Categoria: Velocidade

  • Casa da Eira continua no Troféu C1 Learn & Drive Endurance

    Presente no Troféu C1 Learn & Drive desde a sua criação, a Casa da Eira está novamente preparada para mais uma época ao cronómetro ao volante do C1 nº 99.

    A temporada da equipa vai arrancar com a presença na primeira prova de Mini-Endurance, no Circuito do Estoril, a 9 e 10 de abril, com o Citroën C1 nas mãos de Sérgio Azevedo e João Pedro Vintém. Uma dupla à qual se vão juntar Nelson Fernandes e João Cunha, e mais dois nomes a anunciar em breve, para as 24H de Portimão e para as 12H do Estoril do troféu Endurance.

    “As provas de resistência estão confirmadas e a primeira de Mini-Endurance também. Mas há uma grande probabilidade de fazermos ambas as competições na integra”, refere Sérgio Azevedo.

    Esta é já a quarta época da Casa da Eira no Troféu C1 Learn & Drive, equipa que milita na classe AM e que tem na diversão em pista o mote para cada novo desafio: “Somos uma equipa maioritariamente de pilotos amadores e o nosso objetivo é desfrutar ao máximo de cada evento. E é nesse sentido que encaramos novamente esta época”, acrescenta.

    Uma longevidade que se deve à estrutura da competição, a qual a equipa elogia:  “O troféu funciona muito bem. Os custos são muito equilibrados, o carro consegue ser bastante divertido, as grelhas são recheadas e há um bom fair play. Para nós, é uma fórmula de sucesso.”

  • Filipe Albuquerque regressa ao Brasil para corrida da Stock Car Pro Series

    Filipe Albuquerque vai disputar este fim-de-semana de 29 e 30 Janeiro, as míticas 24h de Daytona, prova de abertura do Campeonato Norte Americano de Resistência e de seguida partirá para Interlados, no Brasil, para a 13 de Fevereiro disputar a primeira corrida do ano da Stock Car Pro Series com  Ricardo Mauricio na Eurofarma-RC.

    Um início de ano e de época preenchidos que Filipe aguarda com optimismo: “Estou entusiasmado por regressar ao Brasil para fazer esta corrida de duplas. Se sair de Daytona com uma vitória, a motivação em Interlados será ainda maior. Adorei correr no Brasil, por isso regressar, será sempre um prazer. E ainda por cima com uma equipa e pilotos vencedores. Estão reunidas as condições para tudo correr bem”, começou por referir .

    Até porque Filipe guarda boas recordações do famoso circuito de Interlagos: “Já tive momentos dramáticos e felizes em Interlados. Em 2019 venci nesta pista a Porsche Endurance Cup depois de um início de prova complicado, quando na volta de formação a roda do carro saltou. Saímos de último e ganhámos a corrida. Foi mágico. Sei que vai ser um fim-de-semana muito disputado porque os nossos adversários são muito fortes e experientes, mas acredito que vamos estar em condições de lutar pela vitória. Vencer em Daytona e em Interlagos seria ouro sobre azul”, referiu o piloto de Coimbra.

    Mas antes da partida para Interlados há uma corrida de 24 horas para disputar em Daytona já este fim-de-semana.

  • Formula E arranca este fim-de-semana em Riade

    É já este fim de semana que arranca na Arábia Saudita, a 8.ª temporada do Campeonato do Mundo de Fórmula E, e vai poder seguir toda a ação em direto no Eurosport ao longo de 2022. A época abre com uma jornada dupla em Riade no circuito de Diriyah, um traçado composto por 21 curvas e 2.495m de extensão, que percorre as muralhas históricas da cidade Património Mundial da UNESCO.

    Esta edição do Mundial promete com mais construtores envolvidos, assim como um grupo com 22 dos melhores pilotos do mundo. Portugal volta a estar representado em grande nível, com António Félix da Costa, ao volante de um dos carros da DS Techeetah, equipa com a qual se sagrou Campeão Mundial na época 2020.

    “Finalmente chegou a hora. É sempre especial este sentimento de adrenalina de começar uma época. Todos começam do zero e ninguém sabe muito bem o que esperar, portanto parto com confiança moderada para esta primeira corrida. Sabemos que melhorámos o nosso carro nas áreas que eram as nossas fraquezas em 2021, portanto nesse aspecto fizemos bem o trabalho de casa, mas só vamos saber o nosso nível face aos nossos adversários quando tudo começar. Toda a equipa está muito unida e forte mentalmente!”, referiu António Félix da Costa na antevisão da época, ele que volta a ser apontado pelos críticos, como um dos candidatos a lutar pelo título.

    A corrida inaugural da nova época de Fórmula E em Riade pode ser vista esta sexta-feira, em direto no Eurosport 2, a partir das 16:50h, com os comentários de Vítor Sousa. No sábado, há nova corrida, para ver de novo em direto a partir das 16:50h também no Eurosport 2. 

