos incidentes igual. Nota muito alta para o clube portuense.
Para a história ficará uma das melhores exibições de sempre de José Correia. O “patrão” e piloto da JC Group Racing Team ganhou uma nova alma com a aquisição da “barchetta” Norma FC20 e, se em Murça o 2º lugar foi o resultado possível, na Penha revelou um andamento muito forte e que o levou a uma vitória tão saborosa quanto justa.
Basta dizer que os dois melhores tempos absolutos do fim-de-semana são dele, na primeira e na terceira subida de prova, tendo nesta colocado na tabela de tempos a marca de 1:23.737, a uma média de quase 120 Km/h, isto no traçado encadeado e técnico da Penha.
Mas que ninguém pense que foi uma vitória fácil. Hélder Silva (Osella PA2000 EVO-2 PA.30), campeão absoluto em título e líder do campeonato após a vitória na primeira prova da temporada, em Murça, lutou de força intensa e terminou a apenas 0,730 milésimas, isto no somatório das duas melhores marcas. Duelo fabuloso e que entusiasmou os milhares de espetadores que rumaram à Penha nos dois dias.
O pódio absoluto final ficou completo com mais um dos heróis da jornada. Nuno Guimarães está a rodar a um nível muito alto, isto aos comandos do Silvercar S2 da Divisão Protótipos B (teoricamente menos forte). O “Capitão da Montanha” mete assim no seu bornal o segundo pódio da temporada da geral e começa a construir uma época de sonho.
Logo atrás dos 3 protótipos e a “cheirar” o perfume do pódio ficou o “rei” dos GT. Vítor Pascoal voltou a estar imperial nas contas da sua categoria, que venceu com tranquilidade, levando o Porsche 991 GT3 CUP a um 4º lugar absoluto final que é tão relevante quanto se sabe que o traçado da Penha não favorece as caraterísticas dos GT.
Nesta Categoria, Gabriela Correia (Mercedes AMG GT4) voltou a reclamar o 2º lugar, estando cada vez mais afoita na condução do potente carro alemão e mostrando que tem tudo para este ano começar a discutir as vitórias. O pódio dos GT ficou fechado com Pedro Silva (Porsche 997 GT3), sendo um prémio justo para a exibição nesta que foi a primeira prova que disputou na temporada.
Quanto à Categoria Turismos, voltou a ter a maior fatia de participantes numa prova do CPM JC Group: 17.
Luís Nunes conquistou na Penha a primeira vitória com o Skoda Fabia R5, dominando categoria e Divisão 1, logrando ainda ser o 5º da geral. Foi mais uma “faena” de classe do “Foguete de Valpaços”.
Nas contas da divisão, o 2º posto foi assinado por Manuel Pereira, não sem que enfrentasse alguns problemas na caixa de velocidades do seu Mitsubishi Lancer EVO VI que o forçaram a não concluir a segunda subida de prova. Recuperou na terceira e saiu da Penha com um pódio saboroso. 3º lugar na T1 para o regressado Francisco Morgado, que apostou na regularidade para levar tranquilamente o seu Mitsubishi Lancer ao último degrau do pódio da divisão.
Quem voltou a realizar uma exibição de grande nível foi Joaquim Teixeira. Mesmo a competir num traçado que não lhe agrada nem se adapta às características do seu Cupra TCR, o piloto transmontano dominou a Divisão 2, foi 2º na categoria e 6º da geral. Vai estar claramente na luta pelo título nacional da Categoria Turismos.
Nessa T2, destaque para o ritmo forte que Paulo Silva conseguiu imprimir ao seu Audi RS3 LMS, justificando assim ter levado para Braga o troféu destinado ao segundo classificado. Sem os problemas que o afetaram em Murça, José Carlos Pouca Sorte provou que o seu novo VW Golf R35 tem tudo para ser um carro a ter em conta. Foi sempre muito competitivo na Penha e coroou a exibição com o 3º lugar na T2.
Quanto à Divisão Turismos 1, repetiu-se o “filme” e o “herói”: Parcídio Summavielle está claramente focado em fazer o pleno de vitórias na época.
Nesta segunda jornada do ano, o denominado “Bisturi de Fafe” não deu qualquer hipótese aos seus adversários e terminou com uma vantagem de 3,6 segundos sobre Bruno Carvalho. Este está a tornar-se um dos “rookies” do ano, tal a velocidade que imprime ao seu bem preparado Citroen Saxo, tornando-se já um dos mais ferozes opositores de Summavielle.
