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  • Carrera Los 80 mantém aposta ibérica de 4 provas em 2024

    Carrera Los 80 mantém aposta ibérica de 4 provas em 2024

    A Carrera Los 80, a competição verdadeiramente ibérica que visa colocar em pista alguns dos carros mais marcantes das corridas de Turismo dos anos 1980s e de Grande Turismo de 1976 a 1993, vai manter os mesmos moldes e o mesmo número de provas em 2024. 

    O formato de semi-endurance implementado em 2023 foi uma aposta ganha, com cada evento a ser composto por duas corridas de 40 minutos, com uma paragem obrigatória nas boxes, permitindo assim equipas formadas por um ou dois pilotos.

    Não sendo este um campeonato e não existindo uma classificação no final do ano, a Carrera Los 80 pauta por ser uma competição em que pilotos que nela participam o fazem com o intuito de desfrutarem da condução dos seus carros de competição num ambiente competitivo, mas acima de tudo camaradagem e desportivismo.

    Para os fãs e público em geral, a Carrera Los 80 oferece a oportunidade de rever em pista algumas das máquinas que escreveram a história do automobilismo no período que antecedeu a mudança de século, tanto provenientes de troféus monomarca como dos campeonatos nacionais.

    O calendário da temporada de 2024 será formado por quatro provas em quatro dos mais carismáticos circuitos da Península Ibérica – dois em Espanha e dois em Portugal.

    A época começa com o Exclusive Test Day no Autódromo do Estoril a 5 e 6 de Abril, onde as equipas podem escolher um dos dias para afinar e testar a sua viatura antes da temporada começar. Depois do dia de testes agendado para os dias 5 e 6 de Abril, no Autódromo do Estoril, a temporada arrancará no último fim de semana do mês de Maio, no programa de históricos do Circuito de Jerez, continuando em Espanha a 15 e 16 de Junho, no Jarama Classic, um dos eventos mais aguardados do ano no circuito dos arredores de Madrid pela sua moldura humana. 
    A competição continua na segunda metade do ano em Portugal, com a presença no Algarve Classic Festival, a 26 e 27 de Outubro, para terminar no fim de semana do Endurance Racing Festival, a 30 de Novembro.
    Para Diogo Ferrão (CEO da Race Ready): “Em 2023 quisemos dinamizar o conceito da Carrera Los 80. Conseguimos reunir alguns dos mais atractivos carros de Turismo e GT dos anos 1980 e princípios dos anos 1990 existentes na Península Ibérica, mas sabemos que ainda há muito trabalho a fazer para conseguirmos ter as grelhas mais preenchidas. No entanto, estamos confiantes que tal será possível em 2024, pois como podemos ver em outras competições da Race Ready, demora sempre algum tempo a uma boa ideia chegar ao seu máximo potencial. Em 2023 participarem 42 viaturas diferentes nas 4 provas que realizamos. Em 2024, o objetivo será conseguir reunir todas as viaturas que participaram em 2023 na mesma grelha de partida!”

  • Ponte de Sôr fechou com chave de ouro a temporada de 2023 do Troféu X-Trophy

    Ponte de Sôr fechou com chave de ouro a temporada de 2023 do Troféu X-Trophy

    Ponte de Sôr recebeu no passado dia 10 a derradeira prova da temporada de 2023 do troféu X-Trophy,  o troféu de resistências todo-o-terreno moto e quads promovido pela X-Adventure sob a égide da Federação de Motociclismo de Portugal, numa organização que ficou a cargo do Moto clube Matuzas e que levou até esta cidade do Alto Alentejo praticamente duas centenas de pilotos para um grande dia de corridas.

    O X-Trophy Ponte de Sôr foi composto pelas habituais provas de motos e moto-4 para os pilotos seniores que somam pontos nas competições principais,  e incluiu também as habituais prova de iniciados, sendo que pela primeira vez a competição de iniciados Moto se dividiu em duas mangas separando os pilotos com motos mais potentes dos pilotos mais jovens e com motos mais lentas, isto devido ao número mais elevado de inscritos.  Por isto mesmo, foi a primeira vez na já longa e conceituada história do Troféu X-Trophy que o programa de um evento foi composto por 5 corridas.

