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  • CPV/SE: Orlando Batina e Sérgio Azevedo vencem corrida na festa dos títulos

    CPV/SE: Orlando Batina e Sérgio Azevedo vencem corrida na festa dos títulos

    A segunda corrida da ronda final da temporada deste ano do Iberian Supercars Endurance e Campeonato de Portugal de Velocidade, o Estoril Season Finale, foi uma vez mais dramática, acabando por José Carlos Pires e Francisco Abreu se sagrado Campeões da GT4 Pro na primeira vitória de Sérgio Azevedo e Orlando Batina.

    Depois da prova matinal, o duo do BMW M4 GT4 da Speedy Motorsport precisava de um segundo lugar para vencer o título, independentemente do resultado dos seus grandes rivais – Nuno Pires e Elias Niskanen, em Mercedes AMG GT4 da Lema Racing. Jan Duran, em Mercedes AMG GT4 da NM Racing Team, arrancou da pole-position, mas na partida, Orlando Batina, em BMW M4 GT4 (F82) da Batina Racing, da terceira posição, esteve melhor quando os semáforos se apagaram e saiu da primeira curva no comando, seguido do ‘poleman’, de Patrick Cunha, Audi R8 LMS GT4 da Veloso Motorsport, e dos dois candidatos ao título nas posições seguintes, com Elias Niskanen a comandar Francisco Abreu.

    Este grupo, acompanhado ainda por Nil Montserrat (Mercedes da NM Racing Team), seguiam a alta velocidade separado por um par de segundos, sendo Jan Duran, a tentar suplantar Orlando Batina, e Elias Niskanen, desejoso de suplantar Patrick Cunha, os mais aguerridos. Já perto da janela de troca de pilotos, o recruta da equipa espanhola passou para o comando, ao passo que o finlandês ascendeu ao terceiro posto, aumentando as suas possibilidades de conquistar o ceptro.

    Foi neste cenário que os carros visitaram as boxes, mas quando todas as trocas de pilotos estavam realizadas, Nuno Pires, que faz equipa com Elias Niskanen no Mercedes AMG da Lema Racing, comandava seguido Guillermo Aso, no Mercedes que divide com Jan Duran, Sérgio Azevedo, BMW M4 GT4 (F82) da Batina Racing, Francisco Cruz, em Aston Martin Vantage GT4 da Racar Motorsport que partilha com Pedro Perino, estando José Carlos Pires apenas em quinto. Neste cenário, o título caía nas mãos de Nuno Pires e Elias Niskanen, no Mercedes AMG da Lema Racing, ao passo que o piloto do BMW M4 GT4 da Speedy Motorsport, para assegurar o ceptro tinha de subir a segundo.

    No entanto, duas voltas depois, Guillermo Aso atrapalhou-se com uma ultrapassagem a um retardatário, falhou o ponto de travagem e foi acertar no Mercedes AMG de Nuno Pires, atirando-o para um pião. Definitivamente atrasado e sem qualquer perspectiva de poder conquistar o ceptro, Nuno Pires entrou nas boxes para abandonar, o que entregou o título a José Carlos Pires e Francisco Abreu, que assim conseguiram subir ao terceiro posto. Guillermo Aso acabaria por cruzar a linha de meta na primeira posição à frente de Sérgio Azevedo, mas depois da prova, o espanhol acabaria por ser penalizado com cinco segundos, devido ao seu protagonismo no incidente com Nuno Pires, terminando em sexto lugar, uma vez que um Safety-Car tardio compactou o pelotão.

    Sérgio Azevedo e Orlando Batina eram assim declarados vencedores da última corrida da temporada, sendo seguidos por José Carlos Pires e Francisco Abreu, que celebraram o título no pódio, e Francisco Cruz e Pedro Perino, que ficaram classificados no terceiro posto aos comandos do Aston Martin Vantage AMR GT4 da Racar Motorsport.

    Alberto de Martín e Nil Montserrat, no Mercedes AMG da NM Racing, venceram a GT4 Bronze, mas foi insuficiente para que impedissem a conquista dos títulos de Jorge Rodrigues e Patrick Cunha, que terminaram na segunda posição, mas são Campeões da sua divisão no Iberian Supercars Endurance e Campeonato de Portugal de Velocidade. Luís Calheiro e Paulo Macedo, em Mercedes AMG GT4 da Lema Racing, com uma prova sólida ficaram no terceiro posto à frente de Gabriela Correia – também num carro de Estugarda, mas da JC Group Racing Team – que realizou uma prova de encher o olho desde o décimo oitavo posto.

    Depois da excelente recuperação da parte da manhã que o levou até ao segundo posto, Daniel Teixeira, a arrancar da pole-position da TCR, venceu a sua divisão e conquistou os respectivos títulos e ainda o de Turismos em ambos os campeonatos. O piloto do Cupra TCR da JT59 Racing Team foi acompanhado na subida ao pódio pela dupla pai e filho Paulo Silva e Guilherme Silva, em Audi RS3 LMS TCR da PDauto, e José Correia e Beatriz Correia, em Cupra TCR da JC Group Racing Team.