A fechar o pódio da T3 ficou Alberto Pereira. O mesãofriense “espreme todo o sumo” do seu Honda Civic Type R e, por vezes, até o “seca”. Foi o caso na Penha quando, na última subida de prova, tentou tudo para chegar ao segundo lugar e viu o motor do carro nipónico ceder. Mas isso não mancha a capacidade competitiva que o antigo edil duriense ostenta em cada prova.
A terceira prova da temporada decorrerá a Sul. A “Família da Montanha desloca-se para Setúbal, para disputar a edição 2022 da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida, nos dias 23 e 24 de abril.
O campeão em título da GT3 Cup, Carlos Vieira, iniciou da melhor forma, ao início da tarde deste sábado, no Autódromo do Estoril, a defesa do seu “reinado”, ao conquistar a ‘pole position’ para as duas corridas da jornada inaugural da competição.
Vieira, que já havia sido o mais rápido nas duas sessões livres matinais, confirmou o favoritismo que lhe era atribuído, ao conseguir na batalha para a “pole” da Corrida 1 uma vantagem inferior a um segundo (0.862) em relação a Vasco Barros, com o piloto da Lob Motorsport a perfilar-se como o seu mais sério opositor.
Foi empolgante a luta pelas melhores posições na segunda fila da grelha protagonizada pelo jovem José Barros, o mais novo (completa 17 anos na próxima segunda-feira) desta competição organizada pela P21 Motorsport, e por Paulo Martins, ambos da categoria AM. E foi mesmo no final da qualificação que este último subiu à terceira posição, por uma diferença de 0.339s. Sem dúvida que a discussão dos primeiros lugares, e não só, promete momentos de muita emoção, face ao equilíbrio de andamentos verificado nestes treinos cronometrados para definir a grelha da primeira corrida do programa.
Foi empolgante a luta pelas melhores posições na segunda fila da grelha protagonizada pelo jovem José Barros, o mais novo (completa 17 anos na próxima segunda-feira) desta competição organizada pela P21 Motorsport, e por Paulo Martins, ambos da categoria AM. E foi mesmo no final da qualificação que este último subiu à terceira posição, por uma diferença de 0.339s. Sem dúvida que a discussão dos primeiros lugares, e não só, promete momentos de muita emoção, face ao equilíbrio de andamentos verificado nestes treinos cronometrados para definir a grelha da primeira corrida do programa.
E se Luís Rocha, o terceiro mais rápido entre os pilotos AM, não ficou muito longe dos seus adversários da dianteira, na categoria GD o despique também se prolongou de forma bastante animada quase até ao baixar da bandeira xadrez. Nada menos que 0.132 segundos foi a margem que separou, no final, os três primeiros, com Afonso Vaz, o mais rápido, na frente de João Parreira e de João Vieira.
Carlos Vieira voltou a não deixar créditos por mãos alheias na segunda qualificação da GT3 Cup, na tarde deste sábado, no Autódromo do Estoril, de novo em confronto direto com Vasco Barros, mas agora este último logrou reduzir um pouco a diferença para 0.590s, face à sessão anterior (0.862). O jovem da Lob Motorsport não esconde que vai fazer das tripas coração para tentar vencer nas duas corridas de domingo, embora consciente das dificuldades quando como rival terá um piloto tão rápido e experiente como o piloto da Veloso Motorsport.
“Vou fazer os possíveis por gastar apenas um jogo de pneus novos durante este fim de semana. Portanto, nas duas corridas não está nos meus planos andar sempre a fundo e procurarei gerir ao máximo a vantagem que conseguir…”, confessa, por seu turno, Vieira, em jeito de antevisão das duas corridas da jornada de abertura do troféu monomarca dos Porsche 911 GT3 Cup organizado pela P21 Motorsport.
À semelhança do sucedido no treino anterior, a luta pela primazia da categoria AM voltou a estar ao rubro e com os mesmos intervenientes, só que desta vez o jovem José Barros não permitiu que Paulo Martins o surpreendesse. Mas foi por pouco: 16 décimos de segundo. E quem também se destacou foi o estreante André Fernandes, autor do terceiro melhor tempo (registara o 5º da categoria AM na primeira qualificação), depois de bater Diogo Rocha por uma curta margem de 0.444s.