    Outro ponto de destaque destas última prova foi o regresso a estas corridas do conceituado “Beto” Borrego, que nos últimos tempos tem sido um dos principais animadores das corridas de SSV do campeonato nacional de todo-o-terreno, mas que uma longa e invejável carreira nas Moto-4, repleta de sucessos.

    Entre os mais pequenas que correm em duas rodas, Rodrigo Matos levou a melhor sobre os seus adversários na categoria Iniciados TT1, sendo mesmo o único com 10 voltas cumpridas. Também em iniciados TT2 o vencedor conseguiu dar mais uma volta, que neste caso foi Dinis Neto que com 14 voltas superou um forte grupo de rivais que terminou junto com 13 voltas.   Em iniciados TT3 a competição foi muito renhida emergindo como vencedor Bernardo Caiado como vencedor com 16 voltas concluída numa prova onde nem mesmo uma queda lhe retirou ritmo. 

    Depois das provas motos disputou-se a prova da categoria Iniciados Quad,  esta já no formato habitual com todas das classes em simultâneo.  Em Iniciados Q2, Diogo Martins venceu a corrida com 10 voltas, mais uma que o seu rival direto.  Em Iniciados Q3, a mais participada e renhida, foi  Bernardo Conceição o grande vencedor, sendo o único com 14 voltas e a realizar um resultado ao nível nos melhores nas motos iniciados.  Martim Ribeiro a correr em Iniciados Q4 não tinha rivais diretos e foi por isso o natural,  no entanto empenhou-se e conseguiu também dar 14 voltas ao circuito, um resultado que em termos de hipotética classificação geral daria para um segundo lugar.

    Seguindo a lógica de alternância em pista, em Ponte de Sôr foram os homens das moto-4 os primeiros em pista,  enfrentando um circuito com quase 12 quilómetros de extensão que se iniciava junto da zona industrial da cidade e se prolongava para noroeste pelas rápidas pistas do montado.   A lista de inscritos era particularmente  recheada de pilotos de topo aos quais se juntavam ainda bastantes pilotos menos conhecidos mas nem por isso muito mais lentos.  

    Depois de uma espetacular partida, à primeira passagem era Tomás Paulo em Yamaha YFZ450 quem vinha na frente trazendo atrás de si Tiago Ferreira em moto idêntica. Em terceiro aparecia “Beto” Borrego, a demonstrar que “Alentejano voador” ainda retém todos os seus dotes de condução de moto 4.  À segunda volta Tomás Paulo voltava a passar na frente, mas “Beto” Borrego já tinha ultrapassado Tiago Ferreira e tinha agora como alvo o primeiro lugar.   Foi assim até à sexta volta, altura em que Luís Fernandes passou o piloto da Ponte de Sôr e ascendeu a segundo.  Mais uma passagem e Luís Fernandes assume o comando, enquanto dos dois animadores da fase inicial se atrasaram.

    À oitava volta Tomás Paulo e “Beto” Borrego já estavam fora de prova, Luis Fernandes consolidava a liderança, Tiago Ferreira recuperava o segundo lugar e em terceiro lugar virtual surgia o primeiro piloto dos Hobby, Daniel Perdigão.

    Luís Fernandes venceu a corrida na classe Q-Elite, reservada aos pilotos Federados, sendo mesmo o único entre Federados e Hobby a conseguir dar 11 voltas à pista, fruto de um ritmo significativamente superior.    Em Q1-Hobby venceu Daniel Perdigão enquanto Hugo Vasco venceu entre os Hobby Q-2.

    Nas subclasses, Joana Mendes (Q2-Hobby) venceu a classe reservada às senhoras,  Carlos Reguinga (Q-Elite) venceu a classe Veteranos e Simão Almeida (Q-Elite) venceu entre os Juniores.

    Para encerrar o ano em grande disputou-se a prova reservada às motos de duas rodas, com cerca de uma centena de pilotos inscritos e dos quais se esperava muita competitividade ao longo dos cerca de 90 minutos que dura a prova. Dada a partida, o primeiro a conseguir percorrer os 12 quilómetros do circuito era  Jorge Leite em Yamaha YZ250 (TT2), seguido de perto por Nuno Palma em Kawasaki KXF450(TT2) e João Duarte em Honda CRF250 (TT1)

    À segunda volta ficava pelo caminho Nuno Palma, fazendo com que João Duarte passasse a segundo e Guilherme Caldeira, o primeiro dos Hobby, subisse a terceiro na classificação virtual.