    Borja Hormigos e Héctor Hérnandez, no BMW M240i Racing da Autoworks Motorsport, concluíram a temporada de uma forma perfeita, com mais um triunfo na TC, e conquistaram os dois ceptros da sua divisão – o do Iberian Supercars Endurance e Campeonato de Portugal de Velocidade. O duo espanhol foi acompanhado na subida ao pódio da TC pelo duo Duarte Camelo e Gabriel Caçoilo e por Mariana Machado, ambos em Ginetta G40 do FPAK Junior Team. Duarte Camelo acabou por ser o mais bem classificado nos campeonatos entre os jovens pilotos apoiados pela entidade federativa.

    Álvaro Ramos e Fernando Soares, em Aston Martin Vantage AMR, venceram a corrida em GTX e, com isso, conquistaram os títulos da sua divisão e da categoria GTC em ambos os campeonatos. Miguel Nabais e André Nabais, McLaren 570S da Speedy Motorsport, ficaram no segundo posto à frente de Tomás Pinto Abreu e Simon Moore, Ginetta G50 da Tockwith Motorsports, que completaram o pódio da GTX com uma performance de grande nível numa pista pouco favorável ao carro inglês. Rui Miritta venceu a divisão Cup, sendo que o piloto da Monteiro Competições beneficiou de uma penalização de Marcus Fothergill e Dave Benett, que caíram para segundo, o que não os impediu de conquistar a vitória da divisão no nacional de velocidade e no ibérico. João Posser e Miguel Caetano, em Porsche 911 Cup da Veloso Motorsport, completaram o pódio.

  • CPV/SE: corrida de cortar o fôlego e título ainda por decidir

    CPV/SE: corrida de cortar o fôlego e título ainda por decidir

    Com os títulos do Iberian Supercars Endurance e Campeonato de Portugal de Velocidade por decidir, e pesando nas estratégias da maioria das equipas, foi com uma pista fria e com um céu enublado que se deu a partida para a corrida matinal deste domingo e, logo aí, se percebeu que os dois homens da frente estavam decididos em vencer.

    José Carlos Pires, no BMW M4 GT4 da Speedy Motorsport, arrancou da pole-position, mas logo na primeira curva da prova sofreu a pressão de Nuno Pires, em Mercedes AMG GT4 da Lema Racing, ao passo que Jorge Rodrigues, que liderava a GT4 Bronze no Audi R8 LMS GT4 da Veloso Motorsport, seguia de perto o duo, sem, no entanto, querer se envolver de forma directa na batalha dos dois homens da frente.

    Os dois carros da frente envolveram-se numa luta intensa, com diversas tentativas do piloto do Mercedes-AMG em suplantar o líder, acabando-o por fazer a meio do primeiro ‘stint’. No entanto, Nuno Pires, que parecia mais rápido, não conseguiu afastar-se do seu perseguidor e, já perto das paragens nas boxes, quando tentava dobrar outro carro, foi obrigado a levantar o pé, o que permitiu a José Carlos Pires recuperar o comando. Foi com estas posições que se realizaram as trocas de pilotos, mas Elias Niskanen, quando regressou à pista, estava a três segundos de Francisco Abreu, o que obrigava ao piloto do Mercedes AMG GT4 recuperar e ultrapassar o seu adversário do BMW M4 GT4 para aumentar as possibilidades de alcançar o título para o duo da Lema Racing.

    Verificou-se então a um festival de pilotagem dos dois primeiros, imprimindo um andamento avassalador por entre o muito tráfego em pista, mas com o finlandês a aproximar-se paulatinamente do português, alcançando a traseira do BMW na entrada para a penúltima volta. O primeiro ataque de Elias Niskanen verificou-se na travagem para a Curva 1, mas Francisco Abreu defendeu-se por dentro, mantendo o comando. No entanto, o piloto da Lema Racing estava determinado em vencer e, depois, de na entrada da última volta não ter conseguido lançar um ataque na primeira travagem, na Curva 2 aproveitou uma abertura para meter o seu carro, mas verificou-se um toque entres os dois. Depois de uma passagem de ambos os carros pela escapatória, o Mercedes-AMG emergiu à frente do BMW, mas entretanto, o jovem estreante Jan Duran já tinha passado para o primeiro lugar.

    O espanhol, em Mercedes AMG GT4 da NM Racing que divide com Guillermo Aso, realizou uma excelente prestação, mantendo os dois primeiros no seu horizonte e, quando o duo da frente teve problemas, ascendeu ao comando, vencendo a primeira corrida do fim-de-semana. A dupla da Lema Racing, José Carlos Pires e Elias Niskanen, cruzaram a linha de meta no segundo posto, somando ainda o ponto da volta mais rápida, e o da Speedy Motorsport, no terceiro. No entanto, o duo luso-finlandês foi penalizado com cinco segundos devido ao incidente entre os dois candidatos ao título, ficando as posições deles na corrida invertidas.

