Categoria: Velocidade

  • Pedro Salvador volta a conquistar a Super Seven by Toyo Tires

    Foi renhido! Pedro Salvador voltou a sagrar-se Campeão da Super Seven by Toyo Tires, competição que teve o seu epílogo no último fim-de-semana, no mítico Autódromo do Estoril, onde o pluricampeão oriundo de Chaves superou a concorrência para voltar a celebrar um título.

    Numa temporada atípica, marcada por diversas alterações de calendário devido à pandemia de Covid-19 que atravessamos, Pedro Salvador chegou à última ronda da competição organizada pela CRM Motorsport na segunda posição do Campeonato. Com corridas disputadas até ao último centímetro, como comprova a necessidade de recurso ao photo-finish em duas das últimas provas disputadas no passado fim-de-semana, Pedro Salvador mostrou a sua garra para subir ao lugar mais alto do pódio final. “Foi sem dúvida uma temporada diferente do habitual, mas que mostrou a forma como o desporto motorizado se organizou para conseguir realizar os campeonato de forma rigorosa e segura. Desportivamente, conseguimos novo título que muitos nos enche de orgulho, mas queríamos destacar a fantástica prestação dos nossos adversários, com destaque para o José Carlos Pires, que valorizaram em muito esta vitória”, destacou o piloto flaviense, antes de agradecer o “excelente trabalho de toda a equipa Speedy Motorsport na preparação do Caterham 420R ao longo da temporada.”

    Num ano marcado pelas dificuldades generalizadas nos mais diversos setores, os Super Seven mostraram toda a sua competitividad e acessibilidade, como comprovam os recordes de inscritos no passado fim-de-semana no Estoril. Isso deixa Pedro Salvador bastante confiante para o futuro: “A modalidade mostrou competitividade e um número de inscritos bastante interessante, o que acaba por valorizar a presença dos nossos patrocinadores sem o qual não seria possível participarmos e vencermos esta competição”, explicou o piloto antes de parabenizar “todos os pilotos que correram pela Speedy Motorsport nesta temporada por todos os triunfos e títulos alcançados. Que venha 2021!!”

  • Tiago Ribeiro conquista título nos Legends L2000

    Liderando o campeonato à entrada da última e decisiva jornada, o piloto almejou segurar de forma notável a posição e sagrar-se campeão.

    Com a ultima prova do campeonato a ser disputada no Autódromo do Estoril e os pontos do campeonato em disputa a multiplicarem por 1,5, estava tudo em aberto na entrada para derradeira jornada em termos de luta pelo titulo, apesar da vantagem pontual de Tiago Ribeiro de 34 pontos para o segundo classificado. 

    Com condições atmosféricas adversas, com muita chuva e algum vento, estavam reunidas condições para que surpresas pudessem acontecer na classificação final do campeonato. E assim foi. Logo na qualificação o andamento do Honda Integra Type R da Ciberfix não conseguiu os resultados habituais e o andamento estava bem aquém das provas anteriores, em que a pole entre os L2000 havia sido conquistada em todas elas. 

    As duas corridas de Sábado e Domingo decorreram de forma bem distinta. Se na primeira as coisas não correram bem, a segunda deu a Tiago Ribeiro e à MartinsSpeed o tão desejado titulo de campeão, e logo à primeira tentativa depois de em 2019 ter vencido as duas únicas corridas em que participou.

    No final, Tiago Ribeiro lembrou as dificuldades sentidas até porque “os problemas encontrados nesta ultima prova tiveram origem em Portimão. Aí conseguimos, com pneus de chuva de qualidade muito inferior, ficar em segundo e primeiro nas corrida 1 e 2 respectivamente. Com um asfalto completamente diferente no Estoril, os pneus correctos têm um “grip” muito superior comparativamente a Portimão. Como decidimos não fazer o investimento por razão de contenção de custos, fizemos simplesmente uma das corridas mais frustrantes de que tenho memória. Na corrida 1 não aguentava atrás do meu Integra quem quer que fosse, dada a total ausência de aderência. Dado que a pontuação valia este fim de semana mais 50% que a pontuação normal, vi os meus adversários aproximarem-se em termos pontuais, pois apenas havia conseguido o sexto lugar na primeira prova. Tive assim que fazer o investimento que tinha evitado até então e no Sábado vi-me obrigado a fazer alguns quilómetros extra para ir buscar os pneus correctos. Para a segunda corrida e já devidamente “calçado”, mesmo que sem qualquer tipo de ajuste do carro, julgo que tirámos ao melhor tempo da primeira corrida quase 4 segundos na primeira volta lançada. Parecia que estava a conduzir em piso seco. Com um andamento bem diferente e partindo de 10º lugar chegámos à terceira volta a liderar os L2000, segundo nos L99 e quinto à geral, conquistando assim o objectivo de toda a época”.