Desta vez, João Parreira – até porque Afonso Vaz não chegou a sair para a pista, devido a problemas técnicos no seu carro –, assinou o melhor tempo na categoria GD, mas por uma diferença inferior a um segundo em relação a João Vieira, enquanto João Posser, o terceiro mais rápido, também não ficou longe.
Em suma, perspetivam-se duas corridas interessantes da GT3 Cup, em termos de emoção e de incerteza, para a tarde deste domingo, no Autódromo do Estoril, no arranque da temporada, atendendo à igualdade de andamentos evidenciada nas duas qualificações de hoje.
Mais de 70 equipas alinharam, este sábado, no primeiro dia dos Campeonatos de Portugal de Velocidade promovidos pela ANPAC no Estoril Racing Kickoff. Saiba quem vai parte da pole position para as seis corridas de domingo.
Foi com sol e num ambiente de festa que arrancou a época da Velocidade nacional, no emblemático Circuito do Estoril. Palco de tantos episódios memoráveis do automobilismo mundial, o autódromo português recebe este fim de semana com vários motivos de interesse, em pista e no paddock, num evento organizado em parceria pela ANPAC, Motor Sponsor, P21 Motorsport e ACDME.
Os três Campeonatos de Portugal de Velocidade promovidos pela Associação Nacional de Pilotos de Automóveis Clássicos reuniram mais de 70 viaturas, com destaque para a grelha recorde no CPV Legends. A impressionante grelha de 42 carros é dividida, como habitualmente, em diferentes categorias, mas os Legends terão este ano um campeão absoluto, seguindo a fórmula adotada em 2021 pelo CPV 1300. O consagrado Luís Barros impôs os argumentos do Ford Sierra RS 500 com 0,545s de vantagem sobre o BMW 320d de Manuel Fernandes e Hugo Mestre, também pertencentes à categoria Super Trophy.
Tiago Ribeiro (Honda Integra Type-R), Marcos Oliveira (Westfield), João Luís (Renault Spider), o jovem André Monteiro (Citroën Saxo VTS), Eleutério Duarte (Renault Clio RS), António Barros (BMW M3), Sérgio Pinto (Honda Civic) e António Conceição (Mercedes 190 2.3 16v) foram os mais rápidos das respetivas classes nos treinos cronometrados.
No Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos, João Macedo Silva liderou o pelotão com o Porsche 911 RSR, com Joaquim Jorge a ser o mais rápido da ‘armada’ dos Ford Escort RS, logo na frente de Rui Costa e Rui Alves. No Grupo 5, João Cruz (Ford Escort RS) liderou os cronometrados, com Luís Liberal a fazer o mesmo no Grupo 1, com o Escort RS2000, e Pedro Ferreira / Carlos Fernandes na frente dos H81, com o BMW 323i.
O Campeonato de Portugal de Velocidade 1300, o campeão em título João Braga colocou o Datsun 1200 no topo da tabela de tempos, logo seguido pelo Mini de Tiago Fino Vitorino e pelo Datsun de Luís Alegria. David Vieira foi o mais rápido entre os Fiat Punto do Desafio ANPAC, Pedro Pimenta liderou os Legends, Rui Moura e Carlos Lourenço (Toyota Starlet 1.3) comandam na categoria H81, e a dupla Carlos Maciel / Carlos Aniceto (Morris Cooper) fez o mesmo nos H71.
Este domingo, o programa do Estoril Racing Kickoff terá um total de 11 corridas, com transmissão em live streaming na página de Facebook da ANPAC. Os tempos online estão disponíveis em http://circuitoestoril.alkamelsystems.com/.
A segunda dupla da Araújo Competição ao volante do McLaren 570S GT4 no Campeonato de Portugal de Velocidade (CPV) será formada pelos consagrados Francisco Carvalho e Miguel Cristóvão, os quais já estiveram a testar o carro britânica este último domingo, no Autódromo do Estoril, que nos próximos dias 9 e 10 vai ser o palco de abertura da época.
A competição mais importante da velocidade nacional, que juntará em 2022 nas grelhas de partida carros das classes GT4, GTC e TCR, proporcionando em cada jornada duas corridas emocionantes e de desfecho imprevisível com a duração de 45 minutos, não deixou aqueles dois pilotos indiferentes.