    Sérgio Azevedo e Orlando Batina, em BMW M4 GT4 (F82), na sua primeira temporada na categoria, protagonizaram também uma corrida de excelente nível e alcançaram o quarto posto a oito segundos dos vencedores. Com um ritmo muito forte desde o início, Jorge Rodrigues e Patrick Cunha, em Audi da Veloso Motorsport, assumiram uma prova de gestão, vencendo a GT4 Bronze e conquistaram o título do Campeonato de Portugal de Velocidade na sua divisão.

    Bruno Pires, que se estreou aos comandos do novo Porsche 718 Cayman GT4 RS CS da Speedy Motorsport, conseguiu um bom segundo posto, mostrando uma crescente adaptação à máquina de Zuffenhausen. Luís Calheiros e Paulo Macedo, que sofreram um susto com uma saída de pista na volta de saída das boxes para a pré-grelha, que danificou a frente do seu Mercedes-AMG GT4, recuperaram bem desde o último lugar da geral até ao terceiro posto da divisão.

    António Coimbra, em Hyundai Elantra N TCR da Sports & You, realizou uma excelente corrida desde a pole-position, muito embora tenha sofrido algum cansaço na ponta final devido ao facto de ter falta de ritmo devido a quase um ano de inactividade. Daniel Teixeira, que ontem teve uma qualificação difícil, realizou uma excelente recuperação até ao segundo posto da sua divisão, o que foi suficiente para selar o Campeonato de Portugal de Velocidade TCR, tornando-se Campeão.

    José Correia e Beatriz Correia asseguraram o terceiro posto da divisão, continuando a senda que iniciaram em Jerez de la Frontera. Contudo, esta posição não foi fácil de segurar, pois Manuel Sousa estava decidido a terminar no pódio, até ser traído pelo seu Cupra TCR que se desligou por duas vez no final da corrida.

    Borja Hormigos e Héctor Hernández, em BMW M240i Racing, venceram a divisão TC com uma corrida em que deram o máximo e tornaram-se os vencedores da divisão do Campeonato de Portugal de Velocidade. Nas seguintes posições do pódio da classe ficaram as duplas de pilotos do FPAK Junior Team, Duarte Pinto Coelho/Francisco Cruz e Duarte Camelo/Gabriel Caçoilo.

    Na GTC, Miguel Nabais e André Nabais, McLaren 570S preparado pela Speedy Motorsport, realizaram uma excelente prova e conquistaram o seu primeiro triunfo no automobilismo, batendo Ruben Vaquinhas, no Aston Martin Vantage AMR GT4 da Racar Motorsport. Álvaro Ramos e Fernando Soares, em Aston Martin Vantage AMR GT4 da Araújo Competição, terminaram em terceiro da sua divisão, ficando Álvaro Ramos mais próximo do título do Campeonato de Portugal de Velocidade da GTC. Rui Miritta, em Porsche 911 Cup da Monteiro Competições, levou a melhor na Cup com uma corrida consistente, batendo Dave Benett e Marcus Fothergill, em Porsche 911 Cup da Tockwith Motorsport, que ficou no segundo posto e mantém as suas aspirações ao título da sua divisão, ficando Luís Rocha e Diogo Rocha no terceiro posto. A luta entre os quatro Porsche presentes foi sempre bastante animada, sendo que João Poster e Miguel Caetano chegaram a rodar nas posições do pódio da divisão. No seu regresso ao campeonato, Rui Miritta também ficou com o triunfo da categoria GTC.

  • Fernando Peres homenageado no Museu do Rali de Fafe

    Fernando Peres homenageado no Museu do Rali de Fafe

    Amigos, familiares e personalidades ligadas aos ralis protagonizaram uma ‘festa surpresa” de homenagem ao tricampeão nacional Fernando Peres. O consagrado piloto portuense com raízes em Arouca foi surpreendido ainda com a inauguração de uma exposição temática dedicada à sua carreira, que estará patente no Museu do Rali em Fafe nos próximos tempos.

    Quando Fernando Peres saiu do carro de José Pedro Silva, no exterior do Museu do Rali de Fafe, percebeu que a viagem de sábado sugerida pelo seu amigo e navegador, era, afinal, algo bem diferente.

    Dentro do recinto do museu estavam à sua espera a mãe, a esposa e as filhas, entre outros familiares, amigos de longa data, organizadores, comissários, patrocinadores, aficionados dos ralis e um naipe de pilotos e navegadores de referência da modalidade que incluíam, entre outros, Joaquim Santos, Pina de Morais, Luís e Miguel Ramalho, Mário Castro, Mex Machado dos Santos, Ricardo Cunha, Pedro Perez, Paulo Antunes, José Araújo, Jorge Ribeiro, Cristina Silva, José Silva, Pedro Ortigão, Miguel Rodrigues, Emanuel Gonçalves, André Pimenta e Jorge Rodrigues, Paulo Magalhães, em representação da FPAK, bem como elementos da Peres Competições, capitaneados pelo “mestre” Luís Dias.