    Apesar da conquista do campeonato o piloto sente que “que poderíamos ter feito muito melhor em termos de L99. As três provas à chuva, em que utilizámos pneus com menor performance, foram marcantes na classificação final nesta categoria. Tentaremos fazer melhor em 2021.  Gostaria de fazer alguns agradecimentos na conquista deste titulo: á MartinsSpeed pela excelente colaboração, profissionalismo e espirito de companheirismo que ali se vive. Palavra especial ao Luís Pedro Martins pelo seu espirito combativo e guerreiro. Aos meus patrocinadores Ciberfix e Quinta da Pitarrela. Nota de máxima para a organização da competição por parte da ANPAC. Trabalho absolutamente singular, principalmente num ano com tantos desafios!”

  • Super Seven by Toyo Tires elegeu campeões 2020 no Estoril Racing Festival

    Pedro Salvador e Bernardo Bello revalidaram o título obtido na temporada transacta nas categorias 420R e S1600 Pro. Frederico Brion Sanches festejou a consagração na categoria Business. Chuva trouxe emoção ao derradeiro fim-de-semana do ano, que contou com 6 fantásticas corridas

    Foi um fim-de-semana em cheio. Pleno no número de corridas (6), mas também na qualidade das batalhas em pista que tiveram lugar no traçado emblemático do Circuito do Estoril ao longo dos três dias do Estoril Racing Festival — evento da CRM Motorsport promovido em parceria com o Motor Clube do Estoril e que celebrou a sua 10ª edição neste ano de 2020. Foi, também, um ano atípico, pelas razões que se conhecem. Mas cujo impacto em nada hipotecou a conhecida espetacularidade (e o enorme cavalheirismo) que se vive nas corridas do Super Seven by Toyo Tires. Razões que levam Tiago Raposo Magalhães a fazer a seguinte homenagem:

    “Antes dos resultados e dos parabéns aos campeões, quero vincar um merecido ‘obrigado!’ aos pilotos e equipas do Troféu, bem como a todo o staff, por terem levado a nossa competição a bom-porto e por continuarem a brindar a família Super Seven com a sua amizade”, destaca o CEO da CRM Motorsport.

    No plano desportivo, após seis brilhantes corridas, há naturalmente que destacar a revalidação dos títulos conquistados na época transata por Pedro Salvador e Bernardo Bello na categoria 420R e S1600 Pro, respetivamente, bem como a consagração de Frederico Brion Sanches na classe S1600 Business.

    Mas também enaltecer a enorme competitividade que marcou esta passagem pelo Estoril Racing Festival: das três pole-positions de Gonçalo Lobo do Vale na categoria 420R ao brilhante desempenho que o piloto da BCM Sports evidenciou na segunda corrida de sábado, perdendo aquele que seria o seu primeiro triunfo de 2020 mesmo ao cair do pano.

    Ou a força mental de José Carlos Pires, que respondeu aos dois triunfos consecutivos de Pedro Salvador nas corridas 1 e 2 que tiveram lugar no sábado com uma garra inacreditável, vencendo ao “photo-finish” a terceira contenda do fim-de-semana por meros 35 milésimos de segundo! Do mesmo modo, a resposta de Pedro Salvador na 2ª corrida de Domingo (a 5ª do programa desportivo), num movimento tirado a papel químico (saída forte na zona da Parabólica) que lhe permitiu superar o seu grande rival desta temporada por apenas 44 milésimos. Tudo num confronto em que os 6 primeiros terminaram separados por irrisórios 1,5 segundos!