    Calendário Mundial Fórmula E – 2022

    Arábia Saudita – Riade – 28 janeiro

    Arábia Saudita – Riade – 29 janeiro

    México – Cidade do México – 12 fevereiro

    Itália – Roma – 9 abril

    Itália – Roma – 10 abril

    Mónaco – 30 abril

    Alemanha – Berlim – 14 maio

    Alemanha – Berlim – 15 maio

    Indonésia – Jakarta – 4 junho

    Canadá – Vancouver – 2 julho

  • GT Winter Series com corridas emotivas no Estoril

    Foram 27 os carros reunidos no Estoril para enfrentar o segundo evento da temporada 2021/2022 da GT Winter Series e as três primeiras corridas de 2022. Para além de um pelotão com uma enorme variedade, havia acima de tudo uma enorme competitividade, bastantes pilotos a fazer a sua estreia na GTWS e “velhos conhecidos” da competição novamente em pista.

    Como era esperado, os melhores tempos foram conseguidos na qualificação que teve lugar logo de manhã e aproveitando o tempo ainda fresco. A equipa Olimp Racing dominou as duas sessões colocando os seus dois Ferrari 488 GT3 no topo da tabela de tempos.
    Karol Basz e Krystian Korzeniowski ditaram o ritmo, os dois pilotos polacos foram os únicos a conseguir marcar voltas no segundo 36 renegando assim Javier Ibran Pardo, que está muito familiarizado com o Estoril, para o segundo lugar no seu Ligier LMP3. O piloto espanhol estava visivelmente satisfeito com a primeira fila da grelha. “Ganhamos na corrida”, brincou o espanhol.

    Na classe Cup-R, Ulrich Ziegler destacou-se mais uma vez com o seu Porsche 991.2 GT3 Cup, que era visivelmente rápido e parecia sentir-se muito confortável no circuito português. Os dois Porsche 992 GT3 Cup presentes (Sebastian Glaser e Oscar Löfquist) tiveram um duelo de longa duração, que Oscar decidiu a seu favor, partindo assim da terceira linha da grelha, perdendo ligeiramente (1:40.2) para o Ferrari GT3 de Uwe Lauer que partia assim à sua frente.

    O “dominador GT4” foi Theo Oeverhaus, o jovem alemão já tinha conseguido os melhores tempos e ganho a classe GT4 na ronda de Dezembro em Portimão. No Estoril não baixou de ritmo com o entrar do novo ano e colocou o seu AMG GT4 da CV- Performance Group no topo da classe com um tempo de 1:43.291, deixando mesmo dois 991 Cup atrás dele.

    A BMW España entrou no evento, excelentemente preparada e de forma visivelmente bem-disposta. Embora Marcel Marchewicz da Schnitzelalm Racing tenha estabelecido o tempo de referência com o seu BMW M2 CS Racing, os espanhóis encurtaram a distância face à jornada de Portimão mostrando-se muito motivados em lutar pela vitória na BMW M2 CS Winter Cup.

    No início da primeira corrida, no domingo, com um sol de primaveril, Marcin Jedlinski conseguiu impor a potência do seu Ferrari sobre Javier Ibran Pardo na largada e manter-se na frente. A primeira curva do traçado do Estoril é conhecida por existirem habitualmente contactos, no entanto, no arranque, os 27 carros passaram todos sem toques ou problemas.
    Oscar Löfquist, com o seu 992 GT3 Cup tirou partido da situação e, ao partir da terceira linha, ultrapassou dois carros da classe GT3, teoricamente mais rápidos. O piloto sueco conseguiu contruir uma vantagem confortável que manteve até ao final garantindo um terceiro lugar na classificação geral na sua primeira participação na GTWS. Chapeau!

    Em 4º lugar, Johannes Kapfinger, num Porsche 991.2 GT3 Cup preparado pela Huber Motorsport, foi o mais rápido dos carros do troféu monomarca Porsche da geração anterior, seguido por Simon Eibl no Porsche da Laptime Performance. De notar, que esta foi a primeira corrida de Kapfinger, parece que temos um enorme talento em mãos! Javier Ibran Pardo foi quem mais perdeu depois de um erro no arranque da corrida. No entanto, o espanhol foi capaz de aproveitar ao máximo a grande capacidade aerodinâmica do Ligier conseguindo chegar ao topo da classificação, vencendo tanto na classe PROTO como à geral. Javier Ibran demonstrou toda a sua destreza de condução ao assinalar a volta mais rápida da corrida com um notável 1:37.811.

    Na classe GT4, a corrida estava animada pela discussão do lugar intermédio do pódio. Theo Oeverhaus depressa se distanciou dos seu concorrentes diretos seguindo o mote: “Está na frente, fica na frente”, o talentoso piloto alemão entreteve-se na disputa de posições com os concorrentes da classe CUP R que teoricamente seriam mais velozes. Os campeões em título (Haub/Jilkova no AMG GT4 da DRAGO Racing ZVO) não conseguiram acompanhar o ritmo de Oeverhaus, mas saíram da primeira corrida com o segundo posto na sua classe e demonstrando um ritmo consistente.