    Debaixo de um pano, com honras de destaque numa ala do museu, repousava o Ford Sierra Cosworth de Grupo N que Fernando Peres tripulou na fase de transição da Diabolique Motosport para a criação da Peres Competições. O carro, que ultimamente tem sido utilizado por Filipe Madureira, foi alvo de uma intervenção profunda que o deixou imaculado, para felicidade do dono e de todos quantos agora vão poder saborear um pedaço da história de sucesso do piloto e da equipa que fundou, na exposição temática que o Museu do Rali de Fafe terá à disposição dos visitantes nos próximos tempos.

    A homenagem foi idealizada e coordenada por Filipe Madureira que não escondia a “profunda satisfação que sinto. Tenho utilizado o Ford Sierra Cosworth Grupo N da Peres Competições e, como demonstração da minha profunda gratidão ao Fernando e à equipa, eu queria devolver o carro, agora que a época terminou, de uma maneira que tivesse algum simbolismo. Então, fizemos um trabalho profundo para colocar o carro sem qualquer mazela e com a decoração original do Vinho Madeira de 1990. Depois, na minha primeira visita a Museu do Rali de Fafe percebi que seria o local perfeito para uma homenagem surpresa e o José Pereira acolheu a ideia de imediato e transformou-a numa exposição temática que vai permitir a todos, principalmente as novas gerações, conhecerem melhor a fabulosa carreira do Fernando. Estamos muito felizes com a forma como a festa decorreu e, sobretudo, por percebermos que o Fernando ficou muito emocionado. Ele merece, pelo piloto que é, mas, principalmente, pela fabulosa pessoa que sempre soube ser!”.

    E foi um emocionado Fernando Peres que agradeceu “este gesto que muito me honra. Fico feliz pela homenagem, mas ainda mais feliz por poder rever tantas pessoas que tanto prezo. Sempre disse que, muito mais do que as vitórias e os títulos, a competição deu-me prazer puro por poder andar depressa e, sobretudo, amizades que enriqueceram e enriquecem a minha vida. Estou profundamente grato e muito satisfeito por poder ter esta exposição neste museu, que tem feito um trabalho notável em prol da história e da divulgação dos ralis”.

    Para José Pereira, fundador e curador do museu, a homenagem e a exposição são “mais do que justas e foi de forma muito sentida que o nosso museu aderiu a esta iniciativa. Sou, pessoalmente, um grande admirador do Fernando Peres e, já há muito tempo, que desejávamos ter em exposição um dos carros míticos da sua carreira. Felizmente, proporcionou-se podermos colaborar nesta festa e, com a preciosa ajuda do Filipe Madureira, que está de parabéns pela forma como idealizou esta surpresa para o Fernando, montámos esta exposição temática, que convido todos a visitar. Ficou também a promessa mútua que, num futuro próximo um dos carros do Fernando poderá vir a fazer parte do espólio e da exposição permanente do Museu do Rali de Fafe”.

    Senhor de um palmarés invejável, Fernando Peres foi tricampeão nacional de ralis (94, 95 e 96), sendo três vezes campeão em cinco participações no Campeonato de Ralis dos Açores.

  • CPV/Supercars: Daniel Teixeira favorito ao título nos TCR

    CPV/Supercars: Daniel Teixeira favorito ao título nos TCR

    Na categoria dedicada aos carros de turismo assistiu-se ao longo de toda a temporada a um duelo entre Daniel Teixeira, em Cupra TCR da JT59 Racing, e o duo constituído por Borja Hormigos e Héctor Hernández, em BMW M240i Racing da Autoworks Motorsport.

    O piloto português venceu mais corridas, quatro, mas sofreu inúmeros contratempos mecânicos, permitindo aos seus rivais espanhóis, graças à sua consistência, amealhar pontos, mantendo-se em contenda pelo ceptro, com uma desvantagem de vinte pontos, quando estão ainda por disputar cinquenta e quatro – vinte e cinco referentes à vitória de cada uma das corridas e um ponto por cada pole-position ou volta mais rápida.

    Está, portanto, tudo por definir, muito embora Daniel Teixeira assegure o ceptro caso termine as duas provas de domingo no segundo posto, mesmo que Borja Hormigos e Héctor Hernández vençam ambas as corridas, assinem todas as pole-positions e voltas mais rápidas em jogo.

    A temporada de Daniel Teixeira tem sido cheia de altos e baixo e, na divisão TCR, venceu metade das corridas em que participou, mas abandonando nas restantes, chegando ao final da temporada com 86 pontos. Manuel Sousa e Luís Silva, também em Cupra TCR, estão ainda na corrida pelo ceptro, graças ao segundo posto e à vitória conquistada no Autódromo Internacional do Algarve, chegando ao Estoril com uma desvantagem de quarenta pontos. Daniel Teixeira precisa apenas de um quarto lugar para se sagrar Campeão de Portugal de Velocidade – TCR, mas com mais carros inscritos na divisão para a Estoril Season Finale, tudo pode acontecer no derradeiro evento da época.