    Daqui em diante a frente corrida a ser um assunto que disse respeito apenas a João Duarte e Jorge Leite, que trocaram algumas vezes de posições, com vantagem para o piloto da Honda que viria a ser o primeiro no final em termos de classificação geral.

    Em termos de resultados finais, na categorias reservadas aos pilotos federados, João Duarte venceu a corrida na categoria TT1,  Jorge Leite venceu na categoria TT2.  Na categorias Hobby, em TT1 venceu Flávio Neves, em TT2 venceu João Lourenço.

    Quanto a subclasses, em Juniores venceu Samuel Cardoso, enquanto nos veteranos venceu Óscar Duarte.  Uma palava de destaque merece Bernardo Caiado, pois para além de ter participado na corrida Moto-Iniciados na categoria  TT3 a qual venceu, enfrentou depois a corrida principal, terminando em terceiro lugar entre os Juniores, sétimo entre os TT1.

    O X-Trophy Ponte de Sôr 2023 foi organizado pelo Moto Clube Moto Matuzas, com o apoio do Município de Ponte de Sôr e da União de Freguesias de Ponte de Sôr, Tramaga e Vale de Açor.

    O Troféu X-Trophy é promovido pela X-Adventure, sob a égide da FMP – Federação de Motociclismo de Portugal, e com o apoio da 21RaceStore.com, da Mundimat, da Mundilimpa, da Tanqueluz e da Tractomoz, e ainda do Guia Rural e do Imagensdesportivas.com

  • Manuel Gião: “perdemos o título, mas ganhámos uma equipa”

    Manuel Gião: “perdemos o título, mas ganhámos uma equipa”

    Manuel Gião chegava à temporada de 2023 como campeão do Iberian Supercars Endurance e do Campeonato de Portugal de Velocidade, esperando defender os seus ceptros. No entanto, um conjunto de contrariedades impediram-no de se bater pelos títulos deste ano, muito embora tenha evidenciado competitividade. Ainda assim, o piloto de Vila de Rei aponta a conquista de um bem maior.

    Quais eram as tuas expectativas para a temporada de 2023, com a tua participação no Iberian Supercars Endurance e no Campeonato de Portugal de Velocidade?
    Manuel Gião: Sinceramente, esperava lutar pelos títulos. Sabia que 2023 iria ser ainda mais competitivo devido à entrada de novas equipas e pilotos internacionais. Tinha um Mercedes AMG GT4, que é um dos carros mais competitivos da categoria, um excelente companheiro de equipa, que era o Carlos Vieira e uma boa equipa, a RACAR Motorsport. Depois, tive ainda outro colega de equipa muito forte, o Roberto Faria, que veio da FIA Fórmula 3, e foi extremamente rápido assim que entrou em pista. Tínhamos tudo para discutir os primeiros lugares em todas as corridas, mas diversas contrariedades técnicas impediram-nos de lutar pelos nossos objectivos, muito embora tivéssemos performance para isso.

    Foi notoriamente uma temporada difícil para ti, mas qual foi o maior desafio da temporada?
    Manuel Gião: Não foi propriamente um desafio, penso que 2023 a sorte não esteve do meu lado. Recordo que na segunda prova em Jarama arrancava da pole-position e, quando liguei o carro para me posicionar na grelha de partida, a bomba de gasolina não funcionou. Enfim, foi um ano em que me aconteceu este tipo de situações, mas quando estávamos em pista lutámos sempre pela vitória.

    Qual foi o melhor momento e o momento mais despontante da temporada?
    Manuel Gião: O melhor momento foi a vitória na GT4 Pro, em Vila Real, que foi sem dúvida o evento do ano em termos de espectadores, organização e espectáculo. Foi uma corrida dura, com um ritmo elevado, mas conseguimos ser os mais fortes. O último fim-de-semana, no Estoril, onde ainda tinha matematicamente possibilidades de discutir o título do Campeonato de Portugal de Velocidade foi difícil de gerir. Estávamos muito competitivos e seguros de que poderíamos estar, uma vez mais, na luta pelas vitórias, como já acontecera em Vila Real e em Jerez, mas nem sequer saímos da boxe, devido a problemas de alimentação. Foi muito frustrante e um final desapontante para uma época muito desafiante.