    Na BMW M2 CS Racing Winter Cup, Jose de los Milagros impressionou com o seu ritmo de corrida, o experiente piloto espanhol conseguiu igualar os tempos por volta do seu adversário direto Crack Marchewicz. Este par passou os 25 minutos da corrida “colados” sendo um dos principais pontos de interesse da primeira corrida do fim de semana. A propósito, a BMW Espana terá dois carros M2 CS Racing na grelha a partir da ronda de Jerez.

    Na classe CUP-S, dedicada a Caymans GT4, o piloto sueco da Team WILECO Driver voltou a destacar-se em relação aos restantes concorrentes. Kennet Ahnelov superou a competição na sua primeira corrida e terminou imediatamente atrás dos atuais campeões (Haub/Jilkova).

    O duelo da corrida 2 foi Löfquist vs. Glaser, ambos em Porsche 992 GT3. Não só se debateram entre eles, mas também pressionaram de forma aguerrida Uwe Lauer no Ferrari 488 GT3 da Die Biermacher Racing. O alemão sentiu bastantes dificuldades em se defender dos Porsche principalmente nas retas. Löfquist adiantou-se primeiro sobre Glaser e logo depois sobre Lauer. Especialmente o duelo contra Glaser é digno de menção, porque traz as batalhas da Porsche Carrera Cup Alemanha para o traçado do Estoril.

    Javier Ibran Pardo não teve vida facilitada. No seu LMP3, o espanhol sentiu que o seu carro não é um dos mais rápidos principalmente nas retas, fazendo com que o protótipo perdesse posições para os Porsche Cup. Pardo encontrava-se preso no miolo do pelotão impedindo que o LP3 utilizasse a sua principal vantagem, a aerodinâmica que se encontrava prejudicada pela falta de “ar limpo”.

    Oeverhaus já nos habituou a que o domínio da classe GT4 fosse dele. Haub por mais que tentasse não conseguiu igualar os tempos por volta do piloto da CV- Performance Group. O piloto americano cometeu um erro perdendo o lugar intermédio para o colega de equipa de Oeverhaus, Ricardo Dort. O jovem alemão, Dort sem pensar duas vezes agarrou o segundo lugar da classe garantindo à equipa a dobradinha na última corrida de Sprint. Haub assim, teve que se contentar com o terceiro posto na corrida de Sprint. Van Ommen e Zakowski da Team DRAGO Racing ZvO terão de arranjar algo para a próxima ronda em Jerez de modo a igualar o ritmo de Oeverhaus.

    Um Safety Car pouco depois do meio da corrida devido a um problema técnico com o Cayman GT4 da Bluemle Racing que derramou fluidos na pista veio gerar alguma confusão. No Pit Lane a tensão era palpável, pois de repente estava o pelotão de novo todo concentrado. Quando faltavam apenas três minutos para o  final dos 25 minutos de prova, a corrida foi reiniciada e com apenas duas voltas restantes, estas prometiam ser impróprias para cardíacos.

    Enquanto Uwe Lauer no Ferrari 488 GT3 não teve nenhuma oportunidade para atacar, Glaser ainda tinha contas a ajustar com Löfquist, que, no entanto, o piloto sueco prevaleceu e terminou em terceiro lugar na geral pela segunda vez no fim de semana da GTWS. Contudo, Glaser foi fortemente pressionado na última volta pelo AMG GT3 da Goodspeed, com Piotr Wira ao volante. O polaco Wira bem que pressionou nos espelhos de Glaser, mas teve de se contentar com o P5.

    Os vencedores na classificação geral na segunda corrida de sprint foram os dois Ferraris 488 GT3 da Olimp Racing, que estabeleceram tempos fantásticos desde o início, conseguindo se separar do resto do pelotão. No entanto, o Safety Car veio proporcionar um final de corrida quase ao Photo Finish. Karol Basz foi o vencedor da corrida mostrando-se muito contente ao sair do elegante Ferrari.

    Com o Sol a baixar na Serra de Sintra, a corrida de 45 minutos teve início a Corrida de Endurance. Ao invés das outras duas corridas esta tinha a particularidade de haver uma paragem obrigatória, e, para aqueles partilhavam o carro, a troca de pilotos era obrigatória. Mais uma vez, os dois Ferraris da Olimp ocupavam a primeira fila da grelha e não havia dúvidas na mente de quem assistia de que estes iriam discutir a vitória de início ao fim. No entanto, a imprevisibilidade das corridas atacou e o Ferrari que partia da segunda posição caiu para quarto lugar após as paragens obrigatórias. A dupla de Basz/Jedlinski, que partiram da Pole-Position, obteve outra vitória, conseguindo a façanha de obter o tempo mais rápido de todo o fim de semana, completando as 12 curvas do traçado do Estoril num rapidíssimo 1:36.387.

    O Ferrari da Die Biermacher Racing de Uwe Lauer, que trouxe Francesco Lopez para ajudar na corrida de Endurance, terminou em segundo lugar a apenas um segundo atrás do ás Basz em termos de tempo de volta mais rápida, o que mostrou a rapidez do Ferrari da Die Biermacher Racing. Durante todo o fim-de-semana, Johannes Kapfinger impressionou. Nas suas primeiras corridas, o jovem de 18 anos liderou na frente dos pilotos experientes no seu 991.2 GT3 Cup triunfando na classe Cup-R juntamente com o seu irmão gémeo.