    Há ainda que destacar o melhor resultado da época para Nuno Afonso (4º classificado na Corrida 5) e Daniel González-Vallinas (8º na corrida 6), os regressos saudosos e bem-sucedidos de Nuno Pires, Ricardo Rajani, Rui Silva e André Correia entre os 420R e de António Nunes Almeida na S1600 Pro, o excelente andamento de Paulo Macedo ao longo desta prova e ainda os dois triunfos de Pedro Lacerda na S1600 Pro e de Bruno Martins na S1600 Business.

    Apesar de beneficiar do azar que se abateu sobre os seus principais opositores (João Rebelo Martins e Bruno Martins) ao longo deste Estoril Racing Festival, Frederico Brion Sanches é um justo vencedor da categoria Business. Já Bernardo Bello deu mais uma prova cabal de que se encontra preparado para outros voos, pela velocidade e garra demonstradas em pista — um repto que seguramente seria bem acolhido pelos participantes da categoria 420R.

    Na mais potente das classes do Super Seven by Toyo Tires, assistimos à emoção de sempre e à presença sistemática de 10 potenciais candidatos ao pódio, além dos nomes já referidos: Diogo Tavares, Diogo Costa, J. J. Magalhães, Sérgio Saraiva e David Saraiva — um quinteto que dispensa apresentações e que não raras vezes colocou o atual campeão e vice-campeão da classe em apuros ao longo desta temporada.

    “Parabéns, também por isso, à Speedy Motorsport, que celebrou 4 triunfos na categoria 420R e outros três na S1600 Business. Mas igualmente a todas as equipas que dão corpo a este Troféu: Atomic-Mageltech, BCM Sports, BS Motorsport, Garagem 19, Teaam Nuoorte e a própria estrutura de competição da CRM Motorsport”, reforça Tiago Raposo Magalhães. Porque a família não se esgota nos vencedores e nos que se destacaram na derradeira prova do ano, o promotor do Troféu de maior longevidade do automobilismo nacional faz uma menção especial para os restantes pilotos que participaram na 12ª época da história do Super Seven by Toyo Tires, “nomeadamente Luís Calheiros Ferreira, Paulo Costa, Duarte Lisboa, Luís Lisboa, José Kol Almeida, Nélson Gomes, Ricardo Araújo, Tiago Sousa, André Matos, José Maria Marreiros, Manuel Fernandes, Francisco Figueiredo, Miguel Couceiro, Fernando Costa e Filipe Graça”.

    Na opinião do responsável da CRM Motorsport, “não havia uma melhor forma de terminar a época. Seis corridas, duas delas com, muito provavelmente, as menores diferenças de sempre entre o 1º e o 2º classificado — 35 e 44 milésimos de segundo —; 7 vencedores distintos e 14 pilotos a subirem ao pódio. Numa palavra, brilhante!”, assegura.

    “Parabéns ao Speedy Salvador, que uma vez mais provou a sua qualidade ao volante na categoria 420R, ao José Carlos e à sua equipa pela excelente réplica que deram ao camisola amarela, ao Bernardo Bello por ter celebrado o bicampeonato na S1600 Pro e ao Francisco e à BS Motorsport por terem assegurado o título reservado à classe Business. Tenho a certeza de que 2021 será igual ou melhor, e é com esse espírito que todos na CRM Motorsport já se encontram a preparar a próxima temporada!”, concluiu.

  • Clássicos: Rui Alves vence a última prova de 2020. Luís Alegria liderou entre os 1300

    O Ford Escort RS 1600 de Rui Alves venceu a segunda corrida dos Clássicos disputada no âmbito do Estoril Racing Festival, a última de 2020. Luís Alegria (Datsun 1200) ganhou entre os Clássicos 1300 reclamando o título de campeão da categoria.

    O Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos e Clássicos 1300 teve o seu epílogo no Autódromo do Estoril com a derradeira corrida de 2020 a ser ganha por Rui Alves ao volante do muito bem preparado Ford Escort RS 1600. No segundo lugar ficou outro Ford Escort RS 1600, desta feita pilotado por Joaquim Jorge, enquanto em terceiro ficou outro Escort RS, desta feita uma versão de Gr.5, pilotado por João Cruz. A quarta posição ficou na posse do BMW 323i de Jorge Cruz. A fechar os cinco primeiros e com a vitória entre os Clássicos 1300, ficou o Datsun 1200 de Luís Alegria.