    Que balanço fazes da temporada?
    Manuel Gião: Foi uma temporada com altos e baixos, tendo a RACAR Motorsport e eu aprendido muito com os problemas sucedidos durante este ano. Por vezes, aprendemos mais com as situações menos conseguidas, para que no futuro não se repitam. A RACAR Motorsport é uma equipa que teve um crescimento e um desenvolvimento muito grande este ano e para 2024 vai estar muito forte em várias frentes, tanto a nível ibérico como europeu. Perdemos o título, mas ganhámos uma equipa mais experiente e coesa.

    Quais são os teus planos para 2024?
    Manuel Gião: Para 2024 espero voltar a participar no Iberian Supercars e no Campeonato de Portugal de Velocidade, dado que estes são os campeonatos mais importantes da Península Ibérica. 

  • MEDIA4RACE: novo portal de notícias dedicado ao Motorsport

    MEDIA4RACE: novo portal de notícias dedicado ao Motorsport

    O ano que se aproxima traz novos desafios, novos objetivos e metas. O Nuno Dinis Photos, nascido em março de 2010 deixa de existir, dando lugar ao projeto MEDIA4RACE.

    Com a mesma dedicação, entusiasmo, profissionalismo e ambição, o MEDIA4RACE continuará o legado do Nuno Dinis Photos com várias vertentes, todas elas dedicadas ao desporto motorizado.

    O MEDIA4RACE pretende ser um meio de divulgação do desporto motorizado nacional e não só, divulgando as provas e eventos que decorrem por esse mundo fora, através de notícias, fotografias e vídeos.

    MEDIA4RACE tem atualização diária e abre as suas páginas eletrónicas aos interessados em informar, promover, divulgar, publicitar algo sobre o desporto motorizado. MEDIA4RACE quer contribuir também para a divulgação e promoção de jovens pilotos, da divulgação de novos eventos e ideias quando assim os intervenientes o entendam. Desporto motorizado é no MEDIA4RACE (www.media4race.net).

  • Franco Sport no Rally Dakar 2024

    Franco Sport no Rally Dakar 2024

    A equipa Franco Sport apresentou em Santarém a sua próxima participação no Rally Dakar 2024. Será a segunda presença de Mário Franco na grande competição mundial do desporto motorizado, desta vez acompanhado de Daniel Jordão. Os dois irão tripular um protótipo ligeiro Yamaha inscrito na nova classe Challenger (ex-SSV T3). O evento contou com a participação dos diversos elementos da estrutura da Franco Sport, diversos parceiros e muitos amigos e decorreu na Bluemotor – Concessionário Oficial Yamaha.

    “Estou imensamente feliz por poder voltar ao Dakar dois anos depois da minha estreia. Sei que vamos ter pela frente uma prova ainda mais exigente do que em 2022 e vamos encontrar uma concorrência muito forte na classe Challenger. O Dakar como principal evento motorizado a nível mundial tem sempre de nos reservar algumas surpresas e dificuldades diferentes do habitual. Para além da extensa quilometragem, nesta edição vamos ter uma etapa de quarenta e oito horas, na qual vamos ter que nos ‘safar’ com os nossos próprios meios e sem possibilidade de contacto com alguém”, salientou Mário Franco ex-campeão nacional de todo-o-terreno TT2 e que por três vezes venceu a Taça Yamaha. Quanto às metas traçadas para esta competição acrescenta: 

    “É sempre difícil apontar a um objetivo em termos de classificação, até porque temos a noção de que a concorrência na categoria Challenger é muito forte. O objetivo primordial passa por terminar o Dakar, mas vamos procurar andar depressa e ser competitivos, apesar de não sermos dos mais experientes na prova. Vou para o meu segundo Dakar e o Daniel estará pela primeira vez numa corrida desta extensão. É uma estreia absoluta no Dakar. Vamos conscientes das dificuldades, mas muito motivados para um desafio fantástico”, referiu o piloto que em 2019 conquistou um lugar no Top 5 do Rally du Maroc. De referir que Daniel Jordão, piloto com larga experiência e grande currículo no motociclismo nacional, estreou-se como co-piloto no Rally de Marrocos deste ano, fazendo dupla com o inglês William Buller.