    Oeverhaus, que conduzia a solo, venceu novamente, completando assim o pleno com 6 vitórias em 6 corridas. Haub/Jilkova tiveram que se contentar com a segunda posição. No entanto, a corrida não foi um mar de rosas para Oeverhaus pois na paragem obrigatória, o AMG GT4 da Drago Racing ZvO conseguiu voltar à corrida na liderança da classe depois de Jilkova ter completado um turno de condução onde a distância para Oeverhaus nunca foi maior do que 3 segundos. Assim a dupla Jilkova / Haub conseguia ultrapassar o AMG GT4 da CV Performance nas boxes. Haub foi capaz de manter durante algum tempo Oeverhaus nos seus espelhos, resistindo às investidas do alemão mostrando um grande espírito de luta. No entanto Oeverhaus, que era um segundo por volta mais rápido, finalmente prevaleceu e foi capaz de ultrapassar.

    Quando falamos da KKraemer Racing a primeira coisa que nos vem à cabeça são as corridas de Resistência, e o porquê foi evidente pelo resultado obtido na corrida de Endurance, uma vez que conseguiram colocar os seus 981 GT4 CS até meio da classificação geral e conquistando assim a vitória na CUP S. Veremenko e o chefe de equipa Karsten Kraemer, que não resistiu e teve que competir no seu carro, saíram do Autódromo do Estoril satisfeitos.

    Com as três corridas completas, as 27 equipas demonstraram que a consistência e o trabalho perfeito nas boxes são chave nas corridas de maior duração. O GT Winter Series chega agora a meio da sua temporada e aguarda com expectativa mais duas paragens fabulosas. O próximo evento terá lugar em Jerez, na Andaluzia, a 12/13 de Fevereiro de 2022. O circuito, conhecido do MotoGP e no passado da Fórmula 1, este oferece condições óptimas e com um traçado muito rápido e muito técnico que certamente será do agrado dos pilotos.

  • P21 Motorsport com dois Porsche 991 nas 6 Horas de Abu Dhabi

    As duplas José Monroy/Rui Silva e Nuno ‘Caetanovich’/Afonso Vaz defendem as cores portuguesas na corrida do circuito Yas Marina

    A P21 Motorsport, organizadora da GT3 Cup, inscreveu dois Porsche 991 GT3 Cup nas 6 Horas de Abu Dhabi, a segunda prova da temporada das 24H Series powered by Hankook dos neerlandeses da Creventic e que se disputam este próximo sábado (dia 22), no circuito Yas Marina, naquela ilha da capital dos Emirados Árabes Unidos.

    José Monroy, piloto e manager da P21 que em 2021 lançou com grande êxito em Portugal a GT3 Cup, o primeiro troféu monomarca da Porsche com os 997, vai fazer dupla com Rui Silva, cuja estreia ocorreu na época passada naquela competição, enquanto a dupla do segundo 991 é formada também por dois pilotos oriundos do mesmo certame: Nuno ‘Caetanovich’ e Afonso Vaz.

    “Nenhum de nós alguma vez correu neste circuito, somos os quatro estreantes e, portanto, o objetivo será adquirir experiência numa pista mítica como é a Yas Marina e ir evoluindo com o firme propósito de chegar ao fim da prova. Poderíamos pensar num pódio, o que era ótimo, mas será tremendamente difícil, face a uma concorrência bastante forte, alguma da qual já com rodagem nesta pista”, referiu José Monroy, o “capitão” da equipa portuguesa e piloto com maior traquejo.

    Esta será a primeira participação internacional da P21 Motorsport e tudo indica que ainda esta época a experiência seja repetida, com um ou dois Porsche 991, nesta série de corridas de endurance da Creventic, possivelmente nas 12 Horas de Spa (22/24 abril) e nas 24 Horas de Barcelona (9/11 setembro).

    A lista de inscritos desta Hankook 6 Horas de Abu Dhabi 2022 inclui um total de 34 equipas, sendo que as duplas portuguesas têm entre os seus adversários três equipas com Porsche 991 GT3 Cup. Hoje e amanhã serão os treinos (privados e livres), decorrendo a qualificação ao princípio da manhã de sábado, entre as 06h00 e as 06h30 portuguesas, com o início da corrida agendado para as 10h25 desse mesmo dia e o final às 16h25.

  • Civic Atomic Cup é novidade na Velocidade em 2022

    Competição integra a grelha do Campeonato de Portugal de Velocidade Legends. Presença no Circuito Internacional de Vila Real é destaque no calendário da competição. Troféu com 5 jornadas duplas e início a 9 e 10 de abril no Circuito do Estoril.

    A Civic Atomic Cup, competição que chega em 2022 pela mão da Motor Sponsor e que marca o regresso aos traçados nacionais dos emblemáticos Honda Civic Type-R, tem já o calendário definido para a temporada de estreia.
     