    A derradeira corrida dos Clássicos e Clássicos 1300 do Estoril Racing Festival conheceu forte animação, com lutas em todo o pelotão e alguns dos Clássicos a não suportarem as agruras da competição.

    Na frente, Rui Alves foi pressionando João Macedo Silva até que o belo Porsche 911 RSR laranja decidiu amuar e partir um elemento da transmissão, deixando o seu piloto apeado. Com o Escort a funcionar de forma perfeita, Rui Alves sacudiu a pressão de Joaquim Jorge e levou o Escoret RS 1600 até á bandeira de xadrez, reclamando uma saborosa vitória.

    Pelo caminho, além do Porsche de João Macedo Silva, ficou o belo De Tomaso Pantera de Pedro Resende, parado nas boxes com um problema mecânico logo na primeira volta da corrida. Aliás, esta derradeira prova dos Clássicos e Clássicos 1300 foi fértil em paragens nas boxes. Pedro Resende, como referido, foi o primeiro, seguido do Porsche 911 de Mário Meireles, do espetacular Porsche 934 Turbo de Pedro Bethencourt e do Escort RS de António Soares. Também o Mini de Tiago Fino Vitorino fez uma passagem pelas boxes.

    Entre os Clássicos 1300, Luís Alegria não teve dificuldade em vencer com o seu Datsun 1200 e ainda foi capaz de reclamar um sexto lugar à geral. O seu opositor na categoria, Cândido Monteiro conheceu algumas dificuldades e terminou na 14º posição da geral.

    Destaque, ainda, para a batalha travada entre João Vieira e Pedro Poças, ambos ao volante de carros da marca de Estugarda, o primeiro com um belo 914-6 GT, o segundo com um irrequieto 924. Trocaram algumas vezes de posição, por via disso perderam o contacto com o BMW 2002 Ti de Simplício Pinto e fecharam, assim, o Top 10. O BMW 2002 Ti de Carlos Fernandes não arrancou para a prova devido a insolúveis problemas mecânicos. 

    Contas feitas às diversas classes, o Gr. 5 foi ganho por João Cruz (Ford Escort RS) seguido de Luís Nunes (Ford Escort RS), António Soares (Ford Escort RS), Tiago Fino Vitorino (Austin Mini) e Jorge Leite (Mazda RX-2). Nos H71, vitória para João Vieira (Porscdhe 916-6 GT) seguido de Cândido Monteiro (Datsun 1200), enquanto que H75, o primeiro lugar foi para Rui Alves, seguido de Joaquim Jorge, ambos em Ford Escort RS, seguidos de Luís Alegria (Datsun 1200) e de Mário Meireles (Porsche 911). Nos H81, Jorge Cruz levou o BMW 323i à vitória, seguido de Pedro Poças (Porsche 924) e Pedro Bethencourt (Porsche 934 RSR). Entre os Clássicos 1300, vitória para Luís Alegria nos H75 1300 enquanto que Cândido Monteiro venceu os H71 1300. Quanto às contas do campeonato, aguardando a oficialização da FPAK, João Cruz ganhou o título no Gr.5, Jorge Cruz foi o melhor nos H81, Carlos Barbot venceu os H71 e a Taça 1600 e Joaquim Jorge leva para casa o título dos H75. Nos 1300, Luís Alegria foi o campeão.

  • Hugo Mestre vence a última corrida dos Legends disputada no Autódromo do Estoril

    Encerrou a temporada 2020 do Campeonato de Portugal de Velocidade Legends, com Hugo Mestre a vencer a derradeira corrida realizada hoje no Autódromo do Estoril. Com o BMW 320d sem resmungos, Hugo Mestre fez um arranque cauteloso atrás de Miguel Monteiro (Volvo 850 T5), mas no final da primeira volta já tinha assumido o comando da prova, que manteve até à bandeira de xadrez.

    O segundo lugar na corrida foi para o Renault Spyder de João Luís. O piloto aproveitou as dificuldades do Volvo de Miguel Monteiro para reclamar um saboroso pódio, na frente de Nuno Figueiredo. O piloto do Volvo 850 T5 Estate aproveitou os problemas do carro de Miguel Monteiro para repetir o terceiro lugar do pódio.