    Depois de longos anos em África e posteriormente na América do Sul, o Rally Dakar 2024 terá a sua quinta edição consecutiva a ser disputada na Arábia Saudita, com um traçado que promete, uma vez mais, ser muito exigente. A prova começa com um prólogo, no dia 5 de janeiro em Al-Ula e termina em Yanbu, no dia 19. Terá um dia de paragem, a 13 de janeiro, na capital Riyadh. O percurso será composto por 60% de percursos totalmente novos, num total de 7.881 quilómetros, dos quais 4.727 serão cronometrados. Serão 14 dias de corrida repartidos por 12 etapas e um prólogo. Nesta edição de 2024 vai ser ainda introduzindo um conceito totalmente novo: uma etapa crono de 48 horas realizada em dois dias em que os competidores, espalhados entre oito acampamentos, serão deixados à sua própria sorte.

  • Tomás Pinto fechou época na Madeira

    Tomás Pinto fechou época na Madeira

    O “jovem lobinho” da Famaconcret Racing Team foi até à “Pérola do Atlântico” disputar a Taça da Madeira de Karting. O piloto da Régua viveu um fim-de-semana difícil, mas onde voltou a ostentar toda a sua competitividade.

    Depois de uma época positiva no Campeonato de Portugal Rotax, Tomás Pinto decidiu rumar até à Ilha da Madeira para enfrentar o forte pelotão local, alinhando na edição 2023 da Taça da Madeira de Karting.

    Com duas dezenas de participantes, a categoria Sénior Max apresentava-se como uma das mais competitivas. Tendo pela frente os 1040 metros da pista do Kartódromo do Faial, Tomás Pinto conseguiu rodar com tempos entre os mais rápidos, apesar do seu desconhecimento do traçado e tendo como oponentes pilotos habituados a competir na pista madeirense.

    Por outro lado, alguns problemas na afinação do seu CRG, impediram que pudesse estar na luta pelos lugares da frente, concluindo no 13º posto.

    Tomás Pinto resume esta ultima prova da época como tendo sido “um fim-de-semana bastante atribulado, com alguns pequenos problemas pelo meio, que nos deu bastante dificuldade,mas conseguimos resolver sempre tudo e recuperar lugares ao longo das corridas… Quero agradecer em especial ao meu pai por tornar tudo isto possível, e em especial também ao meu amigo Luís Silva, líder do Famaconcret Racing Team, por todo o apoio, ajuda e companheirismo ao longo do fim de semana. Agradecer também a minha equipa Dino MotorSport, ao Dino Nobrega e ao Rui Filipe Ribeiro que tudo fizeram para que o kart estivesse sempre à altura”.

  • GT4 Winter Series chega no início de 2024

    GT4 Winter Series chega no início de 2024

    Uma nova competição está prestes a iniciar-se na Península Ibérica e dá pelo nome de GT4 Winter Series.

    Se a GT Winter Series, que vai entrar na sua quarta época, é já um nome reconhecido no panorama das corridas do sul da Europa, na próxima temporada vão fazer-se acompanhar pela GT4 Winter Series. Ambas as competições são promovidas pela Gedlich Racing, com a gestão desportiva a cargo da Race Ready, e partilham o mesmo calendário de seis provas, entre Janeiro e Março de 2024, em circuitos de topo em Portugal e Espanha.

    A GT4 Winter Series é uma competição oficialmente licenciada pela SRO que assenta nas regras internacionais da categoria GT4 e usa o seu logótipo oficial. Com pneus Pirelli e um “Balance of Performance” (BoP) oficial, a GT4 Winter Series está preparada para satisfazer as exigências profissionais dos pilotos que ambicionam competir na classe GT4, assim como servirá de rampa de lançamento de equipas na categoria.