    O troféu apresenta um total de 5 jornadas duplas e tem início a 9 e 10 de abril, no Circuito do Estoril. Seguem-se as deslocações ao Circuito Vasco Sameiro, Braga (a confirmar), dias 21 e 22 de maio, e ao Circuito Internacional de Vila Real, dias 1 e 2 de julho. A quarta jornada tem como destino o Circuito do Estoril, dias 24 e 25 de setembro, com a época a encerrar no Autódromo Internacional do Algarve, entre os dias 28 e 30 de outubro.
     
    Entre as jornadas em agenda, o responsável máximo da Motor Sponsor, André Marques, sublinha a importância da presença no Circuito Internacional de Vila Real: “É uma prova mítica do automobilismo nacional, com um carisma ímpar, muito apreciada por pilotos, equipas e adeptos e queríamos fechar o calendário de 2022 com a presença assegurada em Vila Real. Uma meta cumprida no ano de estreia da Civic Atomic Cup que nos deixa muito satisfeitos.”

    Em termos de calendário, a competição irá integrar a grelha com o Campeonato Portugal de Velocidade Legends, conforme explica André Marques: “Sabemos que é muito importante ter tudo definido com a maior antecedência possível, para os pilotos e as equipas saberem exatamente com o que podem contar e poderem organizar-se. Por essa razão, e apesar de termos já uma dezena de inscritos e mais algumas equipas a confirmar muito em breve, decidimos avançar com um calendário conjunto com o CPVL, uma opção que estava prevista desde o início.”
     
    Uma medida que reduz também, e de forma direta, os valores de participação para pilotos e equipas, uma vez que a grelha conjunta permite as inscrições na Civic Atomic Cup passarem de um custo estimado de 750€  (+ IVA + seguros) para um custo de 495€ (+ IVA + seguros), favorecendo assim os orçamentos de todos os participantes.
     
    A nova Civic Atomic Cup segue o ADN das competições com assinatura da Motor Sponsor, de que o Troféu C1 Learn & Drive é um bom exemplo, ao ter como objetivo aliar competitividade e diversão em pista a custos controlados. Um princípio sublinhado pelo responsável máximo do organizador português, André Marques: “Criar uma competição em que todos os participantes estivessem em igualdade de circunstâncias, alicerçada num modelo que garantisse uma base fiável e uma condução aliciante foram metas desde o primeiro momento. É uma fórmula em que acreditamos e que tem sido muito bem recebida por todos desde que lançámos o Troféu C1 Learn & Drive há três anos. O segredo está em proporcionar uma vez mais um formato com corridas emocionantes onde os pilotos sentem e sabem que podem de facto fazer a diferença.”
     
    A Civic Atomic Cup apresenta um formato por fim de semana com duas sessões de treinos, livres e cronometrados, e duas corridas com duração de 25 minutos. As equipas são formadas por um a dois pilotos e o carro escolhido é um Honda Civic Type-R (EP3), versão comercializada entre 2001 e 2006.
     
    Com a Civic Atomic Cup, o organizador português pretende oferecer um formato de corridas que abarque pilotos estreantes; que queiram evoluir no desporto automóvel; ou já com uma carreira consolidada. “Os Honda Civic Type-R garantem uma performance bem diferente dos C1 do troféu e por isso são uma excelente opção para quem procure evoluir para uma nova experiência, mas também dar os primeiros passos na competição. Ao mesmo tempo, oferecem um conjunto equilibrado com um verdadeiro ADN competitivo que é bastante aliciante para pilotos já com experiência”, frisou André Marques.

    Todos os Honda Civic Type-R (EP3) vão ter exatamente as mesmas especificações e para participar a Motor Sponsor criou duas modalidades: aquisição do carro pronto a correr com as especificações do troféu (15.000€) ou de um Kit de Preparação (3.750€ + IVA), distribuído em exclusivo pela Atomic Shop. O kit permite que pilotos e equipas que já tenham um Honda Civic Type-R (EP3), ou optem por adquirir uma viatura de estrada, o possam adaptar às especificações do troféu.
     
    A par da componente desportiva, o novo troféu apresenta também um amplo programa de comunicação, com o objetivo de promover e projetar a imagem da competição e dos seus principais intervenientes, nomeadamente pilotos e equipas: antevisão e resumo de cada jornada nos principais órgãos de comunicação social especializada; transmissão em live stream de todas as corridas (a confirmar); entrevistas exclusivas em cada evento a Pilotos, Equipas e Público com transmissão live stream (a confirmar); criação de conteúdos exclusivos para as redes sociais Facebook (Civic Atomic Cup) e Instagram (@civicatomiccup); resumo vídeo de todos os eventos; galeria fotográfica de todos os eventos.
     
    “A Civic Atomic Cup é o resultado de um trabalho conjunto com os nossos parceiros, a quem agradecemos todo o apoio para a sua concretização. Uma fórmula que tem sido muito bem recebida por pilotos e equipas e que acreditamos reunir todos os ingredientes necessários para uma época emocionante ao cronómetro”, finalizou André Marques.
     