    Destaque para a excelente recuperação de Joaquim Soares (BMW M3). Saindo do final da grelha de partida, recuperou várias posições até ver a bandeira de xadrez no sétimo lugar. A oposição dos Honda de Tiago Ribeiro e Hugo Branquinho não permitiu ao piloto do BMW M3 ir mais além. O Top 10 da corrida ficou fechado com Sergio Monteiro (Fiat Tipo 16V), Sérgio Pinto (Honda Civic) e Jorge Marques (Toyota Starlet 1300).

    O piloto do Toyota Starlet 1.3 esteve em excelente plano, liderou os L1300 e junto com Diogo Barros, em carro idêntico, e Nelson Silva (Peugeot 205 Rallye) ofereceram um vislumbre daquilo que podem ser as corridas com estes modelos de baixa cilindrada. É verdade que Paulo Mendes conheceu problemas e teve de passar pelas boxes, abandonando a luta pela vitória na classe e que Nelson Silva foi forçado ao abandono, mas as lutas em pista deixaram uma bela imagem sobre o potencial desta categoria.

    Igualmente espetacular foi a corrida da categoria FEUP2. Os irrequietos Fiat Punto 85 ofereceram um espetáculo à parte, particularmente João Sousa e Rui Silva. Os dois pilotos trocaram de posição dezenas de vezes, numa luta leal e muito interessante, sob o olhar atento de Tiago Lindo e Manuel Araújo. Terminaram no terceiro e quarto lugar da categoria, respetivamente, pois os dois da frente destacaram-se apesar da luta intensa que protagonizaram. Numa corrida que conheceu cinco abandonos – um deles o de António Barros (BMW M3) – referência para a resiliência de Paulo Ferraz (Renault Clio 16V) e Horst Baptista (Renault 5 GT Turbo).

    Contas feitas às diversas categorias, Hugo Mestre (BMW 320d), ganhou na Livre e João Luís (Renault Spyder) na Especial. Nos L99 ganhou Nuno Figueiredo (Volvo 850 T5 Estate) e nos L99-2000 a vitória ficou nas mãos de Tiago Ribeiro (Honda Integra Type R). Hugo Branquinho (Honda Civic) venceu os L90-2000, Jorge Marques (Toyota Starlet 1.3) ganhou no L85-1300, enquanto que João Sousa (Fiat Punto) e Gustavo Moura Jr. (Alfa Romeo 156) conquistaram a vitória, respetivamente, no FEUP2 e FEUP3.

  • Filipe Matias ganhou a primeira corrida do Estoril Racing Festival dedicada aos Legends

    Manuel Fernandes (BMW 320d) rubricou a “pole position”, mas conheceu problemas mecânicos no seu carro. A chuva foi uma constante deixando a pista muito escorregadia e traiçoeira levando a alguns despiste e à intervenção do “Safety Car”.

    Após a sessão cronometrada de ontem, Manuel Fernandes saiu para a primeira corrida a contar para o Campeonato de Portugal de Velocidade Legends, integrada no programa do Estoril Racing Festival disputado no Autódromo do Estoril, na ”pole position”. Ficou a ideia de que o BMW 320d do piloto de Vila Real fosse dominar mais uma corrida dos Legends. Mas as corridas de automóveis são férteis em reviravoltas inesperadas na narrativa das provas e foi exatamente isso que aconteceu nesta primeira manga da derradeira jornada dupla dos Legends disputada num encharcado Autódromo do Estoril.

    A muita chuva caiu de forma inclemente ao longo de toda a prova, dominada por Manuel Fernandes até ao final da primeira volta. O BMW 320d começou a dar dores de cabeça ao piloto e Filipe Matias aproveitou para assumir a liderança da prova. Porém, o piloto do Volvo 850 T5 não conseguiu manter-se na frente de Manuel Fernandes que, pouco depois, reassumiu a liderança.

    Que manteve até que o “Safety Car” teve de entrar em ação devido aos despistes de Gustavo Moura Jr. (Alfa Romeo 165) e de Jorge Marques (Toyota Starlet 1.3S). Logo na primeira volta tinha sido Joaquim Soares (BMW M3) vítima das condições terríveis devido a chuva. Pelo caminho já tinham ficado, com problemas mecânicos e parados nas boxes, Manuel Araújo (Fiat Punto 85) e Nelson Silva (Peugeot 205 Rallye). Retomada a corrida, Manuel Fernandes ficou na frente, mas o BMW 320d continuava a manifestar evidentes dificuldades e Filipe Matias fez um esforço final para subir ao degrau mais alto do pódio, o que conseguiu na derradeira volta.