    Se na divisão TCR Daniel Teixeira já é o virtual vencedor, tornando-se Bi-Vencedor do Iberian Supercars Endurance – TCR, na TC existe ainda indefinição quanto a quem assegurará o ceptro de 2023. Borja Hormigos e Héctor Hernández têm vindo a evidenciar uma temporada perfeita – venceram todas as corridas, conquistaram todas as pole-positions e assinaram todas as voltas mais rápidas da divisão, mas ainda assim, dois jovens do FPAK Junior Team – Duarte Camelo, com 68 pontos, e Lourenço Monteiro, com 60 – tem ainda possibilidades remotas para alcançar o ceptro. No entanto, o duo do BMW M240i Racing tem apenas de marcar oito pontos ao longo do fim-de-semana, o que não parece ser difícil, mas como todos os aficionados do automobilismo estão bem cientes – em corridas tudo pode acontecer…

  • Lista de inscritos recorde para a Estoril Season Finale by NAPA

    Lista de inscritos recorde para a Estoril Season Finale by NAPA

    O Iberian Supercars Endurance e o Campeonato de Portugal de Velocidade chegam ao fim da sua temporada no próximo fim-de-semana e dificilmente poderia haver sinal maior da sua vitalidade que a lista de inscritos para a Estoril Season Finale by NAPA – trinta e quatro carros e sessenta e dois pilotos.

    As duas competições chegam ao fim do ano com a sua maior lista de participantes da época com trinta e quatro carros em pista, sendo muitas as novidades que se apresentarão no Autódromo do Estoril, o palco de todas as decisões no que diz respeito aos títulos.

    Entre os GT4 já tinha sido revelado que a Lema Racing terá na pista portuguesa um terceiro carro, um Audi R8 LMS GT4 para a dupla espanhola Ignacio Cabezas e Arturo Melgar, mas as novidades não ficam por aqui. Na GT4 Pro, a Racar Motorsport inscreve um segundo Aston Martin Vantage AMR GT4, sendo Francisco Cruz e Pedro Perino, que se estreiam na competição, os pilotos aos comandos da máquina britânica. Na GT4 Bronze haverá também uma nova máquina, um Porsche 718 Cayman GT4 RS CS da Speedy Motorsport, que será uma estreia para a equipa do Norte. Bruno Pires estará incumbido de pilotar a máquina Zuffenhausen, aproveitando o facto de o seu colega de equipa ao longo da temporada, Fábio Mota, não poder estar presente na Estoril Season Finale by NAPA, devido a questões profissionais, para experimentar uma nova montada tendo em vista a temporada de 2024.

    A NM Racing Team e a SMC Motorsport apresentam-se no Autódromo do Estoril com ligeiras alterações nas duplas de pilotos. No Mercedes AMG GT4 inscrito na GT4 Pro pela primeira, Guillermo Aso terá um novo colega de equipa, Jan Duran. Na SMC Motorsport, Alfonso Colomina dividirá o seu McLaren 570S GT4 com Rafael Muncharaz, continuando a competir na GT4 Bronze.

    Entre os TCR, haverá, igualmente, um reforço de inscritos, para lá do Hyundai Elantra N TCR da Sports & You que terá aos comandos António Coimbra, com dois regressos. Manuel Sousa e Luís Silva estiveram presentes nas duas primeiras etapas da temporada – Autódromo Internacional do Algarve e Circuito de Jarama – e voltam agora às grelhas de partida mais importantes da Península Ibérica aos comandos do Cupra TCR da Grupo TDS. Paulo Silva esteve também presente no evento de abertura da época, e agora regressa com o Audi RS3 LMS TCR da PDauto, que dividirá com o seu filho pela primeira vez, Guilherme Silva.

    Os jovens da FPAK Junior Team formarão novas duplas, como tem vindo a acontecer ao longo da época. Assim, Lourenço Monteiro fará equipa com Mariana Machado no Ginetta G40 número 101, Henrique Cruz e Duarte Pinto Coelho partilharão o carro inglês número 102 e Duarte Camelo e Gabriel Caçoilo o 103.

    Na divisão Cup haverá um regresso e uma estreia, ambos pela mão da Monteiros Competições, para lá do já anunciado Porsche 911 Cup inscrito pela Veloso Motorsport para João Posser e Miguel Caetano. Luís Rocha e Diogo Rocha vão debutar no Iberian Supercars Endurance e Campeonato de Portugal de Velocidade, ao passo que Rui Mirita volta à divisão dedicada aos Porsche 997 e Porsche 911.1 ex-Carrera Cup. Estes concorrentes juntam-se aos que têm participado regularmente na temporada deste ano, assim como a alguns inscritos no evento de Jerez e que decidiram também participar na ronda do Estoril, o que criou a mais numerosa lista de participantes da história do Iberian Supercars Endurance, sendo seguramente uma das maiores da história do Campeonato de Portugal de Velocidade.