“Vai ser o meu regresso às corridas em Portugal com um GT4, que são carros muito interessantes de guiar. Sinto-me entusiasmado com este projeto, no qual partilharei o McLaren com o Francisco Carvalho e numa equipa que conheço bem. Já andei no carro, gostei bastante, embora não tivesse oportunidade de fazer muitas voltas, mas as sensações foram boas. O objetivo é lutar pelo campeonato e vamos dar o nosso melhor, esperando começar com o pé direito, dentro de duas semanas, no Autódromo do Estoril”, confessou Miguel Cristóvão, piloto que nos últimos anos se sagrou campeão na GT4 South European Series (2019), ao volante de um Mercedes AMG, e na Ultimate Cup (2020 e 2021), desta feita com um Ligier JS P320.
Francisco Carvalho, por seu turno, não esconde as suas ambições para o Campeonato de Portugal de Velocidade, referindo:
“Esta temporada o meu foco total estará no GT4, depois de ter feito a parceria com o Miguel Cristóvão para guiar um dos McLaren da Araújo Competição e espero que sejamos bem-sucedidos. Estou convencido que somos uma dupla bastante forte, o objetivo é vencer o campeonato e vamos trabalhar para isso. Não conhecia o McLaren, que conduzi pela primeira vez este domingo, mas gostei muito do chassis. Aliás, no cômputo geral fiquei agradavelmente surpreendido com o automóvel…”
O outro McLaren 570 S GT4 inscrito pela Araújo Competição no CPV, como foi revelado anteriormente, será partilhado pela dupla de pilotos Bronze constituída por Álvaro Ramos e pelo holandês Fred Block.
O Estoril Racing Kickoff abre a época da Velocidade nacional, no próximo fim de semana, com uma inédita lista de 43 inscritos na grelha do Campeonato de Portugal de Velocidade Legends. Campeonatos nacionais promovidos pela ANPAC levam quase oito dezenas de viaturas à primeira prova da temporada.
Que a festa comece! Pilotos, equipas e adeptos aguardam com expectativa o Estoril Racing Kickoff, que marca o arranque da nova temporada da Velocidade nacional, no próximo fim de semana, e logo com um evento que comprova o espírito de parceria entre ANPAC, P21 Motorsport, Motor Sponsor e ACDME.
Desportivamente, um dos destaques no Circuito do Estoril será a grelha do Campeonato de Portugal de Velocidade Legends, com nada menos de 43 inscritos, um número recorde nesta competição criada pela ANPAC e FPAK. Depois do sucesso do Campeonato de Portugal de Velocidade 1300 em 2021, é agora a adesão ao CPV Legends a validar mais uma fórmula delineada pela ANPAC.
“Os Legends e especificamente o Super Challenge deram um enorme salto este ano, provando a fórmula criada pela ANPAC para atrair carros que estavam parados e que têm o seu espaço na Velocidade em Portugal. Se esta adesão se mantiver, é provável que ainda esta época possamos ter uma grelha separada para o Super Challenge, ficando a corrida dos Legends para os Grupo A e Grupo N, como era nossa intenção”, afirmou Paulo Alves, diretor da Associação Nacional de Pilotos de Automóveis Clássicos.
Para este sucesso dos Legends também contribui a nova Civic Atomic Cup, troféu organizado pela Motor Sponsor e que terá sete exemplares do icónico Honda Civic Type-R nesta primeira prova, todos integrados na categoria Super Turismo.
Apesar da difícil conjuntura internacional, e numa altura em que muitos pilotos ainda ultimam os seus projetos desportivos, os Campeonatos de Portugal de Velocidade de Clássicos e de 1300 terão um total de 34 inscritos neste arranque no Estoril, o que eleva para 77 o número total de inscritos nos campeonatos promovidos pela ANPAC.
Nos 1300, os ‘eternos’ Datsun e Mini são naturais candidatos aos primeiros lugares da geral, num campeonato que em 2021 teve pela primeira vez um campeão absoluto, João Braga, um conceito que será este ano estendido ao CPV Clássicos e ao CPV Legends. A grelha do CPV 1300 continua a receber máquinas carismáticas, como o MG Metro que se estreou no final 2021, e que recebeu uma evolução mecânica para a nova época, ou os populares Toyota Starlet, como o de Jorge Marques, forte candidato à vitória na categoria Legends.