    Todos os seis eventos do calendário são compostos por duas sessões de qualificações, duas corridas de 30 minutos cada e uma de “endurance” de 60 minutos. A organização também garante a possibilidade da realização de dois dias de testes antes do evento, com um tempo de pista de cerca de 280 minutos.

    Cada carro pode ser conduzido por um ou dois pilotos, sendo que pilotos categorizados pela FIA como “Gold”, “Silver” e “Bronze” estão autorizados a participar. Para além das categorias PRO, PRO/AM e AM, para os carros homologados como GT4, existirá também uma classe separada para os Porsche Cayman GT4 CS.

    O uso de pneus Pirelli é obrigatório e a quantidade de pneus novos é limitada para manter os orçamentos em linha com o espírito da competição.

    Também novidade para 2024 será a introdução da Prototype Winter Series (PTWS), competição que tem um acordo com o Automobile Club de l’Ouest (ACO) para acolher os protótipos da categoria LMP3. Esta competição terá quatro provas – Estoril, Portimão, Aragón e Barcelona – no próximo ano e destina-se a equipas e pilotos que desejam preparar as temporadas do European Le Mans Series (ELMS) ou da Le Mans Cup.

    Todas as corridas decorrem no programa de eventos da GT Winter Series, que, no futuro, será apenas para carros FIA GT3 ou oriundos dos vários troféus monomarcas (Cup e Challenge).

    CALENDÁRIO

    13/14 Janeiro – Estoril 🇵🇹

    20/21 Janeiro – Portimão 🇵🇹

    10/11 Fevereiro – Jerez 🇪🇸

    17/18 Fevereiro – Valência 🇪🇸

    02/03 Março – Aragón 🇪🇸

    09/10 Março – Barcelona 🇪🇸

  • Ford anuncia pilotos oficiais do Mustang GT3

    Ford anuncia pilotos oficiais do Mustang GT3

    Ben Barker, Chris Mies, Dennis Olsen, Andy Priaulx e Frédéric Vervisch juntam-se aos pilotos já anunciados Joey Hand, Dirk Müller, Harry Tincknell e Mike Rockenfeller na equipa Ford Performance Mustang GT3 para a temporada de resistência de 2024.

    Mies e Vervisch conduziram no passado sábado o novo carro de competição no Daytona International Speedway, em preparação para a “Rolex 24 at Daytona” (vulgo “24 Horas de Daytona”), prova que terá lugar em janeiro de 2024 e onde irão completar as formações da equipa Ford Multimatic Motorsports, com Mies a juntar-se a Tincknell e a Rockenfeller no Mustang GT3 #64 e Vervisch a conduzir o Mustang GT3 #65, dividindo-o com Hand e Müller.

    Daytona irá marcar a estreia oficial do novo Ford Mustang GT3 nas competições de resistência, modelo que assume o protagonismo numa altura em que a icónica insígnia “Mustang” celebra o seu 60º aniversário. A partir de Daytona, o Mustang irá competir em seis dos sete continentes do planeta, em circuitos lendários como Le Mans e Interlagos.

    Para além do empenho oficial no campeonato IMSA, conduzido pela Ford Multimatic Motorsports, os pilotos de fábrica dos modelos de competição irão apoiar os programas de clientes do Mustang GT3 em todo o mundo, abrangendo as disciplinas IMSA GTD e GT World Challenge Europe e o Campeonato do Mundo FIA de Resistência (WEC).

  • Mário Castro: “enquanto piloto, tive em 2023 mais uma época positiva”

    Mário Castro: “enquanto piloto, tive em 2023 mais uma época positiva”

    Sem deixar de colocar o seu foco principal na sua atividade de navegador, Mário Castro conseguiu, uma vez mais, saltar para o lugar de piloto e assumir mais uma época de bom nível aos comandos do Ford Fiesta da Liber Jeans, que voltou a partilhar com Ricardo Cunha.

    O consagrado fafense sempre assumiu que prepara as suas temporadas enquanto piloto levando em linha de conta a premissas do calendário não perturbar a sua carreira de navegador.

    2023 não fugiu a essa regra e foi “mais uma temporada em que estive presente em alguns ralis do Promo e Start Norte, conseguindo ainda alinhar em mais três eventos que eu sempre desejei participar”.