    Mais informações sobre a Civic Atomic Cup através do endereço www.motorsponsor.pt na secção Motorsport ou do e-mail info@motorsponsor.pt
     

    Calendário 2022
    Civic Atomic Cup

    1ª – Circuito do Estoril | 9 e 10 de abril
    2ª – Circuito Vasco Sameiro – Braga (a confirmar) | 21 e 22 de maio
    3ª – Circuito Internacional de Vila Real | 1 e 2 de julho
    4ª – Circuito do Estoril | 24 e 25 de setembro
    5ª – Autódromo Internacional do Algarve | 28 a 30 de outubro
  • Motor Sponsor reajusta Fórmula Futuro e torna-a mais acessível

    Modalidade Arrive & Drive com custos ajustados para pilotos e equipas. Programa completo ‘chave na mão’ direcionado para jovens talentos saídos do karting.

    A Motor Sponsor, responsável pela organização de algumas das mais relevantes competições nacionais – Troféu C1 Learn & Drive, Single Seater Series, Civic Atomic Cup e track days Driving Days e Estoril Shakedown – reajustou o formato da Fórmula Futuro, competição de monolugares apresentada no final do último ano que tem o objetivo de lançar jovens promessas saídas do karting.
     
    Uma medida tomada pelo organizador português, após consultar as várias partes interessadas nesta nova competição, com o intuito de continuar a garantir um formato competitivo, mas com custos ainda mais controlados, conforme explica André Marques, responsável máximo da Motor Sponsor: “O nosso objetivo é oferecer o melhor produto. Para isso, temos que ter sempre em conta a realidade em que nos inserimos e ouvir todos os envolvidos, nomeadamente pilotos, equipas, parceiros e clubes organizadores”, e acrescenta: “Com a Fórmula Futuro queremos proporcionar condições para os pilotos mais jovens poderem continuar a evoluir no desporto automóvel. É com esse objetivo que reajustámos o formato da Fórmula Futuro sem alterar o seu ADN, um projeto que estamos focados em viabilizar.”
     
    A Fórmula Futuro disputa-se com Fórmula Renault 2.0 de penúltima geração, com paddle shift, e vai integrar a grelha das Single Seater Series em 2022. Mantém-se o limite máximo de idade nos 25 anos e a participação ao abrigo da modalidade Arrive & Drive, que passa a ter um custo de 35.000€ + IVA.
     
    A modalidade Arrive & Drive garante a participação em 4 jornadas duplas com tudo incluído: licença desportiva; fato de competição; inscrição em 4 provas; carro pronto a correr; assistência em prova e entre provas; consumíveis (pneus, gasolina, travões, lubrificantes); coaching de condução em circuito; coaching de comunicação; tenda lounge em cada evento; parqueamento coberto do carro durante a época; transporte do carro; seguro para as viaturas. Os dias de testes passam assim a ser um custo à parte.
     
    A Fórmula Futuro passa também a admitir a participação de pilotos com Fórmula Renault 2.0 privados e assistência própria. O valor é de 7.500€ + IVA e inclui: fato de competição; inscrição em 4 provas; coaching de condução em circuito; coaching de comunicação; tenda lounge em cada evento; seguro para as viaturas.
     
    O calendário da Fórmula Futuro 2022 contempla 4 jornadas duplas, três em Portugal, uma em Espanha. O programa de cada jornada é composto por uma sessão de Treinos Livres (20 minutos), uma sessão de Treinos Cronometrados (20 minutos) e duas Corridas (15 minutos cada), com a organização a disponibilizar um jogo de pneus novo para cada jornada do calendário.
     
    A Fórmula Futuro conta também com um amplo programa de comunicação, com o objetivo de promover e projetar a imagem da modalidade e de todos os seus intervenientes: antevisão e resumo de cada jornada nos principais órgãos de comunicação social especializada; transmissão em live stream de todas as corridas (a confirmar); entrevistas exclusivas em cada evento a Pilotos, Equipas e Público com transmissão live stream (a confirmar); criação de conteúdos exclusivos para as redes sociais Facebook (Single Seater Series I Fórmula Futuro) e Instagram (@sss__formula_futuro); resumo vídeo de todos os eventos; galeria fotográfica de todos os eventos.
     
    “Este é um projeto em que acreditamos desde a primeira hora. É essencial garantir condições para ajudar os jovens pilotos a cimentarem, de forma acompanhada e estruturada, o seu percurso no desporto automóvel, mas também proporcionar condições às equipas para os ajudarem nesse trajeto. Com as alterações apresentadas na Fórmula Futuro, é justamente esse o espaço que vimos ocupar, garantindo uma época completa com tudo incluído e ao volante de um carro de topo, um Fórmula Renault 2.0 com paddle shift, através da modalidade Arrive & Drive. Desta forma, cada participante precisa apenas de se apresentar no circuito para correr. Acreditamos que com este modelo estamos a ajudar a formar os valores de futuro do desporto automóvel português”, finalizou André Marques.