101
Nos Clássicos, reforça-se o plantel dos espetaculares Ford Escort RS num campeonato onde se saúdem o regresso de pilotos como Domingos Sousa Coutinho, no BMW 2800 CS, de Miguel Sardo no Porsche 924 de Grupo 1, ou Artur Monteiro, que depois de se sagrar campeão nos Legends vai também apostar no CPV Clássicos, com um Ford Escort RS1600. Luís Liberal será um candidato à vitória no Grupo 1 com o Escort RS 2000, mas em breve também poderá abrilhantar os CPV Legends com um emblemático BMW M3 E30 de Grupo A.
Outra nota positiva é o número de jovens pilotos que continua a surgir nas grelhas destas competições, que ficou patente, por exemplo, no título nacional de Manuel Alves (de 18 anos) no Desafio ANPAC em 2021. Agora, casos como o dos irmãos João Novo (CPV Clássicos) e Gonçalo Novo (CPV Legends), de Miguel Miguel (CPV 1300), de André Monteiro (CPV Legends) e dos pilotos dos Desafio FEUP, voltam a provar que os campeonatos da ANPAC também são uma porta de entrada na Velocidade para jovens valores.
“O Estoril Racing Kickoff, com um programa recheado e pensado para atrair famílias inteiras de adeptos das corridas, é a prova que o espírito de parceria entre diferentes promotores só contribui para o desenvolvimento e afirmação do nosso desporto. Espero que o próximo fim de semana no Circuito do Estoril seja, acima de tudo, uma festa para todos os que gostam da Velocidade”, concluiu Paulo Alves, dirigente da ANPAC.
Agora num Mclaren 720s da Garage 59, os vencedores do GT Open 2020 e Campeões 2021 da Global e Sprint-Cup Pro-Am na GT World Challenge Europe (GTWCE), Miguel Ramos e Henrique Chaves, iniciam a temporada 2022 em Imola este fim de semana.
Em Imola e sendo uma prova da Endurance Cup, os pilotos Portugueses do McLaren #188, terão a companhia do Sueco – Alexander West.
Segundo Miguel Ramos, “cumprimos o nosso plano de testes que tínhamos previsto e arrancamos para a nova temporada ambicionando estar em posição de lutar pelos títulos. Conheço muito bem o Henrique, temo-nos dado muito bem como provam os resultados nos últimos anos e estou convencido que o Alexander West, será mesmo um reforço nestas provas da Endurance Cup”.
Horário Previsto (C.E.T.) para as 3 horas de Imola no domingo, dia 3 de abril,
09:00 – 10:30 Qualifying
15:00 – 18:00 Race
A Fanatec GT World Challenge pode ser seguida ao vivo no YouTube ou através da APP Oficial para IOS e/ou Android, disponível na App Store ou Google Play.
Vai arrancar este fim-de-semana o Campeonato de Portugal Legends de Velocidade e Arlindo Beça estará incluído no vasto pelotão do Estoril Racing Kickoff com o seu Toyota Carina E Troféu.
Depois de em 2021 ter rubricado a proeza de ter sido campeão nacional da Categoria Superturismo, aos comandos de um Citroen Saxo, coroando a sua estreia absoluta nos Legends de Velocidade com um feito notável, Arlindo Beça prepara-se para dar partida à segunda temporada neste competitivo campeonato.
Para 2022, a aposta voltou a ser num dos modelos disponibilizados pela MNE Sport, um Toyota Carina E Troféu, significando tal que volta a ser uma temporada de descoberta para o piloto luso radicado no Canadá.
“Vamos ao Estoril Racing Kickoff para fazer também a estreia do carro em pista e isso deixa-me muito entusiasmado. Gosto muito do traçado do Estoril e já me sinto muito a vontade nele”, refere Arlindo Beça.
O “gentleman driver” quer “sobretudo fazer muitos quilómetros, para poder evoluir e começar a tirar todo o partido do enorme potencial deste fabuloso carro. Comecei esta carreira desportiva muito tarde e estou no motorsport sobretudo para me desafiar e me divertir, dando sempre o meu melhor para progredir e, como tal, não enjeitarei lutar pelos melhores resultados. Aliás, em 2021, foi com muita entrega e muita dedicação que chegamos a um título que me deixou muito feliz!”.
O fim-de-semana permitirá “testar algumas afinações no Setup do Toyota e vamos ainda analisar o comportamento do carro com jante 16 e 17”. Arlindo Beça não esquece “o agradecimento profundo que quero fazer à minha família, à minha equipa e aos meus patrocinadores, Fundação Eugénio de Almeida, Quinta do portal, Quinta do Paral, Herdade dos Grous, Luís Duarte Consultoria e Restaurante Chaxoila”.