    Destaque, ainda, para António Barros (BMW M3) que seguiu durante muito tempo no terceiro lugar. Porém, surpreendido pelas condições do piso acabou por errar e perdeu posições para Nuno Figueiredo (Volvo 850 T5 Estate) e para o exótico Renault Spider de João Luís. Contas feitas, vitória para Filipe Matias (Volvo 850 T5), segundo lugar para Manuel Fernandes (BMW 320d) fechando o pódio Nuno Figueiredo com o Volvo 850 T5 Estate.

    Nas diversas classes, a Livre foi ganha por Filipe Matias (Volvo 850 T5) e a Especial por João Luís (Renault Spider). A L99 teve como vencedor o BMW M3 de António Barros, enquanto que entre os L99 2000 a vitória foi para José Almeida (Honda Integra Type R). Nos L90 2000, primeiro lugar para Hugo Branquinho (Honda Civic EF3) e nos L85 1300 sucesso para Paulo Mendes (Toyota Starlet 1.3). Finalmente, no FEUP 2, vitória para João Sousa e no FEUP 3 ganhou Gustavo Moura.

  • João Macedo Silva impôs o Porsche 911 RSR na 1ª corrida do Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos e Clássicos 1300

    A primeira corrida do Estoril Racing Festival dedicada ao Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos e Clássicos 1300, disputada hoje no Autódromo do Estoril, teve como vencedor João Macedo e Silva ao volante do Porsche 911 RSR. Segundo lugar ficou para Rui Alves fechando o pódio Joaquim Jorge, ambos ao volante de Ford Escort RS 1600.

    Surpresa no arranque com Pedro Resende a levar o belíssimo De Tomaso Pantera à liderança da prova. João Macedo Silva recompôs-se e no final da primeira volta o piloto do Porsche 911 RSR recuperou o comando da corrida. Que manteve até á bandeira de xadrez. Atrás do Porsche laranja e ultrapassado o De Tomaso de Pedro Resende, Rui Alves (Ford Escort RS 1600) e Joaquim Jorge (Ford Escort RS 1600) entregaram-se a uma luta muito interessante. Rui Alves acabou por se superiorizar, consolidando a segunda posição na frente de Joaquim Jorge, fechando o pódio.

    Destaque, ainda, para a excelente recuperação de João Cruz (Ford Escort RS 1600) que conseguiu nos metros finais desalojar Pedro Resende do quarto lugar, ficando o piloto do De Tomaso Pantera no quinto lugar.

    Entre os Clássicos 1300, Luís Alegria (Datsun 1200) venceu sem grandes dificuldades, na frente de Cândido Monteiro (Datsun 1200), rubricando, pelo caminho, o oitavo lugar à geral.

    Nas diversas categorias, João Macedo Silva (Porsche 911 RSR) venceu os H75 e João Cruz (Ford Escort RS 1600) foi o melhor entre os pilotos do Gr.5. Nos H75 1300, vitória para Luís Alegria (Datsun 1200), enquanto nos H81 saiu vencedor Jorge Cruz (BMW 323i). Entre os H71, vitória para João Vieira (Porsche 914-6 GT).

  • Luís Nunes no Estoril com foco na evolução

    Depois das dificuldades que surgiram  na prova anterior em Portimão, o piloto da Fandriauto espera um fim de semana mais calmo, onde possa  mostrar as potencialidades do seu Ford Escort .

    Segundo Luís Nunes, “na realidade o desenvolvimento do carro está a decorrer com a obtenção de resultados interessantes, mas a prova de Portimão foi deveras difícil em muitos pontos, e depois com aquele diluvio que me nada veio a ajudar. Espero agora no próximo fim de semana não haja repetição, e que consigamos avançar um pouco mais, e tentar obter tempos e classificações já no meio dos Escort dos nossos mais directos adversários, pois o nosso carro foi bem construído, disso não tenho a menor das dúvidas. Vou como habitualmente para dar o meu melhor, e esperemos que consigamos atingir os objectivos pretendidos”, finalizou Luís Nunes.