    Mais informações sobre a Fórmula Futuro através do e-mail: info@motorsponsor.pt

    Calendário 2022
    Fórmula Futuro

    1ª – Autódromo do Estoril | 9 e 10 de abril
    2ª – Autódromo Internacional do Algarve | 22 a 24 de julho
    3ª – Autódromo do Estoril | 24 e 25 de setembro
    4ª – (Espanha – circuito e data a definir)
  • Já é conhecido o calendário provisório do Campeonato de Portugal de Velocidade

    Os promotores do novo Campeonato de Portugal de Velocidade (CPV) começaram a trabalhar na nova temporada há menos de um mês e em pouco tempo elaboraram o calendário provisório da competição que, em termos de regulamento técnico e desportivo, vai juntar em pista os GT4 com os TCR, permitindo ainda alguns carros Cup na categoria GTC.

    Procurando reunir um conjunto de condições que seja do agrado dos pilotos e das equipas, como a possibilidade de poderem disputar em simultâneo o SUPERCARS Endurance (2 provas em Espanha e 2 em Portugal), já que os parâmetros técnicos e desportivos são idênticos aos do CPV, a grelha de provas em 2022 aponta para a introdução de algumas novidades face à época anterior.

    Com o acordo celebrado entre a FPAK e os promotores válido por três anos, pretende-se que o CPV, com um calendário de 4 fins de semana e 8 provas, uma das quais em Espanha, seja alvo de uma grande projeção mediática, daí que esteja a ser delineado um plano de comunicação englobando diferentes iniciativas. É nesse quadro, também, que o calendário do campeonato de 2022 engloba o regresso ao exigente e mítico traçado de Vila Real, enquanto para Portimão (30/31 julho) está a ser desenhada uma ação inovadora, de forma a conseguir trazer o público que se encontra de férias ao circuito.

    Um dos pontos fortes do CPV 2022 será juntar na mesma grelha os GT4 com os TCR, sendo ainda admitidos alguns carros Cup na categoria GTC, cada um com o seu respetivo BoP. Esta foi a fórmula de sucesso do BoP utilizada nos SUPERCARS Endurance de 2021, cujos andamentos equilibrados permitiram corridas entusiasmantes para todos em pista. Essa mesma fórmula, amplamente provada a nível internacional, será a pedra basilar para 2022, deixando antever 2 corridas de 45 minutos por fim de semana extremamente competitivas.

    “Em equipa que ganha não se mexe, já diz o ditado popular, e estou extremamente confiante que o CPV, aderindo à regulamentação técnica utilizada em 2021 pelos SUPERCARS Endurance, vai ter o sucesso que desejamos. É nesse sentido que estamos a trabalhar e tenho a certeza que vamos conseguir alcançar aquele objetivo. Cada vez mais necessitamos de oferecer aos nossos clientes uma plataforma de competição que permita amortizar os seus investimentos nas viaturas em diversas competições na Península Ibérica e no resto da Europa e esta é uma delas”, sublinha Diogo Ferrão, da Race Ready.

  • GT3 Cup com seis provas em 2022 e à beira de ser oficial da Porsche

    A segunda edição da GT3 Cup já se encontra em andamento e as principais novidades para 2022 foram reveladas na noite desta terça-feira, no decorrer da Gala de entrega de prémios que decorreu na Quinta da Pacheca, em Cambres (Lamego). O calendário da GT3 Cup, competição que em breve deverá ser reconhecida pela Porsche como uma das séries oficias da marca, vai incluir mais uma prova, num total de 6, duas das quais em Espanha. O arranque da época está agendado para 9/10 de abril, no Autódromo do Estoril, encerrando a 22/23 outubro, na pista espanhola de Jarama.

    Foi num ambiente de festa, com a descontração e a animação em perfeita sintonia, que José Monroy, manager da P21 Motorsport e promotor da GT3 Cup, deu a conhecer as evoluções para o próximo ano, antes de fazer um balanço do qual, confessou, se orgulha…

    “Sem dúvida que qualifico este ano de bastante intenso, em termos de trabalho, já que a GT3 Cup foi montada num espaço de tempo recorde e num momento de alguma incerteza no que respeita à conjuntura económica mundial, como resultado da pandemia. Por vezes dava comigo a ver as imagens dos resumos da GT3 Cup e eu próprio, numa reflexão rápida, ficava surpreendido e exclama… ‘isto é fantástico’… ‘é um sucesso tremendo’. Só tenho que me sentir orgulhoso, tal como a equipa da P21, os patrocinadores, os pilotos e as suas equipas, porque juntos conseguimos fazer da GT3 Cup um êxito. A todos só tenho que lhes dizer um grande obrigado! A GT3 Cup teve ainda a particularidade de fazer história no desporto automóvel português, por ser o primeiro troféu com este tipo de carros. Agora, resta limar algumas arestas para continuarmos neste caminho e a trabalhar para que 2022 seja ainda melhor”, referiu José Monroy.

    Na última e decisiva jornada da GT3 Cup, em final de novembro, no Estoril, esteve presente um elemento da Porsche Motorsport para se inteirar de todos os detalhes da GT3 Cup e o conteúdo do relatório reportado, destacando a competitividade e o profissionalismo do troféu português, permite deixar antever que já em 2022 o troféu da P21 Motorsport seja oficializado como o 24º das atuais séries oficiais da Porsche.