    A Estoril Season Finale by NAPA terá o seu início oficial na sexta-feira, dia 24 de Novembro, com os treinos-livres, realizando as qualificações no sábado, ao passo que as corridas das decisões serão disputadas no domingo – a primeira às 9h40 e a segunda às 14h35 – podendo ambas ser seguidas em directo através das redes sociais oficiais das competições e a primeira também em directo na A Bola TV.

  • Pedro Perino assina por equipa que venceu 24 Horas de Le Mans nos LMP2

    Pedro Perino assina por equipa que venceu 24 Horas de Le Mans nos LMP2

    Com apenas 18 anos, Pedro Perino assinou pela Inter Europol Competition, equipa polaca que venceu, este ano, as 24 Horas de Le Mans na categoria LMP2. Jovem piloto português tem programa ambicioso nos LMP3 em 2024 e também vai testar um LMP2.

    Depois de uma estreia promissora nos protótipos em 2023, que culminou com um pódio na ronda da European Le Mans Series (ELMS) no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, Pedro Perino assinou pela Inter Europol para um ambicioso programa na categoria LMP3. O jovem piloto português, de apenas 18 anos, viu o seu potencial ser reconhecido pela formação polaca, onde vai formar equipa com o britânico Kai Askey e com o russo Alexander Bukhantsov, novamente na European Le Mans Series.

    Além das provas oficiais com o LMP3, Pedro Perino também terá a oportunidade de testar um LMP2 da Inter Europol, equipa que, recorde-se, venceu as famosas 24 Horas de Le Mans na categoria LMP2, em junho. “Estou, naturalmente, muito orgulhoso e motivado por uma equipa com o palmarés da Inter Europol ter apostado em mim”,afirmou Pedro Perino. “Sinto que, agora, tenho todas as condições para evoluir e lutar pelos primeiros lugares nos LMP3, já que o programa de corridas e testes é bastante completo e a equipa dá-me todas as garantias. Também é bom ter o Alex (Bukhantsov) novamente como companheiro de equipa, já nos conhecemos da época passada, e tenho a certeza de que nos vamos entender muito bem com o Kai (Askey)”, referiu o piloto de Oeiras, que também terá sessões de testes ao volante de um LMP2. Se a época de 2024 corresponder às expectativas de Pedro Perino e da equipa, está no horizonte a participação do jovem português nas 24 Horas de Le Mans em 2025.

    Sascha Fassbender, diretor desportivo da Inter Europol, revelou as razões que o levaram a apostar em Pedro Perino. “Queríamos um jovem piloto Silver que nos desse garantias de consistência e rapidez. O Pedro fez uma excelente temporada de estreia em 2023, com poucos erros e mostrando sempre uma grande maturidade, apesar de só ter 18 anos. Quando teve o carro em boas condições, o Pedro foi sempre um dos pilotos mais rápidos dos LMP3, por isso o potencial está lá. Vamos trabalhar em conjunto para grandes resultados”, afirmou o responsável da equipa, sedeada nos arredores de Varsóvia.

  • Nelson Silva: “que posso dizer…!! Desistir foi uma frustração enorme…”

    Nelson Silva: “que posso dizer…!! Desistir foi uma frustração enorme…”

    Ainda não foi desta feita que Nelson Silva almejou concluir o ‘seu’ rali. O piloto embaixador de Viana esteve em destaque na fase inicial ddo 11º Rali de Viana do Castelo Cidade Europeia do Desporto 2023, discutindo taco-a-taco os lugares do pódio da competição reservada ao Campeonato Promo de Ralis, mas um toque na 4ª PEC foi nefasto, pois os danos causados no radiador do óleo do Toyota Yaris Proto que partilhou com Paulo Silva foram irreversíveis.

    Para o registo fica, no entanto, uma excelente exibição do piloto, que, desde o quilómetro inicial contra o cronómetro, revelou ter andamento para discutir as posições de destaque.

    Na Super Especial noturna de abertura, Nelson Silva e Paulo Silva foram sétimos entre os Promo, depois de uma abordagem “com alguma cautela uma vez que nunca tinha conduzido com estas condições climatéricas e com os pneus de chuva. O tempo que fizemos deixou-me muito satisfeito e com confiança para abordar o dia decisivo de sábado“, afirmou o piloto vianense no fecho da jornada inaugural do rali organizado pelo CAST.

    A manhã de sábado revelou um Nelson Silva ao mais alto nível. 3º ‘crono’ entre os Promo na 2ª PEC e quarta melhor marca na classificativa seguinte, colocaram o vianense no Top 5, discutindo à decima de segundo um lugar no pódio.

    E seriam os 10,7 km de Mujães / Geraz do Lima 2, quarta classificativa do rali, a ditarem o desfecho inglório para a dupla do Toyota Yaris Proto. Nelson Silva e Paulo Silva deram seguimento ao ritmo forte que tinha sido apanágio nas especiais anteriores e a especial estava, segundo o piloto vianense, a correr “de forma positiva até que cometi um exagero, dei um toque e arruinamos o radiador do óleo, nada mais havendo a fazer do que abandonar o rali”.