    Luís Nunes e o Ford Escort irão fazer as verificações técnicas e documentais na 5ª feira à tarde, decorrendo os treinos na 6ª feira e as duas corridas no sábado e domingo.

  • Luís Silva regressa ao Open de Velocidade com um Cupra TCR no Estoril

    Depois da estreia com o Cupra TCR em julho, Luís Silva vai voltar a pilotar o carro espanhol no Open de Portugal de Velocidade by Michelin, desta feita no Circuito do Estoril, no próximo fim de semana. Piloto de Famalicão fará equipa com Manuel Sousa num aguardado regresso à competição.

    A prova de abertura do Open de Velocidade, em Portimão, marcou a estreia competitiva de Luís Silva ao volante de um TCR, uma experiência que terá agora sequência no histórico Circuito do Estoril, palco da derradeira prova do campeonato. Será o regresso à competição para o piloto de Famalicão, que formará dupla com Manuel Sousa.

    “Decidi aceitar o convite para correr no Estoril e tentar conhecer melhor o Cupra TCR, já que a nossa estreia com o carro no Algarve foi algo condicionada por problemas”, referiu Luís Silva. “Estamos sem competir há vários meses, portanto o primeiro objetivo é readquirir algum ritmo competitivo nos treinos e depois, se possível, tentar lutar pelo pódio nos TCR. As condições atmosféricas deverão ser algo instáveis ao longo do fim de semana, o que será um desafio acrescido. Para nós é sempre um prazer ter a oportunidade de competir e, como sempre, vamos dar o máximo e ver onde nos situamos nas três corridas do programa”, afirmou o versátil piloto famalicense.

    O programa do Open de Portugal de Velocidade no Estoril contempla, como é hábitual, duas corridas de Sprint (de 20 minutos de duração) e uma de Endurance (40 minutos). 

  • OPEN: Daniel Teixeira quer fechar época com vitórias

    O craque transmontano estará sozinho aos comandos do Cupra TCR do BOMPISO RACING TEAM, na tripla prova de encerramento da época, que se disputa no Autódromo do Estoril já neste fim-de-semana.

    O fecho da atípica época de 2020 vai também representar um momento com algumas novidades para a equipa e o piloto. Daniel Teixeira “apresenta-se ao serviço” mas, desta feita, sem a companhia habitual do patrão da equipa e piloto, Joaquim Santos, que, por motivos profissionais, não vai poder estar presente no Estoril. Assim, Daniel Teixeira assume a tarefa de “pela primeira vez estar sozinho a defender as cores do BOMPISO RACING TEAM, algo que será uma responsabilidade acrescida, mas que recebo com muito orgulho”.

    Por outro lado, a equipa irá contar com o apoio técnico da Racing4All, no que à preparação do Cupra TCR diz respeito, o que constitui uma novidade para ambas as partes. A tudo isto, se junta a previsão de chuva para o fim-de-semana, o que, a confirmar-se, será “uma estreia para mim, ao volante deste carro. Vai exigir muito trabalho de adaptação e concentração na obtenção da melhor afinação. Estou pronto e vou dar o máximo para, juntamente com a equipa, fazer um bom trabalho nas sessões de treino”, confessou Daniel Teixeira.

    A ausência na última ronda em Portimão retirou à equipa e ao piloto quaisquer pretensões ao título nacional, pois significou “zero pontos em três das nove corridas até aqui disputadas, nesta época. Com isto, disse adeus à luta pelo título e perdi ainda o segundo lugar da geral do campeonato, que ocupava à chegada a Portimão”, lamenta Daniel Teixeira. Assim sendo, torna-se clara a “ordem de batalha” para este último triplo desafio: vencer. O piloto diz claramente que “só a vitoria nas três corridas interessa, para tentar recuperar o segundo lugar do campeonato, tendo plena noção que recuperar os 34 pontos de desvantagem será uma tarefa muito complicada. No entanto, enquanto for matematicamente possível, não irei desistir!”.

    O programa do Open de Portugal de Velocidade no Autódromo do Estoril inclui, a exemplo das demais 3 jornadas já realizadas, duas corridas de Sprint (20 minutos de duração) e uma de Endurance (40 minutos).