    A época de 2022 da GT3 Cup arranca no próximo mês de abril (9/10), na pista do Autódromo do Estoril, estando já confirmadas mais três jornadas duplas: Portimão (22/24 julho), Estoril 2 (24/25 setembro) e Jarama (22/23 outubro). A P21 Motorsport está a estudar a calendarização das duas restantes jornadas, para os meses de maio e de junho, uma das quais em território espanhol.

    Estão asseguradas 20 unidades Porsche 997 GT3 Cup para a primeira jornada da nova época e uma das grandes novidades, a nível técnico, para 2022 é a disponibilidade opcional de os pilotos disporem das mudanças de velocidades no volante (paddle shift), um up grade que lhes permite dispensar a tradicional alavanca colocada na coluna central do veículo.

    Ainda em aberto está a possibilidade de os carros serem equipados com um dispositivo eletrónico com informações para o piloto oriundas do diretor de corrida (safety car, bandeiras amarelas, etc.) e ainda com uma minicâmara, neste caso para a captação de imagens a emitir em live streaming.

    A MEO, a Pirelli e a Quinta da Pacheca continuam como patrocinadores da GT3 Cup em 2022, a que se juntarão outros parceiros cujos nomes serão anunciados em breve.

  • GT3 Cup: Carlos Vieira ganha primeira corrida no Estoril e sagra-se campeão

    Carlos Vieira confirmou, na tarde deste sábado, no Autódromo do Estoril, a conquista do título de campeão na categoria PRO da GT3 Cup, ao triunfar na primeira corrida da jornada de encerramento da competição, na frente de Vasco Barros e de Francisco Carvalho. Foi uma prova, com a pista seca, algo atribulada, na sequência de diversos pequenos despistes que motivaram, por duas vezes, a entrada do safety car.

    “Estou imensamente feliz por regressar à conquista de títulos na velocidade, o último dos quais ganhara em 2012. Este era o meu grande objetivo para esta época e só tenho motivos para estar satisfeito”, referiu o piloto de Fafe, depois de festejar mais um triunfo.

    “A minha corrida começou mal, pois logo de início levei um ‘toque’ de um adversário, que mais uma vez reincidiu nesse tipo de comportamento, mas depois demonstrei que era superior tanto em relação a ele como a outros. Acabei em segundo e vamos ver, um dia, quando poderei chegar ao Carlos Vieira…”, afirmava, por seu turno, Vasco Barros. O jovem piloto da VLB Racing provou, mais uma vez, a sua evolução, ao defender com unhas e dentes a segunda posição na grelha conquistada na qualificação. “O Vasco fez-me uma boa ultrapassagem, eu evitei que nos tocássemos, só que o José Rodrigues aproveitou para me passar. Eu depois ainda consegui superá-lo, mas ele ‘tocou’ no Vasco Barros, ainda fui atrás deste último, na esperança de que com a entrada do safety car pudesse aproximar-me, mas já não deu para melhor do que este terceiro lugar”, lamento de Francisco Carvalho.

    Rodrigues, por seu turno, caiu para meio da tabela, mas ainda conseguiu, tirando partido da segunda entrada do safety car, recuperar posições para concluir a corrida em quarto.

    Bastante animada, com muitos despiques, foi a categoria AM, que chegou a ter Luís Rocha destacado como líder, só que, na sequência de um despiste, acabou em quarto e, pior ainda, viu o seu rival Alexandre Martins vencer, de modo algo inesperado. “Foi uma corrida muito atribulada. De início tive cautelas, depois saí de pista duas vezes, enfim, mas este resultado inesperado, face às incidências, acaba por ser excelente”, dizia o vencedor, enquanto Caetanovich, o segundo, e o jovem José Barros, terceiro classificado, alinhavam pelo mesmo discurso.

    Na categoria GD, o já campeão Jorge Areia, que começou muito cauteloso, devido ao problema de travões verificado nos treinos, progrediu até tirar partido, também, de alguns incidentes, para averbar mais um triunfo, na frente de João Parreira e de Rui Nuno Silva.

    CORRIDA 1 (classificação final oficiosa)

    1º, Carlos Vieira (PRO), 31.59.152

    2º, VLB Racing, Vasco Barros (PRO), + 4.061

    3º, Francisco Carvalho (PRO), + 5.125

    4º, José Rodrigues (PRO), + 8.247

    5º, Jorge Areia (GD), + 17.210

    6º, Alexandre Martins (AM), + 21.051

    7º, Revislogos, João Parreira (GD), + 23.784

    8º, Caetanovich (AM), + 23.846

    9º, MDriving Racing Team, José Barros (AM), + 25.058

    10º, Monteiros Competições, Rui Nuno Silva (GD), + 28.271

    11º, Luís Rocha (AM), + 28.320

    12º, José Rocha (GD), + 31.090

    13º, Pedro Branco (GD), + 31.547

    14º, Álvaro Ramos (GD), + 42.132

    15º, André Fernandes (AM), + 43.181

    16º, MDriving Racing Team, Mousinho Esteves (AM), a 1 volta

    17º, João Vieira (GD), a 2 voltas

    18º, João Posser (AM),  a 2 voltas