    “Que posso dizer…!! Desistir foi uma frustração enorme… A JCMOTORSPORT preparou o carro de forma impecável  e o mestre Adruzilo Lopes foi fantástico na ajuda que deu a escolher o melhor setup para as duras condições do rali. Parabéns a ele pela fantástica vitória!”.

    Para Nelson Silva, agora é tempo de “avaliar à época, que foi um pouco agridoce devido a alguns percalços e pensar na próxima. Quero deixar uma palavra de agradecimento a todos aqueles que apoiaram diretamente ou indiretamente,  à minha equipa e especialmente à minha família”.

  • Paulo Anselmo: “o título é inteiramente justo por tudo quanto fizemos ao longo da época!

    Paulo Anselmo: “o título é inteiramente justo por tudo quanto fizemos ao longo da época!

    Quatro vitórias em seis ralis marcam de forma indelével a saga de Paulo Anselmo e André Silva a caminho de um título ‘cantado’ e merecido no Campeonato Start Sul de Ralis e juntaram ao cetro sulista, uma dobradinha no 6º Desafio Kumho Portugal, ao triunfarem nos desafios Kumho Sul e Kumho Terra. O piloto de Olhão assinou uma das mais sólidas temporadas da sua bem sucedida carreira.

    O caminho para recuperar o título conquistado em 2021, foi feito por Paulo Anselmo “com um espírito de total entrega. 2022 não nos tinha corrido assim tão bem e ficamos aquém do que desejávamos. Então, encaramos esta temporada como sendo do tudo ou nada”.

    Olhando para trás, Paulo Anselmo lembra que “entramos logo muito forte no Casinos do Algarve, liderando de fio a pavio. É sabido que somos muito mais competitivos em pisos de terra do que no asfalto. Depois, no asfalto de Portimão não fomos tão competitivos, mas conseguimos mesmo assim um 6º posto nas contas do Start e isto com todos a andarmos perto uns dos outros. Não foi mau de todo”.

    Em Serpa andámos à campeão. Fomos sempre muito rápidos, vencemos todas as especiais do primeiro dia e, no segundo dia, um problema na suspensão dianteira forçou-nos a gerir o andamento, sem que tal beliscasse a vitória”.

    No pingue-pongue do tipo de pisos, o campeonato voltou ao asfalto, desta feita no Rali Município de Albufeira, prova de que Paulo Anselmo tinha recordações menos boas da edição e 2022.

    “Foi em Albufeira que arruinamos as nossas hipóteses de sermos campeões em 2022 e, este ano, ia acontecendo algo parecido!… Partimos a caixa de velocidades na partida para o primeiro troço cronometrado de domingo e assim aconteceu aquela que viria a ser, felizmente, a única desistência da época”.

    Mas, o infortúnio em terra de veraneio não fez baixar nem a garra, nem a motivação, com o piloto olhanense a saber que tinha algo muito importante a seu favor: as duas provas que faltavam, Vila do Bispo e Tavira, seriam cumpridas em pisos de terra.

    “Em Vila do Bispo, com condições meteorológicas medonhas, nem hesitamos. Entramos ao ataque e cedo ficamos na liderança. Infelizmente, a muita lama tornou tudo perigoso e a organização decidiu terminar o rali precocemente. Não havia outra coisa a fazer. Obviamente, tal fez com que só fosse atribuída a metade dos pontos em jogo, o que nos fez ir para Tavira ainda meio ponto atrás dos líderes do campeonato, sabendo que seria um rali em que só o ataque nos permitiria chegar ao título”.

    E foi no frio e chuva de outubro que Tavira se engalanou para receber o “mata-mata” dos campeonatos sulistas.

    “Preparámos bem a provas, mas o Viana Martins também. É um excelente piloto e sabíamos que iremos ter discussão até final. Andou muito rápido e o Viana está de parabéns pelo excelente campeonato que fez. Nós também andamos muito rápido, a fundo desde o primeiro metro e, só para que se perceba a luta, terminamos a secção matinal separados por meio segundo!… De tarde atacamos ainda mais e, felizmente, impusemos a nossa lei nas contas do campeonato, terminando com meio minuto de vantagem e conquistando assim o nosso segundo título, que considero ser inteiramente justo por tudo quanto fizemos ao longo da época!”.

    Também em Tavira, Paulo Anselmo e André Silva selaram as contas da vitória na Divisão 2 dos desafio Kumho Sul e Kumho Terra, duplo feito que que o piloto destaca “não só por ser mais dois título prestigiantes, mas sobretudo pelo apoio que a Kumho e a ASR Tyres têm dado aos ralis regionais nos últimos seis anos. Para nós tem sido um prazer correr com os Kumho, que se revelam pneus cada vez mais competitivos”.

    Paulo Anselmo não esconde “a felicidade tremenda que sinto. Este é um título que dedico à minha família que tanto me apoia, à equipa, que fez um trabalho notável no BMW, aos patrocinadores, pois sem eles seria impossível correr e a todos quantos nos deram força ao longo do campeonato. Quero deixar uma palavra ao André Silva. O trabalho que fez como navegador foi preponderante para sermos campeões”.