    E arrancou o ano logo num desses eventos especiais. Alinhando no Rali das Camélias, que considera ser “um rali mítico, nas espetaculares estradas da zona de Sintra. Um rali difícil, mas onde conseguimos imprimir um bom ritmo durante toda a prova e conseguimos um bom resultado.

    Depois, foi tempo de Mário Castro e Ricardo Cunha virarem a mira para o Campeonato Start Norte de Ralis, competição onde queriam estar, como sempre, na discussão dos lugares cimeiros. Mas, a sorte nada quis com as suas justas ambições.

    “Começamos em Gondomar, mas infelizmente desistimos cedo, o mesmo acontecendo na prova seguinte em Famalicão e com isso hipotecamos logo de início as nossas aspirações a uma boa classificação no final do campeonato. Depois fomos a Santo Tirso, um rali em que andamos no máximo que conseguimos. O resultado foi positivo, mas perante a concorrência foi difícil fazer melhor que o 11° no Start Norte”.

    Depois, deram por concluída a sua presença no campeonato, alinhando em Viana do Castelo: “foi rali que se tornou muito difícil pelas inconstantes condições climatéricas e onde uma má escolha de pneus nos retirou a possibilidade de lutar pelo pódio do Start Norte”.

    Pelo meio das refregas competitivas a norte, Mário Castro cumpriu uma efeméride na sua longa e bem sucedida carreira.

    “Conseguimos marcar presença no Rali Vinho Madeira. É um dos melhores ralis da Europa e que eu sempre desejei um dia participar como piloto. Eu já tinha 19 presenças no rali como navegador e nada melhor que fazê-lo como piloto para comemorar a minha 20ª participação na prova. Foi um rali espetacular a todos os níveis. A classificação era o menos importante, mas ainda assim andamos muito bem e conseguimos uma boa classificação em termos de classe. Foi sem dúvida um rali que ficará no meu álbum de boas recordações!”.

    O fecho do pano sobre a época deu-se em Cantanhede: “decidimos fazer o rali que contava para a Taça dos Campeões de Ralis Regionais. Fizemos uma grande prova e só o facto de termos um carro menos competitivo que a concorrência nos impediu de terminar ainda melhor classificados. Mesmo assim, foi um resultado positivo”, somando mais uma vitória na sua classe e presenças bem dentro dos Top 10 das classificações da Taça, do Start Centro e Promo Centro.

    Em jeito de rescaldo, Mário Castro considera ter sido “mais uma época positiva, o que nos deixa com o sentimento de dever cumprido”.

    E 2024?! Após vários anos fiel ao Ford Fiesta, o fafense sente que é hora de mudar: “para 2024 não consigo ainda ter nada de concreto. O que eu gostaria era de passar para outro carro, sempre na categoria de 2 rodas motrizes. O ideal seria um Rally4, mas acho muito difícil concretizar a aquisição, por ser muito caro. Vamos ver o que se consegue, mas seja com que carro for será sempre para competir em provas regionais. Gostava de fazer o Azores Rallye e até uma prova na Galiza, mas tenho de fechar orçamentos”.

  • José Grosso deu “show” com um Hyundai Accent WRC no Leiria Festival Rallye

    José Grosso deu “show” com um Hyundai Accent WRC no Leiria Festival Rallye

    O piloto e colecionador leiriense José Grosso voltou a escolher o Leiria Festiva Rallye como último evento de mais uma época.

    E fê-lo ao mais alto nível, presenteando a prova e o forte contingente de aficionados que acorreram às especiais disputadas durante dois dias em leiria e São pedro de Moel, com a possibilidade rara de ver um WRC a exibir-se em estradas lusitanas.

    José Grosso apresentou-se à partida com um Hyundai Accent WRC ex-fábrica, que, em tempos idos, foi tripulado por Alister McRae no Mundial de Ralis. O líder da equipa Grossorent Historic Rally não escondia o orgulho e a felicidade de poder usufruir do privilégio de conduzir um dos “monstros” do WRC…

    Mas, além do farto prazer que retirou da condução do imponente carro coreano, José Grosso venceu ainda o prémio “Melhor Original” no evento de fecho de época organizado pelo NDML.