    Quanto a 2024, Anselmo seja “continuar e lutar por mais um título de campeão no Start Sul e novamente com o André e o BMW 361i Compact. Não sei se será possível e tudo irá depender dos patrocínios que consiga. Está cada vez mais caro competir. Existe também a hipótese de fazer algumas provas de todo-o-terreno, com um SSV. Uma coisa é certa, se e onde competirmos, será sempre para tentar vencer!”.

  • João Pedro Sousa: “foi uma temporada complicada, o nosso carro não nos deixou conquistar os nossos objetivos”

    João Pedro Sousa: “foi uma temporada complicada, o nosso carro não nos deixou conquistar os nossos objetivos”

    A derradeira prova da temporada da equipa famalicense, disputada no passado fim de semana em Viana do Castelo, acabou por ser madrasta para João Pedro Sousa e Tiago Silva.

    Com objetivo de serem competitivos e alcançar um resultado positivo, a dupla entrou em força, mesmo com as condições climatéricas difíceis, como referia João Pedro Sousa: “entrámos confiantes, conseguimos desde o início entrar para o lote dos concorrentes mais rápidos e lutar pela liderança do nosso grupo até sermos obrigados abandonar.” 

    O piloto navegado por Tiago Silva, não escondia o desanimo e afirmava “não merecemos, estávamos a ser rápidos, mas um problema com a caixa de velocidades, colocou um ponto final em mais uma exibição positiva.”

    Em jeito de balanço, o ninense admitia: “foi uma temporada bastante complicada, o nosso carro acabou por não nos deixou conquistar os nossos objetivos. Conseguimos ainda assim mostrar a nossa competitividade ao lutar regularmente pelos lugares da frente da classificação. Agora é hora tirar ilações e começar a preparar a próxima temporada, ainda com mais vontade.”

    A dupla João Pedro Sousa e Tiago Silva contou com o apoio de Auto Vilar D’Este, R28 Bar Lounge, Câmara Municipal de Famalicão, Goldinvest, Germano Macedo, Escola de Condução Guiante, AP Granitos, Pastelaria Extremo, Inova Contas, BRM Automóveis, Clilkviaja.com Famalicão, JB13 Shop, 1001 Funções, Optical+, Estrela D’Ovo, Imobiliária Compra Certa, Escola de Condução Ases da Estrada, Restaurante Mikado, Danmar, Junta de Freguesia de Nine, Black Garage, Pneutrofa, Yacco Portugal, DHR auto, Hugo Moreira Audiovisuais e GT2i

  • Filipe Nogueira conquista Top 6 do Promo em Viana do Castelo

    Filipe Nogueira conquista Top 6 do Promo em Viana do Castelo

    Autor de uma prova sólida e em crescendo Filipe Nogueira, navegado por por Pedro Teixeira, esteve em destaque no 11º Rali de Viana do Castelo Cidade Europeia do Desporto, levando o Mitsubishi Lancer EVO VI preparado pela JC Motorsport ao 6º lugar entre os Promo.

    O piloto de Baião que pertence aos quadros do Proteu Rally Team começou logo por conquistar o mesmo 6º posto na  Super Especial de abertura. Depois, já na decisiva etapa de sábado foi um dos protagonistas de uma acérrima batalha pelo 3º posto e lógico último degrau do pódio da prova reservada aos concorrentes do Campeonato Promo de Ralis, que incluiu cinco pilotos.

    Filipe Nogueira chegou mesmo a rodar no quatro posto, a escassos segundos do terceiro,  acabando por concluir o ali num muito positivo 6º lugar, a curta distância dos pilotos que o precederam na geral do Promo.

    “Depois de não termos tido oportunidade para fazer mais do que a Super Especial no Vinho Madeira, este acabou por ser realmente o primeiro rali com o EVO 6 e, sendo assim, o primeiro com um  carro de quatro rodas motrizes. E a estreia foi muito positiva. Foi um rali de aprendizagem onde nos adaptamos rapidamente e, após a 2ª PEC já nos sentimos bem com o carro e a evolução foi notória, refletindo-se também nos bons “cronos” que fomos fazendo”, enfatiza Filipe Nogueira.

    Nogueira realça ainda que “foi uma adaptação também exigente pelas condições de piso que tivemos neste rali. Tivemos de fazer uma gestão de corrida com um andamento sempre rápido,  porque o andamento no Top 10 da geral estava muito forte. Saímos de Viana do Castelo com um 6º lugar nas contas do Campeonato Promo de Ralis e, em termos comparativos, fizemos tempos que nos dariam o 2º posto entre os clássicos. Foi uma luta gira que travamos com os pilotos habituais deste campeonato”.

    O piloto do Proteu Rally Team deixa uma palavra de “agradecimento à JPGS, na Pessoal do Nélson Silva e à JC Motorsport pela parceria que fizemos e por tudo o que me foi proporcionado”.